Éden, o novo filme de Ron Howard com Ana de Armas e Sydney Sweeney, é baseado numa história real?

O realizador de O Código Da Vinci regressa com um drama histórico sobre uma colónia utópica nas Ilhas Galápagos — um paraíso que rapidamente se transforma num pesadelo.

O realizador de O Código Da Vinci regressa com um drama histórico sobre uma colónia utópica nas Ilhas Galápagos — um paraíso que depressa se transforma num pesadelo.

O novo filme de Ron HowardÉden, já estreou no Prime Video e promete ser um dos títulos mais comentados da temporada. Protagonizado por Ana de ArmasSydney Sweeney e Jude Law, o filme explora os limites da utopia, da moral e da sobrevivência humana — e sim, é inspirado em factos verídicos.

🏝️ O que conta Éden

A história transporta o espectador para as Ilhas Galápagos, nos anos 1920 e 1930, onde um grupo de idealistas alemães decide abandonar a civilização europeia e construir uma comunidade alternativa numa ilha remota. A promessa era de liberdade e pureza espiritual. O resultado foi isolamento, rivalidade e tragédia.

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O filme acompanha oito pessoas que chegam à ilha de Floreana, mas apenas metade sobrevive.

A colónia, inicialmente guiada por ideais de autossuficiência e harmonia, desmorona-se em meio a ciúmes, disputas e violência.

Enquanto Ana de Armas interpreta a baronesa Eloise von Wagner de Bousquet, uma mulher carismática e hedonista que abala o equilíbrio do grupo, Sydney Sweeney dá vida a Margret Wittmer, que tenta manter a estabilidade da família num ambiente cada vez mais hostil.

Jude Law assume o papel de Friedrich Ritter, o médico visionário que idealiza a comunidade, ao lado de Vanessa Kirby e Daniel Brühl, num elenco de luxo que dá corpo a um dos episódios mais enigmáticos da história europeia.

⚰️ A verdadeira história por trás do filme

Sim, Éden é baseado em factos reais.

O enredo inspira-se no chamado “Mistério de Floreana”, ocorrido nas Ilhas Galápagos na década de 1930.

Na altura, o médico alemão Friedrich Ritter e a companheira Dore Strauch deixaram Berlim para fundar uma colónia utópica no meio do Pacífico. A ideia atraiu novos moradores — entre eles o casal Heinz e Margret Wittmer e a autoproclamada “baronesa” Eloise von Wagner de Bousquet.

Mas o sonho rapidamente se transformou em um pesadelo de rivalidades, desaparecimentos e mortes misteriosas. Até hoje, os acontecimentos reais permanecem envoltos em especulação, tornando-se uma das histórias mais fascinantes e sinistras do século XX.

Na adaptação, Ron Howard e o argumentista Noah Pink exploram o tema como um estudo sobre a natureza humana, contrastando o paraíso natural das Galápagos com a decadência moral dos seus habitantes.

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🎥 Onde ver Éden

O filme, já apontado como possível candidato aos Óscares de 2026, está disponível no catálogo do Prime Video em Portugal e no Brasil, sem custos adicionais para os subscritores.

Com uma atmosfera densa e interpretações intensas, Éden transforma uma história quase esquecida num retrato poderoso da ambição, da fé e da loucura humana.

Primata: Paramount revela trailer e poster do novo thriller de sobrevivência que promete deixar o público sem fôlego

Com estreia marcada para 8 de janeiro, o novo filme de Johannes Roberts mistura terror psicológico, crítica social e tensão em tempo real num cenário de pura sobrevivência.

Paramount Pictures revelou o trailer e o poster oficiais de Primata, um thriller de sobrevivência que promete elevar o instinto humano ao limite.

O filme chega às salas de cinema portuguesas a 8 de janeiro, com distribuição da NOS Audiovisuais, e promete ser uma das estreias mais intensas do início de 2026.

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🧠 Quando o instinto fala mais alto

De regresso a casa após o primeiro semestre na universidade, Lucy (interpretada por Johnny Sequoyah) reencontra a família e o seu animal de estimação — um chimpanzé chamado Ben.

Mas o que começa como uma visita tranquila rapidamente se transforma num pesadelo de confinamento e pânico: durante uma festa na piscina, o animal contrai um vírus misterioso e começa a revelar comportamentos violentos e mortais.

Presos dentro do recinto, Lucy e um grupo de amigos terão de improvisar para sobreviver — antes que seja tarde demais.

🎬 Terror psicológico com assinatura de Johannes Roberts

Realizado por Johannes Roberts (47 Meters DownResident Evil: Welcome to Raccoon City), Primata combina terror psicológico, tensão em tempo real e uma reflexão sobre a obsessão humana em domesticar o selvagem.

O resultado é um filme claustrofóbico e visceral, que promete agarrar o público do primeiro ao último minuto.

O elenco inclui Johnny SequoyahJessica AlexanderTroy KotsurVictoria WyantGia HunterBenjamin ChengCharlie Mann e Tienne Simon.

A produção conta com Walter HamadaJohn Hodges e Bradley Pilz, enquanto o argumento é assinado por Johannes Roberts e Ernest Riera.

🌴 Um pesadelo tropical

Segundo a sinopse oficial, Primata segue um grupo de amigos cujas férias tropicais se transformam numa história primal de horror e sobrevivência.

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O trailer, já disponível online, antecipa uma atmosfera densa, sufocante e imprevisível, com um registo visual intenso e um ritmo de pura adrenalina.

Primata estreia a 8 de janeiro, só nos cinemas.

Camila Mendes elogia colegas e revela bastidores do novo He-Man e os Mestres do Universo

A actriz, que interpreta Teela no aguardado filme em imagem real, garante que a produção encontrou o equilíbrio perfeito entre acção, humor e emoção.

O novo filme He-Man e os Mestres do Universo está finalmente a tornar-se realidade — e o entusiasmo no elenco é notório. Durante o evento de lançamento da série It: Bem-Vindos a DerryCamila Mendes (filha de pais portugueses radicados no Brasil e conhecida pela série Riverdale) falou sobre a sua experiência nas filmagens e a relação próxima que criou com os colegas de elenco.

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⚔️ “Tem humor, mas também coração”

Em entrevista à Screen Rant, Mendes contou que o filme surpreendeu pela sua combinação entre acção épica e leveza:

“Não é um filme que está constantemente a gozar consigo próprio, mas tem um bom sentido de humor”, explicou a actriz, sublinhando que a produção encontrou “um equilíbrio entre seriedade e diversão” — algo essencial para adaptar um clássico tão marcante como He-Man.

👑 Uma família em Eternia

Camila Mendes também não poupou elogios aos colegas de elenco, com quem diz ter criado laços fortes durante as filmagens:

“O Nicholas Galitzine está incrível como He-Man. O Idris Elba, que interpreta o meu pai no filme, foi como um verdadeiro pai para mim. Ficámos muito próximos e tenho-lhe um enorme carinho. E a Alison Brie é maravilhosa como Maligna — é uma vilã fantástica e acerta no tom de comédia perfeito. Acho que o público vai adorar.”

💥 Um elenco digno do poder de Grayskull

O elenco reúne Nicholas Galitzine (Uma Ideia de Ti) como o Príncipe Adam/He-Man, Idris Elba (Thor: Ragnarok) como Mentor, Alison Brie (Juntos) como a vilã MalignaMorena Baccarin (Deadpool) como a Feiticeira, e Jared Leto (O Clube de Dallas) como o temível Esqueleto.

Outros nomes incluem Hafthor Bjornsson como o Homem-Cabra, Kristen Wiig como Roboto, Sam C. Wilson como Mandíbula, Jon Xue Zhang como Aríete, James Purefoy como o Rei Randor e Charlotte Riley como a Rainha Marlena.

A realização está a cargo de Travis Knight (Kubo e as Cordas MágicasBumblebee), com argumento reescrito por Chris Butler, a partir de um guião original de David Callaham (Homem-Aranha: Através do Aranhaverso).

