Sadie Sink Surge Misteriosa no Set de “Spider-Man: Brand New Day” 🕷️🔥

A estrela de Stranger Things estreia-se no Universo Marvel — e os fãs já estão em delírio com teorias sobre quem será a sua personagem

O universo cinematográfico da Marvel acaba de ganhar mais uma estrela promissora: Sadie Sink, a inesquecível Max de Stranger Things, foi finalmente vista no set de filmagens de Spider-Man: Brand New Day — e bastou uma única fotografia para incendiar a internet.

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A imagem, captada por um fã atento durante as filmagens, mostra a actriz envolta num enorme casaco acolchoado com o capuz puxado, deixando apenas ver uns fios de cabelo ruivo. E foi o suficiente para os detetives digitais começarem o trabalho.

MJ, Lady Punisher… ou algo completamente novo?

A cor do cabelo bastou para levantar suspeitas: será Sadie Sink a nova Mary Jane Watson? Ou estará a interpretar uma versão feminina do Justiceiro, conhecida nos comics como Lady Punisher — sobretudo tendo em conta os rumores de que Frank Castle (Jon Bernthal) terá uma parceira de combate no filme?

Outros fãs, mais criativos, já a baptizaram de “Caterpillar Girl” (rapariga-lagarta), uma personagem inventada apenas para brincar com o mistério. A verdade é que, por enquanto, ninguém sabe quem Sink interpreta, e a Marvel continua a guardar o segredo com o mesmo zelo que costuma dedicar aos seus spoilers.

O que é certo é que a actriz de The Whale entra assim num dos filmes mais aguardados da nova fase da Marvel, e tudo indica que o seu papel não será apenas uma pequena participação.

O novo rumo de Spider-Man

Depois do sucesso monumental de No Way Home, as negociações entre a Sony Pictures e a Marvel Studios foram intensas. A Sony queria continuar a explorar o multiverso, enquanto Kevin Feige defendia um regresso às origens, com Peter Parker de volta às ruas de Nova Iorque e uma narrativa mais próxima do estilo Daredevil.

Feige parece ter vencido essa batalha: Spider-Man: Brand New Day será menos sobre universos paralelos e mais sobre crime, consequências e personagens humanas.

Ainda assim, o elenco cresceu de forma impressionante. Além de Tom Holland e Zendaya, estão confirmados Jon Bernthal (The Punisher)Mark Ruffalo (Hulk) — de volta após She-Hulk — e Michael Mando (Scorpion), que regressa quase uma década depois da sua breve aparição. Há ainda Krondon como TombstoneTramell TillmanMelanie Scrofano e o habitual J.K. Simmons como o impagável J. Jonah Jameson.

Uma ponte para o futuro do MCU

Rumores indicam que Brand New Day será a peça final antes de “Avengers: Doomsday”, previsto para Dezembro de 2026. E, claro, as teorias não param: há quem jure que a cena pós-créditos revelará finalmente Robert Downey Jr. como Doctor Doom, uma promessa deixada pendente desde The Fantastic Four: First Steps.

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Por agora, a única certeza é que Sadie Sink está oficialmente dentro do MCU, e qualquer passo seu é suficiente para pôr a internet em alvoroço. Seja como MJ, Lady Punisher ou algo totalmente novo, a actriz parece pronta para deixar a sua marca no mundo do Homem-Aranha.

Julia Fox em Polémica: Interrompe Marlon Wayans em Debate Sobre “Homens de Verdade” e é Acusada de “Feminismo Branco” 🎬🔥

A actriz foi criticada por interromper repetidamente o colega de elenco durante uma entrevista sobre masculinidade — e as redes sociais não perdoaram

O que era para ser uma conversa tranquila sobre masculinidade e cinema acabou por se transformar num debate viral sobre “feminismo branco” e respeito em conversas inter-raciais. Julia Fox, conhecida tanto pelas suas escolhas de moda arrojadas como pelas opiniões fortes, voltou a ser o centro das atenções — desta vez, por ter interrompido várias vezes o actor Marlon Wayans durante uma entrevista ao BAFTA.

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A dupla, acompanhada pelo actor Tyriq Withers, promovia o novo filme HIM, descrito como um thriller desportivo com toques de terror. A dada altura, a conversa desviou-se para um tema mais profundo: o que significa ser um “homem de verdade”. Foi então que tudo descambou.

Wayans começou por dizer que “um verdadeiro homem é um homem responsável”, mas mal conseguiu terminar a fraseantes de Fox o interromper com um sorriso irónico e a pergunta provocatória:

“Mas o que são ‘homens de verdade’?”

A partir daí, cada tentativa de Wayans para desenvolver o seu raciocínio foi interrompida por Fox, que argumentava que o conceito de “homem real” é apenas uma desculpa para comportamentos tóxicos. O actor, conhecido pelo humor afiado, ainda reagiu com bom espírito, atirando:

“Dito como um verdadeiro homem!”

Curiosamente, Fox não interrompeu o colega Tyriq Withers, que apresentou uma resposta semelhante à de Wayans, mas com um tom mais académico sobre vulnerabilidade e masculinidade — o que levou muitos internautas a apontar uma diferença de atitude que não passou despercebida.

O debate nas redes: empatia ou ego?

Nas redes sociais, o vídeo tornou-se viral e dividiu opiniões. Alguns elogiaram Fox por desafiar rótulos de género, com comentários como “Interrupt him, queen” ou “Ela tem razão, todos os homens são reais, independentemente do comportamento”.

Mas a outra metade da internet foi menos simpática. Muitos acusaram Fox de “feminismo performativo” e falta de respeito, especialmente por ter interrompido um homem negro enquanto ele falava sobre masculinidade — um tema que, como vários utilizadores sublinharam, tem camadas de vivência racial que Fox aparentemente ignorou.

Um comentário muito partilhado resumia assim o desconforto:

“Isto é o problema do feminismo branco. Julia não percebe que o feminismo tem contextos diferentes quando se fala com homens negros. Não é só uma mulher a interromper um homem — é uma mulher branca a falar por cima de um homem negro.”

Outros recordaram ainda que Wayans é pai de um filho transgénero, e que já falou publicamente sobre desconstruir o que significa “ser homem” através dessa experiência — algo que, segundo muitos, Fox deveria ter considerado antes de o interromper.

Um “debate” que se tornou espelho cultural

No fim, o episódio acabou por ser mais do que uma simples entrevista desastrada. Tornou-se um espelho das tensões dentro do próprio feminismo contemporâneo — entre empatia e ego, entre escuta e interrupção, entre a vontade de falar e a necessidade de ouvir.

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Julia Fox, fiel à sua reputação, ainda não comentou a polémica. Mas se o objectivo era “provocar conversa”, missão cumprida: o público está a falar — e muito.

Criadores de “Stranger Things” não perceberam a obsessão dos fãs com uma personagem — até a Netflix insistir

xDepois de quase uma década a prender audiências em todo o mundo, “Stranger Things” prepara-se para regressar à Netflix com a sua quinta e última temporada, dividida em três partes com estreia marcada para 26 de Novembro, 25 de Dezembro e 31 de Dezembro de 2025. Será o grande fecho de um fenómeno que começou como uma homenagem ao cinema dos anos 80 e acabou por se transformar num dos pilares da cultura pop moderna.

Mas, curiosamente, nem tudo no sucesso da série foi planeado. Um dos maiores fenómenos de adoração dos fãs — a personagem Barb, interpretada por Shannon Purser — apanhou até os próprios criadores de surpresa.

