Playback — A Vida de Carlos Paião Ganha Som e Imagem no Grande Ecrã

Sérgio Graciano leva ao cinema o génio que pôs Portugal a cantar

Já começaram as filmagens de Playback, o aguardado biopic sobre Carlos Paião, o músico e compositor que marcou a cultura pop portuguesa com temas como Pó de Arroz e, claro, Playback. Realizado por Sérgio Graciano, o filme promete ser uma celebração vibrante da criatividade, humor e ousadia de um artista que partiu demasiado cedo, mas que deixou uma marca indelével na música portuguesa.

As rodagens arrancaram a 3 de novembro na Grande Lisboa e seguem agora para Ílhavo, a cidade natal de Paião — um local simbólico que será também um dos eixos centrais da narrativa. A estreia está prevista para o verão de 2026, com posterior exibição na RTP em formato de minissérie, ampliando o alcance deste retrato íntimo e inspirador.

ler também : Keeper: Para Sempre — O Amor, o Medo e os Segredos Que Nunca Deveriam Sair da Cabana

Um sonho entre a medicina e a música

Com argumento de Mário CenicantePlayback acompanha o percurso de um jovem estudante de Medicina que, movido pela paixão pela música, decide trocar a estabilidade da bata branca pelo risco do palco. É o retrato de um criador autodidata, espirituoso e cheio de curiosidade — alguém que ousou seguir o coração numa época em que o país começava, ele próprio, a descobrir o seu novo ritmo.

O filme mistura comédia, drama e nostalgia, captando o espírito transformador das décadas de 70 e 80 — um período de contrastes, entre o moralismo herdado e o entusiasmo de uma geração que se abria ao mundo.

“Queremos mostrar o homem por detrás do artista — o estudante sonhador que acreditava que a música podia mudar tudo. Este filme é uma celebração da sua coragem e da sua autenticidade”, explica o realizador Sérgio Graciano.

Rafael Ferreira é Carlos Paião

O papel principal cabe a Rafael Ferreira, jovem actor descoberto através de um casting nacional que contou com mais de duzentos candidatos e que terminou, simbolicamente, em Ílhavo. Ao lado de Ferreira, o elenco inclui Laura Dutra, Rita Durão, António Mortágua, Anabela Moreira e Albano Jerónimo, entre outros nomes de peso do cinema e da televisão portuguesa.

Com este elenco e a direcção de Graciano — conhecido pela sua sensibilidade na construção de personagens e pela capacidade de equilibrar emoção com ritmo narrativo —, Playback promete ser muito mais do que um retrato biográfico: será uma viagem emocional, musical e cultural ao coração de uma época.

Produção com selo português

O filme é uma produção da Caos Calmo Filmes, com produção executiva de José Amaral, e conta com distribuição da NOS Audiovisuaisapoio da RTPPIC PortugalCâmara Municipal de Ílhavo e Câmara Municipal de Oeiras.

Tal como a música de Paião, a produção pretende manter um espírito irreverente e apaixonado, cruzando o humor com a ternura e a melancolia de quem viveu intensamente, sempre entre o génio e o improviso.

Um tributo ao artista e ao homem

Mais do que um biopic, Playback quer ser um retrato humano e familiar, que devolve a Carlos Paião a dimensão que o público sempre pressentiu — a de um criador que via a vida como um palco e a música como uma forma de liberdade.

ler também : Allison Mack Quebra o Silêncio: “Não Me Vejo Como Inocente”

Ao revisitarmos o seu percurso — do estudante que compunha entre exames ao músico que enchia palcos e corações —, Playback recorda-nos porque é que a música de Carlos Paião continua viva: porque tinha alma, alegria e uma vontade genuína de fazer Portugal sorrir.

🎬 Playback

📅 Estreia: Verão de 2026

🎥 Realização: Sérgio Graciano

✍️ Argumento: Mário Cenicante

⭐ Elenco: Rafael Ferreira, Laura Dutra, Rita Durão, António Mortágua, Anabela Moreira, Albano Jerónimo

🎵 Produção: Caos Calmo Filmes

🎬 Distribuição: NOS Audiovisuais

📺 Em breve também na RTP

Keeper: Para Sempre — O Amor, o Medo e os Segredos Que Nunca Deveriam Sair da Cabana

O novo pesadelo psicológico de Osgood Perkins chega aos cinemas portugueses

O terror elegante e profundamente psicológico de Osgood Perkins regressa às salas portuguesas este mês com Keeper: Para Sempre, um thriller inquietante onde o amor e a loucura dançam de mãos dadas. O filme, que estreia a 20 de novembro nos cinemas, promete ser uma das experiências cinematográficas mais intensas da estação — uma viagem ao interior de uma relação e aos abismos da mente.

ler também : Nicole Kidman Junta-se a The Young People — O Novo Thriller de Osgood Perkins

Perkins, realizador de O Colecionador de Almas (The Blackcoat’s Daughter) e do aclamado Longlegs, volta a explorar a fragilidade humana através de uma narrativa que começa como um drama íntimo e termina num pesadelo de segredos, sombras e arrependimento.

Um aniversário de casamento… e um inferno à espera

A premissa é simples, mas o resultado promete ser devastador: um casal viaja até uma cabana isolada para celebrar o aniversário de casamento. O cenário é idílico — neve, silêncio e promessas de reconciliação. Mas, à medida que a noite cai, algo começa a mexer-se nas paredes, nas vozes e nas memórias.

O que deveria ser um refúgio romântico transforma-se num labirinto de culpa e paranóia, onde o tempo parece distorcer-se e os laços de amor se confundem com as correntes da possessão. As “forças sombrias” que emergem naquela cabana não são apenas sobrenaturais — são também os fantasmas da intimidade, as verdades enterradas e os segredos que nenhuma relação sobrevive a ouvir.

Perkins descreve o filme como “uma história de terror emocional disfarçada de conto de amor”, e, conhecendo a sua obra, é seguro esperar o inesperado: ambientes minimalistas, silêncios longos e uma tensão que se infiltra lentamente, até que já é tarde demais para fugir.

O estilo Perkins: terror com elegância e alma

Filho do lendário Anthony Perkins (Psycho), Osgood construiu o seu próprio espaço no cinema contemporâneo com uma assinatura distinta — o terror atmosférico, cerebral e profundamente humano.

Em Keeper: Para Sempre, essa abordagem parece atingir nova maturidade. Perkins não se contenta com sustos fáceis: prefere explorar a psicologia das personagens, a dor do passado e o peso das escolhas. O resultado é um terror que se sente na pele, mas também no coração.

Visualmente, o filme promete a habitual estética fria e milimetricamente composta — cada plano uma pintura gótica, cada sombra um eco de culpa. A banda sonora, minimalista e dissonante, reforça o desconforto emocional que atravessa toda a narrativa.

O terror como metáfora

O que distingue o cinema de Osgood Perkins é a forma como o sobrenatural serve de espelho para o que é profundamente humano. Em Keeper: Para Sempre, a cabana isolada funciona como uma metáfora de confinamento — o local onde os segredos do casal, cuidadosamente trancados ao longo dos anos, encontram forma e voz.

É um filme sobre o que escondemos das pessoas que amamos e o que acontece quando o passado exige ser ouvido. E, como em Longlegs, o medo não vem apenas do exterior, mas da inevitabilidade do confronto interior.

A promessa de um novo clássico moderno

Com Keeper: Para Sempre, a Neon e Osgood Perkins consolidam uma parceria que tem redefinido o terror contemporâneo: inteligente, visualmente sofisticado e emocionalmente devastador.

Em tempos em que o género é dominado por sustos fáceis e clichés, Perkins propõe outra coisa: um mergulho no íntimo, onde o horror nasce da empatia e da dor, não apenas do medo.

ler também: George Clooney — O Batman Que Ninguém Queria Ser

Prepare-se para um filme que não grita — sussurra. Que não assusta com monstros, mas com verdades. Que não se esquece quando termina.

🎬 Keeper: Para Sempre

📅 Estreia: 20 de novembro de 2025

🎭 Género: Thriller Psicológico

🎥 Realização: Osgood Perkins (O Colecionador de AlmasLonglegs)

🏠 Distribuição em Portugal: Estreia nacional nas principais salas de cinema

Allison Mack Quebra o Silêncio: “Não Me Vejo Como Inocente”

A ex-estrela de Smallville  fala pela primeira vez sobre o culto NXIVM e a prisão

Durante anos, Allison Mack foi recordada como Chloe Sullivan, a jovem repórter destemida de Smallville. Mas, fora do ecrã, a actriz viveu uma das quedas mais sombrias e mediáticas de Hollywood: o seu envolvimento com o culto sexual NXIVM, liderado por Keith Raniere. Agora, aos 43 anos, Mack decidiu falar — pela primeira vez — no novo podcast documental da CBC, Allison After NXIVM, produzido por Vanessa Grigoriadis e apresentado por Natalie Robehmed, uma das jornalistas que acompanhou o caso desde o início.

