Sam Raimi foi confirmado pela Lionsgate para realizar Magic, uma adaptação moderna do romance de William Goldman que em 1978 deu origem ao filme realizado por Richard Attenborough e protagonizado por Anthony Hopkins como um ventriloquista cujo fantoche maligno vai tomando controlo da sua mente.
É a combinação mais natural do ano no cinema de género. Raimi — o criador de Evil Dead, realizador de A Teia de Aranha e de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura — tem uma carreira construída sobre o terror psicológico com humor negro e uma energia visual inconfundível. O seu último filme, Send Help, com Rachel McAdams e Dylan O’Brien, marcou o seu regresso ao horror com as melhores críticas em mais de quinze anos e perto de 100 milhões de dólares globalmente. Magic é a continuação natural desse regresso.
O argumento é de Mark Swift e Damian Shannon — os mesmos de Send Help e de Freddy vs. Jason e do remake de Sexta-Feira 13 — numa reunião da equipa que claramente funciona. A história segue um comediante falhado que usa um fantoche de ventriloquismo no seu número e de repente atinge a fama — mas as pressões do sucesso fraccionam o seu estado mental, com o fantoche “Fats” a tomar progressivamente controlo do seu comportamento. A performance de Hopkins no original presagiava o seu Óscar por O Silêncio dos Inocentes anos mais tarde — a intensidade fria, o sorriso que não chega aos olhos, a sensação de que algo está fundamentalmente errado por baixo da superfície encantadora.
Os argumentistas reagiram no Bluesky ao anúncio: “Vai ser insano.” Acreditamos neles. Elenco e data de estreia ainda não confirmados.
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