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Os irmãos Duffer… e o mistério da popularidade de Barb 🕵️‍♀️

Em entrevista recente à revista Time, durante uma visita ao set, os criadores Matt e Ross Duffer confessaram que nunca compreenderam verdadeiramente o fascínio dos espectadores por Barb, a amiga estudiosa de Nancy Wheeler (Natalia Dyer), morta de forma prematura na primeira temporada.

Segundo o artigo, escrito por Eliana Dockterman, a jornalista chegou mesmo a “quase tropeçar” num replica do corpo de Barb no cenário do Mundo Invertido, confirmando que a personagem vai regressar de alguma forma na temporada final — embora não da maneira mais animadora.

Questionados sobre a popularidade de Barb, Ross Duffer chegou a revirar os olhos, recordando que chegaram a receber notas da Netflix a pedir mais atenção à personagem. “Eles insistiram — e tinham razão”, admitiu. “Negligenciámos a Barb, e como tal, Hawkins também a negligenciou. E isso tornou-a ainda mais famosa.”

A explicação, ainda que sincera, não agradará a todos. Afinal, o movimento #JusticeForBarb tornou-se viral logo após a estreia da série, com milhares de fãs a protestarem pela falta de empatia e de justiça narrativa para uma personagem que, apesar de breve, conquistou o público.

Barb e o velho problema das personagens “descartáveis”

A verdade é que Barb acabou por se tornar símbolo de um problema recorrente em Hollywood: o chamado “fridging”, termo usado para descrever quando uma personagem feminina é morta apenas para servir de impulso à história de um protagonista masculino.

Em Stranger Things, a morte de Barb serviu apenas como catalisador para o enredo centrado em Will Byers (Noah Schnapp), e nunca foi tratada com a devida importância. Casos semelhantes já aconteceram em produções como Secret Invasion (onde a personagem de Emilia Clarke, G’iah, é morta para servir outro arco narrativo) ou Solo: A Star Wars Story, com as personagens de Phoebe Waller-Bridge e Thandiwe Newton.

É por isso que a persistência dos fãs em exigir justiça para Barb não se tratou apenas de nostalgia ou ironia da internet — foi também um pedido por respeito narrativo e igualdade de protagonismo.

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A última temporada promete nostalgia, emoção e… talvez algum fecho para Barb

Ainda que os Duffer Brothers mantenham a típica discrição sobre o enredo, tudo indica que a quinta temporada será uma viagem emocional destinada a encerrar todos os arcos e regressar às raízes que conquistaram o público em 2016. E se Barb vai mesmo “voltar”, ainda que no formato de cadáver simbólico, talvez haja espaço para um momento de catarse tardia — ou, pelo menos, um reconhecimento digno da personagem que o público nunca esqueceu.

A primeira parte de “Stranger Things 5” estreia a 26 de Novembro de 2025, e os fãs já contam os dias. Esperemos que, desta vez, a justiça de Hawkins chegue finalmente também à eterna Barb Holland.

🍽️ Jennifer Lawrence Serviu Comida do Lixo a Robert Pattinson — e Ele Comeu Tudo Sem Reclamar!

A actriz confessou no programa de Graham Norton que deu restos do caixote do lixo ao colega e ele… pediu mais!

Jennifer Lawrence voltou a provar que é uma das figuras mais imprevisíveis (e divertidas) de Hollywood. A estrela de The Hunger Games e vencedora de um Óscar revelou uma história inacreditável sobre uma noite em que serviu comida do lixo ao actor Robert Pattinson — e ele nem pestanejou.

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Tudo aconteceu durante uma conversa no The Graham Norton Show, onde Lawrence descreveu uma noite de pijama com amigas, a ver o clássico Mulherzinhas. “Era Dezembro, estávamos todas em casa, de pijamas, a ver o filme”, contou. Até que recebeu uma mensagem de Pattinson: “Ele disse-me ‘acabei de filmar aqui a um quarteirão de ti’, e eu: ‘Meu Deus, vem já!’. O Rob é um dos nossos, adora cusquices. É um dos rapazes que são… das raparigas.”

Mas o reencontro rapidamente se tornou num episódio digno de Pesadelos na Cozinha. Pattinson chegou esfomeado: “Ele entrou, dei-lhe um abraço, e perguntou: ‘Tens comida? Estou cheio de fome’. E eu disse: ‘Sim, claro!’”. Só havia um pequeno problema: o frigorífico estava vazio — e o que restava tinha acabado de ir parar ao lixo.

“Enquanto ele foi à casa de banho, comecei a tirar comida do caixote do lixo”, confessou Lawrence entre gargalhadas. “As minhas amigas estavam horrorizadas, mas o Rob comeu tudo, sem desconfiar de nada.”

A história ainda consegue piorar (ou melhorar, dependendo do ponto de vista): “Quando ele acabou, disse: ‘Ainda tenho fome, há mais?’ E eu só consegui responder: ‘Há, mas está no lixo…’”, contou a actriz.

E o que fez Pattinson? Manteve a compostura… e o apetite. “Ele respondeu: ‘Não faz mal’, e continuou a comer do lixo!”, revelou Lawrence, provocando gargalhadas no estúdio.

Os dois voltam a contracenar no drama Die, My Love, realizado por Lynne Ramsay (Temos de Falar Sobre o Kevin), onde interpretam um casal à beira do colapso psicológico. O filme foi bem recebido em Cannes e estreia nos cinemas a 7 de Novembro.

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Se isto é o nível de confiança entre os dois fora do ecrã, imagine-se a intensidade dentro dele.

South Park Entra Subitamente na 28.ª Temporada — e os Fãs Ainda Tentam Perceber Porquê 🌀

South Park temporada 27

Sem aviso prévio, a série de Trey Parker e Matt Stone saltou de temporada — e até os fãs mais atentos ficaram baralhados.

Há poucas séries capazes de desconcertar o público e continuar a ser adoradas por isso. South Park é uma delas. Depois de uma 27.ª temporada triunfal, com audiências recorde e sátira política em plena forma, a série animada da Comedy Central deixou os fãs de boca aberta esta semana: o episódio mais recente foi listado como o primeiro da 28.ª temporada, sem qualquer aviso, trailer ou mudança de tom que o justificasse.

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Um salto de temporada… sem explicação oficial 🧐

O episódio em questão — que abordou temas como vigilância governamental, o controlo das redes sociais e o viral “6, 7” meme — chegou às televisões como se nada fosse. Só que, em vez de ser o sexto episódio da temporada em curso (como toda a gente esperava), apareceu rotulado como “Season 28, Episode 1”.

A confusão não tardou a incendiar o Reddit e o X (ex-Twitter). “Erro de catálogo?”, “Estratégia contratual?”, “Piada interna?” — perguntavam os fãs, tentando ligar os pontos entre Jesus como conselheiro escolar e o filho secreto de Donald Trump e Satanás, duas tramas deixadas em aberto no episódio anterior.

Afinal, não foi um erro (só parecia)

Segundo fontes citadas pela The Hollywood Reporternão houve engano algum. Um representante da Comedy Central esclareceu que a 27.ª temporada nunca foi pensada para ter 10 episódios, como muitos meios reportaram no verão. O plano — aparentemente desde o início — era lançar duas temporadas de cinco episódios cada, mantendo o formato compacto que South Park vem adoptando nos últimos anos.

Ou seja: o que o público achava ser uma “metade” de temporada era, afinal, o fim. O episódio de 24 de Setembro encerrou oficialmente a 27.ª, e três semanas depois estreou-se, sem pompa nem circunstância, a 28.ª.

