“Turno de Loucos” regressa quinta-feira com Draymond Green, Lauren Lapkus e Tim Baltz como convidados — e Alex foi promovida

A segunda temporada de Turno de Loucos estreia na próxima quinta-feira, 18 de Junho, às 21h00, no STAR Comedy — com emissão de segunda a sexta-feira à mesma hora. É o regresso de uma das comédias hospitalares mais bem recebidas dos últimos anos, nomeada para três Critics Choice Awards na primeira temporada.

Turno de Loucos — título português de St. Denis Medical — acompanha o dia-a-dia de um serviço de urgências no Oregon com poucos recursos e muita dedicação. A série funciona porque recusa fazer dos médicos e enfermeiros heróis sem falhas: são pessoas com os seus problemas, as suas birras e o seu esgotamento a tentar não perder a paciência num hospital permanentemente sobrecarregado. É o Scrubs para a geração que cresceu a ver Abbott Elementary.

A segunda temporada começa com Alex recém-promovida a enfermeira supervisora — um novo papel que traz novas tensões com a chefe Joyce, que continua obcecada com transformar o St. Denis num centro médico de renome internacional. O Dr. Ron continua a ser o homem que já fez de tudo, já viu de tudo e está praticamente farto de tudo. E Matt e Serena têm de reavaliar a relação profissional depois dos eventos do final da primeira temporada.

O primeiro episódio da nova temporada tem três convidados especiais: Draymond Green — o basquetebolista dos Golden State Warriors com uma carreira paralela em televisão e podcasts —, Lauren Lapkus e Tim Baltz. É o tipo de casting de convidados que sinaliza que a série ganhou visibilidade suficiente para atrair nomes que não precisam de aparecer.

Quinta-feira, 18 de Junho, às 21h00, STAR Comedy. Emissão de segunda a sexta-feira à mesma hora.

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Fox comprou o Roku por 22 mil milhões — e ficou com dois dos maiores serviços de streaming gratuito do mundo

A Fox fechou um acordo de 22 mil milhões de dólares para adquirir o Roku, ficando assim com dois dos maiores serviços de streaming gratuito com publicidade do mundo.

O Roku tem mais de 90 milhões de contas activas nos Estados Unidos e é a plataforma de streaming gratuito mais usada no país. A Tubi, que a Fox já possuía, tem mais de 80 milhões de utilizadores mensais. Juntos, os dois serviços formam o maior ecossistema de streaming gratuito com publicidade do mundo ocidental — numa altura em que o mercado de streaming está a consolidar-se à volta de dois modelos: subscrição paga (Netflix, Disney+, Max) e streaming gratuito com anúncios.

Para o espectador português, o impacto imediato é limitado — o Roku e o Tubi têm pouca presença directa em Portugal. Mas a decisão estratégica da Fox diz algo sobre para onde o mercado está a ir: o streaming gratuito com publicidade vai crescer à medida que os preços das subscrições continuam a subir e os consumidores procuram alternativas. É um modelo que em Portugal ainda está nos primeiros passos mas que nos próximos anos vai inevitavelmente chegar com mais força.

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Nicolas Cage quer uma segunda temporada de “Spider-Noir” — e diz que “podemos criar isto juntos”

“Podemos criar isto juntos como fãs”, disse Nicolas Cage numa conversa sobre a possibilidade de uma segunda temporada de Spider-Noir, a série do Prime Video que estreou a 26 de Maio com 91% no Rotten Tomatoes. 

A declaração é ao mesmo tempo um apelo e uma estratégia: Cage sabe que a decisão de renovar está nas mãos da Amazon, não nos seus, e que o argumento mais forte para a renovação é a pressão dos fãs. A série teve uma recepção crítica e de público extraordinária — o Prime Video ainda não divulgou números de audiência mas as reacções nas redes sociais foram consistentemente entusiastas durante as semanas que se seguiram à estreia.

A segunda temporada teria desafios criativos consideráveis: o primeiro ciclo de Spider-Noir contou uma história com início, meio e fim, e expandir o universo sem repetir o que já foi feito vai exigir uma visão clara. Cage disse que tem ideias — mas que as guarda para si até a Amazon tomar uma decisão. É o tipo de suspense que os fãs da série vão certamente apreciar. Spider-Noir está disponível no Prime Video em Portugal.

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“A Morte de Robin Hood” estreou no Film Festival — e Michael Sarnoski diz que “as pessoas vão surpreender-se”

A Morte de Robin Hood teve a sua pré-estreia mundial no 73.º Festival de Cinema de Sydney a 12 de Junho, quatro dias antes de chegar aos cinemas em todo o mundo. O filme ganhou um prémio significativo no festival, aumentando a confiança da indústria e a antecipação do público para a estreia de 19 de Junho. 

