Gaten Matarazzo de “Stranger Things” estreia-se no West End com “Rent” — e Jonathan Larson faria 66 anos este mês

Gaten Matarazzo — Dustin Henderson em Stranger Things — vai fazer a sua estreia nos palcos de Londres num revival de Rent de Jonathan Larson no West End este Outono. É a primeira grande aposta teatral de um actor da geração Stranger Things — e uma escolha que diz muito sobre o que Matarazzo quer fazer a seguir ao fim da série. 

Rent estreou na Broadway em 1996, um ano após a morte súbita de Larson na noite da primeira apresentação para convidados, e tornou-se num dos musicais mais influentes de sempre — uma adaptação da ópera La Bohème de Puccini para o East Village de Nova Iorque dos anos 90, com personagens que vivem com HIV/SIDA, lutam contra a pobreza e tentam fazer arte num mundo que os ignora. Ganhou o Pulitzer e o Tony de Melhor Musical em 1996. O filme de Chris Columbus com o elenco original saiu em 2005. E tick, tick… BOOM! de Lin-Manuel Miranda em 2021 reintroduziu Larson a uma nova geração — incluindo, muito provavelmente, Matarazzo.

O papel que Matarazzo vai interpretar no revival não foi ainda confirmado — o anúncio do Deadline indica a sua participação mas não o personagem específico. O West End tem uma tradição de revivals de Rent desde que o musical estreou em Londres em 1998 no Shaftesbury Theatre, mas esta produção parece ser a mais ambiciosa em anos. Para os fãs de Stranger Things em Portugal — onde a série foi um fenómeno — é exactamente o tipo de notícia de personalidade que vale a pena acompanhar.

James Gray tentou fazer FaceTime a Scarlett Johansson durante a ovação de “Paper Tiger” — ela não atendeu

Os 10 Melhores Filmes de Dwayne Johnson — e onde os ver em Portugal e no Brasil

Russell Crowe é Göring e Rami Malek é o homem que tentou percebê-lo — “Nuremberga” estreia sexta-feira no TVCine

James Gray tentou fazer FaceTime a Scarlett Johansson durante a ovação de “Paper Tiger” — ela não atendeu

James Gray tentou fazer FaceTime a Scarlett Johansson durante os sete minutos de ovação que Paper Tiger recebeu na estreia em Cannes. Ela não atendeu. Johansson tem uma boa desculpa: está em rodagens do Exorcist de Mike Flanagan e não conseguiu ir à Croisette. 

O filme que ela não pôde ver sendo aplaudido é provavelmente o melhor da sua carreira fora do MCU. A TIME chamou-lhe “um thriller à moda antiga no melhor sentido — quietamente operático na sua intensidade”. O Hollywood Reporter disse que é o melhor filme de James Gray. O IndieWire elogiou uma obra “simultaneamente épica e pessoalmente assombrada”. Johansson substituiu Anne Hathaway no papel da mulher de Harvey Pearl, o que lhe permite explorar um sotaque do Tri-State area que já tinha usado na comédia Don Jon de 2013. 

Baseado em Queens nos anos 80, Paper Tiger segue dois irmãos judeus americanos, Gary Pearl (Adam Driver) e Irwin Pearl (Miles Teller), ambiciosos e desesperados, que acabam enredados com a máfia russa. É o Gray mais acessível desde Two Lovers — um realizador que sempre soube construir personagens com a complexidade moral que o thriller americano raramente permite. A Neon adquiriu os direitos norte-americanos e internacionais. Data de estreia em Portugal ainda não confirmada mas esperada para o segundo semestre de 2026. 

Os 10 Melhores Filmes de Dwayne Johnson — e onde os ver em Portugal e no Brasil

Russell Crowe é Göring e Rami Malek é o homem que tentou percebê-lo — “Nuremberga” estreia sexta-feira no TVCine

“The Boys” termina amanhã — o episódio final chega ao Prime Video depois de sessões de cinema hoje

Os 10 Melhores Filmes de Dwayne Johnson — e onde os ver em Portugal e no Brasil

Dwayne Johnson tem uma das carreiras mais consistentes do cinema de entretenimento dos últimos vinte anos. Com The Smashing Machine — o seu trabalho mais aclamado pela crítica, disponível no Max em Portugal e rodar nos canais TVCine — a redefinir o que se espera dele como actor, aqui estão os dez filmes que valem mesmo a pena ver.

10. G.I. Joe: Retaliação (2013) Johnson entrou na franchise como Roadblock para salvar uma segunda parte que ninguém esperava que funcionasse — e funcionou. Acção directa e eficaz, com Johnson a fazer o que faz melhor: presença física e carisma que tapam qualquer buraco no argumento. Prime Video ✅ | Brasil: Prime Video ✅

9. Skyscraper (2018) Ex-agente do FBI com uma perna amputada a escalar o edifício mais alto do mundo em chamas para salvar a família. Mistura Die Hard com Cliffhanger e funciona porque Johnson nunca pisca — leva tudo a sério com uma convicção que o torna irresistível. Portugal: verificar JustWatch | Brasil: verificar JustWatch

8. San Andreas (2015) O maior terramoto da história da Califórnia e Johnson num helicóptero de salvamento a atravessar o estado para salvar a filha. Catástrofe de grande escala com coração — e sequências de destruição que ainda impressionam. Portugal: verificar JustWatch | Brasil: verificar JustWatch

