Cillian Murphy Troca Oppenheimer por Professor em Colapso no Novo Drama da Netflix Steve

O actor irlandês interpreta um director escolar em crise num filme intenso que chega em setembro ao cinema e em outubro à Netflix.

Depois de conquistar o Óscar pela sua interpretação magistral em Oppenheimer, de Christopher NolanCillian Murphycontinua a surpreender com as suas escolhas. Após o intimista Small Things Like These, sobre os horrores das lavanderias de Magdalene, Murphy volta a trabalhar com o realizador Tim Mielants num drama intenso e claustrofóbico: Steve.

Baseado no livro Shy, de Max Porter, o filme transporta-nos para meados dos anos 90, onde Murphy interpreta Steve, director de um colégio interno de reabilitação em dificuldades. A história decorre ao longo de um único e decisivo dia para a escola, num ambiente carregado de tensão e confrontos verbais nada dignos de O Clube dos Poetas Mortos.

Um professor à beira do limite

Na sinopse oficial, Steve acompanha “um dia crucial na vida do director Steve (Murphy) e dos seus alunos, numa escola de última oportunidade num mundo que já os abandonou. Enquanto luta para preservar a integridade da instituição e impedir o seu encerramento, Steve confronta-se com os seus próprios problemas de saúde mental.”

Paralelamente, conhecemos Shy (interpretado por Jay Lycurgo), um adolescente problemático preso entre um passado marcado por dor e um futuro incerto, tentando reconciliar a sua fragilidade interior com impulsos de autodestruição e violência.

Reencontro criativo

O filme marca a segunda colaboração entre Murphy e Tim Mielants, depois de Small Things Like These. Ao contrário da abordagem centrada no estudante presente no livro original, a adaptação muda a perspetiva para o professor, abrindo espaço para uma análise profunda de um homem que tenta desesperadamente chegar a jovens que nunca foram realmente ouvidos — mas que sempre fizeram demasiado barulho para escutar os outros.

O elenco conta ainda com Tracey Ullman e Emily Watson, acrescentando peso dramático a esta narrativa já carregada de intensidade.

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Estreia em sala antes de chegar à Netflix

Steve terá estreia limitada nos cinemas a 19 de setembro, antes de chegar à Netflix a 3 de outubro, para distribuição global.

O Motivo Surpreendente Que Levou o “Billy” de Stranger Things a Desaparecer de Hollywood

Dacre Montgomery revela por que decidiu afastar-se da fama e como as redes sociais mudaram para sempre o mundo das estrelas de cinema.

Dacre Montgomery tornou-se um dos rostos mais marcantes de Stranger Things quando interpretou Billy Hargrove nas segunda e terceira temporadas da popular série da Netflix. Com a sua presença intensa e carisma magnético em cena, o actor australiano de 30 anos parecia destinado a seguir o caminho de muitas estrelas que saltam de produções de sucesso para uma carreira meteórica em Hollywood. No entanto, optou por fazer exatamente o contrário: afastou-se dos holofotes.

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“As redes sociais destruíram o mistério”

Em entrevista ao jornal The Australian, Montgomery explicou o motivo do seu afastamento nos últimos cinco anos. “Acho que as coisas mudaram”, afirmou. “As estrelas tradicionais de Hollywood existiam porque havia mistério… As redes sociais destruíram isso. É em grande parte por isso que desapareci do mapa.”

O actor afirma não estar interessado em competir no ritmo frenético da indústria. “Não estou a tentar competir com ninguém. Estou a viver a minha verdade e espero conseguir pagar a renda enquanto faço isso”, declarou, revelando uma abordagem mais intimista e menos orientada pelo estrelato.

Privacidade e identidade artística

Montgomery confessou que a necessidade de recuperar a sua identidade como actor foi determinante para esta pausa. “Dediquei um pouco de mim a cada papel que interpretei e é em grande parte por isso que tirei um tempo”, explicou. “Ultimamente, tenho reflectido bastante sobre o que quero para a minha carreira. Estou a tentar ter um pouco mais de controlo sobre onde e no que estou a trabalhar.”

De Hawkins a Elvis Presley

O actor entrou em Stranger Things na segunda temporada, mas foi na terceira que o seu personagem ganhou maior destaque, acabando por ter um destino trágico no final. Para além da série, Montgomery também participou em projectos de relevo, como Steve Binder no filme Elvis (2022), protagonizado por Austin Butler, e como Ranger Vermelho no filme Power Rangers (2017).

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Apesar de não estar tão presente nos ecrãs nos últimos anos, o seu regresso ao grande ecrã ou a novas produções televisivas não está descartado — apenas será, segundo o próprio, feito de forma mais selectiva e ao seu próprio ritmo.

Dois Filmes Portugueses Surpreendem ao Entrar na Seleção Especial do Festival de San Sebastián

Produções luso-espanholas conquistam lugar na prestigiada secção Made in Spain da 73.ª edição do evento.

O cinema português volta a brilhar além-fronteiras, desta vez no Festival Internacional de Cinema de San Sebastián, que decorre de 19 a 27 de setembro na cidade basca. Duas coproduções luso-espanholas integram a secção Made in Spain, uma montra não competitiva dedicada ao que de melhor se fez no cinema espanhol — e que, este ano, conta com forte presença nacional.

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O drama intimista de “Uma Quinta Portuguesa”

A primeira produção é Uma Quinta Portuguesa, de Avelina Prat, atualmente em exibição nos cinemas nacionais. Protagonizado por Manolo SoloMaria de Medeiros e Branka Katić, o filme conta ainda com Rita CabaçoRui Morrison e Luísa Cruz no elenco.

A história segue Fernando, um professor de geografia devastado pelo desaparecimento da mulher. Sem rumo, assume a identidade de jardineiro numa quinta portuguesa, criando amizade com a proprietária e abraçando uma nova vida — que não lhe pertence. Filmado na Quinta da Aldeia, em Ponte de Lima, o drama teve estreia no Festival de Málaga 2025.

