Sam Claflin diz que as cenas sem camisola em “Hunger Games” causaram dismorfia corporal — “há uma suposição de que homens com abdominais vendem filmes”

Sam Claflin interpretou Finnick Odair em Hunger Games e foi imediatamente posicionado como sex symbol — shirtless em cartazes, shirtless em entrevistas, shirtless nas expectativas de toda a gente. Dez anos depois, o actor falou abertamente sobre o que isso lhe fez.

“Há uma suposição de Hollywood de que homens com abdominais vendem filmes”, disse Claflin. O actor descreve um período em que passou a ver o próprio corpo como um instrumento de trabalho a optimizar — treino constante, restrição alimentar, ansiedade em torno de como aparecia em cada cena. “Não é diferente do que as mulheres descrevem há décadas. Só que quando os homens falam disso ninguém acredita que é um problema real.” 

A dismorfia corporal masculina raramente tem espaço público para ser discutida — a narrativa dominante é que os homens querem ter o corpo que os estúdios exigem, não que sofrem por causa dessa exigência. Claflin é um dos primeiros actores da sua geração a nomear o problema com clareza. Disse que a pressão foi “real e constante” durante os anos de Finnick Odair e que demorou muito tempo a encontrar uma relação mais saudável com o próprio corpo depois da franchise terminar. 

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Ryan Gosling é um piloto à deriva e Mia Goth é a mercenária que o persegue — os primeiros detalhes de “Star Wars: Starfighter”

As rodagens de Star Wars: Starfighter ainda não começaram e a Disney não revelou nada sobre a história. Mas os primeiros detalhes chegaram esta semana através de um leaker com historial de informação correcta sobre Star Wars, e o que descrevem é um filme com uma energia muito diferente do Mandalorian e Grogu que está agora em cartaz.

Ryan Gosling interpreta um piloto solitário e cínico a tentar sobreviver numa galáxia em reconstrução, cinco anos depois dos eventos de A Ascensão de Skywalker. A história centra-se na sua missão de proteger um jovem rapaz — o seu sobrinho — de uma ameaça que o persegue. Essa ameaça é Mia Goth, que interpreta uma guerreira com sensibilidade à Força e sabre de luz que trabalha para um senhor da guerra e traficante de armas interpretado por Matt Smith. “Há rumores de que é uma cultista Sith. São falsos. Descreveria a personagem mais como uma mercenária”, escreveu o leaker, comparando-a a Baylan Skoll e Shin Hati em Ahsoka.

Amy Adams também está no elenco, num papel ainda não revelado. Shawn Levy realiza a partir de um argumento de Jonathan Tropper, a dupla de The Adam Project. A estreia é a 28 de Maio de 2027. Será o último filme produzido sob a supervisão de Kathleen Kennedy na Lucasfilm.

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O concerto dos Calema em Braga vai ser transmitido em directo em 26 cinemas NOS — e é uma primeira vez histórica

Dua Lipa casou com Callum Turner em Londres — fato Schiaparelli, confetti e um táxi preto

No sábado, 30 de Maio, Dua Lipa e Callum Turner casaram no Old Marylebone Town Hall em Londres, numa cerimónia íntima com família e amigos próximos. Ela saiu com um fato de saia Schiaparelli haute couture azul bebé, um chapéu de Stephen Jones, luvas a condizer e saltos Louboutin. Ele com um fato de gola dupla Ferragamo azul marinho. Os dois saíram de mão dada pela escadaria enquanto os convidados os cobriram de confetti. Partiram num táxi preto de Londres.

A cerimónia de sábado foi o casamento legal. Segundo o The Sun e o Daily Mail, a celebração continua com uma segunda cerimónia de três dias na Villa Igiea, em Palermo, na Sicília. É o tipo de casamento em dois actos que se tornou comum entre celebridades que querem manter a parte legal em privado e celebrar com mais pessoas noutra ocasião.

Dua Lipa, 30 anos, e Turner, 36, conheceram-se num jantar em Londres onde ela estava com o pai e ele com amigos. Tornaram-se públicos em 2024, ficaram noivos em Junho de 2025 confirmado por ela própria à British Vogue e foram ao Met Gala juntos esse ano. O fato azul bebé foi descrito por vários órgãos de comunicação como uma referência ao look de Bianca Jagger no casamento com Mick Jagger em 1971, também no Marylebone Town Hall. Consciente ou não, é o tipo de detalhe que faz toda a diferença.