O podcast, com sete episódios, tenta responder a uma pergunta que tem dividido o público e a crítica: quem é, afinal, Allison Mack? Uma vítima manipulada ou uma cúmplice que perpetuou abusos?

De estrela juvenil a cúmplice do horror

No primeiro episódio, intitulado It Happened in Vancouver, Mack recorda o momento em que conheceu o grupo. Foi em 2006, durante as filmagens de Smallville, através da colega Kristin Kreuk, que assistiu a uma sessão introdutória da organização. Inicialmente apresentada como uma “comunidade de auto-aperfeiçoamento”, NXIVM revelou-se, com o tempo, um esquema de controlo psicológico, abuso sexual e manipulação emocional orquestrado por Raniere.

Seduzida pelas promessas de empoderamento, Mack acabou por cair sob o domínio total do líder, tornando-se uma das suas seguidoras mais próximas. O podcast revela que ela abandonou a carreira e mudou-se para Albany, onde se localizava a sede do grupo. No interior da chamada “irmandade” feminina DOS, Mack não era apenas seguidora — era mestre: controlava mulheres, regulava o que comiam, quando dormiam e até quem podiam amar.

Pior ainda, foi ela quem recrutou várias vítimas para o círculo interno de Raniere, incluindo India Oxenberg, filha da actriz Catherine Oxenberg, uma das primeiras a denunciar publicamente o culto.

Prisão, culpa e tentativa de redenção

Allison Mack foi presa em 2018 e, após um longo processo judicial, condenada em 2021 por crimes de tráfico sexual, extorsão e conspiração. Cumpriu quase dois anos numa prisão federal e foi libertada em julho de 2023.

No podcast, a actriz descreve o dia da sentença como um dos momentos mais devastadores da sua vida:

“Oh, meu Deus, o meu pobre irmão atrás de mim, a ouvir tudo o que eu fiz. A minha mãe… foi horrível. Eu não me vejo como inocente. Eles eram inocentes. Eu não.”

Hoje, Mack diz estar casada, a estudar para um mestrado em Serviço Social, e a tentar compreender — e reparar — o que viveu e causou.

O passado que não desaparece

A história de NXIVM tornou-se pública em 2017, após a publicação da investigação Inside a Secretive Group Where Women Are Branded no New York Times. O artigo, assinado por Sarah Edmondson, expôs pela primeira vez os horrores do culto, incluindo a marcação a ferro das seguidoras com as iniciais de Raniere.

O caso ganhou ainda mais notoriedade com a série documental da HBO, The Vow, que retratou o colapso da organização e a lenta desprogramação das suas vítimas. Nas gravações originais, feitas pelo próprio Raniere, Mack aparece como uma figura silenciosa mas central — uma espécie de Ghislaine Maxwell do universo NXIVM.

Raniere foi condenado em 2019 a 120 anos de prisão, enquanto Nancy Salzman, cofundadora do grupo, e a filha, Lauren Salzman, receberam penas mais leves após colaborarem com as autoridades.

“Não sou vítima pura, nem vilã total”

Ao longo dos episódios, Allison After NXIVM não tenta redimir Mack, mas também não a reduz a um estereótipo. O podcast mostra uma mulher fragmentada, entre o trauma e a responsabilidade, entre o arrependimento e a vergonha. Mack reconhece que foi manipulada, mas também teve poder — e abusou dele.

“Houve um tempo em que eu acreditava que o que estava a fazer era bom. Hoje percebo que contribuí para algo monstruoso. E não posso fugir disso.”

Apesar das críticas ao facto de lhe ser dada uma plataforma, a produção não poupa nas perguntas difíceis e confronta Mack com os depoimentos das vítimas. Pela primeira vez, ela escuta as consequências das suas ações, sem edições nem filtros.

Uma voz que incomoda

“Allison After NXIVM” não é um exercício de autopiedade. É um retrato desconfortável — e necessário — sobre como a manipulação, a fé cega e a sede de pertença podem transformar vítimas em cúmplices.

Allison Mack nunca voltará a ser apenas a rapariga de Smallville. Mas, nesta nova fase, tenta, pelo menos, ser alguém que não fuja da verdade.

“Stranger Things”: Netflix Investigou Queixa de Bullying de Millie Bobby Brown Contra David Harbour

A poucos meses da estreia da temporada final, a Netflix confirmou ter conduzido uma investigação interna sobre alegações de comportamento abusivo entre duas das maiores estrelas da série.

A tensão nos bastidores de Stranger Things voltou a ser notícia. Segundo revelou a Variety, a Netflix abriu uma investigação interna para apurar uma queixa apresentada por Millie Bobby Brown contra o colega de elenco David Harbour, intérprete do icónico xerife Jim Hopper. A alegação, classificada como “comportamento abusivo e intimidação”, foi analisada em sigilo durante vários meses, antes do início das filmagens da quinta e última temporada.

ler também : William H. Macy revela o segredo dos seus 28 anos de casamento com Felicity Huffman: “Estou completamente apaixonado por ela”

De acordo com o Deadline, o incidente em causa poderá ter ocorrido há vários anos — possivelmente durante as primeiras temporadas da série — e não imediatamente antes da produção da nova temporada, como sugeriram os primeiros rumores. As fontes citadas pelo meio afirmam que houve de facto um “desentendimento” entre ambos, que Millie apresentou uma queixa formal, e que o caso foi resolvido internamente sem novos incidentes desde então.

A Netflix concluiu a investigação antes do arranque das filmagens e considerou a situação “encerrada”. Nenhuma das partes envolvidas — nem os representantes de Brown ou Harbour — comentou oficialmente o caso, e os detalhes do alegado comportamento nunca foram divulgados publicamente.

Reconciliação pública e gestos de cordialidade

Curiosamente, poucos dias após o Daily Mail publicar a história a 1 de novembro, Brown e Harbour surgiram juntos no tapete vermelho da antestreia de “Stranger Things” em Los Angeles, no dia 6 do mesmo mês. O duo chegou lado a lado, posou para as câmaras e trocou elogios em entrevistas.

“Ele é realmente especial”, disse Millie à imprensa, enquanto David Harbour declarou estar “orgulhoso por ver todos eles crescerem”. O momento foi registado num vídeo publicado pela Netflix nas suas redes sociais e posteriormente partilhado pela marca de Brown, Florence by Mills, com um simples emoji de coração — um gesto interpretado como tentativa de pôr fim à especulação mediática.

Criadores reagem e garantem “ambiente seguro” no set

Durante o evento, os irmãos Matt e Ross Duffer, criadores da série, e o produtor Shawn Levy abordaram as preocupações sobre o ambiente de trabalho e segurança da equipa.

Levy afirmou ao The Hollywood Reporter: “É essencial criar um local de trabalho respeitador, onde todos se sintam confortáveis e seguros — e fizemos tudo para garantir isso.” Já Ross Duffer acrescentou: “Trabalhamos juntos há dez anos; somos uma família. Nada é mais importante do que ter um set onde todos estejam felizes.”

A coincidência temporal com o divórcio mediático de David Harbour e Lily Allen, cuja nova canção faz alusões à separação, deu ainda mais combustível às manchetes, embora ambas as situações não estejam relacionadas.

A reta final de uma série icónica

Apesar das polémicas, o ambiente entre o elenco parece estabilizado. Millie Bobby Brown e David Harbour partilham várias cenas importantes na temporada final, que marcará o encerramento da saga iniciada em 2016.

A Netflix confirmou que a quinta temporada será dividida em três partes, com lançamentos programados entre 26 de novembro e 31 de dezembro de 2025. A expectativa é enorme: Stranger Things é não só uma das séries mais populares da história da plataforma, mas também um fenómeno cultural que moldou toda uma geração de espectadores.

ler também : Jennifer Lawrence Ataca Kourtney Kardashian: “Está Mais Irritante do que Nunca!”

Com ou sem controvérsias, Hawkins prepara-se para o seu derradeiro confronto — e todos os olhos estarão postos, mais uma vez, em Eleven e no xerife Hopper.