“San Simón”: a beleza cruel de uma ilha-prisão

A segunda coprodução é San Simón, estreia na ficção do artista visual Miguel Ángel Delgado. No elenco, nomes como Flako EstévezAlexandro BouzóGuillermo Queiro e o português Nuno Preto dão vida a um episódio sombrio da história espanhola.

O filme recria o passado da ilha de San Simón, transformada pelo regime franquista, em 1936, de lazareto a campo de concentração, onde a repressão convivia com uma paisagem de beleza esmagadora.

Uma seleção que respira prestígio

A secção Made in Spain também recupera títulos de renome como Sirāt, de Oliver Laxe, vencedor do Prémio do Júri ex-aequo em Cannes, Romería, de Carla Simón, e o multipremiado Sorda, de Eva Libertad. Entre outros destaques estão Los tortuga, de Belén Funes, documentários aclamados como The Sleeper. El Caravaggio perdido e Almudena, e o êxito de bilheteira La infiltrada, vencedor de dois Prémios Goya.

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Com duas produções na lista, Portugal marca presença num dos palcos mais respeitados do cinema internacional — e promete não passar despercebido.

Na Lama: A Nova Série Argentina da Netflix Que Mergulha na Sobrevivência e Solidariedade Atrás das Grades

O drama realista acompanha três mulheres condenadas a prisão perpétua e a luta diária por um lugar num universo hostil.

A Netflix volta a apostar no drama de alta intensidade com Na Lama, a nova série argentina que estreou no passado dia 14 de agosto e que promete não deixar ninguém indiferente. Ao longo de oito episódios, o espectador é conduzido a um mundo fechado e claustrofóbico, onde a liberdade é uma memória distante e a sobrevivência se constrói passo a passo.

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Um trio de protagonistas em circunstâncias extremas

A história acompanha La Borges (Gladys Guerra), La Gallega e La Zurda, interpretadas respectivamente por Carolina RamírezValentina Zenere e Ana Rujas. As três mulheres, condenadas a prisão perpétua, encontram-se num momento decisivo das suas vidas: a caminho da prisão de La Quebrada, um incidente inesperado marca o destino do grupo e cria um laço indestrutível entre elas e outras reclusas sem historial de detenções.

Esse elo inicial será fundamental para o que se segue: a adaptação a uma realidade onde o dia a dia é regido por regras não escritas e por “tribos” que dominam cada recanto do estabelecimento prisional.

Sobreviver, resistir e encontrar um lugar

Mais do que um simples drama carcerário, Na Lama explora as estratégias de sobrevivência física e emocional num ambiente que desafia constantemente os limites das protagonistas. Ao longo da temporada, vemos como a experiência pessoal de cada uma — com as suas forças e fragilidades — se transforma numa arma para enfrentar o regime e conquistar algum espaço de autonomia.

O confinamento e a ausência total de liberdade não são apenas o pano de fundo, mas o motor narrativo que obriga estas mulheres a reinventar-se. O confronto com outras “tribos”, a luta por direitos e regalias e o peso da rotina opressiva moldam cada decisão e alimentam tensões permanentes.

Laços que resistem às grades

Se no interior as batalhas são diárias, no exterior existe uma guerra silenciosa para manter vivas as ligações com quem ficou de fora. A série dá especial atenção a esses fios de esperança: telefonemas, visitas e lembranças que se tornam âncoras emocionais. É este contacto com a família e com as pessoas amadas que sustenta a resistência e mantém acesa a possibilidade — ainda que remota — de recuperar a liberdade.

“Las embarradas” e o significado de uma nova identidade

Mesmo sem procurarem destaque, La Borges, La Gallega e La Zurda acabam por ganhar uma alcunha: “Las embarradas”. Um nome que, mais do que rótulo, simboliza a transformação inevitável provocada pela prisão. As antigas motivações e planos de vida dão lugar a um instinto primário de adaptação e resiliência, onde a sobrevivência e a união do grupo se tornam prioridades absolutas.

Uma aposta forte da Netflix no drama social

Ao apostar num enredo carregado de realismo, Na Lama distancia-se de produções glamorizadas e aproxima-se de uma representação crua da vida atrás das grades. É um retrato duro e sem filtros de como o sistema prisional molda — e por vezes destrói — a identidade de quem nele vive.

Com interpretações intensas e uma narrativa que não foge à dureza do tema, esta série argentina insere-se na linha de produções que usam o drama como ferramenta de reflexão social.

Simon Pegg revela que o ‘Star Trek’ de Quentin Tarantino era “completamente louco” 🚀🖖

O actor Simon Pegg, eterno Scotty da mais recente trilogia Star Trek, deixou no ar o retrato de um filme que poderia ter sido um dos cruzamentos mais improváveis (e fascinantes) de Hollywood: um Star Trek escrito e realizado por Quentin Tarantino.

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Durante um painel na Fan Expo Boston, Pegg contou que recebeu um resumo da história através de J.J. Abrams e da produtora Lindsey Weber — e a sua reacção não deixou margem para dúvidas:

“Era aquilo a que no nosso meio chamamos ‘completamente louco’. Tudo o que se poderia esperar de um Star Trek de Quentin Tarantino.”

O que poderia ter sido

Pegg admite que adoraria ter visto o universo de Star Trek pelo olhar do realizador de Pulp Fiction, mas também reconhece que os fãs mais puristas poderiam não ter ficado convencidos.

“Não sei como teria sido recebido pelos fãs, mas teria sido, no mínimo, interessante”, disse o actor.

O projecto foi anunciado em 2017, quando a Paramount e Abrams aprovaram a proposta de Tarantino, com argumento de Mark L. Smith (The Revenant). No entanto, o filme nunca avançou.

O obstáculo de Tarantino

Segundo Smith, um dos motivos decisivos para o abandono foi a preocupação do cineasta com o facto de Star Trek poder ser o seu último filme — Tarantino há muito que repete que se retirará após realizar 10 longas-metragens.

“Ele perguntava: ‘Quero mesmo terminar a minha carreira com Star Trek? É assim que quero acabar?’”, recordou Smith.


