“Dia D: Sob Pressão” estreia a 25 de Junho — Andrew Scott, Brendan Fraser e as 72 horas que mudaram a história

O Dia D é uma das histórias mais contadas do cinema de guerra. As praias da Normandia, os soldados a desembarcar sob fogo, o sacrifício que definiu o rumo da Segunda Guerra Mundial — são imagens que toda a gente conhece. Dia D: Sob Pressão conta outra coisa: o que aconteceu nas 72 horas antes. Quem decidiu avançar, com que informação, e sob que pressão impossível. Estreia a 25 de Junho nos cinemas portugueses, com distribuição NOS Audiovisuais.

O General Dwight D. Eisenhower, Comandante Supremo das Forças Aliadas, e o Capitão James Stagg, o meteorologista escocês que lhe disse o que o tempo ia fazer — e cuja previsão foi provavelmente a mais consequente da história da humanidade. Eisenhower precisava de condições específicas: lua cheia para os paraquedistas, maré baixa ao amanhecer para as praias, céu suficientemente claro para a cobertura aérea. Stagg tinha dados contraditórios, pressão de todos os lados e uma janela de 48 horas que identificou no meio de um sistema de tempestades que punha toda a gente em dúvida. Eisenhower acreditou nele. O resto é história.

Andrew Scott interpreta Stagg — o actor de RipleyFleabag e All of Us Strangers num papel que exige a contenção de alguém que sabe que tem razão mas não pode provar. Brendan Fraser, Óscar de Melhor Actor por The Whale, é Eisenhower. Kerry Condon, Damian Lewis e Chris Messina completam o elenco. Anthony Maras realiza — o mesmo de Hotel Mumbai, onde mostrou uma capacidade rara para construir tensão a partir de acontecimentos históricos reais sem perder a dimensão humana dos intervenientes.

O filme é baseado na peça homónima de David Haig — que estreou em Londres em 2013 e que Haig, que interpretou Stagg nos palcos durante anos, co-escreveu para o cinema. É o tipo de origem que garante fidelidade ao material e profundidade às personagens. E é também o tipo de filme que raramente o cinema de guerra produz: não há batalhas, não há heróis a correr sob fogo, não há glória visual. Há dois homens numa sala a tomar a decisão mais importante do século XX com informação incompleta e tempo a esgotar-se.

A 25 de Junho nos cinemas portugueses.

“Dia D: Sob Pressão” — Andrew Scott e Brendan Fraser nas 72 horas que mudaram a História

Toda a gente conhece as imagens das praias da Normandia, os soldados a desembarcar sob fogo, o sacrifício que definiu o rumo da Segunda Guerra Mundial. Mas nas 72 horas antes de tudo isso acontecer, havia dois homens a enfrentar uma decisão que nenhum manual militar poderia preparar: avançar com a maior operação anfíbia da história num tempo incerto, ou esperar e arriscar comprometer meses de planeamento e o elemento surpresa. Dia D: Sob Pressão é a história desses dois homens — e estreia nas salas portuguesas a 25 de Junho, com distribuição da NOS Audiovisuais.

O General Dwight D. Eisenhower, Comandante Supremo das Forças Aliadas, e o Capitão James Stagg, o meteorologista escocês que lhe disse o que o tempo ia fazer — e cuja previsão foi provavelmente a mais consequente da história da humanidade. Eisenhower precisava de condições específicas: lua cheia para os paraquedistas, maré baixa ao amanhecer para as praias, céu suficientemente claro para a cobertura aérea. Stagg tinha dados contraditórios, pressão de todos os lados e uma janela de tempo de quarenta e oito horas que identificou no meio de um sistema de tempestades que estava a fazer duvidar toda a gente à sua volta. Eisenhower acreditou nele. O resto é história.

Andrew Scott — o Padre Fleabag, o Hot Priest, o Moriarty de Sherlock, o Andrew Scott de Ripley que está neste momento no topo de todas as listas de actores europeus mais desejados — interpreta Stagg. Brendan Fraser, Óscar de Melhor Actor por The Whale, é Eisenhower. Kerry Condon, Damian Lewis e Chris Messina completam um elenco que tem em si mesmo uma garantia de qualidade difícil de ignorar. A realização é de Anthony Maras, que em Hotel Mumbai(2018) mostrou uma capacidade rara para construir tensão a partir de acontecimentos históricos reais sem perder a dimensão humana dos intervenientes.

O filme é baseado na peça homónima de David Haig — que estreou em Londres em 2013 e se tornou numa das peças históricas mais respeitadas do teatro britânico contemporâneo. Haig, que interpretou Stagg na peça original durante anos, co-escreveu o argumento da adaptação. É o tipo de origem que garante fidelidade ao material e profundidade às personagens: Haig passou anos a investigar a relação entre os dois homens, as pressões que ambos enfrentaram e o que significou, para cada um deles, a responsabilidade de uma decisão desta escala.

Dia D: Sob Pressão estreia a 25 de Junho nas salas portuguesas.

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