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Brad Pitt não vai casar — e está feliz assim

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Os rumores de casamento entre Brad Pitt e Ines de Ramon circularam em Maio com uma insistência suficiente para justificar uma resposta. O Daily Mail obteve essa resposta: Pitt não planeia casar nem ter mais filhos. “Tem uma óptima parceira que aprecia, mas não há pressa nessa direcção”, disse uma fonte ao Daily Mail. 

O casal, que namora desde 2022 e vive junto em Los Angeles, está “muito comprometido” e a “correr muito bem”, segundo o Us Weekly. “Ines não tem interesse em estar nos holofotes, e foi isso que Brad admirou nela quando se conheceram”, disse uma fonte à publicação. Os dois “mantêm um perfil baixo propositadamente” e tentam “ser o mais normais possível quando não estão a trabalhar”.

É uma posição que faz sentido para um homem que casou duas vezes — com Jennifer Aniston de 2000 a 2005 e com Angelina Jolie de 2014 a 2019 — e que passou os últimos anos a fazer “um trabalho pessoal significativo” depois do divórcio de Jolie, que só foi finalizado em Dezembro de 2024. Pitt tem 62 anos, seis filhos com Jolie e uma relação que, segundo todas as fontes, o tornou genuinamente feliz. Como disse outra fonte ao Us Weekly: “Não há planos de casamento de momento. Estão muito felizes nesta fase da relação e não têm pressa de fazer nada.” 

Ines de Ramon tem 33 anos, é designer de jóias e foi casada com o actor Paul Wesley até 2024. Evita os holofotes com uma consistência que, em Hollywood, é quase uma forma de arte. Fotografada ao lado de Pitt em eventos, raramente dá entrevistas ou fala sobre a relação. É exactamente o tipo de parceira que Pitt disse querer — e ao que tudo indica, encontrou

Andrew Garfield mudou de ideias sobre ser pai — e Monica Barbaro tem algo a ver com isso

Kris Jenner pediu uma ordem de restrição contra um stalker — e a família Kardashian diz que vive com medo há anos

Rosie O’Donnell fez um lifting em Janeiro — e o melhor resultado foi que ninguém deu por isso

Andrew Garfield mudou de ideias sobre ser pai — e Monica Barbaro tem algo a ver com isso

Em Outubro de 2024, Andrew Garfield disse à Esquire que não tinha a certeza de querer ser pai. “Já sou um homem cansado. Não quero ser um pai cansado.” Era uma posição clara, pensada e dita com a franqueza que caracteriza o actor nas entrevistas — um homem que raramente diz o que se espera dele.

Passaram oito meses. A posição mudou.

Garfield está a namorar com Monica Barbaro desde o início de 2025 — a actriz nomeada ao Óscar pelo papel de Joan Baez em A Complete Unknown que conheceu provavelmente nos círculos de Hollywood que frequentam. O People confirmou o romance em Fevereiro daquando do Vanity Fair Oscar Party. Desde então foram vistos juntos em Nova Iorque, no ténis em Wimbledon e no Japão. Garfield, que sempre manteve a vida pessoal hermeticamente fechada — “nunca confirmei nem desconfirmei nada sobre a minha vida pessoal, com ninguém, jamais” — parece mais relaxado nesta relação do que em qualquer outra desde Emma Stone.

Segundo uma fonte citada pelo Globe, Garfield “reverteu a sua posição sobre ter filhos desde que se apaixonou por Monica Barbaro”. A mesma fonte acrescenta que “ele não esconde o que sente por Monica. Está perdidamente apaixonado e quer que ela tenha os seus filhos.” Monica Barbaro é descrita como “muito mais calma” do que Garfield nesta dinâmica — o que, conhecendo o historial do actor de gestos grandiosos quando se apaixona, é uma combinação que promete. 

Nenhum dos dois confirmou nada oficialmente. É Andrew Garfield — nunca confirmam nada. Mas algo mudou claramente desde aquela entrevista à Esquire.

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Kane Parsons tem 20 anos, realizou “Backrooms” para a A24 — e Jason Blum compara o momento ao terror dos anos 70

Kris Jenner pediu uma ordem de restrição contra um stalker — e a família Kardashian diz que vive com medo há anos

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Kris Jenner e a família dizem que vivem com medo de um homem que alega ter passado anos a tentar aproximar-se delas. Segundo documentos judiciais obtidos pelo TMZ, Kris apresentou um pedido de ordem de restrição temporária contra Kyle Robert DeWick, um homem do Colorado que descreve como um “stalker” sem “qualquer relação” com ela ou com a família. Um juiz concedeu a ordem temporária. 