Gangsters e naves estelares

O enredo decorreria maioritariamente num planeta semelhante à Terra, com uma estética de gangsters dos anos 1930, inspirado no episódio A Piece of the Action da série original, emitido em 1968. Nesse episódio, a tripulação da Enterpriseaterra num mundo que vive numa cultura de gangsters dos anos 1920.

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Infelizmente, o argumento continua fechado numa gaveta… e os fãs de cinema vão ter de se contentar em imaginar como seria ver Kirk, Spock e McCoy sob o filtro inconfundível de Tarantino.

Shrek 5 Sofre Novo Atraso e Só Chega aos Cinemas no Verão de 2027 🐸🧅

As datas de estreia são como cebolas… têm camadas e, por vezes, fazem-nos chorar. A Universal e a DreamWorks Animation confirmaram que o muito aguardado Shrek 5 vai demorar mais um pouco a sair do pântano: a nova data de estreia está marcada para 30 de junho de 2027.

Um adiamento de seis meses

Originalmente previsto para julho de 2026, o regresso do ogre verde já tinha sido empurrado para 23 de dezembro de 2026, mas agora sofre mais um atraso de seis meses. O motivo? A Universal e a DreamWorks não revelaram, mas aproveitaram para reorganizar o calendário: um filme da Illumination ainda sem título ocupará agora a data de abril de 2027.

15 anos à espera de Shrek, Fiona e Burro

O anúncio de Shrek 5 surgiu no ano passado, prometendo o primeiro filme principal da saga desde Shrek Para Sempre(2010). Apesar de não terem revelado detalhes da história, já sabemos que o filme contará com o regresso de Mike MyersEddie Murphy e Cameron Diaz, além da entrada de Zendaya, que dará voz à filha de Shrek e Fiona.

Em março, foi divulgado um teaser de 30 segundos, que revelou um novo estilo visual e a primeira espreitadela à personagem de Zendaya.

O impacto cultural… e a espera interminável

Desde a estreia de Shrek em 2001, a saga tornou-se um fenómeno cultural, misturando conto de fadas, humor ácido e referências que atravessam gerações. Fora os spin-offs de O Gato das Botas, já lá vão 15 anos sem que vejamos a família de Shrek no grande ecrã.

O novo filme promete agitar o universo irreverente criado pela DreamWorks, mas os fãs vão precisar de mais paciência: só em junho de 2027 voltaremos a ouvir o famoso “Get out of my swamp!”.

Harry e Meghan Renovam Parceria com a Netflix… Mas Com Menos Poder e Menos Milhões

O príncipe Harry e Meghan Markle vão continuar a trabalhar com a Netflix, mas o novo contrato vem com mudanças significativas: menos dinheiro, menos exclusividade e mais liberdade criativa para o casal.

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Um novo acordo com menos glamour… e menos milhões

Desde 2020, Harry e Meghan colaboram com a Netflix, assinando na altura um contrato estimado em 100 milhões de dólares (cerca de 91 milhões de euros) – embora o valor nunca tenha sido oficialmente confirmado. Esse acordo garantia exclusividade absoluta das produções do casal para a plataforma.

Agora, a situação muda. No novo modelo, a Netflix passa a ter direito de primeira escolha (first-look deal) sobre os projetos da produtora Archewell Productions: se recusar, Harry e Meghan ficam livres para oferecer o conteúdo a outros estúdios. Este tipo de contrato costuma ser menos lucrativo, mas dá mais flexibilidade criativa.


O que aí vem para os fãs

A parceria já deu origem ao documentário de sucesso Harry & Meghan, que bateu recordes ao alcançar 23 milhões de visualizações nos primeiros quatro dias, e à série de culinária With Love, Meghan, que ultrapassou os 5 milhões de visualizações no primeiro semestre de 2025, tornando-se o programa de culinária mais visto da Netflix.

Entre os próximos lançamentos confirmados estão:

  • Segunda temporada de With Love, Meghan.
  • Especial de Natal com Meghan a receber amigos e familiares, a preparar banquetes, criar presentes personalizados e… a rir muito.
  • Documentário sobre um pequeno orfanato no Uganda.
  • Adaptação do romance Vem Ter Comigo Ao Lago, de Carley Fortune (ainda sem data de estreia).

Meghan expande a sua marca

Meghan destacou, no anúncio, que a nova fase vai também incluir colaborações com a sua recente marca de lifestyle, As Ever, que abrange desde vinhos a compotas artesanais.

Já Bela Bajaria, diretora de conteúdo da Netflix, elogiou o casal, descrevendo-os como “vozes influentes, cujas histórias têm repercussão junto do público em todo o mundo”.

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Se o acordo é menos rentável? Sim. Se abre portas para que Harry e Meghan levem as suas histórias para outros ecrãs? Também. No fim, o casal mantém a ligação à Netflix, mas sem estar preso apenas a um canal — e, no jogo mediático, isso pode ser mais valioso do que qualquer cheque de Hollywood.

Noah Centineo Vai Vestir a Bandana de Rambo na Prequela que Revelará as Origens do Ícone 🎥🔫

Preparem-se para ver um lado completamente novo de John Rambo. O ator Noah Centineo, conhecido por A Todos os Rapazes que Amei e pela série O Recruta, vai interpretar o papel que Sylvester Stallone imortalizou no grande ecrã, mas desta vez numa prequela que explorará os anos de juventude do personagem durante a Guerra do Vietname.

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“John Rambo”: muito antes de A Fúria do Herói

O novo filme, intitulado John Rambo, será realizado por Jalmari Helander e terá argumento de Rory Haines e Sohrab Noshirvan. A história vai mostrar como um jovem soldado se transformou no lendário guerreiro que conhecemos em A Fúria do Herói (First Blood, 1982).

Inspirado no romance de David Morrell, o filme original foi um fenómeno de bilheteira e ajudou a moldar a imagem do herói de ação dos anos 1980, com Stallone a criar um ícone que atravessou décadas.