Michael Sarnoski sabe que a sua versão de Robin Hood vai surpreender quem vai ao cinema com expectativas de épico: “As pessoas vão assumir que este foi um grande épico, mas foi um filme independente.” É exactamente essa tensão — entre a lenda de escala épica e o filme íntimo e brutal que Sarnoski queria fazer — que torna A Morte de Robin Hood num dos títulos mais interessantes do verão. O Rotten Tomatoes está nos 72% após as primeiras críticas do Sydney Film Festival. 

Hugh Jackman é Robin Hood envelhecido e ferido. Jodie Comer é a mulher misteriosa que o recebe. Bill Skarsgård é Little John. A música é de Jim Ghedi. A distribuição é da A24. As filmagens decorreram quase inteiramente na Irlanda do Norte. Em Portugal, estreia a 19 de Junho — quinta-feira desta semana. 

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O trailer de “Playback” chegou — e Rafael Ferreira é Carlos Paião de uma forma que vai surpreender

“Um Lugar Silencioso: Dia Um” estreia esta sexta no TVCine — Lupita Nyong’o em Nova Iorque quando as criaturas chegaram

O trailer de “Playback” chegou — e Rafael Ferreira é Carlos Paião de uma forma que vai surpreender

O trailer de Playback chegou hoje — e é a primeira vez que vemos Rafael Ferreira como Carlos Paião em movimento, a cantar, a compor, a habitar o universo de um dos maiores génios da música popular portuguesa. O biopic de Sérgio Graciano estreia a 6 de Agosto nos cinemas nacionais, com distribuição NOS Audiovisuais, e o que as primeiras imagens revelam é um filme que não se contenta em recontar uma biografia mas que mergulha no universo criativo do homem por detrás das canções.

Carlos Paião estudava Medicina quando percebeu que a música era o único lugar onde verdadeiramente respirava. Num Portugal ainda a descobrir novos sons, arriscou trocar a segurança de uma bata branca pela incerteza dos palcos — e criou uma obra que trinta anos depois ainda é parte da memória colectiva do país. “Playback”, “Computador de Palmo e Meio”, “Néon” — são canções que toda uma geração conhece sem saber necessariamente o nome do autor. O filme de Graciano quer mudar isso.

Ferreira lidera um elenco que inclui Laura Dutra, Rita Durão, António Mortágua, Anabela Moreira e Albano Jerónimo. O mesmo Ferreira que vai levar as canções ao palco do NOS Alive a 10 e 11 de Julho, no espectáculo Playback — Paião por Tigerman, com The Legendary Tigerman a assinar a recriação musical do universo sonoro do filme.

O trailer está disponível no canal da NOS Audiovisuais no YouTube.

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“Magic Mike: A Última Dança” amanhã na STAR Life — Soderbergh, Channing Tatum e Salma Hayek em Londres

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“House of the Dragon” T3 estreia domingo — o que esperar e porque esta pode ser a melhor temporada

“Um Lugar Silencioso: Dia Um” estreia esta sexta no TVCine — Lupita Nyong’o em Nova Iorque quando as criaturas chegaram

Esta sexta-feira, 19 de Junho, às 21h30, o TVCine Top e TVCine+ estreiam Um Lugar Silencioso: Dia Um — a prequela da saga de John Krasinski que regressa ao início de tudo: o momento em que as criaturas chegaram à Terra e transformaram o mundo num lugar onde o silêncio é a única forma de sobrevivência.

Michael Sarnoski — o realizador de Pig: A Viagem de Rob, um dos filmes mais surpreendentes de 2021 — expandiu o universo da saga com uma abordagem deliberadamente diferente dos dois filmes anteriores. Em vez de uma família isolada a tentar sobreviver no campo, temos Nova Iorque em colapso total nas primeiras horas da invasão. A escala é outra. O caos é outro. E a protagonista é Samira (Lupita Nyong’o), uma mulher que se encontra no meio da cidade quando tudo começa a desmoronar — e que cruza com Eric (Joseph Quinn) numa jornada dominada pelo medo e pela tentativa desesperada de preservar algum sentido de humanidade no meio da destruição.

Nyong’o foi destacada unanimemente pela crítica como o coração do filme — uma performance emocional que ancora o espectáculo apocalíptico numa história pessoal com peso real. É o blockbuster que prova que Michael Sarnoski é um realizador capaz de trabalhar a qualquer escala sem perder o que torna o seu cinema específico: a atenção às pessoas dentro das situações impossíveis. Esta sexta-feira, às 21h30, TVCine Top e TVCine+.

