“Smile 2” lidera bilheteiras com estreia de 23 milhões de dólares

A sequela do thriller psicológico “Smile”, intitulada “Smile 2”, estreou no topo das bilheteiras norte-americanas, arrecadando 23 milhões de dólares no seu fim de semana de estreia. O filme, classificado para maiores de 18 anos, conseguiu igualar as expectativas e manter o ritmo do primeiro “Smile”, que estreou com 22,6 milhões de dólares em 2022 e acabou por se tornar um sucesso surpresa, atingindo os 105 milhões nos EUA e 217 milhões globalmente.

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“Smile 2”, dirigido novamente por Parker Finn, contou com um orçamento de 28 milhões de dólares e é protagonizado por Naomi Scott, que interpreta uma cantora pop que começa a experienciar uma série de eventos perturbadores durante uma digressão. A sequela também foi lançada em mercados internacionais, arrecadando 23 milhões de dólares fora dos EUA, totalizando um arranque global de 46 milhões.

O filme foi bem recebido pelo público, obtendo uma classificação de “B” no CinemaScore, uma ligeira melhoria em relação ao primeiro filme, que tinha recebido um “B-”. Estes números confirmam o apelo do género de terror psicológico entre os espectadores e reforçam o sucesso da franquia “Smile” para a Paramount Pictures.

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O filme estreou em Portugal no passado dia 17 de Outubro.

Xavier Dolan Retorna ao Cinema Após Longa Pausa

O talentoso realizador canadiano Xavier Dolan, conhecido pelo seu trabalho em filmes como Mamã e Amores Imaginários, anunciou que está a preparar o seu regresso ao grande ecrã após uma pausa de seis anos. O realizador, que em 2022 expressou dúvidas sobre a sua continuidade na indústria cinematográfica, revelou no Festival Lumière, em Lyon, que já tem um argumento pronto e que pretende começar as filmagens em 2025.

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Descrito como um “enfant terrible” do cinema, Dolan marcou a última década com uma série de filmes aclamados, mas nos últimos anos tinha revelado uma profunda desmotivação em relação ao cinema e ao mundo, em parte devido às suas próprias desilusões profissionais, como foi o caso do filme A Minha Vida com John F. Donovan. Contudo, Dolan parece ter reencontrado a paixão pelo cinema com este novo projeto, que se passa em 1895 no ambiente das elites literárias de Paris. Segundo o realizador, será uma obra híbrida, misturando vários géneros, com elementos cómicos e momentos sombrios.

A pausa de Dolan incluiu uma incursão pela televisão com a série A Noite em que Logan Despertou, disponível na plataforma Filmin, mas este novo filme marcará o seu regresso ao formato cinematográfico que o tornou famoso. Durante o Festival Lumière, Dolan explicou que o argumento do novo filme está pronto, mas que só avançará com a rodagem quando sentir que o projeto está totalmente alinhado com a sua visão artística.

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Aos 35 anos, Dolan reflete sobre a sua evolução enquanto cineasta e como a sua visão do mundo tem influenciado o seu trabalho. Este próximo filme, previsto para estrear em 2026, será um marco importante no que parece ser o “segundo capítulo” da sua carreira.

Será que os Actores Podem Beber Álcool Real Durante as Filmagens?

No mundo do cinema, muitas vezes surge a questão: os actores podem beber álcool verdadeiro enquanto filmam cenas em que os seus personagens estão a beber? Embora a ideia possa parecer simples, a realidade é mais complexa, e a resposta depende de vários factores, incluindo a fama do actor, as exigências do realizador ou produtor, e até as implicações legais envolvidas.

A Realidade das Filmagens com Bebidas Alcoólicas

De modo geral, os actores não consomem álcool real enquanto filmam. Há várias razões para isso, sendo a principal a natureza imprevisível do álcool e os seus efeitos. Ficar embriagado pode prejudicar o desempenho de um actor, fazendo-o esquecer as suas falas, alterar o tom da voz, ou até causar comportamentos indesejados como tropeçar ou vomitar. Tudo isto pode arruinar uma filmagem e forçar a equipa a refazer a cena, o que implica custos adicionais e perda de tempo.

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Por exemplo, no início da carreira de Richard Gere, antes de se tornar uma estrela com filmes como American Gigolo e Pretty Woman, ele foi despedido de uma produção por comportamento impróprio no set, após uma briga com Sylvester Stallone. Este tipo de comportamento é considerado inaceitável em qualquer produção profissional.

Além disso, filmar uma cena pode exigir múltiplas tentativas de vários ângulos. Se um actor comete erros, toda a cena tem de ser repetida. Um exemplo famoso envolve Marlon Brando e Frank Sinatra durante as filmagens de Guys and Dolls. Brando, chateado com as críticas de Sinatra ao seu estilo de “method acting”, intencionalmente errou as suas falas durante uma cena em que Sinatra tinha de comer cheesecake, sabendo que ele detestava a sobremesa. Como resultado, Sinatra teve de comer tantas fatias que acabou por se sentir mal.