É a realidade menos glamorosa de ser uma das famílias mais reconhecidas do mundo. Os Kardashian-Jenner construíram uma indústria sobre a visibilidade — dois programas de televisão, dezenas de marcas, centenas de milhões de seguidores nas redes sociais — e o preço dessa visibilidade inclui uma categoria específica de atenção que nunca foi pedida. Kim Kardashian foi assaltada ao ponto de pistola em Paris em 2016 numa operação que os investigadores descreveram como meticulosamente planeada com base em informação publicada nas redes sociais. A família reforçou a segurança mas nunca reduziu a presença pública.

Kris Jenner tem 70 anos e é a arquitecta de um dos impérios mediáticos mais bem-sucedidos da história recente da televisão americana. Que em 2026 ainda precise de recorrer aos tribunais para se proteger de estranhos que decidem que a conhecem é um lembrete de que a fama tem custos que raramente aparecem nos programas de televisão.

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Rosie O’Donnell fez um lifting em Janeiro — e o melhor resultado foi que ninguém deu por isso

Rosie O’Donnell partilhou esta semana no Substack o que tinha mantido em segredo desde Janeiro: fez um lifting facial. E partilhou também as fotografias do antes e depois. A ironia que ela própria destaca é que ninguém notou — nem amigos, nem estranhos, nem as pessoas que, nas suas palavras, “me devem elogios”.

A actriz de Uma Liga Própria e antiga apresentadora do The Rosie O’Donnell Show disse que sempre se opôs moralmente à cirurgia estética. “Pensava que era uma traição. Ao feminismo. Ao envelhecimento. À nossa equipa de mulheres em todo o mundo.” O que mudou foi uma perda de 50 quilos com Mounjaro, o medicamento para perda de peso, que lhe deixou no rosto um conjunto de rugas que ela descreve como dando-lhe um ar “assombrado”. Tentou aceitar. “Isto é natural. Isto é conquistado.” E depois perguntou a si própria: “Até que ponto tem de parecer conquistado?”

O momento mais interessante da sua confissão não é a cirurgia — é a conversa com o filho Clay, de 13 anos, que lhe disse: “As mulheres jovens admiram-te. Não te conseguia respeitar se o fizesses.” O’Donnell, 64 anos, ouviu o argumento, reconheceu que era o seu próprio argumento de há vinte anos, e chegou a uma conclusão diferente: “Se estou a ensinar ao Clay alguma coisa, não pode ser que o meu corpo pertence a uma ideia. Mesmo que seja uma boa ideia. Mesmo que seja o feminismo. Porque isso ainda não é liberdade — é apenas uma autoridade diferente a dizer-te o que podes fazer com a tua própria cara.”

Fez o lifting. Um procedimento de plano profundo que levanta o tecido abaixo dos músculos faciais sem deixar a pele com aspecto demasiado esticado. O resultado, nas suas palavras, é “uma versão ligeiramente mais descansada e emocionalmente estável de mim”. Ninguém deu por isso. “Passei por uma crise existencial feminista completa, fiz cirurgia à cara e ao pescoço, e o resultado é… nada. O que honestamente é o melhor resultado possível.”

O’Donnell vive actualmente na Irlanda com o filho Clay.

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As estreias de 28 de Maio: Kane Parsons leva as Backrooms ao grande ecrã e Hitler tinha provadoras de comida

Nicolas Cage diz que Nolan “não lhe atende o telefone” desde que recusou “Insomnia” — e tem uma lista comprida de realizadores com sentimentos feridos

“The Four Seasons” T2 estreia amanhã no Netflix — Tina Fey, Steve Carell e Colman Domingo em modo de adultos em crise

A primeira temporada de The Four Seasons foi uma das surpresas do Netflix no início de 2026 — uma comédia dramática sobre três casais de meia-idade que descobrem que as amizades de décadas não são tão sólidas quanto pareciam. Tina Fey escreveu, produziu e protagonizou. Steve Carell fez o que Carell faz melhor: humor desconfortável com uma camada de melancolia por baixo. O público respondeu. A segunda temporada estreia amanhã, 28 de Maio.

A novidade principal desta temporada é Colman Domingo — o actor de Sing Sing e Euphoria, recente Óscar de Melhor Actor, que se junta ao elenco numa função que a produção ainda não revelou completamente. Will Forte também entra. E Steve Carell, cuja presença na segunda temporada era incerta depois dos eventos do final da primeira, foi confirmado — em moldes diferentes do esperado.

Tina Fey disse numa entrevista recente que a segunda temporada “vai ainda mais fundo” nas dinâmicas de poder dentro de relações longas — não apenas nos casamentos mas nas amizades. É exactamente o território que tornou a primeira temporada inesperadamente boa: a comédia americana que trata os adultos como pessoas complexas em vez de caricaturas. Seis episódios, amanhã no Netflix.

