“The Rookie” regressa na terça-feira com Nathan Fillion em Praga — e a oitava temporada é a mais ambiciosa de sempre

Nathan Fillion tem uma carreira construída sobre personagens que não deveriam funcionar e funcionam sempre. Mal Reynolds em Firefly, Rick Castle em Castle, e agora John Nolan — o recruta mais velho do departamento de polícia de Los Angeles, um homem que decidiu mudar de vida na meia-idade e entrar para a polícia. The Rookie estreou em 2018 e está agora na oitava temporada, mais longa e mais ambiciosa do que todas as anteriores. Estreia terça-feira, 2 de Junho, às 22h10, no TVCine Emotion e TVCine+.

A novidade desta temporada é a escala. Nolan e a equipa do LAPD juntam forças com o FBI e a Interpol para desmantelar uma rede de terroristas — uma operação que os leva a Praga num arranque que a produção descreve como “cinematográfico”. É a primeira vez que a série sai consistentemente dos Estados Unidos, numa aposta que eleva o nível de risco narrativo e visual mas que mantém o que sempre funcionou: o equilíbrio entre acção de grande escala, drama pessoal e o humor subtil que Fillion domina como poucos actores da sua geração.

A misteriosa Monica Stevens — uma das personagens mais ambíguas das temporadas anteriores — regressa num papel inesperado na operação internacional, num arco onde confiança e suspeita caminham lado a lado. Ao longo dos 18 episódios, a narrativa alterna entre as missões de grande escala e os desafios quotidianos do LAPD, mantendo o fio das relações pessoais que tornam a série mais do que um procedural de acção.

O elenco principal regressa na íntegra — Eric Winter, Melissa O’Neil, Alyssa Diaz e Mekia Cox ao lado de Fillion. Novos episódios todas as semanas no TVCine Emotion e TVCine+, a partir de terça-feira, 2 de Junho.

John Candy morreu há 32 anos — e os filhos fizeram um documentário para contar quem ele era de verdade

Brad Pitt não vai casar — e está feliz assim

Andrew Garfield mudou de ideias sobre ser pai — e Monica Barbaro tem algo a ver com isso

Brad Pitt não vai casar — e está feliz assim

Os rumores de casamento entre Brad Pitt e Ines de Ramon circularam em Maio com uma insistência suficiente para justificar uma resposta. O Daily Mail obteve essa resposta: Pitt não planeia casar nem ter mais filhos. “Tem uma óptima parceira que aprecia, mas não há pressa nessa direcção”, disse uma fonte ao Daily Mail. 

O casal, que namora desde 2022 e vive junto em Los Angeles, está “muito comprometido” e a “correr muito bem”, segundo o Us Weekly. “Ines não tem interesse em estar nos holofotes, e foi isso que Brad admirou nela quando se conheceram”, disse uma fonte à publicação. Os dois “mantêm um perfil baixo propositadamente” e tentam “ser o mais normais possível quando não estão a trabalhar”.

É uma posição que faz sentido para um homem que casou duas vezes — com Jennifer Aniston de 2000 a 2005 e com Angelina Jolie de 2014 a 2019 — e que passou os últimos anos a fazer “um trabalho pessoal significativo” depois do divórcio de Jolie, que só foi finalizado em Dezembro de 2024. Pitt tem 62 anos, seis filhos com Jolie e uma relação que, segundo todas as fontes, o tornou genuinamente feliz. Como disse outra fonte ao Us Weekly: “Não há planos de casamento de momento. Estão muito felizes nesta fase da relação e não têm pressa de fazer nada.” 

Ines de Ramon tem 33 anos, é designer de jóias e foi casada com o actor Paul Wesley até 2024. Evita os holofotes com uma consistência que, em Hollywood, é quase uma forma de arte. Fotografada ao lado de Pitt em eventos, raramente dá entrevistas ou fala sobre a relação. É exactamente o tipo de parceira que Pitt disse querer — e ao que tudo indica, encontrou

Andrew Garfield mudou de ideias sobre ser pai — e Monica Barbaro tem algo a ver com isso

Kris Jenner pediu uma ordem de restrição contra um stalker — e a família Kardashian diz que vive com medo há anos

Rosie O’Donnell fez um lifting em Janeiro — e o melhor resultado foi que ninguém deu por isso

Andrew Garfield mudou de ideias sobre ser pai — e Monica Barbaro tem algo a ver com isso

Em Outubro de 2024, Andrew Garfield disse à Esquire que não tinha a certeza de querer ser pai. “Já sou um homem cansado. Não quero ser um pai cansado.” Era uma posição clara, pensada e dita com a franqueza que caracteriza o actor nas entrevistas — um homem que raramente diz o que se espera dele.

Passaram oito meses. A posição mudou.