Uma série que faz o que quer — e os fãs agradecem

A verdade é que, para Parker e Stone, a previsibilidade nunca fez parte do plano. A produção já passou por hiatos irregulares, calendários bi-semanais e até episódios escritos e animados em menos de uma semana. Desta vez, o caos foi administrativo — mas continua a servir o mesmo propósito: manter South Park imprevisível.

E o público? Queixa-se, comenta, teoriza… mas não desliga. A longevidade da série — que se prepara para ultrapassar os 300 episódios — é a prova de que ninguém satiriza o absurdo da vida moderna melhor do que duas crianças de papel e cartolina.

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No fim de contas, pouco importa se estamos na 27.ª ou na 28.ª temporada. Enquanto Cartman continuar a insultar a humanidade com razão, o número é o menor dos problemas.

Por que roubar arte explodiu nos anos 70 — e o novo filme The Mastermind mostra exactamente como

A década de convulsão cultural, a arte vista como dinheiro — e uma reviravolta que não saiu como planeado.

No início de Maio de 1972, dois homens entraram no Worcester Art Museum, nos EUA, levaram quatro obras de arte (entre elas peças de Paul Gauguin e Pablo Picasso), mantiveram alunos de liceu como reféns e fugiram — episódio que viria a inserir-se numa onda de assaltos a obras de arte durante os anos 70, alimentada por várias causas: o mercado da arte em expansão, segurança precária dos museus, e a convicção — ou ilusão — de que “seria fácil”.

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O filme The Mastermind, dirigido por Kelly Reichardt e protagonizado por Josh O’Connor, revisita essa época instável e examina como um carpinteiro desempregado da classe média decide assaltar museus — descobrindo demasiado tarde que o roubo de arte não é tão glamouroso ou simples quanto parecia.  

As razões por trás da explosão de assaltos nos anos 70

  • O historiador da arte Tom Flynn nota que o aumento dos assaltos coincidiu com o boom do mercado da arte — as obras tornaram-se vistas como capital, e o roubo passou a ter um apelo económico  
  • Os museus, por sua vez, enfrentavam cortes orçamentais, menos segurança, pessoal mais vulnerável — e os “grandes assaltos” eram vistos no jornal como manchetes atraentes  
  • E culturalmente, o período era de desafio às instituições: os ladrões de arte tornavam-se figuras quase “românticas” em filmes, como se batessem ao establishment — e isso alimentava a ideia de “roubar arte” como acto de subversão  

O que torna The Mastermind diferente

Em vez de glamourizar o golpe, Reichardt opta por humanizar o criminoso — não como herói, mas como alguém que se engana a si próprio. O protagonista “JB” (O’Connor) percebe que roubar arte é diferente de vender arte, e que há muitos impostos — morais, práticos — a pagar.  

Estreia: quando chega a Portugal e ao Brasil?

  • Nos EUA, The Mastermind estreia nos cinemas a 17 de Outubro de 2025.  
  • Para o Brasil, consta uma estreia limitada em 16 de Outubro de 2025.  
  • Quanto a Portugal, ainda não há uma data oficialmente confirmada pela fonte que conseguimos encontrar — o que significa que deveremos aguardar anúncio local do distribuidor.

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Em resumo

Se estás curioso para entender por que motivo os anos 70 viram tantos assaltos a galerias (e por que o fenómeno parecia “fácil”), e também queres ver uma abordagem cinematográfica que não se limita ao “feliz roubo / fuga triunfante”, The Mastermind promete ser uma exploração dura, mas fascinante, desse mundo entre a arte e o crime.

Euphoria Revela Elenco Explosivo Para a 3.ª Temporada — e Há Rostos Que Ninguém Estava à Espera 🌈🔥

Quatro anos depois, a série mais intensa da HBO regressa com Zendaya, novos nomes surpreendentes e uma grande mudança narrativa.

A espera está quase a terminar. A HBO confirmou que a terceira temporada de Euphoria chega na primavera de 2026, após um hiato de quatro anos que deixou milhões de fãs a suspirar. E a promessa é clara: a série vai regressar com tudo — e com muita gente nova.

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Um regresso em grande estilo

Zendaya, Sydney Sweeney, Jacob Elordi, Hunter Schafer e Colman Domingo voltam aos seus papéis icónicos, mas o universo de Euphoria vai expandir-se com 18 novas caras que prometem agitar o drama juvenil mais controverso e visualmente deslumbrante da televisão moderna.

Entre os novos nomes estão:

  • Danielle Deadwyler (TillThe Piano Lesson), nomeada para vários prémios de cinema;
  • Natasha Lyonne, estrela de Orange Is the New Black e Poker Face;
  • Eli Roth, realizador e actor de Hostel;
  • Colleen Camp, de American Hustle e Apocalypse Now;
  • Trisha Paytas, cantora e influenciadora que promete ser uma das surpresas mais comentadas;
  • Kwame Patterson (The Wire), Madison Thompson (Ozark), Sam Trammell (True Blood), Rebecca Pidgeon(The Unit) e o ex-jogador da NFL Matthew Willig, entre outros.

Também se juntam ao elenco Bella PodarasGideon AdlonJessica Blair HermanHemky Madera (Spider-Man: Homecoming), Jack Topalian (General Hospital) e até Homer Gere, filho do actor Richard Gere.

Uma nova fase para Rue e companhia

A terceira temporada terá oito episódios e, segundo o The Hollywood Reporter, incluirá um salto temporal — afastando os protagonistas do ambiente escolar para explorar a entrada na vida adulta, com novas tensões e dilemas.

O final da segunda temporada deixou vários fios por resolver: Rue (Zendaya) lutava pela sobriedade, Cassie e Maddy destruíram a amizade e Fezco ficou em suspenso após uma violenta troca de tiros — o que se tornou ainda mais trágico após a morte do actor Angus Cloud, em 2023.

Além disso, Storm Reid, que interpretava a irmã de Rue, confirmou que não regressará.

Novas estrelas e velhos demónios

Para aumentar ainda mais as expectativas, a HBO confirmou que Sharon Stone e Rosalía também se juntam ao elenco, num cruzamento improvável entre Hollywood e o pop internacional.

O criador Sam Levinson, que entretanto trabalhou em The Idol, regressa ao comando da série, prometendo uma abordagem mais madura e “introspectiva”, segundo fontes próximas da produção.

Quatro anos depois, o fenómeno continua

Lançada em 2019, Euphoria tornou-se um fenómeno global — não só pela interpretação arrebatadora de Zendaya (duas vezes vencedora do Emmy), mas também pela ousadia com que trata temas como dependência, sexualidade, trauma e identidade.

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Agora, com este elenco renovado e uma escala mais ambiciosa, a série promete reinventar-se sem perder o caos emocional que a tornou icónica.

A contagem decrescente começou — e 2026 não pode chegar depressa o suficiente.

David Attenborough Faz História aos 99 Anos nos Daytime Emmy — General Hospital Domina a Noite 🌿🏆

O naturalista britânico torna-se o vencedor mais velho da história dos Emmy diurnos, enquanto a veterana novela americana leva para casa seis prémios principais.

Aos 99 anosSir David Attenborough voltou a provar que o tempo é apenas um número. O lendário comunicador britânico venceu o Daytime Emmy de melhor personalidade televisiva (programa não diário) pela série da Netflix Secret Lives of Orangutans, tornando-se o mais velho vencedor de sempre na história da cerimónia.

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Attenborough ultrapassa assim o recorde de Dick Van Dyke, que no ano passado, com 98 anos, conquistara o Emmy de melhor actor convidado em série diurna por Days of Our Lives. O autor e narrador, cuja carreira atravessa oito décadas, não esteve presente na cerimónia em Pasadena, Califórnia, mas o feito foi recebido com aplausos e emoção.

