George Clooney Abandona Veneza Mais Cedo do Que o Previsto — Mas o Novo Filme Já Tem Data de Estreia

O Festival de Cinema de Veneza estava preparado para receber George Clooney em grande estilo, mas a visita do ator terminou de forma inesperada. Aos 64 anos, o protagonista de Jay Kelly foi obrigado a reduzir a sua participação no certame italiano devido a problemas de saúde que, embora descritos como não graves, levantaram preocupação entre fãs e colegas de profissão.

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Da passadeira vermelha ao recuo forçado

Clooney chegou a Veneza a 26 de agosto acompanhado pela mulher, Amal Clooney, e o casal voltou a monopolizar os flashes com a sua habitual elegância: ele num polo preto de manga curta e calças bege slim fit, ela num vestido amarelo da Balmain Resort. Porém, a agenda de promoção de Jay Kelly sofreu um corte inesperado quando o ator teve de cancelar compromissos oficiais para descansar.

Segundo o The Hollywood Reporter, Clooney faltou ao jantar privado da equipa do filme, que contou com o realizador Noah Baumbach, os co-protagonistas Adam Sandler e Laura Dern, bem como executivos de topo da Netflix, incluindo Ted Sarandos. O ator regressou ao hotel mais cedo, embarcando num barco por volta das 16h, e acabou por ausentar-se do convívio noturno.

Fontes próximas garantem que o episódio não é motivo de alarme e que Clooney deverá retomar o ritmo normal ainda durante o festival.

O que esperar de Jay Kelly

Depois do thriller Wolfs, Clooney regressa agora com uma comédia dramática descrita pela Netflix como uma “comédia com coração partido”. No filme, interpreta um ator famoso que atravessa uma crise de identidade e se apoia na amizade com o seu gestor, Ron (Adam Sandler). Juntos, os dois embarcam numa viagem pela Europa que os levará a reavaliar escolhas, arrependimentos e segredos.

Além de Clooney, Sandler e Laura Dern, o elenco é reforçado por nomes como Billy Crudup, Riley Keough, Jim Broadbent, Stacy Keach, Greta Gerwig, Isla Fisher e Patrick Wilson.

Datas de estreia

Jay Kelly terá a sua antestreia no Festival de Londres, a 10 de outubro, antes de chegar às salas de cinema a 15 de novembro. Pouco depois, a partir de 5 de dezembro, estará disponível na Netflix, consolidando-se como uma das grandes apostas da temporada para a corrida aos prémios.

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Mesmo com o contratempo de Veneza, Clooney continua a ser uma das presenças mais aguardadas no outono cinematográfico — e Jay Kelly promete ser mais uma prova de que, na sua maturidade, o ator sabe equilibrar humor, melancolia e uma presença magnética no ecrã.

Guillermo del Toro Reinventa o Clássico: Frankenstein Chega aos Cinemas em Outubro Antes da Estreia na Netflix

Guillermo del Toro concretiza finalmente um sonho antigo: levar a sua visão pessoal de Frankenstein para o grande ecrã. A Netflix confirmou que o filme terá estreia nos cinemas a 17 de outubro, em lançamento limitado, antes de chegar à plataforma de streaming a 7 de novembro.

Esta notícia surge como um alívio para os fãs do realizador mexicano, que temiam que o projeto fosse confinado apenas ao streaming. A aposta em dar-lhe uma passagem pelas salas mostra que estamos perante uma obra pensada também para a experiência coletiva do cinema.

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Um elenco de luxo para um clássico imortal

A adaptação reúne um elenco de peso: Jacob Elordi interpreta a Criatura, enquanto Oscar Isaac dá vida ao cientista Victor Frankenstein. Mia Goth surge como Elizabeth Lavenza e Christoph Waltz assume o papel de Dr. Pretorius, uma das figuras mais sombrias do mito.

A estes juntam-se ainda Felix Kammerer (A Oeste Nada de Novo), Lars Mikkelsen (Ahsoka), David Bradley (Harry Potter), Christian Convery (Sweet Tooth), Ralph Ineson (The WitchNosferatu) e Charles Dance (Game of Thrones).

O projeto de uma vida

Del Toro já tinha revelado, em 2023, no evento TUDUM da Netflix, que Frankenstein era o filme que sempre quis realizar:

“Queria fazer este filme antes mesmo de ter uma câmara”, confessou o cineasta, sublinhando o seu fascínio pela obra-prima de Mary Shelley, publicada em 1818.

A sua abordagem promete ser mais do que uma simples adaptação: será uma reflexão sobre a obsessão científica, o poder e a solidão da criatura que nunca pediu para existir.

Frankenstein no cinema: um mito em constante reinvenção

A história de Mary Shelley tem sido adaptada inúmeras vezes ao longo da história do cinema, e cada versão refletiu a sua época:

  • James Whale (1931) – Foi esta adaptação da Universal que imortalizou a imagem do monstro com a maquilhagem icónica de Boris Karloff, transformando Frankenstein num símbolo do cinema de terror clássico.
  • O Filho de Frankenstein (1939) e os sucessivos filmes da Universal expandiram o mito, mas também cristalizaram o monstro como figura da cultura pop.
  • Mary Shelley’s Frankenstein (1994) – Realizado e protagonizado por Kenneth Branagh, trouxe uma versão mais fiel ao romance, ainda que marcada por um tom melodramático.
  • Entre estas, surgiram leituras mais livres, desde o humor de Abbott and Costello Meet Frankenstein (1948) até versões modernas como Victor Frankenstein (2015).

Guillermo del Toro promete algo diferente: uma versão adulta, gótica e carregada de melancolia, que resgata a essência filosófica e trágica do livro de Shelley. Se Karloff definiu a imagem e Branagh tentou a fidelidade literária, Del Toro parece querer fundir o terror com poesia visual.

Terror gótico com assinatura de autor

Descrito como uma versão “classificada para maiores de 18 anos”, o filme promete não suavizar o lado mais sombrio da história. Sangue, tragédia e reflexão filosófica deverão marcar esta nova leitura, fiel ao espírito do romance original, mas com o toque visual exuberante e gótico que caracteriza o cinema de Del Toro.

Com Frankenstein, o realizador regressa ao território onde sempre brilhou: o cruzamento entre fantasia sombria, horror clássico e uma inesperada ternura pelas suas criaturas marginalizadas. Depois de A Forma da Água — que lhe valeu o Óscar de Melhor Filme —, a expectativa é que este novo projeto seja outro marco da sua carreira.

Uma estreia aguardada

Frankenstein estreia-se nos cinemas a 17 de outubro de 2025, com lançamento mundial na Netflix a partir de 7 de novembro. Para já, a Netflix divulgou também novos posters oficiais, reforçando o tom gótico e melancólico da obra.

