O novo Homem-Aranha mostra o Hulk no primeiro trailer e bate recorde de pré-vendas

Spider-Man: Brand New Day deu finalmente a cara. O primeiro trailer do novo filme do Homem-Aranha chegou esta semana e traz uma surpresa de peso, a presença do Hulk de Mark Ruffalo, que se cruza com o herói de Tom Holland nesta nova aventura. A reação foi imediata e traduziu-se em números, as pré-vendas de bilhetes registaram o melhor primeiro dia nos Estados Unidos em cinco anos.

O regresso de Holland ao fato vermelho e azul era um dos mais aguardados do calendário, e a entrada do Hulk na equação sugere uma ligação mais estreita ao universo Marvel mais alargado do que nos capítulos anteriores. O trailer fez o que se esperava, multiplicar teorias e expectativa.

O filme chega às salas este verão e, a julgar pela procura antecipada, parte para a estreia como um dos grandes acontecimentos de bilheteira do ano. Para já, fica o material visual que promete dominar as conversas nos próximos dias.

Anne Hathaway está à espera do terceiro filho

Estreias de 18 de Junho: a Pixar, o adeus de Hugh Jackman e muito cinema de autor

Jim Carrey volta a vestir a pele do Grinch numa sequela com Ron Howard

Jim Carrey volta a vestir a pele do Grinch numa sequela com Ron Howard

Vinte e cinco anos depois de roubar o Natal no cinema, o Grinch de Jim Carrey vai ter uma segunda vida. Está em desenvolvimento uma sequela de O Grinch, o filme de 2000 que se tornou um clássico das festas, com Carrey de regresso à personagem verde e Ron Howard, realizador do original, novamente ligado ao projeto.

O anúncio é dos que mexem com a memória afetiva de uma geração inteira, que cresceu a rever a fita todos os dezembros. A interpretação de Carrey, debaixo de horas de caracterização, é uma das mais lembradas da sua carreira, e o regresso ao papel garante curiosidade imediata.

Os detalhes do enredo e a data de estreia ainda não foram revelados, mas o simples reencontro entre o ator e a personagem é, por si só, motivo de conversa. Numa altura em que Hollywood vive de regressos e nostalgia, poucos têm o potencial sentimental deste.

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“The Bear” serve o último prato: a quinta e final temporada chega a 25 de Junho

Anne Hathaway está à espera do terceiro filho

Anne Hathaway vai ser mãe pela terceira vez. A atriz confirmou que está grávida e que espera o terceiro filho com o marido, o ator e produtor Adam Shulman, com quem é casada desde 2012 e já tem dois rapazes.

O anúncio chega num momento alto da carreira da atriz, que tem alternado entre projetos de prestígio e papéis de grande público, e que continua a ser um dos rostos mais seguidos de Hollywood. A notícia espalhou-se de imediato pelas redes, sinal do alcance que o nome mantém junto de várias gerações.

Hathaway tem sido aberta sobre a maternidade, e em entrevistas anteriores falou das dificuldades que enfrentou para engravidar, um testemunho que ressoou em muitas mulheres. Esta terceira gravidez surge enquanto mantém uma agenda profissional preenchida, prova de que a atriz continua a equilibrar a vida familiar com uma das carreiras mais consistentes da sua geração.

Fox comprou o Roku por 22 mil milhões — e ficou com dois dos maiores serviços de streaming gratuito do mundo

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Perrie Edwards casou com Alex Oxlade-Chamberlain numa cerimónia privada — e as Little Mix continuam a fazer história

Perrie Edwards e Alex Oxlade-Chamberlain casaram numa cerimónia privada, confirmada esta semana. Edwards, de 33 anos, é conhecida como membro das Little Mix — o grupo britânico que durante uma década foi a boyband feminina mais bem sucedida do Reino Unido — e como a ex-noiva de Zayn Malik, com quem esteve comprometida antes de o relacionamento terminar em 2015. Oxlade-Chamberlain, futebolista internacional inglês que jogou no Arsenal, Liverpool e Celtic, está com Edwards desde 2016.