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Jane Schoenbrun, Hannah Einbinder e Gillian Anderson num horror de formação — o trailer chegou hoje

“A Good Girl’s Guide to Murder” T2 estreia hoje no Netflix — Pip tem um novo mistério e desta vez é pessoal

“A Good Girl’s Guide to Murder” T2 estreia hoje no Netflix — Pip tem um novo mistério e desta vez é pessoal

A Good Girl’s Guide to Murder regressa hoje ao Netflix com a segunda temporada, estreando globalmente a 27 de Maio de 2026 com seis episódios. Emma Myers regressa como Pip Fitz-Amobi e Zain Iqbal como Ravi Singh. 

A temporada adapta o segundo romance de Holly Jackson, Good Girl, Bad Blood: depois de resolver o caso Andie Bell, Pip está determinada a ficar longe de novas investigações. Mas quando o irmão de Connor, Jamie Reynolds, desaparece subitamente, Pip vê-se novamente numa corrida contra o tempo. A autora Holly Jackson co-escreveu os argumentos ao lado de Poppy Cogan — o que garante a mesma fidelidade ao material original que tornou a primeira temporada num fenómeno. 

O elenco inclui novos rostos: Eden H. Davies como Jamie Reynolds, Misia Butler como Stanley Forbes e Jack Rowan como Charlie Green, o novo vizinho de Pip. A temporada foi descrita pela própria Emma Myers como “bigger and badder” — nas palavras da autora Holly Jackson que esteve no set durante as filmagens. 

Nota sobre disponibilidade: a série estreia no Netflix globalmente, com excepção do Reino Unido e Irlanda (BBC Three e BBC iPlayer), Alemanha, Áustria e Suíça (ZDFneo) e Austrália (Stan). Em Portugal, está disponível no Netflix. 

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Alec Baldwin respondeu a Elon Musk sobre o casting de Lupita Nyong’o em “The Odyssey” — e foi em duas linhas

Christopher Nolan está a preparar a adaptação cinematográfica de A Odisseia de Homero — um dos projectos mais aguardados do cinema de autor dos próximos anos — e o casting de Lupita Nyong’o como Helena de Troia gerou uma das polémicas mais desnecessárias da semana. Elon Musk publicou repetidamente no X a sua oposição à escolha, argumentando que Helena de Troia deveria ser interpretada por uma actriz branca. Alec Baldwin respondeu no Instagram com uma fotografia de Nyong’o e a legenda: “Caro Elon… mas ela É a mulher mais bela do mundo… Alec.”

Musk respondeu ao artigo do New York Post sobre o post de Baldwin: “Concordo que ela é bela, mas colocar uma mulher negra a interpretar uma mulher branca numa obra fundacional da literatura europeia não é mais correcto do que colocar um homem branco a interpretar Shaka Zulu.” O problema com a comparação é simples: Shaka Zulu existiu. Helena de Troia é uma personagem da mitologia grega — uma figura literária sem registo histórico verificável, cuja aparência física nunca foi documentada além das descrições poéticas de Homero, que a descreve apenas como extraordinariamente bela.

O que torna esta polémica interessante do ponto de vista cinematográfico é o contexto do projecto. The Odyssey de Nolan está a tomar forma como uma das produções mais ambiciosas do cinema dos próximos anos — rodado parcialmente em IMAX, com um elenco que inclui Tom Holland como Telémaco, Matt Damon como Odisseu, Anne Hathaway como Penélope, Robert Pattinson, Zendaya e Charlize Theron. Nyong’o — Óscar de Melhor Actriz de Apoio por 12 Anos de Escravidão, protagonista de Pantera Negra e de Nós de Jordan Peele — interpreta simultaneamente Helena e a sua irmã Clitemnestra. É um casting duplo que exige uma actriz com alcance dramático considerável, e Nyong’o tem exactamente isso.

A polémica vai certamente continuar — este tipo de debate raramente se resolve com factos — mas o filme de Nolan está em produção independentemente do ruído. A estreia está prevista para 2027.

“The Mandalorian and Grogu” estreia quinta-feira — e as primeiras críticas estão a dividir os fãs de Star Wars

Shonda Rhimes regressa a “Grey’s Anatomy” — e o novo spinoff passa-se num hospital rural no Texas

The Pitt” — a série médica que toda a gente está a recomendar e que ainda não viste

“The Mandalorian and Grogu” estreia quinta-feira — e as primeiras críticas estão a dividir os fãs de Star Wars

The Mandalorian and Grogu estreia quinta-feira, 22 de Maio, nos cinemas portugueses — o primeiro filme de Star Wars em sete anos, com projecções de bilheteira entre 80 e 100 milhões de dólares no fim-de-semana de abertura americano. O embargo das críticas levantou ontem e o Rotten Tomatoes está nos 61% — um número que, para uma franchise desta escala, já está a gerar debate intenso.