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Preparem-se: este não será apenas mais um filme de monstros, mas sim a versão definitiva de um dos maiores mitos da literatura e do cinema e veja os Posters:

Cillian Murphy Troca Oppenheimer por Professor em Colapso no Novo Drama da Netflix Steve

O actor irlandês interpreta um director escolar em crise num filme intenso que chega em setembro ao cinema e em outubro à Netflix.

Depois de conquistar o Óscar pela sua interpretação magistral em Oppenheimer, de Christopher NolanCillian Murphycontinua a surpreender com as suas escolhas. Após o intimista Small Things Like These, sobre os horrores das lavanderias de Magdalene, Murphy volta a trabalhar com o realizador Tim Mielants num drama intenso e claustrofóbico: Steve.

Baseado no livro Shy, de Max Porter, o filme transporta-nos para meados dos anos 90, onde Murphy interpreta Steve, director de um colégio interno de reabilitação em dificuldades. A história decorre ao longo de um único e decisivo dia para a escola, num ambiente carregado de tensão e confrontos verbais nada dignos de O Clube dos Poetas Mortos.

Um professor à beira do limite

Na sinopse oficial, Steve acompanha “um dia crucial na vida do director Steve (Murphy) e dos seus alunos, numa escola de última oportunidade num mundo que já os abandonou. Enquanto luta para preservar a integridade da instituição e impedir o seu encerramento, Steve confronta-se com os seus próprios problemas de saúde mental.”

Paralelamente, conhecemos Shy (interpretado por Jay Lycurgo), um adolescente problemático preso entre um passado marcado por dor e um futuro incerto, tentando reconciliar a sua fragilidade interior com impulsos de autodestruição e violência.

Reencontro criativo

O filme marca a segunda colaboração entre Murphy e Tim Mielants, depois de Small Things Like These. Ao contrário da abordagem centrada no estudante presente no livro original, a adaptação muda a perspetiva para o professor, abrindo espaço para uma análise profunda de um homem que tenta desesperadamente chegar a jovens que nunca foram realmente ouvidos — mas que sempre fizeram demasiado barulho para escutar os outros.

O elenco conta ainda com Tracey Ullman e Emily Watson, acrescentando peso dramático a esta narrativa já carregada de intensidade.

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Estreia em sala antes de chegar à Netflix

Steve terá estreia limitada nos cinemas a 19 de setembro, antes de chegar à Netflix a 3 de outubro, para distribuição global.

O Motivo Surpreendente Que Levou o “Billy” de Stranger Things a Desaparecer de Hollywood

Dacre Montgomery revela por que decidiu afastar-se da fama e como as redes sociais mudaram para sempre o mundo das estrelas de cinema.

Dacre Montgomery tornou-se um dos rostos mais marcantes de Stranger Things quando interpretou Billy Hargrove nas segunda e terceira temporadas da popular série da Netflix. Com a sua presença intensa e carisma magnético em cena, o actor australiano de 30 anos parecia destinado a seguir o caminho de muitas estrelas que saltam de produções de sucesso para uma carreira meteórica em Hollywood. No entanto, optou por fazer exatamente o contrário: afastou-se dos holofotes.

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“As redes sociais destruíram o mistério”

Em entrevista ao jornal The Australian, Montgomery explicou o motivo do seu afastamento nos últimos cinco anos. “Acho que as coisas mudaram”, afirmou. “As estrelas tradicionais de Hollywood existiam porque havia mistério… As redes sociais destruíram isso. É em grande parte por isso que desapareci do mapa.”

O actor afirma não estar interessado em competir no ritmo frenético da indústria. “Não estou a tentar competir com ninguém. Estou a viver a minha verdade e espero conseguir pagar a renda enquanto faço isso”, declarou, revelando uma abordagem mais intimista e menos orientada pelo estrelato.

Privacidade e identidade artística

Montgomery confessou que a necessidade de recuperar a sua identidade como actor foi determinante para esta pausa. “Dediquei um pouco de mim a cada papel que interpretei e é em grande parte por isso que tirei um tempo”, explicou. “Ultimamente, tenho reflectido bastante sobre o que quero para a minha carreira. Estou a tentar ter um pouco mais de controlo sobre onde e no que estou a trabalhar.”

De Hawkins a Elvis Presley

O actor entrou em Stranger Things na segunda temporada, mas foi na terceira que o seu personagem ganhou maior destaque, acabando por ter um destino trágico no final. Para além da série, Montgomery também participou em projectos de relevo, como Steve Binder no filme Elvis (2022), protagonizado por Austin Butler, e como Ranger Vermelho no filme Power Rangers (2017).

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Apesar de não estar tão presente nos ecrãs nos últimos anos, o seu regresso ao grande ecrã ou a novas produções televisivas não está descartado — apenas será, segundo o próprio, feito de forma mais selectiva e ao seu próprio ritmo.

Harry e Meghan Renovam Parceria com a Netflix… Mas Com Menos Poder e Menos Milhões

O príncipe Harry e Meghan Markle vão continuar a trabalhar com a Netflix, mas o novo contrato vem com mudanças significativas: menos dinheiro, menos exclusividade e mais liberdade criativa para o casal.

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Um novo acordo com menos glamour… e menos milhões

Desde 2020, Harry e Meghan colaboram com a Netflix, assinando na altura um contrato estimado em 100 milhões de dólares (cerca de 91 milhões de euros) – embora o valor nunca tenha sido oficialmente confirmado. Esse acordo garantia exclusividade absoluta das produções do casal para a plataforma.

Agora, a situação muda. No novo modelo, a Netflix passa a ter direito de primeira escolha (first-look deal) sobre os projetos da produtora Archewell Productions: se recusar, Harry e Meghan ficam livres para oferecer o conteúdo a outros estúdios. Este tipo de contrato costuma ser menos lucrativo, mas dá mais flexibilidade criativa.


O que aí vem para os fãs

A parceria já deu origem ao documentário de sucesso Harry & Meghan, que bateu recordes ao alcançar 23 milhões de visualizações nos primeiros quatro dias, e à série de culinária With Love, Meghan, que ultrapassou os 5 milhões de visualizações no primeiro semestre de 2025, tornando-se o programa de culinária mais visto da Netflix.

Entre os próximos lançamentos confirmados estão:

  • Segunda temporada de With Love, Meghan.
  • Especial de Natal com Meghan a receber amigos e familiares, a preparar banquetes, criar presentes personalizados e… a rir muito.
  • Documentário sobre um pequeno orfanato no Uganda.
  • Adaptação do romance Vem Ter Comigo Ao Lago, de Carley Fortune (ainda sem data de estreia).