🧙‍♂️ Do brinquedo ao mito cinematográfico

Inspirado na icónica linha de brinquedos da Mattel, que deu origem à série de animação dos anos 80, He-Man e os Mestres do Universo já teve uma adaptação para o cinema em 1987, protagonizada por Dolph Lundgren — que, aliás, fará uma participação surpresa nesta nova versão.

O novo filme promete unir nostalgia e modernidade, com um visual impressionante e um tom mais maduro, mas ainda fiel ao espírito heróico e fantasioso que conquistou gerações.

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📅 Estreia marcada

He-Man e os Mestres do Universo tem estreia prevista para 4 de Junho de 2026.

Se depender do entusiasmo do elenco — e das palavras de Camila Mendes —, o poder de Grayskull está prestes a regressar em grande estilo.

John Oliver arrasa nova ofensiva de Trump: “Vi episódios suficientes de JAG para saber que isso não é o procedimento”

O humorista britânico voltou a atacar duramente a administração de Donald Trump, criticando tanto os bombardeamentos a embarcações no Caribe como a demolição parcial da Casa Branca para construir um salão de baile “estilo Versailles de clínica estética”.

O sempre afiado John Oliver voltou ao programa Last Week Tonight com um dos seus monólogos mais ferozes dos últimos tempos.

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O alvo? Donald Trump e as decisões cada vez mais bizarras da sua nova administração — desde ataques militares sem explicação no Mar das Caraíbas até à destruição do East Wing da Casa Branca, tudo ao som de piadas cirúrgicas e sarcasmo britânico no ponto.

🎭 “Medspa Versailles”: o novo capricho de Trump

Oliver começou por comentar a recente notícia de que Trump planeia demolir parte da Casa Branca para construir um salão de baile de 8.300 metros quadrados, um projecto de 300 milhões de dólares supostamente financiado por “doações privadas”.

“Um espaço em estilo melhor descrito como Versailles versão clínica de estética”, ironizou o apresentador.

“A demolição da Casa Branca — uma metáfora que, se alguma coisa, é demasiado óbvia.”

🚤 “Interceptar, não afundar”: críticas aos ataques no Caribe

Mas o tom rapidamente passou do cómico ao indignado.

Oliver condenou as operações navais dos EUA no Caribe, onde, segundo o governo, embarcações suspeitas de tráfico de droga foram atacadas e destruídas sem aviso prévio, resultando em mais de 40 mortes.

“A administração não apresentou provas públicas das suas alegações”, disse o humorista.

“Mas mesmo que as tivesse, eu vi episódios suficientes de JAG para saber que a abordagem normal é interceptar os barcos e prender os suspeitos — não assassiná-los sem qualquer devido processo.”

Oliver acusou Trump de agir como “juiz, júri e carrasco de cidadãos estrangeiros”, num estilo que classificou de “arrogante e perigoso”, criticando também a passividade do Congresso e dos tribunais norte-americanos.

💀 “Vamos apenas matar pessoas” — o horror nas próprias palavras de Trump

O apresentador também reagiu à declaração de Trump de que pondera lançar ataques terrestres na Venezuela, afirmando que não pedirá autorização ao Congresso, porque “vamos apenas matar pessoas. Vão ficar… mortas”.

“É o tipo de frase que esperamos ouvir de um assassino em série — ou do génio por trás da limonada energética da Panera Bread”, brincou Oliver, arrancando gargalhadas do público.

🥞 “Onde está o meu maldito cheque?”

No final, Oliver recuperou um momento anterior do programa, em que comentara um vídeo bizarro de George Santos, o ex-congressista envolvido em escândalos, filmado num IHOP (a popular cadeia americana de panquecas).

O comediante encerrou com uma metáfora ácida:

“Trump nomeou-se a si próprio juiz, júri e executor, e é revoltante que nem o Congresso nem os tribunais queiram travá-lo.

Vivemos num país que supostamente tem freios e contrapesos — e, citando a nova diva porta-voz do IHOP: ‘Onde está o meu maldito cheque?’

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Com o seu humor corrosivo e timing infalível, John Oliver volta a ser a voz mais incómoda da televisão americana, lembrando que, por detrás das gargalhadas, há sempre um alerta sério sobre o estado da democracia.

Tom Hanks celebra os 69 anos de Rita Wilson com fotografia ao natural e mensagem comovente

O ator assinalou publicamente o aniversário da mulher, com quem partilha mais de três décadas de casamento, com uma dedicatória ternurenta nas redes sociais.

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Tom Hanks celebrou no fim de semana o aniversário da mulher, Rita Wilson, que completou 69 anos no domingo, 26 de outubro. O ator, sempre discreto na vida pessoal, partilhou no Instagram uma fotografia espontânea da companheira, ao natural e sorridente, acompanhada de uma legenda simples e carinhosa:

“Esta mulher linda comemora hoje o seu aniversário. Ela é amada pelo marido. Feliz aniversário, Rita Wilson.”

A imagem, que mostra Rita descontraída e sem maquilhagem, parece ter sido captada durante umas férias. O gesto encantou os seguidores do ator, que rapidamente inundaram a publicação com mensagens de carinho e elogios à cumplicidade do casal.

💍 Um amor de Hollywood que resiste ao tempo

Tom Hanks e Rita Wilson estão juntos há mais de 35 anos, um feito raro em Hollywood.

O casal casou-se em 1988 e tem dois filhos: Chester Marlon Hanks (Chet), de 35 anos, e Truman Theodore Hanks, de 29.

O ator é ainda pai de Colin (47) e Elizabeth (43), fruto do seu primeiro casamento com Samantha Lewes.

Hanks e Wilson conheceram-se em 1981, durante as filmagens da série Bosom Buddies, mas só alguns anos depois é que começaram a namorar.

Em 1986, posaram juntos pela primeira vez numa passadeira vermelha, e desde então tornaram-se um dos casais mais estáveis e queridos do meio cinematográfico.

❤️ “Não é magia, é trabalho e amor”

Numa entrevista a Oprah Winfrey, em 2001, Hanks refletiu sobre o segredo do sucesso da relação:

“O sucesso da nossa relação foi uma questão de timing, maturidade e da nossa vontade de ter uma ligação íntima. Quando me casei com a Rita, pensei: ‘Isto vai exigir algumas mudanças da minha parte’. Não nego que a providência divina teve o seu papel, mas o nosso casamento não é mágico, como nos filmes.”

O ator acrescentou ainda, com a sinceridade que o caracteriza:

“A vida real, a nossa conexão, é tão concreta quanto eu sentado aqui. Não que o casamento não se torne um inferno às vezes. Mas ambos sabemos que, independentemente do que aconteça, estaremos juntos — e vamos superar.”

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Mais do que uma história de amor digna de cinema, Tom Hanks e Rita Wilson representam o raro exemplo de um casal que cresceu junto, longe dos escândalos e das luzes excessivas de Hollywood — e que continua, décadas depois, a celebrar a vida lado a lado, com a mesma ternura de sempre.

O Exterminador Implacável: há 41 anos nascia uma obra-prima da ficção científica — e há 6 anos morria (outra vez)

O primeiro redefiniu o género, o segundo reinventou o cinema de acção e efeitos visuais. Depois disso, veio a decadência de uma marca genial criada por James Cameron e diluída em sequelas que esqueceram o essencial: uma boa história.

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Há precisamente 41 anos, James Cameron apresentou ao mundo O Exterminador Implacável (The Terminator, 1984) — e mudou para sempre a ficção científica.

E há seis anos, com O Exterminador Implacável: Destino Sombrio (Terminator: Dark Fate, 2019), a saga tentava renascer das cinzas… apenas para confirmar o que muitos já sabiam: o que Cameron criou com mestria foi depois explorado até à exaustão.

💥 O início: o verdadeiro Sci-Fi

O primeiro Exterminador Implacável era um filme pequeno, quase independente, feito com apenas 6,4 milhões de dólares.

Mas o que Cameron fez com tão pouco dinheiro foi revolucionário.

A história — uma mistura de terror, suspense e ficção científica — era, na verdade, uma tragédia humana sobre amor, destino e sobrevivência.

Sarah Connor (Linda Hamilton) começa como uma simples empregada de mesa e termina como o símbolo da resistência humana.

