“The Wizard of the Kremlin”: Jude Law e Paul Dano Brilham no Retrato Implacável da Ascensão de Putin

Realizado por Olivier Assayas, o novo drama político que conquistou Veneza chega carregado de tensão, intriga e poder — com um elenco de luxo liderado por Jude Law e Paul Dano.

O realizador francês Olivier Assayas, conhecido por obras como Personal Shopper e Carlos, regressa com um dos filmes políticos mais aguardados do ano: “The Wizard of the Kremlin”, uma poderosa incursão nos bastidores do poder russo e na ascensão de Vladimir Putin. O filme, que recebeu uma ovação de 12 minutos no Festival de Veneza, promete ser um dos grandes destaques da temporada cinematográfica europeia.

Inspirado no romance homónimo de Giuliano da Empoli, vencedor do Grande Prémio da Academia Francesa, o argumento foi adaptado por Assayas em parceria com o escritor e argumentista Emmanuel Carrère. O resultado é uma obra ambiciosa que mistura ficção e realidade, mergulhando nas entranhas do Kremlin durante o caótico período pós-soviético.

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Paul Dano e Jude Law em duelo de poder

No centro da narrativa está Paul Dano, que interpreta Vadim Baranov, um “spin doctor” — conselheiro político e manipulador de imagem — inspirado livremente em Vladislav Surkov, o enigmático estratega russo conhecido por ser o arquiteto da propaganda moderna do Kremlin.

Ao seu lado, Jude Law encarna Vladimir Putin, retratado inicialmente como um agente da KGB frio e calculista, cuja sede de poder o transforma num líder implacável. O filme acompanha, ao longo de duas décadas, a forma como Putin ascende e consolida o seu domínio, manipula aliados e destrói adversários, num jogo político que mistura lealdade, medo e sedução.

O trailer revela também Alicia Vikander como Ksenia, a esposa de Baranov, cuja relação conjugal é corroída pelo peso da ambição e do segredo; Tom Sturridge no papel de um banqueiro e oligarca inspirado em Mikhail KhodorkovskyWill Keen como o magnata Boris Berezovsky, morto em exílio em Londres em circunstâncias suspeitas; e Jeffrey Wright como um jornalista americano em Moscovo, confidente e testemunha de um regime em mutação.

Política, manipulação e o espelho do Ocidente

Mais do que um retrato biográfico de Putin, The Wizard of the Kremlin é um estudo sobre o poder e a ilusão, um retrato do nascimento de um sistema político sustentado pela desinformação e pelo controlo narrativo — um tema particularmente atual.

O crítico Damon Wise, da Deadline, descreveu o filme como “um aviso ao Ocidente sobre como o mundo chegou a este estado de coisas”, sublinhando a forma como Assayas transforma os bastidores do Kremlin num labirinto psicológico e moral, onde cada gesto político é também um ato de teatro.

Visualmente, o filme mantém a assinatura estética do realizador: planos longos, atmosfera densa e fotografia fria, que sublinha a distância emocional e o peso do poder. A banda sonora minimalista, aliada à montagem precisa, reforça o tom inquietante de um país a moldar o seu próprio mito.

Um sucesso de crítica e festivais

Após a sua estreia triunfal em Veneza, onde foi recebido com aplausos prolongados, The Wizard of the Kremlin percorreu os festivais de Toronto, San Sebastián e Londres, consolidando-se como uma das produções europeias mais relevantes de 2025. O filme seguirá em dezembro para o Red Sea Film Festival, no Médio Oriente, antes da estreia comercial em França pela Gaumont, responsável também pela distribuição internacional.

Produzido por Olivier Delbosc (Curiosa Films) e Sidonie Dumas (Gaumont), o projeto contou com a participação de France TélévisionsDisney+ e France 2 Cinéma, confirmando a aposta francesa em narrativas políticas de alcance global.

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Com Paul Dano e Jude Law em estado de graça, e uma abordagem que alia realismo e introspeção, The Wizard of the Kremlin promete tornar-se uma das obras cinematográficas mais comentadas do ano — um retrato inquietante de como o poder absoluto nasce, cresce e se perpetua.

“The Witcher 4”: Liam Hemsworth Corrige o Maior Erro de Henry Cavill — e os Fãs Aplaudem

A nova temporada da série da Netflix surpreende ao recuperar o espírito dos livros — e ao restaurar a amizade fraterna entre Geralt e Jaskier, perdida nas interpretações anteriores.

Quando Henry Cavill anunciou a sua saída de The Witcher, em 2022, os fãs do bruxo mais famoso da fantasia moderna entraram em pânico. Afinal, Cavill era Geralt de Rívia — a voz grave, o olhar gélido, a presença imponente. Muitos consideraram impossível substituí-lo. Mas eis que chega Liam Hemsworth, e o impensável acontece: o público está… a gostar.

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A quarta temporada, agora disponível na Netflix, trouxe não apenas um novo rosto ao caçador de monstros, mas também uma mudança de alma. O Geralt de Hemsworth é mais humano, mais empático — e, sobretudo, mais próximo de Jaskier, o trovador que, nos livros de Andrzej Sapkowski, é o seu companheiro inseparável e amigo leal.

Um laço perdido (e agora reencontrado)

Durante as três primeiras temporadas, a relação entre Geralt (Cavill) e Jaskier (Joey Batey) foi marcada por sarcasmo, impaciência e distância emocional. Os fãs que conhecem os contos originais queixavam-se de que a série tinha transformado uma amizade profunda numa espécie de comédia de insultos.

Mas tudo mudou com a chegada de Hemsworth. Em The Witcher 4, a dinâmica entre os dois personagens foi completamente reformulada: Geralt mostra preocupação genuína, ajuda o amigo em momentos difíceis e até partilha diálogos de humor e ternura que evocam a cumplicidade dos livros.

Nas redes sociais, os elogios multiplicam-se. Muitos fãs afirmam que Hemsworth “devolveu o coração” à série, e que a ligação entre os dois agora “finalmente parece autêntica”.

Henry Cavill e o seu Geralt reservado

Curiosamente, Henry Cavill já tinha explicado, em 2019, porque optou por uma abordagem mais fria da relação entre Geralt e Jaskier. Numa entrevista à The Hollywood Reporter, o ator revelou que a estrutura narrativa da série não lhe deu espaço para desenvolver essa amizade logo de início.

Nos livros, Geralt e Jaskier partilham um laço fraternal, feito de confiança e carinho — mas Cavill afirmou que, para o ecrã, era mais interessante explorar o contraste entre ambos. “Se jogássemos a amizade de forma direta, perderíamos a tensão e o humor que surgem das diferenças”, explicou.

Ainda assim, o ator deixou claro que o seu Geralt “se importava profundamente com Jaskier”, mesmo que o mostrasse apenas de forma subtil. A sua interpretação era de um homem contido, marcado pelo sofrimento e pela solidão — o que fazia sentido para a fase da jornada em que o personagem se encontrava.

Hemsworth e Joey Batey: amizade dentro e fora do ecrã

Se há química entre Geralt e Jaskier, isso deve-se também à amizade real entre Liam Hemsworth e Joey Batey. O ator britânico revelou à SFX Magazine que todo o elenco fez questão de acolher calorosamente o novo protagonista, convidando-o para jantares, conversas e até uma ida ao pub — tradição sagrada entre bruxos e bardos, ao que parece.

“Quando alguém novo chega, o nosso trabalho é fazê-lo sentir-se parte da família”, contou Batey. “Com o Liam, foi natural. Dissemo-lhe: ‘Vem daí, és dos nossos.’”

Esse espírito de camaradagem acabou por transparecer no ecrã. O novo Geralt não é apenas um guerreiro implacável; é um companheiro leal e protetor, alguém que finalmente permite que a sua humanidade brilhe entre monstros, magia e tragédias.

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Um novo fôlego para o universo de The Witcher

A substituição de Henry Cavill era um risco tremendo, mas a Netflix parece ter acertado na escolha. Hemsworth não tenta imitar o seu antecessor — em vez disso, traz leveza, empatia e uma energia renovada ao personagem.

O resultado é uma temporada que recupera a essência dos livros: a ironia melancólica, a amizade improvável, o humor seco e o eterno dilema moral de Geralt de Rívia. Mesmo que alguns espectadores ainda sintam falta do magnetismo de Cavill, a maioria concorda que The Witcher 4 marca um regresso às origens — e que a nova química entre Geralt e Jaskier é o coração pulsante dessa mudança.

Afinal, entre monstros e maldições, é na amizade que reside a verdadeira magia.

Sylvester Stallone Quis Destruir o Filme Que o Tornou Uma Lenda de Ação — e Quase o Conseguiu

Antes de ser um ícone do cinema de ação, Stallone acreditou que Rambo: First Blood arruinaria a sua carreira. O que era para ser um desastre acabou por definir toda uma era.

Hoje é difícil imaginar Sylvester Stallone sem o suor, o sangue e a bandana vermelha de John Rambo. Mas, em 1982, o ator quase deitou fora a película que o transformaria num mito. First Blood, o filme que deu início à saga Rambo, foi durante meses o seu maior pesadelo — a ponto de Stallone tentar comprar e destruir as cópias originais antes da estreia.