Meghan expande a sua marca

Meghan destacou, no anúncio, que a nova fase vai também incluir colaborações com a sua recente marca de lifestyle, As Ever, que abrange desde vinhos a compotas artesanais.

Já Bela Bajaria, diretora de conteúdo da Netflix, elogiou o casal, descrevendo-os como “vozes influentes, cujas histórias têm repercussão junto do público em todo o mundo”.

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Se o acordo é menos rentável? Sim. Se abre portas para que Harry e Meghan levem as suas histórias para outros ecrãs? Também. No fim, o casal mantém a ligação à Netflix, mas sem estar preso apenas a um canal — e, no jogo mediático, isso pode ser mais valioso do que qualquer cheque de Hollywood.

Kevin Hart e John Cena vão salvar o mundo (e fazer rir) em nova comédia de acção da Netflix 🎬💥

Dupla improvável, missão impossível

A Netflix garantiu os direitos para The Leading Man, uma comédia de acção baseada na banda desenhada de Jeremy Haun e B. Clay Moore, que vai juntar — e colocar em apuros — Kevin Hart e John Cena. Além de protagonizarem, ambos serão também produtores do projecto, escrito por Jon e Erich Hoeber, argumentistas responsáveis por sucessos como RED e The Meg.

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Do ecrã para o perigo real

A premissa promete gargalhadas: um astro de cinema egocêntrico (Cena) descobre que o seu parceiro no filme e “homem na cadeira” (Hart) é, na realidade, um agente secreto. Resultado? É obrigado a engolir o orgulho e a perceber que estrelas de acção não são necessariamente heróis de verdade… tudo isto enquanto tentam salvar o mundo.

Produção recheada de nomes de peso

Hart vai produzir através da sua empresa Hartbeat, com Luke Kelly-Clyne e Bryan Smiley, no âmbito de um acordo de vários filmes com a Netflix. Também estão envolvidos Joe Roth e Jeff Kirschenbaum (RK Films), Eric Gitter e Peter Schwerin (Ignition Productions), além do próprio Cena e Dan Baime.

Carreiras ao rubro

Kevin Hart está actualmente a trabalhar em 72 Hours, comédia realizada por Tim Story para a Netflix, onde contracena com Marcello Hernández e Mason Gooding. O actor já colaborou várias vezes com o gigante do streaming em títulos como FatherhoodMe TimeThe Man from TorontoLift e a minissérie True Story.

John Cena, por sua vez, acabou de protagonizar Heads of State ao lado de Idris Elba para a Amazon MGM, filme que se tornou um dos mais vistos da plataforma. No futuro próximo, tem na agenda Coyote vs. Acme, o filme live-action de Matchbox, e a segunda temporada de Peacemaker na HBO Max.

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Uma aposta segura para a Netflix

Ainda em fase inicial de desenvolvimento, The Leading Man promete reunir acção, humor e química entre dois dos actores mais carismáticos do género. E, se a premissa cumprir o que promete, os fãs podem esperar tanto cenas de adrenalina como diálogos rápidos e sarcásticos.

Michael Bay Provavelmente Nunca Voltará a Realizar um Filme de Bad Boys

O regresso que parecia possível… mas já não

Michael Bay, um dos realizadores de acção mais conhecidos do cinema, passou quase uma década a trabalhar na saga Transformers e não descarta regressar à franquia da Hasbro no futuro. Mas, quando se fala de regressos, há outra série que muitos fãs gostariam de o ver voltar a liderar: Bad Boys.

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Bay estreou-se na realização de longas-metragens precisamente com Bad Boys (1995), o filme de acção policial que juntou Will Smith e Martin Lawrence, arrecadou 141,4 milhões de dólares e lançou a carreira cinematográfica de Smith e do próprio realizador. A sequela, Bad Boys II (2003), consolidou o sucesso, mas desde então Bay não voltou a sentar-se na cadeira de realizador da saga, limitando-se a funções de produção enquanto Adil El Arbi e Bilall Fallah assumiam a direcção dos filmes mais recentes.

“Fast and Loose” estraga a hipótese de reencontro com Will Smith

A esperança de um regresso reacendeu-se quando foi anunciado que Bay voltaria a trabalhar com Will Smith no filme da Netflix Fast and Loose. A trama seguia um homem que acorda em Tijuana sem memória e descobre ter vivido uma dupla vida como agente da CIA e chefe do crime.

Este seria o primeiro projecto conjunto da dupla desde Bad Boys II e, se tudo corresse bem, poderia até abrir portas para um novo capítulo da saga. No entanto, Bay acabou por abandonar Fast and Loose devido a diferenças criativas: o realizador queria apostar mais na acção, enquanto Smith preferia reforçar o tom cómico do argumento.

Um futuro improvável para Bad Boys 5

Depois da saída de Bay de Fast and Loose, as hipóteses de o vermos de volta a Bad Boys parecem muito reduzidas. Se não houve consenso sobre o tom de um novo projecto, seria difícil chegar a um entendimento para um quinto filme da saga — sobretudo quando esta já evoluiu sem ele ao leme nos dois últimos títulos.

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Claro que é possível que a separação tenha sido amigável e que, no futuro, possam reencontrar-se. Mas, por agora, tudo indica que Michael Bay não deverá voltar a realizar um Bad Boys com Will Smith como protagonista.

Netflix Multada por Publicidade de “Wednesday” em São Paulo — E a Conta Não É Pequena 🖤🕷️

A Netflix está no centro de uma polémica no Brasil depois de a Câmara Municipal de São Paulo ter aplicado uma multa de 34.340 euros (cerca de 190 mil reais) devido a uma ação de divulgação da série “Wednesday” que não cumpria as regras locais.

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O caso envolve um painel publicitário instalado num edifício da Rua Ana Cintra, bem visível para quem passa pelo Elevado Presidente João Goulart — popularmente conhecido como Minhocão.

O problema: publicidade “invisível” que não passou despercebida

Embora o painel não exibisse nomes ou marcas de forma explícita, as autoridades classificaram-no como publicidade indireta, proibida pela Lei Cidade Limpa, que limita a exibição de anúncios na capital paulista para combater a poluição visual.

A autarquia concluiu que o mural violava a legislação e responsabilizou o condomínio do edifício, que havia autorizado a instalação.

Prazo curto e multas acumuladas

A decisão obriga o condomínio a remover o painel no prazo de cinco dias, sob pena de novas multas a cada 15 dias caso não cumpra. Até agora, nem a Netflix, nem a agência responsável, nem o condomínio comentaram oficialmente a penalização ou o destino do mural.

