Esta terça-feira, a plataforma confirmou que a 26 de março já será possível ver em casa o sétimo maior sucesso de 2024 nos cinemas, ultrapassando os 700 milhões de dólares a nível mundial (cerca de 641 milhões de euros).
Realizado por vencedor do Óscar Barry Jenkins e com novas canções de Lin-Manuel Miranda, a prequela de “O Rei Leão” que mistura de técnicas de cinema de imagem real com imagens fotorrealistas geradas por computador também foi um grande sucesso em Portugal: desde a estreia a 19 de dezembro de 2024 e até 9 de março, foi vista por 550.659 espectadores, conseguindo entrar no Top 40 dos maiores sucessos no grande ecrã desde 2004, segundo os dados do Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA).
A estreia também chega a tempo de uma nova campanha do serviço para novos clientes e os elegíveis para renovação até 30 de março: a subscrição por 1,99€/mês durante quatro meses.
“Ao explorar a improvável ascensão do adorado rei das Terras do Reino, ‘Mufasa: O Rei Leão’ confia em Rafiki para transmitir a lenda de Mufasa à jovem cria de leão Kiara, a filha de Simba e Nala, com Timon e Pumba a contribuírem com as suas habituais maluquices. Contada em flashbacks, a história apresenta Mufasa como uma cria órfã, perdida e sozinha, que conhece um leão solidário, chamado Taka, herdeiro da linhagem real. Este encontro fortuito dá origem a uma jornada vasta de um grupo extraordinário de inadaptados que procuram o seu destino, cujos laços serão testados, à medida que trabalham em conjunto para escapar a um inimigo ameaçador e mortal”, resume o Disney+.
Depois de um início de ano promissor, os números da bilheteira em fevereiro trouxeram uma realidade menos animadora para o setor da exibição cinematográfica em Portugal. De acordo com os dados divulgados pelo Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), os cinemas perderam cerca de 296 mil espectadores e registaram uma quebra de 1,9 milhões de euros de receita bruta em comparação com janeiro.
O sucesso de Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, ajudou a minimizar o impacto da descida, mas não foi suficiente para contrariar a tendência. Com 293.267 espectadores e 1,8 milhões de euros de bilheteira, o filme destacou-se como o mais visto do ano até agora, superando grandes produções como Mufasa: O Rei Leão e Sonic 3: O Filme.
A quebra poderá estar relacionada com a ausência de estreias de grande impacto comercial em fevereiro, ao contrário do mês anterior, que beneficiou do efeito dos filmes de dezembro e de algumas estreias fortes logo no início do ano.
O Estado Atual da Exibição Cinematográfica
No total, foram registados 781.809 espectadores e 4,9 milhões de euros de receita bruta em fevereiro, um número ainda positivo, mas inferior ao mesmo mês de 2024. Apesar desta descida mensal, a soma dos dois primeiros meses de 2025 mostra um crescimento face ao ano passado, com um aumento de 1,3 milhões de euros em receita e mais 123 mil bilhetes vendidos.
A nível nacional, os cinemas continuam a operar com 512 salas ativas, sendo a NOS Lusomundo Cinemas a principal exibidora, com 42,6% do mercado, seguida pela Cineplace, com 11,3%.
O filme português mais visto do ano até agora é Banzo, de Margarida Cardoso, com 2.264 espectadores e uma receita de 12.326 euros.
O Que Esperar dos Próximos Meses?
Com março a trazer lançamentos como Duna: Parte Dois e novos blockbusters a caminho, espera-se que os números voltem a subir. No entanto, a indústria do cinema continua a enfrentar desafios estruturais, incluindo a concorrência das plataformas de streaming e a mudança de hábitos de consumo do público.
A comédia de sucesso Hacks está prestes a regressar com a sua quarta temporada e já tem data de estreia marcada! A Max confirmou que os novos episódios começam a ser disponibilizados a partir de 11 de abril, com um duplo episódio. Seguem-se depois lançamentos semanais até ao final da temporada, prometendo novas reviravoltas e momentos hilariantes.
Os fãs podem esperar dois episódios por semana até ao dia 16 de maio, quando serão lançados os episódios sete e oito. O episódio nove chega no dia 23 de maio, e o grande final da temporada está marcado para 30 de maio.
Deborah e Ava: Uma Relação Mais Tensa do Que Nunca 🎤🔥
A quarta temporada de Hacks promete elevar a tensão entre Deborah Vance (Jean Smart) e Ava Daniels (Hannah Einbinder), que se encontram numa fase crucial das suas carreiras. Após uma jornada de altos e baixos, as duas unem forças para lançar um programa de late night—um projeto ambicioso que pode catapultá-las para a história da televisão ou, pelo contrário, aprofundar as suas divergências.
Na terceira temporada, vimos Deborah consolidar o seu estatuto de estrela da comédia com um especial de stand-up que redefiniu a sua carreira, enquanto Ava seguiu um caminho mais pessoal, investindo na sua vida amorosa e em novas oportunidades em Los Angeles. Agora, os seus destinos cruzam-se novamente e, como sempre, isso significa faíscas no ecrã.
O Sucesso de Hacks: Uma Fórmula de Ouro 🎭✨
Desde a sua estreia em 2021, Hacks tem sido um dos títulos mais aclamados da Max, arrecadando vários prémios e nomeações, incluindo Emmys para Jean Smart pelo seu papel brilhante como Deborah Vance. A série conquistou o público ao explorar comédia e drama de forma equilibrada, trazendo à tona os desafios da indústria do entretenimento, o choque de gerações e a luta por relevância num mundo competitivo.
Com um argumento inteligente, performances memoráveis e uma química impecável entre as protagonistas, Hacks tornou-se um fenómeno de culto. A terceira temporada, lançada em maio de 2024, consolidou ainda mais a sua popularidade, preparando terreno para um regresso aguardado com ansiedade pelos fãs.
Expectativas Para a Nova Temporada 🚀
O que podemos esperar da quarta temporada? A Max promete que será a mais intensa até agora, com Deborah e Ava a enfrentarem desafios nunca antes vistos. A construção de um late night show é um processo complexo e altamente competitivo, e não há garantias de que ambas consigam sobreviver ilesas à pressão.
Será que esta parceria profissional conseguirá resistir ou os egos e as diferenças irreconciliáveis vão pôr tudo a perder? Com uma data de estreia já à vista, a contagem decrescente para novas gargalhadas e dramas já começou!
📅 Estreia: 11 de abril de 2025 📺 Plataforma: Max 🎭 Género: Comédia, Drama
Os amantes de thrillers de sobrevivência têm um novo motivo para se agarrarem ao sofá! River Wild, uma sequela contemporânea do icônico filme de 1994 protagonizado por Meryl Streep, Kevin Bacon e David Strathairn, estreia a 14 de março, às 21h15, no TVCine Action. O novo filme promete trazer a mesma intensidade e adrenalina do original, mas adaptado a um novo contexto de suspense e perigo iminente.
A história de River Wild acompanha Joey, que se vê em alerta quando o seu irmão Gray convida Trevor, um amigo de infância com um passado conturbado, para uma aventura de rafting. O que deveria ser uma jornada emocionante transforma-se rapidamente num jogo mortal quando os participantes ficam presos em rápidos furiosos e percebem que alguém na embarcação pode estar a sabotar a viagem.
Num ambiente claustrofóbico, onde a corrente implacável do rio reflete a tensão crescente entre os personagens, os protagonistas têm de lutar não apenas contra as forças da natureza, mas também contra segredos sombrios que ameaçam vir à tona.
Elenco de Peso e Realização Sólida
Para dar vida a esta nova abordagem de River Wild, o filme conta com Adam Brody (O.C.), Leighton Meester (Gossip Girl) e Taran Killam (Saturday Night Live) nos papéis centrais. A realização fica a cargo de Ben Ketai, que também assina o argumento em parceria com Mike Nguyen Le. Conhecido pelo seu trabalho em produções de suspense e ação, Ketai promete uma abordagem intensa, repleta de sequências eletrizantes e personagens complexos.
O Desafio de Reviver um Clássico
O original The River Wild de 1994 marcou o género ao misturar magistralmente ação, suspense e natureza selvagem, elevando a fasquia para os thrillers aquáticos. Com a nova versão, a intenção é manter essa essência ao mesmo tempo que se moderniza a narrativa, tornando-a mais sombria e imprevisível.
O regresso deste conceito promete agradar tanto aos fãs do original como a uma nova audiência à procura de uma dose de adrenalina televisiva.
A esperança é que este River Wild consiga revitalizar um conceito clássico, transportando-o para um novo patamar de tensão psicológica e cinematográfica. A ação e o perigo estarão garantidos no TVCine Action no dia 14 de março, às 21h15.
Se o rio esconde mistérios, estará o público pronto para enfrentar a corrente?
O acidente fatal no set de Rust em outubro de 2021 foi um dos momentos mais chocantes da indústria cinematográfica nos últimos anos. O trágico evento tirou a vida da diretora de fotografia Halyna Hutchins, transformando o seu nome num símbolo das falhas de segurança em Hollywood.