Garfield está a namorar com Monica Barbaro desde o início de 2025 — a actriz nomeada ao Óscar pelo papel de Joan Baez em A Complete Unknown que conheceu provavelmente nos círculos de Hollywood que frequentam. O People confirmou o romance em Fevereiro daquando do Vanity Fair Oscar Party. Desde então foram vistos juntos em Nova Iorque, no ténis em Wimbledon e no Japão. Garfield, que sempre manteve a vida pessoal hermeticamente fechada — “nunca confirmei nem desconfirmei nada sobre a minha vida pessoal, com ninguém, jamais” — parece mais relaxado nesta relação do que em qualquer outra desde Emma Stone.

Segundo uma fonte citada pelo Globe, Garfield “reverteu a sua posição sobre ter filhos desde que se apaixonou por Monica Barbaro”. A mesma fonte acrescenta que “ele não esconde o que sente por Monica. Está perdidamente apaixonado e quer que ela tenha os seus filhos.” Monica Barbaro é descrita como “muito mais calma” do que Garfield nesta dinâmica — o que, conhecendo o historial do actor de gestos grandiosos quando se apaixona, é uma combinação que promete. 

Nenhum dos dois confirmou nada oficialmente. É Andrew Garfield — nunca confirmam nada. Mas algo mudou claramente desde aquela entrevista à Esquire.

Tom Holland queria chamar o novo “Homem-Aranha” de “Spider-Puberty” — e a Marvel disse imediatamente que não

Kane Parsons tem 20 anos, realizou “Backrooms” para a A24 — e Jason Blum compara o momento ao terror dos anos 70

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John Candy morreu há 32 anos — e os filhos fizeram um documentário para contar quem ele era de verdade

John Candy morreu em Março de 1994, aos 43 anos, de ataque cardíaco durante as filmagens de Wagons East no México. Tinha feito Uma Toupeira no NatalFérias AcidentadasCool RunningsUncle Buck e dezenas de outros filmes que definiram o cinema de comédia dos anos 80 e início dos 90. Era também, segundo toda a gente que trabalhou com ele, o homem mais generoso e mais assustadoramente inseguro de Hollywood — uma combinação que o tornou num actor extraordinário e que o destruiu lentamente.

John Candy: I Like Me — disponível no Prime Video — é realizado pelos filhos Jennifer Candy-Sullivan e Chris Candy, que tinham 18 e 16 anos quando o pai morreu. É uma homenagem pessoal que usa arquivo familiar, entrevistas com colaboradores e amigos e material nunca visto para retratar o homem por detrás das personagens. Steve Martin, Dan Aykroyd, Martin Short e Eugene Levy estão entre os entrevistados.

O título vem de algo que Candy disse numa entrevista perto do fim da vida, quando lhe perguntaram o que mais gostava em si próprio: “I like me.” É uma frase simples que, conhecendo a história de um homem que passou décadas a lutar contra a insegurança, o excesso de peso e a pressão de ser sempre o mais engraçado da sala, tem um peso que vai muito além do que as palavras sugerem. Em Portugal, está disponível no Prime Video.

Martin Scorsese abriu-se sobre a vida num documentário da Apple TV+ — e foi Daniel Day-Lewis quem convenceu

“The Crash” é o documentário mais visto do Netflix — e a história de Mackenzie Shirilla ainda não terminou

“Perdidos em Alto-Mar” estreia a 3 de Junho — Zachary Levi e Josh Duhamel numa história real de sobrevivência

Martin Scorsese abriu-se sobre a vida num documentário da Apple TV+ — e foi Daniel Day-Lewis quem convenceu

Martin Scorsese nunca tinha feito um documentário sobre si próprio. A mulher do seu melhor amigo decidiu que era hora.

Rebecca Miller — realizadora de The Private Lives of Pippa Lee e filha de Arthur Miller — conhece Scorsese através do marido, Daniel Day-Lewis, um dos actores mais importantes da sua carreira. Quando Miller decidiu fazer Mr. Scorsese, um documentário de cinco partes para a Apple TV+, foi precisamente essa amizade que abriu a porta. “A pandemia deu-lhe tempo para reflectir”, disse Miller ao Deadline. “Há coisas que ele nunca tinha dito em voz alta.”

Mr. Scorsese está disponível no Apple TV+ e percorre a vida e a obra do realizador de Taxi DriverTouro EnraivecidoOs Bons TiposGangues de Nova Iorque e O Lobo de Wall Street com um acesso que nenhuma entrevista anterior tinha conseguido — sobre a fé católica que nunca abandonou, os anos de dependência de drogas nos anos 70, a relação com os actores que definiram a sua carreira e o medo de que o cinema que ele conhece esteja a desaparecer. É o tipo de documentário que só existe quando o sujeito confia completamente em quem está por detrás da câmara. Miller ganhou essa confiança há décadas.