Uma estratégia arriscada?

A campanha para “Wednesday” — série de enorme sucesso inspirada na icónica personagem da Família Addams — apostou num marketing visualmente impactante, mas a jogada pode ter saído cara. Em São Paulo, as regras são conhecidas e rigorosamente aplicadas, e esta não é a primeira vez que marcas internacionais enfrentam problemas por tentar contorná-las.

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Fica a dúvida: até que ponto a ousadia na promoção justifica o risco de enfrentar as autoridades? No caso de “Wednesday”, a resposta veio em forma de multa — e com um valor nada simbólico.

De Garfield a Elordi: A Transformação Relâmpago de Frankenstein nas Mãos de Guillermo del Toro

Com apenas nove semanas para refazer tudo, del Toro trocou Andrew Garfield por Jacob Elordi e criou um monstro… inesperadamente perfeito

🧟‍♂️ Nove meses de trabalho, nove semanas para começar do zero. É este o desafio quase sobre-humano que Guillermo del Toro enfrentou na produção do seu muito aguardado Frankenstein — depois de Andrew Garfield abandonar o papel principal em cima da hora, devido a conflitos de agenda.

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O realizador revelou os bastidores desta reviravolta numa entrevista recente à Vanity Fair, onde explicou como foi obrigado a descartar todo o design e caracterização feitos com Garfield… para começar do zero com Jacob Elordi. E ainda assim, as coisas não só correram bem — correram melhor do que o esperado.

“O Andrew saiu e o Jacob entrou. E, sinceramente, ele é o actor perfeito para a Criatura,” confessou del Toro. “Temos uma ligação quase sobrenatural. Digo-lhe muito pouco, e ele simplesmente faz.”

Do pânico à epifania: o corpo certo, o olhar certo, o tempo errado

Mike Hill, colaborador habitual de del Toro na caracterização e maquilhagem (The Shape of WaterNightmare Alley), já tinha passado nove meses a trabalhar o visual de Garfield como monstro de Frankenstein. Mas assim que Elordi entrou em cena, viu imediatamente que tinha algo especial entre mãos.

“O que me atraiu nele foi a sua postura. Aquelas mãos, os pulsos, o ar desengonçado. E depois, o olhar: profundo, observador, pestanas longas, pálpebras pesadas, à la Boris Karloff”, revelou Hill. “Tem uma inocência impressionante… mas num corpo com quase dois metros que podia causar estragos se quisesse.”

A pressão era imensa: apenas nove semanas para repensar o monstro e preparar Elordi para um papel icónico. E no entanto, o resultado final foi tão forte que parece ter sido sempre esta a escolha.

Garfield: “Foi decepcionante, mas… talvez ele precisasse mais disto do que eu”

Andrew Garfield, por sua vez, revelou à Deadline que ficou magoado por ter de sair do projecto, mas ficou em paz depois de conhecer o seu substituto.

“Foi decepcionante sair de Frankenstein, mas quando conheci o Jacob senti que era tudo muito… certo. Como se ele precisasse mais desta experiência do que eu. Isso foi bonito de ver.”

A estreia já tem data marcada — e a fasquia está altíssima

Frankenstein, realizado por Guillermo del Toro e produzido pela Netflix, vai ter estreia mundial no Festival de Veneza, onde estará em competição pelo Leão de Ouro. Um palco bem conhecido do realizador mexicano, que já venceu o prémio máximo em 2017 com The Shape of Water.

Após a exibição em Veneza, o filme terá uma estreia limitada em sala antes de chegar à plataforma de streaming em Novembro.

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Entre mudanças de última hora, pressão extrema e uma nova interpretação do clássico de Mary Shelley, tudo indica que esta será uma das estreias mais intensas e aguardadas do ano.

Emmys 2025: Favoritos, Surpresas e a Luta Pelo Regresso da Glória Televisiva

À medida que se aproxima a cerimónia dos Emmys de 2025, a indústria televisiva entra em modo de campanha total, com estratégias de bastidores, projeções, estatísticas e uma avalanche de expectativas. Este ano, os três grandes contendores são Severance (Apple TV+), The Studio (Apple TV+) e The Penguin (HBO Max), com nomeações impressionantes. No entanto, há surpresas a emergir — como Adolescence, uma produção britânica da Netflix que entrou directamente na corrida ao topo com 13 nomeações e excelentes probabilidades.

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The Studio e Seth Rogen lideram a comédia

A sátira The Studio não só quebrou o recorde de nomeações numa estreia (23 nomeações!), como se tornou a nova menina-dos-olhos da crítica e da Academia. Seth Rogen, que escreve, realiza, produz e protagoniza, pode juntar-se ao restrito clube de artistas que venceram quatro Emmys numa só noite. Entre os rivais, The Bear ainda tem presença forte, mas o seu impacto crítico parece ter abrandado na terceira temporada. Hacks continua firme, apesar da ausência de Paul W. Downs na categoria de actor secundário.

Catherine O’Hara, nomeada tanto por The Studio como por The Last of Us, poderá ser uma das surpresas da noite. E numa época de viragem, é possível que Hannah Einbinder (Hacks) ou Janelle James (Abbott Elementary) consigam finalmente o prémio merecido.

Severance vs. The Pitt no drama

Com 27 nomeações, Severance continua a ser o colosso da categoria de drama, mas terá de enfrentar a revelação do ano: The Pitt (HBO Max), que soma 13 nomeações e entusiasmo crescente. Adam Scott e Noah Wyle estão frente a frente na corrida para Melhor Actor Principal em Drama, enquanto Britt Lower poderá fazer história como Melhor Actriz Principal — se conseguir vencer a lendária Kathy Bates, a única nomeada por Matlock, o que pode jogar contra si.

Tramell Tillman poderá marcar um momento histórico, ao tornar-se o primeiro actor negro a vencer o prémio de Melhor Actor Secundário em Drama, graças ao seu enigmático Milchik em Severance.

A categoria limitada: Adolescence rouba o protagonismo

Embora The Penguin tenha confirmado o favoritismo com 24 nomeações, o verdadeiro choque veio de Adolescence. Esta série britânica, protagonizada por Stephen Graham, é apontada como favorita em seis categorias, incluindo Direcção, Argumento e Actores Secundários. Owen Cooper e Erin Doherty são apostas fortes, enquanto Michelle Williams (Dying for Sex) e Cristin Milioti (The Penguin) travam uma batalha renhida pelo troféu de Melhor Actriz Principal em Série Limitada.

