Leonardo DiCaprio Não Ganhou o Globo… Mas Ganhou a Internet

Um momento fora do palco que roubou protagonismo à noite dos prémios

Leonardo DiCaprio pode ter saído de mãos a abanar da cerimónia dos Golden Globe Awards no que toca a prémios de interpretação, mas acabou por conquistar algo que, em 2026, vale quase tanto como uma estatueta dourada: a atenção total da internet. Um momento espontâneo, captado longe do palco e sem qualquer encenação, tornou-se viral nas redes sociais e voltou a provar que DiCaprio continua a ser uma das figuras mais magnéticas de Hollywood — mesmo quando não está a actuar oficialmente.

O actor, actualmente em destaque com One Battle After Another, foi filmado no salão do Beverly Hilton num diálogo animado com outro convidado. O vídeo, partilhado pela conta oficial dos Globos de Ouro no TikTok com a simples legenda “Enjoy 30 seconds of Leonardo DiCaprio”, rapidamente se espalhou como fogo em palha seca.

Lip readers, teorias e uma imitação improvável

No clip, DiCaprio aponta para outro convidado, faz o gesto clássico de “estava a observar-te” com dois dedos apontados aos olhos e termina com aquilo que parece ser uma imitação exagerada — quase teatral — de alguém conhecido. O que exactamente está a dizer não é claro, mas isso não impediu a internet de fazer o que faz melhor: especular.

Uma das teorias mais populares, avançada por leitores de lábios amadores, sugere que o actor estaria a brincar com o entusiasmo de alguém em relação ao fenómeno K-pop. A hipótese mais aceite é que DiCaprio estivesse a falar com o seu colega de elenco Chase Infiniti, conhecido fã assumido de K-pop, depois do filme da Netflix KPop Demon Hunters ter vencido dois prémios — Melhor Filme de Animação e Melhor Canção Original com “Golden”.

Derrota nos prémios, vitória na boa disposição

Na cerimónia, DiCaprio acabou por perder o Globo de Ouro de Melhor Actor em Comédia ou Musical para Timothée Chalamet, premiado pela sua performance em Marty Supreme. Ainda assim, longe de qualquer azedume, os dois foram filmados a conversar animadamente e a trocar um abraço, num daqueles momentos que ajudam a manter viva a ilusão de camaradagem em Hollywood.

Nikki Glaser e a piada que também deu que falar

Mais cedo na noite, DiCaprio já tinha sido alvo de uma das piadas mais comentadas da cerimónia, lançada pela apresentadora Nikki Glaser. Referindo-se à carreira do actor, Glaser atirou: “Trabalhaste com todos os grandes realizadores, ganhaste três Globos de Ouro, um Óscar… e a coisa mais impressionante é teres conseguido tudo isso antes de a tua namorada fazer 30 anos.” O comentário arrancou gargalhadas e confirmou que DiCaprio continua a ser um alvo preferencial do humor em noites de prémios.

Um lembrete de porque continua a ser uma estrela

Entre derrotas elegantes, piadas afiadas e momentos genuínos captados por acaso, Leonardo DiCaprio voltou a mostrar porque continua a ser uma presença central na cultura popular. Nem sempre é preciso subir ao palco para roubar a cena — às vezes basta ser… Leonardo DiCaprio.

Timothée Chalamet bate DiCaprio e conquista o Globo de Ouro numa noite cheia de surpresas Marty Supreme dá a vitória ao actor, enquanto One Battle After Another domina a cerimónia

A 83.ª edição dos Globos de Ouro confirmou aquilo que Hollywood já vinha a sussurrar: Timothée Chalamet está cada vez mais perto de se afirmar como um dos grandes nomes da sua geração. O actor venceu o prémio de Melhor Actor em Filme de Musical ou Comédia pela sua prestação em Marty Supreme, batendo uma concorrência de luxo que incluía Leonardo DiCaprio e George Clooney.

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A vitória representa um momento simbólico na carreira de Chalamet: depois de cinco nomeações, foi a primeira vez que subiu ao palco para receber um Globo de Ouro. No discurso, sublinhou a importância da gratidão, recordando os ensinamentos do pai, e admitiu que as derrotas passadas tornaram este triunfo “ainda mais doce”. O actor aproveitou ainda para agradecer aos pais e à companheira, Kylie Jenner, presente na plateia.

DiCaprio perde o actor, mas vence o filme

Apesar de Leonardo DiCaprio ter saído de mãos a abanar na categoria de interpretação, o seu filme One Battle After Another foi o grande vencedor da noite em termos absolutos. A produção arrecadou quatro estatuetas, incluindo Melhor Filme de Musical ou Comédia, Melhor Realização e Melhor Argumento para Paul Thomas Anderson.

Visivelmente emocionado, Anderson agradeceu o carinho demonstrado pela indústria, sublinhando o privilégio de continuar a fazer cinema com liberdade criativa. O filme confirmou-se, assim, como um dos pesos pesados da actual temporada de prémios.

Hamnet surpreende no drama

Uma das maiores surpresas da noite foi a vitória de Hamnet na categoria de Melhor Filme Dramático, numa corrida onde Sinners era apontado como favorito. A protagonista Jessie Buckley venceu também o prémio de Melhor Actriz em Drama, agradecendo a oportunidade de participar numa produção internacional que cruzou culturas, equipas e sensibilidades.

A realizadora Chloé Zhao mostrou-se surpreendida ao receber o prémio, enquanto o produtor Steven Spielberg elogiou o romance de Maggie O’Farrell e afirmou que Zhao era “a única cineasta capaz de contar esta história”.

Discursos marcantes e afirmação internacional

Outro dos momentos mais emocionantes da noite pertenceu a Teyana Taylor, distinguida como Melhor Actriz Secundária por One Battle After Another. Em lágrimas, deixou uma mensagem poderosa dirigida às “irmãs e raparigas racializadas”, lembrando que a sua luz não precisa de permissão para brilhar.

Na vertente internacional, o thriller político brasileiro The Secret Agent venceu o prémio de Melhor Filme Internacional, com Wagner Moura a conquistar o Globo de Melhor Actor em Drama. No discurso, falou de trauma geracional e da importância de manter valores em tempos difíceis.

Televisão também em destaque

Como é tradição, os Globos de Ouro distinguiram igualmente a televisão. A série Adolescence continuou a somar prémios, com Owen Cooper, de apenas 16 anos, a vencer como Melhor Actor Secundário. Humilde, descreveu-se como “um aprendiz que ainda está a aprender todos os dias”.

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A cerimónia confirmou, assim, que os Globos continuam a ser um termómetro essencial rumo aos Óscares — e que uma nova geração de talentos está pronta para assumir o protagonismo.

“Batalha Atrás de Batalha” domina os Critics Choice Awards e afirma-se como o filme do momento

Paul Thomas Anderson e Leonardo DiCaprio no centro da noite em Santa Mónica

A temporada de prémios arrancou oficialmente esta madrugada, com a realização da 31.ª edição dos Critics Choice Awards, e houve um grande vencedor inequívoco. Batalha Atrás de Batalha, protagonizado por Leonardo DiCaprio, conquistou o prémio de Melhor Filme, afirmando-se desde já como um dos títulos mais fortes da corrida aos Óscares.

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A longa-metragem arrecadou ainda os prémios de Melhor Argumento Adaptado e Melhor Realização, distinção entregue a Paul Thomas Anderson, que subiu ao palco visivelmente emocionado. “Este foi o melhor tempo que já passei a fazer um filme e penso que isso se nota”, afirmou o realizador, sublinhando a importância da equipa e do elenco que o acompanhou, onde se destacam nomes como Benicio del Toro e Teyana Taylor.

Chalamet surpreende DiCaprio na corrida a Melhor Actor

Apesar do domínio de Batalha Atrás de Batalha, a noite também ficou marcada por uma das surpresas da cerimónia. Timothée Chalamet, de apenas 30 anos, venceu o prémio de Melhor Actor pelo seu desempenho como Marty Mauser em Marty Supreme, superando Leonardo DiCaprio, Michael B. Jordan, Wagner Moura, Ethan Hawke e Joel Edgerton.