O filme, realizado por Jon Favreau, passa-se após a queda do Império Galáctico, numa época em que os senhores da guerra imperiais dispersos continuam a ameaçar a galáxia. A Nova República recruta Din Djarin (Pedro Pascal) e o seu aprendiz Grogu para resgatar Rotta, o Hutt (Jeremy Allen White), em troca de informação do clã Hutt sobre um alvo da República. Sigourney Weaver interpreta a Coronel Ward, a nova contacto de Djarin na República. 

As críticas apontam para um filme familiar e acessível — mas dividem-se sobre se essa acessibilidade é uma virtude ou um problema. O Comingsoon.net chamou-lhe “um filme de Star Wars de baixos riscos”, enquanto outras publicações elogiam exactamente a mesma contenção como uma escolha deliberada e corajosa numa franchise que se perdeu a tentar ser grande de mais. Há também uma decisão narrativa do filme que está a gerar polémica entre os fãs — sem spoilers, é algo que acontece com Grogu que alguns consideram um erro criativo e outros consideram a escolha mais corajosa da saga desde O Último Jedi

Pedro Pascal, Sigourney Weaver, Jeremy Allen White e — em cameo — Martin Scorsese. Em cartaz a partir de quinta-feira nos Cinemas NOS, UCI e restantes salas portuguesas. Em IMAX disponível no NOS Colombo e Forum Almada.

Shonda Rhimes regressa a “Grey’s Anatomy” — e o novo spinoff passa-se num hospital rural no Texas

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Shonda Rhimes regressa a “Grey’s Anatomy” — e o novo spinoff passa-se num hospital rural no Texas

A ABC encomendou hoje um novo spinoff de Grey’s Anatomy — o quarto na história da franchise, co-criado por Shonda Rhimes e pela actual showrunner Meg Marinis, com Ellen Pompeo como produtora executiva. A série estreia em meados de 2027. 

É uma notícia com mais do que uma camada. A primeira: Shonda Rhimes está a escrever ficção médica para a ABC pela primeira vez desde que assinou o exclusivo com a Netflix em 2017. Como se trata de um spinoff de uma série já existente, o projecto cai fora do contrato Netflix — uma distinção legal que abre uma janela criativa que há anos parecia fechada. A segunda: o Texas. O spinoff é descrito como “um drama ousado sobre uma equipa num centro médico rural no West Texas — o último recurso antes de quilómetros de nada”. É a primeira vez que a franchise sai do ambiente urbano da costa oeste americano — sem Seattle, sem Los Angeles, sem o tipo de hospital de ponta onde Grey’s sempre se moveu. 

A personagem que pode fazer a ligação entre as duas séries é Catherine Fox, interpretada por Debbie Allen — uma das figuras mais duradouras da franchise e a única com razões narrativas plausíveis para aparecer num hospital do Texas. O elenco principal ainda não foi anunciado. Marinis, que já gere Grey’s Anatomy na 23.ª temporada, pode acumular os dois cargos de showrunner — como a sua antecessora Krista Vernoff fez com Grey’s e Station 19 em simultâneo. 

Em Portugal, Grey’s Anatomy está disponível na Disney+. O spinoff chegará pela mesma via em 2027.

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“The Pitt” — a série médica que toda a gente está a recomendar e que ainda não viste

Noah Wyle tem 54 anos e passou a maior parte da vida profissional a ser reconhecido na rua como o Dr. Carter de ER — a série médica que definiu o género durante quinze temporadas e que terminou em 2009. The Pitt, que estreou no Max em Janeiro de 2026 e chegou entretanto a Portugal, é o regresso de Wyle ao hospital — e segundo toda a gente que a viu, é o melhor trabalho da sua carreira.

A premissa é radical na sua simplicidade: cada episódio corresponde exactamente a uma hora real de trabalho num serviço de urgência de Pittsburgh. Não há saltos temporais, não há flashbacks, não há cenas em casa dos personagens. São quinze episódios, quinze horas consecutivas num único dia de trabalho no Pittsburgh Trauma Medical Center. O criador R. Scott Gemmill — que trabalhou em ER durante anos — construiu uma série que usa a unidade de tempo como princípio dramatúrgico: tudo o que acontece, acontece em tempo real, com toda a pressão que isso implica para o espectador e para as personagens.