A diversidade em destaque (e em dívida)

Os Emmys deste ano poderão quebrar algumas barreiras. Além de Tramell Tillman, Liza Colón-Zayas pode repetir a vitória como Melhor Actriz Secundária em Comédia, sendo a primeira latina a ganhar nesta categoria no ano passado. Catherine O’Hara, Harrison Ford (pela primeira nomeação da carreira!), e Bryan Cranston (nomeado por The Studio) adicionam prestígio e emoção ao conjunto dos candidatos.

E as previsões?

Se a tendência se mantiver, The Studio poderá dominar a comédia com um misto de inovação e nostalgia. Severance, com a sua realização meticulosa por Ben Stiller e Jessica Lee Gagné, tentará consolidar-se como a série de drama mais relevante do pós-Succession. E Adolescence, com o seu realismo cru e emoção contida, pode ser a surpresa da noite, roubando troféus à produção mais “pesada” de Colin Farrell, The Penguin.

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A contagem decrescente para os Emmys termina a 14 de Setembro, e até lá, espera-se muita campanha, controvérsia e especulação.

“Porque Não Ganhaste um Óscar”: Robin Wright Revela a Verdade Crua Sobre House of Cards

Igualdade salarial? Só quando fores premiada — mesmo numa série “revolucionária”

Foi a série que mudou tudo. House of Cards não só lançou a Netflix para o mundo da produção de conteúdo original, como marcou o início de uma nova era para o streaming. Mas para Robin Wright, que protagonizou a série ao lado de Kevin Spacey, nem tudo foi revolução. Sobretudo no que toca ao salário.

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Durante o Festival de Televisão de Monte Carlo, a atriz revelou que teve de travar uma verdadeira batalha por igualdade salarial com o colega de elenco — e a resposta que recebeu dos produtores é digna de um episódio sombrio da própria série.

“Quando disse: ‘Acho que é justo [ganhar o mesmo que o Kevin Spacey], porque a minha personagem se tornou tão popular como a dele’, eles responderam literalmente: ‘Bem, não podemos pagar-te o mesmo enquanto atriz’”, contou Wright, citada pela Variety e pela Deadline.

A desculpa? Não tens um Óscar na estante

Robin Wright interpretava Claire Underwood, uma das personagens mais fascinantes da série, cuja ascensão ao poder foi tão impactante como a do próprio Frank Underwood. Mas, aparentemente, o impacto no ecrã não era suficiente para equilibrar os salários fora dele.

“Porque não ganhaste um Óscar”, foi a resposta que lhe deram.

Para contornar a situação sem, claro, pagar-lhe o mesmo, a proposta foi criativa: três salários diferentes — atriz, produtora executiva e realizadora de alguns episódios.

“Vamos dividir para igualar”, disseram-lhe. Uma frase que soa a justiça, mas que, no fundo, é um truque para evitar confrontar o verdadeiro problema.

Robin Wright reconhece que ficar zangada “não mudaria nada”. O protocolo — esse ente invisível que tudo justifica — continua a imperar.

“Se perguntarem: ‘Por que é que esta ou aquela atriz não recebeu o mesmo que o Will Smith?’, eles dizem: ‘Vai subir depois de ganhares [o Óscar]’.”

Nomeações? Isso não paga contas

A atriz mostrou-se pragmática ao relatar o absurdo da situação: nem uma nomeação servia de argumento para subir o salário. O mundo de Hollywood (e agora o do streaming) continua preso a critérios antiquados, onde o prestígio de uma estatueta dourada vale mais do que o sucesso da personagem, a popularidade da série ou o impacto cultural.

“Nomeação, nem tanto. O que é que isto tem a ver com receber um aumento?”, questionou com ironia.

A revolução foi só para alguns

House of Cards foi, sem dúvida, um marco na história da televisão — e uma aposta visionária de David Fincher, que lhe apresentou o projeto com entusiasmo: “Este será o futuro, será revolucionário”, disse-lhe.

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A revolução aconteceu, sim. Mas, como em tantas outras, nem todos ficaram do mesmo lado da barricada.

Richard Linklater homenageia Godard em “Nouvelle Vague” — e Netflix paga um recorde por isso


🎬 Uma carta de amor ao cinema… agora nas mãos da Netflix

Richard Linklater, o realizador norte-americano por trás de obras como Boyhood e Before Sunrise, apresentou no Festival de Cannes 2025 o seu mais recente projeto: Nouvelle Vague. Este filme é uma homenagem ao clássico À Bout de Souffle(1960) de Jean-Luc Godard e à revolução cinematográfica da Nouvelle Vague francesa. Após uma estreia calorosamente recebida, com uma ovação de 11 minutos, a Netflix adquiriu os direitos de distribuição nos EUA por 4 milhões de dólares — um recorde para um filme em língua francesa no mercado norte-americano, ficando apenas atrás de Emilia Pérez no ano anterior . 

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🎥 O filme: recriar a lenda em preto e branco

Filmado em preto e branco e no formato 4:3, Nouvelle Vague mergulha no processo criativo de Godard durante a realização de À Bout de Souffle. Guillaume Marbeck interpreta Jean-Luc Godard, Zoey Deutch dá vida a Jean Seberg e Aubry Dullin assume o papel de Jean-Paul Belmondo. O elenco inclui ainda representações de figuras icónicas como François Truffaut, Claude Chabrol, Agnès Varda e Éric Rohmer . 

Linklater descreveu o filme como “uma carta de amor ao cinema”, capturando o espírito rebelde e inovador da Nouvelle Vague, mas com o seu toque pessoal. A produção recria a Paris dos anos 50 com autenticidade, desde os figurinos até à banda sonora jazzística . 

🏆 Cannes aplaude, Netflix aposta

Apesar de não ter conquistado prémios em Cannes, Nouvelle Vague foi amplamente elogiado pela crítica. A Netflix, que já havia adquirido Hit Man de Linklater em 2023, continua a investir em obras de prestígio, mesmo que estas tenham lançamentos limitados em salas de cinema. Espera-se que o filme tenha uma exibição curta nos cinemas para qualificação a prémios antes de chegar à plataforma . 

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🎞️ Uma reflexão sobre o passado e o presente do cinema

Nouvelle Vague não é apenas uma recriação histórica; é uma meditação sobre a arte de fazer cinema, a paixão dos cineastas e a eterna luta entre inovação e tradição. Linklater convida-nos a revisitar um momento crucial da história cinematográfica, lembrando-nos do poder transformador da sétima arte.

🎬 “O Eternauta”: A Aposta de Ficção Científica da Netflix que Já Conquistou o Público

A Netflix lançou recentemente a série O Eternauta, uma adaptação da icónica banda desenhada argentina de 1957, escrita por Héctor Germán Oesterheld e ilustrada por Francisco Solano López. A produção, protagonizada por Ricardo Darín, é considerada pela plataforma como uma das melhores séries da década e já está disponível para streaming . 

