Pete Davidson e a modelo Elsie Hewitt separaram-se após meses de tentativas de resolver problemas na relação que se seguiram ao nascimento da filha, Scottie Rose, em Dezembro de 2025. A confirmação chegou hoje através do TMZ e do People — e com ela o fim de uma relação que se moveu a uma velocidade que surpreendeu toda a gente que a seguiu.
Davidson, 32, e Hewitt, 30, tornaram a relação pública em Março de 2025, anunciaram a gravidez em Julho e foram pais em Dezembro. Nove meses do início ao nascimento da filha — um ritmo que os meios de comunicação americanos descreveram como “hiper-acelerado” e que, segundo fontes próximas do casal citadas pelo People, criou pressões consideráveis numa relação ainda muito recente. “Querem que um e outro sejam felizes. Há problemas, mas estão a tentar resolver as coisas juntos”, disse uma fonte ao People. Apesar da separação, as fontes garantem que Davidson e Hewitt estão focados na co-parentalidade de Scottie Rose.
A notícia chega numa semana que já estava a ser turbulenta para Davidson. No domingo, participou no Roast de Kevin Hart na Netflix — um especial que já está disponível na plataforma — e o seu set gerou polémica considerável. Davidson fez uma piada sobre Charlie Kirk, o activista conservador americano assassinado em Setembro de 2025, que foi recebida com silêncio na sala e com reacções acesas nas redes sociais. Segundo fontes citadas pelo Hollywood Reporter, Davidson tinha sido avisado antes do espectáculo de que a piada podia ser problemática — e avançou na mesma.
É o Pete Davidson de sempre — capaz de fazer rir e de se meter em sarilhos com a mesma facilidade, muitas vezes na mesma semana. A diferença agora é que tem uma filha de cinco meses. Isso muda o cálculo de tudo.
Em 2001, Reese Witherspoon entrou em Harvard com um fato cor-de-rosa e um chihuahua na mala e mudou para sempre o que se entendia por comédia de formação feminina. Vinte e cinco anos depois, o Prime Video vai mostrar quem era Elle Woods antes de tudo isso. Elle — o prequel da série — estreia a 1 de Julho com dez episódios, já renovado para uma segunda temporada antes de a primeira chegar ao ecrã.
A série passa-se em 1995 e segue Elle Woods (Lexi Minetree) no liceu em Bel-Air, antes de a família se mudar para Seattle quando o pai perde o emprego. É um universo conhecido — amizades complicadas, romance proibido e escolhas de moda questionáveis — mas numa versão mais jovem e mais vulnerável da personagem que toda a gente conhece. Minetree foi escolhida entre centenas de candidatas numa procura que Witherspoon — produtora executiva da série — disse ter sido inspirada por Wednesday da Netflix: “Vi aquela série e pensei: devíamos fazer Elle Woods no liceu, porque queria perceber quem ela era antes da faculdade.”
O elenco inclui June Diane Raphael como a mãe de Elle e Tom Everett Scott como o pai. Num dos seus últimos papéis antes de falecer, James Van Der Beek — Dawson de Dawson’s Creek — interpreta o director da escola. É um detalhe que vai certamente emocionar quem cresceu com ambas as séries nos anos 90 e 2000.
A segunda temporada já está em rodagens em Vancouver — o que significa que o Prime Video apostou na série muito antes de saber como o público vai reagir. Em Portugal, Elle estará disponível a 1 de Julho no Prime Video.
ATENÇÃO: Este artigo contém spoilers do episódio 7 da quinta temporada de The Boys.
Com dois episódios para o fim da série — a estreia do episódio final está marcada para 19 de Maio em sessões de cinema em 4DX, antes de chegar ao Prime Video a 20 de Maio — Eric Kripke conseguiu encaixar no penúltimo episódio um cameo que fez toda a gente fazer pausa e recuar. A voz inconfundível pertencia a Samuel L. Jackson. A personagem era Xander — um tubarão-martelo.