Agora, a realizadora Rachel Mason traz-nos Last Take: Rust and the Story of Halyna, um documentário que procura contar a verdadeira história de Halyna, explorando a sua carreira, o impacto da tragédia e as falhas sistemáticas que levaram a este desastre. Disponível no Disney+ na Europa e Brasil e no Hulu nos EUA , este documentário é um olhar essencial sobre uma falha que não deveria ter acontecido.
Halyna Hutchins: Uma Cinematógrafa Promissora Que Não Teve a Oportunidade de Brilhar
A tragédia de Rust transformou Halyna Hutchins num nome mundialmente conhecido, mas não pelo motivo certo. Aos 42 anos, a cineasta ucraniana estava prestes a alcançar o topo da indústria, sendo reconhecida pelo seu talento visual único e a sua dedicação à arte.
Contratada para ser diretora de fotografia do western independente Rust, Halyna tinha tudo para se tornar uma das grandes referências da cinematografia contemporânea. O realizador Joel Souza, que também ficou ferido no acidente, escolheu-a pela sua abordagem criativa e pelo olhar inovador que trouxe para o projeto.
Como refere Rachel Mason no documentário:
“Ela absolutamente teria-se tornado um nome familiar na cinematografia. Quem a conhecia não tinha dúvidas de que Halyna ia chegar ao topo, ganhar prémios e ser reconhecida pelo seu talento.”
Mas a sua trajetória foi interrompida de forma brutal quando um revólver de adereço disparou uma bala real no set, atingindo-a mortalmente e ferindo Souza.
O Que Correu Mal no Set de “Rust”? A Cascata de Erros e Negligências
O documentário investiga a sucessão de erros e más decisões que levaram ao acidente. Last Take: Rust and the Story of Halyna reconstrói os acontecimentos através de depoimentos de membros da equipa, peritos em segurança cinematográfica e imagens dos bastidores, incluindo vídeos da polícia e filmagens do próprio filme.
Entre os problemas identificados:
🔸 Baixo orçamento e falta de controlo – Rust era uma produção independente, onde a pressão financeira levou a cortes que afetaram a segurança.
🔸 Armas mal verificadas – Houve dois disparos acidentais com armas de adereço nos dias anteriores à tragédia, ignorados pela produção.
🔸 Uma equipa de filmagem insatisfeita – Vários membros do departamento de câmara demitiram-se na véspera do acidente, citando más condições de trabalho e preocupações com a segurança.
🔸 A inexperiência da armeira Hannah Gutierrez-Reed – A jovem responsável pelas armas no set foi contratada por um salário reduzido, o que levanta questões sobre a sua qualificação para o cargo.
🔸 A falha do assistente de realização Dave Halls – Foi ele quem entregou a arma a Alec Baldwin, sem verificar devidamente se continha munições reais.
Alec Baldwin, que disparou a arma enquanto ensaiava uma cena, continua a enfrentar acusações de homicídio involuntário, num processo legal que tem gerado grande polémica.
Um Documentário Dividido Entre a Homenagem e a Investigação
Embora o objetivo inicial do documentário fosse celebrar o legado artístico de Halyna, a complexidade do caso acabou por levar Rachel Mason a aprofundar também a investigação sobre a tragédia.
A decisão de equilibrar homenagem e investigação gerou algumas críticas, incluindo do próprio Joel Souza, que afirmou que gostaria que o filme se focasse mais na cineasta do que nos eventos trágicos.
Mas para Mason, era impossível separar as duas histórias:
“Não podia fazer um filme sobre a vida dela sem compreender como morreu. Todos nós queríamos respostas.”
Um Retrato Chocante das Falhas de Segurança em Hollywood
O documentário não se limita a explorar a tragédia de Rust, mas coloca um foco mais amplo sobre a falta de regulamentação nos sets de filmagem.
Apesar do impacto da tragédia, a indústria cinematográfica ainda não adotou medidas drásticas para evitar que situações como esta se repitam.
Como afirma Mason:
“Se este caso pode servir para algo, que seja para melhorar os ambientes de trabalho nos sets e mudar a cultura para uma maior preocupação com a segurança.”
O Futuro de “Rust”: Um Filme Manchado Pelo Passado
Em 2023, com a autorização da família de Halyna, Rust retomou as filmagens em Montana, com uma nova equipa e uma nova diretora de fotografia.
O filme acabou por estrear no festival de cinematografia Camerimage, na Polónia, mas continua sem distribuição oficial nos EUA. A questão que se coloca é: será que o público estará disposto a ver um filme marcado por uma tragédia tão evitável?
Rachel Mason espera que Last Take ajude a colocar as coisas em perspetiva:
“O mundo só conhece Halyna por causa da tragédia. Mas Rust era um projeto pelo qual ela se importava. Quero que as pessoas entendam o que ela queria alcançar.”
Vale a Pena Ver?
Se procuras um documentário que não só explora uma tragédia de Hollywood, mas também levanta questões sobre segurança nos sets e o funcionamento da indústria cinematográfica, Last Take: Rust and the Story of Halyna é imperdível.
Com imagens inéditas, entrevistas impactantes e um olhar profundo sobre os eventos que levaram à tragédia, este documentário é um tributo doloroso, mas necessário a uma artista que tinha um futuro brilhante pela frente.
Nos tribunais de Los Angeles, a Disney saiu vitoriosa numa batalha legal onde foi acusada de plagiar o argumento do filme Moana (2016). O que poderia ser um caso controverso de apropriação criativa acabou por ser resolvido de forma rápida: um júri rejeitou completamente a alegação de que o filme teria sido copiado de um argumento intitulado Bucky the Surfer Boy, escrito por Buck Woodall.
A decisão foi tomada em apenas duas horas e meia de deliberação, uma velocidade surpreendente para um caso que alegava um suposto roubo de ideias. Mas o que esteve realmente em jogo nesta disputa e como a Disney conseguiu provar que Moana foi uma criação original?
As Alegações de Plágio – Um Surfista Contra uma Princesa Polinésia?
O argumento de Bucky the Surfer Boy foi originalmente concebido por Buck Woodall em 2003, e atualizado em 2008 e 2011. O enredo seguia um jovem surfista em férias no Havai que, ao longo da sua jornada, viajava no tempo, encontrava semideuses polinésios e interagia com animais espirituais.
Quando Moana estreou em 2016, Woodall ficou supostamente “chocado” com as semelhanças entre os dois projetos. Para ele, não havia dúvida de que a Disney se tinha apropriado da sua ideia.
Entre os principais pontos de semelhança apontados pela acusação estavam:
🔹 Protagonistas adolescentes em viagens oceânicas.
🔹 Demónios e semideuses polinésios como figuras centrais.
🔹 Animais como guias espirituais que acompanham os heróis.
🔹 Personagens com habilidades de metamorfose, incluindo transformação em insetos e tubarões.
Como a Disney Respondeu à Acusação?
A defesa da Disney, liderada pelo advogado Moez Kaba, desmontou as alegações com base em dois argumentos principais:
1️⃣ Nunca houve acesso ao guião de Woodall – Para que um caso de plágio seja válido, o autor precisa de provar que a sua obra foi vista ou utilizada pela parte acusada. No tribunal, ficou provado que nenhum dos criadores de Moana teve contacto com o argumento de Bucky the Surfer Boy.
2️⃣ Elementos narrativos genéricos – Muitos dos conceitos que Woodall alegava terem sido roubados são elementos comuns na literatura e no cinema. Como Kaba destacou, a mitologia polinésia está repleta de histórias sobre semideuses, metamorfoses e ligações espirituais com a natureza.
Além disso, apontou que estes conceitos já estavam presentes em outros filmes da Disney, como:
🎭 O Rei Leão (1994) – A relação entre Simba e Rafiki segue a lógica do guia espiritual.
🌊 A Pequena Sereia (1989) – A vilã Úrsula transforma-se para enganar Ariel.
🕌 Aladdin (1992) – O Génio assume diferentes formas ao longo do filme.
O advogado também argumentou que os criadores de Moana, John Musker e Ron Clements, tinham um histórico sólido de criatividade na Disney, tendo sido os responsáveis por A Pequena Sereia, Aladdin, Hércules e A Princesa e o Sapo.
“Eles não precisavam de copiar nada. Eles tiveram a ideia para Moana da mesma forma que criaram os seus outros filmes: através de investigação, viagens e criatividade pura.”
O Veredicto – Uma Vitória Rápida para a Disney
Depois de analisar os documentos apresentados, as provas e os testemunhos, o júri rejeitou unanimemente as alegações de Woodall. O facto de o caso ter sido encerrado tão rapidamente sugere que a acusação não conseguiu apresentar evidências concretas de plágio.
Para agravar a situação de Woodall, um juiz já tinha decidido previamente que o seu processo contra a Disney foi apresentado tarde demais, impedindo-o de reivindicar qualquer parte dos quase 700 milhões de dólares arrecadados por Moana.
No entanto, o autor tem ainda outro processo ativo, desta vez relacionado com Moana 2, filme previsto para estrear em 2024. Com o resultado do primeiro julgamento, é pouco provável que essa nova tentativa tenha um desfecho diferente.
Após a decisão do tribunal, a Disney emitiu um comunicado oficial:
“Estamos extremamente orgulhosos do trabalho coletivo que levou à criação de Moana e estamos satisfeitos por o júri ter confirmado que a história não teve qualquer relação com as obras do queixoso.”
John Musker e Ron Clements, os criadores de Moana, recusaram-se a comentar o caso.