Uma saga marcada por guerras, vinganças e sobrevivência

Após o sucesso do primeiro filme, a saga seguiu com:

  • Rambo II – A Vingança do Herói (1985), onde o veterano regressa ao Vietname para resgatar prisioneiros de guerra.
  • Rambo III (1988), que levou o personagem ao Afeganistão, para ajudar os mujahideen contra a ocupação soviética.

O terceiro filme teve fraca receção comercial, levando Stallone a afastar-se da personagem até ao brutal e aclamado John Rambo (2008), passado na Birmânia, e ao controverso Rambo – A Última Batalha (2019), onde o ex-soldado enfrenta um cartel mexicano para salvar a sobrinha adotiva.


Noah Centineo: do romance juvenil à guerra implacável

Conhecido por papéis românticos e pela ação leve de O Recruta, Centineo vai agora mergulhar no registo intenso e físico que a história exige. O desafio será enorme: dar credibilidade a um Rambo jovem, sem trair o espírito endurecido que Stallone construiu, mas oferecendo novas camadas à personagem.

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Com a promessa de mostrar o trauma, a lealdade e a brutalidade da guerra, John Rambo pretende não só expandir a mitologia da saga, como conquistar uma nova geração de fãs.

Cinanima 2025: 110 Filmes, Novos Talentos e uma Categoria Inovadora para Linguagens Híbridas 🎬✨

Cinanima – Festival Internacional de Cinema de Animação de Espinho regressa para a sua 49.ª edição, entre 7 e 16 de novembro, com uma programação robusta: 110 filmes em competição, vindos de 25 países, e a estreia de uma nova categoria dedicada a obras que cruzam diferentes formas de expressão visual.

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“Todos a Bordo” para a criatividade sem fronteiras

A grande novidade deste ano é a secção “All Aboard / Todos a Bordo”, criada para destacar produções que explorem linguagens híbridas — combinações visuais que expandem o território tradicional da animação e promovem uma visão plural e dinâmica desta arte. Segundo a organização, trata-se de celebrar “a riqueza criativa e a diversidade formal da animação contemporânea”.


Competição internacional: curtas e longas na corrida

Na competição internacional de curtas-metragens, 30 obras disputam o prémio, incluindo três produções portuguesas:

  • Cão Sozinho, de Marta Reis Andrade
  • Porque Hoje é Sábado, de Alice Eça Guimarães
  • Sequencial, de Bruno Caetano

Já a competição internacional de longas-metragens contará com cinco títulos (ainda por anunciar), que irão disputar o galardão de melhor longa.

Competição nacional e o Prémio António Gaio

A nível nacional, oito obras vão concorrer ao Prémio António Gaio, incluindo as três curtas que também integram a competição internacional, e ainda:

  • Maleza, de Carina Pierro Corso
  • Pietra, de Cynthia Levitan
  • Saudade, talvez…, de José-Manuel Xavier
  • SweetSpot, de Jorge Ribeiro e Paulo Patrício
  • The Hunt, de Diogo Costa

Olhar para o futuro: jovens cineastas em destaque

O Cinanima mantém a aposta em novos talentos com duas secções competitivas dedicadas a cineastas jovens: uma para menores de 18 anos e outra para realizadores dos 18 aos 30. Ao todo, estão em competição 23 filmes de estudantes e 28 obras de jovens realizadores, oriundos de várias regiões do mundo, da Europa ao Chile, passando pela China e Singapura.

Estas categorias têm sido, segundo a organização, “terreno fértil para o surgimento de novos criadores”, muitos dos quais veem na animação uma poderosa ferramenta de expressão artística.

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Com uma programação que combina veteranos consagrados e novas vozes criativas, o Cinanima 2025 promete mais uma edição que reafirma Espinho como epicentro internacional do cinema de animação.

Tom Holland Fala Sobre as Filmagens de Spider-Man: Brand New Day em Glasgow: “Sente-se Diferente Desta Vez” 🕷️🎬

As ruas de Glasgow transformaram-se num autêntico palco de Hollywood com as filmagens de Spider-Man: Brand New Day. Tom Holland, que volta a vestir o icónico fato de Peter Parker, confessou que esta experiência “sente-se diferente” das anteriores — e que o entusiasmo é partilhado tanto pela equipa como pelos fãs que têm lotado o local.

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Desde o início de agosto, centenas de curiosos têm-se juntado nas ruas Bothwell Street e St Vincent Street para assistir às filmagens e tentar captar um vislumbre do Homem-Aranha em ação. Desta vez, o próprio Holland admitiu sentir “pressão” extra, mas também uma empolgação especial.

“O meu quarto dia um como Spider-Man”

Num vídeo publicado nas suas redes sociais, o ator explicou:

“É o meu quarto dia um como Spider-Man. É engraçado vestir o fato novamente. Sente-se diferente desta vez, de alguma forma. E é a primeira vez que temos fãs no set logo no primeiro dia. É muito entusiasmante partilhar isto com eles.”

O britânico acrescentou que há “caras familiares” no set e prometeu dar o seu melhor:

“Espero acertar. Sem pressão.”


Stunts, tanques e muita ação nas ruas

As cenas gravadas têm elevado o nível de adrenalina. Numa delas, Holland é visto no topo de um tanque antes de exclamar:

“Isto foi brutal.”

No dia 10 de agosto, a produção montou um cenário explosivo: veículos a alta velocidade, um tanque a subir St Vincent Street envolto em fumo e a aproximar-se de um autocarro turístico de dois andares, enquanto carros danificados e motoristas em fuga completavam o caos cinematográfico.

Entre gritos dos atores no topo do autocarro e a correria de figurantes, a cidade ganhou um ambiente digno de blockbuster — e os fãs presentes tiveram direito a um espetáculo ao vivo que dificilmente esquecerão.

Emma Thompson Conta Como Recusou um Convite de Donald Trump: “Podia Ter Mudado a História Americana” 🎬🇺🇸

Com Spider-Man: Brand New Day, Tom Holland volta a provar que sabe equilibrar humor, carisma e acrobacias vertiginosas. E, pelo que vimos até agora, esta nova aventura promete ser tudo menos “mais do mesmo”

Emma Thompson Conta Como Recusou um Convite de Donald Trump: “Podia Ter Mudado a História Americana” 🎬🇺🇸

Emma Thompson voltou a arrancar gargalhadas no Festival Internacional de Cinema de Locarno ao relembrar um episódio insólito da sua vida: o dia em que Donald Trump a convidou para jantar.