“Disclosure Day” está em cartaz — e o Spielberg mais descontraído em anos merece uma segunda hipótese

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“House of the Dragon” T3 estreia domingo — o que esperar e porque esta pode ser a melhor temporada

House of the Dragon T3 estreia amanhã, domingo, 15 de Junho, no HBO e Max — e é a temporada que os fãs dos livros de George R.R. Martin esperavam desde que a série começou. A Dança dos Dragões no seu estado mais brutal, sem possibilidade de recuo.

A segunda temporada terminou com Lucerys morto, Rhaenyra de luto e os Negros a perder a vantagem estratégica que tinham. A terceira começa exactamente nesse ponto — e a promessa dos realizadores é de uma temporada mais focada, mais violenta e com menos dispersão narrativa. Matt Smith disse na pré-estreia de Londres que é “a temporada mais escura de todas”. Emma D’Arcy descreveu-a como “o momento em que Rhaenyra percebe o custo real do que iniciou”. Olivia Cooke como Alicent tem nesta temporada o arco mais rico que a personagem alguma vez teve.

Em Portugal, disponível no Max a partir de amanhã.

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“Splitsville — Amor em Maus Lençóis” estreia domingo no TVCine — Dakota Johnson e o caos das relações abertas

Paramount está a tentar comprar a Warner Bros. Discovery — e o que isso significa para os fãs de cinema e streaming

“Splitsville — Amor em Maus Lençóis” estreia domingo no TVCine — Dakota Johnson e o caos das relações abertas

Michael Angelo Covino e Kyle Marvin fizeram The Climb em 2019 — uma das comédias dramáticas mais desconfortáveis e mais honestas sobre amizade masculina dos últimos anos, filmada em planos-sequência longos que transformavam cada conversa numa pequena tortura. Splitsville — Amor em Maus Lençóis, que estreia domingo, 14 de Junho, às 21h40, no TVCine Top e TVCine+, aplica o mesmo método às relações amorosas — com resultados igualmente perturbadores e igualmente difíceis de ignorar.

Carey acaba de ver o casamento desmoronar. Refugia-se em casa dos amigos Julie e Paul, um casal aparentemente perfeito que vive uma relação aberta com a descontracção de quem já resolveu todas as questões existenciais que Carey ainda nem formulou. Fascinado pela liberdade emocional e sexual que os dois parecem ter conquistado, Carey mergulha nesse universo convicto de ter encontrado a resposta para o seu fracasso amoroso. Quando começa a ultrapassar limites que ninguém tinha definido claramente — porque nas relações abertas os limites raramente são definidos claramente — desencadeia uma sequência de ciúmes, segredos e ressentimentos que ameaça destruir todas as relações ao mesmo tempo.

Dakota Johnson interpreta Ashley, a mulher que pediu o divórcio e que vai tendo de assistir às consequências desse pedido. Adria Arjona é Julie. O próprio Covino é Carey — uma escolha que diz muito sobre o nível de exposição emocional que o realizador estava disposto a colocar no ecrã. O filme estreou na secção Un Certain Regard de Cannes em 2025 com críticas que elogiaram precisamente o que torna Covino e Marvin únicos: a capacidade de fazer rir com situações genuinamente dolorosas sem nunca diminuir a dor.

Domingo, 14 de Junho, às 21h40, TVCine Top e TVCine+.

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Hoje é dia de maratona Toy Story no STAR Channel — três filmes seguidos antes da estreia do quinto

Os Backstreet Boys juntam-se à Patrulha Pata no novo trailer de “O Filme dos Dinossauros”

Paramount está a tentar comprar a Warner Bros. Discovery — e o que isso significa para os fãs de cinema e streaming

A Paramount Skydance propôs a aquisição da Warner Bros. Discovery por 111 mil milhões de dólares — e o Netflix classificou de “absurda” a alegação da Paramount de que o streamer tentou sabotar o negócio. 

Se a fusão avançar, ficam sob o mesmo tecto: a Paramount Pictures, a MTV, a Comedy Central, a BET, o Nickelodeon, o Showtime — e do lado da WBD, a Warner Bros., a HBO, o Max, a DC, a CNN, a Cartoon Network e a TNT. É a maior reorganização de Hollywood desde a fusão entre a Disney e a Fox em 2019.

Para o espectador português, o que muda na prática: os filmes DC como Superman e The Batman Part II estarão na mesma empresa que produz Mission: Impossible e Top Gun. A HBO e o Max ficam na mesma estrutura corporativa que o Paramount+. E toda a negociação sobre onde os filmes estreiam — em sala ou em streaming — fica concentrada em menos mãos. É uma mudança que vai ser sentida durante anos. A aprovação regulatória pode demorar até ao final de 2027.