Substituições de Álcool no Set

Para evitar esses problemas, as produções cinematográficas usam substitutos para as bebidas alcoólicas. Para imitar bebidas claras como vodka, tequila ou gin, é comum utilizar água. Para simular bebidas escuras como whisky ou bourbon, são usados chá ou sumo de maçã. O vinho é substituído por sumo de uva ou de arando, e para simular café, os actores muitas vezes bebem Diet Coke (pois ninguém quer beber café frio durante várias horas de filmagens).

Um exemplo famoso do uso de substitutos foi no filme Lost in Translation, onde Bill Murray interpreta uma estrela americana a gravar um anúncio de whisky no Japão. Na realidade, Murray não estava a beber whisky, mas sim chá.

Excepções Notáveis e o Uso de Álcool em Cenas Íntimas

Apesar das regras gerais, há excepções, especialmente em cenas que exigem maior vulnerabilidade emocional. Por vezes, os actores optam por beber álcool real antes de cenas particularmente difíceis ou íntimas. No filme Black SwanNatalie Portman e Mila Kunis beberam antes de filmarem uma cena íntima para relaxar os nervos. Da mesma forma, Margot Robbie revelou que tomou três shots de tequila antes de filmar uma cena com Leonardo DiCaprio em The Wolf of Wall Street.

Há também exemplos de actores que escolhem beber álcool real para o bem da autenticidade. Ralph Fiennes, por exemplo, bebeu durante as filmagens de Schindler’s List, para mergulhar mais profundamente no seu papel. E há ainda os que adotam a abordagem de method acting, como Nicolas Cage em Leaving Las Vegas, onde o actor, que interpretava um alcoólico, bebeu de verdade para representar o seu papel.

No entanto, estes casos são raros e, geralmente, limitados a actores de grande renome, cuja presença é indispensável para a produção. Se um actor muito famoso decide beber, muitas vezes a produção tem de acomodar essa decisão, pois o filme não pode continuar sem ele. Contudo, é improvável que um actor se comporte desta forma num set dirigido por um realizador de renome, como Steven Spielberg ou Christopher Nolan, onde o profissionalismo é essencial.

As Implicações Legais e Contratuais

Para actores com antecedentes de alcoolismo, como foi o caso de Robert Downey Jr., há implicações contratuais severas. Quando RDJ estava a tentar recuperar a sua carreira após a sobriedade, as seguradoras recusavam-se a cobrir as suas participações em filmes, temendo uma recaída. Foi apenas graças a Mel Gibson, que pagou a caução de seguro de RDJ, que o actor conseguiu voltar ao trabalho.

Em situações como esta, os actores muitas vezes são obrigados a assinar contratos que proíbem explicitamente o consumo de álcool no set. Se estes contratos forem violados, as penalidades podem incluir a perda de salário, rescisão de contrato, ou até processos judiciais.

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Conclusão

No mundo do cinema, beber álcool real durante as filmagens é, na maioria das vezes, desencorajado e até proibido, tanto por razões de profissionalismo como por questões legais. Embora haja excepções, estas costumam envolver actores de grande renome, que conseguem negociar certas liberdades no set. Para a maioria, contudo, o álcool é substituído por alternativas seguras, garantindo que as filmagens ocorram sem complicações.

Netflix Anuncia Nova Série de “Orgulho e Preconceito”: Um Clássico de Jane Austen em Novos Moldes

Os fãs de Jane Austen podem começar a antecipar uma nova adaptação do seu romance mais famoso, Orgulho e Preconceito, agora em desenvolvimento pela Netflix. A série, que será escrita por Dolly Alderton, autora do aclamado livro Everything I Know About Love, promete trazer uma nova visão à intemporal história de Elizabeth Bennet e Mr. Darcy. Alderton, que também já adaptou a sua obra para televisão, será a responsável pelos guiões deste novo projeto.

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Embora ainda não haja elenco confirmado e a Netflix não tenha dado luz verde oficialmente, a notícia já está a gerar bastante expectativa entre os seguidores de Austen e os fãs de adaptações literárias. A plataforma de streaming já tem alguma experiência no universo de Jane Austen, após o lançamento da sua versão de Persuasão em 2022, protagonizada por Dakota Johnson.

Orgulho e Preconceito, publicado pela primeira vez em 1813, segue a história de Elizabeth Bennet, uma jovem inteligente e determinada, que navega pelas complexidades do amor, do orgulho e, claro, do preconceito, à medida que a sua relação com Mr. Darcy evolui. Este clássico literário foi adaptado diversas vezes para cinema e televisão, sendo a versão mais icónica a de 2005, protagonizada por Keira Knightley e Matthew Macfadyen, e a série de 1995 da BBC, com Colin Firth e Jennifer Ehle.

Dolly Alderton, a argumentista desta nova série, é uma das vozes mais frescas da literatura britânica contemporânea e já se destacou com a série baseada no seu próprio livro Everything I Know About Love. Agora, promete trazer a sua abordagem moderna e emocional para esta nova versão de Orgulho e Preconceito. O objetivo será, sem dúvida, capturar a essência dos personagens, ao mesmo tempo que oferece uma narrativa que ressoe com as audiências atuais.