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A atriz britânica, que recebeu o Leopard Club Award na 78.ª edição do festival, partilhou a história durante um painel no sábado, 9 de agosto, confessando que o momento aconteceu no final dos anos 90, enquanto filmava Primary Colors – Escândalos do Candidato (1998), obra inspirada na campanha presidencial de Bill Clinton em 1992.


Uma chamada inesperada no camarim

“O telefone tocou no meu camarim e era o Donald Trump”, contou Thompson, citada pelo Hollywood Reporter. “Pensei que fosse uma piada. Ele disse: ‘Gostava muito que ficasse num dos meus belos imóveis, e talvez pudéssemos jantar’.”

O convite surgiu num dia peculiar: foi precisamente quando o divórcio de Thompson com Kenneth Branagh ficou oficialmente concluído. Curiosamente, Trump também estava recém-divorciado da sua segunda mulher, Marla Maples.

“Aposto que ele tem pessoas a procurar por todo o lado divorciadas simpáticas para convidar”, brincou a atriz. “Ele encontrou o número do meu camarim! Isso é perseguição!”


“Podia ter mudado o rumo da história”

A atriz, entre risos, disse que na altura recusou o convite, mas não resistiu a especular sobre o impacto que um simples jantar poderia ter tido:

“Podia ter saído para jantar com Donald Trump. Podia ter mudado o rumo da história americana.”

Esta não foi a primeira vez que Thompson contou a história. Em 2017, numa entrevista ao apresentador sueco Fredrik Skavlan, a atriz recordou ter agradecido a chamada de forma cortês antes de desligar, sem aceitar o encontro. O próprio apresentador não perdeu a oportunidade de brincar:

“Podias ser a primeira-dama. Podias ter conseguido travá-lo!”

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Entre prémios, memórias e humor britânico, Emma Thompson mostrou mais uma vez que sabe cativar plateias tanto dentro como fora do ecrã — mesmo quando o guião envolve uma chamada inesperada de um futuro presidente dos Estados Unidos.

Seth MacFarlane Critica o Pessimismo de Hollywood: “Precisamos de Dar Esperança às Pessoas” 🚀

O criador de Family Guy e The OrvilleSeth MacFarlane, deixou uma mensagem clara à indústria televisiva e cinematográfica: está na hora de equilibrar o pessimismo com histórias que inspirem esperança.

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Em entrevista ao podcast Where Everybody Knows Your Name, o actor, realizador e produtor — nomeado para um Óscar — lamentou a predominância de narrativas distópicas e negativas, defendendo que Hollywood deveria voltar a oferecer ao público “planos para um futuro melhor”, tal como acontecia quando era criança.

“Tudo é distópico e pessimista”

MacFarlane apontou o contraste entre o entretenimento actual e as produções que marcaram o seu crescimento.

“Quando eu era miúdo, Hollywood oferecia vozes de esperança. Agora, os pratos que estamos a servir são tão distópicos e pessimistas… Sim, há muito para estar pessimista, mas está tudo tão desequilibrado. Onde estão os planos para fazermos as coisas da forma certa?”, questionou.

O criador de The Orville — série que assumidamente presta tributo ao espírito optimista de Star Trek — comparou a actual avalanche de produções como The Handmaid’s Tale com a falta de histórias que, segundo ele, mostrem “o que podemos alcançar se mudarmos o nosso caminho”.

A era do anti-herói

Para MacFarlane, uma das mudanças mais visíveis começou com The Sopranos, quando Hollywood se apaixonou pelo conceito de anti-herói.

“Desde The Sopranos que tudo gira em torno do anti-herói, em vez de personagens que dão esperança.”

O criador sublinha que, num mundo em que “ninguém quer saber o que as celebridades pensam” sobre política ou temas sociais, a melhor forma de influenciar é através das histórias que se contam. E, neste momento, considera que a indústria “não está a fazer o melhor trabalho” nesse aspecto.

O futuro de The Orville

Apesar das críticas, MacFarlane mostrou algum optimismo quanto ao futuro da sua série de ficção científica. Embora a Disney “ainda não tenha confirmado uma quarta temporada”, o criador acredita que The Orville ainda poderá regressar. A produção estreou em 2017 na Fox e mudou-se para a Hulu na terceira temporada.

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Para MacFarlane, a missão mantém-se: criar ficção que não se limite a avisar sobre os perigos que nos esperam, mas que também ofereça visões do que pode ser alcançado quando as coisas são feitas da forma certa.

Colin Farrell Vai Receber o Prestigiado “Golden Icon Award” no Festival de Cinema de Zurique 🎬✨

actor irlandês Colin Farrell, nomeado para um Óscar e um dos intérpretes mais respeitados do cinema contemporâneo, será homenageado no Festival de Cinema de Zurique com o Golden Icon Award. A 20.ª edição do evento decorre de 25 de Setembro a 5 de Outubro, e Farrell receberá o prémio a 27 de Setembro, numa gala que incluirá a estreia do seu mais recente filme, Ballad of a Small Player, realizado por Edward Berger.

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Uma carreira recheada de papéis marcantes

Farrell construiu uma filmografia diversificada, com papéis que vão do cinema de autor ao blockbuster de Hollywood. Entre os seus filmes mais conhecidos estão Miami ViceMinority ReportIn BrugesThe BatmanThe LobsterThe Killing of a Sacred Deer e The Banshees of Inisherin.

No dia seguinte à homenagem, o actor dará ainda uma masterclass no festival, partilhando experiências e reflexões sobre mais de duas décadas de carreira.