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“Backrooms” já caiu 70% na segunda semana — mas Kane Parsons continua a ser o nome do verão

“Os Enforcados” estreia hoje no TVCine Edition — Shakespeare, o jogo do bicho e os irmãos Coen num noir brasileiro

Fernando Coimbra descreveu Os Enforcados como “uma mistura entre Shakespeare e o cinema negro dos irmãos Coen” — e é difícil imaginar uma formulação mais precisa para um filme que pega em Macbeth e o transporta para os bastidores do jogo do bicho no Rio de Janeiro. Estreia hoje, 13 de Junho, às 22h00, em exclusivo no TVCine Edition e TVCine+.

Regina e Valério vivem confortavelmente na Zona Oeste do Rio de Janeiro graças ao império do jogo do bicho construído pela família dele. Querem sair do crime, começar uma vida nova, deixar para trás o peso de um mundo que nunca escolheram de verdade. O plano parece simples. Como em Macbeth, nunca é. À medida que mergulham numa teia de traições, dívidas e jogos de poder, a paranóia e a culpa vão tomando conta de uma relação que o crime estava supostamente a salvar — não a destruir.

Leandra Leal e Irandhir Santos lideram o elenco com a intensidade que o material exige — dois actores entre os mais respeitados do cinema e da televisão brasileira, a habitar personagens que são simultaneamente vítimas e autores do caos à sua volta. Pêpê Rapazote — o actor português — aparece também no elenco, num sinal da co-produção luso-brasileira que sustenta o projeto. O argumento venceu o Global Filmmaking Award no Festival de Sundance. O filme teve estreia mundial em Toronto.

Coimbra voltou ao território que explorou em O Lobo Atrás da Porta (2014) — um dos filmes brasileiros mais tensos da última década — e trouxe com ele a mesma capacidade de construir atmosferas sufocantes onde o humor negro e a violência coexistem com uma naturalidade perturbadora. Hoje, às 22h00, TVCine Edition e TVCine+.

Hoje é dia de maratona Toy Story no STAR Channel — três filmes seguidos antes da estreia do quinto

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Hoje é dia de maratona Toy Story no STAR Channel — três filmes seguidos antes da estreia do quinto

Toy Story 5 estreia nos cinemas a 19 de Junho. O STAR Channel decidiu que a melhor forma de preparar o público é emitir hoje, sábado, os três primeiros filmes em sequência — a partir das 14h00, sem intervalos entre sagas.

É uma tarde de televisão para toda a família com três dos melhores filmes de animação alguma vez feitos. Toy Storyoriginal de John Lasseter às 14h00 — o filme que em 1995 mudou para sempre o que a animação podia ser, com Woody e Buzz Lightyear a aprenderem a coexistir enquanto tentam regressar a Andy. Toy Story 2: Em Busca de Woody às 15h15 — onde Woody é raptado por um coleccionador e descobre que é uma peça rara de uma série televisiva dos anos 50, com Jessie e Bullseye a entrarem no universo pela primeira vez. E Toy Story 3 de Lee Unkrich às 16h40 — o filme que fez chorar adultos em todo o mundo quando Andy cresceu e foi para a universidade, e que ganhou o Óscar de Melhor Filme de Animação em 2011.

As primeiras reacções a Toy Story 5, cujas críticas estão embargadas até 16 de Junho, são esmagadoramente positivas — com Jessie no centro da história e a projecção de abertura nos 150 milhões de dólares no primeiro fim de semana americano, o maior arranque de 2026. A maratona de hoje no STAR Channel é a preparação perfeita. Ou o pretexto perfeito para rever três filmes que toda a gente já viu e que toda a gente quer ver de novo.

STAR Channel, a partir das 14h00.

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Brad Pitt luta pela sobrevivência ao lado do seu cão no primeiro trailer de “Heart of the Beast”

A Paramount Pictures Portugal revelou o primeiro trailer e as fotografias oficiais de Heart of the Beast – Heróis Inseparáveis, o novo thriller de aventura protagonizado por Brad Pitt. A estreia nacional está marcada para 24 de setembro, sob o mote “Não é por quem vives… é por quem morrerias”.

O filme acompanha James Belmont, um oficial das Forças Especiais que, na sequência de um acidente de avião, fica isolado nas profundezas selvagens do Alasca. Sobra-lhe um único aliado: Odin, o seu cão de combate. Juntos enfrentam o frio, o terreno e tudo o que neles se esconde, numa luta pela sobrevivência em que cada decisão pode separar a vida da morte.