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❄️ Uma Neve Mortal em Buenos Aires

A narrativa de O Eternauta desenrola-se em Buenos Aires, onde uma inesperada tempestade de neve tóxica dizima a população. Juan Salvo (Ricardo Darín) e um grupo de sobreviventes enfrentam não só as consequências desta catástrofe, mas também uma invasão alienígena iminente. A série destaca-se por retratar a luta pela sobrevivência de pessoas comuns perante eventos extraordinários . 


🎭 Drama, Ficção Científica e Reflexão Social

Mais do que uma história de ficção científica, O Eternauta é uma profunda reflexão sobre a condição humana em tempos de crise. A série explora temas como solidariedade, resistência e o medo do desconhecido, mantendo-se fiel ao espírito da obra original, que é considerada uma das mais importantes da literatura gráfica argentina .


📺 Uma Produção de Destaque na Netflix

Desde a sua estreia, O Eternauta tem recebido elogios tanto do público quanto da crítica, sendo comparada a outras produções de sucesso como The Last of Us, embora com uma abordagem única e enraizada na cultura latino-americana. A série é uma das grandes apostas da Netflix para 2025, destacando-se pela sua narrativa envolvente e produção de alta qualidade . 

❄️ Emma Mackey no reboot de As Crónicas de Nárnia  da Netflix

A atriz franco-britânica Emma Mackey, conhecida pelos seus papéis em Sex Education e Barbie, foi escolhida para interpretar Jadis, a Feiticeira Branca, na nova adaptação de As Crónicas de Nárnia pela Netflix. Este reboot será dirigido por Greta Gerwig e terá como ponto de partida o livro O Sobrinho do Mago, que explora a origem do mundo de Nárnia. 

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🎬 Uma nova abordagem à vilã icónica

Diferente da versão interpretada por Tilda Swinton nos filmes dos anos 2000, a Jadis de Mackey será mais jovem e enérgica, alinhando-se com a narrativa de O Sobrinho do Mago, onde a personagem é transportada para a Londres vitoriana e causa grande alvoroço. Esta escolha de casting sugere uma abordagem mais ousada e contemporânea à personagem. 

🌟 Elenco de peso e estreia em 2026

Além de Mackey, o elenco contará com Daniel Craig no papel de Tio André e Meryl Streep em negociações para dar voz a Aslam, o leão guardião de Nárnia. A estreia do filme está prevista para 26 de novembro de 2026 nos cinemas IMAX, com lançamento posterior na Netflix. 

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🎬 O Thriller com Tom Hardy que Põe o País de Gales no Mapa do Cinema Mundial

O novo thriller de ação da Netflix, Havoc, está prestes a estrear e promete não só prender os espectadores ao ecrã com cenas explosivas protagonizadas por Tom Hardy, mas também deixar uma marca na indústria cinematográfica… e num lugar inesperado: o País de Gales.

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Filmado inteiramente em território galês, o filme é descrito pelos seus criadores como uma prova viva de que o país tem tudo para acolher grandes produções internacionais. E quando se junta Tom HardyForest WhitakerLuis Guzmán e Jessie Mei Li ao talento do realizador Gareth Evans (The RaidGangs of London), o resultado promete ser brutal — no melhor dos sentidos.


🔫 Um Cop em Colapso e um Mundo em Ruína

Na história, Hardy dá vida a um detetive desiludido, envolvido no caos que se segue a um negócio de droga que corre mal. Corrupção, crime e sobrevivência urbana misturam-se num thriller que alia adrenalina à exploração de personagens moralmente ambíguas — uma especialidade tanto de Hardy como do próprio Evans.

“O que me fascinou foi a imagem de um polícia corrupto a recolher cocaína com uma colher de café num cenário de crime”, conta o realizador galês. “A partir daí, o filme ganhou vida própria”.

Evans destacou ainda a colaboração criativa com Hardy, apontando que a fusão entre a sua própria experiência em cenas de ação e a capacidade do ator de mergulhar na complexidade emocional das personagens foi essencial para a intensidade do filme.


🌆 Gales como América (e não se nota!)

Apesar de a história se passar numa cidade americana fictícia, todas as cenas foram gravadas em locais como SwanseaPort TalbotCardiff e Newport. O que à partida podia parecer um desafio, tornou-se numa conquista técnica e visual — com a ajuda de efeitos especiais subtis e uma direção artística ambiciosa.

Locais como o Brangwyn Hall, o campus da Swansea University e até uma cabana de pesca construída de raiz nos arredores de Merthyr Mawr foram transformados para parecerem zonas urbanas norte-americanas.


🎥 Uma Produção 100% Galesa com Ambição Global

Produzido pela XYZ Films em colaboração com os estúdios locais Severn StudiosHavoc é, segundo a própria Netflix e a agência Creative Wales, o maior filme de sempre a ser totalmente filmado e finalizado em Gales.

O produtor Aram Tertzakian, que já tinha trabalhado com Evans em Apostle, afirmou:

“Quando as pessoas virem o que conseguimos fazer em Gales, vão perceber o potencial. Têm equipas incríveis, cenários fantásticos e uma verdadeira paixão pelo cinema.”

Com a pós-produção também concluída em Cardiff, Havoc tornou-se um verdadeiro projeto bandeira para o cinema local. Desde 2020, as produções da Netflix no país — incluindo a série Sex Education — já geraram mais de 200 milhões de libras para a economia britânica.


⭐ Tom Hardy e o Renascer do Cinema Gales

Para Gareth Evans, que cresceu em Hirwaun, este projeto é também uma carta de amor à sua terra. “Quis trazer o trabalho para cá. Mostrar que é possível”, disse.

E conseguiu: ação com classe, uma história suja e intensa, e um elenco de luxo, tudo sem sair das fronteiras galesas.

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Havoc já estreia hoje em Portugal mas estará disponível brevemente em exclusivo na Netflix. E promete fazer barulho — nas bilheteiras virtuais e na reputação internacional de Gales como destino de cinema.

🕵️‍♀️ Enola Holmes 3: Millie Bobby Brown e Henry Cavill Regressam com Novos Mistérios e Novos Rostos

A Netflix confirma oficialmente o terceiro capítulo da saga Enola Holmes, com Millie Bobby Brown e Henry Cavill a retomarem os seus papéis como os irmãos Holmes. A produção já está em andamento no Reino Unido, prometendo uma nova aventura repleta de intrigas e desafios. 

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🎬 Uma Nova Direção Criativa

Desta vez, a realização fica a cargo de Philip Barantini, conhecido pela série “Adolescência”, substituindo Harry Bradbeer. O argumento continua nas mãos de Jack Thorne, garantindo a continuidade narrativa baseada na obra de Nancy Springer.  


