Os 10 Melhores Filmes de Brad Pitt — de “Thelma e Louise” a “F1”

Brad Pitt tem 62 anos, um Óscar de Melhor Actor de Apoio por C’era una Volta a… Hollywood, quatro nomeações ao Óscar de Melhor Actor, e uma das filmografias mais consistentemente interessantes do cinema americano dos últimos trinta anos. Com Heart of the Beast a chegar em Setembro, é o momento certo para revisitar o essencial.

10. Snatch — Porcos e Diamantes (2000) Guy Ritchie reuniu um elenco impossível — Jason Statham, Benicio del Toro, Dennis Farina — e colocou Brad Pitt no centro como Mickey O’Neil, um boxeur irlandês de pura gíria que ninguém consegue perceber. É um dos papéis mais divertidos da sua carreira, e a cena do combate de boxe é puro prazer cinematográfico.

9. O Curioso Caso de Benjamin Button (2008) David Fincher dirigiu Pitt como um homem que nasce velho e rejuvenesce ao longo da vida — uma premissa que podia ter sido kitsch e que se torna numa meditação genuinamente tocante sobre o tempo, o amor e a memória. A nomeação ao Óscar de Melhor Actor foi merecida.

8. Inglourious Basterds (2009) O Tenente Aldo Raine e o seu sotaque do Tennessee são um dos grandes prazeres do cinema de Tarantino. Pitt sabe exactamente o que o realizador quer e entrega-o com uma generosidade e um sentido de ritmo que tornam cada uma das suas cenas num presente. “Voglio il mio scalpo.”

7. Twelve Monkeys — Os Doze Macacos (1995) Terry Gilliam dirigiu Pitt como um paciente psiquiátrico frenético num thriller de ficção científica sobre viagens no tempo — e o resultado foi a sua primeira nomeação ao Óscar e a primeira prova de que havia muito mais no actor do que o sorriso de Thelma e Louise. É uma performance física e vocalmente arriscada que ainda hoje surpreende.

6. Fury — Fúria (2014) David Ayer dirigiu Pitt como Don “Wardaddy” Collado, o sargento de um tanque Sherman nos últimos dias da Segunda Guerra Mundial. É um filme de guerra brutal, sem romantismo, com uma sequência final dentro do tanque que é uma das mais tensas do género. A reunião com Ayer em Heart of the Beast partiu daqui.

5.Era uma vez em… Hollywood (2019) Cliff Booth é uma das personagens mais estranhas e mais cativantes que Quentin Tarantino alguma vez escreveu — um duplo de acrobacias de Hollywood, possível assassino da mulher, completamente sem ambições e completamente em paz consigo próprio. O Óscar de Melhor Actor de Apoio foi o reconhecimento de uma performance que parece não estar a fazer nada enquanto faz tudo.

4. Fight Club (1999) Tyler Durden. Não precisa de mais explicação. A segunda colaboração de Pitt com Fincher é um dos filmes mais citados, mais imitados e mais mal-entendidos do cinema americano dos anos 90 — e Pitt está num modo de carisma absoluto que raramente voltou a atingir com esta intensidade.

3. Thelma e Louise (1991) O papel que lançou tudo. Oito minutos de ecrã como JD, o ladrão encantador que seduz Thelma e the rouba o dinheiro, e Hollywood percebeu que existia um novo astro. Ridley Scott nunca esqueceu — e trabalhou com Pitt novamente trinta anos depois em The Counselor.

2. F1 (2025) Joseph Kosinski — o mesmo de Top Gun: Maverick — fez com a Fórmula 1 o que fez com a aviação: um filme de entretenimento de alta octanagem com emoção genuína por detrás da velocidade. Pitt como Sonny Hayes, o piloto veterano que regressa à corrida de topo, recebeu quatro nomeações ao Óscar. É o Pitt do momento — experiente, carismático, completamente à vontade numa escala de blockbuster.

1. Seven — Pecados por Morte (1995) A segunda colaboração com David Fincher é o melhor filme de ambos — um thriller de série de crimes com Morgan Freeman, um final que ninguém esperava e uma caixa que toda a gente conhece. “What’s in the box?” é uma das frases mais icónicas da história do cinema de suspense, e Pitt entrega-a com uma intensidade que faz doer. Trinta anos depois, Seven continua a ser o filme de referência do género.

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