“The Mandalorian and Grogu” estreia quinta-feira — e as primeiras críticas estão a dividir os fãs de Star Wars

The Mandalorian and Grogu estreia quinta-feira, 22 de Maio, nos cinemas portugueses — o primeiro filme de Star Wars em sete anos, com projecções de bilheteira entre 80 e 100 milhões de dólares no fim-de-semana de abertura americano. O embargo das críticas levantou ontem e o Rotten Tomatoes está nos 61% — um número que, para uma franchise desta escala, já está a gerar debate intenso.

O filme, realizado por Jon Favreau, passa-se após a queda do Império Galáctico, numa época em que os senhores da guerra imperiais dispersos continuam a ameaçar a galáxia. A Nova República recruta Din Djarin (Pedro Pascal) e o seu aprendiz Grogu para resgatar Rotta, o Hutt (Jeremy Allen White), em troca de informação do clã Hutt sobre um alvo da República. Sigourney Weaver interpreta a Coronel Ward, a nova contacto de Djarin na República. 

As críticas apontam para um filme familiar e acessível — mas dividem-se sobre se essa acessibilidade é uma virtude ou um problema. O Comingsoon.net chamou-lhe “um filme de Star Wars de baixos riscos”, enquanto outras publicações elogiam exactamente a mesma contenção como uma escolha deliberada e corajosa numa franchise que se perdeu a tentar ser grande de mais. Há também uma decisão narrativa do filme que está a gerar polémica entre os fãs — sem spoilers, é algo que acontece com Grogu que alguns consideram um erro criativo e outros consideram a escolha mais corajosa da saga desde O Último Jedi

Pedro Pascal, Sigourney Weaver, Jeremy Allen White e — em cameo — Martin Scorsese. Em cartaz a partir de quinta-feira nos Cinemas NOS, UCI e restantes salas portuguesas. Em IMAX disponível no NOS Colombo e Forum Almada.

Shonda Rhimes regressa a “Grey’s Anatomy” — e o novo spinoff passa-se num hospital rural no Texas

Noah Centineo é o jovem John Rambo — e o filme acabou de terminar as rodagens na Tailândia

“The Mandalorian and Grogu” estreia quinta-feira — e as primeiras críticas estão a dividir os fãs de Star Wars

Shonda Rhimes regressa a “Grey’s Anatomy” — e o novo spinoff passa-se num hospital rural no Texas

A ABC encomendou hoje um novo spinoff de Grey’s Anatomy — o quarto na história da franchise, co-criado por Shonda Rhimes e pela actual showrunner Meg Marinis, com Ellen Pompeo como produtora executiva. A série estreia em meados de 2027. 

É uma notícia com mais do que uma camada. A primeira: Shonda Rhimes está a escrever ficção médica para a ABC pela primeira vez desde que assinou o exclusivo com a Netflix em 2017. Como se trata de um spinoff de uma série já existente, o projecto cai fora do contrato Netflix — uma distinção legal que abre uma janela criativa que há anos parecia fechada. A segunda: o Texas. O spinoff é descrito como “um drama ousado sobre uma equipa num centro médico rural no West Texas — o último recurso antes de quilómetros de nada”. É a primeira vez que a franchise sai do ambiente urbano da costa oeste americano — sem Seattle, sem Los Angeles, sem o tipo de hospital de ponta onde Grey’s sempre se moveu. 

A personagem que pode fazer a ligação entre as duas séries é Catherine Fox, interpretada por Debbie Allen — uma das figuras mais duradouras da franchise e a única com razões narrativas plausíveis para aparecer num hospital do Texas. O elenco principal ainda não foi anunciado. Marinis, que já gere Grey’s Anatomy na 23.ª temporada, pode acumular os dois cargos de showrunner — como a sua antecessora Krista Vernoff fez com Grey’s e Station 19 em simultâneo. 

Em Portugal, Grey’s Anatomy está disponível na Disney+. O spinoff chegará pela mesma via em 2027.