7. Velocidade Furiosa 5 (2011) A entrada de Hobbs na franchise foi um dos momentos mais energéticos da saga. Johnson como o agente federal implacável que persegue Dom Toretto criou uma dinâmica com Vin Diesel que definiu os filmes seguintes — e a cena do confronto físico entre os dois continua a ser uma das mais memoráveis da saga. Portugal: verificar JustWatch | Brasil: verificar JustWatch

6. O Rundown (2003) Peter Berg dirigiu esta comédia de acção na selva com Seann William Scott e Christopher Walken. Arnold Schwarzenegger tem um cameo de passagem de testemunho que diz tudo sobre o que Johnson ia ser. É o Dwayne Johnson mais honesto e mais divertido fora da franchise Velocidade FuriosaPortugal: alugar na Apple TV | Brasil: alugar na O Rundown

5. Jumanji: Bem-Vindo à Selva (2017) Johnson como o avatar do dweeb da escola é um dos seus papéis mais divertidos — e um dos mais inteligentes. 962 milhões de dólares globalmente. A química com Kevin Hart, Jack Black e Karen Gillan fez deste filme um dos maiores êxitos da sua carreira. Portugal: Netflix ✅ | Brasil: HBO Max ✅

4. Velocidade Furiosa: Hobbs & Shaw (2019) Johnson e Jason Statham num dueto de insultos mútuos e acção de escala épica. David Leitch realizou com a mesma energia de Deadpool 2 e Atomic Blonde. A sequência na Samoa, com Johnson a parar helicópteros com correntes humanas, é puro cinema de acção sem vergonha nenhuma.  Prime Video/ SkyShowtime ✅ | Brasil: Prime Video ✅

3. Rampage (2018) Um gorila gigante, um lobo voador e um crocodilo enorme a destruir Chicago — e Johnson como o primatologista que tenta salvar o seu amigo animal. O melhor filme de monstros de Johnson e um dos mais honestos: sabe exactamente o que é e entrega sem hesitar. 

2. Moana (2016) “You’re Welcome” é uma das canções de um filme Disney mais cantadas da última década. Johnson entregou-a com um prazer genuíno que ressoa em todas as versões do mundo. Tecnicamente animação — mas a sua presença vocal é tão central que ignorar o filme seria uma injustiça. Portugal: Disney+ ✅ | Brasil: Disney+ ✅

1. The Smashing Machine (2025) Benny Safdie dirigiu Johnson como Mark Kerr — o campeão de MMA que batalhou contra a dependência de drogas no auge da carreira — num biopic rodado em 16mm com Emily Blunt como a namorada que tentou mantê-lo à tona. Ganhou o Silver Lion em Veneza, valeu a Johnson uma nomeação ao Globo de Ouro e tem 71% no Rotten Tomatoes. É o Dwayne Johnson que ninguém esperava ver — e que muda completamente o que se pode esperar dele a seguir. Portugal: Max ✅ | Brasil: Max ✅ 

Menção honorária: Central Intelligence (2016) Johnson como Bob Stone — o aluno gordo e bullied do liceu que cresceu para se tornar num agente da CIA musculado mas socialmente desajustado — é o seu melhor trabalho de comédia. A dinâmica com Kevin Hart funciona com uma precisão que os seus filmes de acção pura raramente atingem.

E vocês? O que acham desta lista? Deixei-nos os vossos comentários.

Russell Crowe é Göring e Rami Malek é o homem que tentou percebê-lo — “Nuremberga” estreia sexta-feira no TVCine

Hermann Göring foi o segundo homem mais poderoso do Terceiro Reich, o criador da Gestapo, o comandante da Luftwaffe e o único líder nazi com carisma e inteligência suficientes para ameaçar o próprio Hitler. No banco dos réus em Nuremberga, em 1945, mostrou-se também o único acusado capaz de usar o julgamento como palco — respondendo com argúcia às perguntas dos procuradores, manipulando os seus co-arguidos e, segundo os registos históricos, gerindo a sua própria defesa com uma competência que perturbou profundamente os aliados. Nuremberga — que estreia esta sexta-feira, 22 de Maio, às 21h30, em exclusivo no TVCine Top e TVCine+ — é a história do homem encarregado de o avaliar antes do julgamento: o psiquiatra americano Douglas Kelley.

Russell Crowe interpreta Göring com a contenção calculada que a personagem exige — não o monstro berrador do imaginário popular, mas o político astuto que sabia exactamente o efeito que cada palavra produzia. Rami Malek é Kelley, o jovem psiquiatra do exército americano que chega a Nuremberga convicto de que vai encontrar a explicação clínica para a maldade — e que progressivamente percebe que Göring não cabe em nenhuma categoria que a psiquiatria da época conseguia definir. O duelo entre os dois — intelectual, psicológico, moral — é o coração do filme.

James Vanderbilt realiza a partir do seu próprio argumento — o mesmo Vanderbilt que escreveu Zodíaco de David Fincher, talvez o melhor thriller de procedimento policial da última década. A comparação não é acidental: Nurembergatem a mesma estrutura de investigação obsessiva, a mesma atenção ao detalhe histórico e a mesma recusa em simplificar o que é genuinamente complexo. Göring não é reabilitado — mas é compreendido com uma profundidade que torna o filme mais perturbador do que qualquer retrato de maldade directa conseguiria ser.