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O filme, realizado por Ted Kotcheff e baseado no romance de David Morrell, apresentava Rambo como um veterano da Guerra do Vietname marcado por traumas, rejeitado pela sociedade e perseguido por uma pequena cidade americana. No entanto, o primeiro corte tinha três horas de duração e, segundo o próprio Stallone, era “um desastre completo”.

Numa entrevista a Howard Stern em 2005, o ator confessou que, ao ver a montagem inicial, sentiu-se fisicamente mal: “Era um assassínio de carreira. Fiquei uma hora e meia a correr pela floresta a gritar frases horríveis. O meu agente e eu queríamos queimar o filme.”

Do fracasso anunciado ao ícone do cinema

A versão original de First Blood continha tudo o que um bom filme de ação não deve ter: diálogos ridículos, cenas intermináveis e um protagonista tagarela. Stallone recordou linhas absurdas como “take that, you mouse-munching mother”, após abater uma coruja, ou “I’m easy walker”, numa tentativa falhada de trocadilho com Easy Rider.

Desesperado para salvar o projeto, Stallone convenceu os produtores a aplicar o truque mais antigo de Hollywood: cortar tudo o que era desnecessário — sobretudo o diálogo do herói. O resultado foi transformador. O novo Rambo tornou-se silencioso, introspectivo e letal, uma figura trágica em vez de caricatural.

A decisão deu frutos. Rambo: First Blood estreou e foi um sucesso imediato, elogiado pela crítica e pelo público como um dos filmes de ação mais inteligentes da década de 80. Em vez de glorificar a violência, o filme explorava as feridas psicológicas dos veteranos do Vietname e a alienação de um homem que já não encontrava lugar na sociedade que servira.

Um grito contra o esquecimento dos veteranos

O impacto de First Blood foi profundo. Ao contrário das sequelas, que se tornaram progressivamente exageradas, o original é um retrato cru de stress pós-traumático (PTSD) e da indiferença dos Estados Unidos perante os seus ex-combatentes. A cena final, onde Rambo desaba emocionalmente nos braços do coronel Trautman (Richard Crenna), é uma das mais intensas da carreira de Stallone — e uma das raras vezes em que um filme de ação dos anos 80 ousou mostrar vulnerabilidade masculina.

A tensão entre Rambo e o xerife Teasle (Brian Dennehy) funciona como metáfora para o conflito interno dos próprios EUA: um país dividido entre orgulho militar e culpa social. Cada tentativa de capturar Rambo gera apenas mais caos, até que o espectador percebe que o verdadeiro inimigo não é o soldado traumatizado, mas a sociedade que o rejeitou.

O nascimento de uma lenda de ação

Após First Blood, Stallone nunca mais foi o mesmo. O sucesso catapultou-o de estrela de Rocky a ícone global da ação, ao lado de Arnold SchwarzeneggerClint Eastwood e Bruce Willis. O papel redefiniu o herói do cinema americano: musculado, determinado, silencioso e imortal.

As sequelas — mais barulhentas e patrióticas — acabaram por transformar Rambo numa caricatura da própria América dos anos Reagan. Mas o primeiro filme manteve-se intocável, um clássico com alma, onde Stallone prova que a força de um herói está no silêncio e não nas explosões.

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Stallone: o perfeccionista que salvou Rambo

O episódio de First Blood revela uma faceta muitas vezes esquecida de Stallone: o artista exigente e autocrítico. Longe de ser apenas um corpo de ginásio, o ator é também argumentista, realizador e editor, responsável por moldar as suas próprias personagens. Assim como fez em Rocky, Stallone reescreveu a sua própria história — literalmente.

Hoje, Rambo: First Blood é visto como um dos pilares do cinema de ação moderno, e a personagem tornou-se sinónimo de resistência e dor. Ironicamente, o filme que Stallone quis destruir acabou por o imortalizar.

Crise na BBC: Direção Demite-se Após Escândalo Envolvendo Reportagem Sobre Donald Trump

A saída de Tim Davie e Deborah Turness mergulha a BBC na maior polémica dos últimos anos, após acusações de manipulação numa reportagem sobre o discurso de Trump.

A BBC vive um dos seus momentos mais conturbados em décadas. O diretor-geral da estação pública britânica, Tim Davie, e a presidente executiva da BBC News, Deborah Turness, apresentaram as suas demissões este domingo, na sequência de uma polémica reportagem que visava o então presidente norte-americano, Donald Trump.

O caso teve origem num episódio do programa de investigação Panorama, transmitido em outubro de 2024, que analisava o impacto político de Trump nas vésperas das eleições presidenciais norte-americanas. A peça foi acusada de apresentar de forma enganosa um discurso do ex-presidente, datado de 6 de janeiro de 2021 — o mesmo dia em que o Capitólio foi invadido por centenas de apoiantes trumpistas.

Segundo o jornal The Daily Telegraph, a BBC terá editado excertos do discurso, misturando frases distintas e insinuando que Trump teria instigado os seus apoiantes a “lutar como demónios” ao marchar para o Capitólio. Contudo, o contexto original das declarações mostrava que o ex-presidente se referia a “encorajar os corajosos senadores e representantes no Congresso”. A confusão gerou um escândalo mediático de grandes proporções, com acusações de manipulação e enviesamento político.

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Pressão política e demissões em cadeia

O presidente da BBC, Samir Shah, descreveu a situação como “um dia triste para a BBC”, elogiando Davie como “um excelente diretor-geral nos últimos cinco anos”. Ainda assim, admitiu que a pressão pública e política tornou insustentável a sua permanência.

Em mensagem interna aos colaboradores, Tim Davie reconheceu que “erros foram cometidos” e que “o debate atual em torno da informação da BBC contribuiu para esta decisão”. Já Deborah Turness, na carta que acompanhou a sua demissão, afirmou que a controvérsia atingiu um ponto que “prejudica a integridade e reputação da BBC News”.

A ministra britânica da Cultura, Lisa Nandy, classificou o caso como “extremamente grave” e anunciou que Samir Shah será ouvido por uma comissão parlamentar. Em declarações à BBC News, Nandy foi além do caso específico, afirmando que “a BBC enfrenta uma série de alegações muito sérias, incluindo o risco de preconceito sistémico nas suas decisões editoriais”.

Acusações da Casa Branca e novo caso Ofcom

A polémica não se ficou pelo Reino Unido. Karoline Leavitt, porta-voz da Casa Branca, reagiu duramente às revelações, considerando tratar-se de uma montagem “deliberadamente desonesta” e de “informações 100% falsas”. O episódio volta a alimentar a narrativa de Donald Trump de que os grandes meios de comunicação internacionais “têm uma agenda contra ele”.

Este escândalo surge semanas depois de a Ofcom, o regulador britânico dos meios de comunicação, ter censurado a BBC por outra reportagem — desta vez sobre Gaza —, na qual o narrador era filho de um dirigente do Hamas, facto que não foi revelado aos espectadores. A Ofcom considerou o caso uma “violação das regras de difusão” e uma “fonte substancial de engano”.

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O futuro da BBC em xeque

As demissões de Davie e Turness representam um duro golpe para a credibilidade da estação pública britânica, num momento em que enfrenta concorrência feroz de plataformas digitais e críticas de parcialidade vindas tanto da direita como da esquerda.

A sucessão na liderança promete ser complexa. Internamente, há vozes que pedem uma reforma profunda das práticas editoriais; externamente, há quem veja esta crise como mais um episódio da longa batalha pela independência e neutralidade do serviço público britânico.

Uma coisa é certa: a BBC, instituição centenária e símbolo do jornalismo imparcial, entra agora numa nova era de escrutínio — talvez a mais exigente da sua história recente.

Kill Bill: The Whole Bloody Affair — Tarantino Reúne os Dois Filmes Numa Versão Integral com Animação Inédita

A Lionsgate lança finalmente nos Estados Unidos a versão completa de Kill Bill, com mais de quatro horas e novas sequências animadas criadas pela Production I.G. — resta saber se Portugal terá a mesma sorte.

Mais de vinte anos depois de Kill Bill: Volume 1 ter estreado nos cinemas, Quentin Tarantino vai finalmente mostrar ao público a sua versão definitiva da saga de vingança que marcou o início do milénio. A Lionsgate revelou o primeiro trailer de Kill Bill: The Whole Bloody Affair, a montagem integral que junta os dois filmes — Volume 1 (2003) e Volume 2(2004) — num épico de 247 minutos, com direito a cenas inéditas e nova animação japonesa.

A estreia nos Estados Unidos está marcada para 5 de Dezembro, em formato limitado de cinema, com exibições tanto em 35 mm como em 70 mm, algo raro nos dias de hoje e uma homenagem à paixão de Tarantino pelo cinema tradicional.