O T-800 (Arnold Schwarzenegger) é a ameaça imparável que se tornou mito.

Mais do que um cyborg assassino, era uma reflexão sobre o medo do futuro e da tecnologia — e sobre o que significa ser humano.

Cameron transformou a ficção científica numa narrativa emocional e acessível. O filme fez 78 milhões de dólares em bilheteira, doze vezes o orçamento. E, acima de tudo, provou que a inteligência narrativa pode vencer o dinheiro e os efeitos especiais.

🤖 O Exterminador Implacável 2: quando a tecnologia se tornou arte

Sete anos depois, Cameron voltou e reinventou o cinema moderno.

O Exterminador Implacável 2: O Julgamento Final (Judgment Day, 1991) foi um marco absoluto, tanto em termos de efeitos visuais — com o lendário T-1000 de Robert Patrick — como de emoção cinematográfica.

Com um orçamento de 102 milhões de dólares, tornou-se o filme mais caro da história na altura.

E valeu cada cêntimo: arrecadou mais de 500 milhões de dólares, ganhou quatro Óscares e elevou a fasquia do que um blockbuster podia ser.

Mais importante ainda: o vilão tornou-se herói, e a relação entre o T-800 e John Connor criou uma das duplas mais icónicas do cinema.

A cena final — o polegar erguido a afundar-se no metal fundido — é, até hoje, um dos finais mais perfeitos da história do cinema.

Devia ter acabado ali. Mas, como sabemos, em Hollywood o que é perfeito raramente morre.

🔻 O declínio: quatro tentativas de ressuscitar uma lenda

Depois da despedida perfeita, quatro tentativas tentaram reviver a saga.

  • Terminator 3: Rise of the Machines (2003) copiou a fórmula do anterior, mas sem alma — e com frases de guião que nem o próprio Schwarzenegger conseguiu salvar (“Talk to the hand”… ainda dói).
  • Terminator Salvation (2009) tentou seguir sem Arnold, apostando no conflito homem vs. máquina, mas perdeu-se num tom genérico e numa narrativa vazia.
  • Terminator Genisys (2015) foi o fundo do poço: PG-13, confuso, sem identidade — um reboot que parecia um videojogo mal renderizado.
  • Terminator: Dark Fate (2019), já com Linda Hamilton de regresso, recapturou parte da alma de Cameron, mas chegou tarde demais.O público já estava cansado. E, injustamente, o filme tornou-se um dos maiores desastres de bilheteira da década.

⚙️ Uma saga de ouro que virou máquina de repetição

A verdade é simples: O Exterminador Implacável e O Julgamento Final foram disruptivos.

O primeiro, pelo que contou — a ficção científica no seu estado mais puro, inteligente e humana.

O segundo, por como o contou — a inovação tecnológica, o ritmo, a emoção.

Mas o que veio depois foi apenas uma tentativa de espremer uma marca brilhantemente construída por Cameron.

storytelling perdeu coerência, a mitologia encheu-se de buracos, e o que antes era cinema visionário transformou-se em fórmula.

James Cameron ainda é mencionado como estando a trabalhar num novo argumento, mas, a esta altura, nem o próprio criador parece capaz de reparar o dano causado por décadas de exploração sem propósito.

🔚 Onde ver em Portugal e no Brasil

Em Portugal, os fãs podem ver O Exterminador Implacável no SkyShowtime e O Exterminador Implacável: Destino Sombrio no Disney+.

No Brasil, ambos os filmes estão disponíveis no Star+, sendo que Dark Fate também pode ser alugado na Apple TV e na Amazon Prime Video.

Mas a verdadeira questão é outra: será que ainda queremos ver mais um Exterminador?

Talvez seja tempo de deixar a máquina descansar — e de recordar que, há 41 anos, a ficção científica ganhou alma… e que foi precisamente essa alma que os sucessores apagaram.

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Mas a verdadeira questão é outra: será que ainda queremos ver mais um Exterminador?

Talvez seja tempo de deixar a máquina descansar — e de recordar que, há 41 anos, a ficção científica ganhou alma… e que foi precisamente essa alma que os sucessores apagaram.

🕷️ Spider-Man 4 com Tobey Maguire? Roteirista de The Batman 2 diz que “ainda não recebeu um não”

O argumentista Mattson Tomlin mantém viva a esperança de trazer Tobey Maguire de volta ao fato do Homem-Aranha — e garante que o sonho ainda não morreu.

Os fãs de Tobey Maguire continuam a agarrar-se à teia da esperança — e parece que ainda há motivo para isso. O argumentista Mattson Tomlin, co-autor de The Batman – Parte II, revelou que o seu projeto para um hipotético Spider-Man 4 ainda não foi recusado oficialmente pela Sony.

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A revelação foi feita na rede social X (antigo Twitter), em resposta a um fã que perguntou se o seu argumento para o regresso de Maguire tinha tido algum avanço. A resposta de Tomlin foi cautelosa, mas promissora:

“Devagar se vai ao longe. Não haverá nada para dizer sobre isso por muito tempo (se é que alguma vez haverá!), porque envolve muita gente, política e coincidências que não dependem de mim.

Mas ainda não recebi um ‘não’!”

O regresso de um ícone 🕸️

Tomlin, que tem colaborado com Matt Reeves no universo de The Batman, tem sido um dos defensores mais entusiastas da ideia de continuar a trilogia original de Sam Raimi, agora com um Peter Parker mais velho e com responsabilidades de pai.

“O Homem-Aranha como pai é a direcção que me atrai, depois de oito filmes sobre a juventude e a descoberta”, escreveu o argumentista em Julho de 2025.

A proposta de Tomlin seria uma versão mais terrena, introspectiva e emocional da saga — uma espécie de “epílogo” espiritual da trilogia de Raimi, explorando o peso dos anos e o equilíbrio entre o dever heroico e a vida familiar.

O Spider-Man 4 que nunca aconteceu

Vale lembrar que Spider-Man 4 chegou a estar confirmado oficialmente em 2008, com Sam Raimi na realização e Tobey Maguire pronto para regressar como Peter Parker. A estreia estava prevista para Maio de 2011, mas divergências criativas entre Raimi e o estúdio levaram à anulação do projecto.

Pouco depois, a Sony decidiu reiniciar a franquia com The Amazing Spider-Man (2012), protagonizado por Andrew Garfield, deixando a continuação da saga original apenas no domínio do “e se?”.

A esperança renasceu com o multiverso ✨

Nos últimos anos, tanto Raimi como Maguire mostraram abertura para regressar. O realizador afirmou em 2022, numa entrevista à Moviepilot, que o conceito do multiverso da Marvel “abre portas para tudo”.

Já Maguire, em Spider-Man: No Way Home – The Official Movie Special (2023), reforçou o entusiasmo em voltar ao papel:

“Se me ligassem e dissessem ‘queres vir esta noite fazer uma cena ou brincar com o Homem-Aranha?’, a resposta seria um ‘sim!’. Porque não haveria de querer fazê-lo?”

E agora?

Apesar do entusiasmo dos fãs e da insistência de Tomlin, a Sony Pictures ainda não comentou o assunto. No entanto, no mundo pós-multiverso, onde Maguire já regressou triunfalmente em No Way Home, o improvável tornou-se possível.

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Pode demorar, mas enquanto não houver um “não” definitivo, o sonho de ver Tobey Maguire balançar-se novamente por Nova Iorque continua vivo.

🦸‍♀️ Supergirl volta a filmar: rumores apontam para novas cenas com o Superman de David Corenswet

O filme da DC Studios está a passar por duas semanas de refilmagens — e tudo indica que Kara Zor-El poderá partilhar o ecrã com o novo Homem de Aço do universo de James Gunn.

O universo da DC continua em movimento, e desta vez é Supergirl que regressa ao centro das atenções. Segundo o conhecido insider Daniel Richtman, o filme — que terminou as filmagens principais em maio — entrou agora em duas semanas adicionais de rodagem, um procedimento habitual em grandes produções, mas que neste caso parece esconder algo interessante: a possível inclusão de cenas com o Superman de David Corenswet.