O casal tem um filho, Axel, nascido em 2021, e manteve a relação com uma privacidade considerável ao longo dos anos — ao contrário de outros casais do mundo do entretenimento britânico, raramente alimentaram as redes sociais com a vida doméstica. O casamento, segundo fontes citadas pelo E!, foi uma cerimónia pequena, com família e amigos próximos, sem fotografias publicadas nas redes sociais.

As Little Mix — Edwards, Jade Thirlwall e Leigh-Anne Pinnock — anunciaram o regresso em 2025 após um hiato de vários anos. O casamento de Edwards chega num momento em que o grupo está novamente activo, com um álbum novo em preparação e datas de digressão confirmadas para 2027.

Millie Bobby Brown e Jake Bongiovi adoptaram uma bebé — “Stranger Things” cresceu e tornou-se mãe

“A Morte de Robin Hood” estreou no Film Festival — e Michael Sarnoski diz que “as pessoas vão surpreender-se”

“O Dia da Revelação” fez 93 milhões globais no primeiro fim de semana — Spielberg voltou em força

Millie Bobby Brown e Jake Bongiovi adoptaram uma bebé — “Stranger Things” cresceu e tornou-se mãe

Millie Bobby Brown e Jake Bongiovi adoptaram uma bebé no verão de 2025 e estão a planear ter mais filhos. A notícia, confirmada esta semana, é a primeira vez que o casal fala abertamente sobre a adopção — uma decisão que tomaram com uma discrição que poucos conseguem manter durante tanto tempo. 

Brown tem 22 anos. Bongiovi, filho de Jon Bon Jovi, tem 23. Casaram em Maio de 2024 numa cerimónia privada em Florença, Itália, depois de um noivado que durara dois anos. A decisão de adoptar antes de terem filhos biológicos foi descrita por fontes próximas do casal como algo que sempre esteve nos planos — não como alternativa mas como primeira escolha.

Para o público português que a conhece como Eleven em Stranger Things — onde a série acompanhou o crescimento da actriz de criança a adulta jovem ao longo de quatro temporadas — é um momento que encerra um ciclo de uma forma muito concreta: a miúda com poderes telecinéticos que salvou Hawkins do Mundo Invertido é agora mãe. O tempo passou mesmo.

“Um Lugar Silencioso: Dia Um” estreia esta sexta no TVCine — Lupita Nyong’o em Nova Iorque quando as criaturas chegaram

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“Letras Roubadas” estreia a 2 de Julho — Paul Rudd, Nick Jonas e John Carney de volta à música

“Dia D: Sob Pressão” estreia a 25 de Junho — Andrew Scott, Brendan Fraser e as 72 horas que mudaram a história

O Dia D é uma das histórias mais contadas do cinema de guerra. As praias da Normandia, os soldados a desembarcar sob fogo, o sacrifício que definiu o rumo da Segunda Guerra Mundial — são imagens que toda a gente conhece. Dia D: Sob Pressão conta outra coisa: o que aconteceu nas 72 horas antes. Quem decidiu avançar, com que informação, e sob que pressão impossível. Estreia a 25 de Junho nos cinemas portugueses, com distribuição NOS Audiovisuais.

O General Dwight D. Eisenhower, Comandante Supremo das Forças Aliadas, e o Capitão James Stagg, o meteorologista escocês que lhe disse o que o tempo ia fazer — e cuja previsão foi provavelmente a mais consequente da história da humanidade. Eisenhower precisava de condições específicas: lua cheia para os paraquedistas, maré baixa ao amanhecer para as praias, céu suficientemente claro para a cobertura aérea. Stagg tinha dados contraditórios, pressão de todos os lados e uma janela de 48 horas que identificou no meio de um sistema de tempestades que punha toda a gente em dúvida. Eisenhower acreditou nele. O resto é história.

Andrew Scott interpreta Stagg — o actor de RipleyFleabag e All of Us Strangers num papel que exige a contenção de alguém que sabe que tem razão mas não pode provar. Brendan Fraser, Óscar de Melhor Actor por The Whale, é Eisenhower. Kerry Condon, Damian Lewis e Chris Messina completam o elenco. Anthony Maras realiza — o mesmo de Hotel Mumbai, onde mostrou uma capacidade rara para construir tensão a partir de acontecimentos históricos reais sem perder a dimensão humana dos intervenientes.