No discurso de agradecimento, Chalamet destacou o trabalho do realizador Josh Safdie, elogiando a forma como construiu “a história de um homem imperfeito com um sonho com o qual todos nos podemos identificar”. O actor aproveitou ainda para agradecer à namorada, Kylie Jenner, que o acompanhou na gala.

Jessie Buckley emociona com discurso sobre criação e comunidade

Um dos momentos mais aplaudidos da noite aconteceu na categoria de Melhor Atriz, entregue a Jessie Buckley pelo papel de Agnes Shakespeare em Hamnet, realizado por Chloé Zhao. Buckley superou concorrentes de peso como Emma Stone, Amanda Seyfried e Rose Byrne.

“Criar é um privilégio absoluto”, afirmou a actriz, destacando o espírito de partilha entre todas as nomeadas e descrevendo o cinema como uma verdadeira “aldeia”. As palavras dedicadas a Chloé Zhao, sobre o poder das histórias e a sua ligação à condição humana, foram particularmente emocionantes.

Terror, fantasia e surpresas técnicas

Nos papéis secundários, o terror e a fantasia dividiram honras. Amy Madigan venceu Melhor Atriz Secundária por Weapons, enquanto Jacob Elordi arrecadou o prémio de Melhor Ator Secundário por Frankenstein. Esta reinvenção do clássico de Guillermo del Toro destacou-se ainda nas categorias técnicas de guarda-roupa, caracterização e design de produção.

O filme mais nomeado da noite, Sinners, com 17 indicações, acabou por vencer Melhor Argumento OriginalMelhor Banda SonoraMelhor Jovem Ator (Miles Caton) e Melhor Elenco.

Cinema internacional, animação e televisão em destaque

Na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira, venceu o brasileiro O Agente Secreto, de Kléber Mendonça Filho. Já KPop Demon Hunters confirmou o favoritismo ao conquistar Melhor Filme de Animação e Melhor Canção, com “Golden”.

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Na televisão, The Pitt foi a grande vencedora entre as séries dramáticas, enquanto Adolescência brilhou nas categorias de minissérie e interpretação.

Apresentada por Chelsea Handler e transmitida pelo canal E!, a cerimónia confirmou tendências, revelou surpresas e deixou claro que Batalha Atrás de Batalha parte na dianteira nesta temporada de prémios.

🏆 Vencedores dos Critics Choice Awards – Cinema

Melhor Filme

– Batalha Atrás de Batalha

Melhor Realização

– Paul Thomas Anderson (Batalha Atrás de Batalha)

Melhor Ator

– Timothée Chalamet (Marty Supreme)

Melhor Atriz

– Jessie Buckley (Hamnet)

Melhor Ator Secundário

– Jacob Elordi (Frankenstein)

Melhor Atriz Secundária

– Amy Madigan (Weapons)

Melhor Jovem Ator / Atriz

– Miles Caton (Sinners)

Melhor Filme de Comédia

– The Naked Gun: Aonde É Que Pára a Polícia

Melhor Filme de Animação

– KPop Demon Hunters

Melhor Filme em Língua Estrangeira

– O Agente Secreto (Brasil)


✍️ Argumento e Música

Melhor Argumento Original

– Ryan Coogler (Sinners)

Melhor Argumento Adaptado

– Batalha Atrás de Batalha

Melhor Banda Sonora

– Ludwig Göransson (Sinners)

Melhor Canção Original

– “Golden” (KPop Demon Hunters)


🎬 Categorias Técnicas

Melhor Fotografia

– Train Dreams (Adolpho Veloso)

Melhor Montagem

– F1

Melhor Som

– F1

Melhores Efeitos Visuais

– Avatar: Fogo e Cinzas

Melhor Design de Produção

– Frankenstein

Melhor Caracterização

– Frankenstein

Melhor Guarda-Roupa

– Frankenstein


👥 Elenco

Melhor Elenco

– Sinners

(Casting: Francine Maisler)


📺 Televisão (principais vencedores)

Melhor Série Dramática

– The Pitt

Melhor Ator em Série Dramática

– Noah Wyle (The Pitt)

Melhor Atriz Secundária em Série Dramática

– Katherine LaNasa (The Pitt)

Melhor Minissérie

– Adolescência

Melhor Ator em Minissérie

– Stephen Graham (Adolescência)

Melhor Ator Secundário em Minissérie

– Owen Cooper (Adolescência)

Melhor Atriz Secundária em Minissérie

– Erin Doherty (Adolescência)

Melhor Série de Comédia

– The Studio

A Nova Mega-Fábrica de Leonardo DiCaprio à Porta de Portugal: Um Investimento Que Promete Agitar a Península Ibérica

A poucos quilómetros da fronteira portuguesa, a Extremadura prepara-se para receber um dos maiores projectos tecnológicos da Europa. Trujillo, na província de Cáceres, foi escolhida para acolher uma fábrica de semicondutores de última geração da Diamond Foundry — a empresa norte-americana que tem Leonardo DiCaprio entre os seus investidores mais mediáticos. A dimensão do investimento, a inovação envolvida e o impacto económico esperado estão a transformar este anúncio num dos temas mais relevantes da indústria tecnológica ibérica.

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A decisão surge após aprovação do Conselho de Ministros espanhol, que deu luz verde a um plano que prevê 2.350 milhões de euros até 2029. Esta quantia avultada não serve apenas para erguer um complexo industrial de ponta: representa também uma estratégia nacional para posicionar Espanha — e em particular a Extremadura — como um novo pólo europeu na área da microelectrónica. Trata-se de um sector dominado por gigantes asiáticos e norte-americanos, e cuja relevância ficou evidente nos últimos anos, quando a escassez global de chips paralisou indústrias inteiras.

O impacto no emprego será igualmente significativo: cerca de 500 postos directos altamente qualificados e outros 1.600 indirectos, ligados à cadeia logística, à produção auxiliar e aos serviços que inevitavelmente crescerão à volta da fábrica. O envolvimento da SETT — Sociedade Espanhola para a Transformação Tecnológica — reforça a aposta estratégica: o organismo público ficará com 32% do capital, contribuindo com cerca de 752 milhões de euros. As projecções económicas também impressionam: estima-se que, só nos primeiros dez anos de actividade, a fábrica injete 2.150 milhões de euros no PIB espanhol.

Mas o que distingue verdadeiramente este projecto não é o volume de investimento — é a tecnologia. Trujillo será o primeiro local do mundo a produzir semicondutores com diamante monocristalino sintético como substrato. Este material, muito mais resistente que o silício tradicional, oferece vantagens decisivas em aplicações de alta exigência: temperaturas extremas, frequências elevadas, inteligência artificial, defesa, sistemas industriais avançados e automóveis eléctricos de nova geração. Para muitos especialistas, esta tecnologia poderá representar um salto evolutivo comparável ao que o silício significou há várias décadas.

A escolha da Extremadura, uma região historicamente distante dos grandes centros industriais, não é um acaso. Espanha tem vindo a canalizar políticas públicas para desconcentrar a produção tecnológica, aproveitando regiões com espaço, capacidade de expansão e ligação directa a Portugal, cuja proximidade geográfica poderá favorecer projectos conjuntos no futuro. O objectivo é claro: reduzir a dependência externa e criar autonomia num sector onde a Europa tem falhado repetidamente.

Ao mesmo tempo, o facto de Leonardo DiCaprio estar envolvido neste investimento acrescenta-lhe uma curiosidade inevitável — o actor é conhecido pelo seu activismo ambiental, e a Diamond Foundry destaca justamente a sustentabilidade do processo de produção de diamante sintético. No entanto, o que está realmente em jogo é algo muito maior do que uma manchete com um nome famoso: é o aparecimento de um novo centro tecnológico à escala europeia, potencialmente decisivo num mercado cada vez mais competitivo e estratégico.

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Para Portugal, a notícia não é indiferente. A poucos quilómetros da fronteira, uma das indústrias mais críticas do futuro está prestes a instalar-se, com potencial para atrair empresas associadas, investigação universitária, mobilidade laboral e oportunidades económicas que poderão atravessar a linha que separa os dois países. A Península Ibérica, tantas vezes vista como periférica em termos tecnológicos, pode estar a ganhar um novo ponto de influência — e este nasce com um brilho muito particular: o de milhões de euros… e o dos diamantes.