Indícios de um reencontro kryptoniano 🦸‍♂️

Os rumores ganharam força depois de os visitantes do Warner Bros. Studio Tour em Burbank notarem que o fato do novo Superman desapareceu da exposição pública, sendo substituído por uma placa a informar que o “fato está actualmente a ser utilizado numa produção”.

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Isto, aliado à informação de que Supergirl voltou às filmagens, sugere que a produção pode estar a aproveitar estas duas semanas para adicionar uma participação especial de Clark Kent — possivelmente para reforçar a ligação entre os dois heróis kryptonianos antes da estreia de Superman, realizada por James Gunn e prevista para 2025

Apesar das especulações, a produção de Man of Tomorrow (o título oficial do novo filme do Superman) ainda está nas fases iniciais de desenvolvimento, o que reforça a ideia de que estas filmagens se destinam realmente a Supergirl.

Testes privados e reacções promissoras 🎬

De acordo com o The Hollywood ReporterSupergirl teve recentemente uma exibição privada nos estúdios de Burbank, reservada a executivos da Warner e a membros de confiança da equipa de James Gunn.

Embora os detalhes dessa sessão não tenham sido revelados, várias fontes garantem que as reacções foram bastante positivas, com elogios à abordagem mais sombria e emocional do filme.

Uma Supergirl diferente — mais dura, mais humana

A argumentista Ana Nogueira descreveu o filme como uma versão “mais crua, intensa e divertida” da personagem, muito diferente das interpretações luminosas do passado.

“Ela viu Krypton ser completamente destruído. Sempre me custou imaginar uma versão tão ensolarada de alguém que viveu algo assim”, explicou Nogueira, sobre o tom mais trágico e resiliente da heroína.

A protagonista Milly Alcock, conhecida pela sua interpretação em House of the Dragon, regressa ao papel de Kara Zor-El depois da sua breve aparição no final de Superman. O filme mostrará a heroína a lidar com o trauma da destruição do seu planeta e a encontrar o seu lugar num novo universo.

O futuro do DCU ✨

Com Supergirl e Superman a abrirem oficialmente o novo Universo Cinematográfico da DC (DCU) sob a liderança de James Gunn e Peter Safran, esta fase de refilmagens pode ser um passo decisivo para estabelecer a ligação entre as duas histórias.

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E se os rumores se confirmarem, os fãs poderão assistir — finalmente — a um encontro entre os dois últimos filhos de Krypton num momento que promete ser tão épico quanto emocional.

💥 The Boys vai terminar em grande: quinta temporada promete um final “diabolicamente sangrento”

A série mais selvagem da Prime Video chega ao fim em 2026 — e tudo indica que a despedida será brutal, satírica e com muito (mesmo muito) sangue.

Os super-heróis mais desprezíveis da televisão estão prestes a dizer adeus. A quinta temporada de The Boys será a última, e segundo o criador Eric Kripke, vai trazer “um final épico, grotesco e deliciosamente diabólico”.

O anúncio chegou pouco antes da estreia da quarta temporada, quando Kripke confirmou que sempre foi sua intenção fechar a história na quinta parte — apenas precisava da aprovação da Amazon. “Sempre foi o plano. Estou entusiasmado por poder levá-la até um clímax épico e sangrento”, escreveu o autor nas redes sociais.

O caos instalou-se no final da quarta temporada 🧨

Depois de quatro temporadas de conspirações, manipulações políticas e explosões de corpos humanos, The Boys terminou a sua penúltima temporada com um golpe brutal para os heróis — e um triunfo quase absoluto dos vilões.

A estratégia da super-inteligente Sister Sage (Susan Heyward) pôs os “Supes” no comando do país, enquanto Homelander (Antony Starr) consolidou o seu poder ao controlar a presidência dos Estados Unidos. O país mergulha em lei marcial, com exércitos de super-heróis a eliminar qualquer opositor.

Do outro lado, Butcher (Karl Urban), corroído por visões e pela doença, acaba por sucumbir ao lado mais negro — obtendo novos poderes e destruindo os planos de Hughie (Jack Quaid) e Victoria Neuman (Claudia Doumit) para derrubar a Vought. O resultado? Um banho de sangue. Literalmente.

Agora, Butcher carrega um vírus capaz de matar todos os Supes, enquanto Starlight (Erin Moriarty) foge pelos céus — e os fãs ficam suspensos entre o desespero e a antecipação.

O que esperar da temporada final ⚡

A quinta temporada promete explorar a ascensão do fascismo nos Estados Unidos, com Homelander a consolidar o seu domínio total e a transformar o país numa distopia comandada por super-poderes.

A dúvida que paira: Butcher e Starlight conseguirão deter Homelander — ou serão consumidos pela própria violência que tentam combater?

Entre as tramas esperadas, há também o reencontro com Soldier Boy (Jensen Ackles), visto congelado no final da quarta temporada, e novas dinâmicas entre Sister Sage e Homelander — uma parceria tão inteligente quanto perigosa.

A produção vai trazer de volta o elenco principal: Karl UrbanAntony StarrJack QuaidErin MoriartyLaz AlonsoKaren FukuharaTomer CaponeChace Crawford e Jensen Ackles.

Data de estreia e o que vem antes

Segundo Karl Urban, a série regressará em 2026 para o seu capítulo final. “É tudo por agora, pessoal. Vemo-nos daqui a dois anos — quem me dera que fosse mais cedo”, escreveu o actor no Instagram, confirmando que o elenco já terminou as filmagens.

Entretanto, os fãs podem matar saudades do universo com a segunda temporada de Gen V, o spin-off universitário de The Boys, que deverá estrear antes da conclusão da série principal.

Um adeus sangrento, satírico e sem filtros 🩸

Desde 2019, The Boys revolucionou o género dos super-heróis com uma abordagem sarcástica e brutal, desmontando o culto da celebridade, a política e o próprio capitalismo corporativo da cultura pop.

Agora, a despedida promete ser um espectáculo de destruição total, fiel ao espírito da série: “um final gory, épico e húmido”, como disse Kripke — uma frase tão absurda quanto perfeita para descrever The Boys.

🏹 Jeremy Renner confirma: Hawkeye não regressa em Avengers: Doomsday nem em Secret Wars

O actor, um dos membros originais dos Vingadores, revelou que não voltará ao universo Marvel nos próximos filmes — mas deixou a porta aberta para que outro Hawkeye o substitua no multiverso.

O universo cinematográfico da Marvel prepara-se para uma nova era com Avengers: Doomsday e Avengers: Secret Wars, mas um dos heróis fundadores ficará de fora.

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Durante uma entrevista no programa norte-americano The Breakfast Club Morning ShowJeremy Renner confirmou que não regressará como Clint Barton / Hawkeye nas próximas produções da Marvel Studios.

“Não, não estarei nesses filmes. Neste momento estou bastante ocupado com outros projectos”, afirmou o actor, acrescentando com humor:

“Se quiserem apresentar outro Hawkeye vindo de outra dimensão, força nisso. Eu estou tranquilo.”

A resposta surgiu quando o apresentador Charlamagne tha God brincou com o facto de o actual Multiverso da Marvel permitir a substituição de personagens por versões alternativas.

Uma pausa após o acidente

Renner, que sofreu um grave acidente com uma máquina de neve em 2023, tem vindo a recuperar totalmente e regressou recentemente ao trabalho. O actor, nomeado ao Óscar por The Hurt Locker e A Cidade (The Town), revelou que prefere concentrar-se em projectos pessoais e televisivos nos próximos anos.

A sua ausência marca o fim simbólico de uma era: Hawkeye foi um dos Vingadores originais, presente desde Thor(2011) e figura central em Avengers: Endgame (2019). A personagem, entretanto, passou o arco à nova geração através da série Hawkeye (Disney+), protagonizada por Hailee Steinfeld como Kate Bishop.

Um elenco épico à vista 🦸‍♂️

Mesmo sem Renner, o futuro dos Vingadores promete ser colossal. Avengers: Doomsday, com estreia marcada para 18 de Dezembro de 2026, será realizado pelos irmãos Russo (Vingadores: Endgame) a partir de um argumento de Stephen McFeely.