O filme chegou aos cinemas portugueses em Fevereiro e foi um dos títulos mais discutidos do início do ano — com historiadores e críticos a debater a fidelidade histórica e a pertinência de humanizar, mesmo que parcialmente, uma figura como Göring. Essa discussão não tem resposta fácil. É precisamente isso que o faz valer a pena ver uma segunda vez — ou uma primeira, para quem perdeu a estreia em sala. Sexta-feira, 22 de Maio, às 21h30, TVCine Top e TVCine+.

“The Boys” termina hoje — o episódio final chega ao Prime Video depois de sessões de cinema hoje

“Fjord” de Mungiu recebeu 10 minutos de ovação — e Sebastian Stan falou romeno pela primeira vez no cinema

“Hope” dividiu Cannes em dois — e as críticas são as mais divertidas do ano

“The Boys” termina amanhã — o episódio final chega ao Prime Video depois de sessões de cinema hoje

O fim chegou. Depois de cinco temporadas, oito anos e uma das franjas mais criativas e mais corajosas da televisão de streaming, The Boys termina amanhã — com o episódio final disponível no Prime Video a partir das primeiras horas da manhã de 19 de Maio em Portugal.

Antes disso, hoje é dia de cinema. Os dois últimos episódios de The Boys estão a ser exibidos em sessões de cinema em 4DX em todo o mundo — em Portugal nos cinemas UCI El Corte Inglés em Lisboa e NOS Forum Almada, entre outros. É uma forma de despedida que a Amazon escolheu deliberadamente: uma série que sempre funcionou como evento merece um encerramento à altura.

A quinta temporada foi a mais ambiciosa. A morte de Homelander no episódio seis — depois de anos a ser o vilão mais ameaçador e mais complexo do streaming — foi tratada com uma seriedade que o personagem merecia. O cameo de Samuel L. Jackson como a voz de um tubarão-martelo foi o momento mais divertido. E o penúltimo episódio, onde a ideologia de Homelander encontra o seu espelho no mundo real americano, foi o mais perturbador de toda a série. Eric Kripke prometeu um final “sem precedentes”. Amanhã ficamos a saber se cumpriu.

As cinco temporadas estão disponíveis no Prime Video em Portugal. Para quem ainda não viu e quer tentar uma maratona antes do final — boa sorte.

“Fjord” de Mungiu recebeu 10 minutos de ovação — e Sebastian Stan falou romeno pela primeira vez no cinema

Hope” dividiu Cannes em dois — e as críticas são as mais divertidas do ano

“Outlander” terminou — Jamie e Claire saíram juntos, o final é ambíguo e o showrunner já quer fazer mais

“Fjord” de Mungiu recebeu 10 minutos de ovação — e Sebastian Stan falou romeno pela primeira vez no cinema

Fjord de Cristian Mungiu recebeu 10 minutos de ovação na estreia em Cannes esta noite — com Sebastian Stan e Renate Reinsve em lágrimas no palco. É o maior acolhimento do festival até agora, superando os seis minutos de Hope ontem.

A história é simples na premissa e devastadora na execução: Mihai Gheorghiu (Stan) é um pai romeno devoto, austero e sem sentido de humor que se muda com a família para a aldeia norueguesa natal da mulher (Reinsve). Quando suspeitas de comportamento perturbador em relação aos filhos surgem, o serviço de protecção de menores norueguês intervém — e o que se segue é uma guerra de valores entre a criação conservadora da família e as normas progressistas do estado nórdico.

O Deadline considerou o filme “Palme d’Or-worthy” — um filme que “se recusa a tomar partido e encontra o seu poder em não dar respostas fáceis, apenas questões sobre o que é certo e o que é errado”. O IndieWire e o Variety foram mais cautelosos, apontando que o filme perde força quando transita para o drama de tribunal — mas ambos elogiam as performances dos dois protagonistas.

Stan, nascido na Roménia, falou romeno no filme pela primeira vez na sua carreira cinematográfica — uma escolha de Mungiu que o realizador descreveu como “uma feliz coincidência: ele fala algum romeno e quis usar isso”. É um detalhe que os fãs do actor vão certamente apreciar. A Neon adquiriu os direitos norte-americanos e internacionais — a mesma distribuidora de Hope, de Paper Tiger e de todos os vencedores da Palma de Ouro desde 2019.

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“Hope” dividiu Cannes em dois — e as críticas são as mais divertidas do ano

Hope de Na Hong-jin recebeu seis minutos de ovação no Grande Auditório Lumière — e depois dividiu radicalmente a crítica. É o filme mais polarizador do festival até agora, e as reacções de ambos os lados são suficientemente expressivas para contar uma história própria.

Do lado dos entusiastas: “Electrizante e completamente maluco — como se o RRR estivesse em crack com ficção científica e queimado com combustível de avião”, escreveu um crítico no X. “Acordei a pensar nele. Justificou toda a viagem a Cannes”, escreveu outro. O Hollywood Reporter foi mais medido mas igualmente positivo: “É raro um thriller de acção que acontece quase inteiramente em plena luz do dia. Hope agarra-te imediatamente com a sua cinematografia virtuosa, banda sonora de pulso acelerado e personagens bem definidas.”