🎬 Joe Pesci recusou participar no documentário sobre Martin Scorsese — e a realizadora explica porquêTítulo:

Apesar de uma das parcerias mais lendárias da história do cinema, o actor de Tudo Bons Rapazes foi o único a dizer “não” à série documental sobre o amigo e colaborador de décadas.

Poucos pares são tão icónicos no cinema como Joe Pesci e Martin Scorsese. Juntos, deram-nos alguns dos maiores clássicos de sempre: Touro Enraivecido (Raging Bull, 1980), Tudo Bons Rapazes (Goodfellas, 1990), Casino (1995) e, mais recentemente, O Irlandês (The Irishman, 2019).

Pesci venceu o Óscar de Melhor Actor Secundário em 1991 pelo papel de Tommy DeVito em Tudo Bons Rapazes — e foi nomeado duas vezes mais, por Touro Enraivecido e O Irlandês. Uma relação profissional tão duradoura e celebrada que, à partida, ninguém imaginaria vê-lo ausente de um documentário sobre o realizador.

Mas foi precisamente isso que aconteceu.

O único que disse “não”

A nova série documental Mr. Scorsese — que explora a vida e carreira do lendário realizador — reúne depoimentos de algumas das figuras mais próximas de Martin Scorsese: Robert De NiroLeonardo DiCaprioJodie FosterSteven SpielbergSpike Lee, entre muitos outros.

No entanto, Joe Pesci recusou o convite para participar. Segundo revelou a própria realizadora do documentário, a ausência não se deve a qualquer desentendimento entre ambos, mas sim à natureza reservada do actor.

“O Joe sempre foi uma pessoa extremamente discreta”, explicou a cineasta. “Ele sente que o trabalho fala por si — e, sinceramente, não gosta de entrevistas. Não houve tensão, apenas uma escolha muito à maneira dele: silenciosa e firme.”

Uma amizade que dispensa palavras 🎥

A decisão não surpreende quem conhece o temperamento de Pesci, conhecido pela aversão à fama e pela preferência por uma vida longe das câmaras. Desde O Irlandês, o actor tem mantido um perfil discreto, escolhendo com cuidado os projectos em que participa — e, aparentemente, não sentiu necessidade de revisitar o passado diante das câmaras.

Ainda assim, a sua ausência não passa despercebida, tendo em conta que foi precisamente com Scorsese que Pesci assinou alguns dos papéis mais memoráveis da sua carreira. Juntos, criaram personagens brutais, intensas e inesquecíveis — o tipo de performances que definem gerações.

Mr. Scorsese: um retrato de uma lenda viva

O documentário promete uma visão íntima sobre a vida e obra do realizador nova-iorquino, analisando mais de meio século de carreira e explorando o seu impacto em Hollywood e na cultura popular.

Mesmo sem a presença de Joe Pesci, o retrato de Martin Scorsese mantém-se completo — afinal, poucas parcerias precisam de palavras quando o cinema já disse tudo.

Quando Keanu Reeves Quase Se Chamou “Chuck Spadina” — O Dia em Que Hollywood Tentou Mudar o Seu Nome 😅

O actor revelou que, no início da carreira, foi pressionado a abandonar o nome que hoje é sinónimo de culto e carisma — e as alternativas eram… curiosas.

Antes de se tornar no ícone global que conhecemos — de Matrix a John Wick —, Keanu Reeves teve um daqueles encontros típicos com o sistema de Hollywood: o momento em que alguém decide que o teu nome “não é suficientemente comercial”.

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Numa conversa recente no podcast New Heights, o actor recordou o episódio com humor e alguma incredulidade. “Tinha 20 anos, saí de Toronto e conduzi até Los Angeles. Assim que cheguei, o meu agente disse: ‘Queremos mudar o teu nome.’ E eu pensei: ‘O quê? O meu nome?’”, contou.

“Chuck Spadina”? Sim, quase.

Enquanto caminhava pela praia a tentar encontrar uma alternativa, Keanu começou a brincar com hipóteses. “O meu nome do meio é Charles… talvez Chuck? E cresci numa rua chamada Spadina, por isso pensei: Chuck Spadina”, riu. “Depois experimentei algo como Templeton. No fim, fiquei como K.C. Reeves — até ser creditado assim num episódio de The Magical World of Disney.”

Mas a experiência não durou muito. O actor admitiu que não se reconhecia no nome:

“Ia a audições e chamavam ‘K.C. Reeves’, e eu nem respondia. Seis meses depois, pensei: ‘Não consigo fazer isto. Não sou eu.’”

E assim nasceu o verdadeiro Keanu Reeves — nome que, ironicamente, viria a tornar-se um dos mais marcantes da cultura pop.

O peso dos nomes em Hollywood 🌟

Reeves não foi o único a enfrentar essa pressão. Até Leonardo DiCaprio foi aconselhado, no início da carreira, a mudar de nome por ser “demasiado étnico”. Felizmente, ambos resistiram — e o resto é história.

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Próxima paragem: Good Fortune😇

O actor regressa em breve aos cinemas com Good Fortune, uma comédia de Aziz Ansari, onde contracena com o próprio Ansari e Seth Rogen. Reeves interpreta Gabriel, um anjo distraído que, após um erro cósmico, é forçado a viver como humano.

Segundo o crítico Chris Bumbray, Reeves é o grande destaque do filme:

“Perfeitamente escolhido para o papel, é hilariante como o anjo lunático e meio perdido que tenta adaptar-se à vida mortal.”

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De Chuck Spadina a Neo e John Wick, Keanu Reeves provou que o nome pode mudar… mas o carisma é eterno.

“Mr. Scorsese” ia ser um filme de 2 horas — até Rebecca Miller perceber que isso era “impossível”

O retrato definitivo de Martin Scorsese chega à Apple TV+ este mês — cinco episódios, memórias inéditas e uma história de amor ao cinema 🎬🍎

Quando Rebecca Miller se sentou com Martin Scorsese, pensou que estava a fazer um filme documental de duas horas. Minutos (e muitas conversas) depois, percebeu o óbvio: reduzir uma vida e uma filmografia destas a 120 minutos era… “impossível”. O resultado é “Mr. Scorsese”, uma docuserie de cinco horas que estreou no New York Film Festival e chega à Apple TV+ a 17 de Outubro de 2025.  

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De longa-metragem a série-evento

Miller contou ao IndieWire como o projecto evoluiu: começou com uma proposta simples, ganhou acesso ao arquivo pessoal do cineasta e, após cerca de 20 horas de entrevistas, tornou-se uma série que “tem de respirar” para acompanhar a vida e a obra de Scorsese. A montagem revelou-se o verdadeiro campo de batalha: manter a fluidez das ideias, cruzar filmes e biografia, e evitar o temido “lista de filmes”.  

Cinco horas, mil histórias

A série percorre dos dias de Little Italy até Killers of the Flower Moon, passando por Mean StreetsTaxi DriverRaging BullThe Aviator e The Wolf of Wall Street. Há a presença indispensável de Thelma Schoonmaker, parceira de edição que “quebrou regras” em Raging Bull; e depoimentos de Robert De NiroLeonardo DiCaprioJay CocksNicholas PileggiPaul Schrader e mais — com Scorsese a guiar, na primeira pessoa, um olhar íntimo sobre fé, violência, ética e arte.  

Os “anjos” de Marty 😇

Um dos fios condutores é a ideia dos “anjos” que aparecem nos pontos de rutura: De Niro a empurrá-lo para Raging Bullquando a saúde fraquejou; Schoonmaker, recuperada do documentário para redefinir a gramática de montagem; e DiCaprio, cuja parceria tornou viáveis projectos ambiciosos como Gangs of New YorkThe Aviator e The Wolf of Wall Street. É um retrato de como talento, obsessão e colaboração salvaram (várias vezes) uma carreira que nunca abdicou de visão autoral.  