🌍 Uma Missão em Território Desconhecido

A nova trama leva Enola até à ilha de Malta, onde enfrenta um caso mais complexo e traiçoeiro do que nunca. Entrelaçando sonhos pessoais e profissionais, esta missão promete testar os limites da jovem detetive.  


👥 Elenco Repleto de Talentos

Além de Millie Bobby Brown e Henry Cavill, o elenco conta com o retorno de Helena Bonham Carter como Eudoria Holmes, Louis Partridge como o Visconde Tewkesbury, Himesh Patel como o Dr. Watson e Sharon Duncan-Brewster como Mira Troy/Moriarty.  


📺 Uma Franquia de Sucesso

Desde a estreia do primeiro filme em 2020, Enola Holmes conquistou o público, tornando-se uma das produções mais vistas da Netflix. A sequela de 2022 manteve o entusiasmo, e agora, com o terceiro filme, a expectativa é ainda maior.  

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🖥️ Black Mirror Temporada 7: A Realidade Continua a Ser o Maior Pesadelo

A 7.ª temporada de Black Mirror chegou à Netflix a 10 de abril de 2025, trazendo seis novos episódios que exploram os limites da tecnologia e da condição humana. Charlie Brooker, o criador da série, continua a desafiar as nossas percepções com histórias que variam entre o perturbador e o emocional. 

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🔍 Episódios em Destaque

  • “Common People”: Uma crítica ao sistema de saúde privatizado, onde uma mulher depende de uma assinatura digital para manter as suas funções cerebrais.  
  • “Plaything”: Um episódio que retoma personagens de Bandersnatch, explorando as consequências de um jogo de IA nos anos 90.  
  • “USS Callister: Into Infinity”: A primeira sequela direta na série, continuando a história do episódio da 4.ª temporada, com o regresso de Jesse Plemons e Cristin Milioti.  
  • “Eulogy”: Uma exploração emocional sobre memória e arrependimento, com uma performance marcante de Paul Giamatti.  
  • “Hotel Reverie”: Uma narrativa romântica ambientada numa recriação virtual de Hollywood dos anos 40, protagonizada por Issa Rae e Awkwafina.  
  • “Bête Noire”: Uma história sobre manipulação de memórias e vingança social, destacando-se pelo seu enredo surpreendente.  

🎭 Elenco Estelar

A temporada conta com um elenco de peso, incluindo Paul Giamatti, Issa Rae, Awkwafina, Peter Capaldi, Emma Corrin, Rashida Jones, e muitos outros, que dão vida a estas histórias provocadoras.  


Black Mirror continua a ser uma série que nos obriga a refletir sobre o impacto da tecnologia nas nossas vidas. Esta temporada não é exceção, oferecendo episódios que vão desde a crítica social até à exploração emocional profunda.

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Rick Dalton Está de Volta! Brad Pitt, Fincher e Tarantino Juntam-se Para Continuação de “Era uma Vez em… Hollywood”

O que parecia ser uma brincadeira de 1 de abril revelou-se tudo menos mentira: Rick Dalton, o carismático duplo interpretado por Brad Pitt em Era Uma Vez em… Hollywood, vai mesmo regressar ao grande ecrã — com argumento de Quentin Tarantino e realização de ninguém menos que David Fincher. Sim, leu bem. Já pode ir buscar o Negroni.

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Segundo a revista The Hollywood Reporter, o projeto está em desenvolvimento avançado na Netflix e poderá arrancar com as filmagens já no final deste verão. Brad Pitt está confirmado e Tarantino entregou a caneta (mas não a alma) a Fincher, que assume a realização daquele que está a ser descrito não como uma sequela, mas como um “derivado” da obra de 2019.

Uma continuação… mas não exatamente

Se está a pensar “mas então não era The Movie Critic o tal décimo e último filme de Tarantino?”, não está errado. O realizador de Pulp Fiction e Kill Bill já tinha anunciado o fim da sua carreira cinematográfica com esse título, que, entretanto, foi abandonado. Este novo projeto, apesar de nascer do mesmo universo, não entra na sua contagem oficial.

Aliás, esta nova produção não será sequer uma sequela directa. É, segundo fontes próximas, uma história que decorre no mesmo universo, focando-se no destino da personagem de Brad Pitt, Cliff Booth, após os acontecimentos do verão de 1969. Será, portanto, um mergulho ainda mais profundo no “Tarantinoverso de Hollywood”, um cocktail agridoce de nostalgia, violência coreografada e metalinguagem cinematográfica.

A génese: tudo começou com… obsessão

Tarantino não é homem de fazer as coisas pela metade. Para escrever o argumento de Era Uma Vez em… Hollywood, criou biografias detalhadas de Rick Dalton e Cliff Booth — as suas carreiras, histórias, fracassos, filmes falsos, casamentos falhados e até talk shows nos quais apareceram. Essa mitologia foi em parte explorada no romance homónimo publicado em 2021, onde o realizador brincou com linhas temporais e desenvolveu ainda mais os bastidores do universo que criou.

Foi desse material que surgiu este novo filme. Segundo o THR, Brad Pitt ficou impressionado com uma parte do argumento que detalhava a vida de Cliff Booth depois dos eventos do filme original. Entusiasmado, perguntou a Tarantino se permitiria que outra pessoa realizasse. O cineasta respondeu algo como “depende de quem for” — e quando Pitt sugeriu David Fincher, Tarantino deu luz verde.

A trindade dos titãs: Tarantino, Fincher e Pitt

Se havia dúvidas sobre o peso deste projeto, elas dissipam-se com esta trindade: Tarantino a escrever, Fincher a realizar e Pitt a protagonizar. Relembre-se que o trio Pitt-Fincher já nos deu obras-primas como Se7en – Sete Pecados MortaisClube de Combate e O Estranho Caso de Benjamin Button.

Este novo projeto, ainda sem título oficial, será produzido e distribuído pela Netflix, onde Fincher mantém um contrato exclusivo. Tarantino, por seu lado, apesar de Era Uma Vez em… Hollywood ter sido lançado pela Sony, manteve os direitos sobre as personagens — o que lhe permite explorar este universo fora dos estúdios originais.

E Leonardo DiCaprio?

Ainda não se sabe se Leonardo DiCaprio regressará como Rick Dalton — personagem central do filme de 2019. A sua ausência nos anúncios oficiais indica que, para já, o foco está todo em Cliff Booth. Mas se há coisa que aprendemos com Tarantino, é que ele adora surpreender. E no mundo de Hollywood (real ou fictício), nunca se diz nunca.