Além desta nova adaptação da Netflix, a BBC também anunciou uma série spin-off baseada em Orgulho e Preconceito, focada em Mary Bennet, a irmã menos conhecida de Elizabeth. Intitulada The Other Bennet Sister, esta produção, realizada pela produtora de Doctor Who, Bad Wolf, também está a gerar grande curiosidade no público.

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Com tantas novidades no universo Austen, o mundo literário e os seus fãs podem esperar uma verdadeira revitalização das suas obras nos próximos anos. Será interessante ver como a Netflix, com Alderton ao leme, irá interpretar este romance tão amado.

Os 10 Melhores Filmes de Jason Statham, Segundo a Collider

Jason Statham consolidou-se como uma das figuras mais icónicas do cinema de ação, com uma carreira que abrange quase três décadas. A Collider elaborou uma lista com os 10 melhores filmes da sua carreira, que mostra o melhor do seu trabalho. Aqui está a lista em ordem decrescente:

10. The Expendables (2010)

The Expendables foi um verdadeiro sonho para os fãs de filmes de ação, ao juntar várias gerações de estrelas icónicas do género, incluindo Sylvester Stallone, Arnold Schwarzenegger e Bruce Willis. Statham, no papel de Lee Christmas, traz uma energia inigualável às cenas de combate e é um dos principais destaques do filme.

9. Operation Fortune: Ruse de Guerre (2023)

Realizado por Guy Ritchie, Operation Fortune reúne Statham com o realizador que ajudou a lançar a sua carreira. A história de um grupo de agentes secretos que recruta uma estrela de cinema para uma missão perigosa é cheia de humor e ação, com Statham a liderar um elenco talentoso. Apesar de ser subestimado, o filme é um dos melhores no portefólio recente de Statham.

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8. Wrath of Man (2021)

Outra colaboração entre Guy Ritchie e Statham, Wrath of Man é um thriller sombrio que mostra Statham no papel de H, um homem que trabalha para uma empresa de transporte de dinheiro e que está em busca de vingança. As cenas de ação intensas e o enredo cheio de suspense tornam este filme uma adição impressionante à filmografia de Statham.

7. The Beekeeper (2024)

The Beekeeper é uma história de vingança brutal, onde Statham interpreta um homem que luta contra uma organização corrupta que explora idosos. Com David Ayer na direção, este filme leva a ação a novos extremos, e Statham brilha como um herói implacável e determinado a fazer justiça, num dos papéis mais intensos da sua carreira.

6. Crank (2006)

Com um dos conceitos mais loucos da carreira de Statham, Crank coloca-o no papel de Chev Chelios, um homem que precisa de manter a adrenalina elevada para sobreviver. O ritmo frenético do filme, combinado com a ação absurda e o humor negro, faz de Crank um clássico de culto entre os fãs de ação.

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5. Crank 2: High Voltage (2009)

Se o primeiro Crank já era surreal, Crank 2 leva a premissa ao extremo. Statham regressa como Chev Chelios, desta vez forçado a manter a eletricidade a fluir no seu corpo para continuar vivo. O filme é ainda mais exagerado do que o original, e a performance de Statham mostra a sua capacidade de equilibrar ação intensa com momentos de humor excêntrico.

4. Furious 7 (2015)

Em Furious 7, Statham assume o papel de Deckard Shaw, um vilão determinado a vingar o seu irmão. A sua presença ameaçadora e as cenas de ação de cortar a respiração fazem de Furious 7 um dos melhores filmes da franquia Fast & Furious. Além disso, o filme é notável pela forma emocional como lida com a despedida do personagem de Paul Walker.

3. The Italian Job (2003)

The Italian Job é um remake do clássico de 1969, e Statham interpreta Handsome Rob, o motorista do grupo de ladrões. O filme é recheado de ação e perseguições de carros, com Statham a mostrar a sua habilidade para combinar humor com sequências de ação emocionantes. É um dos filmes mais divertidos da sua carreira.

2. Lock, Stock and Two Smoking Barrels (1998)

O filme que deu a Statham o seu primeiro grande papel no cinema, Lock, Stock and Two Smoking Barrels, realizado por Guy Ritchie, é uma comédia de crimes que mistura personagens peculiares com diálogos afiados. O papel de Bacon, um criminoso envolvido num esquema que corre mal, mostrou ao mundo o talento de Statham e lançou a sua carreira.

1. Snatch (2001)

No topo da lista está Snatch, outro clássico de Guy Ritchie. O filme é uma comédia de crimes ambientada no submundo londrino, com Statham a interpretar Turkish, um promotor de boxe que se vê envolvido num esquema criminoso. O ritmo acelerado, o humor negro e a narrativa intrincada fazem de Snatch um dos melhores filmes da carreira de Jason Statham.


Jason Statham continua a ser uma das maiores estrelas de ação de Hollywood, e estes filmes representam o melhor da sua carreira. Seja em papéis de vilão ou herói, Statham trouxe energia, carisma e talento físico para o cinema de ação, deixando uma marca indelével no género.

