Nicolas Cage quer uma segunda temporada de “Spider-Noir” — e diz que “podemos criar isto juntos”

“Podemos criar isto juntos como fãs”, disse Nicolas Cage numa conversa sobre a possibilidade de uma segunda temporada de Spider-Noir, a série do Prime Video que estreou a 26 de Maio com 91% no Rotten Tomatoes. 

A declaração é ao mesmo tempo um apelo e uma estratégia: Cage sabe que a decisão de renovar está nas mãos da Amazon, não nos seus, e que o argumento mais forte para a renovação é a pressão dos fãs. A série teve uma recepção crítica e de público extraordinária — o Prime Video ainda não divulgou números de audiência mas as reacções nas redes sociais foram consistentemente entusiastas durante as semanas que se seguiram à estreia.

A segunda temporada teria desafios criativos consideráveis: o primeiro ciclo de Spider-Noir contou uma história com início, meio e fim, e expandir o universo sem repetir o que já foi feito vai exigir uma visão clara. Cage disse que tem ideias — mas que as guarda para si até a Amazon tomar uma decisão. É o tipo de suspense que os fãs da série vão certamente apreciar. Spider-Noir está disponível no Prime Video em Portugal.

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Perrie Edwards casou com Alex Oxlade-Chamberlain numa cerimónia privada — e as Little Mix continuam a fazer história

Perrie Edwards casou com Alex Oxlade-Chamberlain numa cerimónia privada — e as Little Mix continuam a fazer história

Perrie Edwards e Alex Oxlade-Chamberlain casaram numa cerimónia privada, confirmada esta semana. Edwards, de 33 anos, é conhecida como membro das Little Mix — o grupo britânico que durante uma década foi a boyband feminina mais bem sucedida do Reino Unido — e como a ex-noiva de Zayn Malik, com quem esteve comprometida antes de o relacionamento terminar em 2015. Oxlade-Chamberlain, futebolista internacional inglês que jogou no Arsenal, Liverpool e Celtic, está com Edwards desde 2016.

O casal tem um filho, Axel, nascido em 2021, e manteve a relação com uma privacidade considerável ao longo dos anos — ao contrário de outros casais do mundo do entretenimento britânico, raramente alimentaram as redes sociais com a vida doméstica. O casamento, segundo fontes citadas pelo E!, foi uma cerimónia pequena, com família e amigos próximos, sem fotografias publicadas nas redes sociais.

As Little Mix — Edwards, Jade Thirlwall e Leigh-Anne Pinnock — anunciaram o regresso em 2025 após um hiato de vários anos. O casamento de Edwards chega num momento em que o grupo está novamente activo, com um álbum novo em preparação e datas de digressão confirmadas para 2027.

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“A Morte de Robin Hood” estreou no Film Festival — e Michael Sarnoski diz que “as pessoas vão surpreender-se”

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Millie Bobby Brown e Jake Bongiovi adoptaram uma bebé — “Stranger Things” cresceu e tornou-se mãe

Millie Bobby Brown e Jake Bongiovi adoptaram uma bebé no verão de 2025 e estão a planear ter mais filhos. A notícia, confirmada esta semana, é a primeira vez que o casal fala abertamente sobre a adopção — uma decisão que tomaram com uma discrição que poucos conseguem manter durante tanto tempo. 

Brown tem 22 anos. Bongiovi, filho de Jon Bon Jovi, tem 23. Casaram em Maio de 2024 numa cerimónia privada em Florença, Itália, depois de um noivado que durara dois anos. A decisão de adoptar antes de terem filhos biológicos foi descrita por fontes próximas do casal como algo que sempre esteve nos planos — não como alternativa mas como primeira escolha.

Para o público português que a conhece como Eleven em Stranger Things — onde a série acompanhou o crescimento da actriz de criança a adulta jovem ao longo de quatro temporadas — é um momento que encerra um ciclo de uma forma muito concreta: a miúda com poderes telecinéticos que salvou Hawkins do Mundo Invertido é agora mãe. O tempo passou mesmo.

“Um Lugar Silencioso: Dia Um” estreia esta sexta no TVCine — Lupita Nyong’o em Nova Iorque quando as criaturas chegaram

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“A Morte de Robin Hood” estreou no Film Festival — e Michael Sarnoski diz que “as pessoas vão surpreender-se”

A Morte de Robin Hood teve a sua pré-estreia mundial no 73.º Festival de Cinema de Sydney a 12 de Junho, quatro dias antes de chegar aos cinemas em todo o mundo. O filme ganhou um prémio significativo no festival, aumentando a confiança da indústria e a antecipação do público para a estreia de 19 de Junho. 

Michael Sarnoski sabe que a sua versão de Robin Hood vai surpreender quem vai ao cinema com expectativas de épico: “As pessoas vão assumir que este foi um grande épico, mas foi um filme independente.” É exactamente essa tensão — entre a lenda de escala épica e o filme íntimo e brutal que Sarnoski queria fazer — que torna A Morte de Robin Hood num dos títulos mais interessantes do verão. O Rotten Tomatoes está nos 72% após as primeiras críticas do Sydney Film Festival. 