Kane Parsons tem 20 anos, realizou “Backrooms” para a A24 — e Jason Blum compara o momento ao terror dos anos 70

Marcia Lucas morreu — a mulher que salvou “Star Wars” e nunca recebeu o crédito que merecia

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Kris Jenner pediu uma ordem de restrição contra um stalker — e a família Kardashian diz que vive com medo há anos

Kris Jenner e a família dizem que vivem com medo de um homem que alega ter passado anos a tentar aproximar-se delas. Segundo documentos judiciais obtidos pelo TMZ, Kris apresentou um pedido de ordem de restrição temporária contra Kyle Robert DeWick, um homem do Colorado que descreve como um “stalker” sem “qualquer relação” com ela ou com a família. Um juiz concedeu a ordem temporária. 

É a realidade menos glamorosa de ser uma das famílias mais reconhecidas do mundo. Os Kardashian-Jenner construíram uma indústria sobre a visibilidade — dois programas de televisão, dezenas de marcas, centenas de milhões de seguidores nas redes sociais — e o preço dessa visibilidade inclui uma categoria específica de atenção que nunca foi pedida. Kim Kardashian foi assaltada ao ponto de pistola em Paris em 2016 numa operação que os investigadores descreveram como meticulosamente planeada com base em informação publicada nas redes sociais. A família reforçou a segurança mas nunca reduziu a presença pública.

Kris Jenner tem 70 anos e é a arquitecta de um dos impérios mediáticos mais bem-sucedidos da história recente da televisão americana. Que em 2026 ainda precise de recorrer aos tribunais para se proteger de estranhos que decidem que a conhecem é um lembrete de que a fama tem custos que raramente aparecem nos programas de televisão.

Kane Parsons tem 20 anos, realizou “Backrooms” para a A24 — e Jason Blum compara o momento ao terror dos anos 70
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Kane Parsons tem 20 anos, realizou “Backrooms” para a A24 — e Jason Blum compara o momento ao terror dos anos 70

Há uma nova geração de realizadores de terror a tomar conta de Hollywood — e Jason Blum, o produtor por detrás de InsidiousGet Out e M3GAN, sabe reconhecê-la quando a vê. Numa conferência de produtores em Los Angeles esta semana, Blum disse que o momento actual do género o faz lembrar os anos 70: “Há quase uma sensação dos anos 70, de uma nova geração de jovens a fazer filmes ousados que estão a ligar de forma impressionante nas salas.” Os nomes que citou foram dois: Curry Barker, 26 anos, realizador de Obsession, e Kane Parsons, 20 anos, realizador de Backrooms — O Labirinto, que estreou em Portugal esta semana.

Parsons tem uma história que não tem paralelo na história da A24. Começou a publicar no YouTube, ainda adolescente, curtas de terror baseadas no fenómeno das Backrooms — os corredores amarelos infinitos e mal iluminados que se tornaram numa das creepypastas mais partilhadas da internet. Os vídeos acumularam dezenas de milhões de visualizações. A A24 contactou-o. Parsons tinha 18 anos quando assinou o contrato para realizar o primeiro longa-metragem da sua carreira para um dos estúdios independentes mais respeitados de Hollywood. Torna-se no realizador mais jovem da história da A24.

O filme — com Chiwetel Ejiofor, Renate Reinsve, Mark Duplass, Finn Bennett e Lukita Maxwell, produzido por James Wan e Shawn Levy — chegou às salas portuguesas esta semana. A criatura que Parsons construiu no YouTube durante anos está agora no grande ecrã, com o orçamento e o elenco que o material sempre mereceu. Parsons tem 20 anos. A A24 sabe o que está a fazer.

Marcia Lucas morreu — a mulher que salvou “Star Wars” e nunca recebeu o crédito que merecia

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Tom Holland queria chamar o novo “Homem-Aranha” de “Spider-Puberty” — e a Marvel disse imediatamente que não

Marcia Lucas morreu — a mulher que salvou “Star Wars” e nunca recebeu o crédito que merecia

Marcia Lucas morreu esta quarta-feira de cancro metastático. Passou pacificamente em casa, em Rancho Mirage, Califórnia, rodeada de familiares. Tinha 82 anos. É uma das mortes mais significativas da história recente do cinema — e provavelmente a menos conhecida do grande público, apesar de ter um Óscar na prateleira. 

Marcia Lucas ganhou o Óscar de Melhor Montagem em 1977 por Star Wars — o primeiro filme — em conjunto com os co-editores Richard Chew e Paul Hirsch. Era então casada com George Lucas. O que raramente é contado é o que essa montagem significou concretamente para o filme: quando a primeira versão de Star Wars foi projectada para os executivos da Fox em 1977, a reacção foi de pânico. O filme estava demasiado lento, a narrativa era confusa, o impacto emocional era quase zero. Foi Marcia Lucas quem trabalhou o corte final — a versão que chegou aos cinemas e mudou a história do cinema. O editor Brian De Palma, que viu a montagem intermédia, disse que o filme “não funcionava” antes da intervenção dela.