Casos de Plágio em Hollywood – Uma História Sem Fim?
A história de Buck Woodall não é única. Acusações de plágio são frequentes na indústria cinematográfica, especialmente quando se trata de grandes sucessos de bilheteira. Alguns dos casos mais mediáticos incluem:
🎭 Avatar (2009) – James Cameron foi acusado de copiar ideias de vários argumentistas, mas nunca foi provado em tribunal.
👾 Stranger Things (2016) – Os irmãos Duffer enfrentaram um processo semelhante, mas o caso foi arquivado antes de ir a julgamento.
⚡ Harry Potter – J.K. Rowling enfrentou alegações de que tinha copiado a ideia de outro autor, mas venceu o caso.
Em todos estes exemplos, assim como no caso de Moana, a dificuldade em provar acesso direto ao material original foi um fator decisivo para as decisões a favor dos estúdios.
Conclusão – Um Caso Encerrado?
A Disney saiu vitoriosa, mas o caso de Moana levanta questões sobre como os grandes estúdios lidam com acusações de plágio e até que ponto as suas histórias são verdadeiramente originais.
Apesar da derrota no tribunal, Buck Woodall insiste que houve uma injustiça e pode ainda recorrer da decisão. No entanto, com os factos apresentados e a rapidez com que o júri rejeitou a acusação, parece improvável que o resultado mude.
Quando um desastre cinematográfico é anunciado antes mesmo da estreia…
O terror é um dos géneros mais imprevisíveis do cinema. Pode dar-nos obras-primas como O Exorcista (1973) e O Iluminado (1980), ou então verdadeiros desastres que nunca deveriam ter saído do papel. 🩸🎥
A verdade é que nenhum outro género consegue gerar tantos flops descarados. Enquanto noutros casos um trailer pode enganar o público, há filmes de terror que já nascem condenados, seja por trailers péssimos, polémicas nos bastidores ou argumentos que cheiram a cash grab de longe. 💸👀
A lista de fracassos é longa, mas aqui ficam 10 filmes que toda a gente sabia que iam ser desastres cinematográficos – e, claro, não desapontaram! 🎬🔥
10. The Wicker Man (2006) – O Meme Supremo de Nicolas Cage 🐝🔥
A versão original de The Wicker Man (1973) é um clássico do terror folk, mas a sua versão de 2006 ficou para a história pelas piores razões. O remake estrelado por Nicolas Cage foi ridicularizado ainda antes da estreia e tornou-se um meme ambulante, especialmente pela famosa cena das abelhas. 🐝🐝🐝
🎭 Cage garantiu que o tom era propositadamente ridículo. Mas mesmo assim, o filme nunca soube se queria ser um thriller sério ou uma comédia involuntária. A crítica destruiu-o, e o público rejeitou-o. Resultado? Um dos flops mais embaraçosos da história do terror.
🔎 Veredicto: Péssimo? Sim. Mas pelo menos rendeu memes de qualidade.
9. A Cure for Wellness (2016) – Beleza Não é Tudo 🎭💉
Com um visual deslumbrante e uma premissa intrigante, A Cure for Wellness parecia um thriller psicológico promissor. Mas bastou a crítica pôr-lhe as mãos para percebermos que era um festival de esquisitice sem sentido.
💊 O enredo torna-se completamente ridículo na reta final, envolvendo imortalidade através de enguias (sim, leste bem) e incesto desconfortável. 🤢 Nem os visuais requintados salvaram este delírio cinematográfico.
🔎 Veredicto: Um desperdício de bom material – e um final que ninguém pediu.
8. Studio 666 (2022) – Foo Fighters no Terror? Nem por Isso 🎸👹
A ideia parecia engraçada: os Foo Fighters numa comédia de terror ao estilo de Shaun of the Dead. Mas fazer piadas e ser genuinamente assustador ao mesmo tempo não é nada fácil.
💀 O filme caiu na armadilha do exagero, com violência gratuita, humor forçado e uma trama que rapidamente se torna enfadonha. Para fãs da banda, pode ter algum valor nostálgico. Para o resto do mundo, é um embaraço cinematográfico.
🔎 Veredicto: Um filme que nunca deveria ter saído da sala de ensaio.
7. Halloween III: Season of the Witch (1982) – Sem Michael Myers? Ninguém Quis Saber 🎃🔪
Em teoria, Halloween III queria transformar a saga numa antologia, deixando Michael Myers de fora para contar outra história de terror. Só que os fãs queriam Michael Myers e não bonecos assassinos ativados por magia celta.
👀 Assim que o público percebeu que Myers não aparecia, o filme foi um desastre garantido. Foi preciso esperar seis anos para ele voltar e salvar a franquia com Halloween 4: The Return of Michael Myers.
🔎 Veredicto: Hoje até tem um culto de fãs, mas na altura foi um fiasco.
6. Black Christmas (2019) – Atualizar um Clássico? Nem Sempre Funciona 🎄🔪
Os remakes podem ser um pesadelo – e este foi um deles. Depois do remake de 2006 já ter sido péssimo, não havia qualquer necessidade para outra versão.
👎 A tentativa de modernizar a história trouxe mensagens feministas óbvias demais e um toque sobrenatural sem sentido. No final, o que deveria ser um slasher tenso tornou-se um filme sem alma e sem sustos.
🔎 Veredicto: Melhor ver o original de 1974 e esquecer esta versão.
5. Hostel: Part III (2011) – O Torture Porn que Ninguém Pediu 🔪😵
Os dois primeiros Hostel ainda tinham um nicho de fãs. Mas quando a terceira parte foi direto para DVD, toda a gente percebeu que algo estava errado.
📉 Sem Eli Roth no comando e sem orçamento decente, esta sequela foi um desastre absoluto. Parece um fan filmmal feito com um enredo ridículo sobre um clube de tortura em Las Vegas.
🔎 Veredicto: Tão dispensável quanto uma visita a um hostel duvidoso.
4. Valentine (2001) – Um Slasher que Chegou Tarde Demais 💘🔪
Nos anos 90, Scream revitalizou o terror. Mas quando Valentine saiu em 2001, ninguém queria saber de slashers genéricos e previsíveis.
💔 O filme tinha um assassino com máscara de cupido (sim, a sério) e um enredo tão cliché que parecia uma piada.Nem o elenco de estrelas de séries da altura (David Boreanaz e Katherine Heigl) salvou este desastre.
🔎 Veredicto: Um filme que já nasceu velho.
3. The Hills Have Eyes Part II (1984) – Até o Cão Tem Flashbacks 🐶🎞️
Wes Craven fez um clássico com The Hills Have Eyes (1977), mas a sequela é um desastre ridículo. O filme tem tantos flashbacks que até o cão do primeiro filme tem um momento de lembrança.
🐕 Sim, é isso mesmo que leste. E quando um filme já não tem ideias e precisa de recordar cenas anteriores para encher tempo, sabemos que estamos num fiasco cinematográfico.
🔎 Veredicto: Craven fingiu que este filme nunca existiu – e tu devias fazer o mesmo.
2. Hellraiser: Revelations (2011) – Um Crime Contra Clive Barker 🩸😱
Às vezes, um estúdio faz um filme só para não perder os direitos sobre uma franquia. Foi o que aconteceu aqui.
🔨 Sem Doug Bradley como Pinhead e com um orçamento de tostões, este Hellraiser parece um filme de estudantes. O próprio Clive Barker veio a público dizer: “Não tenho nada a ver com essa porcaria.”
🔎 Veredicto: Um insulto a Hellraiser.
1. Book of Shadows: Blair Witch 2 (2000) – A Sequela Que Ninguém Pediu 🌲👁️
Depois do sucesso de The Blair Witch Project, uma sequela era inevitável. Mas quem é que achou que abandonar o estilo found footage e transformar o filme num thriller genérico era uma boa ideia? 🤦♂️
👻 O filme falha em tudo o que fez o original especial. É previsível, mal atuado e nem sequer é assustador.
🔎 Veredicto: Se o original parecia real, este parece um mau episódio de Scooby-Doo.
🎬 Conclusão: O terror tem muitas pérolas, mas também muitos flops!
O Universo DC está a preparar-se para um recomeço ambicioso, e James Gunn acaba de oferecer aos fãs um primeiro vislumbre de Edi Gathegi como Mister Terrific no aguardado filme Superman. A imagem, partilhada pelo próprio Gunn no Instagram, mostra o realizador ao lado do ator, que está totalmente caracterizado como o icónico herói tecnológico da DC.
A publicação surge num dia especial: o 46.º aniversário de Gathegi, que recebeu uma mensagem carinhosa de Gunn na legenda:
“Feliz aniversário ao meu grande amigo e grande ator @iamedigathegi, que podem ver em toda a sua glória tecnológica em #Superman, já em julho!”
O novo Superman, protagonizado por David Corenswet no papel do Homem de Aço e Rachel Brosnahan como Lois Lane, estreia a 11 de julho de 2025 e promete redefinir a mitologia do herói para a nova fase do DCU.
Quem é Mister Terrific e Qual Será o Seu Papel? 🤔
Mister Terrific, também conhecido como Michael Holt, é um dos super-heróis mais inteligentes do Universo DC. Um inventor brilhante e atleta de alto nível, Holt utiliza tecnologia avançada para combater o crime, nomeadamente os icónicos T-Spheres, esferas inteligentes que desempenham várias funções, desde defesa e espionagem até ataque.