A realização é de David Ayer, nome que dispensa apresentações no registo da ação musculada e que assina títulos como FúriaOs Reis da Rua e The Beekeeper – O Protetor. O território é-lhe familiar, mas a aposta aqui é outra: trocar o caos urbano pela imensidão gelada e concentrar a tensão numa dupla. Quando o elenco se resume a um homem e a um cão, a química entre os dois deixa de ser um detalhe e passa a ser o filme inteiro.

A julgar pelo trailer, Ayer não abdica das sequências de ação intensas que são a sua marca, mas equilibra-as com uma componente emocional mais vincada do que é habitual no seu cinema. O resultado prometido é uma história de coragem, amizade e lealdade, com Brad Pitt em modo sobrevivência total e um companheiro de quatro patas a roubar planos sempre que pode.

Heart of the Beast – Heróis Inseparáveis chega aos cinemas portugueses a 24 de setembro, distribuído pela NOS Audiovisuais.

Variante de título (mais sóbria): “David Ayer leva Brad Pitt ao Alasca: eis o primeiro trailer de ‘Heart of the Beast'” — coloca o realizador em destaque, útil para o público mais cinéfilo.

Os Backstreet Boys juntam-se à Patrulha Pata no novo trailer de “O Filme dos Dinossauros”

A Patrulha Pata regressa aos cinemas com uma aventura à escala jurássica e um convidado musical que ninguém via a chegar. O novo trailer de Patrulha Pata: O Filme dos Dinossauros já está disponível, embalado por “Bottle Up”, tema inédito dos Backstreet Boys que integra a banda sonora do filme. A estreia nacional está marcada para 6 de agosto.

As novas imagens dão o primeiro vislumbre daquela que se anuncia como a maior missão de sempre da equipa. Depois de uma tempestade misteriosa os arrastar para uma ilha tropical desconhecida, Marshall, Chase, Skye, Rubble e companhia descobrem um mundo perdido habitado por dinossauros, onde os desafios passam a ter dentes e várias toneladas. Pelo meio há ação, humor e a habitual lição de amizade, com o futuro da ilha em jogo.

A entrada dos Backstreet Boys na banda sonora é o detalhe que distingue esta campanha de qualquer outra do universo Patrulha Pata. “Bottle Up” marca o regresso do grupo a um projeto de cinema para famílias e traz uma dose de nostalgia destinada menos às crianças e mais aos pais que as levam à sala, o que, convenhamos, é metade da bilheteira.

Na versão portuguesa, a dobragem reúne um elenco de peso: Soraia Tavares, Solange Santos, Romeu Vala, Vasco Pereira Coutinho, Mafalda Luís de Castro, Custódia Gallego, Matay e Sara Santos, com a estreia da cantora e compositora Maro no registo das dobragens, entre outros nomes nacionais.

Quanto ao enredo, depois da aterragem forçada na ilha, a equipa conhece Rex, um jovem cão que ali ficou preso durante anos e se tornou especialista em tudo o que tenha escamas e cauda. O sossego dura pouco: o Presidente da Câmara Humdinger, arqui-inimigo do costume, decide explorar os recursos naturais da ilha e acaba por despertar um vulcão adormecido. Seguem-se resgates de alto risco e uma corrida para travar Humdinger antes que a ilha desapareça por completo.

Patrulha Pata: O Filme dos Dinossauros chega aos cinemas portugueses a 6 de agosto, distribuído pela NOS Audiovisuais.

Variante de título (mais virada para SEO): “Patrulha Pata: O Filme dos Dinossauros revela trailer, póster e vozes portuguesas” — privilegia os termos de pesquisa em detrimento do gancho dos Backstreet Boys.

“Hal & Harper” estreia segunda-feira no TVCine Edition — a série do Sundance com Mark Ruffalo chega finalmente à televisão portuguesa

Quando Hal & Harper passou em antestreia no IndieLisboa em Maio, a sala encheu-se de pessoas dispostas a ir ao Cinema São Jorge especificamente para ver uma série que ainda não estava disponível em Portugal. Segunda-feira, 15 de Junho, às 22h10, deixa de ser preciso. A minissérie de Cooper Raiff estreia no TVCine Edition — com os oito episódios a serem emitidos nas segundas-feiras seguintes — e fica também disponível no TVCine+.

Cooper Raiff tem 27 anos e dois filmes no currículo que bastam para perceber o que o torna singular: Shithouse (2020), Óscar do júri em SXSW, e Cha Cha Real Smooth (2022), premiado no Sundance, são filmes sobre a vulnerabilidade masculina filmada sem artifícios — personagens que não sabem bem como ser adultos, que se agarram a relações como se fossem salva-vidas, que têm humor suficiente para não serem lamentáveis. Hal & Harper é a sua primeira série e foi descrita no Sundance como uma das produções independentes norte-americanas mais emocionantes do ano.