General Hospital volta a reinar 🩺

A veterana produção da ABC, General Hospital, foi a grande vencedora da noite, arrecadando seis troféus nas categorias principais, incluindo melhor série dramática.

Entre os prémios individuais, Nancy Lee Grahn venceu como melhor actriz principal, o seu terceiro Emmy, pela interpretação de Alexis Davis, personagem que interpreta desde 1996. No discurso, usou a plataforma para fazer um apelo político apaixonado:

“A nossa democracia vale a pena ser defendida. Está na hora de nos levantarmos e falarmos em nome da decência e da liberdade!”

Paul Telfer, de Days of Our Lives, foi distinguido como melhor actor principal, e dedicou o prémio à mãe, falecida há mais de 20 anos:

“Ela adorava novelas — e adorava vilões. Ganhar este prémio a interpretar um vilão é, de certa forma, para ela.”

Uma noite de emoções e lágrimas verdadeiras ✨

Jonathan Jackson, também de General Hospital, levou o Emmy de melhor actor secundário pelo papel de Lucky Spencer, que interpreta intermitentemente desde 1993. Susan Walters, de The Young and the Restless, venceu como melhor actriz secundária, aproveitando o momento para agradecer ao marido, o actor Linden Ashby, seu colega na mesma série.

Alley Mills, recordada por muitos como a mãe em The Wonder Years, conquistou o prémio de melhor actriz convidadapela sua interpretação de Heather Webber — o segundo Emmy consecutivo nesta categoria.

Novos rostos, novas vozes

O prémio de talento emergente — que substituiu as antigas categorias de jovem actor/actriz — foi para Lisa Yamada, de The Bold and the Beautiful, que não conteve as lágrimas:

“Sonho com isto desde que me lembro. É o meu sonho tornado realidade… estou a chorar de felicidade!”

Drew Barrymore também celebrou uma vitória muito esperada, ao vencer como melhor apresentadora de talk show diurno com o seu programa The Drew Barrymore Show, superando nomes como Kelly Clarkson e Jennifer Hudson.

E, na cozinha, Kardea Brown levou o Emmy de melhor apresentadora culinária por Delicious Miss Brown, com lágrimas de alegria e um agradecimento emocionado:

“Sou uma mulher negra de Charleston, e ninguém acreditava que isto fosse possível — mas Deus acreditou.”

Um prémio de carreira e um legado vivo 📺

A jornalista Deborah Norville, histórica apresentadora de Inside Edition, foi distinguida com o prémio de carreira, depois de 30 anos à frente do programa.

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ntre lágrimas, aplausos e discursos inspiradores, a noite provou que a televisão diurna continua viva — e capaz de celebrar desde novas vozes até ícones eternos como David Attenborough, cuja voz continua a lembrar-nos da beleza do mundo natural… e da longevidade de quem nunca deixou de contar histórias.

Palavras-chave: David Attenborough, Daytime Emmy Awards, General Hospital, Nancy Lee Grahn, Paul Telfer, Drew Barrymore, Alley Mills, Lisa Yamada, Kardea Brown, Deborah Norville, televisão, Netflix, Secret Lives of Orangutans

“After the Hunt”: o filme que 2025 precisava — e que não tem medo de mexer nas feridas

Julia Roberts, Ayo Edebiri e Andrew Garfield num duelo moral incendiário — e um argumento de estreia que já está a dividir plateias 🔥

“After the Hunt” chega envolto em polémica, debates acesos e clips virais — exactamente como um filme adulto, sobre o mundo real, deve chegar. Estreado em Veneza e apresentado depois no New York Film Festival, o novo trabalho de Luca Guadagnino junta Julia Roberts (Alma), Andrew Garfield (Hank) e Ayo Edebiri (uma aluna-protegida que desencadeia o drama) para desmontar, com bisturi e sem anestesia, um caso de alegada agressão sexual num campus da Ivy League. A partir daqui, nada é simples: a justiça parece binária, as pessoas não.

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O “filme-conversa” que ferve por dentro

Escrito pela estreante Nora Garrett, o argumento recusa a cartilha do preto-no-branco. Em vez de discursos programáticos, há conversas, contradições e dilemas: ambição académica, culpa, memória, auto-preservação. Guadagnino filma isto como um thriller de ideias — câmara próxima, silêncios a arder, olhares que dizem mais do que páginas de diálogo — e dá aos actores espaço para respirarem (e para nos tirarem o ar).

Alma, Hank, Maggie: três verdades, um abismo

  • Alma (Roberts) é uma académica que viveu “da cabeça para cima”: metódica, controladora, ferozmente ambiciosa. A crise testa não só a sua ética, mas a identidade que construiu para chegar “lá acima”.
  • Hank (Garfield) é o colega-referência, ora mentor, ora espelho estilhaçado. O filme obriga-nos a confrontar a distância entre a imagem pública e o íntimo.
  • A jovem protegida (Edebiri) surge como epicentro de uma história onde acreditar ou duvidar tem consequências — pessoais, profissionais, políticas.

Nada aqui se resolve com uma frase feita ou com um tweet. Garrett insiste na zona cinzenta onde vivemos: pessoas boas que falham, pessoas falíveis que, ainda assim, merecem ser ouvidas.

O viral que o filme já previa

O momento que incendiou as redes — a entrevista em Veneza onde uma pergunta sobre “pós-#MeToo” e “pós-BLM” saiu torta — tornou-se um espelho meta do próprio filme: quem tem voz, quem a usa, quem a interpreta e quem a contesta. A reacção em cadeia online confirmou a tese de Garrett: vivemos tempos de flattening, em que opiniões são achatadas à sua leitura mais extrema. “After the Hunt” empurra no sentido contrário.

Garrett, a “má feminista”? Nem pensar.

A argumentista tem ouvido de tudo — inclusive rótulos fáceis — e responde com aquilo que o seu texto pratica: nuance. A sua Alma não é bandeira, é personagem. A dúvida que sobrevoa partes da narrativa não é um jogo cínico: é um convite a pensarmos como julgamos, com que provascom que pressa. E o cinema, lembra o filme, não existe para nos dar folhas de cálculo moral, mas para nos deixar a pensar a caminho de casa.

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Guadagnino em modo lâmina

Sem listas de planos e sem medo do risco, Guadagnino assina um filme de gestos: um olhar que vacila, um aperto de mão que não acontece, uma nota de 20 dólares pousada na mesa que resume — sem explicar — poder e transacção. É esse realismo nervoso que torna “After the Hunt” desconfortável e, por isso mesmo, necessário.

Vale a pena?

Se procuras respostas fechadas, este não é o filme. Se queres um cinema que mexeprovoca e obriga a pensar antes de “tomar partido”, então “After the Hunt” é, muito provavelmente, o título mais provocador de 2025. E com performances que vão dar que falar — Roberts em modo lâmina fria, Garfield num equilíbrio perigoso e Edebiri a provar que a sua intensidade não é só televisiva.

Sem spoilers, mas com aviso

Não esperes absolvições fáceis nem vilões de desenho animado. O último acto não fecha portas — abre fissuras. É aí, nesse desconforto, que o filme encontra a sua força.

Blue Moon: O Divórcio Mais Famoso da Broadway Ganha Vida no Novo Filme de Richard Linklater 🎭💔

Ethan Hawke brilha como o génio atormentado Lorenz Hart num retrato melancólico e espirituoso sobre a noite em que o musical americano mudou para sempre.