Criado em 1997 por John Ostrander e Tom Mandrake, Michael Holt é o segundo personagem a assumir o nome de Mister Terrific, sucedendo a Terry Sloane, o herói da Era de Ouro dos anos 40. Diferente de outros super-heróis, Holt não tem poderes sobre-humanos, confiando exclusivamente na sua mente genial e habilidades físicas.
O personagem já apareceu em séries animadas e live-action, sendo interpretado por Echo Kellum na série Arrow. No entanto, esta será a primeira vez que Mister Terrific aparecerá num filme da DC no grande ecrã.
Embora ainda não se saiba qual será a importância de Mister Terrific na trama, a sua presença no novo Supermanpode indicar uma conexão com a nova Liga da Justiça que James Gunn poderá estar a preparar para o futuro do DCU.
Um Novo Universo DC Está a Nascer! 🚀
Além de Edi Gathegi como Mister Terrific, o elenco do novo Superman conta com:
✅ David Corenswet – Superman 🦸♂️
✅ Rachel Brosnahan – Lois Lane 📰
✅ Nicholas Hoult – Lex Luthor 🦹♂️
✅ Isabela Merced – Hawkgirl 🦅
✅ Nathan Fillion – Guy Gardner (Lanterna Verde) 💡
✅ Anthony Carrigan – Metamorpho 🪨
Gunn já referiu que a nova versão do herói explorará tanto a sua herança kryptoniana como a sua vida em Smallville, mostrando um Superman jovem a tentar equilibrar os seus dois mundos.
Outro grande indicativo de que o Universo DC está a expandir-se é o anúncio de uma minissérie em banda desenhada sobre Mister Terrific, intitulada Mr. Terrific: Year One, que estreia a 28 de maio de 2025. A série contará com seis edições e pretende explorar as origens e evolução de Michael Holt até se tornar um super-herói, sendo escrita por Al Letson e ilustrada por Valentine De Landro e Edwin Galmon.
O Que Esperar do Novo Superman? 🏗️
James Gunn tem vindo a reconstruir completamente a DC nos cinemas, e Superman será o primeiro grande teste desta nova fase. Ao contrário dos filmes anteriores do DCEU, este será um reboot completo, o que significa que Henry Cavill não regressará como o Homem de Aço.
Gunn já revelou que esta versão de Superman será inspirada nas clássicas histórias de banda desenhada, destacando a sua natureza otimista e inspiradora. A adição de personagens como Mister Terrific, Hawkgirl e Metamorpho sugere que o filme pode preparar o caminho para uma nova Liga da Justiça.
Conclusão – Um Futuro Promissor para a DC? 💡
Com um novo visual, um elenco renovado e personagens inéditos a entrarem no universo cinematográfico, Superman poderá dar o pontapé de saída para uma nova era brilhante na DC. A introdução de Mister Terrific mostra que James Gunn não está apenas a focar-se nos heróis mais populares, mas também em figuras menos conhecidas que podem trazer novas dinâmicas ao universo DC.
🔎 E tu, estás entusiasmado com o novo Superman? Achas que Mister Terrific terá um papel importante no DCU? Diz-nos a tua opinião nos comentários!
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A Amazon MGM está prestes a dar um grande passo no mundo do cinema, reforçando o seu compromisso com as salas de exibição e prometendo um calendário recheado de estreias a partir de 2026. Se até agora o estúdio tem apostado forte no streaming, os próximos anos trarão uma nova estratégia que envolve entre 12 a 14 filmes lançados exclusivamente nos cinemas – número que poderá aumentar para 16 em 2027.
Durante o South By Southwest (SXSW), um dos mais importantes festivais de cinema e cultura dos Estados Unidos, as líderes da Amazon MGM, Courtenay Valenti e Jennifer Salke, sublinharam que esta não é apenas uma aposta comercial, mas também uma decisão “financeira e filosófica” em prol do cinema tradicional.
O compromisso do estúdio não se limita apenas à produção de mais filmes, mas também à criação de uma divisão própria de distribuição e marketing internacional, que permitirá um maior controlo sobre as estreias e uma abordagem mais direcionada a cada mercado.
“Queremos garantir que os filmes certos chegam ao público certo, da melhor forma possível”, afirmaram as executivas.
Nem Tudo Precisa de Ir Para o Cinema – Mas o Cinema Ajuda
Se há uma coisa que a Amazon MGM parece compreender bem, é que nem todos os filmes precisam de estrear nas salas de cinema para terem sucesso. Algumas produções encaixam-se melhor no streaming e terão estreias diretas na Prime Video, como é o caso da sequela Um Pequeno Favor, com Anna Kendrick e Blake Lively, que chega à plataforma a 1 de maio sem passar pelos cinemas.
Por outro lado, há projetos que se beneficiam do prestígio e da visibilidade que uma estreia tradicional confere antes de chegarem ao streaming. Exemplos recentes incluem Air (realizado por Ben Affleck e protagonizado por Matt Damon), Beekeeper – O Protetor, com Jason Statham, e Red One: Missão Secreta, com Dwayne Johnson e Chris Evans.
Entre os lançamentos para os próximos meses, destacam-se:
✅ The Accountant 2 – Acerto de Contas (com Ben Affleck e Jon Bernthal) – Estreia nos cinemas portugueses a 24 de abril
✅ Holland (com Nicole Kidman) – Disponível na Prime Video a partir de 27 de março
O Equilíbrio Entre Dados e Instinto Criativo
Apesar de ser uma empresa obcecada por dados e métricas, a Amazon MGM admite que, no final do dia, são as decisões criativas ousadas que originam verdadeiras surpresas. Foi o que aconteceu com Saltburn, o filme de Emerald Fennell que se tornou um fenómeno inesperado.
“O que reina é a convicção criativa. Mas é preciso acertar muitas vezes. Pode-se errar às vezes. Acho que estaremos lá enquanto o instinto nos guiar principalmente na direção certa”, disse Jennifer Salke.
As executivas garantiram que o estúdio se mantém atento às tendências, mas não toma decisões apenas com base em algoritmos ou previsões matemáticas. “Se dependêssemos só dos dados, Saltburn nunca teria sido o sucesso que foi”, exemplificou Courtenay Valenti.
E James Bond? O Silêncio Diz Muito…
Curiosamente, um dos temas mais aguardados – o futuro da saga James Bond sob o controlo criativo da Amazon MGM – não foi abordado na conferência. Segundo fontes da Deadline, podem existir restrições legais que impedem que o estúdio revele detalhes sobre o que está para vir no universo 007.
Será que Christopher Nolan continua a ser o grande favorito para revitalizar o agente secreto? E haverá alguma mudança radical na fórmula de James Bond? Essas perguntas continuam sem resposta… por agora.
O que é certo é que a Amazon MGM está a preparar-se para competir com os grandes estúdios de Hollywood de igual para igual, não apenas no streaming, mas também no grande ecrã.
Após conquistar o Festival de Cannes e vencer um Óscar de Melhor Maquilhagem, The Substance, o perturbador thriller de Coralie Fargeat, finalmente chegou à Prime Video Portugal. O filme, protagonizado por Demi Moore, Margaret Qualley e Dennis Quaid, gerou um burburinho tremendo pela sua abordagem chocante, visceral e carregada de body horror.
Se no cinema The Substance fez com que espectadores abandonassem a sala devido à sua brutalidade gráfica, agora tens a oportunidade de o ver no conforto da tua casa… se tiveres coragem! 😱🍿
🏆 Dos prémios às plataformas de streaming
A cerimónia dos Óscares 2025, realizada a 2 de março no Dolby Theatre, celebrou The Substance com uma vitória na categoria de Melhor Maquilhagem. Embora tenha sido um outsider, numa Academia historicamente avessa a filmes de terror, a produção conseguiu garantir a sua presença na corrida com três nomeações:
✔️ Melhor Atriz (Demi Moore)
✔️ Melhor Maquilhagem (Vencedor)
✔️ Melhor Argumento Original
O seu percurso de sucesso começou no Festival de Cannes, onde Coralie Fargeat venceu a Palma de Ouro de Melhor Argumento Original, colocando o filme no radar dos críticos e do público. Desde então, The Substance acumulou fãs e 77 milhões de dólares em bilheteira mundial, consolidando-se como um dos filmes mais controversos da temporada.
🩸 Um thriller visceral sobre a obsessão pela juventude
O filme segue Elizabeth Sparkle (Demi Moore), uma antiga apresentadora de televisão que, ao celebrar os seus 50 anos, é despedida sem cerimónias do programa que apresentava há décadas. Perdida e desesperada, aceita testar um tratamento revolucionário que promete rejuvenescer qualquer pessoa.
Mas a substância milagrosa tem efeitos colaterais devastadores, e Elizabeth vê-se presa num ciclo de transformação incontrolável. À medida que o seu corpo e identidade começam a dividir-se, o horror psicológico torna-se físico, numa espiral de degradação e caos.
Margaret Qualley assume um papel fundamental na história, interpretando uma versão alternativa de Elizabeth, enquanto Dennis Quaid dá vida a um misterioso magnata da biotecnologia que esconde mais do que revela.