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🎞️ O que há de novo nesta versão

Esta montagem — que o realizador já exibira pontualmente em Cannes, em 2006, e no seu próprio cinema New Beverly, em Los Angeles — inclui sete minutos de animação totalmente inéditos, produzidos pelo aclamado estúdio japonês Production I.G, responsável por obras como Ghost in the Shell e Miss Hokusai.

As novas sequências expandem o violento capítulo “The Origin of O-Ren”, mostrando mais detalhes sobre o passado trágico da assassina interpretada por Lucy Liu. O design dos personagens ficou novamente a cargo de Katsuhito Ishii e Shōu Tajima, que também trabalharam na animação original de 2003.

O resultado promete uma experiência mais fluida e completa, sem interrupções entre volumes e com a intensidade visual e rítmica que Tarantino sempre idealizou — sangue, katanas e close-ups à moda do spaghetti western.

🎬 Um regresso sangrento às origens

The Whole Bloody Affair é, em essência, o director’s cut definitivo de Kill Bill, pensado como uma única história desde o início da produção. A separação em dois volumes foi uma exigência comercial da Miramax, na altura. Agora, Tarantino cumpre o seu desejo de mostrar a história completa da “Noiva” (The Bride), vivida por Uma Thurman, tal como a concebeu: uma tragédia de vingança contada em capítulos, com influências do cinema japonês, do western italiano e do kung fu clássico.

🇵🇹 E em Portugal?

Até ao momento, não há confirmação de estreia portuguesa desta edição integral. A Lionsgate anunciou apenas o lançamento em território norte-americano, e não é certo que alguma distribuidora europeia venha a exibir o filme nas salas nacionais.

Contudo, dado o interesse constante pela obra de Tarantino e o sucesso que as versões restauradas dos seus filmes têm tido em festivais e ciclos de cinema, é possível que alguma distribuidora independente portuguesa (como a Midas ou a Alambique) se interesse por trazer o título, pelo menos em exibições limitadas.

Se isso não acontecer, a esperança recai sobre o streaming: como a Lionsgate tem parcerias ativas com a Prime Video e o FilminThe Whole Bloody Affair poderá chegar a Portugal por essa via nos próximos meses.

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Por agora, os fãs terão de aguardar — mas uma coisa é certa: Tarantino não apenas reviveu a sua Noiva, como também reanimou o mito de Kill Bill com a paixão e o detalhe que só ele consegue imprimir no ecrã.

Jeremy Renner Nega Acusações de Má Conduta Feitas pela Realizadora Yi Zhou

A cineasta chinesa afirma que o ator lhe enviou fotos íntimas não solicitadas e a ameaçou com as autoridades de imigração após o fim da relação — alegações que o representante do ator classifica como “totalmente falsas”.

O ator Jeremy Renner, conhecido pelo papel de Hawkeye no universo Marvel, foi novamente alvo de polémica após a realizadora e artista Yi Zhou o ter acusado de má conduta e intimidação. Zhou afirma que o ator lhe enviou fotografias íntimas não solicitadas e, mais tarde, a ameaçou com um contacto à imigração norte-americana (ICE) quando o relacionamento entre ambos se deteriorou.

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As acusações surgiram através de uma série de publicações no Instagram, seguidas de uma entrevista concedida ao Daily Mail. Segundo Zhou, a relação com Renner terá começado nas redes sociais no início deste ano, depois de o ator alegadamente lhe ter enviado fotografias de teor sexual. Os dois teriam posteriormente colaborado parcialmente no documentário “Chronicles of Disney”, lançado recentemente e que, de acordo com Zhou, incluía entrevistas com várias figuras associadas à empresa — entre elas, o próprio Renner, usado no material promocional do filme.

Zhou afirma que o conflito começou quando o ator recusou promover o documentário, incluindo o pedido de que desmentisse publicamente rumores de que o projeto teria sido feito com recurso a inteligência artificial.

“Quando o confrontei em privado sobre o seu comportamento e pedi respeito, ele ameaçou contactar o ICE sobre mim”, escreveu a realizadora, acrescentando que ficou “profundamente chocada e assustada”.

A resposta de Renner

Em resposta às acusações, um representante de Jeremy Renner declarou à revista Rolling Stone que as alegações são “totalmente imprecisas e falsas”, sublinhando que o ator nega qualquer tipo de assédio, ameaça ou má conduta.

Zhou, por sua vez, publicou no Instagram capturas de ecrã de mensagens e fotografias onde Renner alegadamente surge, apresentando-as como provas do que aconteceu. Nenhuma dessas evidências foi ainda verificada de forma independente.

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Contexto e reações

Yi Zhou é uma realizadora e artista multimédia de origem chinesa, conhecida pelos seus projetos ligados à arte digital e por explorar o impacto da inteligência artificial na criação artística. O seu próximo filme, “Stardust Future”, é uma produção animada com IA — e, segundo relatos, Renner teria inicialmente estado envolvido nesse projeto antes do desentendimento.

O caso ainda não deu origem a qualquer processo judicial ou queixa formal. Até ao momento, o ator — que regressou recentemente ao trabalho após o grave acidente de mota de neve em 2023 — não se pronunciou publicamente sobre o tema.

Mistério em Hollywood: Jimmy Kimmel Live! Cancelado Subitamente e ABC Mantém Silêncio

O episódio da passada quinta-feira foi retirado da grelha horas antes da emissão. A ausência do apresentador reacende rumores sobre conflitos políticos e questões pessoais.

O mundo do entretenimento norte-americano ficou em alvoroço com o cancelamento repentino do episódio de quinta-feira de Jimmy Kimmel Live!, um dos programas de late night mais populares dos Estados Unidos. A decisão, tomada apenas algumas horas antes da emissão, apanhou de surpresa o público, os convidados e até a própria equipa de produção.

Segundo o Daily Mail e o Rolling Stone, a ABC justificou internamente o cancelamento com um “assunto pessoal”, embora não tenha fornecido qualquer detalhe adicional. A falta de explicações levou a uma onda de especulações entre fãs e meios de comunicação norte-americanos.

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📺 Um episódio fantasma

A emissão de quinta-feira estava prevista para receber David DuchovnyJoe Keery (Stranger Things) e Madison Beer, mas foi abruptamente substituída por uma repetição do programa de 28 de outubro.

A própria Madison Beer confirmou o sucedido nas redes sociais:

“Devido a circunstâncias imprevistas, o Jimmy Kimmel Live! precisou reagendar a minha atuação desta noite para uma data futura”, escreveu a cantora no X (antigo Twitter).

Os espectadores que tinham bilhetes para a gravação também receberam um e-mail de cancelamento de última hora, pedindo desculpas e prometendo reagendar a participação em futuras gravações.

🔥 Um historial recente de polémicas

O desaparecimento repentino do ar acontece num contexto conturbado para o apresentador. Em setembro, o programa foi temporariamente suspenso pela Disney, empresa-mãe da ABC, após comentários controversos de Kimmel sobre o assassinato do ativista de direita Charlie Kirk.

Na altura, o apresentador criticou “a ala MAGA” (movimento de apoio a Donald Trump) por tentar afastar o suspeito do crime de qualquer ligação ideológica, o que levou a queixas formais à Comissão Federal das Comunicações (FCC). O chefe da FCC, Brendan Carr, chegou a censurar publicamente Kimmel, o que resultou numa suspensão temporária do programa.

O apresentador regressou ao ar a 23 de setembro, mas o episódio abalou a sua relação com a ABC e reacendeu tensões políticas.

💬 Tentativas falhadas de reconciliação

Em outubro, Erika Kirk, viúva do ativista Charlie Kirk, revelou à Fox News que rejeitou um convite do programa para uma entrevista após Kimmel tentar pedir desculpas.

“Não quero desculpas forçadas. Se não é sentido, não o faças”, afirmou Erika, acrescentando que considerou o gesto “pouco sincero”.

Ao mesmo tempo, Kimmel voltou a surpreender ao declarar publicamente que gostaria de entrevistar Donald Trumpno programa, apesar das trocas de insultos que ambos têm mantido há anos.

“Adoraria tê-lo no programa. Acho que ele sabe disso. Sim, vou convidá-lo”, disse o apresentador, provocando risos e aplausos no público.

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🕵️‍♂️ Mistério por resolver

Até ao momento, nem Jimmy Kimmel nem a ABC emitiram qualquer comunicado sobre o cancelamento de quinta-feira, deixando no ar várias hipóteses — desde problemas familiares a novas pressões políticas dentro da Disney.

O certo é que, por agora, o silêncio é o maior mistério de Hollywood.

Elenco de The Witcher Fica Preso num Lago no País de Gales Após Descoberta de Bombas do Século XIX

Durante as filmagens da quarta temporada, Liam Hemsworth e Joey Batey viveram um momento digno da própria série — com explosivos reais e tudo.

Nem os monstros de The Witcher conseguiram competir com o susto real vivido pelo elenco durante as filmagens da quarta temporada da série da Netflix. Os atores Liam Hemsworth e Joey Batey revelaram que ficaram presos num barco no País de Gales depois de terem sido descobertas bombas do século XIX nas águas do Llyn Padarn, um lago localizado em Gwynedd.