O que esperar?

🎥 Um filme que aprofunda a mitologia de Era Uma Vez em… Hollywood

🎬 Argumento de Tarantino, realização de Fincher — combinação de sonho

🎭 Brad Pitt no centro da narrativa como Cliff Booth

🕵️‍♂️ Uma história à parte, mas que prolonga o fascínio daquele verão de 1969

🍿 Estreia prevista para 2025 ou 2026 na Netflix (com filmagens ainda este ano)


Depois da morte (ou não) de Booth? Da ascensão (ou não) de Dalton? Este é o tipo de cinema que promete homenagear Hollywood… com um sorriso cínico, uma garrafa de whisky e, provavelmente, uma pancadaria bem coreografada no final.

Bem-vindos de volta ao Velho Oeste dos anos 70. Cliff Booth nunca saiu — só estava à espera que alguém lhe ligasse.

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A24 Acerta em Cheio com “Talk to Me”: Terror Australiano Chega à Netflix e Já Tem Continuação Confirmada!

A produtora independente A24 continua a provar que sabe como criar sucessos de bilheteira, especialmente no género do terror. Depois de ter conquistado audiências com filmes como Hereditary e Midsommar, foi com o australiano Talk to Meque conseguiu o seu maior êxito no género — e agora, o fenómeno chegou à Netflix.

Talk to Me estreou nos cinemas em 2023 e rapidamente se tornou num caso sério de sucesso. A premissa é simples, mas viciante: um grupo de adolescentes descobre uma mão embalsamada que lhes permite comunicar com espíritos, mas só durante 90 segundos. Claro que, como qualquer adolescente num filme de terror, alguém decide ignorar essa regra… e o caos instala-se.

Com uma atmosfera intensa, momentos verdadeiramente perturbadores e interpretações de alto nível — em especial de Sophia Wilde, que dá vida à protagonista Mia — o filme arrecadou críticas muito positivas desde a sua estreia. Manteve uma pontuação elevada no Rotten Tomatoes e somou uns impressionantes 91,9 milhões de dólares em receitas mundiais, ultrapassando assim Hereditary (80,9 milhões) como o maior sucesso de terror da A24.

Aliás, Talk to Me não é apenas o filme de terror mais lucrativo da produtora, é também o terceiro título com mais receita da sua história, ficando apenas atrás de Civil War (2024) e do multipremiado Everything Everywhere All at Once (2022).

Com este sucesso, era apenas uma questão de tempo até ser anunciada uma sequela. E assim foi: Talk to Me 2 já está em desenvolvimento, com os irmãos Danny e Michael Philippou de regresso à realização. Ainda não foram revelados detalhes sobre a história, mas o final do primeiro filme deixa várias possibilidades em aberto — incluindo o regresso de Mia como espírito ou a exploração da origem da tal misteriosa mão.

Curiosamente, antes da estreia, os realizadores tinham partilhado online alguns vídeos de curta duração que funcionavam como prequelas da história, centrados na personagem Duckett, vista na cena de abertura. No entanto, devido ao conteúdo violento, os vídeos foram rapidamente retirados das redes sociais.

Agora, com o filme disponível na Netflix, uma nova vaga de espectadores vai poder descobrir este arrepiante (e viciante) fenómeno. Se ainda não viu Talk to Me, prepare-se para 95 minutos de tensão sobrenatural e decisões de adolescentes que o vão fazer gritar “NÃO TOQUES NA MÃO!” mais vezes do que gostaria de admitir.

Se a A24 continuar neste caminho, podemos esperar mais terrores de qualidade nos próximos anos. E sim, já estamos com a mão no ar à espera de Talk to Me 2.


Jason Bourne Está de Regresso? Direitos da Franquia São Agora Disputados por Apple, Netflix e Skydance

O agente mais enigmático e letal do cinema poderá estar prestes a regressar — mas, desta vez, fora da Universal. A emblemática franquia Jason Bourne, baseada nos romances de Robert Ludlum, está oficialmente a ser disputada por vários gigantes do entretenimento, incluindo Apple, Netflix e Skydance, após o fim do vínculo exclusivo com a Universal Pictures.

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Segundo revelou a The Hollywood Reporter, a agência WME está a negociar os direitos da saga em nome do espólio do autor Robert Ludlum, não só para a franquia Bourne, mas também para todo o universo literário do escritor. A intenção é clara: dar nova vida ao agente secreto e torná-lo uma presença mais regular nos ecrãs.

Uma nova era para Bourne?

Ainda é cedo para saber se Matt Damon, rosto incontornável da personagem desde 2002, voltará a interpretar o ex-agente da CIA com amnésia e passado sombrio. O que se sabe, para já, é que a corrida pelos direitos está intensa, com reuniões já realizadas com os principais estúdios de streaming e produção.

Apesar do interesse de Apple, Netflix e Skydance, a própria Universal — que lançou todos os filmes até agora — ainda poderá tentar recuperar os direitos, caso apresente uma proposta suficientemente aliciante.

Uma franquia que redefiniu o cinema de espionagem

Criada a partir do romance The Bourne Identity (1980), a versão cinematográfica de Jason Bourne estreou-se em 2002, protagonizada por Matt Damon e realizada por Doug Liman. O sucesso foi imediato, muito graças ao realismo cru e à abordagem mais física da ação — algo que contrastava com os gadgets futuristas e o charme sofisticado dos filmes de James Bond até então.

A trilogia original (The Bourne IdentityThe Bourne Supremacy e The Bourne Ultimatum) arrecadou elogios da crítica e do público, elevando a fasquia no género dos thrillers de espionagem. Em 2012, Jeremy Renner protagonizou o spin-off The Bourne Legacy, que tentou expandir o universo, mas sem grande impacto. Damon voltaria à personagem principal em Jason Bourne (2016), que arrecadou mais de 415 milhões de dólares mundialmente.

A febre do IP continua

Este novo capítulo na vida de Jason Bourne surge numa altura em que as propriedades intelectuais (IP) com notoriedade global estão cada vez mais escassas. Estúdios e plataformas de streaming apostam tudo em nomes reconhecíveis para garantir sucesso instantâneo, e Bourne é, sem dúvida, uma das marcas de ação mais valiosas.

Curiosamente, a Universal já tinha mostrado interesse em revitalizar a franquia. O realizador Edward Berger (Conclave) chegou a ser contratado no final de 2023 para desenvolver uma nova abordagem à saga, mas o projeto não avançou com a rapidez necessária — e os direitos saíram do seu controlo.

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Com a pressão crescente para conquistar audiências globais e expandir universos narrativos, tudo indica que Jason Bourne poderá regressar em grande… mas numa nova casa.