O filme é baseado na peça homónima de David Haig — que estreou em Londres em 2013 e que Haig, que interpretou Stagg nos palcos durante anos, co-escreveu para o cinema. É o tipo de origem que garante fidelidade ao material e profundidade às personagens. E é também o tipo de filme que raramente o cinema de guerra produz: não há batalhas, não há heróis a correr sob fogo, não há glória visual. Há dois homens numa sala a tomar a decisão mais importante do século XX com informação incompleta e tempo a esgotar-se.

A 25 de Junho nos cinemas portugueses.

“Letras Roubadas” estreia a 2 de Julho — Paul Rudd, Nick Jonas e John Carney de volta à música

John Carney tem uma forma muito específica de fazer filmes sobre música: não como espectáculo, mas como linguagem. Once (2007) era sobre dois músicos de rua em Dublin a escreverem canções para curar o coração partido. Sing Street(2016) era sobre um adolescente que formou uma banda para impressionar uma rapariga e descobriu pelo caminho quem queria ser. Letras Roubadas segue o mesmo fio — uma história sobre pessoas que encontram na música algo que não conseguem encontrar noutro lado — mas com um conflito no centro que os filmes anteriores de Carney nunca tinham explorado: o que acontece quando a música se torna num campo de batalha entre dois homens com histórias e ambições muito diferentes.

Rick (Paul Rudd) é um cantor de casamentos cuja carreira conheceu melhores dias. Danny (Nick Jonas) é uma antiga estrela de uma boyband em declínio. Os dois cruzam-se durante uma actuação, criam uma ligação através da música e passam uma noite inteira a improvisar juntos. É o tipo de encontro que os dois precisavam — e que nenhum dos dois esperava. Mas quando Danny transforma uma das canções de Rick no êxito que relança a sua carreira sem o creditar, Rick decide recuperar o reconhecimento que acredita merecer. Mesmo que isso signifique arriscar a amizade, a música e tudo o que mais valoriza.

Rudd é um dos actores mais versáteis da sua geração — capaz de ir de Ant-Man a Ghostbusters sem perder o timing cómico que o torna inconfundível, e com uma capacidade de vulnerabilidade que comédias dramáticas como esta exploram melhor do que qualquer blockbuster. Nick Jonas, que cresceu nos Jonas Brothers e construiu depois uma carreira a solo com resultados sólidos, tem aqui a oportunidade de habitar uma personagem que o espelha de formas que o argumentista certamente não escolheu por acidente.

Letras Roubadas estreia a 2 de Julho nos cinemas portugueses, com distribuição NOS Audiovisuais.

“Magic Mike: A Última Dança” amanhã na STAR Life — Soderbergh, Channing Tatum e Salma Hayek em Londres

Steven Soderbergh realizou Magic Mike: A Última Dança com a economia de meios que o caracteriza — um orçamento contido, uma história simples e dois actores com química suficiente para fazer funcionar uma premissa que podia facilmente tornar-se numa paródia de si mesma. Amanhã, domingo, 14 de Junho, às 22h20, na STAR Life.

“Magic” Mike Lane está na Florida, sem dinheiro e a trabalhar como barman, depois de um negócio que correu mal. Uma socialite abastada, Maxandra Mendoza (Salma Hayek Pinault), faz-lhe uma proposta que não pode recusar — e que o leva a Londres com um grupo de novos dançarinos que tem de pôr em forma para um espectáculo com muito mais em jogo do que parece. É a terceira entrada da franchise de Mike Lane, e a mais elegante das três — Soderbergh filmou em Londres com uma atenção à luz e ao espaço que transforma os números de dança em algo genuinamente cinematográfico.

Channing Tatum está completamente à vontade num papel que conhece de cor. Salma Hayek Pinault tem o timing cómico e a presença física que a personagem exige. E Soderbergh — que também assinou a realização sob o pseudónimo que usa habitualmente para os seus projectos mais comerciais — mantém o ritmo com a precisão de um realizador que nunca perde o controlo mesmo quando o material pede excesso.