Richard Linklater, o realizador de Boyhood e Before Sunrise, regressa à sua zona de conforto — diálogos longos, almas inquietas e noites que mudam vidas — com Blue Moon, um filme que mergulha na mente de Lorenz Hart, o letrista lendário de canções como My Funny Valentine e The Lady Is a Tramp. O que à primeira vista parece apenas um retrato íntimo de um artista em crise é, na verdade, um “divórcio” criativo contado como uma tragédia de bastidores: o fim da parceria entre Hart e Richard Rodgers, o compositor que, ao lado de Oscar Hammerstein II, reinventaria a Broadway com Oklahoma!

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Uma conversa com fantasmas no bar de Sardi’s 🍸

A acção decorre numa única noite — a noite da estreia de Oklahoma!, em 1943 —, quando Hart (interpretado com melancolia e ironia por Ethan Hawke) se refugia no bar do lendário restaurante Sardi’s. Entre copos, conversas afiadas e tiradas mordazes, ele comenta o espectáculo que acabou de assistir — o triunfo do seu antigo parceiro. O filme é essencialmente um banquete verbal: um homem a enfrentar o fim de uma era, com uma língua tão afiada quanto o vazio que sente por dentro.

Ao longo da noite, Hart cruza-se com um elenco improvável: um barman filósofo (Bobby Cannavale), um jovem soldado que sonha ser compositor, um cliente discreto que se revela o editor E.B. White, e até um precoce adolescente chamado “Stevie” — uma piscadela divertida ao futuro compositor Stephen Sondheim. O ambiente é de humor ácido, nostalgia e autodestruição — um My Dinner With André passado em copos de whisky e neons da Broadway.

O amor, a solidão e a música 🎶

Entre uma gargalhada e uma confissão amarga, Hart revela o seu amor impossível por uma jovem poetisa (vivida por Margaret Qualley), símbolo de tudo o que deseja mas nunca poderá ter. Linklater e o argumentista Robert Kaplowmisturam factos reais e imaginação, criando uma figura que representa o eterno conflito entre desejo e frustração, entre arte e auto-negação.

Na realidade, Hart viveu sempre dividido: um génio letrista e um homem destruído pela insegurança, o alcoolismo e a repressão sexual. Pequeno em estatura (tinha menos de 1,50 m), mas gigante em talento, via-se como “unphotographable” — palavra que ele próprio usou nos versos de My Funny Valentine.

A queda de um gigante e o nascimento de outro 🌙

Blue Moon capta o instante simbólico em que o velho mundo da Broadway — sofisticado, urbano e irónico — cede lugar ao novo idealismo rural de Rodgers e Hammerstein. Para Hart, Oklahoma! não era apenas um sucesso que o excluía, era o sinal de que o seu tempo tinha terminado. “É um sucesso de 14 quilates… e um pedaço de lixo de 14 quilates”, diz, com o humor ferido de quem sabe que está a assistir ao próprio funeral artístico.

Com interpretações poderosas (Hawke é magistral, e Andrew Scott como Rodgers dá-lhe a medida exacta de pragmatismo e crueldade), Blue Moon é uma elegia à amizade perdida, ao amor não correspondido e à passagem do tempo — um brinde amargo ao preço da genialidade.

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Richard Linklater assina aqui um filme que é menos sobre teatro e mais sobre a solidão dos criadores: quando o espectáculo acaba, o aplauso morre — e só resta o eco das canções.

Quando Keanu Reeves Quase Se Chamou “Chuck Spadina” — O Dia em Que Hollywood Tentou Mudar o Seu Nome 😅

O actor revelou que, no início da carreira, foi pressionado a abandonar o nome que hoje é sinónimo de culto e carisma — e as alternativas eram… curiosas.

Antes de se tornar no ícone global que conhecemos — de Matrix a John Wick —, Keanu Reeves teve um daqueles encontros típicos com o sistema de Hollywood: o momento em que alguém decide que o teu nome “não é suficientemente comercial”.

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Numa conversa recente no podcast New Heights, o actor recordou o episódio com humor e alguma incredulidade. “Tinha 20 anos, saí de Toronto e conduzi até Los Angeles. Assim que cheguei, o meu agente disse: ‘Queremos mudar o teu nome.’ E eu pensei: ‘O quê? O meu nome?’”, contou.

“Chuck Spadina”? Sim, quase.

Enquanto caminhava pela praia a tentar encontrar uma alternativa, Keanu começou a brincar com hipóteses. “O meu nome do meio é Charles… talvez Chuck? E cresci numa rua chamada Spadina, por isso pensei: Chuck Spadina”, riu. “Depois experimentei algo como Templeton. No fim, fiquei como K.C. Reeves — até ser creditado assim num episódio de The Magical World of Disney.”

Mas a experiência não durou muito. O actor admitiu que não se reconhecia no nome:

“Ia a audições e chamavam ‘K.C. Reeves’, e eu nem respondia. Seis meses depois, pensei: ‘Não consigo fazer isto. Não sou eu.’”

E assim nasceu o verdadeiro Keanu Reeves — nome que, ironicamente, viria a tornar-se um dos mais marcantes da cultura pop.

O peso dos nomes em Hollywood 🌟

Reeves não foi o único a enfrentar essa pressão. Até Leonardo DiCaprio foi aconselhado, no início da carreira, a mudar de nome por ser “demasiado étnico”. Felizmente, ambos resistiram — e o resto é história.

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Próxima paragem: Good Fortune😇

O actor regressa em breve aos cinemas com Good Fortune, uma comédia de Aziz Ansari, onde contracena com o próprio Ansari e Seth Rogen. Reeves interpreta Gabriel, um anjo distraído que, após um erro cósmico, é forçado a viver como humano.

Segundo o crítico Chris Bumbray, Reeves é o grande destaque do filme:

“Perfeitamente escolhido para o papel, é hilariante como o anjo lunático e meio perdido que tenta adaptar-se à vida mortal.”

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De Chuck Spadina a Neo e John Wick, Keanu Reeves provou que o nome pode mudar… mas o carisma é eterno.

Gen V: O Segredo por Trás de Cipher Está Finalmente a Vir ao de Cima 👀

A segunda temporada da série do universo The Boys trouxe um dos momentos mais aguardados — mas nada é tão simples como parece em Godolkin University.

A nova temporada de Gen V está a mostrar que, no mundo dos super-heróis da Vought, ninguém é realmente quem diz ser. O mais recente episódio trouxe uma revelação há muito prometida sobre Cipher, o enigmático personagem que tem lançado sombras sobre os corredores de Godolkin University.

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Sem entrar em grandes spoilers (prometemos não estragar a surpresa), a verdade sobre Cipher é mais obscura — e mais trágica — do que os fãs poderiam imaginar. O episódio expõe a verdadeira origem da personagem, desmontando a figura que muitos julgavam compreender e abrindo uma nova frente de conflito que afectará profundamente Marie Moreau e o destino de toda a universidade.

Os mais atentos talvez já tenham notado as pistas subtis deixadas ao longo da temporada — pequenos detalhes em cenas aparentemente banais, indícios visuais que agora fazem todo o sentido. Mas mesmo os que previram parte do enredo não estavam preparados para o impacto emocional e moral que esta revelação traz.

No universo de Gen V, nada é apenas preto e branco, e esta viragem reforça precisamente isso: as fronteiras entre o bem e o mal, entre heróis e monstros, continuam perigosamente difusas.

Com o episódio a redefinir as alianças e a levantar questões perturbadoras sobre identidade, poder e manipulação, uma coisa é certa: Godolkin nunca mais será a mesma.