“Pluribus”: A Nova Série da Apple TV Que Reinventa o Clássico “Invasion of the Body Snatchers”

Criada por Vince Gilligan e protagonizada por Rhea Seehorn, Pluribus mistura ficção científica, filosofia e terror psicológico numa reflexão sobre o perigo de perder a individualidade em nome da harmonia.

A Apple TV volta a investir forte na ficção científica, e desta vez com uma aposta de peso: Vince Gilligan, o criador de Breaking Bad e Better Call Saul, regressa com uma nova série intrigante — Pluribus. Com Rhea Seehorn (a inesquecível Kim Wexler de Better Call Saul) no papel principal, a produção estreou com dois episódios que já estão a dar muito que falar.

À primeira vista, Pluribus parece uma história sobre um sinal vindo do espaço. Mas rapidamente percebemos que há muito mais por baixo da superfície: trata-se de uma reinterpretação moderna do clássico Invasion of the Body Snatchers(A Invasão dos Violadores de Corpos), de Jack Finney, obra que desde 1955 tem servido de metáfora para medos sociais e políticos — do comunismo à conformidade moderna.

Ler também : William H. Macy revela o segredo dos seus 28 anos de casamento com Felicity Huffman: “Estou completamente apaixonado por ela”

Um vírus que une… e apaga

O primeiro episódio, “We Is Us”, começa com um grupo de cientistas a investigar um sinal proveniente do planeta Kepler 22b. Pouco depois, descobre-se que o sinal transporta um vírus que liga as mentes humanas num único organismo coletivo — uma colmeia de bondade, empatia e amor… mas sem liberdade individual.

É aqui que entra Carol Sturka, interpretada por Rhea Seehorn, uma romancista de Albuquerque que, por motivos desconhecidos, é imune ao vírus. Num mundo onde todos se tornam versões perfeitas de si mesmos, Carol sente-se alienada e até perseguida por esta humanidade unida e sem conflito.

Nos diálogos com outros sobreviventes, Carol chama-lhes “Pod People” — uma referência direta aos seres sem emoção do Invasion of the Body Snatchers. E, tal como o Dr. Bennell (Kevin McCarthy) do filme original de 1956, Carol é a última linha de defesa contra um futuro onde todos pensam da mesma maneira.

Um espelho da nossa era

Pluribus não se limita a reciclar ideias antigas. Gilligan e a sua equipa transformam o conceito da “invasão” numa reflexão sobre o presente: vivemos mergulhados em redes sociais, algoritmos e bolhas ideológicas que nos moldam e aproximam, mas também nos tornam previsíveis, uniformes e — em muitos casos — emocionalmente anestesiados.

A série sugere uma pergunta inquietante: será que o sonho de uma humanidade harmoniosa, livre de conflito, não seria também o fim da nossa essência individual?

As semelhanças com o clássico são evidentes. Na versão de 1978, realizada por Philip Kaufman e com Leonard Nimoynum papel arrepiante, os invasores prometiam “um mundo sem medo, ansiedade ou ódio”. Em Pluribus, o “hive” promete um mundo de amor constante — mas o resultado é o mesmo: um planeta cheio de pessoas gentis, mas sem alma.

As cenas em que o “enxame humano” age em silêncio, movendo-se com precisão maquinal, evocam diretamente o final gelado do filme de 1978, quando San Francisco cai nas mãos dos duplicados alienígenas.

Rhea Seehorn brilha — e a crítica aplaude

Rhea Seehorn mostra mais uma vez a sua subtileza como atriz: a Carol que interpreta é vulnerável mas feroz, uma mulher comum a resistir à pressão da unanimidade. As críticas têm destacado a forma como Gilligan explora o contraste entre a empatia coletiva e o terror da perda de identidade — uma parábola perfeita para 2025, num mundo que confunde harmonia com obediência.

Com realização atmosférica e fotografia fria, Pluribus equilibra momentos de puro terror psicológico com uma sátira mordaz à nossa obsessão por “consenso” e “positividade”.

Uma reflexão sobre o pensamento único

Tal como Invasion of the Body Snatchers se tornou símbolo da paranoia anticomunista dos anos 50, Pluribus funciona como um alerta para o perigo do pensamento único contemporâneo. Num mundo saturado de opiniões polarizadas e discursos pré-fabricados, a série lembra-nos que o maior ato de rebeldia pode ser simplesmente continuar a pensar — e a sentir — por conta própria.

Gilligan, fiel à sua tradição, oferece uma ficção científica que é tanto espetáculo como comentário social, com humor negro e tensão crescente.

ler também : Jennifer Lawrence Ataca Kourtney Kardashian: “Está Mais Irritante do que Nunca!”

Quando e onde ver

Os dois primeiros episódios de Pluribus já estão disponíveis na Apple TV+, com novos capítulos lançados todas as sextas-feiras. Uma série que promete deixar os espectadores divididos — mas a pensar.

William H. Macy revela o segredo dos seus 28 anos de casamento com Felicity Huffman: “Estou completamente apaixonado por ela”

Assinalando quase três décadas de união, William H. Macy mantém o olhar fixo – e o coração entregue – à sua esposa Felicity Huffman. Em exclusivo para a People, o ator falou sobre a relação e o que os mantém unidos, aproveitando a antestreia do filme The Running Man, em Nova Iorque, no domingo, dia 9 de novembro.

Casados desde 1997, Macy (75 anos) e Huffman (62 anos) conheceram-se ainda nos anos 80, na companhia de teatro Atlantic Theater Company, em Nova Iorque. Têm duas filhas, Sophia e Georgia — esta última acompanhou o pai na noite de estreia.

ler também :Jennifer Lawrence Ataca Kourtney Kardashian: “Está Mais Irritante do que Nunca!”

Macy afirmou que a relação com Huffman não é algo em que tenha de “trabalhar” arduamente. «Estou louco por ela. É a melhor coisa que já me aconteceu, e ela está viva, em constante evolução, está sempre a desafiar-me», confessou. Para ele, partilhar interesses é crucial: «Vivemos teatro, show-biz, histórias — e isso está no núcleo da nossa relação».

A actriz está a filmar Doc em Toronto, enquanto Macy leu os seus guiões, ela os dele — criticam-se, apoiam-se, vivem-se nas entrelinhas. Macy recorda ainda o apoio que deu à mulher numa fase difícil: quando Huffman cumpriu 11 dias de prisão por envolvimento no escândalo de admissões universitárias, ele esteve ao lado dela.

Ler também : Esposa de Jimmy Kimmel Fala da Dor de Ter Família Pró-Trump: “O Meu Marido Está Lá Fora a Lutar Contra Esse Homem”

Com uma carreira marcada por altos e baixos, Macy transformou-se numa figura respeitada graças a séries como Shameless. Já Huffman regressou à atuação recentemente, com participações em The Good Doctor e Criminal Minds: Evolution.

Notas finais

  • Filme em destaque: The Running Man.
  • Datas de estreia do filme: em Portugal a 13 de novembro de 2025.  Em Brasil, previsto para 20 de novembro de 2025.  

Jennifer Lawrence Ataca Kourtney Kardashian: “Está Mais Irritante do que Nunca!”

Durante um teste do polígrafo da Vanity Fair, a atriz de No Hard Feelings voltou a provar que não tem papas na língua — e Kourtney Kardashian foi o seu novo alvo.

Parece que Jennifer Lawrence continua a “manter-se a par das Kardashians”… mas já perdeu a paciência com Kourtney. A atriz, conhecida tanto pelo seu talento como pelo seu humor mordaz, aproveitou uma entrevista recente com a Vanity Fair para lançar uma das suas tiradas mais afiadas dos últimos tempos.

ler também : Esposa de Jimmy Kimmel Fala da Dor de Ter Família Pró-Trump: “O Meu Marido Está Lá Fora a Lutar Contra Esse Homem”

Durante um teste do polígrafo em vídeo — parte da divertida série de entrevistas do canal — o seu colega de elenco em Die My LoveRobert Pattinson, perguntou-lhe diretamente se Khloé Kardashian continua a ser a sua favorita da famosa família. Jennifer respondeu sem hesitar: “Sim”. Mas logo a seguir, sem que ninguém lhe perguntasse, acrescentou: “E a Kourtney? Está mais irritante do que nunca.”

A atriz explicou que está cansada das “constantes declarações públicas” da irmã mais velha das Kardashians, acusando-a de precisar sempre de transformar cada detalhe pessoal num anúncio. “Ela não precisa dizer que deixou de usar certas roupas — pode simplesmente não as usar e pronto”, atirou Lawrence, entre risos e olhares cúmplices com Pattinson.