Um prémio para um desempenho de alto nível

A distinção surge como reconhecimento pelo trabalho de Farrell no thriller psicológico Ballad of a Small Player, além do contributo para o cinema de autor. O filme, adaptação do romance de Lawrence Osborne, segue a história de um apostador de alto risco que, enquanto se esconde em Macau para escapar a dívidas e fantasmas do passado, encontra uma alma gémea que poderá ser a sua salvação.

O director artístico do festival, Christian Jungen, elogiou o actor:

“Colin Farrell é um dos actores mais carismáticos e apaixonados do cinema de autor. Convence tanto como vilão, herói romântico ou em papéis complexos. Sob a direcção de Edward Berger, atinge novos patamares e conduz-nos numa montanha-russa emocional.”


Primeira visita a Zurique

Farrell mostrou-se entusiasmado com a distinção e com a oportunidade de conhecer a cidade:

“Será a minha primeira vez em Zurique e estou ansioso por percorrer as suas ruas, beber o seu café e conviver com o seu povo. É generoso e humilde ver o meu trabalho reconhecido por um festival tão prestigiado.”

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Entre o cinema e a televisão

Recentemente, Farrell brilhou na série da HBO The Penguin, regressando ao papel de Oswald Cobblepot — interpretação que lhe valeu um Globo de Ouro, um Screen Actors Guild Award e um Critics Choice Award. Actualmente, encontra-se a rodar a segunda temporada de Sugar para a Apple TV+, retomando o papel de detective privado John Sugar.

Kevin Hart e John Cena vão salvar o mundo (e fazer rir) em nova comédia de acção da Netflix 🎬💥

Dupla improvável, missão impossível

A Netflix garantiu os direitos para The Leading Man, uma comédia de acção baseada na banda desenhada de Jeremy Haun e B. Clay Moore, que vai juntar — e colocar em apuros — Kevin Hart e John Cena. Além de protagonizarem, ambos serão também produtores do projecto, escrito por Jon e Erich Hoeber, argumentistas responsáveis por sucessos como RED e The Meg.

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Do ecrã para o perigo real

A premissa promete gargalhadas: um astro de cinema egocêntrico (Cena) descobre que o seu parceiro no filme e “homem na cadeira” (Hart) é, na realidade, um agente secreto. Resultado? É obrigado a engolir o orgulho e a perceber que estrelas de acção não são necessariamente heróis de verdade… tudo isto enquanto tentam salvar o mundo.

Produção recheada de nomes de peso

Hart vai produzir através da sua empresa Hartbeat, com Luke Kelly-Clyne e Bryan Smiley, no âmbito de um acordo de vários filmes com a Netflix. Também estão envolvidos Joe Roth e Jeff Kirschenbaum (RK Films), Eric Gitter e Peter Schwerin (Ignition Productions), além do próprio Cena e Dan Baime.

Carreiras ao rubro

Kevin Hart está actualmente a trabalhar em 72 Hours, comédia realizada por Tim Story para a Netflix, onde contracena com Marcello Hernández e Mason Gooding. O actor já colaborou várias vezes com o gigante do streaming em títulos como FatherhoodMe TimeThe Man from TorontoLift e a minissérie True Story.

John Cena, por sua vez, acabou de protagonizar Heads of State ao lado de Idris Elba para a Amazon MGM, filme que se tornou um dos mais vistos da plataforma. No futuro próximo, tem na agenda Coyote vs. Acme, o filme live-action de Matchbox, e a segunda temporada de Peacemaker na HBO Max.

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Uma aposta segura para a Netflix

Ainda em fase inicial de desenvolvimento, The Leading Man promete reunir acção, humor e química entre dois dos actores mais carismáticos do género. E, se a premissa cumprir o que promete, os fãs podem esperar tanto cenas de adrenalina como diálogos rápidos e sarcásticos.

Jackie Chan Critica Hollywood: “Já Não São Cineastas, São Homens de Negócios” 🎬🐆


Jackie Chan Critica Hollywood: “Já Não São Cineastas, São Homens de Negócios” 🎬🐆

Durante uma sessão de perguntas e respostas no Festival de Locarno, Jackie Chan não poupou críticas à forma como os grandes estúdios de Hollywood fazem cinema actualmente. O veterano actor e realizador de Hong Kong, que recebeu no evento o Pardo alla Carriera pela sua trajectória, lamentou que as produções contemporâneas sejam demasiado condicionadas por questões financeiras.

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“Acho que os filmes antigos são melhores do que os de hoje. Neste momento, muitos grandes estúdios já não são formados por cineastas, mas sim por homens de negócios. Investem 40 milhões e pensam: ‘Como é que recuperamos o dinheiro?’ É muito difícil fazer um bom filme hoje”, afirmou Chan.

Um artesão do cinema

A conversa, conduzida pelo director artístico do festival, Giona Nazzaro, percorreu vários momentos da longa carreira de Chan, incluindo histórias sobre o início no cinema, os desafios em Hollywood e as acrobacias perigosas que marcaram o seu trabalho.

Orgulhoso da sua versatilidade, Chan sublinhou que sempre procurou dominar todas as áreas de uma produção, desde a escrita e realização até à coordenação de duplos e edição. “Em toda a Ásia, só há dois realizadores que sabem fazer tudo: Sammo Hung e Jackie Chan… e eu sou melhor porque sei cantar”, brincou.

Aprender a cantar para sobreviver

Chan contou que decidiu aprender a cantar quando percebeu que não poderia passar toda a vida como performer de acrobacias perigosas. Nos programas de televisão norte-americanos, pediam-lhe sempre para mostrar socos e pontapés. “Pensei: não posso fazer isto para sempre, é demasiado perigoso. Então comecei a aprender a cantar”, recordou, acrescentando que o seu mantra profissional passou a ser: “Quero ser o Robert De Niro asiático.”

A relação difícil com Hollywood

O actor revelou que, no início dos anos 2000, estava prestes a desistir dos projectos americanos devido à fraca qualidade dos guiões e à dificuldade em criar ligação com o público dos EUA. Decidiu tentar uma última vez com Rush Hour – Hora de Ponta“Foi a última tentativa. Se não resultasse, acabava”, disse. O filme, apesar das limitações orçamentais, tornou-se um sucesso e, segundo Chan, “mudou a cultura”.