O que fica de fora (e porquê)

Apesar do fôlego, Miller tomou decisões duras: “Hugo” e parte do trabalho televisivo/documental ficam de fora, para preservar o eixo temático que cose “vida e obra em tango”. A série evita o inventário e aposta na estrutura emocional — regresso aos amigos de infância, episódios de crise, reinvenções — para explicar como Scorsese se tornou um autor que “não desvia o olhar”, mesmo quando o mundo quer olhar para outro lado.  

NYFF, aplausos e o que aí vem

estreia no NYFF encheu a Alice Tully Hall e veio acompanhada de críticas muito positivas, destacando o ritmo e a proximidade que Miller alcança com o cineasta. Para quem não esteve em Nova Iorque, a boa notícia é simples: os cinco episódios (tempo total ~285 minutos) chegam já a 17 de Outubro à Apple TV+. Popcorns prontos. 🍿  

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Ficha essencial

  • Título: Mr. Scorsese
  • Formato: Docuserie em 5 partes (aprox. 285 min no total)
  • Realização: Rebecca Miller
  • Estreia: 17 de Outubro de 2025 na Apple TV+
  • Estreia mundial: New York Film Festival, 4 de Outubro de 2025  

Leonardo DiCaprio Revela: “Quiseram que eu mudasse de nome para Lenny Williams”

O peso dos nomes em Hollywood

Leonardo DiCaprio pode hoje ser um dos nomes mais reconhecidos e respeitados do mundo, mas o início da sua carreira esteve longe de ser assim tão fácil. Numa recente entrevista no podcast New Heights, apresentado por Jason e Travis Kelce, o ator revelou que o seu primeiro agente lhe disse que nunca conseguiria trabalho em Hollywood por ter um nome “demasiado étnico”.

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A “solução” proposta foi radical: abandonar o apelido DiCaprio e adotar o nome artístico “Lenny Williams”. Segundo o próprio ator, o agente explicou:

“O teu nome é demasiado étnico, nunca vais ser contratado.”

O apoio decisivo do pai

A história podia ter tomado outro rumo se não fosse o pai do ator, George DiCaprio, que rejeitou imediatamente a ideia. Ao ver um headshot do filho já com o novo nome, rasgou a fotografia e disse:

“Por cima do meu cadáver.”

Esse gesto acabou por ser determinante. Poucos anos depois, Leonardo conquistava o público em Growing Pains, recebia a sua primeira nomeação ao Óscar aos 19 anos com What’s Eating Gilbert Grape e tornava-se estrela mundial com Romeo + Juliet e Titanic.

Um problema estrutural

DiCaprio sublinhou que não foi o único a enfrentar pressões para “americanizar” o seu nome. O ator Benicio Del Toro, seu colega no novo filme de Paul Thomas AndersonOne Battle After Another, contou que também lhe sugeriram mudar para “Benny Del”. Ambos rejeitaram.

Este tipo de recomendações reflete uma prática antiga em Hollywood, onde nomes considerados “difíceis” ou “étnicos” eram muitas vezes vistos como obstáculos. Daí surgiram inúmeros nomes artísticos — de Whoopi Goldberg a Jamie Foxx e Lady Gaga — escolhidos como estratégias de sobrevivência num sistema marcado por preconceitos.

Uma lição de persistência

Hoje, com uma carreira que inclui sucessos de bilheteira e um Óscar de Melhor Ator por The Revenant, Leonardo DiCaprio é prova de que o talento falou mais alto do que qualquer conselho de marketing. Ao recusar ser “Lenny Williams”, manteve a sua identidade e construiu um nome que é, ironicamente, impossível de esquecer.

Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence Juntos no Novo Thriller de Martin Scorsese ❄️🎬

Scorsese Regressa com “What Happens at Night”

Martin Scorsese prepara-se para voltar à realização com “What Happens at Night”, um thriller psicológico adaptado do romance homónimo de Peter Cameron (2020). O filme, que começará a ser rodado em janeiro, junta duas das maiores estrelas de Hollywood: Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence.

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A história acompanha um casal americano que viaja até uma pequena cidade europeia coberta de neve para adotar uma criança. Mas o que deveria ser uma jornada de esperança transforma-se num pesadelo: ao instalarem-se num hotel quase deserto, são confrontados com figuras misteriosas, incluindo uma cantora extravagante, um empresário corrupto e um curandeiro carismático.

A Dupla de Luxo: DiCaprio e Lawrence

Para DiCaprio, esta será a sétima colaboração com Scorsese, numa relação criativa que já deu origem a títulos marcantes como Gangs de Nova Iorque (2002), O Aviador (2004), The Departed – Entre Inimigos (2006), Shutter Island (2010), O Lobo de Wall Street (2013) e Assassinos da Lua das Flores (2023). Cada um destes filmes consolidou não só o prestígio de ambos, mas também a reputação de DiCaprio como um dos intérpretes favoritos de Scorsese.

Para Jennifer Lawrence, será a primeira vez sob a direção do cineasta, embora já exista uma ligação: Scorsese é produtor de Die, My Love, o novo filme de Lynne Ramsay com Lawrence, previsto para novembro. O encontro entre realizador e atriz é, por isso, um momento aguardado tanto pela crítica como pelo público.

Entre Apple e Studiocanal

O projeto conta com financiamento da Apple e da francesa Studiocanal, tendo sido esta última a adquirir os direitos do romance original. Inicialmente, Scorsese estava apenas previsto como produtor, enquanto procurava um novo desafio para voltar a filmar com DiCaprio. No entanto, o argumento assinado por Patrick Marber (Perto Demais) convenceu-o a assumir também a realização.

Reencontro de Estrelas

Curiosamente, DiCaprio e Lawrence já partilharam o grande ecrã em Não Olhem Para Cima (2021), de Adam McKay. Agora, sob a batuta de Scorsese, a química entre ambos ganha uma nova dimensão, inserida num ambiente de suspense e mistério que promete marcar o próximo grande capítulo do cinema do realizador.

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O Que Esperar?

Com um cenário gélido, personagens enigmáticas e um enredo que mistura adoção, segredos sombrios e atmosferas opressivas, What Happens at Night poderá tornar-se numa das obras mais intensas da fase final da carreira de Scorsese. Para os fãs, o simples regresso do cineasta à realização já seria motivo de celebração. Com DiCaprio e Lawrence como protagonistas, o entusiasmo é agora inevitavelmente maior.

Leonardo DiCaprio Faz 50 Mas Sente-se com 32 — E Revela o Maior Arrependimento da Carreira

O actor reflete sobre a idade, o tempo e o papel que lamenta não ter interpretado.

Para muitos, Leonardo DiCaprio será sempre o jovem de Titanic ou o ambicioso corretor de O Lobo de Wall Street. Mas o actor completou 50 anos em novembro e garante que, no seu íntimo, sente-se como se tivesse apenas 32.

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Em entrevista à revista Esquire UK, conduzida pelo realizador Paul Thomas Anderson, DiCaprio respondeu de forma imediata à pergunta: “Se não soubesse quantos anos tem, quantos diria que tinha?” — “Trinta e dois”, respondeu sem hesitar.

A urgência de não desperdiçar tempo

Ao refletir sobre a nova década, o actor admitiu que a idade trouxe-lhe uma prioridade clara: ser mais honesto e não perder tempo. “A partir de certo ponto, mais da tua vida está para trás do que à frente. É quase uma responsabilidade ser mais direto, mesmo que isso implique desentendimentos ou seguir caminhos separados — seja na vida pessoal ou profissional.”

Inspirando-se na mãe, DiCaprio disse admirar a forma como ela “diz exatamente o que pensa” e já não gasta energia a “fingir”.

O segredo para evitar o “pós-filme”

O actor revelou também como evita a sensação de vazio após terminar uma rodagem: tira longos períodos de descanso entre projectos. “A vida fica em pausa quando estás a filmar. Tudo o resto fica para segundo plano. Se passasse de filme em filme, teria medo de não ter nada a que voltar.”

Desde a estreia no cinema, em 1991, DiCaprio colecionou inúmeros prémios, incluindo o Óscar e o Bafta de Melhor Actor por The Revenant (2015).

O maior arrependimento: não ter feito Boogie Nights

Apesar da carreira recheada de sucessos, o actor confessou que há um papel que gostaria de ter interpretado: Boogie Nights (1997), de Paul Thomas Anderson.