O humor ácido de J-Law em modo completo

A conversa seguiu noutros rumos — incluindo uma hilariante troca sobre o uso de merkins (as famosas perucas íntimas usadas em filmagens) —, mas a farpa ficou no ar. Fiel ao seu estilo, Lawrence deixou a crítica com o tom descontraído que a tornou uma das personalidades mais autênticas de Hollywood.

Nos últimos dias, Jennifer tem estado em digressão promocional do filme Die My Love, que estreou ontem nos cinemas internacionais, e tem oferecido à imprensa uma sequência de declarações que os tabloides adoram. Além desta alfinetada a Kourtney Kardashian, revelou que ela e Emma Stone estão a produzir um filme sobre a Miss Piggy, e que dispensou o uso de um coordenador de intimidade nas cenas românticas com Pattinson — comentários que incendiaram as redes sociais.

Kourtney (ainda) não respondeu… mas ninguém duvida que o fará

Até ao momento, Kourtney Kardashian não reagiu publicamente ao comentário — algo surpreendente para quem adora transformar qualquer provocação num momento viral. Contudo, os fãs da família já se dividiram: uns acham que Jennifer apenas brincou; outros, que foi uma crítica certeira à “superexposição” que Kourtney tem cultivado nas redes sociais, especialmente desde o seu casamento com Travis Barker, o baterista dos Blink-182.

ler também : Sydney Sweeney Saltou de Paraquedas Horas Depois de uma Noite de Copos — e Sobreviveu Para Contar

Entre sorrisos e sarcasmo, Jennifer Lawrence volta a provar que continua a ser uma das vozes mais imprevisíveis de Hollywood — alguém capaz de transformar uma entrevista promocional numa tempestade mediática.

E se Kourtney decidir responder, o público pode contar com outro episódio de celebridades a trocarem estaladas verbais… sem perder o glamour.

Sydney Sweeney Saltou de Paraquedas Horas Depois de uma Noite de Copos — e Sobreviveu Para Contar

A atriz de Euphoria e estrela do novo filme Christy confessou a Stephen Colbert que decidiu fazer skydiving poucas horas depois de sair dos bares — e o resultado podia ter sido explosivo.

A atriz Sydney Sweeney tem vivido o que descreve como “um ano de experiências novas” — e, pelos vistos, algumas dessas experiências envolvem uma boa dose de risco (e talvez álcool a mais).

ler também : Robert Pattinson Interroga Jennifer Lawrence Sobre Hunger Games vs. Crepúsculo — E a Resposta Deixa-o Sem Palavras

Durante a sua passagem pelo The Late Show with Stephen Colbert, a estrela de Euphoria e do novo drama desportivo Christy contou, entre gargalhadas, que fez paraquedismo apenas três horas depois de uma noite de copos com os primos.

“Fomos de bar em bar até às três da manhã… e às seis já estava num avião pronta para saltar”, revelou Sweeney.

O apresentador, visivelmente surpreendido, perguntou-lhe se tinha aparecido ainda sob o efeito das bebidas da véspera. A atriz respondeu com o humor que a caracteriza:

“Tive um momento de pânico… achei que podia sair alguma coisa a meio da queda. Não seria a única coisa a cair do céu.”

☁️ Uma queda livre… e sem incidentes

Felizmente, tudo correu bem. Colbert mostrou uma fotografia da atriz em plena descida, e Sweeney garantiu que — apesar do medo de alturas — a experiência acabou por ser “assustadora, mas libertadora”.

A atriz admitiu ainda que é uma verdadeira “viciada em adrenalina”, algo que os seus fãs já suspeitavam: além do salto de paraquedas, este verão também se aventurou no kite-surf e até foi apanhada a cantar karaoke numa seaplane party, antes de outro salto.

“Um hidroavião veio buscar-me diretamente de uma noite de karaoke. Foi surreal”, contou entre risos no programa Live With Kelly and Mark.

🥊 Do céu ao ringue

Atualmente, Sydney Sweeney promove o seu novo filme “Christy”, baseado na história verídica da boxeadora Christy Martin, uma das pioneiras do boxe feminino profissional nos Estados Unidos. O papel exigiu-lhe meses de treino físico intenso, e parece que o espírito destemido da personagem passou para a vida real.

ler também . Mistério em Hollywood: Jimmy Kimmel Live! Cancelado Subitamente e ABC Mantém Silêncio

“Tenho tentado dizer sim a tudo o que me assusta — menos talvez beber antes de saltar de um avião”, brincou.

A atriz garante que a aventura não se vai repetir… mas quem a conhece duvida. Afinal, quando se trata de Sydney Sweeney, a adrenalina é o novo normal.

Robert Pattinson Interroga Jennifer Lawrence Sobre Hunger Games vs. Crepúsculo — E a Resposta Deixa-o Sem Palavras

Durante a promoção de Die My Love, o ator surpreendeu a colega ao saber que esta fez teste para Crepúsculo — e a discussão sobre qual saga YA é “mais fixe” ficou marcada.

Enquanto promoviam o drama de Lynne Ramsay, Die My Love, nos bastidores de uma entrevista com a revista Vanity Fair, os protagonistas Robert Pattinson e Jennifer Lawrence protagonizaram um momento bem divertido — e revelador.

ler também : Franchise de Dinossauros Regressa: Jurassic World: Rebirth Pode Ter Sequência Confirmada

Pattinson, que ficou mundialmente conhecido por interpretar Edward Cullen na saga‍ Crepúsculo, perguntou à sua co-estrela:

“Tu fizeste teste para Crepúsculo, certo?”

Jennifer Lawrence não hesitou em responder:

“Sim. Fiz teste para *Crepúsculo’.”

A surpresa de Pattinson foi visível. Depois, ele lançou a pergunta que muitos fãs discutem:

“Achas que Hunger Games é mais gira do que Crepúsculo?”

E a resposta de Lawrence foi… um categórico “não”.

“Não”, disparou a atriz entre risos — e mais tarde brincou com o detetor de mentiras no vídeo: “Esta máquina está avariada.”

Para quem não recorda: Pattinson interpretou Edward na franquia Crepúsculo entre 2008 e 2012, contribuindo para tornar o fenómeno YA numa febre mundial. Por sua vez, Jennifer Lawrence ganhou fama mundial como Katniss Everdeen em The Hunger Games, iniciada em 2012, tornando-se uma das principais atrizes de Hollywood.

A curiosidade está lançada: e se Lawrence tivesse sido escolhida para Bella Swan em vez de Kristen Stewart? Sem dúvida que o panorama YA poderia ter sido bem diferente.

ler também : Glenn Close Responde Aos Críticos de All’s Fair Com Humor — e Uma Referência a Atração Fatal

Die My Love, tem data prevista de estreia para 8 de Janeiro de 2026 nas salas portuguesas.

The Running Man: Edgar Wright Reinventa o Clássico de Stephen King com Glen Powell e Josh Brolin

As pré-vendas arrancam já esta sexta-feira, 7 de Novembro. O filme estreia a 13 de Novembro em Portugal, em todos os formatos premium — IMAX, 4DX, D-Box e ScreenX.

A espera está quase a terminar. A partir desta sexta-feira, 7 de Novembro, o público português já poderá garantir os bilhetes para The Running Man, o novo filme de Edgar Wright, que promete reinventar o clássico distópico de Stephen King (publicado sob o pseudónimo Richard Bachman). A estreia nacional está marcada para 13 de Novembro, com distribuição da NOS Audiovisuais, e chega aos cinemas em grande escala — IMAX, 4DX, D-Box e ScreenX.

ler também: Estreias da Semana: Dakota Johnson Brilha em “Splitsville”, Wagner Moura Ruma aos Óscares e “Bambi” Volta a Fazer Chorar

Um regresso ao universo brutal de King

Realizado por Edgar Wright, conhecido por Baby Driver e Last Night in SohoThe Running Man regressa às origens do livro, oferecendo uma leitura mais próxima da visão original de King.

A história segue Ben Richards (interpretado por Glen Powell, estrela de Top Gun: Maverick), um homem comum que aceita participar no programa televisivo mais visto do planeta — uma competição mortal onde os concorrentes, chamados runners, são caçados em direto por assassinos profissionais.

O motivo de Richards é desesperado: salvar a filha doente. O prémio é milionário, mas as hipóteses de sobrevivência são quase nulas. Durante 30 dias, cada passo é transmitido a um público sedento de sangue, num espetáculo controlado pela implacável corporação The Network.