Do lado dos céticos: o IndieWire foi directo: “Tem alguns dos piores efeitos visuais deste lado do canal Syfy.” A mesma crítica comparou um momento de Fassbender a “o seu próprio momento Rei dos Escorpiões em 2026 — e em Competição em Cannes, não menos.” Outros apontam para VFX “inacabados” que sugerem que Na Hong-jin acelerou a pós-produção para cumprir o prazo de Cannes — e que isso se nota em determinadas sequências onde a física simplesmente não convence.

O TheWrap chamou-lhe “um glorioso filme de género” e o Screen International descreveu-o como “um massacre pedal ao fundo cheio de ritmo implacável e espectáculo gráfico”. O Rotten Tomatoes está nos 75% com apenas 12 críticas — um número que vai certamente mudar nas próximas horas. A distribuição em Portugal ficará a cargo da MUBI, que adquiriu os direitos para a Península Ibérica.

“Outlander” terminou — Jamie e Claire saíram juntos, o final é ambíguo e o showrunner já quer fazer mais

“Michael” voltou ao número 1 da bilheteira americana — e “Obsession” surpreendeu com 14 milhões no primeiro fim-de-semana

A Bulgária ganhou a Eurovision pela primeira vez — e “Bangaranga” foi a maior surpresa da noite em Viena

“Outlander” terminou — Jamie e Claire saíram juntos, o final é ambíguo e o showrunner já quer fazer mais

Atenção: Este artigo contém spoilers do episódio final de Outlander.

Outlander encerrou oito temporadas e doze anos com um final deliberadamente ambíguo — o showrunner Matthew B. Roberts queria que os espectadores “fizessem o seu próprio final”. A série, baseada nos romances de Diana Gabaldon, acompanhou Jamie e Claire Fraser desde 1945 até aos campos de batalha da Revolução Americana — e o episódio final não fugiu à tradição da série de deixar questões em aberto. 

A Batalha de Kings Mountain termina com os Patriotas vitoriosos e Jamie a sobreviver — contrariando a profecia de Frank Randall que durante anos pesou sobre a série. Mas a vitória é imediatamente seguida de tragédia: Jamie é baleado no coração por um oficial britânico capturado, e Claire, que sente o tiro à distância, corre de volta para ele. O final mostra os dois a abrirem os olhos e a respirarem fundo — uma imagem que Roberts descreveu como aberta a interpretação: “Podes fazer o teu próprio final. O que é que significa para ti?” 

A última cena filmada por Caitríona Balfe e Sam Heughan foi Claire e Jamie na cama a falar sobre abelhas. “Chorei uma montanha de lágrimas depois de gritar ‘Corta'”, disse Balfe. “O Sam ficou muito quieto — a forma dele de lidar com as emoções. A minha foi emocionar toda a gente à minha volta.” 

Roberts confirmou que está a explorar possíveis spin-offs para além de Outlander: Blood of My Blood — a série prequel sobre os pais de Jamie e Claire, cuja segunda temporada chega no Outono de 2026. Um spin-off sobre Lord John Grey com o actor David Berry está “em consideração activa”. Quando questionados sobre um possível regresso, Heughan disse “nunca digam nunca” e Balfe repetiu as mesmas palavras — acrescentando que “os nossos olhos abriram-se, por isso nunca digam nunca”.

Em Portugal, Outlander está disponível em todas as temporadas no Amazon Prime Video.

“Michael” voltou ao número 1 da bilheteira americana — e “Obsession” surpreendeu com 14 milhões no primeiro fim-de-semana
A Bulgária ganhou a Eurovision pela primeira vez — e “Bangaranga” foi a maior surpresa da noite em Viena
“The Boys” termina na próxima semana — os últimos dois episódios vão a cinema antes de chegar ao Prime Video

“Michael” voltou ao número 1 da bilheteira americana — e “Obsession” surpreendeu com 14 milhões no primeiro fim-de-semana

Michael — o biopic de Michael Jackson — voltou ao número 1 da bilheteira americana com 27 milhões de dólares na sua terceira semana de exibição, enquanto Obsession, o novo thriller de terror com Michael Johnston, abriu em segundo lugar com 14 milhões de dólares e uma nota CinemaScore de A-. O Diabo Veste Prada 2 caiu para terceiro lugar na sua terceira semana. 

Que Michael regresse ao número 1 na terceira semana é um feito que raramente acontece — significa que há espectadores a ver o filme pela segunda vez e que o word-of-mouth está a funcionar de forma consistente. O biopic de Antoine Fuqua sobre Jackson, com Jaafar Jackson no papel do pai, tem gerado debate intenso desde a estreia — sobre a representação dos abusos, sobre a separação entre artista e obra, sobre o legado de uma das figuras mais complexas da história da música popular — e esse debate, paradoxalmente, continua a levar pessoas às salas.

Obsession, por sua vez, confirma a tendência do verão americano de 2026: o terror está a funcionar. Com um orçamento modesto e uma nota CinemaScore de A- — o que significa que o público que foi vê-lo gostou genuinamente — é exactamente o tipo de surpresa que o mercado de Maio raramente produz. O título ainda não tem data de estreia confirmada em Portugal.