O filme trará de volta Robert Downey Jr. e Chris Hemsworth, mas com uma reviravolta: Downey interpretará Victor Von Doom / Doutor Destino, assumindo um novo papel completamente distinto do de Tony Stark.

O elenco é um verdadeiro festival de estrelas: Pedro Pascal, Vanessa Kirby, Joseph Quinn, Ebon Moss-Bachrach, Paul Rudd, Sebastian Stan, Tom Hiddleston, Anthony Mackie, Florence Pugh, Tenoch Huerta Mejía, Lewis Pullman, Simu Liu, David Harbour, Wyatt Russell, Hannah John-Kamen, Letitia Wright, Winston Duke e Danny Ramirez.

E as surpresas não acabam aqui: o filme marcará também o regresso de várias lendas dos X-Men, incluindo Patrick Stewart (Professor X)Ian McKellen (Magneto)Kelsey Grammer (Fera)Alan Cumming (Noturno)Rebecca Romijn (Mística)James Marsden (Ciclope) e Channing Tatum (Gambit).

Segundo o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, o elenco “ainda não está completo” e novas adições serão anunciadas em breve, alimentando rumores de aparições de Doutor Estranho, Deadpool, Peggy Carter, Steve Rogers e Spider-Man.

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O caminho para o fim da saga

Com Avengers: Doomsday a chegar em 2026 e Avengers: Secret Wars agendado para 17 de Dezembro de 2027, a Marvel prepara o clímax de uma nova era, reunindo heróis de universos diferentes num confronto de proporções épicas.

Jeremy Renner pode não estar presente, mas o seu legado como Hawkeye continua vivo — tanto no ecrã como no coração dos fãs que o acompanharam desde o primeiro disparo.

LEGO lança conjunto inspirado em Os Goonies com Ke Huy Quan — e é pura nostalgia dos anos 80

O actor vencedor de um Óscar, que interpretou Data no clássico de aventura, volta a juntar-se ao grupo — desta vez em versão LEGO — para promover o novo set que recria o espírito de amizade e descoberta do filme.

A LEGO decidiu abrir o baú do tesouro da nostalgia e viajar de volta a 1985. O novo conjunto da linha LEGO Ideas, inspirado no filme Os Goonies, chega em Novembro e tem um convidado especial: Ke Huy Quan, o actor que interpretou o inesquecível Data, o miúdo inventor que salvava os amigos com engenhocas improváveis.

O actor, vencedor de um Óscar por Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo (Everything Everywhere All at Once), regressa ao universo de Os Goonies num mini-filme promocional disponível no site oficial da LEGO. No vídeo, Quan explora o set, revela armadilhas escondidas e partilha memórias pessoais das filmagens do clássico de Richard Donner.

“Voltar a ser o Data, mas desta vez em forma de LEGO, foi uma experiência cheia de alegria”, confessou Ke Huy Quan. “Os Gooniessempre foi sobre coração, aventura e amizade — e este set capta tudo isso com detalhe fantástico. Desde as armadilhas ao quarto do tesouro, é como voltar aos túneis com o grupo, só que agora posso partilhar essa magia com uma nova geração de fãs.”

O espírito de aventura em forma de blocos 🏴‍☠️

O set, LEGO Ideas 21363 – The Goonies, combina nostalgia e design engenhoso. Criado pelo fã e designer Vaggelis Ntezes (também conhecido como Delusion Brick na comunidade LEGO Ideas), o conjunto reúne o mítico navio pirata Inferno, as grutas cheias de armadilhas e os detalhes que marcaram a infância de milhões de espectadores.

“Cresci nos anos 80 a ver Os Goonies e a brincar com os conjuntos de piratas da LEGO”, explicou Ntezes. “Quis criar algo que unisse nostalgia, fantasia e criatividade — algo que fosse divertido de montar e digno de exibir.”

O resultado é um cenário de aventura em miniatura, com espaço para brincar e exibir, que homenageia o espírito do filme — aquele sentimento de descoberta e amizade que faz de Os Goonies um clássico intemporal.

Datas e preços para fãs coleccionadores 💰

O novo conjunto estará disponível a partir de 1 de Novembro para membros LEGO Insiders, e a 4 de Novembro para o público em geral. O preço será de 299,99 €, com uma edição especial de oferta — The Goonies: The Walshes’ Attic — disponível durante o período de lançamento inicial, até 7 de Novembro ou enquanto houver stock.

Uma viagem de volta à infância 🎞️

Com mais de três décadas passadas desde a estreia do filme, Os Goonies continua a ser sinónimo de aventura, humor e amizade. Agora, com o apoio de Ke Huy Quan, a LEGO oferece uma nova forma de reviver essa magia — uma peça de colecção que junta a emoção do cinema e o prazer de construir.

Porque, como os verdadeiros fãs sabem, Os Goonies nunca dizem morre.

🌟 Morreu June Lockhart, estrela de Lassie e Perdidos no Espaço, aos 100 anos

A icónica actriz norte-americana, lembrada por dar vida a duas das mães mais queridas da televisão clássica, morreu de causas naturais em Santa Mónica, Califórnia.

A actriz June Lockhart, uma das figuras mais reconhecidas da televisão norte-americana, morreu aos 100 anos, anunciou a família. A estrela de Lassie e Perdidos no Espaço (Lost in Space) faleceu de causas naturais na passada quinta-feira, em sua casa em Santa Mónica, Califórnia, confirmou o porta-voz Lyle Gregory.

“Ela esteve feliz até ao fim, lia o New York Times e o Los Angeles Times todos os dias. Era muito importante para ela manter-se informada sobre o mundo”, revelou Gregory.

A mãe de Lassie e de Perdidos no Espaço 🐕🚀

Entre 1958 e 1964, June Lockhart interpretou Ruth Martin, a mulher que cuidava do pequeno Timmy (Jon Provost) na série Lassie, acompanhando as aventuras do cão collie mais famoso da televisão. Foram mais de 200 episódios de uma das produções mais queridas da época.

Logo depois, entre 1965 e 1968, Lockhart trocou os campos pelos confins do universo ao interpretar Maureen Robinson, a matriarca da família perdida na nave Jupiter II, em Perdidos no Espaço. A série tornou-se um clássico absoluto da ficção científica televisiva.

Pelo papel em Lassie, foi nomeada ao Emmy de Melhor Actriz em 1959, e ao longo da sua carreira recebeu duas estrelas no Passeio da Fama de Hollywood — uma pelo cinema e outra pela televisão.

Uma vida dedicada ao ecrã 🎥

Nascida em Nova Iorque, em 1925, filha dos actores Gene e Kathleen Lockhart, June parecia destinada à representação. Fez a sua estreia no grande ecrã aos 13 anos, ao lado dos pais, na versão de Um Conto de Natal (A Christmas Carol, 1938), onde interpretou Belinda Cratchit.

Seguiram-se filmes como All This, and Heaven Too (1940), Meet Me in St. Louis (Não Há Como a Nossa Casa, 1944), The Yearling (A Árvore dos Desejos, 1946) e Sergeant York (O Sargento York, 1941). Também participou em Son of Lassie (O Filho de Lassie, 1945), interpretando a versão adulta da personagem originalmente criada por Elizabeth Taylor.

Com uma carreira que se estendeu por oito décadas, Lockhart apareceu em dezenas de séries e filmes — inclusive bem depois dos 80 anos.

Televisão sem parar 📺

A actriz teve papéis recorrentes em Petticoat JunctionGeneral Hospital e Beverly Hills, 90210, e participações especiais em séries como The Beverly HillbilliesHappy DaysKnots LandingFull HouseRoseanne e Anatomia de Grey.

Recordando o tempo de Lassie, Lockhart confessou o seu fascínio — e pragmatismo — sobre o famoso cão-actor:

“Trabalhei com quatro Lassies diferentes. Só havia um principal, depois havia o que corria, o que lutava e o que servia de substituto — afinal, só os humanos conseguem trabalhar 14 horas por dia sem precisar de uma sesta”, disse com humor.

“Lassie não era especialmente afectuoso. Estava totalmente concentrado nos treinadores.”

