James Gray tentou fazer FaceTime a Scarlett Johansson durante os sete minutos de ovação que Paper Tiger recebeu na estreia em Cannes. Ela não atendeu. Johansson tem uma boa desculpa: está em rodagens do Exorcist de Mike Flanagan e não conseguiu ir à Croisette.

O filme que ela não pôde ver sendo aplaudido é provavelmente o melhor da sua carreira fora do MCU. A TIME chamou-lhe “um thriller à moda antiga no melhor sentido — quietamente operático na sua intensidade”. O Hollywood Reporter disse que é o melhor filme de James Gray. O IndieWire elogiou uma obra “simultaneamente épica e pessoalmente assombrada”. Johansson substituiu Anne Hathaway no papel da mulher de Harvey Pearl, o que lhe permite explorar um sotaque do Tri-State area que já tinha usado na comédia Don Jon de 2013.
Baseado em Queens nos anos 80, Paper Tiger segue dois irmãos judeus americanos, Gary Pearl (Adam Driver) e Irwin Pearl (Miles Teller), ambiciosos e desesperados, que acabam enredados com a máfia russa. É o Gray mais acessível desde Two Lovers — um realizador que sempre soube construir personagens com a complexidade moral que o thriller americano raramente permite. A Neon adquiriu os direitos norte-americanos e internacionais. Data de estreia em Portugal ainda não confirmada mas esperada para o segundo semestre de 2026.
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