Dos seus próprios filmes, o que mais reviu foi O Aviador (2004), a biografia de Howard Hughes realizada por Martin Scorsese. “Tinha andado com um livro sobre Hughes durante dez anos. Quase o fiz com Michael Mann, mas houve conflitos de agenda. Acabei por levá-lo ao Marty e foi a primeira vez que senti que fazia parte da produção como verdadeiro colaborador.”

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Para DiCaprio, esse papel foi um marco no crescimento enquanto actor e parceiro criativo, dando-lhe uma nova perspetiva sobre a sua própria carreira.

O Dia em que McConaughey Disse “Não” a James Cameron (e Perdeu o Titanic) 🚢

Uma recusa confiante, um sotaque teimoso e um dos papéis mais icónicos do cinema moderno — tudo perdido com um simples “thanks”

Matthew McConaughey quase foi Jack Dawson. Quase. Mas quando James Cameron lhe pediu para tentar a cena de outra maneira… ele disse que não. Literalmente.

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A revelação chega através do livro póstumo The Bigger Picture, do lendário produtor Jon Landau, falecido em 2024. No meio das muitas histórias de bastidores que ajudaram a construir o império Titanic, esta destaca-se pela sua simplicidade e ironia: um simples “no” que mudou o rumo de duas carreiras.

“Alright, alright, alright”… mas com sotaque texano

Segundo Landau, Kate Winslet estava rendida a McConaughey. O charme, a presença, aquele ar descontraído — tudo apontava para um “sim”. Mas James Cameron, perfeccionista de serviço, tinha uma preocupação maior: o sotaque sulista. Durante a audição, Cameron interrompeu e sugeriu: “Está óptimo. Agora vamos tentar de outra forma.”

Ao que McConaughey respondeu, com o seu habitual à-vontade: “Não. Estava bastante bom assim. Obrigado.”

Fim da história.

Como Landau escreveu: “Digamos apenas que foi o fim da linha para McConaughey.”

O papel que nunca foi (mas quase foi)

O papel de Jack acabou por ser entregue a Leonardo DiCaprio, e o resto é história. Titanic tornou-se um fenómeno cultural, vencedor de 11 Óscares, incluindo Melhor Filme, e solidificou DiCaprio como um dos grandes nomes da sua geração.

McConaughey, por sua vez, só descobriu anos mais tarde que nunca foi oficialmente convidado para o papel. Em 2021, no podcast Literally! with Rob Lowe, o actor revelou que fez um screen test com Kate Winslet e chegou a acreditar que o papel era seu: “A sério, até houve abraços. Achei mesmo que ia acontecer. Mas não aconteceu.”

A certa altura, chegou a brincar com os rumores: “Durante anos, diziam que eu tinha recusado o papel. Eu pensava: ‘Tenho de encontrar esse agente. Está tramado!’”

“Dizer não é mais importante do que dizer sim”

Hoje, McConaughey, com 55 anos, parece estar em paz com a decisão que o afastou do navio mais famoso da sétima arte. Vive no Texas com a mulher, Camila Alves, e os três filhos, longe do centro nevrálgico de Hollywood. E continua a defender o poder de dizer “não”.

No podcast Good Trouble With Nick Kyrgios, o actor disse: “O diabo está nos infinitos ‘sins’, não nos ‘nãos’. O ‘não’ é ainda mais importante, especialmente quando já se tem algum sucesso.”

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É uma filosofia que, apesar de lhe ter custado o Titanic, acabou por o guiar até à reinvenção que o levou ao Óscar por O Clube de Dallas. E mesmo que nunca tenha dito “I’m the king of the world” ao lado de Kate Winslet, McConaughey parece ter encontrado o seu próprio trono — num rancho no Texas, com o seu “alright, alright, alright” intacto.

Will Smith recusou Inception… e voltou a perder o comboio dos clássicos 🎬 Depois de Matrix, mais um murro no estômago da carreira de Will Smith

Will Smith já tinha admitido — com alguma dor na alma — que rejeitar Matrix foi uma das piores decisões da sua carreira. O papel que acabou por ser eternizado por Keanu Reeves tinha sido, inicialmente, oferecido a ele. Mas achou tudo “demasiado estranho”. O que não sabíamos é que essa não foi a única vez que o destino lhe deu um bilhete dourado para um clássico… e ele preferiu ficar na estação.

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Num momento de rara honestidade emocional, durante uma entrevista à rádio britânica Kiss Xtra, o ator revelou que também recusou o papel principal em Inception (A Origem, em português), o thriller de ficção científica realizado por Christopher Nolan e que acabaria por tornar-se num dos maiores sucessos da carreira de Leonardo DiCaprio.

“Acho que não o disse publicamente, mas vou fazê-lo porque estamos a ser sinceros um com o outro. O Chris Nolan trouxe-me o Inception primeiro e eu não o percebi”, confessou Will Smith.

A dor de ver o sucesso… de longe

Inception estreou em 2010 e tornou-se rapidamente num fenómeno cultural, misturando acção, intriga psicológica e sonhos dentro de sonhos. Leonardo DiCaprio interpretou Dom Cobb, um especialista em invadir o subconsciente durante o sono para roubar ideias. A complexidade da premissa foi precisamente o que assustou Will Smith, segundo o próprio.

“Agora que penso nisso, são aqueles filmes que vão para aquelas realidades alternativas… é difícil apresentá-los bem. Mas esses dois doem-me”, disse, referindo-se a Inception e Matrix.

Se por um lado é fácil rir com memes de Will Smith a ver Keanu Reeves em câmara lenta ou Leo a correr pelas paredes dos sonhos, por outro lado, é impossível não pensar no que poderia ter sido uma carreira ainda mais marcante.

O lugar de DiCaprio foi disputado — e muito

Embora agora pareça impossível imaginar outro actor como Dom Cobb, o percurso até Leonardo DiCaprio não foi assim tão direto. Segundo a revista The Hollywood Reporter, Nolan ofereceu o papel primeiro a Brad Pitt. Mas o ator recusou, aparentemente desconfortável com o facto de só ter 48 horas para tomar uma decisão.

Seguiu-se Will Smith — que também recusou. E só depois é que o guião chegou às mãos de DiCaprio. O resto, como se costuma dizer, é cinema.

E agora, Will?

Ao olhar para trás, Will Smith não esconde o arrependimento. São feridas que ainda doem. E a verdade é que, por muito sucesso que tenha tido com filmes como Homens de Negro ou À Procura da Felicidade, há fantasmas de escolhas passadas que continuam a assombrar.

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Quem sabe que outros filmes memoráveis ficaram por fazer por decisões mal calculadas ou por falta de visão para o que viria a tornar-se icónico? No mundo do cinema, às vezes o guião certo chega… mas nem sempre é compreendido na primeira leitura.

We Are Guardians: O Documentário que a Indústria Quase Ignorou — Mas Que o Mundo Precisa de Ver

Fisher Stevens, Leonardo DiCaprio e uma luta urgente pela floresta amazónica… que quase ficou por contar

Há histórias que simplesmente precisam de ser contadas, mesmo quando o mercado diz que “já vimos uma igual”. We Are Guardians é uma dessas histórias. Um documentário nascido na linha da frente da destruição da Amazónia brasileira, realizado por Edivan Guajajara, Chelsea Greene e Rob Grobman — e que contou com a produção de Fisher Stevens e o apoio mais recente de Leonardo DiCaprio.

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Estreado no Hot Docs 2023, e agora com exibição nos EUA graças à distribuidora Area23a, este é um documentário que levanta uma questão desconfortável: por que razão só há espaço para “um filme sobre a Amazónia de cada vez”?


🌳 A semente da resistência nasceu no coração da floresta

Tudo começou em 2019, quando os três realizadores decidiram pegar na câmara e seguir os “guardiões da floresta”, indígenas em luta pela preservação das suas terras. Fartos de ver as suas histórias distorcidas pelos media nacionais e internacionais, quiseram mostrar a realidade vista por quem vive o fogo e a destruição na pele.

“Queríamos ouvir quem está mais próximo da floresta. Saber o que se passa do ponto de vista deles,” afirmam Greene e Grobman.