Hugh Jackman é Robin Hood envelhecido e ferido. Jodie Comer é a mulher misteriosa que o recebe. Bill Skarsgård é Little John. A música é de Jim Ghedi. A distribuição é da A24. As filmagens decorreram quase inteiramente na Irlanda do Norte. Em Portugal, estreia a 19 de Junho — quinta-feira desta semana. 

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“O Dia da Revelação” fez 93 milhões globais no primeiro fim de semana — Spielberg voltou em força

Disclosure Day de Steven Spielberg abriu com 44 milhões de dólares nos Estados Unidos e 93 milhões globalmente no primeiro fim de semana, superando todas as previsões iniciais de 35 milhões. 

É o maior arranque de Spielberg desde Ready Player One em 2018 — e o sinal mais claro de que o realizador de 79 anos continua a ser uma das forças mais consistentes do cinema de entretenimento. O público americano deu-lhe um CinemaScore de A, confirmando que a combinação de Emily Blunt, Josh O’Connor, Colin Firth e uma história sobre OVNIs funcionou muito além do que os críticos — que foram mais cautelosos — tinham sugerido.

Em simultâneo, Obsession está a aproximar-se dos 300 milhões de dólares globais, superando The Blair Witch Projectcomo a maior aquisição de festival de cinema de terror da história. É um fim de semana que confirma duas coisas: o cinema de grande escala com realizadores de prestígio ainda atrai público, e o terror de baixo orçamento com a fórmula certa continua a ser o negócio mais seguro de Hollywood. 

O Dia da Revelação está em cartaz nos cinemas portugueses desde a semana passada.

“Dia D: Sob Pressão” estreia a 25 de Junho — Andrew Scott, Brendan Fraser e as 72 horas que mudaram a história

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O trailer de “Playback” chegou — e Rafael Ferreira é Carlos Paião de uma forma que vai surpreender

“Dia D: Sob Pressão” estreia a 25 de Junho — Andrew Scott, Brendan Fraser e as 72 horas que mudaram a história

O Dia D é uma das histórias mais contadas do cinema de guerra. As praias da Normandia, os soldados a desembarcar sob fogo, o sacrifício que definiu o rumo da Segunda Guerra Mundial — são imagens que toda a gente conhece. Dia D: Sob Pressão conta outra coisa: o que aconteceu nas 72 horas antes. Quem decidiu avançar, com que informação, e sob que pressão impossível. Estreia a 25 de Junho nos cinemas portugueses, com distribuição NOS Audiovisuais.

O General Dwight D. Eisenhower, Comandante Supremo das Forças Aliadas, e o Capitão James Stagg, o meteorologista escocês que lhe disse o que o tempo ia fazer — e cuja previsão foi provavelmente a mais consequente da história da humanidade. Eisenhower precisava de condições específicas: lua cheia para os paraquedistas, maré baixa ao amanhecer para as praias, céu suficientemente claro para a cobertura aérea. Stagg tinha dados contraditórios, pressão de todos os lados e uma janela de 48 horas que identificou no meio de um sistema de tempestades que punha toda a gente em dúvida. Eisenhower acreditou nele. O resto é história.

Andrew Scott interpreta Stagg — o actor de RipleyFleabag e All of Us Strangers num papel que exige a contenção de alguém que sabe que tem razão mas não pode provar. Brendan Fraser, Óscar de Melhor Actor por The Whale, é Eisenhower. Kerry Condon, Damian Lewis e Chris Messina completam o elenco. Anthony Maras realiza — o mesmo de Hotel Mumbai, onde mostrou uma capacidade rara para construir tensão a partir de acontecimentos históricos reais sem perder a dimensão humana dos intervenientes.

O filme é baseado na peça homónima de David Haig — que estreou em Londres em 2013 e que Haig, que interpretou Stagg nos palcos durante anos, co-escreveu para o cinema. É o tipo de origem que garante fidelidade ao material e profundidade às personagens. E é também o tipo de filme que raramente o cinema de guerra produz: não há batalhas, não há heróis a correr sob fogo, não há glória visual. Há dois homens numa sala a tomar a decisão mais importante do século XX com informação incompleta e tempo a esgotar-se.

A 25 de Junho nos cinemas portugueses.

“Letras Roubadas” estreia a 2 de Julho — Paul Rudd, Nick Jonas e John Carney de volta à música

John Carney tem uma forma muito específica de fazer filmes sobre música: não como espectáculo, mas como linguagem. Once (2007) era sobre dois músicos de rua em Dublin a escreverem canções para curar o coração partido. Sing Street(2016) era sobre um adolescente que formou uma banda para impressionar uma rapariga e descobriu pelo caminho quem queria ser. Letras Roubadas segue o mesmo fio — uma história sobre pessoas que encontram na música algo que não conseguem encontrar noutro lado — mas com um conflito no centro que os filmes anteriores de Carney nunca tinham explorado: o que acontece quando a música se torna num campo de batalha entre dois homens com histórias e ambições muito diferentes.