“Queríamos um thriller que refletisse a nossa relação atual com os media, a violência e o voyeurismo. The Running Man é mais relevante do que nunca”, afirmou Edgar Wright na antestreia em Londres.

Elenco de luxo e produção de escala épica

O elenco reúne nomes de peso: Josh Brolin assume o papel de Dan Killian, o produtor carismático e manipulador do programa; Lee Pace interpreta o caçador McCone; e Colman Domingo dá vida a Bobby T, o apresentador que transforma a carnificina num espetáculo televisivo.

Completam o elenco William H. MacyMichael CeraEmilia JonesKaty O’Brian e Daniel Ezra. A produção executiva tem a assinatura do próprio Stephen King, que acompanha de perto esta nova adaptação.

Filmado em mais de 70 localizações europeias, o filme destaca o contraste entre o luxo tecnológico das elites e a dura realidade de uma sociedade autoritária onde a desigualdade se tornou entretenimento.

Antestreia mundial e presença portuguesa

A antestreia mundial decorreu ontem, em Londres, com a presença do realizador e do elenco principal. Entre os convidados internacionais estiveram também os criadores de conteúdo portugueses Afonso Santos e Diogo Brehm, que marcaram presença na red carpet ao lado de Glen Powell e Colman Domingo.

Livro e filme lado a lado

Em simultâneo com o lançamento nos cinemas, a Bertrand Editora apresenta uma edição especial de “The Running Man – Jogo de Sobrevivência”, o romance original de Stephen King, ambientado num futuro distópico em 2025. Esta nova edição, inspirada no poster do filme e lançada em parceria com a Paramount Pictures e a NOS Audiovisuais, assinala a estreia da obra em território português.

ler também : Tudo é Justo — A Nova Série de Ryan Murphy com Kim Kardashian é Arrasada pela Crítica Internacional

Um retrato feroz da sociedade do espetáculo

Com argumento de Edgar Wright e Michael BacallThe Running Man transporta o público para uma América fragmentada, onde a violência e o entretenimento se confundem. É uma história sobre resistência, moralidade e o preço da audiência — temas que, mais de 40 anos depois do livro original, continuam a ressoar com força perturbadora.

Tudo é Justo — A Nova Série de Ryan Murphy com Kim Kardashian é Arrasada pela Crítica Internacional

O drama jurídico estrelado por Kim Kardashian já estreou na Disney+ em Portugal, mas as primeiras reações da crítica lá fora são demolidoras.

A mais recente criação de Ryan MurphyTudo é Justo (All’s Fair no original), já chegou à Disney+ em Portugal, mas o lançamento foi tudo menos pacífico. A série, protagonizada por Kim Kardashian no papel da advogada de divórcios Allura Grant, tem sido alvo de duras críticas internacionais — e o público está profundamente dividido.

ler também : Gremlins 3 Está Oficialmente a Caminho: Chris Columbus Regressa com Apoio de Spielberg e dos Criadores de Final Destination: Bloodlines

O que dizem lá fora

Logo após a estreia, Tudo é Justo registou um impressionante 0 % de aprovação no Rotten Tomatoes, número que entretanto subiu ligeiramente para 6 %, mas que continua a refletir uma receção crítica desastrosa.

A revista The Hollywood Reporter não poupou palavras, descrevendo a performance de Kardashian como “rígida e sem uma única nota autêntica”. Já o The Telegraph foi ainda mais mordaz, chamando a série de “crime contra a televisão”.

The Guardian, que atribuiu zero estrelas, escreveu:

“Nem Glenn Close consegue salvar este desastre de Ryan Murphy, com enredos miseráveis, personagens sem rumo — e as piores cenas de beijo alguma vez filmadas.”

Ainda assim, nem tudo é negativo. O público comum parece estar mais aberto à experiência: o índice de audiência da Rotten Tomatoes (o chamado Popcorn Meter) indica cerca de 62 % de aprovação, sugerindo que há quem esteja a apreciar o caos camp e o tom exagerado da produção.

ler também : Road House 2 Reúne Estrelas do UFC — Incluindo Dois Rivais de Conor McGregor e Guy Richie

Primeiro Trailer de Michael Revela a Transformação de Michael Jackson no Rei da Pop

Realizado por Antoine Fuqua e protagonizado pelo sobrinho de Michael Jackson, o aguardado biopic promete uma viagem íntima e grandiosa pela vida de um dos maiores ícones da música.

A Lionsgate divulgou o primeiro trailer oficial de Michael, o muito aguardado filme biográfico sobre Michael Jackson, realizado por Antoine Fuqua. O teaser será exibido nos cinemas antes de Now You See Me: Now You Don’t e oferece um primeiro olhar sobre a ascensão do Rei da Pop — desde os dias de infância até à consagração global.

O papel principal é interpretado por Jaafar Jackson, sobrinho do próprio cantor, cuja semelhança física e vocal com o tio impressionou os fãs nas redes sociais. O vídeo começa com Michael no estúdio, ao lado do lendário produtor Quincy Jones (interpretado por Kendrick Sampson), que lhe diz:

ler também: Elizabeth Olsen Recorda Cena Íntima com Josh Brolin em Oldboy

“Sei que esperaste muito tempo por isto. As faixas estão prontas. As canções estão feitas. Vamos começar do topo.”

Enquanto o tema “Wanna Be Startin’ Somethin’”, de 1982, embala o trailer, surgem imagens da infância de Michael, das atuações lendárias com os Jackson 5 e dos vídeos que definiram gerações, como Thriller.

Um elenco à altura da lenda

Além de Jaafar Jackson, o elenco conta com Miles Teller como John Branca, advogado e conselheiro de Jackson; Colman Domingo no papel do exigente patriarca Joe Jackson; Nia Long como Katherine Jackson, a matriarca da família; Jessica Sula como LaToya Jackson; Larenz Tate como o fundador da Motown, Berry Gordy; Laura Harrier como Suzanne de Passe; e Kat Graham como Diana Ross.

Outros nomes incluem Liv Symone como Gladys Knight, Kevin Shinick como Dick Clark e KeiLyn Durrel Jones como Bill Bray, o antigo segurança e amigo de longa data de Michael Jackson.

Uma visão íntima e cinematográfica

Segundo a sinopse oficial, Michael “explora a jornada do superastro global para se tornar o Rei da Pop, apresentando um olhar íntimo sobre a vida e o legado duradouro de um dos artistas mais influentes e inovadores de sempre.”

O argumento foi escrito por John Logan (Alien: CovenantRango), e a produção ficou a cargo de Graham KingJohn Branca e John McClain — este último, um dos executores do espólio de Jackson.

Estreia adiada para 2026

Inicialmente previsto para Outubro de 2025, Michael chegará agora aos cinemas a 24 de Abril de 2026. As filmagens terminaram em Maio de 2024, mas o projeto passou por novas filmagens e ajustes criativos, após rumores de que o filme poderia ser dividido em duas partes — algo que o trailer parece desmentir.

ler também : Jennifer Lawrence Defende Autenticidade em Die My Love e Elogia Respeito de Robert Pattinson

Com a assinatura de Antoine Fuqua (Training DayEmancipation) e a bênção da família Jackson, Michael promete ser uma homenagem cinematográfica à altura da sua estrela — com música, emoção e, claro, moonwalks.

Elizabeth Olsen Recorda Cena Íntima com Josh Brolin em Oldboy: “Sim, Já Vi o Corpo Dele — Tivemos Uma Cena de Sexo no Filme”

A atriz, hoje conhecida como Feiticeira Escarlate da Marvel, relembrou com humor a sua colaboração com o intérprete de Thanos antes do Universo Cinematográfico da Marvel os reunir como inimigos.

Elizabeth Olsen voltou a mostrar o seu habitual sentido de humor durante uma passagem pelo programa Jimmy Kimmel Live!. A atriz, que deu vida à Feiticeira Escarlate nos filmes da Marvel, foi questionada sobre a sua relação com Josh Brolin, o ator que interpretou Thanos — o temido vilão que acabou por eliminar o par romântico da sua personagem, Vision.

ver também : Road House 2 Reúne Estrelas do UFC — Incluindo Dois Rivais de Conor McGregor e Guy Richie

Kimmel perguntou-lhe se já tinha pedido desculpa a Brolin por o “matar” em Avengers: Endgame, ao que Olsen respondeu, entre risos:

“Aposto que ele está muito chateado por ter deixado o universo Marvel.”