Domingo, 14 de Junho, às 22h20, STAR Life.

“A Morte de Robin Hood” estreia quinta-feira — Hugh Jackman, Jodie Comer e a balada medieval que Hollywood ignorou durante séculos

A Morte de Robin Hood estreia na próxima quinta-feira, 19 de Junho, nos cinemas portugueses — no mesmo dia que Toy Story 5. É um dos fim-de-semanas mais competitivos do verão e o filme de Hugh Jackman vai precisar de se impor contra um dos franchises mais amados da história da Pixar.

Craig Gillespie — o realizador de Cruella e I, Tonya — pegou na balada medieval anónima Robin Hood’s Death, um texto que a maioria das adaptações cinematográficas sempre ignorou em favor das histórias de aventura jovem, e construiu com ela um thriller histórico sobre o que acontece quando a lenda se confronta com a mortalidade. Hugh Jackman é um Robin Hood envelhecido, ferido após uma batalha brutal, que se vê sob os cuidados de uma mulher misteriosa interpretada por Jodie Comer. Bill Skarsgård é Little John. A distribuição é da A24.

O filme foi rodado na Irlanda do Norte e Jackman é também produtor executivo — um sinal de que o actor investiu mais do que o habitual neste projecto. A tagline é “He Was No Hero” — e é uma declaração de intenções clara sobre o tipo de Robin Hood que Gillespie quis fazer: não o herói romântico das versões anteriores, mas o homem que estava por baixo da lenda.

A 19 de Junho nos cinemas portugueses.

Johnny Knoxville regressa pela última vez — “Jackass: Último Shot de Loucura” estreia a 25 de Junho

“Backrooms” já caiu 70% na segunda semana — mas Kane Parsons continua a ser o nome do verão

Brad Pitt luta pela sobrevivência ao lado do seu cão no primeiro trailer de “Heart of the Beast”

“Disclosure Day” está em cartaz — e o Spielberg mais descontraído em anos merece uma segunda hipótese

Disclosure Day estreou nos cinemas portugueses na semana passada e está ainda em cartaz. As críticas confirmaram o que a nossa crítica disse: é um Spielberg muito bom sem ser inesquecível, com Emily Blunt extraordinária e um ritmo que nunca afrouxa. Para quem ainda não foi, este fim de semana é a oportunidade.

O filme reúne Emily Blunt, Josh O’Connor, Colin Firth e Colman Domingo num thriller de ficção científica sobre a revelação de uma conspiração governamental em torno de OVNIs — com a música de John Williams, a fotografia de Janusz Kamiński e a produção de J.J. Abrams. É o Spielberg mais confortável e mais generoso em muitos anos. O argumento de David Koepp é eficaz sem ser revolucionário. Blunt carrega o filme com uma fisicalidade e uma vulnerabilidade que tornam as cenas mais exigentes genuinamente perturbadoras. 

Nos cinemas portugueses.

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Paramount está a tentar comprar a Warner Bros. Discovery — e o que isso significa para os fãs de cinema e streaming

“Os Enforcados” estreia hoje no TVCine Edition — Shakespeare, o jogo do bicho e os irmãos Coen num noir brasileiro

“Toy Story 5” estreia em seis dias — Jessie toma o comando e Andrew Stanton revela que “nunca foi planeado”

Toy Story 5 estreia nos cinemas a 19 de Junho — e o seu realizador Andrew Stanton diz que a decisão de colocar Jessie no centro da história “nunca foi planeada”. Stanton, que ganhou Óscares por WALL-E e Finding Nemo e escreveu todos os filmes da franchise, estava a tentar perceber porque queria fazer um quinto filme quando a resposta chegou de forma inesperada. 

“Não planeámos isso”, disse Stanton sobre Jessie tornar-se a protagonista. “Passámos o crachá de Woody para Jessie no final do quarto filme. Adorei isso — mesmo que não houvesse mais filmes, tínhamos isso. Quando me pediram para trabalhar neste, fazia sentido começar aí. Ela tinha tanto por explorar.” 