Flatulência de Will Smith Parou Filmagens de “Homens de Negro”, Revela Realizador

As filmagens do icónico filme “MIB – Homens de Negro” de 1997 ficaram marcadas por um momento inusitado que forçou a equipa a interromper a produção por várias horas — e tudo por causa de uma situação de flatulência protagonizada por Will Smith. O realizador do filme, Barry Sonnenfeld, revelou recentemente este incidente cómico que envolveu Smith e o seu colega de elenco Tommy Lee Jones durante a rodagem de uma cena crítica.

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O episódio foi partilhado por Sonnenfeld no podcast “Let’s Talk Off Camera With Kelly Ripa”, onde descreveu o momento em que Will Smith e Tommy Lee Jones estavam a filmar uma cena num carro modificado, que viajava em hipervelocidade e acabava por capotar. Para filmar a cena, os dois atores foram “hermeticamente fechados” numa cápsula que simulava o veículo, com o objetivo de recriar o ambiente de alta velocidade. O problema surgiu quando o espaço confinado e a flatulência de Smith se tornaram uma combinação desastrosa.

De acordo com Sonnenfeld, enquanto as câmaras estavam a rolar, Will Smith rapidamente percebeu o embaraçoso problema e pediu desculpa ao seu colega de cena: “Oh, Jesus, lamento muito. Tommy, lamento muito. Lancem a escada.” Ao que Tommy Lee Jones, num gesto de camaradagem, respondeu: “Está tudo bem, Will. Não te preocupes.” Contudo, o realizador revelou que, embora não tivesse compreendido de imediato o que se passava, tudo ficou claro quando viram Jones a sair rapidamente do espaço confinado, enquanto a equipa se apressava a trazer uma escada para libertar os atores.

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Sonnenfeld continuou a relatar o incidente: “O Tommy estende a perna enquanto a escada está a subir e desce os degraus a correr. E o que aconteceu foi que Will Smith tem gases. Algumas pessoas são assim. E não queremos estar dentro de um espaço muito pequeno e hermeticamente fechado com os gases do Will Smith.”

O resultado foi uma evacuação do estúdio durante cerca de três horas, enquanto todos se recuperavam do inusitado incidente. O realizador acrescentou ainda de forma bem-humorada: “Ele é um tipo adorável. Só que lança gases. Alguns fazem-no, outros não.”

Este momento embaraçoso, no entanto, não prejudicou o sucesso do filme. “Homens de Negro” tornou-se um dos maiores êxitos de bilheteira de 1997, consolidando Will Smith como uma das maiores estrelas de cinema a nível mundial. O filme originou duas sequelas, lançadas em 2002 e 2012, que, embora não tenham alcançado o mesmo impacto comercial do original, mantiveram o charme e a química entre Smith e Tommy Lee Jones.

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Apesar de este incidente ter ficado nos bastidores, é uma história divertida que acrescenta uma camada de humor aos já cómicos e bem-sucedidos “Homens de Negro”, mostrando que até as maiores estrelas de Hollywood têm momentos inesperados.

Médico Acusado pela Morte de Matthew Perry Declara-se Culpado

O médico Mark Chavez, de 54 anos, declarou-se culpado esta quarta-feira num tribunal de Los Angeles por fornecer ilegalmente a droga cetamina, que foi apontada como a causa da morte do ator Matthew Perry, conhecido pelo seu papel icónico como Chandler Bing na série Friends. A acusação de Chavez faz parte de um caso mais amplo que envolve cinco acusados relacionados com a morte de Perry, que ocorreu em outubro de 2023. A sentença de Chavez será conhecida no dia 2 de abril, e o médico enfrenta até 10 anos de prisão.

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Durante o julgamento, Chavez admitiu que obteve a cetamina de um traficante conhecido como Jasveen Sangha, apelidado de “Rainha da Cetamina”, e que entregou 50 ampolas da droga ao assistente de Perry, Kenneth Iwamasa. Metade dessas ampolas foram entregues apenas quatro dias antes da morte do ator. Esta revelação sublinha a gravidade das acusações que Chavez enfrenta, especialmente considerando o impacto global causado pela morte de Perry.

A Morte de Matthew Perry e o Impacto Mundial

Matthew Perry foi encontrado morto na sua casa em outubro de 2023, aos 54 anos, na sua banheira de hidromassagem. A autópsia revelou que a causa da morte foram os “efeitos agudos da cetamina”, uma droga frequentemente utilizada como anestésico em médicos e veterinários, mas que também está a ser investigada pelo seu potencial no tratamento da depressão. Perry estava a tomar a droga como parte de uma terapia supervisionada, uma medida que se revelou fatal.

O nome de Perry transcendeu fronteiras graças à série Friends, exibida de 1994 a 2004, tornando-se uma das sitcoms mais populares de todos os tempos. A série fez com que Perry, juntamente com o elenco principal, se tornasse uma megaestrela global. A sua luta pública contra a dependência de analgésicos e álcool tornou a sua morte ainda mais trágica, gerando uma onda de tristeza entre os fãs e colegas de profissão. O ator tinha falado abertamente sobre as suas batalhas com o vício, o que tornou a sua morte um símbolo de uma luta pessoal de muitos anos.