Hal e Harper são dois irmãos na casa dos vinte anos presos aos traumas de uma infância marcada pela perda precoce da mãe. Quando o pai — interpretado por Mark Ruffalo numa performance que a Variety descreveu como “o melhor trabalho do actor em anos” — decide recomeçar a vida e vender a casa de família, os dois irmãos são forçados a confrontar a dependência emocional que os une e as fragilidades que acumularam sem perceber. Cooper Raiff interpreta Hal. Lili Reinhart, conhecida de Riverdale mas cada vez mais presente no cinema independente, é Harper.

Segunda-feira, 15 de Junho, às 22h10. TVCine Edition e TVCine+.

“First Date” ganhou um prémio de turismo na África do Sul — e já soma 23 galardões em 19 países

Uma curta-metragem filmada inteiramente na ilha do Pico, nos Açores, acaba de receber um Troféu de Prata na 8.ª edição do International Tourism Film Festival Africa, realizado em Joanesburgo. First Date, de Luís Filipe Borges, venceu na categoria “Silver Award: Travel and Tourism” por incentivar viagens e turismo aos Açores através de uma história de ficção. É o 23.º prémio da produção, em representações em mais de 60 grandes ecrãs, em 19 países.

Borges estreou-se como realizador com uma comédia romântica deliberadamente clássica — “Sou um velho apaixonado por comédias românticas. Quis estrear-me como realizador com uma narrativa que as honrasse, divertisse o maior número possível de pessoas, dignificasse a extraordinária ilha do Pico e brincasse com alguns clichés desta categoria cinematográfica.” O resultado foi um projecto que nasceu a partir do I Prémio Curta Pico da MiratecArts, com apoio dos três municípios da ilha, da Direcção Regional do Turismo dos Açores e investimento privado.

O percurso de First Date desde a estreia no Montanha Pico Festival em Janeiro de 2025 é o tipo de história que raramente acontece no cinema português de curtas: digressão por festivais em quatro continentes, estreia televisiva na CineMax e presença na plataforma FILMIN desde Maio de 2026. “Este prémio prova, mais uma vez, que o investimento no audiovisual é investir no desenvolvimento económico local, criando uma bela ferramenta de promoção do destino”, nota o produtor Terry Costa da MiratecArts.

As candidaturas para o II Prémio Curta Pico estão abertas até 1 de Julho

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Aubrey Plaza está grávida — e estreou-se no tapete vermelho com Christopher Abbott nos Tonys

Spielberg Regressa Aos Extraterrestres, Portugal Responde Com Um Drama Ambicioso e Há Ainda Baleias Assassinas Pelo Caminho

Há semanas em que as estreias de cinema parecem seguir um tema comum. Depois há semanas como esta, em que a diversidade é a palavra de ordem. Das conspirações extraterrestres de Steven Spielberg ao cinema português de João Nuno Pinto, passando por criaturas gigantes, dramas europeus e animação para toda a família, as salas nacionais recebem uma programação capaz de agradar a públicos muito diferentes.

O grande destaque é inevitavelmente O Dia da Revelação, o novo filme de Steven Spielberg. Mas seria injusto ignorar outras propostas interessantes, nomeadamente 18 Buracos para o Paraíso, uma produção portuguesa que aborda temas tão actuais como a seca, a transformação do território e as feridas familiares que persistem ao longo das gerações.

Spielberg Volta Ao Espaço Que Sempre Soube Explorar

Poucos realizadores possuem uma ligação tão forte ao imaginário extraterrestre como Steven Spielberg. Foi ele quem nos deu clássicos como Encontros Imediatos do Terceiro Grau e E.T. – O Extraterrestre, obras que ajudaram a definir a forma como várias gerações passaram a olhar para a ficção científica.

Agora regressa a esse território com O Dia da Revelação.

O filme acompanha uma meteorologista interpretada por Emily Blunt que começa a manifestar capacidades inexplicáveis, ao mesmo tempo que um especialista em tecnologia descobre provas de décadas de encobrimento governamental relacionado com vida extraterrestre. A investigação acaba por conduzir ambos ao centro de uma conspiração global que poderá alterar tudo aquilo que a humanidade acredita saber sobre o seu lugar no universo.

Com argumento de David Koepp, colaborador habitual de Spielberg em títulos como Jurassic Park e War of the Worlds, e música de John Williams, o filme reúne muitos dos elementos que os admiradores do realizador esperam encontrar numa grande produção de ficção científica.