A chave foi o passado de Jessie — a história de ter sido abandonada pela sua primeira dona, Emily, revelada em Toy Story 2 numa cena que ainda hoje é considerada uma das mais emotivas da animação Pixar. Stanton queria preencher as lacunas dessa história de décadas e percebeu que as inseguranças de abandono de Jessie seriam o motor perfeito para o conflito do filme com Lilypad, o tablet inteligente que ameaça o lugar dos brinquedos na vida de Bonnie. 

As primeiras reacções da pré-estreia em Hollywood são esmagadoramente positivas, com a projecção de abertura nos 150 milhões de dólares no primeiro fim de semana americano — o maior arranque de 2026. A 19 de Junho nos cinemas portugueses. 

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“Backrooms” já caiu 70% na segunda semana — mas Kane Parsons continua a ser o nome do verão

Backrooms de Kane Parsons registou uma queda de 70% na segunda semana de exibição — mas continua a impressionar pela dimensão do que um realizador de 20 anos conseguiu fazer com o material. 

Uma queda de 70% é intensa mas não invulgar para um filme de terror — o género tende a ter arranques explosivos e quedas rápidas porque o público vai sobretudo na primeira semana por curiosidade e recomendação imediata. O que importa é o número de abertura: Backrooms abriu com resultados que justificaram completamente a aposta da A24 num realizador que vinha do YouTube e que nunca tinha feito um longa-metragem.

Kane Parsons tem agora dois projectos em desenvolvimento com a A24. O nome que criou no YouTube durante anos — com curtas de terror sobre os corredores amarelos infinitos que geraram dezenas de milhões de visualizações — tornou-se num cartão de visita que poucos realizadores de qualquer idade têm. Jason Blum comparou-o esta semana a Spielberg numa conferência de produtores. É cedo para tanto — mas não é cedo para prestar atenção.

Brad Pitt e Ines de Ramon de mãos dadas no Roland Garros

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Aubrey Plaza está grávida — e estreou-se no tapete vermelho com Christopher Abbott nos Tonys

Johnny Knoxville regressa pela última vez — “Jackass: Último Shot de Loucura” estreia a 25 de Junho

Vinte e cinco anos. É quanto tempo passou desde que Johnny Knoxville, Steve-O, Bam Margera, Chris Pontius e o resto do grupo começaram a atirar-se uns aos outros, a bater com carrinhos de compras contra paredes e a fazer coisas que nenhum seguro de saúde cobre voluntariamente. Jackass: Último Shot de Loucura estreia a 25 de Junho nos cinemas portugueses — e é, segundo a produção, a despedida definitiva.

O novo trailer divulgado esta semana mostra exactamente o que os fãs esperam: acrobacias novas que provam que o grupo ainda não aprendeu nada com as anteriores, os momentos mais icónicos dos últimos 25 anos e a camaradagem específica de um grupo de homens que passou décadas a magoar-se mutuamente por amor ao ofício e à gargalhada do público. É uma combinação que gerou quatro filmes, várias séries de televisão e uma lealdade de audiência que poucos franchises de qualquer género conseguem igualar.

Jackass: Último Shot de Loucura é descrito como um evento cinematográfico — não apenas mais um filme, mas uma celebração dos 25 anos de uma forma de fazer entretenimento que ninguém tinha tentado antes e que poucos tentaram depois com resultados comparáveis. Para os fãs de longa data, é o adeus que o franchise merece. Para os que nunca viram, é uma entrada directa num universo onde a única regra é que não há regras — e onde a amizade se mede em ossos partidos e gargalhadas partilhadas.

A 25 de Junho nos cinemas portugueses, com distribuição NOS Audiovisuais.

Brad Pitt e Ines de Ramon de mãos dadas no Roland Garros

Brad Pitt e Ines de Ramon foram vistos a dar a mão em público durante a final feminina do Open de França 2026 no Stade Roland Garros em Paris. É uma das aparições públicas mais descontraídas do casal desde que começaram a ser fotografados juntos — sem o rigor de um tapete vermelho, sem o contexto de uma première, apenas dois adultos a ver ténis numa tarde de Junho em Paris.