Outros Acusados Envolvidos no Caso

Além de Mark Chavez, outras quatro pessoas estão envolvidas no caso. Salvador Plasencia, que comprava cetamina de Chavez para revendê-la ao staff de Perry, declarou-se inocente e será julgado em março de 2024, juntamente com Jasveen Sangha, o principal fornecedor da droga. Ambos enfrentam a possibilidade de serem condenados a décadas de prisão, dado o papel central que desempenharam na distribuição ilegal da substância.

Kenneth Iwamasa, assistente pessoal de Perry, também enfrenta acusações graves. Iwamasa admitiu ter injetado cetamina no ator e atuado como intermediário na compra da droga. A sua sentença será anunciada em novembro de 2024. Por fim, Erik Fleming, o quinto acusado, confessou ter distribuído a dose letal que matou Perry e poderá ser condenado por conspiração para distribuir a droga.

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O caso destaca não só o uso indevido de drogas controladas em Hollywood, mas também a rede de profissionais que facilitam o acesso a substâncias perigosas. A morte de Matthew Perry continua a ser um lembrete trágico das lutas pessoais que muitas celebridades enfrentam em silêncio.

“Gritos VII” com Neve Campbell Estreia em Fevereiro de 2026

Os fãs da icónica franquia de terror “Gritos” já podem começar a contar os dias para a próxima dose de horror com “Gritos VII”, que chegará aos cinemas a 27 de fevereiro de 2026. A novidade foi revelada por Neve Campbell, que regressa ao papel de Sidney Prescott, a protagonista que enfrentou o implacável Ghostface ao longo de seis filmes.

Depois de ter recusado participar em Gritos VI devido a uma disputa salarial, Neve Campbell finalmente chegou a acordo com o estúdio, o que permitirá aos fãs ver a icónica personagem de volta à ação. Segundo Campbell, o novo filme será “um dos mais intensos e emocionantes da saga”, prometendo novas reviravoltas e mortes criativas que mantêm a fórmula do slasher moderno.

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O realizador Kevin Williamson, criador da franquia, também regressa como argumentista, trazendo o seu toque único de suspense e humor. O sucesso dos filmes recentes tem revitalizado a franquia, com um novo público a juntar-se aos fãs de longa data.

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Com um elenco de estrelas veteranas e novas adições, Gritos VII promete ser um dos grandes lançamentos de terror de 2026, oferecendo mais um confronto épico entre Sidney Prescott e Ghostface. Embora os detalhes da trama ainda estejam sob sigilo, rumores apontam para uma ligação com os eventos do primeiro filme, o que deverá agradar aos fãs mais nostálgicos.

Deadpool & Wolverine: Um dos Filmes Mais Lucrativos do Ano Já Pode Ser Visto em Casa

O aguardado “Deadpool & Wolverine”, estreado nos cinemas em julho de 2024, rapidamente se consolidou como um dos maiores sucessos do ano, quebrando recordes de bilheteira e revitalizando o género de super-heróis. O filme, protagonizado por Ryan Reynolds como Deadpool e Hugh Jackman como Wolverine, tornou-se o segundo filme mais lucrativo de 2024, ficando apenas atrás de outro sucesso da Disney, Inside Out 2. Agora, já é possível assistir a esta obra-prima do cinema de ação a partir do conforto de casa, embora ainda não esteja disponível nas plataformas de streaming convencionais.

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Desde 1 de outubro, que  “Deadpool & Wolverine” está disponível para compra digital em serviços como Prime Video e Apple TV, sendo uma opção para quem não quer esperar pelo lançamento em streaming. Para os fãs mais colecionadores, o filme estará disponível em suporte físico, como DVD e Blu-ray, a partir de 22 de outubro. No entanto, ainda não há uma data oficial para a chegada ao Disney Plus, embora seja expectável que isso aconteça em breve, dado o histórico de lançamentos da Marvel.

Deadpool & Wolverine nos Óscares?

As surpresas não acabam por aqui. De acordo com a Variety, a Disney está a preparar uma grande campanha para levar Deadpool & Wolverine até aos Óscares, propondo Ryan Reynolds na categoria de Melhor Ator Principal e Hugh Jackman como Melhor Ator Secundário. A ambição da Disney passa ainda por candidatar o filme à recém-criada categoria de “Cinematic and Box Office Achievement”, que visa premiar os filmes mais lucrativos do ano.

Além disso, o filme estará na corrida por outros prémios prestigiados, como os Golden Globes, onde será submetido à apreciação nas categorias de Comédia. Reynolds pode disputar um dos lugares na categoria de Melhor Ator (Comédia ou Musical), enquanto Jackman deverá ser proposto para Melhor Ator Secundário em vários dos principais prémios da indústria, como os Golden GlobesScreen Actors Guild Awards e Critics Choice Awards.

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Com o seu humor irreverente, ação desenfreada e química inegável entre os protagonistas, Deadpool & Wolverinepromete ser um dos grandes destaques da temporada de prémios e já é considerado um dos filmes mais emblemáticos do ano.