Um ano depois, mostraram as primeiras imagens a Fisher Stevens, Maura Anderson e Zak Kilberg — produtores que, na altura, estavam a fundar a produtora Highly Flammable. Ficaram rendidos. O projeto tornou-se o primeiro da empresa.


🛑 Mas o mercado disse: “Já temos um filme desses”

Apesar da força visual e da urgência do tema, o caminho de We Are Guardians foi tudo menos fácil. Fisher Stevens tentou a Netflix, a National Geographic (com quem já trabalhara em Before the Flood) e a Discovery. O problema? Já havia um outro documentário sobre a Amazónia a circular: The Territory, de Alex Pritz, focado no povo Uru-eu-wau-wau.

“Infelizmente, existe esta ideia de que só pode haver um filme sobre o Brasil de cinco em cinco anos”, lamenta a produtora Maura Anderson.

“O nosso filme é mais abrangente. Fala da interligação global com a floresta.”

Com a The Territory a ser comprada pela National Geographic em Sundance, We Are Guardians viu portas a fecharem-se.


💪 Mas os guardiões (e os cineastas) não desistiram

Apesar da falta de apoio institucional, a equipa continuou a filmar, a angariar fundos e a lutar. E acabou por ser recompensada: o filme estreou no Hot Docs (Canadá), passou por vários festivais e construiu uma sólida campanha de impacto.

Agora, com a produtora Appian Way de Leonardo DiCaprio como produtora executiva, o documentário está finalmente a chegar a salas de cinema, com estreia em Los Angeles e chegada a Nova Iorque marcada para 11 de Julho.


🌎 Mais do que um documentário — um chamamento global

“O foco é localizar o interesse. Mostrar que em qualquer parte do mundo há ‘guardiões’ que precisam de ser ativados,” diz Zak Kilberg.

A mensagem de We Are Guardians é clara: a luta ambiental não é exclusiva da Amazónia. Cada cidade, cada país, cada comunidade enfrenta as suas próprias formas de destruição ambiental. E só com mobilização local e global é que será possível inverter o curso.


🎬 O preço de contar estas histórias

Fisher Stevens, vencedor de um Óscar por The Cove, admite que só conseguiu envolver-se neste projeto porque tinha estabilidade financeira vinda de trabalhos mais comerciais como Beckham ou Tiger King para a Netflix:

“Não vamos ser pagos para fazer estes documentários de impacto social. Mas temos de continuar a fazê-los.”

E é aqui que We Are Guardians se torna mais do que um filme. É um acto de resistência, activismo e coragem, feito contra a lógica das distribuidoras e o cansaço mediático. Porque a floresta continua a arder — e alguém tem de continuar a gritar.

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🎬 Mr. Scorsese: O Mestre do Cinema Torna-se Protagonista no Novo Documentário da Apple TV+

Rebecca Miller dirige série documental de cinco partes que mergulha na vida e obra de Martin Scorsese

Após décadas a documentar ícones da cultura e a redefinir o cinema, Martin Scorsese torna-se agora o centro das atenções em Mr. Scorsese, uma série documental de cinco episódios produzida pela Apple TV+. Dirigida por Rebecca Miller, a produção promete uma viagem íntima e abrangente pela carreira do lendário cineasta. 

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🎥 Uma Vida Dedicada ao Cinema

Rebecca Miller, filha do dramaturgo Arthur Miller e esposa do ator Daniel Day-Lewis, lidera este projeto que se desenvolveu ao longo de cinco anos. A série explora desde os primeiros trabalhos de Scorsese, como Italianamerican e Street Scenes 1970, até aos seus clássicos como Taxi DriverGoodfellasThe Departed e Killers of the Flower Moon

O documentário destaca as colaborações de Scorsese com figuras como Robert De Niro, Leonardo DiCaprio e Mick Jagger, além de explorar temas recorrentes na sua obra, como moralidade e a natureza humana. 


🎤 Testemunhos de Lendas do Cinema

A série conta com entrevistas de nomes como Steven Spielberg, Sharon Stone, Cate Blanchett, Jodie Foster, Paul Schrader e membros da família de Scorsese. Estes depoimentos oferecem uma visão única sobre o impacto e a influência do realizador na indústria cinematográfica. 


🎞️ Uma Homenagem ao Documentarista

Conhecido pelos seus documentários sobre Bob Dylan, George Harrison e Fran Lebowitz, Scorsese vê agora a sua própria história contada através de imagens raras e arquivos pessoais. A série promete revelar facetas desconhecidas do cineasta, oferecendo aos fãs uma oportunidade única de conhecer o homem por trás das câmaras. 


🗓️ Estreia Prevista

Embora a Apple TV+ ainda não tenha anunciado uma data oficial de estreia, especula-se que Mr. Scorsese possa ser lançado durante o Festival de Cinema de Nova Iorque, no final de setembro. Este evento seria o palco ideal para celebrar a carreira de um dos maiores nomes do cinema contemporâneo.

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“One Battle After Another”: Leonardo DiCaprio Surpreende Como Revolucionário Descompensado no Filme Mais Louco de Paul Thomas Anderson 💣🎥🍷

Se te disseram que o novo filme de Paul Thomas Anderson seria uma mistura de There Will Be Blood com Fear and Loathing in Las Vegas, estavam mais perto da verdade do que pensas. One Battle After Another, apresentado pela primeira vez com imagens explosivas na CinemaCon 2025, é uma das grandes apostas da Warner Bros. para o final do ano — e promete fazer faísca tanto nas bilheteiras como na temporada de prémios.

Com um orçamento a rondar os 130 milhões de dólares (sim, leste bem), este é o filme mais caro alguma vez realizado por Anderson, e marca a sua primeira colaboração com Leonardo DiCaprio. E que estreia! A julgar pelas reações em Las Vegas, o ator de O Lobo de Wall Street está prestes a oferecer-nos uma das interpretações mais selvagens, intensas e surreais da sua carreira.

Um revolucionário em queda… e em fúria

No filme, DiCaprio interpreta um revolucionário exausto, alcoólico e visivelmente afetado por décadas de abuso de substâncias, que embarca numa missão para salvar a filha raptada. A trama, adaptada de um romance de Thomas Pynchon (o autor que já inspirou Inherent Vice), decorre num universo de intrigas políticas, caos urbano e paranoia revolucionária, com uma pitada generosa de humor negro e uma realização grandiosa em formato VistaVision para IMAX.

Durante a CinemaCon, foi mostrada uma sequência hilária em que o personagem de DiCaprio tenta lembrar-se de uma palavra-passe para ativar uma célula de radicais. “Fritei o meu cérebro”, diz ao telefone. “Abusei de drogas e álcool durante 30 anos. Sou um amante de drogas e álcool.” Do outro lado da linha, a resposta é inesperadamente woke: “Estás a ser agressivo e isso está a dar-me ‘gatilhos de ruído’.”

Rimos? Rimos muito. Mas também percebemos que este é o tipo de sátira anárquica que só Paul Thomas Anderson se atreveria a levar a cabo com esta escala.

Um elenco de luxo e um vilão com olhos de gelo

A acompanhar DiCaprio estão Regina Hall, Teyana Taylor e o recém-chegado Chase Infiniti, mas há mais: Sean Penn interpreta o principal vilão — um coronel com um olhar glacial que, segundo quem viu, “mete mesmo medo”. Benicio del Toro surge como um camarada revolucionário armado até aos dentes e com ar de quem também abusou das substâncias erradas nos momentos certos.

É um elenco que transpira talento, caos e carisma — tudo o que este tipo de cinema precisa para se tornar lendário.

“Don’t f*cking panic”

O trailer apresentado foi tudo menos subtil: perseguições de carro, tiroteios de metralhadora, equipas de intervenção especial a arrombar portas e DiCaprio em plena espiral de colapso mental. A última frase, gritada entre explosões e sirenes: “Don’t f*cking panic. Keep your shit together.” Aparentemente, não estava a falar só para si próprio.

E apesar do tom irreverente, DiCaprio garantiu que One Battle After Another “toca em algo político e cultural que arde sob o nosso subconsciente coletivo”.