O total acumulado da bilheteira americana em 2026 continua a correr bem acima do mesmo período do ano passado, com MichaelO Diabo Veste Prada 2The Mandalorian and Grogu e Obsession a prometem um verão sólido para o cinema em sala.

A Bulgária ganhou a Eurovision pela primeira vez — e “Bangaranga” foi a maior surpresa da noite em Viena
“The Boys” termina na próxima semana — os últimos dois episódios vão a cinema antes de chegar ao Prime Video
John Travolta recebeu uma Palma de Ouro surpresa em Cannes — e disse que “é mais do que um Óscar”

A Bulgária ganhou a Eurovision pela primeira vez — e “Bangaranga” foi a maior surpresa da noite em Viena

A 70.ª edição da Eurovisão, realizada ontem em Viena, coroou a Bulgária vencedora pela primeira vez na história do país. Dara e a sua “Bangaranga” acumularam 516 pontos — vencendo tanto o júri profissional como o voto do público em simultâneo, uma façanha que não acontecia desde 2017. Israel ficou em segundo lugar com “Michelle” de Noam Bettan. Portugal não se qualificou para a final. 

A vitória de Dara foi uma surpresa. A Bulgária não estava entre os favoritos quando as luzes se acenderam na Wiener Stadthalle na noite de sábado. “Bangaranga” chegou à semana do festival como um dark horse — mas a actuação ao vivo, com uma coreografia intensa e um refrão de “Welcome to the riot!” que não saía da cabeça de ninguém, captou progressivamente o entusiasmo da sala e dos telespectadores. Quando o resultado foi anunciado, Dara colapsou no chão do palco antes de aceitar o Crystal Microphone — o troféu de vidro do concurso — das mãos de JJ, o vencedor austríaco de 2025. 

A edição deste ano foi marcada pela polémica em torno da participação de Israel. Irlanda, Eslovénia, Espanha, Países Baixos e Islândia retiraram-se entre Setembro e Dezembro de 2025 em protesto contra a decisão da União Europeia de Radiodifusão de permitir a participação israelita durante a guerra em Gaza. Israel acabou em segundo lugar — o mesmo resultado do ano anterior. A Bulgária organizará a próxima edição da Eurovisão, em 2027 — a primeira vez que o país acolhe o concurso.

A canção foi co-escrita pela própria Dara com Anne Judith Wik, Cristian Tarcea e o grego Dimitris Kontopoulos — o mesmo produtor por detrás de vários hits do concurso ao longo dos anos. Para um país que esteve ausente da Eurovisão durante três anos antes de 2026, e que regressou precisamente para ganhar, é um final de história que os guionistas do concurso dificilmente teriam ousado escrever.

“The Boys” termina na próxima semana — os últimos dois episódios vão a cinema antes de chegar ao Prime Video
Farhadi recebeu sete minutos de ovação em Cannes — com Catherine Deneuve e Isabelle Huppert em palco
“Hope” estreia amanhã em Cannes — e pode ser apenas a Parte 1 de dois filmes

“The Boys” termina na próxima semana — os últimos dois episódios vão a cinema antes de chegar ao Prime Video

Os dois episódios finais de The Boys estreiam em sessões de cinema em 4DX a 19 de Maio, antes de chegarem ao Prime Video a 20 de Maio. É o fim de uma das séries mais influentes e mais corajosas da televisão de streaming — e os criadores decidiram que merecia um momento cinematográfico antes de chegar ao sofá. 

A quinta temporada de The Boys — a última, confirmada pelos criadores desde o início — tem sido a mais ambiciosa da série. Eric Kripke prometeu um final “sem precedentes” e as últimas semanas provaram que não estava a exagerar: a morte de Homelander no episódio seis, a aparição de Samuel L. Jackson como a voz de um tubarão-martelo, a destruição do edifício da Vought numa sequência de acção que custou mais do que alguns filmes de médio orçamento. Faltam dois episódios para o fim.

Para os fãs portugueses, a questão prática é onde ver a estreia em 4DX — os cinemas com essa tecnologia em Portugal incluem o UCI El Corte Inglés em Lisboa e o NOS Forum Almada. O Prime Video traz os episódios na manhã de 20 de Maio para Portugal. A série está disponível na íntegra no Prime Video, e a maratona das cinco temporadas antes do final é uma das melhores formas de passar uma semana.

Farhadi recebeu sete minutos de ovação em Cannes — com Catherine Deneuve e Isabelle Huppert em palco

Parallel Tales de Asghar Farhadi recebeu sete minutos de ovação na estreia em Cannes — um dos mais longos da história recente do festival, e uma validação tão eloquente quanto qualquer prémio para um realizador que chegou à Croisette carregando o peso de ser iraniano num mundo que o seu governo quer que não exista.

Farhadi — o realizador de A Separação (Óscar de Melhor Filme Internacional, 2012), O Vendedor (Óscar de Melhor Filme Internacional, 2017) e de alguns dos thrillers morais mais precisos do cinema contemporâneo — está em Cannes apesar de tudo. Apesar das restrições do regime iraniano. Apesar de anteriores conflitos com o estado sobre os seus filmes. Apesar de um sistema que preferia que ele ficasse em casa. Que o festival lhe dê sete minutos de pé é também um gesto político — sem discurso, sem comunicado, apenas palmas.