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Durante uma entrevista promocional, Hemsworth e Batey contaram o episódio insólito que aconteceu enquanto gravavam várias cenas de ação na região.

“Passámos cerca de duas semanas num barco, e num dos dias ouvimos a equipa em terra dizer-nos pelo rádio que tínhamos de ficar onde estávamos”, explicou Batey. “Não havia mais ninguém connosco no barco — só nós e umas barras de proteína escondidas. Perguntámos se podíamos regressar e eles responderam: ‘Bem… não entrem em pânico’.”

Pouco depois, os atores descobriram que uma equipa de desativação de explosivos tinha sido chamada ao local.

“Disseram-nos que o lugar mais seguro para nós naquele momento era… o barco”, recordou Batey, entre risos.

O ator contou ainda que a reação do colega Laurence Fishburne — que se junta ao elenco nesta temporada como Emiel Regis — foi de puro humor britânico:

“Ele só disse: ‘Claro que sim… o que mais poderia ser?’ E rimo-nos imenso.”

Explosão real e susto a sério

Liam Hemsworth, que substitui Henry Cavill como Geralt de Rivia nas duas últimas temporadas da série, confirmou que ouviu uma explosão quando regressou ao estúdio.

“Eu estava no meu reboque, a almoçar, e de repente ouvi um estrondo enorme. Pensei: ‘Não pode ter sido a bomba a explodir… está tudo bem?’”, relatou o ator australiano.

As autoridades confirmaram mais tarde que os engenhos explosivos datavam do século XIX e foram removidos com segurança.

A nova era de The Witcher

Com Henry Cavill fora da produção, Liam Hemsworth assume agora o papel do bruxo caçador de monstros, conhecido como o Lobo Branco. A quarta temporada marca o início da sua era como protagonista, ao lado de Joey Batey, que regressa como Jaskier, e Laurence Fishburne, uma das novas adições ao elenco.

As filmagens decorreram em várias localizações do País de Gales, incluindo o Castelo de Doldabarn e uma pedreira perto do Llyn Padarn. Segundo a Netflix, o país ofereceu “as paisagens ideais” para recriar o mundo épico e sombrio da saga inspirada nos livros de Andrzej Sapkowski e nos populares videojogos homónimos.

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Parece que, desta vez, o perigo foi bem real — e não veio de uma criatura mágica. Mas se há algo que aprendemos com Geralt de Rivia, é que nem mesmo um par de bombas históricas consegue travar um bruxo em serviço.

Gremlins 3 Está Oficialmente a Caminho: Chris Columbus Regressa com Apoio de Spielberg e dos Criadores de Final Destination: Bloodlines

O clássico de 1984 vai ganhar nova vida. Chris Columbus regressa ao comando com Steven Spielberg como produtor executivo — e o lançamento já tem data marcada: Novembro de 2027.

Preparem-se para esconder os Mogwais e desligar as luzes — os Gremlins estão de volta. A Warner Bros. confirmou que Gremlins 3 está oficialmente em desenvolvimento, com Chris Columbus (argumentista do original de 1984) a assumir a realização e o argumento, numa colaboração que reúne novamente Steven Spielberg e a Amblin Entertainment.

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A grande novidade é a entrada de Zach Lipovsky e Adam B. Stein, a dupla responsável pelo sucesso de Final Destination: Bloodlines (2024), que agora se junta a Columbus na escrita do guião. O estúdio já marcou a data de estreia para 19 de Novembro de 2027, prometendo uma nova geração de caos, humor e nostalgia.

O regresso dos monstros mais travessos do cinema

Gremlins marcou a cultura popular dos anos 80 ao lado de Ghostbusters, com uma mistura irresistível de terror, comédia e criaturas adoravelmente destrutivas. O filme original, realizado por Joe Dante, contava a história de Billy, um jovem que recebe de presente um Mogwai — o fofinho Gizmo — acompanhado de três regras essenciais:

  1. Não o exponhas à luz forte.
  2. Não o deixes molhar.
  3. E, sobretudo, nunca o alimentes depois da meia-noite.

Como seria de esperar, todas essas regras acabam por ser quebradas, dando origem a uma invasão de pequenos monstros que semeiam o pânico numa pequena cidade americana.

A sequela, Gremlins 2: The New Batch (1990), levou o conceito para territórios ainda mais loucos e satíricos, mas desde então a franquia ficou adormecida — até agora.

Columbus e Spielberg juntos outra vez

Chris Columbus mostrou-se entusiasmado com o regresso ao universo que ajudou a criar:

“Sinto uma enorme inspiração e paixão ao embarcar nesta nova jornada cinematográfica. É uma honra voltar a colaborar com Steven Spielberg e com a Warner Bros. para apresentar esta aventura a uma nova geração de espectadores.”

Spielberg regressa como produtor executivo, enquanto a produção ficará a cargo de Kristie Macosko Krieger e Holly Bario, pela Amblin Entertainment, e de Michael Barnathan e Mark Radcliffe pela 26th Street Pictures.

O presidente da Warner Bros., Jesse Ehrman, reforçou a importância do projeto:

“Poucos títulos são tão amados e icónicos como Gremlins. Estamos entusiasmados por trazer de volta esta saga, combinando magia, caos e coração — tudo o que tornou o original inesquecível.”

Do sucesso de 

Bloodlines

 à nostalgia dos anos 80

A dupla Lipovsky e Stein chega ao projeto com prestígio renovado após revitalizar a série Final Destination com Bloodlines, que arrecadou mais de 315 milhões de dólares em bilheteira mundial e se tornou o capítulo mais lucrativo e bem recebido da saga. Para os dois, que cresceram fãs de Gremlins e de clássicos como The Goonies e Home Alone, trabalhar com Columbus é “um sonho de infância tornado realidade”.

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Com o aval de Spielberg, o regresso de Columbus e o toque moderno dos novos argumentistas, Gremlins 3 promete recuperar o espírito do original — com novas criaturas, nova tecnologia e, claro, a mesma advertência de sempre: não alimentem o Gizmo depois da meia-noite.

John Carpenter Surpreende Fãs ao Sugerir Que The Thing 2 Pode Estar em Desenvolvimento

Quarenta anos depois do clássico de terror que redefiniu o género, o realizador de culto deixou no ar a possibilidade de uma continuação — mas sem confirmações oficiais.

Os fãs de The Thing voltaram a ter motivos para arrepiar os cabelos — e não apenas por causa dos efeitos práticos lendários. John Carpenter, o realizador da obra-prima de 1982, deixou escapar durante a sua participação num evento da Fan Expo que uma sequela pode estar, de facto, em andamento.

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Quando questionado sobre o tema, Carpenter respondeu de forma breve, mas suficiente para incendiar a imaginação dos fãs:

“Sim, estamos a trabalhar nisso agora. Não sei, veremos.”

A declaração, embora vaga, foi suficiente para gerar uma onda de especulação online. Ainda não há qualquer confirmação oficial de estúdio, elenco, argumento ou data de estreia — mas o simples facto de Carpenter reconhecer a existência de movimentações em torno do projeto já bastou para reacender o entusiasmo em torno de um dos filmes mais influentes da história do terror.

Um clássico que não envelhece

Lançado em 1982, The Thing (em Portugal, A Coisa) foi inicialmente recebido com frieza, mas com o tempo transformou-se num dos pilares do cinema de horror e ficção científica. Com Kurt Russell no papel principal, o filme combinava paranoia, isolamento e efeitos especiais práticos que ainda hoje impressionam — mérito do lendário Rob Bottin.

O seu ambiente claustrofóbico na Antártida e a constante dúvida sobre quem seria “a coisa” infiltrada no grupo de cientistas tornaram-no num ícone do terror psicológico e corporal. Em 2011, foi lançada uma prequela realizada por Matthijs van Heijningen Jr., que explorava os eventos que antecedem o filme original.

Um regresso possível… mas sem garantias

Apesar do entusiasmo gerado pelas palavras de Carpenter, o realizador não revelou mais detalhes. Não há, até ao momento, qualquer confirmação de que o projeto tenha luz verde, e a própria natureza ambígua da sua resposta (“veremos”) deixa espaço para dúvidas.

Mesmo assim, a possibilidade de Carpenter revisitar o universo de The Thing — nem que seja como consultor ou produtor executivo — é suficiente para fazer tremer os fãs de terror.

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Por agora, resta esperar para ver se a criatura voltará a emergir do gelo.

Road House 2 Reúne Estrelas do UFC — Incluindo Dois Rivais de Conor McGregor e Guy Richie

A sequela do sucesso da Amazon MGM vai contar com lutadores reais de MMA como Dustin Poirier e Michael Chandler ao lado de Jake Gyllenhaal, num elenco que promete levar a ação ao próximo nível.

A Amazon MGM Studios prepara o regresso ao ringue — ou melhor, ao bar mais perigoso da América.

Depois do sucesso estrondoso do reboot de Road House em 2024, protagonizado por Jake Gyllenhaal e Conor McGregor, a sequela já está em andamento… e com um elenco repleto de estrelas do UFC.