Um Retrato Português De Um País Em Mudança

Mas nem só de produções de Hollywood vive esta semana cinematográfica.

João Nuno Pinto apresenta 18 Buracos para o Paraíso, um drama português que coloca o foco numa herdade do sul do país assolada pela seca e pelas mudanças económicas e sociais.

A história acompanha uma família que se prepara para vender uma propriedade herdada, enquanto antigas tensões emocionais regressam à superfície. Pelo caminho surgem reflexões sobre o território, a relação com a terra, os conflitos entre gerações e os desafios que o país enfrenta num contexto de alterações climáticas cada vez mais visíveis.

Com interpretações de Margarida Marinho, Beatriz Batarda e Rita Cabaço, o filme apresenta-se como uma das propostas nacionais mais relevantes do momento.

Animais Gigantes e Muito Terror

Para quem prefere emoções fortes, a semana também não desilude.

Baleia Assassina mergulha no universo dos thrillers de sobrevivência marítima. O título não deixa grande margem para dúvidas: um grupo de pessoas vê-se confrontado com uma ameaça gigantesca nas profundezas do oceano. Misturando terror, acção, mistério e ficção científica, o filme procura recuperar o espírito dos grandes clássicos do género.

Ainda mais peculiar é Hungry: 4 Toneladas de Raiva. Com Joaquim de Almeida no elenco, o filme aposta numa fórmula simples mas eficaz: colocar personagens comuns perante uma criatura gigantesca e extremamente perigosa. Depois de décadas de tubarões, crocodilos e outras ameaças animais, chega agora a vez dos hipopótamos assumirem o papel de pesadelo cinematográfico.

Cinema Europeu Continua Bem Representado

Entre as propostas mais autorais encontramos Três Vezes Adeus, realizado por Isabel Coixet.

A cineasta espanhola volta a explorar emoções complexas e relações humanas delicadas, contando com Alba Rohrwacher e Elio Germano nos principais papéis. Para os apreciadores de cinema europeu contemporâneo, este é certamente um dos títulos a acompanhar.

Também Um Poeta, do realizador colombiano Simón Mesa Soto, surge como uma proposta interessante. A mistura de drama e comédia acompanha personagens marcadas pelos seus sonhos, fracassos e ambições, num registo que tem vindo a conquistar atenção em vários festivais internacionais.

Já Savage House reúne Richard E. Grant e Claire Foy numa combinação de drama e humor que desperta curiosidade, mesmo que os detalhes sobre a narrativa ainda permaneçam relativamente discretos.

Uma Opção Para Toda A Família

A completar a lista de estreias encontramos Mumbo Jumbo, uma animação dinamarquesa que procura oferecer uma alternativa às habituais produções dos grandes estúdios norte-americanos.

Colorido, divertido e claramente direccionado para um público familiar, o filme poderá revelar-se uma agradável surpresa para quem procura uma sessão de cinema mais leve durante o fim-de-semana.

Uma Semana Para Todos Os Gostos

Nem todas as semanas conseguem apresentar uma oferta tão diversificada. Entre a ficção científica de Spielberg, o drama português de João Nuno Pinto, o terror com criaturas gigantes, o cinema europeu de autor e a animação familiar, as salas portuguesas recebem uma selecção capaz de agradar a praticamente qualquer espectador.

A grande questão é simples: vai escolher a conspiração extraterrestre de Spielberg, descobrir uma das produções portuguesas mais ambiciosas do ano ou arriscar um encontro com uma baleia assassina e um hipopótamo furioso?

Seja qual for a escolha, motivos para visitar o cinema não faltam esta semana.

Ari Aster escreveu uma prequela de “Hereditary” — mas diz que nunca parece o momento certo para a fazer

Durante uma sessão de perguntas e respostas na Bleak Week da American Cinematheque, Ari Aster revelou que escreveu uma prequela de Hereditary. “Escrevi uma prequela para este filme”, disse o realizador. “Nunca parece o momento certo. É uma prequela, não uma sequela, por isso não sei para onde isto vai.” 

Hereditary estreou em 2018 com um orçamento de menos de 10 milhões de dólares e fez mais de 90 milhões globalmente, tornando-se na maior estreia de sempre da A24 na altura e num dos filmes de terror mais influentes da última década. A prequela centraria a história em Ellen, a mãe de Annie Graham — a líder do culto pagão que passou gerações a preparar a invocação do rei demónio Paimon, manipulando o genro e os netos como peões de um ritual iniciado décadas antes dos eventos do filme original. 