Parallel Tales tem no elenco Catherine Deneuve e Isabelle Huppert — duas das maiores actrizes da história do cinema francês, juntas pela primeira vez num mesmo projecto. Isabelle Huppert foi vista na estreia visivelmente emocionada após a ovação. A distribuição norte-americana ainda não foi confirmada, mas a presença em Competição com este elenco torna Parallel Tales numa das candidatas mais sólidas ao prémio de Melhor Actriz — embora a pergunta sobre qual das duas seria nomeada seja, em si mesma, um problema agradável para o júri. 

“Hope” estreia amanhã em Cannes — e pode ser apenas a Parte 1 de dois filmes
Letterman e Colbert deitaram mobília do telhado da CBS — e foi a despedida mais divertida da história da televisão americana
Sam Raimi vai realizar “Magic” — o regresso ao terror psicológico que os fãs estavam à espera

“Hope” estreia amanhã em Cannes — e pode ser apenas a Parte 1 de dois filmes

Hope de Na Hong-jin estreia amanhã, 17 de Maio, no Grande Auditório Lumière, com 2 horas e 40 minutos de duração. É o filme mais aguardado da Competição Oficial do 79.º Festival de Cannes — e há um detalhe que ninguém da produção confirmou mas que todos na indústria estão a discutir: uma fonte disse ao World of Reel que Na Hong-jin rodou material suficiente para um corte de 4 horas e meia, o que levanta a possibilidade de Hope ser apenas a Parte 1 de uma saga. 

A história passa-se em Hope Harbor, uma aldeia remota perto da Zona Desmilitarizada coreana. O chefe de polícia Bum-seok é alertado para o avistamento de um tigre. À medida que investiga, percebe que o que ameaça a comunidade é algo muito mais perturbador do que um animal selvagem. A música é de Michael Abels — o compositor de Get OutUs e Nope de Jordan Peele — uma escolha que diz muito sobre o tom do filme: terror que trabalha debaixo da superfície, ansiedade que se instala antes de qualquer imagem explícita. 

O elenco inclui Hwang Jung-min, Zo In-sung, Jung Ho-yeon, Taylor Russell, Cameron Britton, Alicia Vikander e Michael Fassbender — casados na vida real. É o filme coreano mais esperado de Cannes desde Decision to Leave de Park Chan-wook em 2022 — e o presidente do júri desta edição é precisamente Park Chan-wook, o que torna o encontro entre os dois realizadores ainda mais carregado de significado. A Palma de Ouro será entregue a 23 de Maio. 

Letterman e Colbert deitaram mobília do telhado da CBS — e foi a despedida mais divertida da história da televisão americana
Sam Raimi vai realizar “Magic” — o regresso ao terror psicológico que os fãs estavam à espera
Pete Davidson e Elsie Hewitt separaram-se cinco meses depois de terem uma filha — e a semana já estava complicada
“Elle” chega a 1 de Julho ao Prime Video — o prequel de “Legalmente Loira” tem teaser e já tem segunda temporada garantida

Letterman e Colbert deitaram mobília do telhado da CBS — e foi a despedida mais divertida da história da televisão americana

Uma semana antes do episódio final do Late Show — marcado para 21 de Maio — David Letterman subiu ao telhado do Ed Sullivan Theater com Stephen Colbert e deitou abaixo cadeiras de estúdio, melancias e um bolo com a inscrição “The Late Show 1993-2026” sobre o logótipo da CBS desenhado no chão da rua. É exactamente o tipo de bit que só Letterman podia fazer — e que só fazia sentido neste momento. 

“Pensei que esta ocasião podia ser um pouco triste, ser o fim do teu programa aqui. Mas isto enche-me de verdadeira alegria. Estamos aqui para a destruição gratuita de propriedade da CBS!”, disse Letterman antes de começar a atirar mobília. A referência era directa: atirar coisas do telhado era um dos bits mais famosos do antigo Late Show de Letterman. Colbert havia sido informado no início do programa que não podia fazer o mesmo. Esperou onze anos. 

O contexto importa para perceber a intensidade do momento. O Late Show foi cancelado pela CBS em circunstâncias que muitos na indústria associaram à mudança de controlo da rede para a família Ellison — próxima de Trump — com o presidente americano a celebrar publicamente o fim do programa. Letterman tinha chamado anteriormente aos executivos da CBS “mentirosos e cobardes”. Atirar a mobília deles do telhado foi, portanto, mais do que um bit — foi uma declaração.

Letterman despediu-se com: “Nas palavras do grande Ed Murrow, boa noite e boa sorte, motherf*ckers!” O episódio final do Late Show with Stephen Colbert é a 21 de Maio. Entre os convidados da semana final contam-se Jon Stewart, Steven Spielberg e Bruce Springsteen. 

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Sam Raimi vai realizar “Magic” — o regresso ao terror psicológico que os fãs estavam à espera

Sam Raimi vai realizar “Magic” — o regresso ao terror psicológico que os fãs estavam à espera

Sam Raimi foi confirmado pela Lionsgate para realizar Magic, uma adaptação moderna do romance de William Goldman que em 1978 deu origem ao filme realizado por Richard Attenborough e protagonizado por Anthony Hopkins como um ventriloquista cujo fantoche maligno vai tomando controlo da sua mente.