Trabalhou também em Taxi Driver de Martin Scorsese, Alice Já Não Mora Aqui e New York, New York. O seu divórcio de George Lucas em 1983 foi um dos mais comentados de Hollywood — e marcou também o fim da sua carreira activa em grandes produções. A indústria que ela ajudou a construir seguiu em frente sem ela.

A morte de Marcia Lucas acontece numa semana em que Star Wars volta a estar em destaque com The Mandalorian e Grogu em cartaz. É uma coincidência que diz algo sobre o tempo e sobre quem fica nas margens da história que o cinema conta sobre si próprio.

“The Crash” é o documentário mais visto do Netflix — e a história de Mackenzie Shirilla ainda não terminou

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“The Crash” é o documentário mais visto do Netflix — e a história de Mackenzie Shirilla ainda não terminou

Em 31 de Julho de 2022, Mackenzie Shirilla, 17 anos, conduziu um Toyota Camry a 160km/h contra um edifício em Strongsville, Ohio. O namorado, Dominic Russo, 20 anos, e o amigo Davion Flanagan, 19 anos, morreram no impacto. Shirilla sobreviveu. Em 2023, um juiz condenou-a por assassínio — sem júri, apenas com o veredicto do magistrado que a descreveu como “um inferno sobre rodas”. Está a cumprir prisão perpétua com possibilidade de liberdade condicional aos 15 anos. 

The Crash, realizado por Gareth Johnson e Angharad Scott, domina os charts globais do Netflix desde que estreou a 15 de Maio. O que torna o documentário diferente de outros casos reais é um detalhe que o Netflix Tudum confirmou esta semana: Shirilla nunca falou com a polícia, nunca testemunhou no julgamento e, nos anos desde a condenação, nunca tinha falado publicamente sobre o que aconteceu naquela noite — até agora. The Crash inclui a sua primeira entrevista, conduzida em prisão com a advogada presente.

O documentário reconstrói a noite do acidente através de entrevistas com as famílias das três pessoas envolvidas, amigos que estiveram com o grupo nas horas anteriores ao acidente, o procurador que construiu o caso e a advogada de defesa de Shirilla. O que o torna perturbador não é a questão da culpa — a maioria das pessoas que o vê não muda de opinião sobre o veredicto. É o retrato de uma jovem cuja presença nas redes sociais — os vídeos, os posts, a imagem construída — funcionou simultaneamente como prova de acusação no tribunal e como material para a fascinação pública que nunca acabou.

Enquanto o documentário domina o Netflix, a equipa jurídica de Shirilla pediu ao Supremo Tribunal de Ohio que reveja se as alegações pós-condenação merecem uma audiência. A história não terminou. Em Portugal, está disponível no Netflix. 

Alan Ritchson assinou um contrato de três anos com a Amazon — e disse que “Reacher é apenas o começo”
“Supergirl” tem trailer final — Milly Alcock é uma Kara Zor-El diferente de tudo o que já vimos
Rosie O’Donnell fez um lifting em Janeiro — e o melhor resultado foi que ninguém deu por isso

Tom Holland queria chamar o novo “Homem-Aranha” de “Spider-Puberty” — e a Marvel disse imediatamente que não

Tom Holland participou pela primeira vez em reuniões regulares de desenvolvimento de argumento para o quarto filme do Homem-Aranha — e a primeira ideia que trouxe à mesa foi um título. “A minha proposta era chamá-lo Spider-Puberty. O que acontece se Peter Parker está a perder o controlo e as coisas estão a mudar?”, disse o actor à Empire. “Foi imediatamente chumbado. Mas gostaram do núcleo da ideia, e cresceu até ao que temos no filme agora.”

O filme acabou por se chamar Homem-Aranha: Brand New Day — estreia a 31 de Julho — e o título é, como os anteriores da trilogia, deliberadamente vago e propositadamente evocativo. A ideia de Holland, apesar do nome impossível de colocar num cartaz, captura exactamente o que o filme vai explorar: Peter Parker a perder o controlo das suas capacidades de formas que nunca tinha experimentado, num regresso às origens clássicas do personagem que Kevin Feige descreveu à mesma publicação com entusiasmo evidente. “É o primeiro filme do Homem-Aranha que fizemos no MCU focado nos elementos clássicos da personagem. Ele faz as coisas típicas do Spidey — viver num apartamento triste e pequeno, ouvir o scanner da polícia e sair a usar o seu grande poder responsavelmente.”

É o Homem-Aranha de Stan Lee e Steve Ditko — não o do multiverso nem o dos Vingadores, mas o do jovem que tenta equilibrar a vida normal com a responsabilidade que não pediu. O elenco inclui Zendaya, Sadie Sink, Jon Bernthal e Mark Ruffalo. Spider-Puberty nunca vai aparecer num cartaz — mas o facto de Holland ter sugerido o nome com seriedade suficiente para ser discutido numa reunião da Marvel diz algo sobre a confiança que o actor ganhou no universo que ajudou a construir.

A 31 de Julho nos cinemas.

