Há duas notícias neste artigo. A primeira é que Berlim e a Dama com Arminho — a segunda temporada do spin-off de La Casa de Papel centrado no personagem mais elegante e mais insuportável da série — estreia amanhã, 15 de Maio, no Netflix, com todos os oito episódios disponíveis em simultâneo. A segunda é que, durante a pré-estreia realizada em Sevilha na semana passada, a Netflix confirmou que o universo de La Casa de Papel vai continuar muito além de Berlim — com um teaser de 50 segundos e uma máscara de Salvador Dalí dourada que deixou os fãs em polvorosa.
Comecemos pelo que chega amanhã. A segunda temporada abandona Paris — onde a primeira temporada decorreu, com o gangue a fazer desaparecer 44 milhões de euros em jóias — e move a acção para Sevilha, onde Berlim e a sua equipa planeiam roubar A Dama com Arminho, uma das obras mais célebres de Leonardo da Vinci. O título não é uma metáfora — é literalmente o quadro que está no centro do plano. Em paralelo, Berlim organiza um segundo golpe em Paris, desta vez mirando 434 diamantes avaliados em 44 milhões de euros na Champs-Élysées. Dois golpes em simultâneo, duas cidades, uma equipa que já conhecemos e uma nova personagem interpretada por Inma Cuesta cujos contornos a produção manteve em segredo até à pré-estreia.

Pedro Alonso regressa como Andrés de Fonollosa — o homem que La Casa de Papel apresentou como vilão e que o spin-off foi transformando numa figura muito mais complexa, capaz de planear um roubo como se fosse uma composição musical e de destruir uma relação com a mesma precisão. Ao seu lado estão Tristán Ulloa como Damián, Michelle Jenner como Keila, Begoña Vargas como Cameron, Julio Peña Fernández como Roi e Joel Sánchez como Bruce. A frase de campanha da temporada — “Ele não rouba, ele faz arte” — define o tom com uma exactidão que o próprio Berlim provavelmente aprovaria.
E depois há o teaser. Durante a pré-estreia em Sevilha, Álvaro Morte — o Professor — confirmou o regresso ao universo, e a Netflix exibiu um teaser de 50 segundos com a máscara de Salvador Dalí agora dourada e uma barra de ouro a ser desenterrada, com a narração: “Tudo começou com dinheiro, depois veio o ouro e tesouros que não têm preço, mas a revolução ainda não acabou.” Não há título, não há elenco, não há data. Há apenas a confirmação de que a franchise mais vista da história da Netflix em língua não inglesa não ficou por aqui.
Para Portugal, onde La Casa de Papel foi uma das séries mais vistas de sempre na plataforma, amanhã é dia de maratona.
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