🎭 Demi Moore no papel da sua carreira?
A crítica internacional elogiou a atuação intensa e transformadora de Demi Moore, que muitos consideram ser a melhor da sua carreira. A sua interpretação de Elizabeth é uma montanha-russa emocional, misturando desespero, fúria e vulnerabilidade num papel que exige entrega física extrema.
A atriz, que já tinha impressionado em clássicos como Ghost – O Espírito do Amor e G.I. Jane, surge aqui como uma verdadeira força da natureza, num regresso triunfal ao grande ecrã.
🔥 The Substance – Vale a pena ver?
O filme é uma experiência intensa e não recomendada a estômagos fracos. Com um estilo que mistura terror corporal à la Cronenberg com uma crítica feroz à obsessão pela juventude e pelos padrões de beleza impostos pela sociedade, The Substance é um daqueles filmes que não se esquecem facilmente.
Se gostas de terror psicológico, body horror e filmes que desafiam os limites, esta é uma aposta imperdível. Caso contrário… talvez seja melhor pensar duas vezes antes de carregar no play! 😉
O catálogo da Netflix está constantemente a ser atualizado com produções de todo o mundo, mas há séries que chegam e dominam rapidamente o top. É o caso de Medusa, a mais recente aposta colombiana da plataforma, que estreou a 5 de março e já se tornou um autêntico fenómeno em Portugal.
A série chegou ao primeiro lugar do top nacional da Netflix esta segunda-feira, 10 de março, ultrapassando títulos de peso como Formula 1: A Emoção de um Grande Prémio, Jogar ao Ataque e Dia Zero.
Mas afinal, o que faz de Medusa uma série tão viciante? 🤔💥
🕵️♀️ Mistério, traição e um regresso inesperado
A protagonista da história é Bárbara Hidalgo, uma mulher poderosa e ambiciosa que está prestes a tornar-se CEO da Medusa, um dos conglomerados mais influentes da Colômbia. Mas o que deveria ser o dia mais importante da sua vida transforma-se numa tragédia: Bárbara sofre um misterioso “acidente” no mar e é dada como morta.
A investigação conclui que o corpo nunca será recuperado e que a magnata foi engolida pelo oceano… ou assim pensam todos. 😱
🐍 O verdadeiro perigo está dentro da família
O choque vem quando Bárbara regressa viva, percebendo que alguém tentou assassiná-la. Determinada a descobrir quem a queria ver morta, ela alia-se ao detetive Danger Carmelo, que investiga o caso, e juntos iniciam uma missão para desmascarar o culpado.
Os principais suspeitos? Todos os membros da sua própria família. Mas à medida que a investigação avança, Medusadá uma reviravolta inesperada:
“A verdadeira vilã da história, afinal, era ela mesma.”
A Netflix vende a série como um thriller envolvente, onde o suspense e as traições familiares se entrelaçam num enredo onde ninguém pode confiar em ninguém. 😵🔪
🎭 Elenco e produção de luxo
A série é uma produção de alto nível, com um elenco talentoso que dá vida a um enredo repleto de tensão, drama e mistério.
A cinematografia e a ambientação são destaques à parte, transportando o espectador para os cenários exuberantes da costa norte da Colômbia, onde o luxo e o perigo andam de mãos dadas.
🎬 Porque está Medusa a ser um sucesso?
🔹 Enredo viciante – O conceito de traição dentro da própria família e a busca por vingança é sempre cativante.
🔹 Mistério bem construído – Desde o primeiro episódio, os espectadores são envolvidos num jogo de pistas e suspeitas.
🔹 Reviravoltas inesperadas – Medusa não segue fórmulas óbvias e aposta em grandes surpresas narrativas.
🔹 Produção de qualidade – A série impressiona pelos seus visuais e atuações intensas.
🔥 Medusa: A série imperdível do momento
Se és fã de thrillers repletos de mistério, intriga e reviravoltas, Medusa é a série ideal para a tua lista. Com um ritmo acelerado e personagens cativantes, esta produção colombiana está a dar que falar e promete manter os espectadores agarrados até ao último episódio.
Portugal sempre teve um grande talento para contar histórias enraizadas na sua própria cultura e lendas, mas Finisterrapromete levar essa tradição a um novo patamar. A série, que estreia esta segunda-feira, 10 de março, na RTP1 e RTP Play, mistura fantasia, mistério e história, transportando-nos para um Algarve sombrio e repleto de segredos durante a Segunda Guerra Mundial.
Protagonizada por Leonor Vasconcelos e Rui Pedro Silva, esta produção nacional promete ser uma das apostas mais ambiciosas da RTP, com um enredo recheado de bruxaria, traição e resistência à opressão.
🧙♀️ Um mundo de superstição e segredos
A história desenrola-se no Barlavento Algarvio em 1943, durante um período de neutralidade portuguesa na Segunda Guerra Mundial. Mas, enquanto o país se mantém à margem do conflito, a pequena vila de Aljezur vive uma realidade bem diferente: o medo da guerra mistura-se com memórias sombrias de uma caça às bruxas que marcou a população.
A protagonista é Celeste (Leonor Vasconcelos), uma jovem órfã que vê a sua vida virar do avesso quando é acusada de ser a herdeira de um passado de magia negra que assombra a vila. Expulsa da comunidade, Celeste parte em busca da verdade sobre a morte dos pais, da sua identidade e de vingança contra aqueles que a condenaram.
Enquanto isso, a presença nazi na região começa a crescer, trazendo consigo novos perigos e conspirações sombrias que podem mudar tudo o que se pensava ser verdade.
🎭 Personagens marcadas pelo destino
Ao lado de Celeste está Afonso (Rui Pedro Silva), um jovem dividido entre a sua lealdade à vila e a ligação que sente por Celeste. A sua mãe foi uma das vítimas da antiga caça às bruxas, o que o leva a lutar entre a sede de vingança e o desejo de proteger a sua família.
Segundo a sinopse, Afonso é um rapaz sensível e introspetivo, que enfrenta a pressão de uma sociedade que impõe valores rígidos de virilidade e patriotismo. A sua jornada será uma luta constante entre o que acredita e o que a vila espera dele.
🎬 Uma produção nacional de grande fôlego
Com sete episódios, Finisterra é uma criação de Guilherme Branquinho, que assina também o argumento e a realização, ao lado de Leone Niel. No elenco, para além de Leonor Vasconcelos e Rui Pedro Silva, destacam-se nomes como Pedro Lacerda, Fábio Godinho, Rita Reis, Alyne Fernandes, Romeu Runa e Madalena Alvim.
Os realizadores afirmam que a série se baseia em dois eventos reais ocorridos na vila de Aljezur:
📌 Em 1929, uma caça às bruxas que levou ao medo e à destruição de vidas inocentes.
📌 Em 1943, a única batalha da Segunda Guerra Mundial em Portugal continental.
A partir destas bases históricas, Finisterraconstrói uma narrativa de fantasia e mistério, explorando a forma como o medo coletivo e as perceções erradas podem moldar a história e a verdade.
“Algures entre a lenda e a memória, ‘Finisterra’ é uma série onde a realidade se enamora do mito, fruto da necessidade humana de compreender aquilo que nos transcende.” – Guilherme Branquinho e Leone Niel
🔥 Finisterra: Uma aposta ousada na ficção nacional
A RTP tem vindo a investir em séries de grande qualidade, e Finisterra surge como uma das produções mais ousadas do canal nos últimos tempos. Com uma atmosfera intensa e cinematográfica, a série promete cativar tanto fãs de fantasia como de dramas históricos.
A partir de 10 de março, os espectadores portugueses terão a oportunidade de mergulhar num universo de bruxaria, guerra e conspirações, onde a verdade é tão maleável como o próprio destino.
Será Finisterra o novo marco da ficção televisiva portuguesa? 🔮🔥
A icónica saga Resident Evil continua a resistir ao tempo e aos desafios da indústria cinematográfica! 🚀 A Sony confirmou oficialmente que um oitavo filme baseado na popular série de videojogos da Capcom já está em desenvolvimento e tem estreia marcada para 18 de setembro de 2026.
O projeto será realizado por Zach Cregger, conhecido pelo seu trabalho no aclamado terror Barbarian (2022). Segundo a Deadline, o argumento está a ser mantido em segredo, mas tudo aponta para um regresso às raízes de terror do jogo original, tal como aconteceu com Resident Evil: Raccoon City (2021).
Depois de seis filmes entre 2002 e 2017, protagonizados por Milla Jovovich e realizados por Paul W.S. Anderson, a saga voltou às suas origens com Resident Evil: Raccoon City, realizado por Johannes Roberts. Este último filme procurou recriar o ambiente sombrio e claustrofóbico dos primeiros jogos, mas os resultados de bilheteira foram moderados, em parte devido ao impacto da pandemia.
Agora, com Zach Cregger ao leme, os fãs podem esperar uma abordagem mais fiel ao universo do jogo, especialmente considerando que o argumento será coescrito por Shay Hatten, argumentista de John Wick 3, John Wick 4 e do spin-off Ballerina.
O realizador não esconde o seu entusiasmo:
“Há décadas que sou um fã fanático destes jogos e poder dar vida a este título incrível é uma verdadeira honra.”