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Segundo o DeadlineDustin Poirier e Michael Chandler, dois dos maiores rivais de McGregor, juntam-se ao elenco de Road House 2. A eles somam-se outros nomes do mundo do combate, como Rico VerhoevenMichael “Venom” PageTyron WoodleyStephen Thompson e Jay Hieron.

Lutadores reais, pancadaria real

O filme volta a ser protagonizado por Jake Gyllenhaal, que retoma o papel de Elwood Dalton, o antigo lutador de MMA que trocou o octógono pela segurança noturna num bar problemático — um papel que já lhe rendeu elogios pela autenticidade física e intensidade dramática.

A sequela será realizada por Ilya Naishuller (Hardcore HenryNobody) e contará também com Leila GeorgeAldis Hodge e Dave Bautista no elenco.

Ainda não há sinopse oficial, mas com tantos nomes ligados ao UFC, o segundo Road House promete sequências de luta ainda mais realistas e coreografias inspiradas em combate profissional.

“Ter lutadores verdadeiros no elenco dá ao filme um nível de credibilidade que o público de ação aprecia”, escreveu o Deadline.

O legado de Road House renasce

reboot de 2024, estrelado por Gyllenhaal e McGregor, foi um dos grandes trunfos da Amazon Prime Video, com mais de 50 milhões de visualizações nas duas primeiras semanas. Apesar da ausência do polémico McGregor nesta continuação, o espírito de rivalidade parece mais vivo do que nunca — sobretudo com Poirier e Chandler a partilhar o ecrã depois das suas batalhas no octógono.

Para os fãs de artes marciais e cinema de ação, Road House 2 é um prato cheio: pancadaria coreografada, estrelas reais do UFC e um elenco que mistura carisma e músculo em doses iguais.

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O nome que tem sido falar para a realização pode ser mesmo Guy Richie, o que poderia sem dúvida elevar o poder deste franchise. Ainda não há data oficial de estreia, mas as previsões apontam para 2026 ou 2027.

Até lá, prepare-se: a casa volta a abrir as portas — e ninguém sai ileso.

Predator: Badlands Conquista a Crítica e Estreia com 86% no Rotten Tomatoes

O novo capítulo da saga de ficção científica surpreende fãs e críticos com uma abordagem ousada: desta vez, o Predador é o herói.

A selva voltou a tremer — mas, desta vez, o monstro está do lado certo da luta. Predator: Badlands, o mais recente filme do realizador Dan Trachtenberg, chegou à crítica e já é apontado como uma das melhores surpresas do ano.

Com uma pontuação de 86% no Rotten Tomatoes, baseada em 51 críticas, o filme foi elogiado por reinventar a fórmula da saga e dar-lhe um toque inesperado de aventura, emoção e humor.

Segundo o consenso dos críticos, Badlands “mantém o sangue e a brutalidade característicos, mas adiciona coração e propósito ao caos.”

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Um Predador com alma (e propósito)

Na nova história, o centro da ação deixa de ser o humano em fuga. Aqui, o protagonista é Dek, um jovem Yautja (a espécie alienígena dos Predadores), interpretado por Dimitrius Schuster-Koloamatangi, que parte numa missão para provar o seu valor — e, curiosamente, salvar mais do que destruir.

Acompanhado por um androide meio-destruído (com ecos do universo Alien) e um companheiro não verbal que muitos já comparam a uma mascote de desenho animado, Dek enfrenta uma criatura ainda mais feroz do que qualquer caçada anterior.

“Trachtenberg arrisca e ganha — transforma o terror em aventura sem perder o impacto,” escreveu Eric Goldman, da MovieWeb, elogiando o filme como “uma direção nova e delirantemente divertida para a saga.”

Do terror à aventura pulp

Críticos do Bloody Disgusting destacam o tom “mais leve e aventureiro”, onde o ritmo e o humor lembram “um sábado de manhã com monstros e explosões.”

Já o The Film District descreveu Badlands como “o episódio piloto de um desenho animado clássico — mas no melhor sentido possível.”

Essa mudança de tom divide opiniões, mas é precisamente o que dá frescura ao filme: Badlands deixa de ser apenas um jogo de caça e sobrevivência e transforma-se numa odisseia espacial cheia de criaturas, ironia e adrenalina.

Nem todos ficaram convencidos

Nem todas as reações foram entusiásticas. O The Playlist classificou o filme como “uma mutação meio bem-sucedida”, argumentando que o realizador tenta “transcender o instinto primal da franquia” e, no processo, “esquece-se do que a tornou icónica.”

Deadline também lamentou que o novo Predador pareça “ter perdido o mojo ameaçador”, considerando que as cenas de ação “nunca galvanizam como antes.”

Ainda assim, a maioria das críticas reconhece o mérito de arriscar num formato novo, algo que poucas franquias com quase quatro décadas de existência se atrevem a fazer.

A evolução do caçador

Depois do sucesso de Prey (2022), também de Dan Trachtenberg, Predator: Badlands confirma o realizador como o nome certo para revitalizar o universo. A crítica parece concordar: a saga encontrou uma nova forma de rugir — e, quem diria, até de emocionar.

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Os fãs vão poder tirar as próprias conclusões quando o filme chegar às salas de cinema ainda esta semana.

Preparem-se: o Predador voltou. Só que, desta vez, ele é o herói.

Liam Hemsworth Quebra o Silêncio Sobre Substituir Henry Cavill em The Witcher: “Quero Honrar o Que Ele Construiu”

O actor australiano falou pela primeira vez sobre o desafio de assumir o papel de Geralt de Rívia, depois da saída de Henry Cavill, e garante estar pronto para trazer nova energia à série da Netflix.:

O manto — ou melhor, a espada — de Geralt de Rívia tem novo dono. Liam Hemsworth falou pela primeira vez sobre a responsabilidade de substituir Henry Cavill em The Witcher, uma das séries de fantasia mais populares da Netflix.

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Durante uma visita ao programa The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, Hemsworth recordou o momento em que recebeu a proposta que lhe mudaria a carreira:

“Estava na Austrália, a filmar Land of Bad, quando o meu agente me ligou do nada. Fiquei completamente apanhado de surpresa”, revelou o actor.

O telefonema trazia o convite para interpretar o lendário caçador de monstros durante as duas próximas temporadas da série, depois de Cavill ter decidido abandonar o papel que desempenhou com grande sucesso nas três primeiras.

“Sou um enorme fã do Henry e do que ele fez com o personagem”, confessou Hemsworth. “Quando me perguntaram se queria pegar no papel para as últimas duas temporadas, fiquei entusiasmado. É uma grande honra.”

Entre respeito e reinvenção

A saída de Cavill deixou os fãs divididos, mas Hemsworth mostra-se determinado a honrar o legado do seu antecessor, ao mesmo tempo que promete dar um toque pessoal à personagem. O actor recordou que já conhecia bem o universo de The Witcher:

“Joguei os videojogos há anos. Já era fã do mundo, da mitologia, de tudo aquilo.”

Durante a entrevista, Fallon surpreendeu o público ao mostrar a primeira imagem oficial de Hemsworth caracterizado como Geralt — e o aplauso foi imediato. O actor aparece com o cabelo branco característico, a armadura renovada e um olhar que parece dizer que o Lobo Branco está pronto para caçar novamente.

Uma nova era para The Witcher

Com a quarta temporada atualmente em produção, a Netflix aposta nesta nova fase como um recomeço energético para a saga. Hemsworth protagonizará não apenas a próxima temporada, mas também a quinta, que deverá encerrar a história principal da série.

Entre o entusiasmo dos fãs e o peso das comparações, o actor australiano mostra-se sereno — e consciente do desafio que tem pela frente:

“Quero respeitar o que o Henry construiu, mas também quero trazer a minha própria verdade para o personagem. É um papel incrível, e estou a dar tudo de mim.”

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Se a transição correr bem, The Witcher pode provar que nem todos os feitiços se quebram quando muda o feiticeiro — e que Geralt de Rívia ainda tem muitas batalhas por vencer.

Paramount em Revolução: O Plano Ambicioso (e Perigoso) de David Ellison para Dominar Hollywood

Do cortejo a Tom Cruise às ligações à Casa Branca, passando por demissões em massa e ambições de IA: o novo patrão da Paramount quer um império que misture dados, franquias e músculo político. Hollywood treme — e a próxima presa pode chamar-se Warner Bros. Discovery.

Aos 42 anosDavid Ellison assumiu a Paramount e acelerou como se estivesse a produzir uma sequela de Top Gun. Em pouco mais de três meses, a nova direcção abriu a carteira, sacudiu organigramas, comprou media, convocou talentos… e, segundo várias fontes citadas no sector, posicionou-se para tentar comprar a Warner Bros. Discovery. O plano é claro: deixar de ser “um estúdio tradicional” e transformar a companhia num híbrido media-tecnologia, com dados no centro e franquias na linha da frente.