Mas a conversa rapidamente tomou um rumo mais divertido quando o apresentador lembrou que os dois já tinham trabalhado juntos antes, no remake de Oldboy (2013), realizado por Spike Lee. Kimmel elogiou Brolin, dizendo que era “um homem em boa forma”, e perguntou se Olsen já tinha visto o corpo do colega.

A resposta da atriz foi direta e hilariante:

“Na verdade, sim… porque tivemos uma cena de sexo no filme do Spike Lee.”

O comentário gerou gargalhadas no estúdio, com a própria Olsen a rir-se do momento.

Um reencontro inesperado no Universo Marvel

Oldboy foi um dos primeiros papéis mais ousados da carreira de Elizabeth Olsen. No filme, Josh Brolin interpreta Joe Doucett, um homem que é sequestrado e mantido em cativeiro durante 20 anos, antes de partir em busca de vingança. Olsen dá vida a Marie Sebastian, uma mulher que o ajuda — e com quem acaba por ter uma relação íntima.

ler também : John Carpenter Surpreende Fãs ao Sugerir Que The Thing 2 Pode Estar em Desenvolvimento

No entanto, o enredo reserva uma reviravolta chocante: Marie é, afinal, a filha perdida de Joe, o que transforma a relação entre as personagens numa tragédia de proporções perturbadoras.

Anos mais tarde, Olsen e Brolin voltariam a cruzar-se no grande ecrã, desta vez em lados opostos do campo de batalha em Avengers: Endgame, num cenário bem menos íntimo, mas igualmente intenso.

Jennifer Lawrence Defende Autenticidade em Die My Love e Elogia Respeito de Robert Pattinson

A atriz, elogiada pelo novo filme de Lynne Ramsay, falou sobre a confiança nas filmagens com Pattinson e sobre a decisão de manter a naturalidade nas cenas mais íntimas.

Jennifer Lawrence revelou novos detalhes sobre a rodagem de Die My Love, o drama psicológico realizado por Lynne Ramsay que chega aos cinemas a 7 de Novembro, pela Mubi. Em entrevista ao podcast Las Culturistas, a atriz explicou que não sentiu necessidade de recorrer a um coordenador de intimidade durante as filmagens das cenas mais delicadas com Robert Pattinson — e destacou a relação de confiança entre ambos.

ler também : Glen Powell Mostra a Sua Nova Casa no Texas — e Tem Até uma Casa de Banho Dedicada aos Longhorns!

“Senti-me sempre segura com o Rob. Ele é muito respeitador e está completamente focado na sua vida pessoal e profissional. Passávamos o tempo a conversar sobre os nossos filhos e relações”, contou Lawrence. “Nunca houve qualquer desconforto.”

Em Die My Love, Lawrence interpreta uma mulher que enfrenta uma crise emocional profunda após o nascimento do filho, enquanto Pattinson dá vida ao marido, um homem incapaz de lidar com o colapso da companheira. O filme tem recebido elogios da crítica e a interpretação da atriz já é apontada como uma das mais intensas da sua carreira.

Um olhar sem filtros sobre o corpo e a maternidade

Jennifer Lawrence também falou sobre a forma como encarou as cenas de nudez, filmadas durante a gravidez do segundo filho. Segundo a atriz, esse momento de vida mudou a sua relação com a imagem.

“Não me preocupei com o aspeto físico. Quis dar total liberdade à Lynne Ramsay para filmar como achasse melhor. Estava cansada e concentrada no trabalho, não em parecer perfeita”, explicou.

Lawrence acrescentou que recusou qualquer retoque digital nas imagens, defendendo a naturalidade como parte da personagem e do processo criativo.

ler também : A Lenda de Ochi — Um Conto Encantado Sobre o Medo, a Coragem e a Magia das Coisas Selvagens

Uma nova fase na carreira

Depois da comédia No Hard Feelings, Jennifer Lawrence regressa aqui a um registo mais dramático, explorando temas como a maternidade, a solidão e a perda de identidade. A atriz volta a colaborar com uma realizadora reconhecida pela sensibilidade visual e emocional, num filme que promete ser um dos grandes destaques da temporada de prémios.

Glen Powell Mostra a Sua Nova Casa no Texas — e Tem Até uma Casa de Banho Dedicada aos Longhorns!

O actor de Top Gun: Maverick e Twisters abriu as portas da sua nova casa em Austin e revelou o seu orgulho texano: uma decoração inspirada na Universidade do Texas — incluindo uma casa de banho com azulejos laranja e brancos.

Glen Powell pode ter conquistado Hollywood, mas o coração continua a bater no Texas.

Em entrevista à Texas Monthly, o actor revelou detalhes curiosos sobre a sua nova casa em Austin, que mais parece um santuário ao seu amor pela Universidade do Texas e pela equipa Longhorns.

ver também : Road House 2 Reúne Estrelas do UFC — Incluindo Dois Rivais de Conor McGregor e Guy Richie

Entre as excentricidades mais faladas: uma casa de banho com o tema dos Longhorns — decorada com azulejos laranja e brancos e um toque de design retro universitário — e até uma campainha personalizada com o logótipo da equipa.

“É meio abobadada, com azulejos laranja e brancos”, contou, rindo. “Está brutal.”

Uma garagem, um carro… e uma mesa feita de um camião

Powell, que protagonizou o recente sucesso Twisters, também revelou outro pormenor inesperado da decoração: fez uma mesa com a grelha do camião usado nas filmagens do filme.

“É claro que também é temática dos Longhorns”, confessou.

A devoção à universidade não é recente. Powell frequentou a Universidade do Texas em Austin durante um ano, antes de se mudar para Los Angeles e apostar tudo na representação.

“Foi o melhor ano da minha vida”, recorda. “Lembro-me de pensar: ‘Vou deixar o sítio com que sempre sonhei para ir ser um actor falido numa cidade onde não conheço ninguém.’”

De aluno a estrela — e de volta à universidade

Apesar da carreira de sucesso, Powell decidiu retomar os estudos e matriculou-se novamente no programa de Rádio, Televisão e Cinema da Universidade do Texas. Está a completar o curso online e planeia terminar em 2027.

“Disse numa entrevista que estava a tirar o curso, e agora sinto que tenho um relógio a contar o tempo até ao diploma”, brincou recentemente no Jimmy Kimmel Live!

Um legado texano partilhado com McConaughey

Powell segue os passos de outro ícone texano: Matthew McConaughey, que também se formou em Austin em 1993 e é hoje “Ministro da Cultura” da universidade — um título honorário que reflete o seu papel como embaixador da instituição.

Os dois actores são vistos frequentemente juntos nos jogos dos Longhorns, a torcer pelo seu estado natal com o mesmo entusiasmo que levam ao cinema.

“Sou de outra geração, mas olho para o Matthew como um exemplo”, confessou Powell. “Ele é uma lenda. Eu sou apenas um tipo trabalhador que quer mostrar que Austin também pode sonhar grande.”

este: Predator: Badlands Conquista a Crítica e Estreia com 86% no Rotten Tomatoes

Se há algo que Glen Powell prova, é que o sucesso pode ser global — mas as raízes continuam, literalmente, gravadas nas paredes da casa de banho.

Jonathan Bailey Eleito “Homem Mais Sexy do Mundo” pela People — e, Desta Vez, Acertaram em Cheio

O actor britânico de Bridgerton e Wicked conquistou o título de 2025 — e fez história como o primeiro “Sexiest Man Alive” abertamente gay.

People já revelou o seu veredito anual — e, para surpresa geral, ninguém parece querer contestar. O título de “Sexiest Man Alive 2025” vai para Jonathan Bailey, o carismático actor britânico de 37 anos que se tornou conhecido como o elegante Lord Anthony Bridgerton na série da Netflix e, mais recentemente, brilhou no musical Wicked e no novo Jurassic Park.

Sim, é oficial: a People acertou em cheio.

ler também : Liam Hemsworth Quebra o Silêncio Sobre Substituir Henry Cavill em The Witcher: “Quero Honrar o Que Ele Construiu”

O charme de um verdadeiro gentleman

Bailey junta-se a uma galeria que inclui nomes como Idris ElbaMichael B. Jordan e Channing Tatum — mas, convenhamos, também a algumas escolhas menos consensuais (Blake Shelton, estamos a olhar para ti*).*

Natural de Oxfordshire, cresceu com três irmãs mais velhas e pais que o apoiaram desde cedo na paixão pela representação.

Segundo a People, tudo começou aos cinco anos, quando assistiu a uma peça de Oliver! com a avó.