💰 Uma saga de terror extremamente lucrativa
Mesmo sem ser um fenómeno de crítica, a saga Resident Evil mantém-se como uma das mais rentáveis do cinema de terror. Até agora, os sete filmes arrecadaram um total de 1,27 mil milhões de dólares em bilheteira, tornando-se:
• A saga independente de terror mais lucrativa da Europa 🏆
• A adaptação de videojogos de maior sucesso no cinema, ligeiramente à frente dos três filmes Sonic (1,21 mil milhões) 🎮🎞️
Além disso, os filmes têm um orçamento relativamente baixo para os padrões da indústria, com uma média de 45 milhões de dólares por filme, o que os torna especialmente rentáveis.
📺 E a série cancelada da Netflix?
Em 2022, a Netflix tentou levar a franquia para a televisão com uma série de oito episódios, mas esta não conseguiu conquistar os fãs e acabou cancelada após apenas uma temporada.
🎬 O que esperar do novo filme?
Embora os detalhes do enredo sejam escassos, tudo indica que o novo Resident Evil vai apostar no horror de sobrevivência que tornou a saga de jogos num verdadeiro fenómeno global.
A data de estreia – 18 de setembro de 2026 – também revela a confiança da Sony no projeto, uma vez que setembro costuma ser um mês forte para filmes de terror.
Os fãs podem começar a contar os dias até ao regresso dos zombies mais famosos do cinema! 🧟♀️🔫
O Fantasporto – Festival Internacional de Cinema Fantástico voltou a afirmar-se como um dos eventos de referência do cinema de género, destacando-se este ano pelo forte domínio do cinema asiático e norte-americano. O grande vencedor da edição de 2024 foi o filme japonês “Dollhouse”, realizado por Shinobu Yaguchi, que arrecadou o prestigiado Grande Prémio Cinema Fantástico.
Segundo a diretora do festival, Beatriz Pacheco Pereira, a produção japonesa teve a sua estreia mundial no Fantasporto e irá chegar em breve às salas de cinema de toda a Ásia.
Mas Dollhouse não foi o único destaque. O festival premiou também produções vindas da Europa, América do Norte e outros países asiáticos, numa competição repleta de estreias e surpresas.
🏅 Os grandes vencedores do Fantasporto 2024
Além de Dollhouse, outras produções foram distinguidas nas principais secções do festival:
• 🏆 Prémio Especial do Júri (Cinema Fantástico):Cielo (Reino Unido), de Alberto Sciamma
• 🎥 Prémio do Público (ex-aequo):Cielo e Mister.K (Países Baixos/Noruega/Bélgica), de Tallulah H. Schwalb
• 🎬 Semana dos Realizadores – Grande Prémio:Zero (EUA), de Jean Luc Herbulot
• 🎭 Semana dos Realizadores – Prémio Especial do Júri:Welcome to the Village (Japão), de Hideo Jôjô
• 🎞️ Oriente Express – Grande Prémio:River Returns (Japão), de Masakasu Kaneko
• 🎥 Oriente Express – Prémio Especial:Sana: Let Me Hear (Japão), de Takashi Shimizu
• 🇵🇹 Prémio de Cinema Português:Criador de Ídolos, de Luís Diogo
• 🇺🇸 Prémio da Crítica:Cold Wallet (EUA), produzido por Steven Soderbergh
🎭 Destaques para os melhores realizadores e atores
Na categoria de Melhor Realizador, os premiados foram:
• 🎭 Yuri Nakamura (Samurai Detetive Onihei: Blood for Blood, Japão) – Melhor Atriz (Semana dos Realizadores)
• 🎬 Tomoki Kimura (Ranshima Bound, Japão) – Melhor Ator (Semana dos Realizadores)
🎬 Curtas-metragens e o impacto crescente do Fantasporto
A curta-metragem vencedora foi Happy People (Hungria), recebendo também menção especial o filme português Gosto de te ver dormir, de Hugo Pinto.
Segundo Beatriz Pacheco Pereira, o Japão foi o grande protagonista do festival, enviando algumas das melhores estreias mundiais da edição deste ano. A diretora destacou ainda a presença da atriz filipina Judy Ann Santos, uma das maiores estrelas da Ásia, premiada pelo seu desempenho em Scarecrow.
🎭 Fantasporto em crescimento, mas com desafios pela frente
Com um aumento de público em relação ao ano passado, a organização do Fantasporto já sente a necessidade de mais salas para acolher espectadores, dado que várias sessões esgotaram rapidamente.
Além do crescimento do festival, Beatriz Pacheco Pereira aproveitou a presença do ministro dos Assuntos Parlamentares, Pedro Duarte, na cerimónia de encerramento para alertar para a necessidade de apoios ao setor cultural, nomeadamente para pequenos grupos de teatro, música e cinema.
A responsável também criticou a falta de apoio do Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA), afirmando que o Fantasporto passou de ser um dos festivais mais apoiados do país para um dos que recebe menos financiamento, devido ao surgimento de novos festivais em Lisboa.
🎟️ Fantasporto: um festival essencial para o cinema fantástico
Mais uma vez, o Fantasporto provou a sua relevância internacional, consolidando-se como um dos festivais de cinema fantástico mais importantes do mundo. O sucesso de Dollhouse e o domínio asiático demonstram a força do cinema oriental, enquanto a crescente adesão do público sugere um futuro promissor para este evento icónico.
Agora resta esperar para ver os filmes premiados chegarem às salas de cinema e descobrir se Dollhouse conquistará o público tanto quanto conquistou o júri do Fantasporto.
Lançado em 2011, Bridesmaids foi um dos filmes que redefiniu a comédia contemporânea, provando que histórias lideradas por mulheres podiam ser gigantes de bilheteira e sucesso de crítica. No entanto, o realizador Paul Feig revelou recentemente que, antes da estreia, foi-lhe dito que, se o filme falhasse, arruinaria para sempre as oportunidades para comédias femininas em Hollywood.
Durante um painel no SXSW, enquanto promovia o seu novo projeto, Another Simple Favor, Feig recordou o intenso peso que carregou antes da estreia de Bridesmaids. Segundo o cineasta, vários estúdios estavam a rejeitar ideias de filmes escritos e protagonizados por mulheres porque queriam primeiro ver se Bridesmaids teria sucesso.
“Tantas amigas minhas, escritoras, estavam a apresentar argumentos para comédias femininas, e ouviam sempre a mesma resposta: ‘Temos de esperar para ver como corre Bridesmaids’”, revelou. “Fiquei a pensar: ‘F**! Não ponham isso em cima de mim. Será que vou arruinar os filmes feitos por mulheres?’”*
💰 De “fracasso iminente” a sucesso de bilheteira
Bridal Partiers: Lillian (Maya Rudolph, second from right) recruits best friend Annie (Kristen Wiig, right) as maid of honor, forcing Annie to herd an unruly bunch of attendants including a nuclear engineer (Melissa McCarthy, left), a naive newlywed (Ellie Kemper), an upper-class snob (Rose Byrne) and a bored housewife (Wendi McLendon-Covey).
Apesar de ser realizado por Feig, Bridesmaids era uma produção claramente liderada por mulheres, com um guião escrito por Kristen Wiig e Annie Mumolo, além de um elenco de luxo composto por Wiig, Maya Rudolph, Rose Byrne, Wendi McLendon-Covey, Ellie Kemper e Melissa McCarthy.
Ainda assim, até ao dia da estreia, os estúdios não estavam convencidos. De acordo com as previsões, o filme tinha de arrecadar 20 milhões de dólares no fim de semana de estreia para não ser considerado um fracasso. No entanto, uma exibição à meia-noite, na véspera da estreia, não correu bem, e os analistas previam um desastroso 13 milhões de dólares.
“Passei o dia inteiro a pensar: ‘Pronto, destrui a comédia feminina’”, disse Feig. Mas, ao contrário das previsões, as receitas foram crescendo ao longo do fim de semana. O realizador soube da boa notícia enquanto jantava com Melissa McCarthy e Ben Falcone: “De repente, começam a chegar mensagens: ‘20 milhões. 21. 22.’ Então entrámos no carro e fomos até ao Arclight Cinema, e estava completamente cheio. Foi o melhor momento das nossas vidas.”
No final, Bridesmaids arrecadou mais de 300 milhões de dólares a nível mundial, tornando-se uma referência no género e abrindo caminho para mais comédias protagonizadas por mulheres.
🎬 Uma Mudança Necessária em Hollywood
A pressão sobre Bridesmaids mostra como a indústria cinematográfica ainda resiste a filmes liderados por mulheres. Feig criticou a mentalidade dos estúdios, apontando a hipocrisia de que The Hangover (2009) nunca teve de “provar” que um elenco masculino poderia garantir bilheteira.
“Ninguém disse ‘vamos esperar para ver se um grupo de homens consegue liderar uma comédia antes de voltarmos a fazer outra’”, criticou o realizador.
Felizmente, o sucesso do filme mostrou que havia um grande público para estas histórias, incentivando Hollywood a investir mais no género. Desde então, produções como Perfeita é a Mãe!, Mulheres ao Ataque e Oito Mulheres e um Segredo demonstraram que as comédias femininas não só têm espaço no mercado, como podem ser altamente rentáveis.