Deadpool and Wolverine

Meryl Streep em Novo Projeto Televisivo: “Correções” de Jonathan Franzen

A premiada atriz Meryl Streep está de volta ao pequeno ecrã com um novo projeto promissor. Desta vez, a icónica atriz comprometeu-se com a adaptação do aclamado romance “Correções”, do autor Jonathan Franzen, que será transformado numa minissérie produzida pela CBS Studios. A obra, publicada em 2001 e premiada com o National Book Award e o James Tait Black Memorial Prize, explora as complexas dinâmicas familiares de uma família norte-americana ao longo de várias décadas.

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A História dos Lambert

Correções é uma crónica sobre a família Lambert, composta por Alfred e Enid, um casal idoso que enfrenta as dificuldades do envelhecimento, e os seus três filhos adultos. Alfred, um engenheiro reformado, está a sofrer de Parkinson, enquanto Enid, a sua mulher, tenta desesperadamente reunir a família para uma última ceia de Natal. Os três filhos, ChipDenise e Gary, lidam com os seus próprios desafios pessoais e familiares, desde problemas laborais a questões emocionais.

A narrativa, que se estende desde meados do século XX até ao início do novo milénio, oferece uma perspetiva profunda e emocional sobre os conflitos, os laços e as tensões que atravessam as gerações de uma família americana comum.

Uma Segunda Tentativa de Adaptação

Esta será a segunda vez que Correções tenta ser adaptado para o ecrã. Em 2011, a HBO desenvolveu um episódio-piloto com um elenco de luxo, que incluía Chris CooperDianne Wiest e Ewan McGregor, mas o projeto acabou por não avançar. Agora, a CBS Studios está a tomar as rédeas da nova adaptação, embora ainda não tenha revelado em qual plataforma ou canal a minissérie será exibida.

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O Regresso de Meryl Streep

Meryl Streep, que atualmente tem 75 anos, é uma das atrizes mais premiadas da história do cinema, com três Óscares e três Emmys no seu currículo. Depois de se destacar em papéis memoráveis no grande ecrã, como Tia March em As Mulherzinhas (2019) e em filmes lançados por plataformas de streaming como Let Them All Talk (2020), The Prom(2020) e Não Olhem Para Cima (2021), Streep regressa à televisão com esta adaptação de Franzen. Desde 2023, a atriz também tem recebido elogios pela sua participação na série Homicídios ao Domicílio.

Com a riqueza emocional e a profundidade dos temas de Correções, este novo projeto promete ser uma adição de grande destaque ao já vasto e prestigiado portefólio de Meryl Streep.

Tribunal Decide que “Baby Reindeer” Não é Baseada Numa História Verdadeira

A Netflix enfrenta agora um processo judicial depois de um tribunal ter decidido que a série “Baby Reindeer” foi apresentada erroneamente como baseada em factos reais. Fiona Harvey, a mulher cuja história inspirou a personagem Martha na série, acusou a plataforma de streaming de difamação, processando a Netflix em 170 milhões de dólares (cerca de 156 milhões de euros). A decisão foi proferida na passada sexta-feira pelo juiz distrital Gary Klausner, que rejeitou a moção da Netflix para encerrar o processo.

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O tribunal concluiu que a série, apesar de afirmar que se baseia numa história real, incluiu distorções significativas dos eventos, piorando os factos da vida real. O juiz apontou que a Netflix não fez qualquer esforço para confirmar a veracidade dos factos ou disfarçar a identidade da personagem Martha, algo que acabou por incitar os espectadores a identificar Fiona Harvey nas redes sociais. Esta situação levou a que Harvey fosse alvo de ameaças de morte, facto reconhecido pelo tribunal.

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Distorção dos Factos

A série “Baby Reindeer” acompanha a história de Richard Gadd, que interpreta uma versão fictícia de si mesmo, onde a sua personagem (Donny Dunn) é assediada por Martha, uma mulher que lhe enviou milhares de e-mails ameaçadores. Embora a série apresente eventos dramáticos e violentos, o tribunal considerou que muitas das ações atribuídas a Martha são “piores” do que as ocorridas na realidade. O juiz Gary Klausner sublinhou que existe uma grande diferença entre perseguição e agressão física grave, como é retratado na série, afirmando que os factos da vida real foram exagerados e deturpados de maneira a influenciar negativamente a perceção do público sobre a verdadeira Fiona Harvey.

A Identidade de Harvey nas Redes Sociais

Apesar de o nome de Fiona Harvey nunca ser mencionado na série, o público rapidamente conseguiu identificar a mulher na vida real. Isto resultou numa onda de assédio nas redes sociais, que incluiu ameaças à sua segurança. O tribunal responsabilizou a Netflix por não ter tomado as devidas precauções para evitar que a identidade de Harvey fosse descoberta pelos espectadores. O juiz afirmou que a plataforma deveria ter sido consciente do impacto potencial das “falsas declarações” e da “representação da queixosa” através da personagem Martha.