O Hollywood Reporter coloca The Pitt entre os maiores sucessos do Max em 2026 — uma plataforma que não é conhecida por fenómenos de word-of-mouth orgânico, mas que neste caso viu a série crescer semana a semana por recomendação directa. Wyle interpreta o Dr. Robby, o médico chefe de urgência que tenta gerir uma equipa sob pressão constante, com um elenco que inclui Patrick Ball, Supriya Ganesh, Fiona Dourif e Taylor Dearden. A primeira temporada tem quinze episódios. A segunda foi confirmada antes do final da primeira. Em Portugal está disponível no Max. 

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“The Boys” termina amanhã — o episódio final chega ao Prime Video depois de sessões de cinema hoje

O fim chegou. Depois de cinco temporadas, oito anos e uma das franjas mais criativas e mais corajosas da televisão de streaming, The Boys termina amanhã — com o episódio final disponível no Prime Video a partir das primeiras horas da manhã de 19 de Maio em Portugal.

Antes disso, hoje é dia de cinema. Os dois últimos episódios de The Boys estão a ser exibidos em sessões de cinema em 4DX em todo o mundo — em Portugal nos cinemas UCI El Corte Inglés em Lisboa e NOS Forum Almada, entre outros. É uma forma de despedida que a Amazon escolheu deliberadamente: uma série que sempre funcionou como evento merece um encerramento à altura.

A quinta temporada foi a mais ambiciosa. A morte de Homelander no episódio seis — depois de anos a ser o vilão mais ameaçador e mais complexo do streaming — foi tratada com uma seriedade que o personagem merecia. O cameo de Samuel L. Jackson como a voz de um tubarão-martelo foi o momento mais divertido. E o penúltimo episódio, onde a ideologia de Homelander encontra o seu espelho no mundo real americano, foi o mais perturbador de toda a série. Eric Kripke prometeu um final “sem precedentes”. Amanhã ficamos a saber se cumpriu.

As cinco temporadas estão disponíveis no Prime Video em Portugal. Para quem ainda não viu e quer tentar uma maratona antes do final — boa sorte.

“Fjord” de Mungiu recebeu 10 minutos de ovação — e Sebastian Stan falou romeno pela primeira vez no cinema

Hope” dividiu Cannes em dois — e as críticas são as mais divertidas do ano

“Outlander” terminou — Jamie e Claire saíram juntos, o final é ambíguo e o showrunner já quer fazer mais

“Fjord” de Mungiu recebeu 10 minutos de ovação — e Sebastian Stan falou romeno pela primeira vez no cinema

Fjord de Cristian Mungiu recebeu 10 minutos de ovação na estreia em Cannes esta noite — com Sebastian Stan e Renate Reinsve em lágrimas no palco. É o maior acolhimento do festival até agora, superando os seis minutos de Hope ontem.

A história é simples na premissa e devastadora na execução: Mihai Gheorghiu (Stan) é um pai romeno devoto, austero e sem sentido de humor que se muda com a família para a aldeia norueguesa natal da mulher (Reinsve). Quando suspeitas de comportamento perturbador em relação aos filhos surgem, o serviço de protecção de menores norueguês intervém — e o que se segue é uma guerra de valores entre a criação conservadora da família e as normas progressistas do estado nórdico.

O Deadline considerou o filme “Palme d’Or-worthy” — um filme que “se recusa a tomar partido e encontra o seu poder em não dar respostas fáceis, apenas questões sobre o que é certo e o que é errado”. O IndieWire e o Variety foram mais cautelosos, apontando que o filme perde força quando transita para o drama de tribunal — mas ambos elogiam as performances dos dois protagonistas.

Stan, nascido na Roménia, falou romeno no filme pela primeira vez na sua carreira cinematográfica — uma escolha de Mungiu que o realizador descreveu como “uma feliz coincidência: ele fala algum romeno e quis usar isso”. É um detalhe que os fãs do actor vão certamente apreciar. A Neon adquiriu os direitos norte-americanos e internacionais — a mesma distribuidora de Hope, de Paper Tiger e de todos os vencedores da Palma de Ouro desde 2019.

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“Hope” dividiu Cannes em dois — e as críticas são as mais divertidas do ano

Hope de Na Hong-jin recebeu seis minutos de ovação no Grande Auditório Lumière — e depois dividiu radicalmente a crítica. É o filme mais polarizador do festival até agora, e as reacções de ambos os lados são suficientemente expressivas para contar uma história própria.