Jackson empresta a voz a Xander, o animal marinho que transportou The Deep (Chace Crawford) numa perseguição a A-Train no início da temporada. No episódio 7, Xander regressa — furioso. Uma explosão de pipeline destruiu grande parte da vida marinha do oceano, e Xander não está com paciência para The Deep. É a continuação natural da tradição da série de escalar celebridades para vozes de animais marinhos: Tilda Swinton foi a voz de Ambrosius, o polvo com quem The Deep se apaixonou na quarta temporada.
“Queríamos uma voz muito distinta — e quem tem uma voz mais distinta em Hollywood do que Sam Jackson? Fomos directamente ao agente dele. Era a nossa primeira escolha, e perguntámos: ‘Ele quer fazer isto?’ Jackson gosta da série e aceitou de imediato. Isso é um item da lista de desejos — ouvir Sam Jackson a ler os teus diálogos”, disse Kripke ao Polygon. Jackson gravou as suas falas durante uma manhã livre em Nova Iorque, com Kripke a dirigir remotamente de Los Angeles. A quinta temporada de The Boys está disponível no Prime Video em Portugal.
Matt Reeves não fez nenhum comunicado de imprensa. Publicou GIFs no X. Para anunciar Scarlett Johansson, usou uma imagem dela em Under the Skin com a legenda “Next exit, Gotham… Welcome.” Para Sebastian Stan, um GIF do actor com a legenda “In a Gotham state of mind… Welcome.” É a forma mais 2026 possível de confirmar o elenco de um dos filmes mais aguardados de 2027 — e funcionou exactamente como estava planeado.
Stan está confirmado no papel de Harvey Dent, o procurador de Gotham que se tornará em Duas Caras. Johansson interpreta Gilda Dent, a mulher de Harvey — um papel central na história de Batman: The Long Halloween de Jeph Loeb, que parece inspirar este segundo filme. Charles Dance foi confirmado como Charles Dent, o pai de Harvey; Brian Tyree Henry e Sebastian Koch juntam-se também ao elenco. Os actores confirmados anteriormente — Robert Pattinson como Bruce Wayne, Colin Farrell como o Pinguim, Jeffrey Wright como o Comissário Gordon e Andy Serkis como Alfred — regressam.
A migração de actores Marvel para DC continua a ser um dos temas mais comentados da indústria. Stan e Johansson co-protagonizaram os filmes dos Vingadores durante uma década — e agora aparecem juntos em Gotham. Reeves disse que o segundo filme se focará mais em Bruce Wayne do que em Batman, “porque o primeiro está tão focado no Batman”. A estreia está marcada para 1 de Outubro de 2027 nos cinemas portugueses.
John Travolta pilotou o seu próprio avião até Cannes — a única forma de chegar que fazia sentido para um homem com mais de 9.000 horas de voo no currículo e um filme sobre aviação para estrear. O que não esperava era o que o esperava antes da sessão.
Thierry Frémaux, o director artístico do festival, apresentou a Travolta uma Palma de Ouro honorária surpresa momentos antes da estreia mundial de Propeller One-Way Night Coach, o seu filme de estreia como realizador. Travolta agarrou o peito visivelmente emocionado. “Surprise complétement!”, exclamou em francês entre lágrimas. “Não acredito. Era a última coisa que esperava.”
“Quando me disseste que esta seria a noite especial, não sabia que significaria isto. Este momento é de uma humildade enorme”, disse a Frémaux. “Isto está para além do Óscar.” A afirmação — vinda de um actor com duas nomeações ao Óscar, o autor de Danny Zuko, Tony Manero e Vincent Vega — diz tudo sobre o peso que Cannes tem para os cineastas que o frequentam há décadas.