Processo de 170 Milhões de Dólares

Fiona Harvey decidiu processar a Netflix por difamação, exigindo uma indemnização de 170 milhões de dólares. A sua queixa alega que a série prejudicou gravemente a sua reputação e lhe causou danos psicológicos e emocionais. O tribunal aceitou que Harvey pode prosseguir com o processo, dado o impacto negativo que a série teve na sua vida e a falta de esforço por parte da Netflix para investigar a veracidade dos factos ou proteger a sua identidade.

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Desde o lançamento de “Baby Reindeer” na Netflix, o criador da série, Richard Gadd, apelou ao público para que deixasse de tentar identificar as pessoas da vida real que inspiraram a série. Gadd afirmou que, se quisesse que as pessoas reais fossem expostas, teria optado por fazer um documentário em vez de uma série ficcional.

Ataques Racistas e Sexistas Contra “Caça-Fantasmas” de 2016: Realizador Aponta Culpas a Donald Trump

Em 2016, Hollywood procurou relançar a clássica franquia “Caça-Fantasmas” com uma nova versão protagonizada por mulheres. A nova equipa incluiu grandes estrelas como Melissa McCarthyKristen WiigKate McKinnon, e Leslie Jones, ao lado de Chris Hemsworth e participações especiais de alguns dos atores originais do filme de 1984. No entanto, desde que foi anunciada em 2015, a produção tornou-se alvo de ataques violentos nas redes sociais, com críticas sexistas e racistas dirigidas principalmente às mulheres do elenco, em especial a Leslie Jones, a única atriz negra no grupo.

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O realizador Paul Feig, numa entrevista recente ao The Guardian, afirmou que parte da culpa pelos ataques ao filme se deve à retórica utilizada por Donald Trump, na altura candidato à presidência dos Estados Unidos. Segundo Feig, o clima político de 2016 era especialmente hostil, com Hillary Clinton a concorrer contra Trump, e muitos homens a procurarem confronto nas redes sociais.

Paul Feig recorda ainda que Trump criticou publicamente a ideia de refazer filmes icónicos, incluindo Indiana Jones e Caça-Fantasmas, afirmando que mudar o elenco original era inaceitável. Trump, que tinha uma base de apoiantes vocal e ativa nas redes sociais, acabou por contribuir para a polarização da opinião pública sobre o filme.

Apesar do esforço para revitalizar a franquia, o filme foi um fracasso de bilheteira e enfrentou duras críticas, tanto de espectadores quanto de críticos. Além disso, a atriz Leslie Jones foi alvo de ataques racistas e misóginos nas redes sociais, o que levou a várias discussões sobre racismo e sexismo em Hollywood.

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Feig lamentou o impacto que a retórica de Trump teve na perceção do público sobre o filme, afirmando que os ataques transformaram o projeto numa “declaração política” sobre igualdade de género. O diretor sublinha que a intenção nunca foi dividir o público, mas sim oferecer uma nova perspetiva sobre uma história clássica.

Sydney Sweeney Brilha no SNL: Como a Estrela de Euphoria Transformou Críticas em Piadas Icónicas

Sydney Sweeney, atriz.

Sydney Sweeney, conhecida principalmente pelo seu papel na série Euphoria, fez recentemente manchetes não apenas pelo seu talento como atriz, mas também pela sua atitude franca e descomplexada em relação à forma como é percebida pelo público. Durante a sua participação como anfitriã no Saturday Night Live (SNL), em março, Sweeney pediu ativamente que fossem feitas piadas sobre a sua aparência, nomeadamente sobre o tamanho dos seus seios. Este pedido gerou tanto surpresa quanto respeito pela sua postura de aceitação em relação à imagem pública que tem.

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Segundo o comediante Bowen Yang, que também participou no programa, Sweeney “praticamente implorou” aos escritores do SNL para incluírem piadas sobre os seus seios, mostrando uma atitude de auto-consciência sobre como o seu corpo tem sido comentado na indústria do entretenimento. Numa entrevista no podcast Fly on the Wall, Yang elogiou a atriz por ser uma anfitriã que compreendia a forma como era consumida pelo público e que estava disposta a brincar com essa realidade.

Para Sweeney, o humor sobre a sua aparência foi uma forma de lidar com os estereótipos e críticas que tem enfrentado desde o início da sua carreira. Numa entrevista à GQ, a atriz comentou: “Há muitas pessoas por aí que dizem ‘Ah, ela é famosa porque mostrou os seios’. Tu aprendes a navegar pelo sistema. Podes tentar lutar contra isso, mas vão sempre ripostar”.

No episódio de SNL em que participou, uma das cenas mais comentadas foi a sua interpretação de uma empregada de Hooters, um restaurante conhecido por empregar mulheres com atributos físicos específicos. Embora a personagem fosse péssima no trabalho, os clientes continuavam a deixá-la gorjetas generosas devido à sua aparência, reforçando a sátira em torno dos estereótipos com os quais Sweeney teve de lidar.

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A atitude aberta e humorística de Sydney Sweeney em relação à sua imagem pública demonstra uma maturidade e resiliência raras em Hollywood, especialmente para uma atriz jovem, e solidifica o seu lugar como uma das estrelas mais intrigantes da atualidade.