Mais de uma década depois, Bridesmaids continua a ser uma das melhores comédias do século XXI, lembrando-nos de que o riso não tem género – e que Hollywood não devia precisar de “provas” para acreditar nisso.
A icónica distopia neo-noir de Ridley Scott está de volta – mas mais suja, sombria e caótica do que nunca!
Os fãs de Blade Runner (1982) sempre souberam que a obra-prima de Ridley Scott era única e quase impossível de replicar. Mas décadas depois, Denis Villeneuve surpreendeu tudo e todos com Blade Runner 2049 (2017), um filme que expandiu o universo e trouxe um toque mais filosófico e minimalista à saga. Agora, “Blade Runner 2099” promete regressar às raízes do clássico original, abandonando parte da abordagem visual e narrativa de 2049 para recuperar a atmosfera decadente e suja do primeiro filme.
A nova série da Prime Video ainda não tem data de estreia, mas já se sabe que Michelle Yeoh, Hunter Schafer, Dimitri Abold e Tom Burke fazem parte do elenco – e que Burke acredita que este novo capítulo será muito mais próximo do filme de 1982 do que da sequela de Villeneuve.
“Estamos a ir mesmo longe com isto”, diz Tom Burke 🎥🦾
Numa entrevista à Variety, Tom Burke revelou detalhes interessantes sobre Blade Runner 2099, especialmente no que toca à estética e à atmosfera da série. Segundo o ator:
🎭 “Houve um momento de simplesmente largar tudo e pensar: ‘OK, estamos mesmo a ir longe com isto.’
🎨 [A série] é muito mais próxima da estética do primeiro filme do que do segundo. Estamos a regressar a essa mistura barroca e eclética de culturas e períodos de tempo.”
Isto significa que Blade Runner 2099vai abandonar parte da abordagem fria e minimalista de “2049”, que apostava numa estética mais limpa e ordenada, para recuperar o caos urbano, as ruas apinhadas de gente e os visuais poluídos e sujos do original.
Para os fãs que sentiram falta dessa sensação neo-noir suja e decadente, esta é uma excelente notícia! 🤩
“Blade Runner” sempre foi sobre o que nos torna humanos 🤖❤️
Para além do visual, Blade Runner 2099 vai continuar a explorar um dos temas centrais da saga: o que significa ser humano?
Burke falou sobre essa questão e como a série pretende manter a profundidade filosófica dos filmes anteriores:
🧐 “O que faz de alguém um humano? O que faz de alguém não humano? Quando é que alguém cruza essa barreira?… Podemos realmente ter uma noção completa da humanidade sem estarmos cientes dos nossos próprios lados duplos? Todos temos capacidade para o bem e para o mal. Esse tema está muito bem tratado no mundo de Blade Runner.”
O ator também destacou que, ao contrário de muitas histórias de ficção científica, Blade Runner sempre trabalhou a sua moralidade e filosofia com subtileza e nuance – algo que 2099 pretende preservar.
🎬 Estilo: Muito mais próximo do Blade Runner de 1982 do que de 2049
O facto de a série estar a recuperar o espírito e a estética do clássico original pode ser um grande atrativo para os fãs mais puristas. No entanto, resta saber se conseguirá manter a profundidade narrativa e a densidade temática dos filmes anteriores, algo essencial para a identidade da saga.
A história de uma sátira de guerra que quase ninguém percebeu ser uma sátira!
“Tropic Thunder” (2008) não é apenas uma comédia cheia de ação e caos – é também uma das sátiras mais ousadas de Hollywood. Criado por Ben Stiller, o filme goza com o narcisismo dos atores de método, a obsessão de Hollywood por filmes de guerra e até a forma como a indústria trata atores com deficiência. Mas sabias que a ideia para o filme nasceu mais de 20 anos antes, enquanto Stiller estava a filmar Empire of the Sun (1987)? 😮
Ben Stiller e a “preparação de guerra” dos seus amigos 😂
Nos anos 80, Stiller tentou entrar em “Platoon” (1986) e foi rejeitado. Depois, acabou por conseguir um pequeno papel no épico de Steven Spielberg, Empire of the Sun (1987). Foi nessa altura que notou algo que lhe pareceu hilariantemente absurdo:
🎖️ Vários amigos seus entraram em filmes de guerra como Platoon e Hamburger Hill (1987).
💪 Durante meses, não falavam de outra coisa além dos “intensos” boot camps de treino que tinham feito para os papéis.
🔥 Diziam que se sentiam como verdadeiros soldados!
Para Stiller, aquilo era ridículo. Afinal, ser ator não é nada como estar numa guerra real. E assim nasceu a ideia para Tropic Thunder – um grupo de atores convencidos de que são heróis de guerra, mas que não sobreviveriam um dia numa batalha real! 😂
Robert Downey Jr.: “A ideia mais estúpida que já ouvi!” 🤡
Se há alguém que roubou a cena em Tropic Thunder, esse alguém é Robert Downey Jr. no papel de Kirk Lazarus – um ator australiano que leva o método ao extremo, chegando ao ponto de fazer uma cirurgia para se tornar negro para interpretar um soldado afro-americano! 😵
Mas sabias que Downey quase rejeitou o papel? Quando Stiller o abordou nas férias no Havai, a reação inicial do ator foi:
🗣️ “Esta é a ideia mais estúpida que já ouvi!”
Stiller, sem perder tempo, respondeu:
😏 “Pois é – não é incrível?”
E foi assim que Downey entrou para um dos papéis mais controversos da sua carreira.
Como Downey Criou Kirk Lazarus – e Por Que Escolheu Ser Australiano 🇦🇺
Inicialmente, o guião de Tropic Thunder previa que Kirk Lazarus fosse irlandês, mas Downey pediu para mudar para australiano, pois disse que conseguia improvisar melhor nesse sotaque. Não foi coincidência: anos antes, já tinha interpretado um australiano em Natural Born Killers (1994).
Para construir o personagem, Downey inspirou-se em três atores famosos:
🎭 Russell Crowe – pelo seu lado durão.
🎭 Colin Farrell – pelo sotaque e irreverência.
🎭 Daniel Day-Lewis – pelo compromisso extremo com os papéis.
Aliás, o próprio método de Downey inspirou o guião! Como ficou no personagem 24 horas por dia, Stiller decidiu incluir essa obsessão no próprio Kirk Lazarus.
🏆 O resultado? Downey foi nomeado para um Óscar, algo raríssimo para comédias!
Ben Stiller sabia que ia dar polémica – e fez tudo para evitar confusões 🏴☠️
A personagem de Downey provocou críticas antes mesmo da estreia – afinal, um ator branco a interpretar um negro é sempre um tema sensível. Mas Stiller não estava apenas a fazer humor com raça – estava a gozar com os atores de método que levam o trabalho demasiado a sério.
🧐 Para evitar mal-entendidos, exibiu o filme a membros da NAACP (associação de defesa dos direitos dos negros nos EUA).
👍 O resultado? Recebeu reações positivas, com muitos jornalistas afro-americanos a perceberem a intenção da sátira.
No final, Tropic Thunder tornou-se um clássico da comédia, mas também um dos filmes mais mal compreendidos de sempre. Afinal, quem eram os verdadeiros alvos da piada?
O ator foi mordido duas vezes pelo animal e nem as luvas de aço o salvaram! 😲
Bill Murray tem muitas histórias hilariantes sobre os bastidores dos seus filmes, mas esta talvez seja uma das mais absurdas e inacreditáveis. Durante uma recente entrevista no programa Hot Ones, o ator revelou que ainda tem uma cicatriz deixada por uma mordida da marmota que interpretou Punxsutawney Phil no icónico “O Feitiço do Tempo” (1993). E não foi apenas uma vez – foi mordido em dois dias seguidos! 😵🩹
“Who in the hell trained this gopher?” – A saga das mordidelas!
No meio da entrevista, Bill Murray decidiu exibir a cicatriz no dedo e explicou que a marmota o atacou em dois dias consecutivos durante as filmagens. No segundo dia, o ator achou que estava a ser esperto e usou luvas de aço por baixo das normais, mas mesmo assim o pequeno roedor conseguiu perfurá-las! 😨
“Não vos estou a fazer um pirete, mas olhem bem para isto – esta cicatriz aqui é da marmota. Isso é real. Ele mordeu-me dois dias seguidos! No segundo dia pensei que estava a ser esperto e usei umas luvas de pesca de aço por baixo das minhas. Os dentes dele atravessaram o metal. Sim, os dentes deles são deste tamanho!”
Aparentemente, o animal não tinha sido devidamente treinado e, ao que parece, também não gostava muito de Bill Murray. Será que era pessoal? 🤔
🎬 Uma rodagem repleta de desconforto (e não só físico!)
Mas esta não foi a única provação que Murray enfrentou nas filmagens da icónica comédia de 1993, realizada por Harold Ramis. O ator passou por vários momentos de sofrimento para trazer Phil Connors à vida, e alguns deles são de fazer qualquer um tremer:
❄️ A cena da poça gelada – Para gravar a famosa cena em que pisa repetidamente numa poça de água gelada, envolveu o pé em película aderente, neoprene e duas meias, mas mesmo assim teve de usar secadores de cabelo no fim da cena para evitar hipotermia.
🎯 O combate de bolas de neve – Harold Ramis pediu às crianças que atirassem bolas de neve com toda a forçacontra Murray. Digamos que o pedido foi levado a sério!
