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“Citadel” T2 estreia amanhã: a série mais cara da Amazon tem uma última oportunidade de provar que o dinheiro não foi em vão

Em 2023, o Prime Video lançou Citadel com uma fanfarra proporcional ao investimento — e o investimento era de cerca de 300 milhões de dólares para a primeira temporada, um valor que colocava a série entre as produções mais caras da história da televisão. A recepção foi morna: a crítica encontrou uma série de espionagem tecnicamente impecável mas narrativamente sobrecarregada, com demasiada mitologia, demasiados saltos temporais e pouco espaço para que as personagens respirassem. O público foi suficiente para justificar uma segunda temporada — mas a conversa em torno da série nunca atingiu a dimensão que a Amazon esperava.

A segunda temporada estreia amanhã, 6 de Maio, e chega com uma proposta diferente. Priyanka Chopra Jonas e Richard Madden regressam como Nadia Sinh e Mason Kane — os agentes da organização de espionagem independente Citadel, amnésicos restaurados em guerra com a rede criminosa Manticore — mas a produção prometeu um argumento mais contido, com menos dependência da mitologia estabelecida e um ritmo que a primeira temporada reconhecidamente não conseguiu manter. Os showrunners mudaram: David Weil, responsável pela primeira temporada, saiu, e a segunda foi desenvolvida por uma equipa que estudou o que não funcionou antes de escrever uma linha de argumento.

O contexto da franchise importa para perceber o que está em jogo. Citadel é o laboratório da estratégia de universo global da Prime Video: há uma versão italiana — Citadel: Diana — e uma indiana — Citadel: Honey Bunny — a correr em simultâneo, com histórias autónomas que se cruzam com a série principal. É um modelo sem precedentes na televisão de streaming e a Amazon investiu nele com uma seriedade que vai além de uma única série. Se a segunda temporada de Citadel não convencer, o modelo todo é posto em causa.

Para quem não viu a primeira temporada — disponível na íntegra no Prime Video — a segunda foi concebida para funcionar como ponto de entrada, com um episódio de contexto que recapitula o essencial sem exigir que o espectador tenha visto tudo. É uma concessão inteligente que diz muito sobre as lições aprendidas.

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