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O golpe de teatro na relva da Casa Branca

Enquanto reorganiza a casa, Ellison cultiva relações no poder político. Fontes internas descrevem planos aprovados pelo Presidente Donald Trump para um evento da UFC nos jardins da Casa Branca, sob o guarda-chuva do acordo de 7,7 mil milhões com a liga de MMA — transmissão encabeçada por Trump e Dana White e com data falada para 14 de Junho de 2026 (80.º aniversário de Trump). A Casa Branca vende-o como celebração dos 250 anos dos EUA. Entre a plateia, “dignitários” e câmaras. Entre as linhas, a mensagem: a Paramount quer estar onde está a atenção.

“Mais, não menos”: 8 filmes por ano hoje, 18 até 2028

No lado industrial, a ordem é acelerar a produção: de cerca de 8 estreias anuais para 15 em 202617 em 2027 e 18 em 2028. A lógica é recuperar bilheteira e assinantes com grandes marcas. O estúdio corteja Tom Cruise para novos Top Gun e Days of Thunder, procura um novo fôlego para Star Trek (sem o elenco do reboot de J.J. Abrams) e injeta gasolina em projectos “América-cêntricos”, pensados para o público do meio do país. Ao mesmo tempo, Cindy Holland(ex-Netflix) recebe mandato para robustecer o Paramount+.

O evangelho do “quem tem mais dados, vence”

Ellison define a nova Paramount como “media & tecnologia” e promete que a experiência e o “arsenal” da Oracle (do pai, Larry Ellison) transformarão o Paramount+ numa plataforma competitiva. Fala-se em modelos preditivosgrandes volumes de dados e IA aplicada a desenvolvimento e marketing. Céticos no mercado lembram, porém, que Netflix, Amazon e Apple têm anos de vantagem algorítmica e de infraestrutura. A resposta Ellison? Escala e velocidade.

Aquisições, demissões e a viragem cultural

O sprint veio acompanhado de cortes duros (um primeiro pacote de ~1000 despedimentos a 29 de Outubro, com mulheres entre as mais atingidas em cargos de topo de TV e alguns cortes na redacção de CBS News), e de operações de compra pouco ortodoxas para um estúdio: The Free Press, de Bari Weiss, por cerca de 150 milhões de dólares. A segurança da jornalista e co-fundadora Nellie Bowles terá sido reforçada com uma equipa diária de guarda-costas, e as posições pró-Israel da cúpula ficaram mais visíveis — num contexto em que a empresa diz manter listas de talentos a evitar por comportamento considerado antissemita, xenófobo ou homofóbico. Internamente, há relatos de debate aberto(e quente) sobre estratégia e cultura.

Nem tudo são vitórias: a fuga de Taylor Sheridan

O criador de Yellowstone e Tulsa KingTaylor Sheridansaltou para a NBCUniversal com novo acordo — duro golpe para uma plataforma onde o “universo Sheridan” pesava fortemente na audiência. Ainda assim, antes de sair, Sheridan escreverá o argumento de Call of Duty, longa de acção patriótica a realizar por Peter Berg — alinhada com a estética que Ellison quer imprimir.

Tom Cruise ao telefone, Mangold na box, Chalamet de viseira

Ellison terá cortejado James Mangold (que desenvolve A Complete Unknown, com Timothée Chalamet) e autorizado até $100 milhões para o high-concept motorizado High Side (o estúdio diz que será menos). Em paralelo, projectos como Winter Games (Miles Teller) foram para turnaround. A palavra de ordem: foco em títulos que metem gente nas salas.

O elefante na sala: Warner Bros. Discovery

“No topo três, não no fundo três.” O mantra de Ellison sustenta duas propostas para a WBD já feitas (segundo fontes do mercado), com Netflix a rondar a jogada (talvez para inflacionar o preço). Se resultar, o grupo herdará HBO, DC, partes de Harry Potter e uma biblioteca de outro planeta. A WGA já avisou: seria “um desastre para os escritores, consumidores e a concorrência” e promete lutar junto dos reguladores. Analistas mais frios deixam a cautela clássica: “quase todos os megamergers de media acabam mal” — integração lenta, sinergias que não aparecem, três anos de digestão.

O risco regulatório… e o trunfo político

Críticos sublinham que a aprovação do negócio Paramount-Skydance pelo actual governo, bem como o conforto com a compra parcial de TikTok por um consórcio onde está Larry Ellison, mostram uma janela política favorável. O próprio Presidente terá dito, em voo de imprensa, que os Ellison “farão a coisa certa”. Mas história e antitrust não costumam ser indulgentes com consolidações gigantes — sobretudo quando noticiários e entretenimento se cruzam.

O que isto significa para o Cinema (e para nós, espectadores)

No curto prazo, mais filmes e mais marcas reconhecíveisTop GunDays of ThunderStar TrekCall of Duty e afins. No médio prazo, uma aposta total em dados e IA para calibrar conteúdos e campanhas. No longo prazo, se a WBD cair, duas bibliotecas colossais sob a mesma égide — com vantagens claras de escala… e riscos sérios de concentração, homogeneização criativa e impacto laboral (já visível nos cortes).

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No meio de tudo, Tom Cruise aparece como termómetro do box office (e Ellison sabe isso). Se o actor embarcar em novas missões com a Paramount, a mensagem é inequívoca: as salas ainda mandam — e a Paramount quer voltar a ser a casa dos eventos cinematográficos.

The Mummy Regressa com Brendan Fraser e Rachel Weisz — A Dupla Original Está de Volta à Aventura

Depois de décadas de rumores e tentativas falhadas, a Universal confirmou o regresso dos protagonistas da saga de 1999 para um novo capítulo realizado pela dupla de Radio Silence. A múmia desperta — e desta vez, com os verdadeiros heróis.

Preparem o pó do deserto e o livro dos mortos: Rick O’Connell e Evelyn Carnahan estão de volta.

Mais de 25 anos depois de The Mummy (1999) e The Mummy Returns (2001) terem conquistado o público com ação, humor e romance à moda antiga, Brendan Fraser e Rachel Weisz estão oficialmente em negociações para regressar à saga que os tornou ícones de uma geração.

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Segundo o The Hollywood Reporter, a nova aventura será realizada pela dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, conhecidos como Radio Silence (Scream VReady or Not), com argumento de David Coggeshall (Orphan: First Kill).

O novo filme irá continuar a história dos protagonistas originais, ignorando as sequelas posteriores — incluindo The Mummy: Tomb of the Dragon Emperor (2008), onde Fraser regressou sem Weisz.

Um regresso pedido pelos fãs

Ao longo de mais de duas décadas, várias tentativas foram feitas para ressuscitar a franquia, mas nenhuma conseguiu igualar o charme da dupla original. O caso mais notório foi o reboot de 2017 com Tom Cruise, um fracasso monumental que levou a Universal a suspender o seu ambicioso “Dark Universe”.

A mensagem foi clara: os fãs não queriam apenas outra múmia — queriam aqueles heróis.

Fraser, que nos últimos anos viveu uma poderosa revalorização de carreira com The Whale (que lhe valeu o Óscar de Melhor Ator), e Weisz, vencedora do mesmo prémio por The Constant Gardener, reúnem-se agora para um regresso que promete equilibrar nostalgia e reinvenção.

“O público quer voltar àquela mistura única de aventura, humor e terror sobrenatural. E ninguém o faz como Brendan e Rachel”, comentou uma fonte próxima da produção ao THR.

O que esperar deste novo The Mummy

Embora os detalhes de enredo permaneçam em segredo, tudo indica que o novo capítulo retomará a história dos O’Connell, explorando as consequências das suas antigas aventuras no Egito e reintroduzindo o misticismo e a atmosfera pulp que definiram a trilogia original.

O projeto junta-se à crescente lista de filmes da Universal dedicados aos seus monstros clássicos, agora revitalizados com abordagens modernas e autorais — uma linha que inclui o sucesso recente de The Invisible Man (2020).

De regresso ao deserto (e ao cinema de aventura clássico)

A promessa é clara: voltar à essência do cinema de entretenimento que marcou o final dos anos 90 — épico, divertido e filmado com o coração.

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Entre rumores de múmias, maldições e o inevitável “Book of the Dead”, os fãs só pedem uma coisa: que este regresso tenha a alma dos originais.

E se há algo que Fraser e Weisz provaram ao longo dos anos, é que algumas aventuras merecem ser desenterradas.

O Predador: Primeira Presa — Quando a Caçadora se Torna a Caçada

A saga Predador regressa às origens com uma história ambientada no século XVIII e protagonizada por uma guerreira Comanche que enfrenta o primeiro caçador alienígena a pisar a Terra. Estreia a 7 de novembro, às 21h30, no TVCine Top.

Antes das metralhadoras e da selva do Vietname, antes de Schwarzenegger e das caçadas futuristas, houve apenas a floresta, o instinto — e a sobrevivência. O Predador: Primeira Presa transporta o lendário universo de Predador para o século XVIII, nas vastas planícies da América do Norte, onde uma jovem guerreira da Nação Comanche enfrenta uma ameaça que desafia tudo o que conhece.