A estreia estava originalmente marcada para 8 de agosto de 2025, mas a Warner adiou o lançamento para 26 de setembro — um movimento claro para posicionar o filme na rota dos Óscares.

Uma aposta arriscada… mas com pedigree

Apostar 130 milhões num filme sem super-heróis, sabres de luz ou sequelas de animações é quase um ato de resistência nos dias que correm. Mas se há alguém que pode justificar essa aposta, é Paul Thomas Anderson. E com DiCaprio no leme da loucura, tudo pode acontecer. Lembremo-nos que The Revenant (2015) e O Lobo de Wall Street (2013) também pareciam “demasiado estranhos para o grande público” — e renderam fortunas.

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Neste caso, há quem fale já num regresso à glória do cinema audaz e autoral, com músculo técnico e ambição desmedida. E, convenhamos, só o facto de One Battle After Another existir já é um pequeno milagre num mercado saturado de fórmulas previsíveis.

Conclusão: DiCaprio + PTA = caos cinematográfico imperdível

One Battle After Another é, como o título indica, uma luta constante — tanto para os personagens como para a própria indústria que tenta recuperar da estagnação pós-pandemia. Mas se há filme que pode reacender a paixão pelo cinema audaz, provocador e livre, é este.

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A estreia mundial está marcada para 26 de setembro de 2025. E já há quem diga que os bilhetes vão esgotar antes mesmo de sabermos a palavra-passe do revolucionário de DiCaprio.

Stephen Graham e a lição mais valiosa de Hollywood: “É bonito ser bonito”

🎥 Quando pensamos em histórias de ascensão em Hollywood, geralmente imaginamos um casting meticulosamente preparado, uma lista de agentes ao telefone e audições de cortar a respiração. Mas Stephen Graham? Ele tropeçou literalmente num dos papéis mais icónicos da sua carreira… por engano.

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Tudo começou com Snatch – Porcos e Diamantes, de Guy Ritchie. Graham nem sequer ia a audição. Estava só a acompanhar um amigo, como quem vai só ver se a fila anda depressa. Mas o realizador olhou para ele e disse, com aquele charme tipicamente britânico: “Queres tentar também?” Resultado? “Começas na segunda-feira.” Sim, foi assim simples.

E foi nesse set que conheceu Brad Pitt, que, em vez de se refugiar numa caravana cheia de toalhas egípcias e smoothies orgânicos, estava sentado no chão. Pitt olhou para o jovem Graham e perguntou, com um sorriso que provavelmente poderia vender seguros de vida:

“Como estás? Isto é divertido, não é?”

Mas não ficou por aí. Pitt largou uma daquelas frases que mudam uma carreira:

“Tens muitas personagens dentro de ti. Consigo ver isso.”

📽️ Desde então, os dois mantêm uma amizade sólida – o tipo de coisa rara em Hollywood, onde as amizades duram menos que um contrato de streaming gratuito.

Mas Stephen Graham não ficou por aí. Pelo caminho, cruzou-se com nomes como Leonardo DiCaprio, durante Gangs of New York, e Al Pacino, em The Irishman. E o que é que estes ícones têm em comum? Surpresa: zero ego. Nada de exigências ridículas ou exigência de baldes de Skittles por cor. Pelo contrário, receberam-no como igual, trocaram ideias sobre a vida, o ofício de representar e até a sociedade.

E é aí que Graham revela o verdadeiro segredo da sua longevidade na indústria: ser humano antes de ser estrela. Ele lembra-se das palavras da mãe (e aqui vai uma salva de palmas para as mães sábias):

“Maneiras não custam nada. É bonito ser bonito.”

Uma frase que podia muito bem ser o slogan do próximo Oscar, não achas?

Hoje, com uma carreira recheada de papéis intensos, colaborações com os maiores nomes do cinema e um estatuto de “ator dos atores”, Graham continua a guiar-se por aquela máxima simples: respeito, humildade e autenticidade.

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E no meio de uma indústria onde o brilho dos holofotes pode cegar até o mais talentoso, talvez o maior ensinamento seja mesmo este: o verdadeiro talento brilha mais quando vem acompanhado de empatia.

🎥 Scorsese, DiCaprio, Dwayne Johnson e Emily Blunt Juntos? Hollywood Entra em Frenesi!

Quando se junta Martin ScorseseLeonardo DiCaprioDwayne Johnson e Emily Blunt num mesmo projeto, o resultado só pode ser uma coisa: um dos filmes mais aguardados dos próximos anos! 🔥

Nos últimos dias, um novo filme sobre o submundo do crime organizado no Havai foi apresentado aos estúdios de Hollywood, e, como seria de esperar, as ofertas milionárias não tardaram a chegar! 💰💣

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🎬 Um Novo Épico de Crime à Scorsese?

O projeto ainda não tem título oficial, mas já é descrito como herdeiro espiritual de “Tudo Bons Rapazes” e “The Departed – Entre Inimigos”. A história acompanha um líder mafioso implacável, baseado numa figura real, que tenta dominar o crime organizado no Havai entre as décadas de 1960 e 1970. O resultado? Uma batalha sangrenta pelo poder. 💀🔫

O argumento será escrito por Nick Bilton, jornalista britânico conhecido por trabalhos polémicos como “The Idol” (HBO) e o documentário da Netflix “Ashley Madison: Sexo, Mentiras e Escândalo”.

🎭 O Elenco de Luxo e as Parcerias Reforçadas

Além da lendária parceria Scorsese-DiCaprio, que nos deu filmes inesquecíveis como Gangs de Nova Iorque e O Lobo de Wall Street, o projeto também marca um reencontro entre Dwayne Johnson e Emily Blunt, que já trabalharam juntos em Jungle Cruise e no ainda inédito The Smashing Machine.

A presença de Dwayne Johnson no elenco indica que este poderá ser um dos filmes mais físicos e intensos da filmografia de Scorsese, adicionando uma nova dimensão ao seu estilo de crime e violência realista. 💪🎞️

🎞️ Quando Começa a Produção?

Apesar do entusiasmo da indústria, o filme ainda está longe de arrancar com a produção, já que tanto Scorsese como os atores têm as suas agendas preenchidas. Para DiCaprio, pode significar uma sobrecarga de projetos, já que ele e Scorsese também estão ligados à adaptação do best-seller Devil in the White City, um thriller histórico sobre um assassino em série no século XIX.

Com um projeto desta dimensão, só nos resta esperar que as negociações avancem rapidamente. Mas uma coisa é certa: quando Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio entram em cena, a indústria para para assistir. 🎥🔥

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Será que este pode ser o próximo grande clássico do cinema de crime? Deixa a tua opinião nos comentários! 👇👇

DiCaprio e Scorsese: O Projeto de The Devil in the White City Pode Finalmente Sair do Papel 🎥✨

Leonardo DiCaprio e Martin Scorsese, uma das duplas mais icónicas do cinema contemporâneo, estão prestes a dar vida a um projeto ambicioso que tem circulado por Hollywood há mais de uma década. A adaptação de The Devil in the White City: Murder, Magic and Madness at the Fair That Changed America, de Erik Larson, parece finalmente encaminhar-se para o grande ecrã, graças ao envolvimento da 20th Century Studios.

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Um Projeto que Resiste ao Tempo 🕰️

Desde que DiCaprio adquiriu os direitos do livro em 2010, The Devil in the White City passou por várias mãos e formatos. Em 2015, chegou a ser anunciado como o próximo projeto de Scorsese após Silêncio, mas acabou por enfrentar vários atrasos. Tentativas de transformá-lo numa minissérie para o Hulu, com Keanu Reeves no elenco, também não avançaram.

Agora, com a 20th Century Studios a assumir o controlo, as negociações entre DiCaprio, Scorsese e o estúdio deram nova vida ao projeto. Este será o sétimo filme da parceria entre o ator e o realizador, após sucessos como Gangs de Nova IorqueThe Departed e O Lobo de Wall Street.