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E se achas que já percebeste tudo… talvez devas olhar novamente.

South Park e o Mistério de “6, 7”: O Meme Que Não Significa Nada (E É Precisamente Esse o Ponto)

A 28.ª temporada da série arranca com um fenómeno viral sem sentido — e uma inesperada lição de existencialismo digital. 🤯📺

O regresso de South Park para a 28.ª temporada trouxe de volta o humor corrosivo e o caos habitual, mas também deixou os fãs (e alguns pais americanos) completamente baralhados. No primeiro episódio, os alunos da escola de South Park começam a repetir misteriosamente a expressão “six, seven” (“seis, sete”) — um mantra sem explicação aparente que rapidamente se espalha como se fosse o novo grito de guerra de uma seita infantil.

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Mas não, ninguém está a fundar um culto satânico no Colorado. Como explica o episódio, as crianças estão apenas a abraçar a ausência total de sentido da existência — uma espécie de piada cósmica à moda de South Park.

A origem real do meme 🎵

Longe da ficção, o fenómeno “6, 7” nasceu no mundo real, a partir de uma música do rapper Skrilla, intitulada Doot Doot, lançada em Dezembro de 2024. A canção ganhou força quando foi usada em múltiplos vídeos no TikTok, alguns deles com o jogador de basquetebol LaMelo Ball, cujo 1,98 m de altura (6 pés e 7 polegadas) inspirou a associação numérica.

O meme rapidamente deixou de ter qualquer ligação ao basquetebol. Jovens por todo o lado começaram a repetir o “six, seven” em contextos aleatórios, como resposta a perguntas sem resposta. “Qual é o jantar?” — “Six, seven.” “Sabes o resultado do teste?” — “Six, seven.” Acompanhado, claro, de um encolher de ombros e um olhar vazio digno do clássico emoticon: ¯\(ツ)

O nada como forma de expressão 💭

O que significa “six, seven”? Absolutamente nada — e é precisamente essa a graça. Tal como observou o Wall Street Journal, é “como se Albert Camus tivesse uma conta no TikTok”. O meme tornou-se um símbolo da absurda desconexão e ironia existencial que marcam a cultura digital contemporânea: quanto menos sentido algo faz, mais rapidamente se torna viral.

Para a geração que cresce entre a ansiedade global, a sobrecarga de informação e o ruído constante das redes sociais, “six, seven” é quase uma filosofia de vida: rir-se do vazio, transformar a confusão em piada e, no processo, criar uma comunidade baseada… na falta de significado.

De South Park para a eternidade da Internet 💻

Ao integrar o meme na série, os criadores Trey Parker e Matt Stone fizeram o que melhor sabem: transformar o absurdo em espelho social. South Park não explica o fenómeno — apenas mostra-o a expandir-se até à loucura, num retrato perfeito da rapidez com que a Internet dá vida (e morte) a uma ideia.

Tal como outros memes antes dele — de “404 Not Found” a “Me when the” —, “six, seven” acabará por desaparecer. Mas, graças a South Park, ficará imortalizado como o meme do nada: uma espécie de versão contemporânea de O Estrangeiro, de Camus, passada no recreio da escola.

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E, no fim, talvez o único comentário possível seja o próprio meme:

¯\(ツ)/¯ 6, 7.

Revelada a Causa da Morte de Diane Keaton: O Último Adeus a Uma Lenda de Hollywood

A actriz, vencedora de um Óscar por Annie Hall, morreu aos 79 anos vítima de pneumonia.

A causa da morte de Diane Keaton foi finalmente revelada. A icónica actriz norte-americana, vencedora de um Óscar e estrela de clássicos como Annie Hall e O Padrinho, morreu no passado 11 de Outubro aos 79 anos, vítima de pneumonia, segundo a revista People, que citou um comunicado oficial da família.

“A família deseja agradecer pelas extraordinárias mensagens de amor e apoio”, lê-se na nota divulgada à imprensa.

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A notícia da sua morte tinha sido confirmada no sábado, dia 11, mas sem detalhes sobre a causa. O Departamento de Bombeiros de Los Angeles informou que foi chamado à residência da actriz em Brentwood às 8h08 da manhã e que uma paciente foi transportada para o hospital, onde Keaton acabaria por falecer.

Uma carreira inesquecível 🌟

Diane Keaton é um dos nomes maiores do cinema americano. A actriz começou por se destacar nos anos 70 com o papel de Kay Adams em O Padrinho (1972), mas foi com Annie Hall (1977), de Woody Allen, que conquistou o Óscar de Melhor Actriz e se tornou um ícone de estilo e de autenticidade.

Ao longo de cinco décadas de carreira, brilhou em filmes como Play It Again, SamBaby BoomThe First Wives ClubFather of the Bride e Book Club. Em 2022, numa entrevista à ABC News, Keaton reflectiu sobre o seu percurso:

“Tive muita sorte nas oportunidades que surgiram. O que tornou a minha vida interessante foi a liberdade. A liberdade de poder fazer as minhas escolhas ao longo do tempo.”

Tributos de Hollywood 💔

A morte da actriz provocou uma onda de comoção em Hollywood. Nancy Meyers, realizadora de Something’s Gotta GiveFather of the Bride, escreveu nas redes sociais:

“Perdemos uma gigante. Uma actriz brilhante que, vezes sem conta, se expôs para contar as nossas histórias.”

Colegas e amigas como Goldie Hawn e Mary Steenburgen também prestaram homenagem à actriz, recordando a sua generosidade, humor e o seu espírito livre.

Um coração dedicado aos outros ❤️

Para além do talento, Diane Keaton era conhecida pelo seu amor pelos animais e pelo envolvimento em causas sociais. A família sublinhou esse legado no comunicado divulgado à People:

“Ela amava os seus animais e era incansável no apoio à comunidade sem-abrigo. Qualquer doação a um banco alimentar ou a um abrigo de animais em sua memória será uma homenagem maravilhosa e muito apreciada.”

Hollywood despede-se assim de uma das suas figuras mais queridas — uma mulher que fez da excentricidade uma forma de arte e do cinema um espelho da sua alma.

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Amadeus: Will Sharpe Transforma Mozart num “Ser Repulsivo” no Novo Teaser da Sky

A série limitada promete uma reinterpretação ousada da rivalidade entre Mozart e Salieri — com Paul Bettany e uma produção digna de um palácio barroco 🎻✨

A Sky divulgou o primeiro teaser trailer de Amadeus, a nova série limitada que chega em Dezembro e promete reacender uma das rivalidades mais lendárias da história da música: Mozart versus Salieri.

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O britânico Will Sharpe (The White LotusToo Much) dá vida ao génio de Salzburgo, retratado como um espírito livre, excêntrico e algo provocador — um “ser repulsivo”, nas palavras do próprio Salieri, interpretado por Paul Bettany(WandaVision).

Um Mozart irrequieto e um Salieri consumido pela inveja

O trailer mostra um Mozart exuberante, correndo pelos salões de um palácio e a tentar alcançar um lustre enquanto ri e grita “Muito chique!”. Mas o encanto nem todos o partilham: Bettany observa-o com desprezo e murmura a célebre linha — “Esta criatura repulsiva… a tocar de forma tão sublime.”

O argumento é de Joe Barton (Black Doves), que reimagina a peça de teatro vencedora de vários prémios de Peter Shaffer, explorando o mito do génio maldito e a corrosiva inveja de Salieri, o homem que, na sombra, tenta destruir Mozart enquanto o admira profundamente.