🤚 As bofetadas de Andie MacDowell – A atriz, que interpreta Rita, foi encorajada por Murray a bater-lhe a sério na cara para tornar a cena mais realista. E ela não se fez rogada! 😂
😤 A relação tensa entre Bill Murray e Harold Ramis
Para além dos desafios físicos, as filmagens de “O Feitiço do Tempo” foram marcadas por uma tensão crescente entre Bill Murray e o realizador Harold Ramis. Os dois tinham visões muito diferentes do filme:
🎭 Ramis queria uma comédia romântica, mais leve e acessível.
🤔 Murray queria um tom mais filosófico e introspectivo, centrado no existencialismo do looping temporal.
O clima ficou ainda mais difícil porque, na época, Murray estava a passar por um divórcio, o que afetou ainda mais a sua disposição no set. O conflito entre ele e Ramis tornou-se tão intenso que, após o filme, passaram mais de 20 anos sem falar um com o outro! 😬
🎥 Valeu a pena todo o sofrimento? Sem dúvida!
Apesar de tudo – as mordidelas, o frio extremo, as bofetadas e os desentendimentos criativos – “O Feitiço do Tempo” tornou-se um dos filmes mais icónicos e influentes da comédia. O seu impacto vai muito além do género, tendo sido estudado em cursos de cinema e até elogiado por filósofos pelo seu conceito sobre o tempo e a redenção.
E no fim, talvez Bill Murray tenha tido o último riso: com ou sem cicatriz, o filme tornou-se um clássico imortal, ao contrário da marmota mordedora, que já deve ter feito as pazes com o tempo há muito tempo! 😆🐿️⏳
O clássico de comédia dos anos 90 está de volta – e cheio de estrelas do golfe! ⛳✨
Se és fã de Adam Sandler e da sua lendária comédia “Happy Gilmore” (1996), marca já no calendário: o filme terá finalmente uma sequela e chega à Netflix a 25 de julho de 2025! 📅🎥
A confirmação do regresso de Happy Gilmore era aguardada há anos, especialmente depois de Sandler ter insinuado que um guião já estava a ser desenvolvido. Agora, não só a sequela foi oficializada, como já tem uma data marcada e um elenco recheado de surpresas! 🎉
A nova aventura de Happy no mundo do golfe trará de volta Adam Sandler no papel principal, acompanhado de Julie Bowen (Virginia Venit) e do infame vilão Shooter McGavin, interpretado mais uma vez por Christopher McDonald.
Os detalhes do enredo ainda estão em segredo, mas já se sabe que o filme terá um verdadeiro desfile de lendas do golfe!🏆 Entre as participações especiais confirmadas, estão:
⛳ Jogadores da PGA Tour: Scottie Scheffler, Rory McIlroy, Justin Thomas, Keegan Bradley, Rickie Fowler, Tony Finau, Collin Morikawa, Xander Schauffele, Jordan Spieth e Will Zalatoris.
⛳ Estrelas do LIV Golf: Bryson DeChambeau e Brooks Koepka.
⛳ Lendas do desporto: Jack Nicklaus, Lee Trevino e John Daly.
Com este elenco de luxo, é garantido que vamos ter momentos hilariantes e épicos no campo de golfe! 🤣🏌️♀️
😂 Um regresso que promete nostalgia e gargalhadas
Quando foi lançado em 1996, “Happy Gilmore” rapidamente se tornou um dos filmes mais icónicos de Adam Sandler. A história do jogador de hóquei que descobre um talento inesperado para o golfe conquistou audiências e ainda hoje é lembrada como uma das melhores comédias desportivas de sempre.
A presença de Christopher McDonald no filme original como Shooter McGavin, o rival arrogante de Happy, foi um dos pontos altos do filme – e o ator já revelou que o novo capítulo “tem muito coração e muito humor” e que “vai surpreender toda a gente pela positiva”.
E se há algo que sabemos sobre Adam Sandler, é que ele adora reunir os amigos para um bom filme. Será que vamos ter mais participações especiais inesperadas? 👀
🎬 A Netflix aposta forte na sequela
A Netflix está a apostar alto nesta sequela, investindo num elenco de peso e trazendo Sandler de volta a um dos seus papéis mais amados. Depois do sucesso de outras colaborações com o ator (Mistério em Paris, O Astronauta), a plataforma de streaming quer agora capitalizar na nostalgia e no amor dos fãs pelo primeiro filme.
E como prova de que esta não será apenas uma sequela para “encher chouriços”, Christopher McDonald revelou que o filme tem um guião sólido, humor inteligente e um toque emocional inesperado. 🥹💙
📅 Contagem decrescente para julho de 2025!
Ainda falta mais de um ano para a estreia, mas os fãs de Adam Sandler e da comédia desportiva já podem começar a preparar-se para o regresso de Happy Gilmore aos greens. Será que ele ainda tem o toque mágico para bater os adversários? Ou será que Shooter McGavin tem um novo truque na manga? 🎭🏌️♂️
Errol Morris mergulha nas sombras do caso Manson, mas será que encontrou algo novo?
A história de Charles Manson já foi contada de todas as formas possíveis. 📽️ Desde documentários a dramatizações, passando por entrevistas infames e livros que venderam milhões, o caso dos assassinatos Tate-LaBianca continua a ser um dos momentos mais macabros da história americana. Agora, a Netflix lança um novo documentário, “CHAOS: The Manson Murders”, realizado pelo icónico Errol Morris (The Fog of War, The Thin Blue Line). Mas será que há algo novo para contar? Ou estamos perante mais uma teoria da conspiração sem provas concretas? 🤔🔍
🎥 O documentário: estilo artístico e um toque de “arte macabra”
“CHAOS” não é apenas um documentário recheado de imagens de arquivo e testemunhos. Morris enche o ecrã com estética grunge, gráficos em estilo punk, imagens psicadélicas e um trabalho visual que transforma fotografias de cenas de crime em algo que parece uma exposição de arte grotesca. 📸🖼️
O realizador aplica filtros a preto e branco, destaca o vermelho do sangue e cria um efeito de “arte macabra” que pode ser sedutor para o público, mas que pouco acrescenta ao mistério do caso. Se o objetivo era dar um ar enigmático e moderno, funciona. Mas será que o conteúdo justifica essa abordagem? 🤨🎨
🧠 A grande teoria: Manson treinado pela CIA?!
O centro do documentário assenta numa teoria controversa levantada por Tom O’Neill, autor do livro CHAOS: Charles Manson, the CIA, and the Secret History of the Sixties. Segundo O’Neill, a chave para compreender Manson não está apenas no seu carisma manipulador, mas sim numa ligação a um programa secreto da CIA: o MKUltra. 🕵️♂️💊
📌 O que era o MKUltra?
O MKUltra foi um projeto real da CIA entre os anos 50 e 70, onde se testavam drogas alucinogénias (especialmente LSD) para supostamente criar “assassinos programados”. Uma ideia digna de um thriller conspiratório – e de facto, já explorada no cinema em The Manchurian Candidate (1962).
📌 A ligação a Manson?
Manson passou algum tempo na Haight-Ashbury Free Medical Clinic, um centro médico onde a CIA supostamente recrutava jovens para os seus estudos com LSD. O’Neill sugere que Manson aprendeu as técnicas de manipulação mental diretamente da CIA, e que os assassinatos orquestrados por ele faziam parte de um plano maior. Mas há um pequeno problema… não há provas. 🤷♂️🔍
🗣️ A teoria segura-se? Ou é puro delírio?
Aqui está o grande problema do documentário: não há evidências concretas. O próprio O’Neill admite que nunca encontrou registos de Manson em contacto direto com a CIA, mas baseia-se em “padrões suspeitos”.
O documentário inclui várias tangentes para alimentar a especulação:
✅ O facto de Manson ter estado perto de lançar um álbum com a ajuda de Dennis Wilson (dos Beach Boys) e Terry Melcher, o que levanta a hipótese de que os assassinatos tiveram motivações pessoais. 🎸🎶
✅ A tese de que Manson queria que todos os seus seguidores estivessem envolvidos nos crimes para que ninguém o denunciasse.
✅ O uso de drogas como speed e LSD, que pode ter alterado a perceção das seguidoras de Manson ao ponto de cometerem atos de violência extrema.
✅ A possibilidade de que o governo queria desacreditar a cultura hippie, usando Manson como exemplo máximo do perigo da contracultura dos anos 60. 🚨✌️
📜 O veredicto final: um exercício de estilo sem respostas concretas
“CHAOS: The Manson Murders” pode ser uma experiência visualmente estimulante, mas no final, é um documentário que promete muito e entrega pouco. Errol Morris entra em becos sem saída, sem conseguir provar as ligações entre a CIA e Manson. O resultado é um filme que brinca com o lado conspiratório da cultura pop, sem conseguir adicionar nada de substancial àquilo que já se sabia sobre o caso.
Se gostas de teorias mirabolantes e mistérios sem resposta, “CHAOS” pode ser um bom entretenimento. Mas se procuras um documentário baseado em fatos concretos, este pode ser frustrante. Afinal, como diria Mulder em Ficheiros Secretos… “I want to believe”, mas aqui é difícil acreditar. 👀👽