“Uma Grande, Corajosa e Bela Viagem”: Margot Robbie, Colin Farrell e um GPS que abre portas para o passado

Bonecas em Fuga”: Ethan Coen estreia-se a solo com Margaret Qualley, Pedro Pascal e uma mala que não era para elas

“Supergirl” tem trailer final — Milly Alcock é uma Kara Zor-El diferente de tudo o que já vimos

“Uma Grande, Corajosa e Bela Viagem”: Margot Robbie, Colin Farrell e um GPS que abre portas para o passado

Kogonada é um dos realizadores mais singulares do cinema americano contemporâneo. Columbus (2017) e A Vida Depois de Yang (2021) são filmes sobre tempo, perda e conexão humana — contemplativos, visualmente precisos, emocionalmente exactos sem nunca serem sentimentais. Uma Grande, Corajosa e Bela Viagem é o seu terceiro longa-metragem e o mais ambicioso: um romance fantástico com Margot Robbie e Colin Farrell, estreia no domingo, 31 de Maio, às 21h15, em exclusivo no TVCine Top e TVCine+.

A premissa combina comédia romântica com fantasia de uma forma que só funciona se se acreditar completamente nos dois actores — e aqui é onde o casting se torna decisivo. David (Colin Farrell) fica sem carro e aluga um substituto com um GPS fora do comum. Num casamento, conhece Sarah (Margot Robbie) — mas os dois têm planos de vida suficientemente diferentes para que nada seja imediato. Quando o GPS os guia até uma porta misteriosa que os transporta a momentos decisivos do passado de cada um, a viagem que fazem juntos pelas memórias de ambos é também uma viagem de descoberta do que os une.

É o tipo de premissa que podia resultar num filme açucarado e previsível — e provavelmente resultaria com outro realizador. Kogonada tem uma capacidade específica de encontrar a melancolia dentro da alegria e a esperança dentro da perda, e Uma Grande, Corajosa e Bela Viagem parece construído exactamente sobre essa tensão: dois adultos com histórias e cicatrizes que o destino junta não por acidente mas por algo que o filme recusa a nomear de forma simples. Robbie e Farrell já trabalharam juntos em Os Favoritos de Marte — e a química que trouxeram a esse projeto sugere que sabem como partilhar um ecrã sem se engolir mutuamente.

Domingo, 31 de Maio, às 21h15, TVCine Top e TVCine+.

“Bonecas em Fuga”: Ethan Coen estreia-se a solo com Margaret Qualley, Pedro Pascal e uma mala que não era para elas

Ethan Coen fez todos os seus filmes com o irmão Joel. Sangue FácilFargoO Grande LebowskiNão É País para VelhosTrue Grit — trinta anos de um dos mais consistentes percursos do cinema americano, sempre os dois. Bonecas em Fuga é a primeira vez que Ethan realiza sozinho — e escolheu fazê-lo com uma comédia criminal ambientada em 1999, co-escrita com Tricia Cooke, sua mulher e colaboradora de longa data. Estreia amanhã, sábado 30 de Maio, às 21h30, em exclusivo no TVCine Top e TVCine+.

A história é simples na premissa e certamente não no desenvolvimento: Jamie (Margaret Qualley) e Marian (Geraldine Viswanathan) são duas amigas que partem numa road trip improvisada até Tallahassee, Florida, para fugir aos seus problemas. Por engano, ficam na posse de uma mala que pertence a um grupo de criminosos tão perigosos quanto desastrados. O que se segue é uma fuga caótica por motéis decadentes, encontros inesperados e situações cada vez mais absurdas — com Pedro Pascal e Matt Damon em participações especiais que o PR descreve como “sonantes”, o que é uma formulação moderada para dois dos actores mais em vista do momento.

Qualley e Viswanathan formam um duo que o próprio PR descreve como “irresistível” — e há razões para acreditar nisso. Qualley (The SubstanceOnce Upon a Time in Hollywood) tem uma capacidade de habitar personagens no limite sem os tornar caricaturas; Viswanathan (BlockersMiracle Workers) tem um timing cómico preciso que o cinema americano raramente aproveita da forma certa. A sabor a anos 90 está em tudo — na estética, na música, no ritmo — e Ethan Coen, que cresceu cinematograficamente nos anos 80 e 90, conhece esse território melhor do que quase toda a gente.

Sábado, 30 de Maio, às 21h30, TVCine Top e TVCine+.

“Supergirl” tem trailer final — Milly Alcock é uma Kara Zor-El diferente de tudo o que já vimos

Alan Ritchson assinou um contrato de três anos com a Amazon — e disse que “Reacher é apenas o começo”

Rosie O’Donnell fez um lifting em Janeiro — e o melhor resultado foi que ninguém deu por isso

“Perdidos em Alto-Mar” estreia a 3 de Junho — Zachary Levi e Josh Duhamel numa história real de sobrevivência

Há histórias que parecem inventadas mas não são. Em Fevereiro de 2009, quatro amigos saíram de Tampa, Florida, numa viagem de pesca. O barco virou a mais de cem quilómetros da costa. Três morreram. Um sobreviveu. Perdidos em Alto-Mar conta essa história — baseado no bestseller do New York Times de Nick Schuyler, o único sobrevivente — e estreia a 3 de Junho nas salas portuguesas, com distribuição NOS Audiovisuais.