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A estreia está marcada para sexta-feira, 7 de novembro, às 21h30, no TVCine Top e TVCine+, e promete uma das reinterpretações mais originais da saga de ficção científica e ação.

Uma nova heroína no centro da lenda

A protagonista Naru, interpretada por Amber Midthunder, é uma jovem caçadora determinada a provar o seu valor na tribo. Treinada desde pequena para ler os sinais da floresta e caçar, ela luta contra o preconceito e a desconfiança dos seus pares — até que um inimigo desconhecido começa a eliminar tanto predadores como presas com uma brutalidade nunca vista.

O que Naru descobre é o impensável: um Predador primitivo, uma versão ancestral do caçador alienígena que viria a aterrorizar gerações. Sem armas tecnológicas, mas com uma inteligência aguçada e ligação profunda à terra, Naru torna-se o verdadeiro adversário de uma criatura vinda das estrelas.

“Não se trata apenas de caçar — trata-se de sobreviver, de lutar por quem somos e pelo que acreditamos”, diz o realizador Dan Trachtenberg (10 Cloverfield Lane), que assina este regresso ousado ao universo Predador.

Um olhar diferente sobre o mito

Mais do que um thriller de sobrevivência, O Predador: Primeira Presa é também um tributo à cultura Comanche e à sua relação com o território. O filme foi desenvolvido em colaboração direta com representantes da comunidade nativa americana e inclui uma versão integral em língua Comanche, um gesto histórico e simbólico no cinema mainstream.

Trachtenberg combina o suspense e a brutalidade da saga com uma abordagem visual e emocional profundamente humana, transformando o confronto entre Naru e o Predador num ritual de força, inteligência e resistência cultural.

Com uma cinematografia hipnotizante e um ritmo que alterna o silêncio da caça com a intensidade da luta, o filme conquista tanto os fãs de longa data da franquia como os novos espectadores.

De regresso às origens da saga

Ao redefinir o ponto de partida do mito, O Predador: Primeira Presa não é apenas uma prequela — é uma reconstrução da essência do monstro. Aqui, o terror não vem das armas futuristas, mas da escuridão, da natureza e do instinto ancestral de sobrevivência.

Um duelo entre o humano e o inumano, entre o espírito guerreiro e a força bruta.

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Não é apenas uma nova história. É o primeiro confronto — e, talvez, o mais puro.

🗓 Estreia: 7 de novembro, às 21h30

📺 Onde ver: TVCine Top e TVCine+

Lionsgate Assume o Comando de Rambo e Os Mercenários: Novo Acordo com a Millennium Abre Caminho para Prequela e Expansão do Universo de Ação

O estúdio responsável por franquias como John Wick e The Hunger Games reforça o seu império de ação ao adquirir os direitos de Os Mercenários e liderar a produção de John Rambo, a aguardada prequela da saga imortalizada por Sylvester Stallone.

O músculo cinematográfico da Lionsgate acaba de ganhar novos reforços de peso. O estúdio fechou um acordo estratégico com a Millennium Films que lhe garante os direitos para desenvolver e produzir todos os derivados de Os Mercenários (The Expendables), além de assegurar a distribuição mundial de John Rambo — o sexto capítulo da lendária saga criada por Sylvester Stallone.

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O acordo, confirmado esta semana, consolida a Lionsgate como estúdio líder e parceira principal da Millennium em todos os futuros projetos relacionados com Rambo — tanto no cinema como na televisão — e inclui ainda o direito de criar novas séries, videojogos e experiências imersivas inspiradas no universo de Os Mercenários.

Com esta jogada, a Lionsgate reforça a sua presença num género que domina há anos: a ação com ADN de blockbuster.


“John Rambo”: o passado antes da guerra

O primeiro fruto deste acordo é John Rambo, uma prequela que promete mostrar a origem do herói mais icónico dos anos 80.

Segundo o Deadline, o protagonista será Noah Centineo, conhecido por Black Adam e To All the Boys I’ve Loved Before, que está em negociações finais para assumir o papel do jovem Rambo. O realizador será Jalmari Helander, o cineasta finlandês responsável por Sisu, uma das surpresas mais brutais e estilizadas do cinema recente.

As filmagens estão previstas para 2026 na Tailândia, e o argumento é assinado por Rory Haines e Sohrab Noshirvani(The MauritanianBlack Adam). A produção ficará a cargo da Millennium Media e Templeton Media, com Kevin King TempletonLes Weldon e Jonathan Yunger à frente do projeto.


Uma jogada estratégica de milhões

O acordo dá à Lionsgate os direitos de distribuição global não só da nova prequela, mas também de todos os futuros projetos televisivos baseados em Rambo. O estúdio já detinha a distribuição dos filmes anteriores nos EUA, Canadá e Reino Unido, além de vários territórios na América Latina e no Sudeste Asiático — agora, assume o controlo total da marca.

No caso de Os Mercenários, a Lionsgate torna-se responsável pelo desenvolvimento de filmes e séries derivados, videojogos e extensões digitais da saga que, ao longo de quatro filmes, já arrecadou quase 700 milhões de dólares em bilheteira mundial.

Entre as possibilidades em cima da mesa estão spin-offs focados em personagens secundárias, séries limitadas e até experiências interativas inspiradas nos explosivos mercenários liderados por Stallone e Jason Statham.


Um novo ciclo para dois clássicos da ação

O acordo, negociado por Charlotte Koh e Christopher Davis (Lionsgate) e Trevor Short e Jonathan Yunger(Millennium Media), simboliza um novo fôlego para duas das franquias mais rentáveis do cinema de ação moderno.

Com John Wick e Os Jogos da Fome a garantirem uma base sólida de fãs, a Lionsgate posiciona-se agora como a principal guardiã dos mitos musculados de Hollywood — e prepara-se para reintroduzir Rambo e os Mercenários a uma nova geração de espectadores.

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Se o plano correr bem, podemos estar prestes a assistir à fusão de duas eras do cinema de ação: a dos heróis clássicos e a dos novos rostos que prometem continuar a luta… e as explosões.

As 18 Mentiras de Trump no 60 Minutes: CBS Paga para Reconciliar-se com o Ex-Presidente, que Transforma o Regresso num Festival de Falsidades

Depois de um acordo milionário entre a CBS e a equipa de Donald Trump, o ex-presidente voltou ontem ao 60 Minutes— e respondeu com 90 minutos de distorções, números inventados e ataques às instituições. Hoje, a imprensa independente contabiliza pelo menos 18 mentiras ditas em direto.

60 Minutes voltou ontem a receber Donald Trump, quatro anos depois do confronto tenso com Lesley Stahl, que terminou com o então presidente a abandonar a entrevista a meio. Desta vez, porém, o ambiente foi bem diferente — e não por acaso.

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Em 2024, a CBS celebrou um acordo judicial confidencial com a equipa de Trump, resolvendo um processo movido pelo ex-presidente que acusava o canal de difusão enganosa e “corte manipulativo” da sua entrevista de 2020. O settlement, segundo fontes citadas por vários meios americanos, envolveu uma compensação financeira substancial e o compromisso da CBS em conceder uma nova entrevista “sem interferências editoriais”.

Ontem à noite, essa entrevista foi finalmente para o ar — e o resultado foi, no mínimo, paradoxal: o programa histórico de jornalismo de investigação converteu-se num palco de desinformação televisiva, com Trump a repetir pelo menos 18 afirmações falsas ou enganosas, segundo as análises publicadas esta manhã por CNN, BBC, The Guardian, PolitiFact e Associated Press.

O regresso da desinformação em horário nobre

Durante cerca de 90 minutos de conversa (dos quais 28 foram emitidos em antena), Norah O’Donnell tentou manter o tom cordial e seguir o guião de uma entrevista “neutra”. Trump, por sua vez, aproveitou a ocasião para repetir narrativas falsas e teorias conspiratórias já desmentidas há anos.

Logo no arranque, afirmou que:

  • “A eleição de 2020 foi roubada”, sem apresentar provas;
  • “A inflação desapareceu”, embora os dados oficiais mostrem uma taxa homóloga de 3%;
  • “Os preços das compras estão a descer”, quando o índice de preços dos alimentos subiu 2,7% no último ano;
  • e que “17 biliões de dólares” estariam a ser investidos nos EUA, o dobro do número publicado pela própria Casa Branca.

Em poucas frases, Trump conseguiu distorcer a economia, a política externa e a história recente — e fez tudo isso sem interrupções significativas.

O momento mais surreal: “Cada barco abatido mata 25 mil americanos”

Entre as pérolas mais notórias, o ex-presidente declarou que cada barco de tráfico de droga destruído pelo exército norte-americano equivalia a “25 mil mortes americanas”.

CNN Fact Check classificou a frase como “absurda”: em 2024, os EUA registaram 82 mil mortes por overdose, e os barcos visados nas operações não transportavam fentanil (nem são essa a rota habitual). Como resumiu um professor da Johns Hopkins University:

“É como dizer que quatro barcos equivalem a resolver quatro anos de crise de opioides. Não tem qualquer ligação com a realidade.”