Propeller One-Way Night Coach, baseado no livro homónimo que Travolta escreveu em 1997 como prenda de Natal para a família, foi o primeiro filme escolhido para a 79.ª edição do festival — selecionado por Frémaux em Novembro passado antes de qualquer outro título. A história passa-se em 1962 e segue um jovem entusiasta da aviação e a sua mãe numa viagem de avião cross-country de Washington para Los Angeles. A filha de Travolta, Ella Bleu, está no elenco como uma hospedeira de bordo. Pai e filha percorreram o tapete vermelho juntos, de preto coordenado.
Toda a gente conhece as imagens das praias da Normandia, os soldados a desembarcar sob fogo, o sacrifício que definiu o rumo da Segunda Guerra Mundial. Mas nas 72 horas antes de tudo isso acontecer, havia dois homens a enfrentar uma decisão que nenhum manual militar poderia preparar: avançar com a maior operação anfíbia da história num tempo incerto, ou esperar e arriscar comprometer meses de planeamento e o elemento surpresa. Dia D: Sob Pressão é a história desses dois homens — e estreia nas salas portuguesas a 25 de Junho, com distribuição da NOS Audiovisuais.
O General Dwight D. Eisenhower, Comandante Supremo das Forças Aliadas, e o Capitão James Stagg, o meteorologista escocês que lhe disse o que o tempo ia fazer — e cuja previsão foi provavelmente a mais consequente da história da humanidade. Eisenhower precisava de condições específicas: lua cheia para os paraquedistas, maré baixa ao amanhecer para as praias, céu suficientemente claro para a cobertura aérea. Stagg tinha dados contraditórios, pressão de todos os lados e uma janela de tempo de quarenta e oito horas que identificou no meio de um sistema de tempestades que estava a fazer duvidar toda a gente à sua volta. Eisenhower acreditou nele. O resto é história.
Andrew Scott — o Padre Fleabag, o Hot Priest, o Moriarty de Sherlock, o Andrew Scott de Ripley que está neste momento no topo de todas as listas de actores europeus mais desejados — interpreta Stagg. Brendan Fraser, Óscar de Melhor Actor por The Whale, é Eisenhower. Kerry Condon, Damian Lewis e Chris Messina completam um elenco que tem em si mesmo uma garantia de qualidade difícil de ignorar. A realização é de Anthony Maras, que em Hotel Mumbai(2018) mostrou uma capacidade rara para construir tensão a partir de acontecimentos históricos reais sem perder a dimensão humana dos intervenientes.
O filme é baseado na peça homónima de David Haig — que estreou em Londres em 2013 e se tornou numa das peças históricas mais respeitadas do teatro britânico contemporâneo. Haig, que interpretou Stagg na peça original durante anos, co-escreveu o argumento da adaptação. É o tipo de origem que garante fidelidade ao material e profundidade às personagens: Haig passou anos a investigar a relação entre os dois homens, as pressões que ambos enfrentaram e o que significou, para cada um deles, a responsabilidade de uma decisão desta escala.
Dia D: Sob Pressão estreia a 25 de Junho nas salas portuguesas.
Clint Eastwood fez apenas um telefonema quando decidiu quem ia interpretar Francesca Johnson. Do outro lado estava Meryl Streep. Spielberg tinha resistido inicialmente, mas Eastwood insistiu — e o resultado, domingo dia 7 de Junho às 22h20 na STAR Life, é um dos romances mais bem realizados do cinema americano dos anos 90.
A história é simples até à crueldade. Francesca Johnson é uma dona de casa italiana casada com um agricultor do Iowa, vivendo uma vida boa mas pequena, num mundo onde a palavra “escolha” raramente se aplica às mulheres. Em 1965, o marido e os filhos partem para uma feira agrícola durante quatro dias. Um fotógrafo da National Geographic chama-se Robert Kincaid e precisa de encontrar as pontes cobertas do condado de Madison. Os quatro dias que se seguem mudam tudo — e não mudam nada. Eastwood filmou o romance cronologicamente, do ponto de vista de Francesca, “porque era importante trabalhar assim. Éramos duas pessoas a conhecermo-nos, em tempo real, como actores e como personagens.”