Zachary Levi interpreta Schuyler, o homem que passou horas agarrado ao casco virado do barco com os seus três companheiros — o seu melhor amigo Will Bleakley e os jogadores da NFL Marquis Cooper e Corey Smith — enquanto as águas do Golfo do México os rodeavam com hipotermia, ondas e desespero progressivo. Josh Duhamel é o Capitão Timothy Close, o oficial da Guarda Costeira americano que liderou a operação de busca e salvamento contra probabilidades que a própria organização considerava esmagadoras.

O thriller de sobrevivência em mar aberto tem uma tradição cinematográfica sólida — de À Deriva a Poseidon — mas o que distingue Perdidos em Alto-Mar é a sua origem documental. Schuyler escreveu o livro dois anos depois dos acontecimentos, com a urgência de quem ainda estava a tentar perceber porque sobreviveu e os outros não. Essa questão — a sobrevivência como culpa tanto quanto como alívio — é o que transforma o filme de thriller em drama humano.

A 3 de Junho nos cinemas portugueses.

Hans Zimmer vai compor a música da série “Harry Potter” — e a questão é se vai usar os temas de John Williams

Alan Ritchson assinou um contrato de três anos com a Amazon — e disse que “Reacher é apenas o começo”

As estreias de 28 de Maio: Kane Parsons leva as Backrooms ao grande ecrã e Hitler tinha provadoras de comida

“Supergirl” tem trailer final — Milly Alcock é uma Kara Zor-El diferente de tudo o que já vimos

O trailer final de Supergirl: Mulher do Amanhã chegou esta semana — e confirma que Craig Gillespie (CruellaI, Tonya) está a fazer um filme de super-heróis muito diferente do habitual. Milly Alcock como Kara Zor-El não é a Supergirl optimista e calorosa das versões anteriores. É uma jovem que viu o seu planeta ser destruído, sobreviveu em condições brutais e chegou à Terra com cicatrizes que o seu primo Clark Kent nunca teve. “O Superman vê o bem em todos. Eu vi coisas que ele nunca viu”, diz Kara no trailer, ao som de “Call Me” dos Blondie.

A premissa adapta o aclamado arco de banda desenhada de Tom King e Bilquis Evely: Kara junta-se a Ruthye Marye Knoll (Eve Ridley), uma rapariga que quer vingar a morte do pai às mãos de Krem das Colinas Amarelas (Matthias Schoenaerts), um pirata espacial implacável. Krypto, o super-cão kryptoniano que apareceu em Superman de James Gunn, está ao lado de Kara em toda a aventura — e o trailer usa-o com uma habilidade narrativa que sugere que vai ser um dos personagens mais queridos do DCU. Jason Momoa aparece como Lobo — o caçador de recompensas alienígena que o actor cobiçou durante anos.

David Corenswet repete o papel de Superman numa cena com Kara que define a diferença entre os dois personagens — um criado com amor numa quinta do Kansas, outra forjada numa rocha à deriva no espaço. A banda sonora é de Ramin Djawadi, o compositor de Game of Thrones e Westworld. A estreia é a 26 de Junho de 2026 em IMAX.

Alan Ritchson assinou um contrato de três anos com a Amazon — e disse que “Reacher é apenas o começo”

Hans Zimmer vai compor a música da série “Harry Potter” — e a questão é se vai usar os temas de John Williams

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Alan Ritchson assinou um contrato de três anos com a Amazon — e disse que “Reacher é apenas o começo”

A Amazon MGM Studios não estava com paciência para esperar que Alan Ritchson percebesse o quanto valia para a plataforma. O actor que transformou Lee Child’s Jack Reacher numa das séries mais vistas do Prime Video assinou esta semana um contrato de três anos de first-look televisivo com o estúdio — o que significa que qualquer projecto que Ritchson queira desenvolver, a Amazon tem prioridade de o receber primeiro.

“Com o sucesso de Reacher e o nosso próximo spin-off Neagley, pareceu um passo natural continuar a nossa parceria com o Prime Video. Reacher é apenas o começo”, disse Ritchson em comunicado. A declaração é mais do que relações públicas — é uma confirmação de que há um universo em construção em torno do personagem de Lee Child, com o spin-off Neagley protagonizado por Maria Sten já em desenvolvimento e Ritchson confirmado como convidado especial. 