Guerras imaginárias e factos reinventados

Trump afirmou também que “acabou com oito guerras” — listando conflitos que nunca existiram, como “Egipto e Etiópia”, ou que continuam ativos, como “Israel e Hamas”.

Outras declarações falsas incluíram:

  • Que “Joe Biden deu 350 mil milhões à Ucrânia” (quando o total auditado é inferior a 100 mil milhões).
  • Que “25 milhões de migrantes” entraram nos EUA sob Biden (o número real é menos de 11 milhões de encontros, muitos com expulsão imediata).
  • Que “os democratas querem 1,5 biliões de dólares para apoiar imigrantes ilegais”, confundindo um pacote orçamental geral com programas de imigração que nem sequer abrangem indocumentados.

Também garantiu que quase “50% dos presidentes” invocaram o Insurrection Act, quando o Brennan Center for Justice confirma que apenas 17 em 45 o fizeram — e que a Presidential Records Act lhe permitiria guardar documentos da Casa Branca, o que é legalmente falso.

A CBS entre a diplomacia e o dano reputacional

A emissão de ontem foi, em teoria, parte de um esforço da CBS para “normalizar relações” com Trump — mas acabou por gerar críticas severas à postura da estação.

Jornalistas e académicos consideraram que a entrevista “decorreu num tom quase deferente”, sem o habitual contraponto incisivo do 60 Minutes, e que o canal “subestimou a capacidade de Trump em usar o palco mediático como megafone político”.

Apesar disso, a CBS publicou a transcrição integral e 73 minutos de vídeo não editado no seu site, num gesto de transparência que procura mitigar a controvérsia. Norah O’Donnell, por sua vez, descreveu o encontro como “intenso, imprevisível e exaustivo”.

A lição do dia seguinte

Hoje, praticamente toda a imprensa independente nos EUA fala da mesma coisa: as 18 mentiras de Trump em horário nobre. Não é apenas uma contagem simbólica — é um retrato do estado atual da política americana, onde o discurso factual disputa espaço com o espetáculo e a retórica.

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A ironia é que, num programa célebre por entrevistas históricas, Trump conseguiu transformar o 60 Minutes num exercício de fact-checking em tempo real — e a CBS, talvez sem querer, num palco de desinformação supervisionada.

James Cameron Presta Tributo a Adam Greenberg: “Não Poderia Ter Feito Terminator Sem Ele”

O realizador de Avatar e Titanic homenageou o lendário diretor de fotografia Adam Greenberg, falecido aos 88 anos, recordando-o como “um mestre” e “uma inspiração que iluminou toda uma geração de cineastas”.

O cinema perdeu uma das suas grandes luzes. O diretor de fotografia Adam Greenberg, nomeado para o Óscar por Terminator 2: Judgment Day, morreu aos 88 anos, e James Cameron — o homem que o dirigiu em dois dos filmes mais icónicos do século XX — prestou-lhe uma sentida homenagem.

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Num comunicado divulgado à Deadline, Cameron descreveu Greenberg como “um mestre da luz e da cor” e confessou que aprendeu com ele lições que ainda hoje o acompanham:

“Aprendi tanto com o Adam — não apenas sobre cinematografia, mas sobre o espírito de fazer cinema de forma independente. Ele nunca deixou que as limitações orçamentais o impedissem de criar arte. Tinha uma energia lutadora, um espírito prático e criativo que me inspirou desde o primeiro dia.”

De The Terminator à perfeição técnica de Judgment Day

Greenberg, nascido em Israel, começou a sua carreira a filmar produções locais antes de se mudar para os Estados Unidos, onde se tornaria diretor de fotografia de The Terminator (1984) — o filme que lançou James Cameron para a ribalta e redefiniu a ficção científica moderna.

Sete anos mais tarde, o reencontro entre os dois em Terminator 2: Judgment Day elevou o patamar técnico e estético da saga, valendo a Greenberg uma nomeação ao Óscar de Melhor Fotografia. Cameron recorda-o como “um perfeccionista da luz e da precisão cromática”:

“Estávamos a rever a versão 3D de T2 e eu discutia com o colorista porque achava que os azuis estavam demasiado roxos. O Adam chegou, olhou e disse: ‘Jim, não achas que precisa de um ponto de ciano?’ — vinte anos depois, ele lembrava-se da cor exacta de uma cena noturna. Isso é precisão. Hoje, vejo cores com os olhos dele.”

O mestre da luz e da noite

Cameron acrescentou que Greenberg o ensinou a usar a cor como narrativa visual e que ninguém filmava cenas noturnas com tanta mestria:

“Ninguém fazia fotografia nocturna como o Adam. Eu orgulho-me da minha câmara de mão, mas aprendi tudo isso sentado ao lado dele. Ele era o mestre.”

O realizador de Avatar e Titanic destacou ainda que Greenberg inspirou toda uma geração de cineastas:

“Houve uma geração inteira que foi influenciada por ele, e um pequeno grupo de nós teve o privilégio de aprender diretamente ao seu lado. O seu talento e espírito farão muita falta.”

Um legado de luz

Ao longo da carreira, Adam Greenberg trabalhou em dezenas de filmes, sempre com a mesma dedicação artesanal. Do cinema israelita à Hollywood dos anos 80 e 90, foi um dos responsáveis por traduzir o olhar de realizadores como Cameron, J. Lee Thompson e Kathryn Bigelow em imagens inesquecíveis.

O também diretor de fotografia Avraham Karpick, que trabalhou com Greenberg em The Ambassador (1984), confirmou a sua morte e lembrou-o como “um artista meticuloso, generoso e apaixonado pela imagem”.

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A sua partida deixa uma sombra profunda — mas, como bem diria James Cameron, a luz de Adam Greenberg continuará a brilhar em cada fotograma que ajudou a criar.

John Oliver Arrasa Trump Pelo Baile “Great Gatsby” Enquanto Milhões Ficam Sem Apoio Alimentar

O apresentador de Last Week Tonight criticou o ex-presidente por organizar uma festa luxuosa em Mar-a-Lago no mesmo dia em que o seu governo suspendeu os benefícios alimentares para 42 milhões de americanos.

Enquanto milhões de famílias norte-americanas ficaram sem apoio alimentar, Donald Trump decidiu vestir o fato de Jay Gatsby e dar uma festa de Halloween em Mar-a-Lago. O contraste — entre a opulência dourada da festa e o desespero de quem depende do programa SNAP (Supplemental Nutrition Assistance Program) — não passou despercebido a John Oliver, que dedicou boa parte do episódio deste domingo de Last Week Tonight a desmontar o absurdo da situação.

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O comediante britânico, conhecido por misturar sátira e indignação em doses precisas, não poupou palavras:

“Não é só insultuoso”, começou Oliver, “é também um murro no estômago para qualquer aluno do secundário que acabou de escrever um ensaio de 4.000 palavras sobre O Grande Gatsby como uma reflexão sobre o colapso do Sonho Americano — e depois liga a CNN e vê que afinal é apenas um livro sobre ricos a fazerem festas.”

“A Little Party Never Killed Nobody”?

O tema da festa, revelou Oliver, era “A Little Party Never Killed Nobody” — “Uma pequena festa nunca matou ninguém”. A ironia, claro, não lhe escapou:

“Pois, é verdade. Uma pequena festa pode não matar ninguém. Mas um Grand Old Party [jogo de palavras com GOP, o Partido Republicano] é perfeitamente capaz de destruir milhões de vidas — e, infelizmente, eles não parecem dar uma única porcaria de mármore e ouro sobre isso.”

A crítica de Oliver surge após o governo Trump ter suspenso os benefícios alimentares do SNAP a mais de 42 milhões de americanos, alegando restrições legais sobre o uso de fundos de contingência do Departamento da Agricultura.

Um país dividido entre champanhe e filas no banco alimentar

A medida gerou indignação e múltiplas ações judiciais de estados e cidades, tentando forçar a administração a desbloquear os 6 mil milhões de dólares reservados para emergências. Dois juízes federais já ordenaram a utilização desses fundos, mas o governo insiste que “precisa de mais orientação jurídica” — um processo que poderá atrasar os pagamentos por várias semanas, mesmo no melhor cenário.

Entretanto, bancos alimentares em todo o país registam um aumento drástico de procura, enquanto Trump continua a culpar os democratas pelo impasse orçamental que levou ao encerramento parcial do governo.

Na sua rede Truth Social, o ex-presidente chegou a afirmar que seria “uma honra fornecer o financiamento, tal como fiz com os militares e a polícia” — uma frase que, para John Oliver, resume perfeitamente o cinismo da administração: “Grande Gatsby, versão MAGA: um império de ouro e espelhos que ignora a fome à sua volta.”

A sátira como resistência

Com o seu humor ácido e lucidez desconcertante, Oliver voltou a transformar o noticiário em crítica social — lembrando que, por detrás das festas de luxo e das manchetes políticas, há milhões de pessoas a lutar apenas por um prato de comida.

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E enquanto Trump dança entre colunas douradas ao som de “A Little Party Never Killed Nobody”, o resto da América pergunta-se quem paga a conta dessa festa.