É também um seguimento natural do artigo que publicámos há dias, quando fontes próximas do casal confirmaram ao Daily Mail que Pitt “não planeia casar” e que os dois “estão muito felizes nesta fase da relação sem pressas de fazer nada”. Roland Garros é exactamente o tipo de aparição que essa descrição sugere — uma relação sólida o suficiente para não precisar de se provar em público, mas confortável o suficiente para aparecer quando as circunstâncias o tornam natural.

De Paris, os dois partiram para Londres onde Pitt está em pré-produção de Heart of the Beast com David Ayer — o thriller de sobrevivência no Alasca que estreia em Setembro. Ines de Ramon continua a gerir a sua marca de jóias a partir de Los Angeles.

Anna Faris diz que cortaram uma piada sobre Melania Trump do “Scary Movie” — e a produção responde

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Ari Aster escreveu uma prequela de “Hereditary” — mas diz que nunca parece o momento certo para a fazer

Anna Faris diz que cortaram uma piada sobre Melania Trump do “Scary Movie” — e a produção responde

Anna Faris disse numa entrevista recente que havia uma cena no novo Scary Movie onde a personagem de Cindy Chapman gozava com a iniciativa “Be Best” de Melania Trump sobre o cyberbullying — e que a cena foi cortada durante a montagem. 

A declaração gerou imediatamente especulação sobre se o corte teria sido motivado por pressão política, num momento em que a relação entre Hollywood e a administração Trump está particularmente tensa — o Late Show foi cancelado, o 60 Minutes está em guerra interna, e a Paramount está a tentar evitar conflitos com a Casa Branca após a mudança de proprietário. Mas fontes da produção disseram ao TMZ que a piada sobre Melania estava entre várias cenas cortadas na montagem por razões de ritmo — “é tão simples e rotineiro quanto isso”. 

É possível que ambas as coisas sejam verdade em simultâneo: que a piada fosse genuinamente desnecessária para o ritmo do filme e que ninguém na produção tenha ficado especialmente triste por ela não estar lá dado o contexto político actual. Hollywood 2026 funciona assim — com decisões criativas que raramente são apenas criativas.

Spielberg entrou num pub em Soho, bebeu uma Guinness e fez um quiz sobre a sua própria carreira

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Aubrey Plaza e Christopher Abbott fizeram a primeira aparição pública oficial como casal no tapete vermelho dos Tony Awards de 7 de Junho, onde Abbott era nomeado — e Plaza mostrou visivelmente a gravidez. 

Plaza, conhecida do público português por The White LotusParks and Recreation e Agatha All Along, e Abbott, que esteve em PossessorIt Comes at Night e Poor Things, são um dos casais mais discretos de Hollywood — raramente fotografados juntos, raramente mencionados em entrevistas, consistentemente privados. A aparição nos Tonys foi uma excepção deliberada — e com a gravidez visível, tornou-se no anúncio público que nenhum comunicado poderia fazer de forma mais elegante.

Abbott estava nomeado na categoria de Melhor Actor numa Peça por Doubt, a reposição da peça de John Patrick Shanley que tem estado em cartaz na Broadway desde Março. Plaza sentou-se na plateia ao seu lado durante a cerimónia, apresentada por Pink no Radio City Music Hall. É o primeiro filho para ambos.

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Netflix vai levar “Moana” a arenas de todo o mundo em 2027 — Dwayne Johnson em palco a cantar “You’re Welcome”

A Netflix está em negociações para desenvolver uma digressão mundial em apoio ao filme de animação que ganhou os Óscares de Melhor Filme de Animação e Melhor Canção Original em 2026, com actuações ao vivo em arenas de todo o mundo previstas para 2027. 

Moana ganhou dois Óscares este ano e a Netflix, que tem os direitos de streaming, quer capitalizar o momento com um espectáculo ao vivo que leve as canções de Lin-Manuel Miranda a arenas de todo o mundo. A digressão, ainda em negociação com promotores de concertos, seguiria o modelo de outros espectáculos baseados em filmes de animação — com performers ao vivo, projecções e a banda sonora orquestral em directo.