Apesar das brincadeiras, reconhecia a importância do papel:

“É maravilhoso que numa carreira haja uma personagem pela qual se é lembrado. Muitos actores trabalham uma vida inteira e nunca têm uma que seja realmente deles.”

Uma carreira feita de memórias

Sobre Perdidos no Espaço, a actriz descreveu o trabalho como um verdadeiro prazer:

“Era como ir trabalhar todos os dias para a Disneyland.”

June Lockhart foi casada e divorciada duas vezes: primeiro com o médico John Maloney, pai das suas filhas Anne Kathleen e June Elizabeth, e depois com o arquitecto John C. Lindsay.Com uma presença que atravessou gerações e géneros, June Lockhart deixa um legado que é parte essencial da história da televisão americana — uma carreira feita de talento, dignidade e, acima de tudo, uma extraordinária longevidade.

🎬 Elizabeth Olsen impõe novas regras a Hollywood: “Não volto a fazer filmes que não passem no cinema”

A estrela da Marvel e intérprete da Feiticeira Escarlate defende o ritual colectivo do cinema e promete dizer “não” a qualquer projecto feito apenas para o streaming.

Numa altura em que o streaming domina a indústria do entretenimento, Elizabeth Olsen decidiu remar contra a corrente. A actriz, conhecida por dar vida a Wanda Maximoff / Feiticeira Escarlate no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), afirmou numa entrevista à edição norte-americana da revista InStyle que só voltará a participar em filmes com estreia garantida nas salas de cinema.

“Se um filme é feito de forma independente e só consegue viabilizar-se através de um serviço de streaming, tudo bem. Mas não quero participar em algo em que o streaming seja o objectivo final”, explicou Olsen.

“Acho importante que as pessoas se reúnam como comunidade, que vejam filmes juntas, num mesmo espaço. É por isso que gosto de desporto — é poderoso ver pessoas unidas por algo que as entusiasma.”

A actriz lamentou ainda o desaparecimento das tradicionais sessões-teste presenciais, que em tempos eram uma parte essencial da produção cinematográfica.

Da era do streaming ao regresso ao grande ecrã 🍿

A

posição de Olsen é, no mínimo, curiosa — e algo paradoxal —, já que protagonizou vários sucessos em plataformas de streaming, como WandaVision, da Disney+, e a minissérie Amor e Morte, que lhe valeu uma nomeação ao Globo de Ouro.

Nos últimos anos, porém, tem-se afastado das grandes produções e apostado em projectos independentes, todos lançados exclusivamente nas salas de cinema: Suas Três Filhas (2023), A Avaliação (2024) e Eternity, ainda por estrear, sobre uma mulher que tenta descobrir onde passará a eternidade depois de morrer.

“Somos adultos a brincar num recreio” 🦸‍♀️

Apesar da pausa no universo Marvel, Elizabeth Olsen não descarta a hipótese de regressar como Feiticeira Escarlate — uma das personagens mais marcantes e trágicas do MCU.

“Fazer esses filmes é divertido. É tolo, é absurdo. Somos adultos a brincar num recreio. Estamos a voar, a disparar contra coisas que não existem. E é uma personagem à qual pude regressar tantas vezes em mais de dez anos. É bom deixá-la para trás… mas depois sinto falta dela. Gostava de ter a oportunidade de voltar a interpretá-la.”

Uma defensora convicta do cinema 🎞️

Para Olsen, ver um filme no cinema é uma experiência insubstituível — e fala com autoridade. A actriz participou em duas das dez maiores bilheteiras da história do cinemaVingadores: Guerra do Infinito (2018) e Vingadores: Endgame(2019).

“A consistência de uma comunidade e de um trabalho é algo raro. Há centenas de pessoas num plateau a trabalhar em conjunto. É algo poderoso. As equipas de efeitos visuais são verdadeiros artistas. A alma, o espírito e o coração sentem-se realizados a fazer isto. Significa algo.”

Num mundo cada vez mais dominado pelos algoritmos, Elizabeth Olsen recorda Hollywood de que o cinema é — e deve continuar a ser — uma experiência colectiva, partilhada e profundamente humana.

🎬 Joe Pesci recusou participar no documentário sobre Martin Scorsese — e a realizadora explica porquêTítulo:

Apesar de uma das parcerias mais lendárias da história do cinema, o actor de Tudo Bons Rapazes foi o único a dizer “não” à série documental sobre o amigo e colaborador de décadas.

Poucos pares são tão icónicos no cinema como Joe Pesci e Martin Scorsese. Juntos, deram-nos alguns dos maiores clássicos de sempre: Touro Enraivecido (Raging Bull, 1980), Tudo Bons Rapazes (Goodfellas, 1990), Casino (1995) e, mais recentemente, O Irlandês (The Irishman, 2019).

Pesci venceu o Óscar de Melhor Actor Secundário em 1991 pelo papel de Tommy DeVito em Tudo Bons Rapazes — e foi nomeado duas vezes mais, por Touro Enraivecido e O Irlandês. Uma relação profissional tão duradoura e celebrada que, à partida, ninguém imaginaria vê-lo ausente de um documentário sobre o realizador.

Mas foi precisamente isso que aconteceu.

O único que disse “não”

A nova série documental Mr. Scorsese — que explora a vida e carreira do lendário realizador — reúne depoimentos de algumas das figuras mais próximas de Martin Scorsese: Robert De NiroLeonardo DiCaprioJodie FosterSteven SpielbergSpike Lee, entre muitos outros.

No entanto, Joe Pesci recusou o convite para participar. Segundo revelou a própria realizadora do documentário, a ausência não se deve a qualquer desentendimento entre ambos, mas sim à natureza reservada do actor.

“O Joe sempre foi uma pessoa extremamente discreta”, explicou a cineasta. “Ele sente que o trabalho fala por si — e, sinceramente, não gosta de entrevistas. Não houve tensão, apenas uma escolha muito à maneira dele: silenciosa e firme.”

Uma amizade que dispensa palavras 🎥

A decisão não surpreende quem conhece o temperamento de Pesci, conhecido pela aversão à fama e pela preferência por uma vida longe das câmaras. Desde O Irlandês, o actor tem mantido um perfil discreto, escolhendo com cuidado os projectos em que participa — e, aparentemente, não sentiu necessidade de revisitar o passado diante das câmaras.

Ainda assim, a sua ausência não passa despercebida, tendo em conta que foi precisamente com Scorsese que Pesci assinou alguns dos papéis mais memoráveis da sua carreira. Juntos, criaram personagens brutais, intensas e inesquecíveis — o tipo de performances que definem gerações.

Mr. Scorsese: um retrato de uma lenda viva

O documentário promete uma visão íntima sobre a vida e obra do realizador nova-iorquino, analisando mais de meio século de carreira e explorando o seu impacto em Hollywood e na cultura popular.

Mesmo sem a presença de Joe Pesci, o retrato de Martin Scorsese mantém-se completo — afinal, poucas parcerias precisam de palavras quando o cinema já disse tudo.

🪄 Polémica nos bastidores da série Harry Potter: cães farejadores chamados após suspeitas de droga no set

A nova produção da HBO inspirada no universo de J. K. Rowling enfrenta acusações de consumo de substâncias ilícitas — e a Warner Bros. já reagiu com medidas drásticas.

Nem todas as histórias mágicas acontecem em Hogwarts — e esta está mais próxima de um feitiço de descontrolo do que de qualquer encanto. A nova série inspirada em Harry Potter, atualmente em filmagens nos estúdios da Warner Bros. Leavesden, no Reino Unido, viu-se envolta em polémica após surgirem suspeitas de consumo de drogas entre elementos da equipa técnica.

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De acordo com o jornal britânico The Sun, a produção decidiu contratar cães farejadores treinados para patrulhar o local, depois de denúncias internas apontarem para o uso de cocaína durante o trabalho. O caso torna-se ainda mais delicado tendo em conta que grande parte do elenco é composta por menores de idade.

Cães à porta… e tensão nos corredores 🐕

Fontes próximas da produção revelaram que os cães se encontram agora junto às entradas dos estúdios entre as 7h e as 8h da manhã, precisamente quando a maioria da equipa chega para trabalhar.