O contrato faz parte de uma estratégia da Amazon que já foi usada com outros actores e produtores de topo — garantir criatividade exclusiva antes que alguém de fora a recrute. Ritchson tem vários projectos em pipeline com a Amazon MGM Studios, incluindo The Man With the Bag ao lado de Arnold Schwarzenegger e um projecto ainda sem título dirigido por Patrick Hughes — o realizador de The Hitman’s Bodyguard. Para além disso, tem Motor City com Shailene Woodley e Ben Foster a estrear a 24 de Julho e Runner com Owen Wilson a 11 de Setembro.

Em Portugal, Reacher está disponível no Prime Video em todas as temporadas. A quarta temporada chega ainda este ano.

Hans Zimmer vai compor a música da série “Harry Potter” — e a questão é se vai usar os temas de John Williams

Rosie O’Donnell fez um lifting em Janeiro — e o melhor resultado foi que ninguém deu por isso

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Hans Zimmer vai compor a música da série “Harry Potter” — e a questão é se vai usar os temas de John Williams

A HBO confirmou em Janeiro que Hans Zimmer e a Bleeding Fingers Music vão compor a banda sonora original da série Harry Potter — e a questão que toda a gente na indústria está a fazer é a mais óbvia: o que vai acontecer ao tema de John Williams?

“Hedwig’s Theme” é uma das melodias mais reconhecíveis do cinema dos últimos trinta anos — escrita por Williams para os três primeiros filmes e usada como referência por todos os compositores que se seguiram, de Patrick Doyle a Alexandre Desplat. É também propriedade da Warner Bros., o que significa que a série pode tecnicamente usá-la. A questão não é legal mas criativa: uma série que se quer distinguir dos filmes precisa de identidade sonora própria, mas abandonar completamente o tema de Williams seria alienar uma geração inteira de espectadores que cresceu com aqueles acordes.

Zimmer, Kara Talve e Anže Rozman abordaram a questão na declaração conjunta que fizeram no anúncio: “O legado musical de Harry Potter é um ponto de referência para os compositores em todo o mundo e sentimo-nos honrados em fazer parte de uma equipa tão notável. A responsabilidade não é algo que eu, Kara Talve e Anže Rozman levamos levianamente.” É uma formulação que reconhece o peso do legado sem comprometer uma direcção criativa.

Zimmer tem um historial específico relevante aqui: foi ele quem compôs O Rei Leão original em 1994, e quando a versão live-action chegou em 2019, a banda sonora misturou o seu trabalho original com novas composições. A solução foi elegante — e pode servir de modelo para o que a série vai fazer com Williams. A série Harry Potter estreia em 2027 no Max em Portugal.

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Rosie O’Donnell fez um lifting em Janeiro — e o melhor resultado foi que ninguém deu por isso

Rosie O’Donnell partilhou esta semana no Substack o que tinha mantido em segredo desde Janeiro: fez um lifting facial. E partilhou também as fotografias do antes e depois. A ironia que ela própria destaca é que ninguém notou — nem amigos, nem estranhos, nem as pessoas que, nas suas palavras, “me devem elogios”.

A actriz de Uma Liga Própria e antiga apresentadora do The Rosie O’Donnell Show disse que sempre se opôs moralmente à cirurgia estética. “Pensava que era uma traição. Ao feminismo. Ao envelhecimento. À nossa equipa de mulheres em todo o mundo.” O que mudou foi uma perda de 50 quilos com Mounjaro, o medicamento para perda de peso, que lhe deixou no rosto um conjunto de rugas que ela descreve como dando-lhe um ar “assombrado”. Tentou aceitar. “Isto é natural. Isto é conquistado.” E depois perguntou a si própria: “Até que ponto tem de parecer conquistado?”

O momento mais interessante da sua confissão não é a cirurgia — é a conversa com o filho Clay, de 13 anos, que lhe disse: “As mulheres jovens admiram-te. Não te conseguia respeitar se o fizesses.” O’Donnell, 64 anos, ouviu o argumento, reconheceu que era o seu próprio argumento de há vinte anos, e chegou a uma conclusão diferente: “Se estou a ensinar ao Clay alguma coisa, não pode ser que o meu corpo pertence a uma ideia. Mesmo que seja uma boa ideia. Mesmo que seja o feminismo. Porque isso ainda não é liberdade — é apenas uma autoridade diferente a dizer-te o que podes fazer com a tua própria cara.”

Fez o lifting. Um procedimento de plano profundo que levanta o tecido abaixo dos músculos faciais sem deixar a pele com aspecto demasiado esticado. O resultado, nas suas palavras, é “uma versão ligeiramente mais descansada e emocionalmente estável de mim”. Ninguém deu por isso. “Passei por uma crise existencial feminista completa, fiz cirurgia à cara e ao pescoço, e o resultado é… nada. O que honestamente é o melhor resultado possível.”

O’Donnell vive actualmente na Irlanda com o filho Clay.

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Tom Hardy recusou sair da roulote durante horas — e deixou Pierce Brosnan e Helen Mirren à espera

A história do Tom Hardy e o MobLand ficou mais clara esta semana — e mais preocupante para todos os envolvidos. O Hollywood Reporter, que na semana passada confirmou que o futuro do actor na série ainda não estava decidido, revelou agora os detalhes concretos do comportamento de Hardy nas rodagens da segunda temporada: recusou sair da roulote durante horas seguidas, deixando o elenco à espera.