É a combinação mais natural do ano no cinema de género. Raimi — o criador de Evil Dead, realizador de A Teia de Aranha e de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura — tem uma carreira construída sobre o terror psicológico com humor negro e uma energia visual inconfundível. O seu último filme, Send Help, com Rachel McAdams e Dylan O’Brien, marcou o seu regresso ao horror com as melhores críticas em mais de quinze anos e perto de 100 milhões de dólares globalmente. Magic é a continuação natural desse regresso. 

O argumento é de Mark Swift e Damian Shannon — os mesmos de Send Help e de Freddy vs. Jason e do remake de Sexta-Feira 13 — numa reunião da equipa que claramente funciona. A história segue um comediante falhado que usa um fantoche de ventriloquismo no seu número e de repente atinge a fama — mas as pressões do sucesso fraccionam o seu estado mental, com o fantoche “Fats” a tomar progressivamente controlo do seu comportamento. A performance de Hopkins no original presagiava o seu Óscar por O Silêncio dos Inocentes anos mais tarde — a intensidade fria, o sorriso que não chega aos olhos, a sensação de que algo está fundamentalmente errado por baixo da superfície encantadora. 

Os argumentistas reagiram no Bluesky ao anúncio: “Vai ser insano.” Acreditamos neles. Elenco e data de estreia ainda não confirmados. 

Pete Davidson e Elsie Hewitt separaram-se cinco meses depois de terem uma filha — e a semana já estava complicada

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Samuel L. Jackson apareceu em “The Boys” como a voz de um tubarão-martelo — e Eric Kripke diz que foi “um item da lista de desejos”

Sebastian Stan é Harvey Dent e Scarlett Johansson entra em Gotham — “The Batman: Part II” confirmou o elenco

Pete Davidson e Elsie Hewitt separaram-se cinco meses depois de terem uma filha — e a semana já estava complicada

Pete Davidson e a modelo Elsie Hewitt separaram-se após meses de tentativas de resolver problemas na relação que se seguiram ao nascimento da filha, Scottie Rose, em Dezembro de 2025. A confirmação chegou hoje através do TMZ e do People — e com ela o fim de uma relação que se moveu a uma velocidade que surpreendeu toda a gente que a seguiu. 

Davidson, 32, e Hewitt, 30, tornaram a relação pública em Março de 2025, anunciaram a gravidez em Julho e foram pais em Dezembro. Nove meses do início ao nascimento da filha — um ritmo que os meios de comunicação americanos descreveram como “hiper-acelerado” e que, segundo fontes próximas do casal citadas pelo People, criou pressões consideráveis numa relação ainda muito recente. “Querem que um e outro sejam felizes. Há problemas, mas estão a tentar resolver as coisas juntos”, disse uma fonte ao People. Apesar da separação, as fontes garantem que Davidson e Hewitt estão focados na co-parentalidade de Scottie Rose.

A notícia chega numa semana que já estava a ser turbulenta para Davidson. No domingo, participou no Roast de Kevin Hart na Netflix — um especial que já está disponível na plataforma — e o seu set gerou polémica considerável. Davidson fez uma piada sobre Charlie Kirk, o activista conservador americano assassinado em Setembro de 2025, que foi recebida com silêncio na sala e com reacções acesas nas redes sociais. Segundo fontes citadas pelo Hollywood Reporter, Davidson tinha sido avisado antes do espectáculo de que a piada podia ser problemática — e avançou na mesma. 

É o Pete Davidson de sempre — capaz de fazer rir e de se meter em sarilhos com a mesma facilidade, muitas vezes na mesma semana. A diferença agora é que tem uma filha de cinco meses. Isso muda o cálculo de tudo.

“Elle” chega a 1 de Julho ao Prime Video — o prequel de “Legalmente Loira” tem teaser e já tem segunda temporada garantida

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Em 2001, Reese Witherspoon entrou em Harvard com um fato cor-de-rosa e um chihuahua na mala e mudou para sempre o que se entendia por comédia de formação feminina. Vinte e cinco anos depois, o Prime Video vai mostrar quem era Elle Woods antes de tudo isso. Elle — o prequel da série — estreia a 1 de Julho com dez episódios, já renovado para uma segunda temporada antes de a primeira chegar ao ecrã.

A série passa-se em 1995 e segue Elle Woods (Lexi Minetree) no liceu em Bel-Air, antes de a família se mudar para Seattle quando o pai perde o emprego. É um universo conhecido — amizades complicadas, romance proibido e escolhas de moda questionáveis — mas numa versão mais jovem e mais vulnerável da personagem que toda a gente conhece. Minetree foi escolhida entre centenas de candidatas numa procura que Witherspoon — produtora executiva da série — disse ter sido inspirada por Wednesday da Netflix: “Vi aquela série e pensei: devíamos fazer Elle Woods no liceu, porque queria perceber quem ela era antes da faculdade.” 

