Estreia dia 29 de setembro, no TVCine Edition e no TVCine+, “Assalto a Apollo”, a segunda temporada do spin-off televisivo criado a partir da saga de ação protagonizada por Gerard Butler nos cinemas (“Olympus Has Fallen”, “London Has Fallen” e “Angel Has Fallen”). Os novos episódios chegam semanalmente às terças-feiras, às 22h10.
A série dá continuidade a “Assalto a Paris” (título original “Paris Has Fallen”), que introduziu a dupla central desta versão televisiva da franquia: Zara Taylor, agente do MI6, e Vincent Taleb, ex-agente da proteção francesa, interpretados respetivamente por Ritu Arya (conhecida de “The Umbrella Academy”) e Tewfik Jallab (de “Spiral”). Nesta nova missão, que os leva da costa da Líbia às ruas de Madrid, um sequestro transforma-se numa conspiração muito mais vasta e obscura, obrigando a dupla a enfrentar mercenários implacáveis, os seus próprios traumas por resolver, e um vilão particularmente ameaçador, o líder mercenário Yuri Mishkin, enquanto um vírus mortal ameaça alastrar-se por toda a Europa.
A criação da série está a cargo de Howard Overman, argumentista com um currículo já reconhecido em séries como “Misfits” e “War of the Worlds”, e a produção é assinada pela Studiocanal, um selo que tem vindo a apostar consistentemente nesta reformulação televisiva da saga cinematográfica de Butler, com produção de valores elevados que procura replicar a espetacularidade dos filmes originais dentro do formato serializado. Segundo relatos da imprensa francesa, onde a série já estreou em setembro no Canal+, esta segunda temporada representa uma escalada clara de ambição em relação à anterior: mais cenas de ação em grande escala, incluindo a queda de um avião no Mediterrâneo e um cerco nas montanhas galesas, um salto de escala que os próprios responsáveis descrevem como a temporada mais intensa da franquia até à data.
Vale, no entanto, ser transparente quanto à receção crítica na França: as primeiras críticas após a estreia em Canal+ foram distintamente mistas, com pelo menos uma análise a descrever a temporada como uma deceção, apontando para uma interpretação pouco convincente, um argumento com fragilidades e efeitos especiais aquém do que seria de esperar de uma produção com esta ambição visual. Isto não invalida, porém, o apelo do género para os fãs da fórmula puramente escapista da saga “Has Fallen”, que continua a ter uma base de público fiel tanto no cinema como agora em formato de série.
Um dado que talvez interesse aos fãs mais entusiastas: já está confirmada e em produção uma terceira temporada, “Shadow Has Fallen”, desta vez centrada na África Austral e com a guerra cibernética como ameaça central, somando ao elenco nomes como Iwan Rheon (de “Game of Thrones”) e Brendan Coyle (de “Downton Abbey”), sinal de que a Studiocanal está a apostar de forma continuada nesta expansão televisiva da franquia, independentemente da receção mais dividida por parte da crítica.



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