“Naquela noite decidi que queria ser actor”, recorda Bailey.

O resultado, décadas depois, é uma carreira em ascensão meteórica — e uma legião de fãs que vai muito além de Bridgerton.

Um “Sexiest Man” com propósito

Além do charme e do talento, a escolha de Bailey tem um peso histórico: é o primeiro homem abertamente gay a receber o título em quase quatro décadas de tradição da revista.

Num ano em que a indústria continua a discutir representatividade e autenticidade, a nomeação é mais do que um reconhecimento físico — é um sinal de mudança cultural.

Bailey, conhecido pela elegância discreta e humor afiado, tornou-se também um símbolo de visibilidade e naturalidade, sem recorrer ao cliché de “modelo de perfeição” que tantas vezes acompanha este tipo de prémio.

O consenso improvável

Nas redes sociais, o consenso foi imediato:

“Finalmente, a People acertou”, escreveu um utilizador do X (Twitter).

“Ele tem talento, charme e um sorriso que podia arruinar impérios”, brincou outro.

É raro ver o público e a imprensa em sintonia sobre este título — mas talvez o segredo esteja precisamente aí: Jonathan Bailey parece tão genuinamente simpático quanto irresistível.

Entre Bridgerton e Broadway

Enquanto o mundo o aclama, Bailey prepara-se para o lançamento global de Wicked, onde interpreta Fiyero, o par romântico de Elphaba, e para regressar ao universo Bridgerton na pele do visconde que ensinou o mundo a dançar e a suspirar.

Pelo menos por um ano, Jonathan Bailey tem a última palavra — e o título mais cobiçado da cultura pop.

ler também : The Mummy Regressa com Brendan Fraser e Rachel Weisz — A Dupla Original Está de Volta à Aventura

E sejamos honestos: ninguém parece querer disputar-lhe o trono.

TVCine Edition Apresenta “Quintas à Portuguesa” — Quatro Noites, Quatro Olhares Sobre o Novo Cinema Nacional

De 6 a 27 de novembro, o TVCine Edition dedica as noites de quinta-feira ao melhor do cinema português contemporâneo, com obras de Edgar Pêra, André Gil Mata, Sebastião Varela e Sérgio Graciano.

O mês de novembro será especialmente português no TVCine Edition. O canal dedica as noites de quinta-feira (de 6 a 27 de novembro) a um ciclo inteiramente nacional: “Quintas à Portuguesa”, um especial que celebra o novo cinema feito cá, com quatro filmes que exploram temas tão diversos como a inteligência artificial, a memória familiar, a música e a biografia política.

ler também : Diane Ladd Morre aos 89 Anos, Três Meses Depois da Morte do Marido Robert Charles Hunter

São quatro obras distintas, mas unidas por um mesmo propósito — pensar o país através do cinema.

📅 6 de novembro — “Cartas Telepáticas”, de Edgar Pêra

20h30 | TVCine Edition e TVCine+

O sempre experimental Edgar Pêra regressa com uma proposta visionária: uma correspondência imaginária entre Fernando Pessoa e H. P. Lovecraft.

Num filme criado inteiramente com imagens geradas por inteligência artificialCartas Telepáticas funde o sensacionismo pessoano com o terror cósmico de Lovecraft, criando um diálogo literário e visual sobre identidade, medo e criação.

Com vozes de Keith Esher Davis, Bárbara Lagido, Iris Cayatte e Victoria Guerra, esta produção da Nitrato Filmespromete ser uma das experiências mais singulares do ano.

📅 13 de novembro — “Sob a Chama da Candeia”, de André Gil Mata

19h40 | TVCine Edition e TVCine+

Um retrato íntimo e sensorial do Norte de Portugal.

Entre azulejos, jardins e memórias, Sob a Chama da Candeia segue Alzira, uma mulher à beira do fim da vida que, após décadas de silêncio, toma finalmente uma decisão só sua.

Com interpretações de Eva Ras, Márcia Breia, Catarina Carvalho Gomes e Gina Macedo, o filme é uma meditação poética sobre o tempo, a solidão e o direito à liberdade interior.

📅 20 de novembro — “Ressaca Bailada”, de Sebastião Varela

20h40 | TVCine Edition e TVCine+

Um filme-concerto como raramente se vê no cinema português.

Sebastião Varela junta música, dança e poesia numa homenagem aos Expresso Transatlântico, transformando o ecrã numa experiência sensorial e coletiva.

Com João Cachola, Rita Blanco, Laura Dutra, Vicente Wallenstein, Inês Pires Tavares, Conan Osíris e Gaspar Varela, o filme explora as fronteiras entre tradição e vanguarda.

📅 27 de novembro — “Camarada Cunhal”, de Sérgio Graciano

20h15 | TVCine Edition e TVCine+

O ciclo termina com um mergulho na história recente de Portugal.

Camarada Cunhal, de Sérgio Graciano, revisita a prisão de Álvaro Cunhal no Forte de Peniche, em 1956, e o plano de fuga que desafiou o regime.

Entre o drama humano e a reconstrução histórica, o filme é uma homenagem à resistência e à coragem política.

Com Romeu Vala, Filipa Nascimento, Frederico Barata, Helena Caldeira e Maya Booth.

🎬 Quatro filmes, quatro formas de olhar Portugal

De Lovecraft a Álvaro Cunhal, de AI a Expresso Transatlântico, o especial Quintas à Portuguesa é um convite a redescobrir a criatividade e diversidade do cinema nacional.

ler também : Mestres da Ilusão: Nada É o Que Parece — A Magia Está de Volta (E Mais Perigosa do Que Nunca)

Quintas à noite, só há um destino: TVCine Edition — o ecrã onde Portugal se vê, se ouve e se pensa.

Diane Ladd Morre aos 89 Anos, Três Meses Depois da Morte do Marido Robert Charles Hunter

A veterana actriz, mãe de Laura Dern e três vezes nomeada ao Óscar, morreu em casa na Califórnia. A perda chega pouco depois da morte do seu companheiro de 26 anos, o ex-CEO da PepsiCo Food Systems, Robert Charles Hunter.

ler também . Jennifer Aniston Assume Novo Romance nas Redes: “Feliz Aniversário, Meu Amor” 💞

O cinema americano despede-se de uma das suas figuras mais queridas. Diane Ladd, lendária actriz nomeada três vezes ao Óscar e mãe de Laura Dern, morreu este domingo, aos 89 anos, na sua casa em Ojai, Califórnia — apenas três meses após a morte do maridoRobert Charles Hunter, com quem partilhou 26 anos de casamento.

A notícia foi confirmada pela própria Laura Dern, que prestou homenagem à mãe através de um comunicado emocionado:

“A minha mãe faleceu esta manhã, comigo ao seu lado, na nossa casa. Foi a melhor filha, mãe, avó, actriz, artista e alma empática que alguém poderia sonhar. Tivemos a bênção de tê-la connosco. Agora está a voar com os anjos.”

Um amor de 26 anos, interrompido por duas despedidas

Diane Ladd e Robert Charles Hunter casaram-se em 1999, o mesmo ano em que fundaram juntos a sua produtora, Excel Entertainment. Hunter, antigo CEO da PepsiCo Food Systems, morreu em 31 de julho, aos 77 anos, durante uma visita aos filhos no Texas.

Ladd partilhou então uma imagem da notícia da morte de Hunter nas redes sociais, mas sem comentário — um gesto discreto, revelador de uma dor íntima. O casal manteve sempre uma relação marcada por cumplicidade e por uma parceria criativa: Hunter chegou mesmo a participar como actor em Inland Empire (2006), de David Lynch, onde contracenou com Ladd e Laura Dern.

ver também :Jennifer Lawrence: “Já Não Sei Se Devo Falar Sobre Trump — Só Estou a Lançar Mais Lenha para o Fogo”

Um percurso lendário no grande ecrã

Nascida no Mississippi em 1935, Diane Ladd construiu uma das carreiras mais sólidas e respeitadas de Hollywood. Foi nomeada ao Óscar por Alice Doesn’t Live Here Anymore (1974), Wild at Heart (1990) e Rambling Rose (1991) — este último, ao lado da filha Laura Dern, num dos raros casos em que mãe e filha foram nomeadas na mesma cerimónia.

Colaborou várias vezes com David Lynch, brilhou na série Alice (baseada no filme de Scorsese), e deixou a sua marca tanto no cinema independente como nas grandes produções televisivas. Entre 2011 e 2013, voltou a partilhar o ecrã com Laura em Enlightened, da HBO.