Catherine Deneuve e Isabella Rossellini fizeram testes para o papel de Francesca. Meryl Streep fez uma iteração de Francesca que torna essa hipótese impossível de imaginar. A performance — décima nomeação ao Óscar de Meryl Streep, que ganhou peso para o papel e trabalhou o sotaque italiano com uma precisão que os italianos reconhecem como autêntica — é construída em detalhes: a forma como fecha o frigorífico, os sorrisos envergonhados do início, a mão na maçaneta do carro na chuva numa das cenas mais tensas e mais contidas do romance cinematográfico. O New York Times escreveu que Streep “se eleva directamente de Christina’s World para encarnar toda a solidão e o desejo feroz que Andrew Wyeth capturou na tela”.
Eastwood, que tinha 65 anos quando rodou o filme, compôs parte da banda sonora em parceria com Lennie Niehaus. É uma música de jazz que serve o filme como um terceiro personagem — presente nas canções do rádio que acompanham os quatro dias, ausente quando o silêncio diz mais do que qualquer nota. É o tipo de detalhe que só um realizador que é também músico consegue acertar desta forma.
O filme fez 182 milhões de dólares globalmente com um orçamento de 22 milhões — um dos romances mais rentáveis da história de Hollywood. Trinta anos depois, a cena da maçaneta continua a ser uma das mais citadas do género. Domingo, 7 de Junho, às 22h20, na STAR Life.
Sorry, Baby é um filme sobre trauma que sussurra — e é precisamente essa contenção que o torna tão difícil de ignorar. A primeira longa-metragem de Eva Victor, premiada no Sundance de 2025 com o prémio de Melhor Argumento, estreia no domingo, 17 de Maio, às 21h40, em exclusivo no TVCine Top e TVCine+.
Agnes é professora de literatura. Algo aconteceu-lhe — algo que o filme não nomeia com facilidade, porque a nomeação fácil é parte do problema. O que Sorry, Baby acompanha não é o acontecimento em si mas o que vem a seguir: os dias e meses depois de um momento que a marcou profundamente, quando o mundo à volta de Agnes parece querer avançar rapidamente para a frente e Agnes ainda não conseguiu perceber onde está. O isolamento. As conversas que ficam a meio. Os gestos hesitantes. A dificuldade de regressar a uma normalidade que já não existe da forma que existia antes. Eva Victor interpreta Agnes — e escreveu também o argumento, o que explica a precisão com que cada cena sabe exactamente quanto pode dizer e quanto deve guardar.
Naomi Ackie — que o público português conhece de Station Eleven, Master of None e do papel de Whitney Houston em I Wanna Dance with Somebody — interpreta Lydie, a amiga que se torna no principal ponto de apoio de Agnes. É numa relação de amizade feminina, e não num arco de resolução, que o filme encontra o seu centro emocional. Victor tem um talento específico para filmar a proximidade entre mulheres — os gestos pequenos, as conversas que não chegam ao fim, os momentos em que não é preciso explicar nada porque a outra pessoa já percebeu.
Sorry, Baby foi descrito pela crítica do Sundance como “uma das obras mais honestas sobre sobrevivência emocional dos últimos anos” — uma formulação que capta bem o que o filme faz sem o que o filme recusa fazer: não há catarse limpa, não há resolução arrumada, não há momento em que Agnes fica “curada”. Há vida a continuar, de forma imperfeita e às vezes estranha e ocasionalmente até com humor, porque é assim que a vida continua. Domingo, 17 de Maio, às 21h40, no TVCine Top e TVCine+.
Brad Pitt tem 62 anos, um Óscar de Melhor Actor de Apoio por C’era una Volta a… Hollywood, quatro nomeações ao Óscar de Melhor Actor, e uma das filmografias mais consistentemente interessantes do cinema americano dos últimos trinta anos. Com Heart of the Beast a chegar em Setembro, é o momento certo para revisitar o essencial.