Gaten Matarazzo de “Stranger Things” estreia-se no West End com “Rent” — e Jonathan Larson faria 66 anos este mês

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Noah Centineo é o jovem John Rambo — e o filme acabou de terminar as rodagens na Tailândia

John Rambo terminou as rodagens na Tailândia em Abril — e Noah Centineo, o actor de To All the Boys que convenceu o realizador Jalmari Helander a dar-lhe o papel depois de meses de conversas e Zoom calls, está a descrever a experiência como transformadora. “Jalmari não me queria”, disse Centineo à Collider. “Tive de me ir metendo na cabeça dele. Um dia ligou-me e disse: ‘Tu és o Rambo.’ Foi surreal.” 

O filme é uma prequela de First Blood (1982), realizada por Jalmari Helander — o finlandês de Sisu — e situa-se anos antes dos eventos que tornaram John J. Rambo num dos anti-heróis mais icónicos do cinema de acção. O elenco inclui David Harbour como o Coronel Trautman, Yao (Sinners), Jefferson White (Yellowstone) e Tayme Thapthimthong (The White Lotus). James Franco tem um papel secundário — o seu primeiro em grande produção em quase uma década. Os irmãos Russo são produtores executivos, tal como Sylvester Stallone, que confirmou o envolvimento no Instagram: “Rambo fez parte da minha vida durante muito tempo. Estou entusiasmado por ser produtor executivo e explorar o capítulo inicial do homem antes da lenda.” 

O North Star criativo de Centineo foi o monólogo final de Stallone em First Blood — a cena na esquadra onde Rambo colapsa e explica ao Coronel Trautman o trauma que o Vietname lhe deixou. “Queríamos que as pessoas tivessem uma compreensão visceral do que ele passou para se tornar na personagem que todos conhecemos”, disse o actor. O presidente da Lionsgate descreveu as primagens como “eléctricas”: “É raro os dailies me surpreenderem. Estes foram eléctricos.” Data de estreia ainda não confirmada.

“The Pitt” — a série médica que toda a gente está a recomendar e que ainda não viste

Noah Wyle tem 54 anos e passou a maior parte da vida profissional a ser reconhecido na rua como o Dr. Carter de ER — a série médica que definiu o género durante quinze temporadas e que terminou em 2009. The Pitt, que estreou no Max em Janeiro de 2026 e chegou entretanto a Portugal, é o regresso de Wyle ao hospital — e segundo toda a gente que a viu, é o melhor trabalho da sua carreira.

A premissa é radical na sua simplicidade: cada episódio corresponde exactamente a uma hora real de trabalho num serviço de urgência de Pittsburgh. Não há saltos temporais, não há flashbacks, não há cenas em casa dos personagens. São quinze episódios, quinze horas consecutivas num único dia de trabalho no Pittsburgh Trauma Medical Center. O criador R. Scott Gemmill — que trabalhou em ER durante anos — construiu uma série que usa a unidade de tempo como princípio dramatúrgico: tudo o que acontece, acontece em tempo real, com toda a pressão que isso implica para o espectador e para as personagens.

O Hollywood Reporter coloca The Pitt entre os maiores sucessos do Max em 2026 — uma plataforma que não é conhecida por fenómenos de word-of-mouth orgânico, mas que neste caso viu a série crescer semana a semana por recomendação directa. Wyle interpreta o Dr. Robby, o médico chefe de urgência que tenta gerir uma equipa sob pressão constante, com um elenco que inclui Patrick Ball, Supriya Ganesh, Fiona Dourif e Taylor Dearden. A primeira temporada tem quinze episódios. A segunda foi confirmada antes do final da primeira. Em Portugal está disponível no Max. 

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Gaten Matarazzo de “Stranger Things” estreia-se no West End com “Rent” — e Jonathan Larson faria 66 anos este mês

Gaten Matarazzo — Dustin Henderson em Stranger Things — vai fazer a sua estreia nos palcos de Londres num revival de Rent de Jonathan Larson no West End este Outono. É a primeira grande aposta teatral de um actor da geração Stranger Things — e uma escolha que diz muito sobre o que Matarazzo quer fazer a seguir ao fim da série. 