Do lado dos entusiastas: “Electrizante e completamente maluco — como se o RRR estivesse em crack com ficção científica e queimado com combustível de avião”, escreveu um crítico no X. “Acordei a pensar nele. Justificou toda a viagem a Cannes”, escreveu outro. O Hollywood Reporter foi mais medido mas igualmente positivo: “É raro um thriller de acção que acontece quase inteiramente em plena luz do dia. Hope agarra-te imediatamente com a sua cinematografia virtuosa, banda sonora de pulso acelerado e personagens bem definidas.”

Do lado dos céticos: o IndieWire foi directo: “Tem alguns dos piores efeitos visuais deste lado do canal Syfy.” A mesma crítica comparou um momento de Fassbender a “o seu próprio momento Rei dos Escorpiões em 2026 — e em Competição em Cannes, não menos.” Outros apontam para VFX “inacabados” que sugerem que Na Hong-jin acelerou a pós-produção para cumprir o prazo de Cannes — e que isso se nota em determinadas sequências onde a física simplesmente não convence.

O TheWrap chamou-lhe “um glorioso filme de género” e o Screen International descreveu-o como “um massacre pedal ao fundo cheio de ritmo implacável e espectáculo gráfico”. O Rotten Tomatoes está nos 75% com apenas 12 críticas — um número que vai certamente mudar nas próximas horas. A distribuição em Portugal ficará a cargo da MUBI, que adquiriu os direitos para a Península Ibérica.

“Outlander” terminou — Jamie e Claire saíram juntos, o final é ambíguo e o showrunner já quer fazer mais

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A Bulgária ganhou a Eurovision pela primeira vez — e “Bangaranga” foi a maior surpresa da noite em Viena

“Outlander” terminou — Jamie e Claire saíram juntos, o final é ambíguo e o showrunner já quer fazer mais

Atenção: Este artigo contém spoilers do episódio final de Outlander.

Outlander encerrou oito temporadas e doze anos com um final deliberadamente ambíguo — o showrunner Matthew B. Roberts queria que os espectadores “fizessem o seu próprio final”. A série, baseada nos romances de Diana Gabaldon, acompanhou Jamie e Claire Fraser desde 1945 até aos campos de batalha da Revolução Americana — e o episódio final não fugiu à tradição da série de deixar questões em aberto. 

A Batalha de Kings Mountain termina com os Patriotas vitoriosos e Jamie a sobreviver — contrariando a profecia de Frank Randall que durante anos pesou sobre a série. Mas a vitória é imediatamente seguida de tragédia: Jamie é baleado no coração por um oficial britânico capturado, e Claire, que sente o tiro à distância, corre de volta para ele. O final mostra os dois a abrirem os olhos e a respirarem fundo — uma imagem que Roberts descreveu como aberta a interpretação: “Podes fazer o teu próprio final. O que é que significa para ti?” 

A última cena filmada por Caitríona Balfe e Sam Heughan foi Claire e Jamie na cama a falar sobre abelhas. “Chorei uma montanha de lágrimas depois de gritar ‘Corta'”, disse Balfe. “O Sam ficou muito quieto — a forma dele de lidar com as emoções. A minha foi emocionar toda a gente à minha volta.” 

Roberts confirmou que está a explorar possíveis spin-offs para além de Outlander: Blood of My Blood — a série prequel sobre os pais de Jamie e Claire, cuja segunda temporada chega no Outono de 2026. Um spin-off sobre Lord John Grey com o actor David Berry está “em consideração activa”. Quando questionados sobre um possível regresso, Heughan disse “nunca digam nunca” e Balfe repetiu as mesmas palavras — acrescentando que “os nossos olhos abriram-se, por isso nunca digam nunca”.

Em Portugal, Outlander está disponível em todas as temporadas no Amazon Prime Video.

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A 70.ª edição da Eurovisão, realizada ontem em Viena, coroou a Bulgária vencedora pela primeira vez na história do país. Dara e a sua “Bangaranga” acumularam 516 pontos — vencendo tanto o júri profissional como o voto do público em simultâneo, uma façanha que não acontecia desde 2017. Israel ficou em segundo lugar com “Michelle” de Noam Bettan. Portugal não se qualificou para a final. 

A vitória de Dara foi uma surpresa. A Bulgária não estava entre os favoritos quando as luzes se acenderam na Wiener Stadthalle na noite de sábado. “Bangaranga” chegou à semana do festival como um dark horse — mas a actuação ao vivo, com uma coreografia intensa e um refrão de “Welcome to the riot!” que não saía da cabeça de ninguém, captou progressivamente o entusiasmo da sala e dos telespectadores. Quando o resultado foi anunciado, Dara colapsou no chão do palco antes de aceitar o Crystal Microphone — o troféu de vidro do concurso — das mãos de JJ, o vencedor austríaco de 2025. 