Dwayne Johnson, que empresta a voz a Maui, não foi confirmado para os espectáculos — mas a ideia de o ver em palco a cantar “You’re Welcome” para 20 mil pessoas numa arena é suficientemente irresistível para que a pergunta já esteja a circular nas redes sociais. A digressão está prevista para antes da estreia da sequela de Moana, atualmente em desenvolvimento.

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“Scary Movie” fez 7,5 milhões em pré-estreias — os Wayans estão de volta em grande

Jennifer Lopez e Brett Goldstein fizeram uma comédia romântica — e ele escreveu-a a pensar nela

Hannah Waddingham chamou “utter bollocks” aos rumores de guerra com Jason Sudeikis — e a história é mais interessante do que parecia

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Scary Movie está a ter a primeira e última gargalhada na bilheteira com 7,5 milhões de dólares em pré-estreias que começaram hoje às 14h. Para uma comédia, é um arranque excepcionalmente sólido — e projecta um fim-de-semana de abertura muito acima das expectativas iniciais de 25-30 milhões de dólares. 

O sexto filme da saga dos Wayans estreou em Portugal esta semana e o público americano confirmou o que os fãs já esperavam: vinte e seis anos depois do original, a nostalgia ainda funciona. O elenco reuniu Marlon Wayans, Shawn Wayans, Anna Faris e Regina Hall, e os alvos desta vez são os reboots, remakes e sequelas que inundaram o cinema da última década. É o género a rir de si próprio com a cumplicidade de quem o inventou.

Scary Movie está em cartaz nas salas portuguesas. Os números de hoje sugerem que vale a fila da bilheteira.

Jennifer Lopez e Brett Goldstein fizeram uma comédia romântica — e ele escreveu-a a pensar nela

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Jennifer Lopez e Brett Goldstein falaram ao CBS Mornings sobre Office Romance, a nova comédia romântica, com Lopez a chamar-se “uma romântica esperançosa” e Goldstein a confirmar que escreveu o filme com a co-estrela em mente. Variety

O Roy Kent de Ted Lasso a escrever uma comédia romântica para Jennifer Lopez é uma combinação que ninguém tinha previsto — e que, pelos vistos, funciona. Office Romance segue dois colegas de trabalho que tentam manter uma relação profissional enquanto descobrem que sentem muito mais um pelo outro. É a premissa mais clássica do género e Goldstein escreveu-a deliberadamente assim: “Queria fazer um filme de amor a sério. Sem ironias, sem desconstrução. Apenas amor.” Lopez, que tem um historial extenso no género desde Seleccionada Para Amar e O Casamento do Meu Melhor Amigo, disse na mesma entrevista que se considerava “uma romântica esperançosa que ainda acredita no amor” — e que foi exactamente esse lado que Goldstein quis capturar.

O filme estreia nos cinemas americanos a 18 de Julho. A data de estreia em Portugal ainda não foi confirmada.

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Hannah Waddingham desmentiu os rumores de tensão com Jason Sudeikis num Instagram story, chamando-lhes “clickbait bullsh*t” e “utter bollocks”: “Pela primeira vez na minha vida sinto-me obrigada a silenciar as completas asneiras que estão a ser escritas sobre um ‘conflito’ entre mim e o meu amigo e parceiro de longa data Jason Sudeikis.” 

O que começou com uma frase em entrevista à Variety rapidamente se transformou numa tempestade de especulação. Waddingham tinha dito que tinha uma “relação amor-ódio” com Sudeikis devido à sua tendência para reescrever cenas em cima da hora: “Com esse rapaz tens de estar sempre pronta para o inesperado.” A internet interpretou “amor-ódio” como conflito. Fontes anónimas ao Daily Mail confirmaram que o set “não era um lugar feliz” e que Sudeikis era “difícil de agradar”. Waddingham foi ao Instagram desfazer a narrativa antes que ganhasse mais vida. 

A verdade, segundo as fontes que acompanham a produção da quarta temporada, é mais banal: Sudeikis reescreve cenas constantemente porque é perfeccionista, isso cria tensão com actores que preferem preparação e consistência, mas ninguém está a abandonar a série e não há conflito real. Ted Lasso T4 estreia em Agosto. O que Waddingham e Sudeikis acham um do outro estará visível no ecrã a partir daí. 

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