A História por Detrás do Livro 📖🔪

Publicado em 2004, o livro de Erik Larson mistura história real com elementos de suspense, focando-se em dois homens na Feira Mundial de Chicago de 1893. Daniel H. Burnham, um arquiteto visionário, superou desafios imensos para construir a impressionante “Cidade Branca” da exposição. Em contraste, H. H. Holmes, um assassino em série disfarçado de médico encantador, construiu um hotel de três andares equipado com câmara de gás, mesas de dissecação e crematório, onde matou dezenas de vítimas.

DiCaprio assumirá o papel de Holmes, trazendo ao ecrã a complexidade e o fascínio macabro de um dos primeiros assassinos em série modernos.

Um Projeto Ambicioso com Apoio de Peso 🌍🎞️

O envolvimento da 20th Century Studios sinaliza uma aposta em projetos que combinam apelo comercial e prestígio. Este alinhamento estratégico inclui outros filmes promissores, como o biopic sobre Bruce Springsteen, Deliver Me From Nowhere, e The Barrier, com Austin Butler e Edward Berger.

Embora ainda não haja um argumento final para The Devil in the White City, o projeto promete ser uma abordagem cinematográfica original, com um enredo envolvente e performances de grandes talentos de Hollywood.

Expectativas Elevadas para a Dupla DiCaprio-Scorsese 🎭✨

Com um historial de sucessos aclamados, as expectativas para esta colaboração são altas. A história verídica, recheada de mistério e intriga, combina perfeitamente com o estilo de Scorsese e o talento de DiCaprio para interpretar personagens complexas e moralmente ambíguas.

Depois de anos de incertezas, parece que The Devil in the White City está finalmente pronto para encantar o público e reafirmar o poder criativo de uma das parcerias mais celebradas de Hollywood.

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Leonardo DiCaprio e o Desafio de “Django Unchained”: Como Samuel L. Jackson o Conquistou 💥🎥

No universo do cinema, alguns papéis exigem uma profundidade emocional e uma coragem surpreendentes. Foi exatamente o caso de Leonardo DiCaprio em Django Unchained (2012), de Quentin Tarantino, onde o ator interpretou Calvin Candie, um cruel proprietário de escravos. Recentemente, Jamie Foxx, colega de elenco, revelou como DiCaprio enfrentou dificuldades em usar insultos raciais no filme, até que Samuel L. Jackson interveio de forma memorável.

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“Diz essa porcaria!” – O Momento que Quebrou o Gelo 🗣️

Segundo Foxx, DiCaprio estava visivelmente desconfortável com as falas que envolviam insultos raciais durante os ensaios. “Leo parou a leitura e disse: ‘Pessoal, não consigo fazer isto. Não sou eu,’” recordou Foxx numa entrevista à Vanity Fair. Foi então que Samuel L. Jackson, com o seu jeito inconfundível, encorajou-o da forma mais direta possível: “Diz essa porcaria, seu [impropriedade]! É só mais uma terça-feira. Que se lixem!”

Este momento parece ter marcado um ponto de viragem para DiCaprio, que, com a ajuda do apoio de Jackson e de Foxx, mergulhou completamente na sua personagem. Foxx relembra ainda ter dito ao colega: “Não vais conseguir interpretar esta personagem até entenderes o que foi a escravatura. Foi horrível. Foi devastador.” O resultado foi evidente. No dia seguinte, DiCaprio chegou ao set com uma nova intensidade e recusou até falar com Foxx fora das cenas, indicando que estava completamente imerso no papel.

O Sucesso de “Django Unchained” 🌟

O esforço de DiCaprio e do restante elenco foi recompensado. Django Unchained tornou-se o filme de maior bilheteira de Tarantino, arrecadando quase 500 milhões de dólares a nível mundial. O filme recebeu aclamação da crítica e vários prémios, incluindo o Óscar de Melhor Argumento Original para Tarantino e Melhor Ator Secundário para Christoph Waltz, que interpretou o carismático Dr. King Schultz.

Infelizmente, DiCaprio não foi nomeado para o Óscar, mas conseguiu uma nomeação para o Globo de Ouro pela sua impressionante interpretação de Calvin Candie.

Tarantino e o Cinema: Sempre no Centro da Controvérsia 🎬🔥

Enquanto Django Unchained continua a ser celebrado, Tarantino mantém-se uma figura polarizadora na indústria. Recentemente, o realizador defendeu a sua admiração por Joker 2 contra as críticas, afirmando: “Que importa o que gosto?” Uma resposta tão contundente quanto os seus filmes.

Jamie Foxx, por sua vez, mantém-se ativo na indústria, protagonizando o filme de ação Back In Action, que, embora tenha recebido críticas mistas, prova que o ator continua a desafiar-se em novos projetos.

Legado de “Django Unchained”

Mais de uma década após o seu lançamento, Django Unchained continua a ser um marco no cinema, tanto pelo seu impacto social como pelo desempenho inesquecível do elenco. A determinação de Leonardo DiCaprio em ultrapassar barreiras pessoais para dar vida ao vilão Calvin Candie é um exemplo poderoso de como o cinema pode exigir mais do que talento – exige coragem.

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“Body of Lies” de Ridley Scott: Um Thriller Geopolítico Intenso e Provocador

Lançado em 2008, “Body of Lies” é um thriller geopolítico realizado por Ridley Scott, que mergulha profundamente no mundo complexo da espionagem, terrorismo e política global. Adaptado do romance de David Ignatius, o filme é protagonizado por Leonardo DiCaprio e Russell Crowe, oferecendo uma visão intensa e inquietante dos dilemas éticos e operacionais do contra-terrorismo.

Uma História de Espionagem com Alta Tensão

A narrativa segue Roger Ferris (Leonardo DiCaprio), um agente da CIA destacado para o Médio Oriente, enquanto tenta desmantelar uma rede terrorista. Ferris é constantemente manipulado por Ed Hoffman (Russell Crowe), o seu superior cínico e estrategista que opera confortavelmente à distância, a partir da sua vida suburbana nos Estados Unidos.

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O filme explora as tensões entre Ferris e Hoffman, refletindo o choque entre o terreno e a sala de comando. Enquanto Ferris enfrenta riscos de vida ou morte em operações no terreno, Hoffman toma decisões frias e calculadas que afetam diretamente o destino de outros. Esta dinâmica cria uma atmosfera de constante tensão, onde a moralidade e os objetivos práticos frequentemente entram em conflito.

Performances Poderosas

Leonardo DiCaprio entrega uma performance convincente como Ferris, um homem dividido entre o seu código moral e a realidade brutal da espionagem. Ele destaca-se ao retratar a vulnerabilidade e a determinação de alguém que se vê frequentemente traído pelos seus aliados.

Por outro lado, Russell Crowe brilha no papel de Hoffman, capturando a essência de um burocrata implacável cuja frieza contrasta com a intensidade de Ferris. A interação entre os dois atores é um dos pontos altos do filme, alimentando a tensão e o drama.

Mark Strong, no papel de Hani Salaam, o chefe carismático e astuto da inteligência jordaniana, oferece uma performance memorável, acrescentando uma camada de sofisticação à narrativa.

Direção Magistral de Ridley Scott

A direção de Ridley Scott mantém a tensão elevada do início ao fim. Com cenários variados que vão desde os desertos do Médio Oriente às ruas movimentadas da Europa, a cinematografia capta eficazmente o caos e a urgência das operações de contra-terrorismo. Cada cena é visualmente impressionante, reforçando a atmosfera de perigo e incerteza que permeia o filme.

Temas e Complexidade Narrativa

“Body of Lies” levanta questões críticas sobre os custos da guerra, a ética da espionagem e a interferência ocidental no Médio Oriente. No entanto, o filme nem sempre consegue equilibrar a sua narrativa ambiciosa. A relação entre Ferris e Aisha (Golshifteh Farahani), uma enfermeira local, é um exemplo disso — apesar de ter potencial para aprofundar a humanidade de Ferris, acaba por ser subdesenvolvida e enfraquece o impacto emocional da história.

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Conclusão

Apesar de alguns tropeços narrativos, “Body of Lies” é um thriller envolvente e provocador, ancorado por performances fortes e a direção hábil de Ridley Scott. Para fãs de thrillers políticos e histórias sobre espionagem moderna, este filme oferece uma exploração fascinante das complexidades do contra-terrorismo e das dinâmicas de poder que o rodeiam.