O seu objectivo sempre foi servir como uma ponte cultural entre os EUA e a China, e Rush Hour acabou por cimentar essa missão.

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Homenagem em Locarno

Para assinalar a carreira, o festival exibiu dois dos seus clássicos como realizador — Project A e Police Story. Jackie Chan subiu ao palco para receber o Pardo alla Carriera, numa edição de Locarno que decorre até 16 de Agosto.

Michael Bay Provavelmente Nunca Voltará a Realizar um Filme de Bad Boys

O regresso que parecia possível… mas já não

Michael Bay, um dos realizadores de acção mais conhecidos do cinema, passou quase uma década a trabalhar na saga Transformers e não descarta regressar à franquia da Hasbro no futuro. Mas, quando se fala de regressos, há outra série que muitos fãs gostariam de o ver voltar a liderar: Bad Boys.

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Bay estreou-se na realização de longas-metragens precisamente com Bad Boys (1995), o filme de acção policial que juntou Will Smith e Martin Lawrence, arrecadou 141,4 milhões de dólares e lançou a carreira cinematográfica de Smith e do próprio realizador. A sequela, Bad Boys II (2003), consolidou o sucesso, mas desde então Bay não voltou a sentar-se na cadeira de realizador da saga, limitando-se a funções de produção enquanto Adil El Arbi e Bilall Fallah assumiam a direcção dos filmes mais recentes.

“Fast and Loose” estraga a hipótese de reencontro com Will Smith

A esperança de um regresso reacendeu-se quando foi anunciado que Bay voltaria a trabalhar com Will Smith no filme da Netflix Fast and Loose. A trama seguia um homem que acorda em Tijuana sem memória e descobre ter vivido uma dupla vida como agente da CIA e chefe do crime.

Este seria o primeiro projecto conjunto da dupla desde Bad Boys II e, se tudo corresse bem, poderia até abrir portas para um novo capítulo da saga. No entanto, Bay acabou por abandonar Fast and Loose devido a diferenças criativas: o realizador queria apostar mais na acção, enquanto Smith preferia reforçar o tom cómico do argumento.

Um futuro improvável para Bad Boys 5

Depois da saída de Bay de Fast and Loose, as hipóteses de o vermos de volta a Bad Boys parecem muito reduzidas. Se não houve consenso sobre o tom de um novo projecto, seria difícil chegar a um entendimento para um quinto filme da saga — sobretudo quando esta já evoluiu sem ele ao leme nos dois últimos títulos.

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Claro que é possível que a separação tenha sido amigável e que, no futuro, possam reencontrar-se. Mas, por agora, tudo indica que Michael Bay não deverá voltar a realizar um Bad Boys com Will Smith como protagonista.

Rumor Aponta Possível Regresso de Chris Evans em Avengers: Doomsday 🛡️✨

Um regresso à era de Steve Rogers e Peggy Carter?

A produção de Avengers: Doomsday passou, em Junho, por locais icónicos como o Castelo de Windsor, antes de se mudar para uma área isolada no Windsor Great Park, onde foi construída uma casa com estética dos anos 60. Embora o cenário tenha sido apelidado no set de “Casa do Luke Cage”, poucos acreditaram que seria ali que o Power Man faria a sua estreia no MCU.

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Agora, um novo rumor pode esclarecer o mistério. Segundo o conhecido scooper My Time To Shine Hello, Chris Evans já terá filmado cenas para Avengers: Doomsday sob o nome de código “Luke Cage”. A teoria é simples: a tal casa dos anos 60 poderá ser o lar de Steve Rogers e Peggy Carter, numa linha temporal alternativa criada no final de Avengers: Endgame.


Uma continuação directa de Endgame?

Se a informação for verdadeira, parte de Avengers: Doomsday poderá funcionar como continuação directa dos eventos de 2019, mostrando o período em que Rogers viveu com Carter após viajar no tempo para 1949, antes de regressar a 2023 para entregar o escudo a Sam Wilson.

Apesar de Evans ter dito em 2023 que, caso regressasse como Capitão América, seria “não tão cedo”, rumores recentes indicam que poderá juntar-se a Robert Downey Jr. no novo filme. A Deadline chegou a avançar em Dezembro que o acordo estava fechado, embora o actor tenha negado e a Marvel se tenha mantido em silêncio.


Entre o rumor e a expectativa

Evans não veste o uniforme de Rogers desde Avengers: Endgame, mas regressou brevemente ao universo Marvel em 2024, recriando o papel de Johnny Storm numa participação ousada em Deadpool & Wolverine. Fora isso, tem-se mantido fiel à promessa de não voltar precipitadamente ao MCU.

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Curiosamente, não esteve presente na maratona de cinco horas que apresentou os 27 membros do elenco já confirmados para Avengers: Doomsday, previsto para 2026. Ainda assim, vários insiders insistem que a sua participação está garantida — mesmo que continue a ser mantida em segredo.

Hayden Christensen Quer Voltar a “Star Wars” Para Além de Ahsoka

De Anakin a fantasma orientador

Hayden Christensen, que regressa na 2.ª temporada de Ahsoka, não esconde que adoraria voltar ao universo Star Warspara além da série. O actor interpretou Anakin Skywalker na trilogia-prequela entre 2002 e 2005, e voltou a vestir a pele do personagem em Ahsoka (2023), surgindo como presença fantasmagórica para a sua antiga Padawan.

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Christensen já tinha feito pequenas participações em Star Wars: The Rise of Skywalker (2019) e na série Obi-Wan Kenobi(2022), mas a sua presença continuada em Ahsoka reacendeu a conversa sobre um possível novo projecto centrado no personagem.


“Estaria lá num piscar de olhos”

Durante um painel no Fan Expo Boston, citado pela Screen Rant, Christensen foi claro: “Cem por cento… adorava, sim. Se as entidades responsáveis decidirem que é algo que querem ver, eu estaria lá num piscar de olhos”.