“Deixou o Brosnan, a Mirren e outros à espera. É suicídio na carreira, arriscaria dizer”, disse uma fonte próxima da produção ao THR. A mesma fonte confirma que Hardy tentou também alterar diálogos e enviar notas de argumento ao criador Ronan Bennett e ao produtor executivo Jez Butterworth — um comportamento que, somado às ausências da roulote, levou os produtores a reconsiderar o seu futuro na série.

Não é a primeira vez que Hardy protagoniza este tipo de situação. George Miller falou abertamente sobre as rodagens de Mad Max: Fury Road: “Tom tem uma pancada qualquer, mas é precisamente daí que vem o talento, e o que quer que se passasse com ele na altura, havia sempre que ir buscá-lo à roulote.” Patrick Stewart foi ainda mais directo nas suas memórias de 2023, Making It So, sobre as rodagens de Star Trek: Nemesis em 2002: “Nunca disse ‘Bom dia’, nunca disse ‘Boa noite’, e passou as horas em que não era necessário no set na roulote com a namorada.”

O que torna a situação do MobLand diferente das anteriores é o peso do elenco afectado. Manter Charlize Theron à espera é uma coisa. Manter Pierce Brosnan e Helen Mirren à espera é outra. São actores com décadas de carreira e um capital de reputação que nenhum produtor quer ver comprometido — e a fonte do THR escolheu exactamente essas palavras: “suicídio na carreira”.

A terceira temporada, se for aprovada pela Paramount+, está tentativamentee agendada para começar a rodar em Setembro. A decisão sobre Hardy, portanto, tem prazo. Para os fãs da série que investiram duas temporadas em Harry Da Souza — a história de Da Souza pode mesmo ficar por aqui — a espera é cada vez mais ansiosa.

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“The Four Seasons” T2 estreia amanhã no Netflix — Tina Fey, Steve Carell e Colman Domingo em modo de adultos em crise

A primeira temporada de The Four Seasons foi uma das surpresas do Netflix no início de 2026 — uma comédia dramática sobre três casais de meia-idade que descobrem que as amizades de décadas não são tão sólidas quanto pareciam. Tina Fey escreveu, produziu e protagonizou. Steve Carell fez o que Carell faz melhor: humor desconfortável com uma camada de melancolia por baixo. O público respondeu. A segunda temporada estreia amanhã, 28 de Maio.

A novidade principal desta temporada é Colman Domingo — o actor de Sing Sing e Euphoria, recente Óscar de Melhor Actor, que se junta ao elenco numa função que a produção ainda não revelou completamente. Will Forte também entra. E Steve Carell, cuja presença na segunda temporada era incerta depois dos eventos do final da primeira, foi confirmado — em moldes diferentes do esperado.

Tina Fey disse numa entrevista recente que a segunda temporada “vai ainda mais fundo” nas dinâmicas de poder dentro de relações longas — não apenas nos casamentos mas nas amizades. É exactamente o território que tornou a primeira temporada inesperadamente boa: a comédia americana que trata os adultos como pessoas complexas em vez de caricaturas. Seis episódios, amanhã no Netflix.

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Jared Leto não foi à estreia de “Masters of the Universe” — e há duas razões para isso

Masters of the Universe estreia a 5 de Junho. O elenco inclui Nicholas Galitzine como He-Man, Camila Mendes, Idris Elba e Jared Leto como Skeletor. O filme custou 175 milhões de dólares. Nas últimas semanas, a Amazon MGM lançou trailers, posters e entrevistas com o elenco. Jared Leto não aparece em nenhum deles. 

Leto não foi à estreia mundial em Los Angeles. Não foi ao CinemaCon. Não publicou nada sobre o filme nas redes sociais. Segundo o Puck News, o actor “não estava entusiasmado com o filme”. A Amazon, por sua vez, parece igualmente satisfeita com a sua ausência. 

Há duas razões que a indústria aponta. A primeira é comercial: após MorbiusHouse of GucciHaunted Mansion e Tron: Ares — todos filmes de grande orçamento que falharam nas bilheteiras — Leto tornou-se num actor que os estúdios evitam associar ao marketing das suas produções. A segunda é mais pesada: em Junho de 2025, o Air Mail publicou acusações de comportamento inapropriado por parte de Leto por parte de várias mulheres. A Amazon, que está a tentar posicionar Masters of the Universe como um blockbuster familiar, claramente não quer esse contexto nas conversas sobre o filme. 

O paradoxo é que Leto foi pago mais de cinco milhões de dólares pelo papel — um valor que contratualmente inclui obrigações de promoção. O que acontece a seguir, tanto em termos do filme como da carreira de Leto, vai ser uma das histórias mais interessantes do verão de Hollywood.