Rick (Paul Rudd) é um cantor de casamentos cuja carreira conheceu melhores dias. Danny (Nick Jonas) é uma antiga estrela de uma boyband em declínio. Os dois cruzam-se durante uma actuação, criam uma ligação através da música e passam uma noite inteira a improvisar juntos. É o tipo de encontro que os dois precisavam — e que nenhum dos dois esperava. Mas quando Danny transforma uma das canções de Rick no êxito que relança a sua carreira sem o creditar, Rick decide recuperar o reconhecimento que acredita merecer. Mesmo que isso signifique arriscar a amizade, a música e tudo o que mais valoriza.

Rudd é um dos actores mais versáteis da sua geração — capaz de ir de Ant-Man a Ghostbusters sem perder o timing cómico que o torna inconfundível, e com uma capacidade de vulnerabilidade que comédias dramáticas como esta exploram melhor do que qualquer blockbuster. Nick Jonas, que cresceu nos Jonas Brothers e construiu depois uma carreira a solo com resultados sólidos, tem aqui a oportunidade de habitar uma personagem que o espelha de formas que o argumentista certamente não escolheu por acidente.

Letras Roubadas estreia a 2 de Julho nos cinemas portugueses, com distribuição NOS Audiovisuais.

O trailer de “Playback” chegou — e Rafael Ferreira é Carlos Paião de uma forma que vai surpreender

O trailer de Playback chegou hoje — e é a primeira vez que vemos Rafael Ferreira como Carlos Paião em movimento, a cantar, a compor, a habitar o universo de um dos maiores génios da música popular portuguesa. O biopic de Sérgio Graciano estreia a 6 de Agosto nos cinemas nacionais, com distribuição NOS Audiovisuais, e o que as primeiras imagens revelam é um filme que não se contenta em recontar uma biografia mas que mergulha no universo criativo do homem por detrás das canções.

Carlos Paião estudava Medicina quando percebeu que a música era o único lugar onde verdadeiramente respirava. Num Portugal ainda a descobrir novos sons, arriscou trocar a segurança de uma bata branca pela incerteza dos palcos — e criou uma obra que trinta anos depois ainda é parte da memória colectiva do país. “Playback”, “Computador de Palmo e Meio”, “Néon” — são canções que toda uma geração conhece sem saber necessariamente o nome do autor. O filme de Graciano quer mudar isso.

Ferreira lidera um elenco que inclui Laura Dutra, Rita Durão, António Mortágua, Anabela Moreira e Albano Jerónimo. O mesmo Ferreira que vai levar as canções ao palco do NOS Alive a 10 e 11 de Julho, no espectáculo Playback — Paião por Tigerman, com The Legendary Tigerman a assinar a recriação musical do universo sonoro do filme.

O trailer está disponível no canal da NOS Audiovisuais no YouTube.

“Um Lugar Silencioso: Dia Um” estreia esta sexta no TVCine — Lupita Nyong’o em Nova Iorque quando as criaturas chegaram

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“Um Lugar Silencioso: Dia Um” estreia esta sexta no TVCine — Lupita Nyong’o em Nova Iorque quando as criaturas chegaram

Esta sexta-feira, 19 de Junho, às 21h30, o TVCine Top e TVCine+ estreiam Um Lugar Silencioso: Dia Um — a prequela da saga de John Krasinski que regressa ao início de tudo: o momento em que as criaturas chegaram à Terra e transformaram o mundo num lugar onde o silêncio é a única forma de sobrevivência.

Michael Sarnoski — o realizador de Pig: A Viagem de Rob, um dos filmes mais surpreendentes de 2021 — expandiu o universo da saga com uma abordagem deliberadamente diferente dos dois filmes anteriores. Em vez de uma família isolada a tentar sobreviver no campo, temos Nova Iorque em colapso total nas primeiras horas da invasão. A escala é outra. O caos é outro. E a protagonista é Samira (Lupita Nyong’o), uma mulher que se encontra no meio da cidade quando tudo começa a desmoronar — e que cruza com Eric (Joseph Quinn) numa jornada dominada pelo medo e pela tentativa desesperada de preservar algum sentido de humanidade no meio da destruição.

Nyong’o foi destacada unanimemente pela crítica como o coração do filme — uma performance emocional que ancora o espectáculo apocalíptico numa história pessoal com peso real. É o blockbuster que prova que Michael Sarnoski é um realizador capaz de trabalhar a qualquer escala sem perder o que torna o seu cinema específico: a atenção às pessoas dentro das situações impossíveis. Esta sexta-feira, às 21h30, TVCine Top e TVCine+.

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