“Há cães todas as manhãs para apanhar pessoas que tentam trazer droga. Algumas pessoas estão a consumir enquanto trabalhamos, e isso tem deixado o ambiente tenso”, disse uma fonte ao The Sun.

A notícia causou desconforto entre os profissionais, com alguns funcionários a tentar contornar as verificações, chegando ao estúdio antes da hora prevista para evitar os controlos de segurança.

Warner Bros. reage e tenta manter a calma

Uma porta-voz da Warner Bros. Leavesden confirmou a presença dos cães e justificou a medida como parte de um protocolo de segurança já existente, minimizando a gravidade da situação.

“Como parte dos protocolos de segurança há muito estabelecidos, qualquer pessoa que entre nos estúdios está sujeita a verificações intermitentes de segurança e bem-estar, incluindo o uso de cães farejadores”, afirmou.

Apesar da tentativa de tranquilizar o público, a notícia gerou preocupação entre os fãs e os pais dos jovens atores, que temem que o ambiente de filmagens possa estar comprometido.

A série mais vigiada do ano ✨

A adaptação televisiva de Harry Potter, produzida pela HBO Max, é um dos projetos mais aguardados dos próximos anos. A série pretende recontar toda a saga dos sete livros ao longo de dez anos, com novos atores nos papéis principais e um tom mais fiel aos livros.

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Mas esta polémica veio lançar uma sombra sobre o início das filmagens. Entre cães farejadores, rumores e medidas de contenção, o mundo mágico de Hogwarts parece ter ganho um toque bem mais terreno — e menos encantador — do que o esperado.

🦇 Zack Snyder partilha imagem inédita do Batman de Ben Affleck — e reacende nostalgia dos fãs da DC

O realizador de Liga da Justiça publicou uma fotografia nunca antes vista de Ben Affleck como o Cavaleiro das Trevas, reavivando memórias do filme solo que nunca chegou a acontecer.

O realizador Zack Snyder, o homem por trás da visão mais épica e divisiva do antigo Universo Estendido da DC, voltou a incendiar as redes sociais — desta vez com uma imagem inédita de Ben Affleck como Batman.

A fotografia, publicada na nova plataforma social do cineasta, mostra o Batman da era Snyder em todo o seu esplendor sombrio e granulado, e serviu como lembrete de um projeto que muitos fãs ainda lamentam não ter visto: o filme solo do Cavaleiro das Trevas protagonizado e realizado por Affleck.


O Batman que nunca chegou a existir 🖤

O plano original previa que Ben Affleck não só interpretasse, mas também realizasse o filme, com Zack Snyder a supervisionar o projeto. Tudo parecia alinhado para continuar o tom mais adulto e psicológico iniciado em Batman v Superman: O Despertar da Justiça.

No entanto, após a saída de Affleck do papel e a reestruturação do DCEU, o projeto acabou cancelado. A Warner decidiu então entregar as rédeas a Matt Reeves, cujo The Batman (2022), protagonizado por Robert Pattinson, seguiu uma direção completamente distinta — mais noir e independente do universo anterior.


Um thriller à la Fincher que ficou na gaveta

Durante uma entrevista em 2020 ao Yahoo, o actor Joe Manganiello revelou detalhes do argumento perdido de Affleck, descrevendo-o como uma mistura entre thriller psicológico e filme de terror.

“Era uma história muito sombria, onde o Exterminador era quase como um vilão de slasher movie”, explicou. “Ele desmantelava a vida de Bruce Wayne peça por peça, matava todos à sua volta e fazia-o sofrer de forma sistemática, porque acreditava que Bruce era responsável por algo que lhe tinha acontecido.”

A ideia, segundo Manganiello, era transformar o Batman num herói vulnerável e assombrado, preso num jogo de sobrevivência — algo mais próximo de Vidas em Jogo (The Game, 1997) de David Fincher do que de uma típica aventura de super-heróis.


A nostalgia do “SnyderVerse”

A nova publicação de Snyder gerou inevitavelmente um tsunami de especulações entre os fãs do movimento #RestoreTheSnyderVerse, que continuam a sonhar com o regresso do universo cinematográfico que o realizador idealizou.

Ainda assim, tudo indica que a partilha não passa de um registo fotográfico — Snyder tem divulgado várias imagens dos bastidores e do seu portefólio cinematográfico na sua nova rede social, sem qualquer indício de novos projectos ligados à DC.

Curiosamente, o próprio James Gunn, responsável pelo novo DC Universe, revelou recentemente que chegou a pedir conselhos a Zack Snyder sobre o uniforme do novo Superman, o que mostra que, mesmo com universos diferentes, o legado de Snyder ainda paira sobre a DC.

🧟‍♂️ O Elixir: o filme indonésio de zombies que conquistou o topo da Netflix em apenas três dias

Estreou-se a 23 de outubro e já é o mais visto na plataforma. Uma mistura explosiva de terror, mitologia local e litros de sangue está a enlouquecer os fãs.

A Netflix tem um novo fenómeno global — e vem diretamente da Indonésia. O Elixir, o novo thriller de zombies realizado por Kimo Stamboel, estreou-se na passada quinta-feira, 23 de outubro, e bastaram três dias para chegar ao primeiro lugar dos filmes mais vistos da plataforma a nível mundial.

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Desde a estreia, o filme tem sido descrito como uma experiência intensa, ideal para quem gosta de terror sangrento, drama familiar e caos apocalíptico — tudo com aquele toque visual inconfundível do cinema indonésio.

Quando a poção da juventude corre mal… muito mal 💀

Tudo começa numa aldeia pacata da Indonésia, onde um farmacêutico local, Sadimin, tenta desenvolver um elixir da juventude usando ervas medicinais. Só que a sua invenção não traz vitalidade — traz mortos-vivos. Em poucas horas, a aldeia transforma-se num campo de batalha entre humanos e zombies.

A trama acompanha a família de Sadimin, dona de uma pequena empresa de medicamentos, enquanto lutam pela sobrevivência e enfrentam as consequências da ambição do patriarca.

O realizador Kimo Stamboel, conhecido por The Queen of Black Magic, entrega um filme com ritmo frenético, efeitos visuais impressionantes e um humor negro que não deixa respirar.

Sangue, mitologia e crítica social 🌿

Apesar da carnificina, O Elixir é mais do que um festival de vísceras. O filme incorpora elementos da cultura e mitologia indonésia, explorando o choque entre tradição, ciência e ganância. Essa combinação de terror e identidade local tem sido amplamente elogiada pela crítica.

Ainda assim, nem todas as opiniões são favoráveis. O site Decider comentou que:

“A apresentação visual de sequências de ação e sangue é impressionante, mas o filme sacrifica uma narrativa significativa em favor de sangue implacável.”

Mas sejamos honestos: se há género em que o “sangue implacável” é elogio, é o dos zombies.

Também a fazer sucesso em Portugal 🇵🇹

Em Portugal, O Elixir ocupa atualmente o terceiro lugar do top 10 da Netflix, logo atrás das produções lusófonas Caramelo, de Diego Freitas, e Maré Branca: A Surreal História de Rabo de Peixe, de João Marques.

O elenco reúne nomes de peso do cinema indonésio: Mikha TambayongEva Celia LatjubaDonny DamaraMarthino LioDimas Anggara e Kiki Narendra.

ver também : ✨ Harry Potter: Conhece Arabella Stanton, a nova Hermione que já está a encantar o mundo mágico da HBO

Com uma mistura de horror, cultura e adrenalinaO Elixir prova que o cinema asiático está cada vez mais a dominar o streaming — e que os zombies continuam, literalmente, imparáveis.

💣 Jason Statham prepara-se para fazer ondas em Mutiny — e já há data de estreia confirmada!

O novo thriller de ação protagonizado por Jason Statham chega aos cinemas a 21 de agosto de 2026 — e promete o caos habitual: pancadaria, conspirações e humor seco.

Jason Statham está de volta àquilo que faz melhor: resolver problemas com murros, granadas e cara séria. A Lionsgate confirmou oficialmente que o seu novo filme, Mutiny, estreia nos cinemas a 21 de agosto de 2026, com realização de Jean-François Richet (Assalto ao 13º DistritoPlane). A data surge após uma reorganização do calendário da produtora, que decidiu antecipar Greenland 2: Migration, o novo filme de Gerard Butler, para janeiro do mesmo ano.