Aster falou também sobre a sua relação complicada com o sucesso de Hereditary: “De certa forma é muito irritante. Estou a tentar melhorar. Em cada filme que faço sinto-me mais orgulhoso do que no anterior, e no entanto é como retornos decrescentes no que toca à recepção.” O realizador disse que odeia o rótulo “elevated horror” com que habitualmente descrevem o seu trabalho — “É uma caixa em que me puseram, e os fãs de terror ficaram ofendidos. ‘Quem pensas que és?’ Não fui eu que disse.” 

O próximo projecto confirmado de Aster é Scapegoat, com Scarlett Johansson. A prequela de Hereditary fica para já numa gaveta — com argumento escrito, sem estúdio, sem data e sem certeza de que alguma vez chegará ao ecrã. 

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O documentário USA 94: Brazil’s Return to Glory estreou hoje no Netflix. É a história do Brasil campeão do mundo em 1994, no Mundial realizado nos Estados Unidos — o ano de Romário, Bebeto, Aldair e o famoso adeus de Baresi que entrou para a história do futebol antes mesmo do jogo terminar. E chega exactamente quando o Mundial de 2026, também nos Estados Unidos, está a dias de arrancar.

Para o público português, o documentário tem um ângulo específico: aquele Brasil de 94 é o mesmo que eliminou Portugal nas qualificações e que definiu uma geração de futebol lusófono que cresceu ao mesmo tempo que Figo, Rui Costa e Joao Pinto. É também o Mundial onde os Estados Unidos chegaram aos quartos de final pela primeira vez em décadas — e onde o país descobriu que o futebol podia encher estádios de 100 mil pessoas.

Com o Mundial de 2026 a começar nos próximos dias, é o documentário certo na altura certa. Disponível no Netflix a partir de hoje.

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Obsession foi produzido com um orçamento entre 400 mil e 1 milhão de dólares e acumulou 148 milhões de dólares globalmente. É o maior retorno sobre investimento do cinema de 2026 — e a história por detrás do filme é quase tão boa quanto o filme. 

Curry Barker tem 26 anos e vinha do YouTube — onde publicava vídeos de terror de baixo orçamento que acumularam uma audiência considerável. Quando levou Obsession ao Toronto International Film Festival em Setembro de 2025, a Focus Features pagou 14-15 milhões de dólares pelos direitos de distribuição — o maior valor alguma vez pago por um filme de género no TIFF. É o tipo de aposta que só faz sentido quando se viu o filme e se percebeu que o público vai responder. 

A história segue Bear (Michael Johnston), um tímido funcionário de uma loja de música que faz um pedido num brinquedo de magia que promete conceder um desejo — e pede que a sua amiga Nikki (Inde Navarrette) o ame mais do que a qualquer outra pessoa. O desejo funciona. E o que se segue demonstra a diferença entre amor e obsessão com uma violência que o CinemaScore de A- sugere que o público recebeu exactamente como estava planeado. 

Jason Blum, que mencionou Barker na conferência de produtores da semana passada como um dos nomes da nova geração do terror, tinha razão. Obsession está nos cinemas americanos desde 15 de Maio. A data de estreia em Portugal ainda não foi confirmada.

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Dan Lin, o chairman do Netflix Films, disse esta semana que o streamer “aceitou” que não vai trabalhar com realizadores que insistem em estreias teatrais: “Há um grupo de cineastas que ainda querem o cinema. Esses são realizadores com quem aceitámos simplesmente não trabalhar.” 

É a declaração mais honesta — e mais perturbadora — que alguém em posição de poder em Hollywood fez sobre o futuro do cinema em anos. Lin disse-a numa conferência da indústria sem aparente hesitação, como se fosse uma consequência lógica de uma estratégia de negócio. E no contexto estrito do negócio, é exatamente isso. O Netflix quer filmes que estreiem diretamente na plataforma ou com uma janela teatral mínima — e há realizadores que recusam abrir mão da experiência de sala como condição de distribuição.

O problema é o que a frase implica sobre o futuro do cinema como espaço colectivo. Spielberg — que esta semana estreia Disclosure Day nos cinemas e defendeu publicamente a janela de 45 dias — é o símbolo do outro lado do argumento. Quando Lin disse “há realizadores que ainda querem cinema”, estava a incluir nessa categoria Spielberg, Nolan, Villeneuve e todos os outros que consideram a sala de cinema uma condição criativa, não uma opção comercial. 

A Academia criou esta semana um novo prémio para celebrar o cinema em sala. O Netflix respondeu com esta declaração. O debate sobre onde o cinema vive não vai ser resolvido esta semana — mas raramente foi tão explícito.

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