Sylvester Stallone e Bruce Willis: A Amizade Que se Desfez em “Os Mercenários”

Uma amizade que parecia inquebrável entre dois gigantes do cinema de ação, Sylvester Stallone e Bruce Willis, foi posta à prova durante as negociações para o filme Os Mercenários 3. Stallone e Willis, que se conheceram em 1991 ao se tornarem sócios no famoso restaurante Planet Hollywood, protagonizaram um dos momentos mais polémicos em Hollywood quando uma disputa salarial causou a saída abrupta de Willis do terceiro filme da franquia.

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Willis fez parte dos dois primeiros filmes da saga Os Mercenários, uma série repleta de estrelas de ação, como Arnold Schwarzenegger, Jason Statham e Jet Li. No entanto, as negociações para o seu retorno em Os Mercenários 3 não correram conforme o esperado. Segundo relatos, a equipa de Stallone ofereceu a Willis 3 milhões de dólares por quatro dias de filmagens, um valor que o ator considerou insuficiente. Ele exigiu mais um milhão de dólares, o que enfureceu Stallone, que decidiu remover o amigo do elenco e substituí-lo por Harrison Ford.

A reação de Stallone foi imediata e pública, recorrendo às redes sociais para expressar a sua frustração. O ator escreveu: “Ganancioso e preguiçoso… Fórmula certa para o fracasso profissional”, num claro ataque a Willis. A publicação gerou grande controvérsia e, embora Willis tenha preferido não comentar publicamente, a relação entre os dois nunca mais foi a mesma.

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O impacto da saída de Willis da franquia fez-se sentir. Apesar da entrada de Harrison Ford, Os Mercenários 3 teve uma receção morna nas bilheteiras, arrecadando apenas 214 milhões de dólares em todo o mundo, uma queda significativa face aos filmes anteriores. O quarto filme da série foi ainda mais desastroso, com um orçamento de 100 milhões de dólares e uma arrecadação de apenas 37 milhões.

Apesar de Stallone ter mais tarde admitido, em entrevista, que se arrependeu de ter tornado pública a disputa com Willis, a amizade entre os dois nunca voltou ao que era. Este caso é um exemplo claro de como as pressões económicas e as expectativas de Hollywood podem impactar até as amizades mais antigas e solidificadas no meio artístico.

“Sol da Meia-Noite” Vai Ganhar Adaptação em Série de Animação na Netflix

A Netflix acaba de dar luz verde para a produção de uma nova série de animação baseada no livro “Sol da Meia-Noite”, de Stephenie Meyer. Publicado em 2020, este livro oferece uma nova perspectiva sobre a célebre história de amor entre uma humana e um vampiro, contada originalmente na saga “Twilight”. Desta vez, a narrativa será apresentada do ponto de vista de Edward Cullen, proporcionando aos fãs uma visão mais íntima e detalhada dos seus pensamentos e sentimentos.

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O projeto de adaptar “Sol da Meia-Noite” para o formato de animação não é uma grande surpresa para aqueles que acompanham as notícias do universo “Twilight”. Desde abril de 2023, começaram a surgir rumores sobre uma nova produção televisiva. A confirmação oficial chegou no início deste ano através do estúdio Lionsgate, que finalmente revelou que a adaptação seria baseada no livro de Meyer. A série será dirigida por Sinead Daly, uma profissional experiente que já trabalhou em séries como “The Walking Dead: World Beyond” e “Raised by Wolves”.

A escolha de adaptar “Sol da Meia-Noite” em formato de animação abre novas possibilidades criativas para a equipa de produção. A animação permitirá uma maior exploração dos elementos sobrenaturais e emocionais da história, que se centra em Edward Cullen e na sua complexa relação com Bella Swan. Para os fãs da saga, esta é uma oportunidade única de revisitar um mundo que tanto amam, mas de uma forma completamente nova. Ao explorar os pensamentos de Edward, a série promete aprofundar ainda mais a sua personagem, revelando camadas e emoções que ficaram apenas insinuadas nos livros anteriores.

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Embora ainda não se saiba quem irá dar voz aos personagens icónicos como Edward, Bella e outros membros da família Cullen, a expectativa é alta. Os fãs esperam que a série de animação consiga capturar a intensidade e o drama do material original, ao mesmo tempo que traz algo fresco e inovador para a mesa.

Com o sucesso global dos filmes “Twilight”, que catapultaram as carreiras de Kristen Stewart, Robert Pattinson e Taylor Lautner, é provável que a série atraia tanto fãs antigos como novos. “Sol da Meia-Noite” oferece uma reinterpretação da narrativa clássica, agora do ponto de vista do misterioso e apaixonado Edward Cullen. Esta nova abordagem promete não só reacender o amor pela saga, mas também introduzir uma nova geração ao seu universo cativante.

Assim, “Sol da Meia-Noite” na Netflix não é apenas uma revisitação do universo “Twilight”, mas uma expansão dele. Ao explorar o ponto de vista de Edward, a série tem o potencial de transformar uma história familiar em algo completamente novo e ainda mais envolvente.