A edição deste ano foi marcada pela polémica em torno da participação de Israel. Irlanda, Eslovénia, Espanha, Países Baixos e Islândia retiraram-se entre Setembro e Dezembro de 2025 em protesto contra a decisão da União Europeia de Radiodifusão de permitir a participação israelita durante a guerra em Gaza. Israel acabou em segundo lugar — o mesmo resultado do ano anterior. A Bulgária organizará a próxima edição da Eurovisão, em 2027 — a primeira vez que o país acolhe o concurso.

A canção foi co-escrita pela própria Dara com Anne Judith Wik, Cristian Tarcea e o grego Dimitris Kontopoulos — o mesmo produtor por detrás de vários hits do concurso ao longo dos anos. Para um país que esteve ausente da Eurovisão durante três anos antes de 2026, e que regressou precisamente para ganhar, é um final de história que os guionistas do concurso dificilmente teriam ousado escrever.

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Pete Davidson e Elsie Hewitt separaram-se cinco meses depois de terem uma filha — e a semana já estava complicada

Pete Davidson e a modelo Elsie Hewitt separaram-se após meses de tentativas de resolver problemas na relação que se seguiram ao nascimento da filha, Scottie Rose, em Dezembro de 2025. A confirmação chegou hoje através do TMZ e do People — e com ela o fim de uma relação que se moveu a uma velocidade que surpreendeu toda a gente que a seguiu. 

Davidson, 32, e Hewitt, 30, tornaram a relação pública em Março de 2025, anunciaram a gravidez em Julho e foram pais em Dezembro. Nove meses do início ao nascimento da filha — um ritmo que os meios de comunicação americanos descreveram como “hiper-acelerado” e que, segundo fontes próximas do casal citadas pelo People, criou pressões consideráveis numa relação ainda muito recente. “Querem que um e outro sejam felizes. Há problemas, mas estão a tentar resolver as coisas juntos”, disse uma fonte ao People. Apesar da separação, as fontes garantem que Davidson e Hewitt estão focados na co-parentalidade de Scottie Rose.

A notícia chega numa semana que já estava a ser turbulenta para Davidson. No domingo, participou no Roast de Kevin Hart na Netflix — um especial que já está disponível na plataforma — e o seu set gerou polémica considerável. Davidson fez uma piada sobre Charlie Kirk, o activista conservador americano assassinado em Setembro de 2025, que foi recebida com silêncio na sala e com reacções acesas nas redes sociais. Segundo fontes citadas pelo Hollywood Reporter, Davidson tinha sido avisado antes do espectáculo de que a piada podia ser problemática — e avançou na mesma. 

É o Pete Davidson de sempre — capaz de fazer rir e de se meter em sarilhos com a mesma facilidade, muitas vezes na mesma semana. A diferença agora é que tem uma filha de cinco meses. Isso muda o cálculo de tudo.

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“Outer Banks” termina a 1 de Julho — e os Pogues despediram-se ontem no Netflix Upfront

Outer Banks regressa a 1 de Julho de 2026 com a quinta e última temporada. Ontem, no Netflix Upfront em Nova Iorque, Chase Stokes, Madison Bailey, Jonathan Daviss e Carlacia Grant subiram ao palco para mostrar as primeiras imagens da temporada final e se despedirem do público. Foi o tipo de momento que os fãs da série vão guardar — quatro actores que cresceram juntos em frente às câmaras, a anunciar o fim de uma história que acompanharam durante seis anos. 

A temporada tem dez episódios e deve ser lançada em simultâneo — regressando ao modelo binge que a quarta temporada dividida abandonou. As filmagens decorreram em Charleston, Carolina do Sul, e na Croácia, e os criadores disseram que sempre souberam qual seria a última cena da série desde o início. O elenco principal regressa na íntegra — com excepção de Rudy Pankow: JJ está morto e a morte é permanente. Para os fãs que ainda tinham esperança, é a confirmação definitiva. 

A série estreou em 2020, em plena pandemia, e tornou-se num fenómeno que atravessou gerações — adolescentes que começaram a ver com os pais e que chegam ao fim da série quase adultos, ao mesmo tempo que os Pogues. É o tipo de arco narrativo que raramente acontece na televisão de streaming, e que torna o adeus de 1 de Julho em algo com um peso real. Em Portugal, Outer Banks está disponível no Netflix.

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