Um inocente no meio da tempestade ⚓

Em Mutiny, Statham interpreta Cole Reed, um homem injustamente acusado de assassinar o seu milionário chefe. Para escapar às autoridades — e descobrir quem o tramou —, Reed embarca num navio de carga que se revela palco de uma conspiração internacional explosiva. Entre perseguições, explosões e murros em slow motion, é claro que ninguém faz “injustiças” como Jason Statham.

O argumento, escrito por Lindsay Michel e J. P. Davis, mistura o suspense clássico com a acção claustrofóbica que é marca registada de Richet. E, como seria de esperar, o protagonista não se limita a aparecer: Statham é também produtoratravés da sua Punch Palace Productions, em parceria com Marc Butan (MadRiver Pictures).

Um elenco de peso — literalmente

A acompanhar Statham está Annabelle Wallis (Peaky Blinders), Roland Møller (Skyscraper), Ramon Tikaram (House of the Dragon) e Adrian Lester (Trigger Point). Um elenco sólido, perfeito para acompanhar o britânico em mais uma viagem de destruição estilizada.

Tudo indica que Richet vai apostar numa estética intensa e confinada, à semelhança dos seus trabalhos anteriores, com muito aço, pouca conversa e um mar de tensão.

A bilheteira que se prepare 🎟️

A escolha da data de estreia não foi inocente: agosto é tradicionalmente um mês calmo em Hollywood, o que poderá dar espaço a Mutiny para dominar as bilheteiras. Ainda assim, o filme vai enfrentar concorrência direta de uma nova entrega da saga Insidious — e sabemos que terror vs ação é uma batalha digna de pipocas.

Depois do sucesso global de The Beekeeper, que arrecadou mais de 162 milhões de dólares, as expectativas são altas. Mutiny promete ser a nova descarga de adrenalina que os fãs de Statham esperam — com o actor em modo “máquina de guerra britânica” e pronto para provar que ainda é o rei das cenas impossíveis.

✨ Harry Potter: Conhece Arabella Stanton, a nova Hermione que já está a encantar o mundo mágico da HBO

A jovem actriz britânica de 11 anos foi escolhida entre 30 mil candidatas para interpretar Hermione Granger na aguardada série de Harry Potter — e já está a fazer magia mesmo antes da estreia.

A magia regressa — e com um novo trio a caminho de Hogwarts! A HBO prepara-se para lançar a sua série de Harry Potter, que vai adaptar os sete livros de J. K. Rowling ao longo de dez anos. E a nova geração de feiticeiros já tem rostos: Arabella Stanton será Hermione GrangerDominic McLaughlin interpretará Harry Potter, e Alastair Stout será o novo Ron Weasley.

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Mas é Arabella, uma actriz britânica de apenas 11 anos, quem está a roubar as atenções. Escolhida entre mais de 30 mil crianças num processo de casting épico, a jovem tem conquistado o público com o seu talento precoce — e com uma curiosa ligação ao universo mágico: antes mesmo da estreia, já emprestou a voz à nova versão áudio-cinematográfica de Harry Potter e a Pedra Filosofal, que conta ainda com Cush Jumbo como narradora e Hugh Laurie no papel de Dumbledore.

A magia por trás da nova Hermione 🪄

Arabella Stanton pode ser nova, mas fala de Harry Potter com a paixão de uma fã veterana. Em declarações divertidas, revelou estar “mágicamente silenciada” por um feitiço “Mimblewimble” — um toque de humor que deixou claro o quanto vive o papel.

“Adoro livros, e a ligação com a Hermione é evidente nisso”, contou a actriz, num entusiasmo contagiante.

O showrunner Francesca Gardiner (Succession) e o realizador Mark Mylod elogiaram a química entre os três protagonistas:

“O talento destes jovens actores é maravilhoso de presenciar. Mal podemos esperar que o mundo veja a magia que eles vão criar em cena.”

Um novo feitiço para uma velha história ✨

A série da HBO promete adaptar os sete livros ao longo de uma década, oferecendo um olhar mais profundo sobre personagens e acontecimentos que os filmes tiveram de condensar. A ambição é grande: uma produção de longo fôlego que pretende ser a versão mais fiel e emocional de Harry Potter até hoje.

primeira temporada está prevista para 2027, e o entusiasmo entre os fãs já é digno de uma estreia no Grande Salão. Entre debates sobre o novo elenco, teorias sobre a abordagem visual e a promessa de regressar a Hogwarts com um olhar fresco, é seguro dizer: a febre de Harry Potter vai recomeçar com força total.

ver também : Morena Baccarin lamenta pouco tempo de ecrã em Deadpool & Wolverine, mas elogia Ryan Reynolds 🦸‍♀️

Com Arabella Stanton a liderar o novo trio mágico, o universo de Harry Potter prepara-se para uma nova era — uma mistura de nostalgia, emoção e descoberta. Se crescer com magia era o sonho de uma geração, esta série promete reacender a chama… e talvez até conquistar novos aprendizes de feiticeiro.

Morena Baccarin lamenta pouco tempo de ecrã em Deadpool & Wolverine, mas elogia Ryan Reynolds 🦸‍♀️

A actriz brasileira reconhece que gostaria de ter aparecido mais no sucesso da Marvel, mas diz compreender as escolhas criativas de Reynolds — e deixa a porta aberta para regressar em futuras sequelas.

Morena Baccarin é, há muito, um dos rostos brasileiros mais reconhecidos em Hollywood. Versátil e carismática, começou em séries de televisão, deu voz a personagens de animação e conquistou o seu espaço em grandes produções. Mas nenhuma lhe trouxe tanta visibilidade como Deadpool — a irreverente saga protagonizada por Ryan Reynolds, onde interpreta Vanessa, a espirituosa companheira do anti-herói.

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O primeiro filme, lançado em 2016, foi um fenómeno, e a relação entre Deadpool e Vanessa tornou-se uma das mais queridas pelos fãs. Por isso, não surpreende que muitos se tenham sentido desapontados ao ver a actriz com tão pouco tempo de ecrã em Deadpool & Wolverine, um dos maiores sucessos de bilheteira do último ano.

“Gostava de ter feito mais”

Em entrevista à Variety, Baccarin admitiu que também ficou um pouco frustrada com a sua breve participação, mas garantiu que entende a decisão criativa de Ryan Reynolds — que, além de protagonizar, tem um controlo total sobre a franquia.

“Foi uma jornada tão longa. Já faz quase 10 anos desde que filmámos o primeiro filme. Nunca imaginei, nem nos meus sonhos mais loucos, que seria assim. Divertimo-nos imenso a fazer Deadpool. Era um mundo tão divertido”, disse. “Espero poder fazer mais e participar um pouco mais do que no último (Deadpool & Wolverine). Mas entendi que era uma comédia sobre a amizade masculina.”

A “comédia de brodagem” que dominou o cinema

De facto, Deadpool & Wolverine baseou grande parte do seu humor e narrativa na dinâmica entre Reynolds e Hugh Jackman, que interpretou Logan/Wolverine — um reencontro ansiado há anos pelos fãs e cuidadosamente promovido pelos dois actores nas redes sociais. O resultado foi um verdadeiro fenómeno global, com piadas meta-referenciais, acção exagerada e química explosiva entre os protagonistas.

Para Baccarin, a ausência de Vanessa neste capítulo não apaga o orgulho em fazer parte do universo Deadpool, agora oficialmente integrado no catálogo da Marvel. “Sinto-me sortuda por ter participado num projecto tão especial. O Ryan é incrivelmente dedicado e apaixonado por este mundo”, afirmou.

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He-Man à vista ⚔️

Enquanto aguarda a hipótese de regressar como Vanessa numa futura sequela, Morena Baccarin já tem outro desafio à vista: o filme live-action de He-Man, onde também terá um papel de destaque. A actriz promete continuar a alternar entre produções de acção e papéis mais dramáticos, mantendo o equilíbrio entre Hollywood e as suas raízes brasileiras.