Embora sublinhe que a decisão não está nas suas mãos, o actor mostrou-se entusiasmado com a hipótese de voltar a interpretar Anakin — seja como Jedi, seja na sua temível encarnação como Darth Vader.


Possibilidades para o futuro

A ligação de Anakin a Ahsoka é evidente, mas o seu impacto no universo Star Wars vai muito além disso. Como Darth Vader, foi responsável por devastar mundos e mudar o destino de inúmeras personagens.

Caso viesse a liderar uma produção própria, não faltaria material para explorar. As histórias em banda desenhada e romances oficiais poderiam servir de base para aprofundar os primeiros anos de Vader, permitindo ao director criativo Dave Filoni expandir ainda mais o arco do personagem.


Entre a nostalgia e a nova era de Star Wars

Christensen não confirmou envolvimento noutros projectos, mas também não fechou a porta a surpresas. Com várias produções da saga em desenvolvimento — nem todas ainda reveladas ao público — existe sempre a possibilidade de um regresso mais ambicioso.

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Para muitos fãs que cresceram com o Anakin de Christensen, ver o actor liderar uma série ou filme centrado em Vader seria um verdadeiro evento. Resta saber se a nova estratégia da Lucasfilm, focada mais na qualidade do que na quantidade, vai abrir espaço para concretizar esse desejo.

Radu Jude Apresenta o Seu “Drácula” Filmado na Transilvânia no Festival de Locarno 🩸🎥

Um regresso a casa para o mito do vampiro

O realizador romeno Radu Jude, presença habitual no Festival de Locarno, regressa este ano ao certame suíço com Dracula, uma produção filmada e ambientada na Transilvânia — berço da lenda que Hollywood explorou vezes sem conta.

Jude encara o filme como uma verdadeira odisseia cinematográfica para “tornar Drácula grande outra vez” e, desta vez, com um toque de autenticidade local. “Sou da Roménia. O meu pai é da Transilvânia. Está na altura de alguém da Roménia fazer um filme de Drácula. Hollywood já o fez mil vezes, mas não devemos deixar que monopolizem a nossa figura mítica”, afirmou o realizador.

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Estreia em Locarno depois de brilhar em Berlim

A estreia mundial em Locarno marca a segunda grande presença de Jude num festival em 2025, depois de Kontinental ‘25, que lhe valeu o Urso de Prata para Melhor Argumento na Berlinale deste ano.

Segundo a distribuidora norte-americana 1-2 Special, que adquiriu os direitos para os EUA, Dracula é uma comédia negra típica de Jude, prestando homenagem a uma das maiores lendas do cinema e misturando “vampiros, zombies, sangue, sexo, imagens geradas por IA e perseguições de automóveis”.


Um mosaico de histórias e géneros

Nas notas de imprensa do festival, Jude descreve o filme como uma desconstrução do mito de Drácula através de dezenas de histórias — absurdas, literárias, políticas, fantásticas, realistas e até provocatórias. “É um filme sobre o próprio cinema”, resume o realizador.

O elenco inclui Adonis Tanța, Oana Maria Zaharia, Gabriel Spahiu, Ilinca Manolache, Alexandru Dabija, Andrada Balea, Doru Talos, Serban Pavlu, Lukas Miko e Alexandra Harapu.

Produção internacional

Dracula é produzido pela romena Saga Film em parceria com Nabis Filmgroup (Áustria), Paul Thiltges Distribution(Luxemburgo), RT Features (Brasil), Samsa Film (Luxemburgo), Bord Cadre Films (Suíça), Sovereign Films (Reino Unido) e MicroFILM (Roménia). A Luxbox assegura as vendas internacionais, enquanto a Bord Cadre Films será a distribuidora suíça.

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O primeiro excerto do filme já foi divulgado, prometendo uma visão tão ousada quanto singular sobre a figura de Drácula.

Alison Brie Dá Nota Baixa a Ghostface: “Está a Ficar Mole” 🔪🎬

Uma avaliação de desempenho pouco favorável

Se Ghostface tivesse de passar por uma avaliação de desempenho anual, Alison Brie não ficaria nada impressionada. A actriz, que participou em Scream 4 e regressa este ano ao terror com Together, aproveitou o podcast Shut Up Evan para fazer uma análise muito própria ao famoso assassino mascarado.

Aqui fica o trailer de Together:

Segundo Brie, o problema é simples: nas últimas sequelas de Screamsobrevive gente a mais“Nos velhos tempos, quando o Wes Craven realizava, matámos o Randy Meeks em ‘Scream 2’. Agora, já devíamos estar reduzidos a dois dos ‘core four’ até ‘Scream 7’”, comentou a actriz, referindo-se ao grupo central de protagonistas introduzido nas produções mais recentes.


Demasiados regressos do além

Brie também observou que, nos últimos filmes, morrer não parece ser impedimento para regressar. Skeet Ulrich voltou como Billy Loomis, uma espécie de guia fantasmagórico para Sam Carpenter (Melissa Barrera), e até Kirby Reed (Hayden Panettiere), dada como morta há anos, reapareceu em Scream 6“Qual era a personagem dela mesmo?”, questionou com ironia.

Curiosamente, as maiores baixas na saga recente não foram obra de Ghostface, mas sim resultado de decisões nos bastidores — como a saída de Melissa Barrera após polémicas relacionadas com declarações sobre a Palestina.


Entre matar e proteger

Apesar das críticas, Brie não é totalmente implacável. Considera que a morte de Dewey em Scream 6 foi um erro: “Mantenham os três principais”, sugeriu, referindo-se ao trio icónico composto por Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette.

E há espaço para um desejo especial: o regresso da sua própria personagem de Scream 4, Rebecca Walters — hipótese já aventada pelo marido, Dave Franco.


O que esperar de 

Scream 7

Com estreia marcada para 27 de Fevereiro de 2026Scream 7 promete um verdadeiro reencontro de Woodsboro High School, juntando Neve Campbell, Courteney Cox, David Arquette, Scott Foley e Matthew Lillard. Falta saber se Rebecca Walters vai receber um convite… ou uma chamada de Ghostface.