Tom Holland participou pela primeira vez em reuniões regulares de desenvolvimento de argumento para o quarto filme do Homem-Aranha — e a primeira ideia que trouxe à mesa foi um título. “A minha proposta era chamá-lo Spider-Puberty. O que acontece se Peter Parker está a perder o controlo e as coisas estão a mudar?”, disse o actor à Empire. “Foi imediatamente chumbado. Mas gostaram do núcleo da ideia, e cresceu até ao que temos no filme agora.”
O filme acabou por se chamar Homem-Aranha: Brand New Day — estreia a 31 de Julho — e o título é, como os anteriores da trilogia, deliberadamente vago e propositadamente evocativo. A ideia de Holland, apesar do nome impossível de colocar num cartaz, captura exactamente o que o filme vai explorar: Peter Parker a perder o controlo das suas capacidades de formas que nunca tinha experimentado, num regresso às origens clássicas do personagem que Kevin Feige descreveu à mesma publicação com entusiasmo evidente. “É o primeiro filme do Homem-Aranha que fizemos no MCU focado nos elementos clássicos da personagem. Ele faz as coisas típicas do Spidey — viver num apartamento triste e pequeno, ouvir o scanner da polícia e sair a usar o seu grande poder responsavelmente.”
É o Homem-Aranha de Stan Lee e Steve Ditko — não o do multiverso nem o dos Vingadores, mas o do jovem que tenta equilibrar a vida normal com a responsabilidade que não pediu. O elenco inclui Zendaya, Sadie Sink, Jon Bernthal e Mark Ruffalo. Spider-Puberty nunca vai aparecer num cartaz — mas o facto de Holland ter sugerido o nome com seriedade suficiente para ser discutido numa reunião da Marvel diz algo sobre a confiança que o actor ganhou no universo que ajudou a construir.
A 31 de Julho nos cinemas.
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