Laura Dern: uma herança de talento e ternura

A relação entre mãe e filha foi tão intensa fora como dentro do ecrã. Em 2023, publicaram juntas o livro Honey, Baby, Mine: A Mother and Daughter Talk Life, Death, Love (and Banana Pudding), um registo de conversas íntimas sobre família, doença, envelhecimento e fé.

Foi durante longas caminhadas que Ladd e Laura fortaleceram o vínculo entre si — depois de a actriz ter sido diagnosticada com fibrose pulmonar idiopática, uma doença grave do pulmão.

Nos Óscares de 2020, quando Laura Dern venceu a estatueta de Melhor Actriz Secundária por Marriage Story, dedicou-a aos pais:

“Alguns dizem ‘nunca conheças os teus heróis’, mas eu digo: se tiveres sorte, eles serão os teus pais.”

Um último filme e um legado eterno

Antes da sua morte, Diane Ladd tinha concluído a rodagem de Blue Champagne, filme de Blaine Novak ainda em pós-produção, onde contracena com Jennifer Nicholson, filha de Jack Nicholson.

ler também : Jennifer Lawrence: “Já Não Sei Se Devo Falar Sobre Trump — Só Estou a Lançar Mais Lenha para o Fogo”

O seu legado, contudo, já está gravado no coração de Hollywood: uma mulher de força, talento e compaixão, que atravessou décadas de cinema com a mesma intensidade com que viveu — e amou.

Jennifer Aniston Assume Novo Romance nas Redes: “Feliz Aniversário, Meu Amor” 💞

A estrela de The Morning Show tornou público o relacionamento com Jim Curtis, um especialista em bem-estar e autor de 50 anos, ao partilhar uma foto carinhosa no Instagram que já conquistou milhões de fãs.

Jennifer Aniston acaba de confirmar o que muitos suspeitavam: o coração da eterna Rachel Green tem novo dono.

A actriz, de 56 anos, publicou no domingo uma fotografia a preto e branco onde aparece abraçada ao namorado Jim Curtis, tornando o romance “oficial” nas redes sociais.

ver também : Jennifer Lawrence: “Já Não Sei Se Devo Falar Sobre Trump — Só Estou a Lançar Mais Lenha para o Fogo”

Na legenda simples mas cheia de ternura, escreveu:

“Feliz aniversário, meu amor. Cherished ❤️.”

A publicação ultrapassou um milhão de gostos em menos de 24 horas, com fãs e celebridades a encherem a caixa de comentários com mensagens de carinho — um verdadeiro coro digital a celebrar o novo capítulo da vida amorosa da actriz.

Quem é Jim Curtis?

Curtis, de 50 anos, é um nome respeitado no mundo da saúde e do bem-estar. Segundo o seu site oficial, foi líder em empresas como a WebMD e a Everyday Health, além de ter um papel de destaque no Institute for Integrative Nutrition (IIN).

Descrito como hipnoterapeuta e autor, Jim dedica-se a orientar “empreendedores, criativos e figuras públicas através de um trabalho interior profundo”, combinando neurociência, reprogramação subconsciente e cura emocional.

O novo companheiro de Aniston também assinalou o aniversário nas redes sociais, partilhando imagens da celebração e a legenda:

“50 e a sentir-me bem! Obrigado por todas as mensagens e amor. Sou grato pela minha família, amigos e comunidade.”

Um novo amor depois de um percurso mediático

Jennifer Aniston tem sido uma das figuras mais mediáticas de Hollywood no que toca à vida amorosa — uma realidade que a actriz sempre encarou com humor e elegância. Foi casada com Brad Pitt entre 2000 e 2005, viveu uma relação com Justin Theroux de 2011 a 2017, e foi anteriormente ligada a nomes como John MayerVince Vaughn e Tate Donovan.

Desta vez, porém, a relação parece menos hollywoodiana e mais serena — longe dos flashes e próxima de um estilo de vida equilibrado, muito em linha com a filosofia de bem-estar de Curtis.

Um gesto simples, um grande significado

A decisão de tornar o relacionamento público surge num momento em que Aniston se encontra num dos períodos mais estáveis da sua carreira. Com The Morning Show a caminho de uma nova temporada e a sua produtora a consolidar-se, o toque de romantismo nas redes sociais foi recebido como um sopro de normalidade — e de alegria — na vida de uma das mulheres mais admiradas da indústria.

Uma foto discreta, uma legenda breve, e milhões de corações conquistados.

ver também : Mestres da Ilusão: Nada É o Que Parece — A Magia Está de Volta (E Mais Perigosa do Que Nunca)

Às vezes, bastam apenas duas palavras e um abraço para contar uma história inteira.

Jennifer Lawrence: “Já Não Sei Se Devo Falar Sobre Trump — Só Estou a Lançar Mais Lenha para o Fogo”

A actriz vencedora de um Óscar confessa estar cansada de ver as suas opiniões políticas amplificadas e distorcidas. Numa conversa com o The New York Times, Jennifer Lawrence explica por que decidiu calar-se — e deixar que o seu trabalho fale por si.

Jennifer Lawrence já não quer ser o megafone político de Hollywood. Durante a sua participação no podcast The Interview, do The New York Times, a actriz revelou estar a atravessar uma “recalibração complicada” — uma espécie de reconciliação entre a sua consciência política e a necessidade de proteger a sua carreira artística.

ver também : Mestres da Ilusão: Nada É o Que Parece — A Magia Está de Volta (E Mais Perigosa do Que Nunca)

“Não sei se devo continuar a falar sobre Trump e política”, confessou. “Na primeira administração Trump eu estava em pânico, a pensar ‘como é que deixámos isto acontecer?’. Mas o que é que ganhámos? Os eleitores não mudam o voto por causa de celebridades. Só estou a lançar mais lenha para o fogo que está a rasgar o país.”

Entre a artista e a cidadã

Jennifer Lawrence foi uma das vozes mais sonoras de Hollywood contra Donald Trump em 2016, tendo assinado um artigo em que lamentava que “só os homens brancos se sentissem seguros na América”. Agora, aos 34 anos e em plena promoção do novo filme Die My Love, a actriz admite que a sua relação com a política mudou:

“Sou uma artista, e o clima está tão polarizado que temo afastar pessoas das minhas obras por causa das minhas opiniões. Quero proteger a minha arte. Se o que eu disser não contribuir para paz, empatia ou solução, então prefiro não dizer nada.”

A actriz diz-se particularmente incomodada com o fenómeno de “cancelamento parcial” de artistas que expressam posições políticas:

“Vês actores incríveis, com carreiras brilhantes, e de repente metade da internet não quer ver-lhes a cara. É terrível. Fico magoada por essas pessoas.”

Política através do cinema

Lawrence explica que hoje prefere canalizar as suas convicções políticas através da cinema e da produção. A sua produtora tem apostado em projetos com temas sociais e políticos fortes, como Bread and Roses — que acompanha três mulheres afegãs após o regresso do Talibã ao poder — e o documentário Zurawski v. Texas, sobre direitos reprodutivos e aborto nos EUA.

“Tento exprimir a minha política através do meu trabalho”, disse. “Esses filmes refletem o mundo em que vivemos — é a minha forma de ser útil.”

Uma relação complicada com a fama

A conversa com a jornalista Lulu Garcia-Navarro também abordou outro tema que tem acompanhado Jennifer Lawrence: a sua relação com a fama e a autopercepção. Depois de um período em que a actriz admitiu ter-se tornado “irritante” nas entrevistas, Lawrence afastou-se de Hollywood por dois anos.

“As pessoas estavam fartas de mim. E eu também estava farta de mim”, contou. “Fazer entrevistas é assustador. Dizes uma frase, e ela é repetida, descontextualizada e dissecada. Eu precisava de um intervalo — e o público também.”

A actriz reconhece agora um lado mais maduro e reservado:

“Cresci. Hoje penso mais antes de falar. Não quero dar entrevistas cheias de frases feitas. Quero ser autêntica, e às vezes isso significa simplesmente calar-me.”

A próxima estreia

Jennifer Lawrence regressa aos cinemas no dia 7 de novembro com Die My Love, distribuído pela MUBI, um drama intenso que promete mostrar uma faceta mais contida e emocional da actriz.

ver também : Christy: A Força de Uma Campeã — Sydney Sweeney Entra no Ringue Para Contar a História Real da Mulher que Mudou o Boxe

Pode-se discutir se Jennifer Lawrence deve ou não voltar a falar sobre política — mas há uma coisa certa: quando fala através do cinema, o mundo escuta.