Um elenco e uma produção de luxo

A série conta ainda com Gabrielle Creevy (In My Skin) como Constanze Weber, a esposa leal e apaixonada de Mozart, e uma equipa de luxo atrás das câmaras. Julian Farino (Giri/Haji) e Alice Seabright (Chloe) assinam a realização, enquanto Barton, Sharpe, Bettany e Farino também assumem funções de produtores executivos.

A produção está a cargo da Two Cities Television (parte da STV Studios) em associação com a Sky Studios, com NBCUniversal Global TV Distribution responsável pela distribuição internacional.

O regresso de um clássico — com um toque moderno

Inspirado no icónico filme de Milos Forman (que venceu oito Óscares em 1985) e na peça que o antecedeu, Amadeus regressa agora reinventado, prometendo mergulhar nas zonas sombrias da genialidade e da obsessão artística.

Com visuais sumptuosos, música arrebatadora e interpretações de peso, esta nova versão parece pronta para devolver o nome de Mozart às conversas dos cinéfilos — e, quem sabe, aos palcos das premiações televisivas.

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Colheita: O Western Medieval Hipnótico de Athina Rachel Tsangari com Caleb Landry Jones 🌾⚔️

A realizadora grega regressa com uma tragicomédia misteriosa e visualmente arrebatadora, onde uma aldeia indefinida mergulha no caos durante sete dias de loucura.

Chegou a época da colheita — e, nas mãos de Athina Rachel Tsangari, nunca a ceifa foi tão bela, enigmática e desconcertante. O novo filme da autora grega, simplesmente intitulado Colheita, é um drama de 2h13min que mistura o tom existencial do cinema europeu com a estrutura mítica de um western medieval. O resultado é uma experiência cinematográfica rara: trágica, surreal e profundamente humana.

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A parábola de uma aldeia à beira da extinção

Baseado no romance homónimo de Jim CraceColheita transporta-nos para uma aldeia sem nome, num tempo e espaço indefinidos. Ao longo de sete dias alucinatórios, os habitantes vêem o seu mundo ruir com a chegada de três figuras misteriosas: um cartógrafoum imigrante e um banqueiro. A sua presença desencadeia uma série de acontecimentos que põem em causa as tradições, a fé e até a própria noção de comunidade.

A realizadora, conhecida por filmes como Attenberg e Chevalier, usa a câmara com a precisão de uma arqueóloga emocional, escavando as camadas simbólicas de uma história que tanto pode ser lida como um retrato da Europa rural quanto uma alegoria universal sobre o poder, a ganância e a transformação.

Caleb Landry Jones: o estrangeiro que incendia o ecrã 🔥

No centro do filme está Caleb Landry Jones, um dos actores mais intensos e imprevisíveis da actualidade (NitramThree Billboards Outside Ebbing, Missouri). A sua presença é quase mítica — simultaneamente frágil e ameaçadora —, funcionando como o catalisador do colapso e da revelação. Jones habita o papel com a mesma energia hipnótica que o tornou uma das figuras mais fascinantes do cinema recente.

Um épico poético e brutal

Visualmente, Colheita é deslumbrante: os campos ondulantes, o fogo, a terra e a chuva transformam-se em personagens próprias, num trabalho de fotografia que evoca o simbolismo de Tarkovsky e a fisicalidade de Béla Tarr. Tsangari, fiel à sua tradição de explorar o absurdo e a vulnerabilidade humanas, equilibra o drama com um humor subtil e inesperado — uma tragicomédia onde a beleza e a barbárie caminham lado a lado.

Uma reflexão sobre o fim e o recomeço

Colheita não é apenas uma história sobre uma aldeia em ruínas; é uma meditação sobre o fim dos ciclos — agrícolas, sociais e espirituais. A colheita, aqui, é tanto uma metáfora da fertilidade como da destruição. No fim, resta a pergunta: o que é realmente semeado quando o mundo começa a arder?

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Athina Rachel Tsangari entrega um filme poderoso e hipnótico, que desafia convenções e confirma o seu estatuto como uma das vozes mais originais do cinema europeu contemporâneo.

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Poster de IT Welcome to Derry quase a chegar à HBO MAX

A prequela de It chega em Outubro à HBO — Bill Skarsgård regressa como o palhaço mais aterrador do cinema.

O terror regressa a Derry. A HBO revelou um novo teaser e um cartaz de IT: Welcome to Derry, a aguardada série que expande o universo criado por Stephen King e imortalizado nos filmes de Andy Muschietti. O vídeo, divulgado pela IGN, mostra que, apesar da fachada pacífica, a pequena cidade do Maine continua a esconder um mal ancestral pronto a despertar.

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A série, composta por oito episódios, estreia a 26 de Outubro na HBO e HBO Max, com novos episódios lançados semanalmente até ao final da temporada, marcado para 14 de Dezembro.

O regresso de Pennywise 🎭

O icónico Bill Skarsgård volta a vestir o fato (e o sorriso aterrador) de Pennywise, o Palhaço Dançarino, numa história que decorre em 1962, décadas antes dos acontecimentos vistos nos filmes It (2017) e It: Chapter Two (2019).

O elenco inclui Jovan Adepo (The Stand), Taylour Paige (The Toxic Avenger), Chris Chalk (Gotham), James Remar(Dexter), Stephen Rider (Daredevil), Madeleine Stowe (Revenge) e Rudy Mancuso (The Flash). O cartaz recentemente revelado destaca a família Hanlon, cuja presença promete ligação directa ao futuro grupo conhecido como “The Losers’ Club”.

De volta à origem do medo 👁️

Welcome to Derry é uma prequela directa dos filmes de Muschietti, baseados no romance original de 1986, explorando as origens do mal que assombra a cidade — e, possivelmente, o nascimento do próprio Pennywise. Andy Muschietti realiza vários episódios e volta a colaborar com Jason Fuchs, co-produtor de It: Chapter Two, que escreve o primeiro episódio e assume a co-direcção criativa da série ao lado de Brad Caleb Kane (Crystal Lake).

Uma saga de terror com planos ambiciosos

Se a primeira temporada conquistar o público, Muschietti já tem planos traçados: uma segunda temporada ambientada em 1935 e uma terceira em 1908, aprofundando o ciclo de terror que assombra Derry ao longo das décadas.

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A julgar pelo teaser, IT: Welcome to Derry promete o mesmo equilíbrio entre nostalgia, terror e melancolia que transformou os filmes anteriores em sucessos globais — com direito, claro, a balões vermelhosesgotos sombrios e sorrisos impossivelmente largos.

Al Pacino e Kiefer Sutherland Juntam-se em Father Joe: O Novo Thriller de Luc Besson Promete Sangue, Fé e Vingança

Nos anos 90 em Manhattan, um padre decide enfrentar o submundo do crime — e o resultado é explosivo.

Luc Besson está de volta aos filmes de acção com estilo, e desta vez traz dois pesos pesados do cinema: Al Pacino e Kiefer Sutherland. O novo projecto chama-se Father Joe e promete um duelo moral e físico entre um padre armado de fé (e armas de grosso calibre) e um impiedoso chefe da máfia nova-iorquina.

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Segundo o VarietySutherland interpreta o protagonista — um homem de fé que decide declarar guerra ao crime organizado na Nova Iorque dos anos 90. Pacino, por sua vez, será o poderoso mafioso cujo império entra em rota de colisão com a cruzada do padre. A jovem actriz Ever Anderson (a Natasha Romanoff em criança em Black Widow) junta-se ao elenco como uma mulher dividida entre a redenção e o perigo, sob a tutela de Father Joe.