O elenco inclui June Diane Raphael como a mãe de Elle e Tom Everett Scott como o pai. Num dos seus últimos papéis antes de falecer, James Van Der Beek — Dawson de Dawson’s Creek — interpreta o director da escola. É um detalhe que vai certamente emocionar quem cresceu com ambas as séries nos anos 90 e 2000. 

A segunda temporada já está em rodagens em Vancouver — o que significa que o Prime Video apostou na série muito antes de saber como o público vai reagir. Em Portugal, Elle estará disponível a 1 de Julho no Prime Video.

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ATENÇÃO: Este artigo contém spoilers do episódio 7 da quinta temporada de The Boys.

Com dois episódios para o fim da série — a estreia do episódio final está marcada para 19 de Maio em sessões de cinema em 4DX, antes de chegar ao Prime Video a 20 de Maio — Eric Kripke conseguiu encaixar no penúltimo episódio um cameo que fez toda a gente fazer pausa e recuar. A voz inconfundível pertencia a Samuel L. Jackson. A personagem era Xander — um tubarão-martelo.

Jackson empresta a voz a Xander, o animal marinho que transportou The Deep (Chace Crawford) numa perseguição a A-Train no início da temporada. No episódio 7, Xander regressa — furioso. Uma explosão de pipeline destruiu grande parte da vida marinha do oceano, e Xander não está com paciência para The Deep. É a continuação natural da tradição da série de escalar celebridades para vozes de animais marinhos: Tilda Swinton foi a voz de Ambrosius, o polvo com quem The Deep se apaixonou na quarta temporada.

“Queríamos uma voz muito distinta — e quem tem uma voz mais distinta em Hollywood do que Sam Jackson? Fomos directamente ao agente dele. Era a nossa primeira escolha, e perguntámos: ‘Ele quer fazer isto?’ Jackson gosta da série e aceitou de imediato. Isso é um item da lista de desejos — ouvir Sam Jackson a ler os teus diálogos”, disse Kripke ao Polygon. Jackson gravou as suas falas durante uma manhã livre em Nova Iorque, com Kripke a dirigir remotamente de Los Angeles. A quinta temporada de The Boys está disponível no Prime Video em Portugal.

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Matt Reeves não fez nenhum comunicado de imprensa. Publicou GIFs no X. Para anunciar Scarlett Johansson, usou uma imagem dela em Under the Skin com a legenda “Next exit, Gotham… Welcome.” Para Sebastian Stan, um GIF do actor com a legenda “In a Gotham state of mind… Welcome.” É a forma mais 2026 possível de confirmar o elenco de um dos filmes mais aguardados de 2027 — e funcionou exactamente como estava planeado. 

Stan está confirmado no papel de Harvey Dent, o procurador de Gotham que se tornará em Duas Caras. Johansson interpreta Gilda Dent, a mulher de Harvey — um papel central na história de Batman: The Long Halloween de Jeph Loeb, que parece inspirar este segundo filme. Charles Dance foi confirmado como Charles Dent, o pai de Harvey; Brian Tyree Henry e Sebastian Koch juntam-se também ao elenco. Os actores confirmados anteriormente — Robert Pattinson como Bruce Wayne, Colin Farrell como o Pinguim, Jeffrey Wright como o Comissário Gordon e Andy Serkis como Alfred — regressam. 

A migração de actores Marvel para DC continua a ser um dos temas mais comentados da indústria. Stan e Johansson co-protagonizaram os filmes dos Vingadores durante uma década — e agora aparecem juntos em Gotham. Reeves disse que o segundo filme se focará mais em Bruce Wayne do que em Batman, “porque o primeiro está tão focado no Batman”. A estreia está marcada para 1 de Outubro de 2027 nos cinemas portugueses. 

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John Travolta pilotou o seu próprio avião até Cannes — a única forma de chegar que fazia sentido para um homem com mais de 9.000 horas de voo no currículo e um filme sobre aviação para estrear. O que não esperava era o que o esperava antes da sessão. 

Thierry Frémaux, o director artístico do festival, apresentou a Travolta uma Palma de Ouro honorária surpresa momentos antes da estreia mundial de Propeller One-Way Night Coach, o seu filme de estreia como realizador. Travolta agarrou o peito visivelmente emocionado. “Surprise complétement!”, exclamou em francês entre lágrimas. “Não acredito. Era a última coisa que esperava.” 

“Quando me disseste que esta seria a noite especial, não sabia que significaria isto. Este momento é de uma humildade enorme”, disse a Frémaux. “Isto está para além do Óscar.” A afirmação — vinda de um actor com duas nomeações ao Óscar, o autor de Danny Zuko, Tony Manero e Vincent Vega — diz tudo sobre o peso que Cannes tem para os cineastas que o frequentam há décadas. 

Propeller One-Way Night Coach, baseado no livro homónimo que Travolta escreveu em 1997 como prenda de Natal para a família, foi o primeiro filme escolhido para a 79.ª edição do festival — selecionado por Frémaux em Novembro passado antes de qualquer outro título. A história passa-se em 1962 e segue um jovem entusiasta da aviação e a sua mãe numa viagem de avião cross-country de Washington para Los Angeles. A filha de Travolta, Ella Bleu, está no elenco como uma hospedeira de bordo. Pai e filha percorreram o tapete vermelho juntos, de preto coordenado. 

O filme estreia a 29 de Maio no Apple TV+.

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