Os Cinemas NOS trazem de volta ao grande ecrã “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, entre 27 e 30 de agosto, no âmbito da celebração global “Back to Hogwarts 2026”, que assinala os 25 anos desde a estreia do primeiro filme da saga baseada nos livros de J.K. Rowling. A reposição integra um programa mais alargado da Warner Bros. Discovery que, entre 27 de agosto e 3 de setembro, disponibiliza os oito filmes da franquia nos cinemas de todo o mundo, ainda que o calendário exato de exibição varie consoante a região e o exibidor.
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Há 25 anos, em novembro de 2001, “Harry Potter e a Pedra Filosofal” introduzia o mundo ao jovem bruxo interpretado por Daniel Radcliffe, dando início a uma das franquias mais bem-sucedidas comercialmente da história do cinema, que viria a somar oito filmes ao longo de uma década, arrecadar mais de sete mil milhões de dólares nas bilheteiras mundiais e transformar Hogwarts, o Beco Diagonal e o Expresso de Hogwarts em referências culturais reconhecíveis muito para além do público que leu os livros originais.
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Para esta reedição especial, o filme não regressa exatamente igual ao que o público viu em 2001: a versão exibida nos cinemas nesta celebração inclui 12 minutos de material nunca antes visto, com imagens dos bastidores da produção, o que representa um incentivo adicional mesmo para quem já assistiu ao filme dezenas de vezes ao longo destes 25 anos. É uma estratégia que a Warner Bros. Discovery tem vindo a repetir noutras franquias marcantes do seu catálogo, apostando na nostalgia como motor de bilheteira num ano particularmente forte para o cinema em sala.
A celebração “Back to Hogwarts 2026” não se fica pela reedição: o anúncio inclui também eventos presenciais para fãs em quatro regiões globais e novos vislumbres da futura série da HBO baseada nos livros originais, atualmente em produção e aguardada com enorme expectativa por parte dos fãs da saga, que a acompanham como uma possibilidade de recontar a história com maior fidelidade ao material literário do que os filmes permitiram em alguns momentos.
Para o público português, esta é uma oportunidade rara de reviver em sala o início de uma saga que marcou gerações, não apenas pela nostalgia do primeiro contacto com o universo criado por J.K. Rowling, mas também pela experiência coletiva do cinema, algo que o consumo doméstico em streaming raramente consegue replicar. Vinte e cinco anos depois, Hogwarts continua, aparentemente, a encher salas.



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