A realização estará a cargo de Barthélémy Grossmann, conhecido por Arthur: Malediction, enquanto o argumento e a produção são assinados pelo próprio Luc Besson. As filmagens começam já em meados de Outubro.

Num comunicado, Sutherland confessou o entusiasmo:

“Sou fã de Luc Besson desde Subway. Como realizador e argumentista, tem uma capacidade única de entrelaçar drama e acção sem sacrificar nenhum dos dois. Estou entusiasmado por trabalhar com ele neste projecto.”

O regresso de Besson à velha forma?

Depois de altos e baixos — recorde-se Valerian and the City of a Thousand Planets, que dividiu fãs e críticos — Luc Besson parece regressar ao território que domina: acção estilizada, dilemas morais e personagens intensas.

O cineasta francês ainda colhe elogios pelo seu mais recente filme, Dracula: A Love Tale, protagonizado por Caleb Landry Jones, uma versão gótica e romântica do vampiro de Bram Stoker que estreou este verão em França com críticas positivas. O filme chega à América do Norte em Fevereiro de 2026, distribuído pela Vertical.

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“É uma história de amor acima de tudo — um Drácula visto sob uma nova luz, como um homem que procura a mulher perdida há quatrocentos anos”, explicou Besson, emocionado com a recepção do público.

Com Father Joe, o realizador parece pronto para trocar a capa do conde pela batina de um guerreiro urbano — e se o elenco cumprir o que promete, esta poderá ser a redenção cinematográfica que os fãs de O Quinto Elemento esperavam há anos.

“Mr. Scorsese” ia ser um filme de 2 horas — até Rebecca Miller perceber que isso era “impossível”

O retrato definitivo de Martin Scorsese chega à Apple TV+ este mês — cinco episódios, memórias inéditas e uma história de amor ao cinema 🎬🍎

Quando Rebecca Miller se sentou com Martin Scorsese, pensou que estava a fazer um filme documental de duas horas. Minutos (e muitas conversas) depois, percebeu o óbvio: reduzir uma vida e uma filmografia destas a 120 minutos era… “impossível”. O resultado é “Mr. Scorsese”, uma docuserie de cinco horas que estreou no New York Film Festival e chega à Apple TV+ a 17 de Outubro de 2025.  

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De longa-metragem a série-evento

Miller contou ao IndieWire como o projecto evoluiu: começou com uma proposta simples, ganhou acesso ao arquivo pessoal do cineasta e, após cerca de 20 horas de entrevistas, tornou-se uma série que “tem de respirar” para acompanhar a vida e a obra de Scorsese. A montagem revelou-se o verdadeiro campo de batalha: manter a fluidez das ideias, cruzar filmes e biografia, e evitar o temido “lista de filmes”.  

Cinco horas, mil histórias

A série percorre dos dias de Little Italy até Killers of the Flower Moon, passando por Mean StreetsTaxi DriverRaging BullThe Aviator e The Wolf of Wall Street. Há a presença indispensável de Thelma Schoonmaker, parceira de edição que “quebrou regras” em Raging Bull; e depoimentos de Robert De NiroLeonardo DiCaprioJay CocksNicholas PileggiPaul Schrader e mais — com Scorsese a guiar, na primeira pessoa, um olhar íntimo sobre fé, violência, ética e arte.  

Os “anjos” de Marty 😇

Um dos fios condutores é a ideia dos “anjos” que aparecem nos pontos de rutura: De Niro a empurrá-lo para Raging Bullquando a saúde fraquejou; Schoonmaker, recuperada do documentário para redefinir a gramática de montagem; e DiCaprio, cuja parceria tornou viáveis projectos ambiciosos como Gangs of New YorkThe Aviator e The Wolf of Wall Street. É um retrato de como talento, obsessão e colaboração salvaram (várias vezes) uma carreira que nunca abdicou de visão autoral.  

O que fica de fora (e porquê)

Apesar do fôlego, Miller tomou decisões duras: “Hugo” e parte do trabalho televisivo/documental ficam de fora, para preservar o eixo temático que cose “vida e obra em tango”. A série evita o inventário e aposta na estrutura emocional — regresso aos amigos de infância, episódios de crise, reinvenções — para explicar como Scorsese se tornou um autor que “não desvia o olhar”, mesmo quando o mundo quer olhar para outro lado.  

NYFF, aplausos e o que aí vem

estreia no NYFF encheu a Alice Tully Hall e veio acompanhada de críticas muito positivas, destacando o ritmo e a proximidade que Miller alcança com o cineasta. Para quem não esteve em Nova Iorque, a boa notícia é simples: os cinco episódios (tempo total ~285 minutos) chegam já a 17 de Outubro à Apple TV+. Popcorns prontos. 🍿  

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Ficha essencial

  • Título: Mr. Scorsese
  • Formato: Docuserie em 5 partes (aprox. 285 min no total)
  • Realização: Rebecca Miller
  • Estreia: 17 de Outubro de 2025 na Apple TV+
  • Estreia mundial: New York Film Festival, 4 de Outubro de 2025  

 A Homenagem comovente de Keanu Reeves a Diane Keaton: “Uma pessoa única e extraordinária”

O actor recordou com emoção a sua colega de Something’s Gotta Give, elogiando o talento, a generosidade e o humor da eterna estrela de Annie Hall 💔🎬

Keanu Reeves, conhecido pela sua discrição e humildade, emocionou o público ao prestar uma tocante homenagem a Diane Keaton, falecida no passado dia 11 de Outubro, aos 79 anos. O actor canadiano, que contracenou com Keaton e Jack Nicholson na comédia romântica Something’s Gotta Give (Alguém Tem de Ceder, 2003), revelou as suas memórias da actriz durante uma entrevista no programa The Late Show with Stephen Colbert.

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“Era uma pessoa extraordinária, única, especial — e uma artista incrível”, recordou Keanu, visivelmente comovido. O actor falou de uma cena que filmaram em Paris e de como foi marcante assistir a dois gigantes como Jack e Diane a trabalharem juntos: “A inteligência, o humor… ver aqueles dois a serem simplesmente eles próprios foi inesquecível.”

No filme, Reeves interpretava o jovem médico Julian Mercer, apaixonado por Erica Barry — a dramaturga divorciada vivida por Keaton. Apesar de o romance entre as personagens não resistir à química irresistível entre Keaton e Nicholson, o filme tornou-se um clássico moderno do género, muito graças à autenticidade e carisma da actriz.

Diane Keaton, vencedora de um Óscar por Annie Hall e detentora de uma carreira recheada de papéis icónicos, foi descrita por Keanu como “uma artista generosa e uma pessoa muito especial”.

O tributo ganhou ainda mais força quando o actor recordou o reencontro entre ambos na cerimónia dos Óscares de 2020 — um momento que agora ganha um tom agridoce: “Era uma artista generosa, generosa… e uma pessoa verdadeiramente única.”

Durante a conversa, Stephen Colbert juntou-se às palavras de Keanu, classificando Keaton como “uma das actrizes mais talentosas, originais e naturalmente engraçadas de sempre”.

Com 17 nomeações para os Óscares entre Jack Nicholson e Diane Keaton — três vitórias para ele e uma para ela —, Something’s Gotta Give representou um encontro de titãs em que também Keanu Reeves deixou a sua marca. Hoje, ao homenagear Diane, o actor recorda não apenas uma colega, mas uma amiga e inspiração duradoura.

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Keanu encontra-se actualmente na Broadway, a partilhar o palco com Alex Winter em Waiting for Godot, mas o coração — esse — ficou claramente em Hollywood, com a memória de uma mulher que o marcou profundamente.