10. Snatch — Porcos e Diamantes (2000) Guy Ritchie reuniu um elenco impossível — Jason Statham, Benicio del Toro, Dennis Farina — e colocou Brad Pitt no centro como Mickey O’Neil, um boxeur irlandês de pura gíria que ninguém consegue perceber. É um dos papéis mais divertidos da sua carreira, e a cena do combate de boxe é puro prazer cinematográfico.
9. O Curioso Caso de Benjamin Button (2008) David Fincher dirigiu Pitt como um homem que nasce velho e rejuvenesce ao longo da vida — uma premissa que podia ter sido kitsch e que se torna numa meditação genuinamente tocante sobre o tempo, o amor e a memória. A nomeação ao Óscar de Melhor Actor foi merecida.
8. Inglourious Basterds (2009) O Tenente Aldo Raine e o seu sotaque do Tennessee são um dos grandes prazeres do cinema de Tarantino. Pitt sabe exactamente o que o realizador quer e entrega-o com uma generosidade e um sentido de ritmo que tornam cada uma das suas cenas num presente. “Voglio il mio scalpo.”
7. Twelve Monkeys — Os Doze Macacos (1995) Terry Gilliam dirigiu Pitt como um paciente psiquiátrico frenético num thriller de ficção científica sobre viagens no tempo — e o resultado foi a sua primeira nomeação ao Óscar e a primeira prova de que havia muito mais no actor do que o sorriso de Thelma e Louise. É uma performance física e vocalmente arriscada que ainda hoje surpreende.
6. Fury — Fúria (2014) David Ayer dirigiu Pitt como Don “Wardaddy” Collado, o sargento de um tanque Sherman nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial. É um filme de guerra brutal, sem romantismo, com uma sequência final dentro do tanque que é uma das mais tensas do género. A reunião com Ayer em Heart of the Beast partiu daqui.
5.Era uma vez em… Hollywood (2019) Cliff Booth é uma das personagens mais estranhas e mais cativantes que Quentin Tarantino alguma vez escreveu — um duplo de acrobacias de Hollywood, possível assassino da mulher, completamente sem ambições e completamente em paz consigo próprio. O Óscar de Melhor Actor de Apoio foi o reconhecimento de uma performance que parece não estar a fazer nada enquanto faz tudo.
4. Fight Club (1999) Tyler Durden. Não precisa de mais explicação. A segunda colaboração de Pitt com Fincher é um dos filmes mais citados, mais imitados e mais mal-entendidos do cinema americano dos anos 90 — e Pitt está num modo de carisma absoluto que raramente voltou a atingir com esta intensidade.
3. Thelma e Louise (1991) O papel que lançou tudo. Oito minutos de ecrã como JD, o ladrão encantador que seduz Thelma e the rouba o dinheiro, e Hollywood percebeu que existia um novo astro. Ridley Scott nunca esqueceu — e trabalhou com Pitt novamente trinta anos depois em The Counselor.
2. F1 (2025) Joseph Kosinski — o mesmo de Top Gun: Maverick — fez com a Fórmula 1 o que fez com a aviação: um filme de entretenimento de alta octanagem com emoção genuína por detrás da velocidade. Pitt como Sonny Hayes, o piloto veterano que regressa à corrida de topo, recebeu quatro nomeações ao Óscar. É o Pitt do momento — experiente, carismático, completamente à vontade numa escala de blockbuster.
1. Seven — Pecados por Morte (1995) A segunda colaboração com David Fincher é o melhor filme de ambos — um thriller de série de crimes com Morgan Freeman, um final que ninguém esperava e uma caixa que toda a gente conhece. “What’s in the box?” é uma das frases mais icónicas da história do cinema de suspense, e Pitt entrega-a com uma intensidade que faz doer. Trinta anos depois, Seven continua a ser o filme de referência do género.
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