Rent estreou na Broadway em 1996, um ano após a morte súbita de Larson na noite da primeira apresentação para convidados, e tornou-se num dos musicais mais influentes de sempre — uma adaptação da ópera La Bohème de Puccini para o East Village de Nova Iorque dos anos 90, com personagens que vivem com HIV/SIDA, lutam contra a pobreza e tentam fazer arte num mundo que os ignora. Ganhou o Pulitzer e o Tony de Melhor Musical em 1996. O filme de Chris Columbus com o elenco original saiu em 2005. E tick, tick… BOOM! de Lin-Manuel Miranda em 2021 reintroduziu Larson a uma nova geração — incluindo, muito provavelmente, Matarazzo.

O papel que Matarazzo vai interpretar no revival não foi ainda confirmado — o anúncio do Deadline indica a sua participação mas não o personagem específico. O West End tem uma tradição de revivals de Rent desde que o musical estreou em Londres em 1998 no Shaftesbury Theatre, mas esta produção parece ser a mais ambiciosa em anos. Para os fãs de Stranger Things em Portugal — onde a série foi um fenómeno — é exactamente o tipo de notícia de personalidade que vale a pena acompanhar.

James Gray tentou fazer FaceTime a Scarlett Johansson durante a ovação de “Paper Tiger” — ela não atendeu

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James Gray tentou fazer FaceTime a Scarlett Johansson durante a ovação de “Paper Tiger” — ela não atendeu

James Gray tentou fazer FaceTime a Scarlett Johansson durante os sete minutos de ovação que Paper Tiger recebeu na estreia em Cannes. Ela não atendeu. Johansson tem uma boa desculpa: está em rodagens do Exorcist de Mike Flanagan e não conseguiu ir à Croisette. 

O filme que ela não pôde ver sendo aplaudido é provavelmente o melhor da sua carreira fora do MCU. A TIME chamou-lhe “um thriller à moda antiga no melhor sentido — quietamente operático na sua intensidade”. O Hollywood Reporter disse que é o melhor filme de James Gray. O IndieWire elogiou uma obra “simultaneamente épica e pessoalmente assombrada”. Johansson substituiu Anne Hathaway no papel da mulher de Harvey Pearl, o que lhe permite explorar um sotaque do Tri-State area que já tinha usado na comédia Don Jon de 2013. 

Baseado em Queens nos anos 80, Paper Tiger segue dois irmãos judeus americanos, Gary Pearl (Adam Driver) e Irwin Pearl (Miles Teller), ambiciosos e desesperados, que acabam enredados com a máfia russa. É o Gray mais acessível desde Two Lovers — um realizador que sempre soube construir personagens com a complexidade moral que o thriller americano raramente permite. A Neon adquiriu os direitos norte-americanos e internacionais. Data de estreia em Portugal ainda não confirmada mas esperada para o segundo semestre de 2026. 

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Os 10 Melhores Filmes de Dwayne Johnson — e onde os ver em Portugal e no Brasil

Dwayne Johnson tem uma das carreiras mais consistentes do cinema de entretenimento dos últimos vinte anos. Com The Smashing Machine — o seu trabalho mais aclamado pela crítica, disponível no Max em Portugal e rodar nos canais TVCine — a redefinir o que se espera dele como actor, aqui estão os dez filmes que valem mesmo a pena ver.

10. G.I. Joe: Retaliação (2013) Johnson entrou na franchise como Roadblock para salvar uma segunda parte que ninguém esperava que funcionasse — e funcionou. Acção directa e eficaz, com Johnson a fazer o que faz melhor: presença física e carisma que tapam qualquer buraco no argumento. Prime Video ✅ | Brasil: Prime Video ✅

9. Skyscraper (2018) Ex-agente do FBI com uma perna amputada a escalar o edifício mais alto do mundo em chamas para salvar a família. Mistura Die Hard com Cliffhanger e funciona porque Johnson nunca pisca — leva tudo a sério com uma convicção que o torna irresistível. Portugal: verificar JustWatch | Brasil: verificar JustWatch

8. San Andreas (2015) O maior terramoto da história da Califórnia e Johnson num helicóptero de salvamento a atravessar o estado para salvar a filha. Catástrofe de grande escala com coração — e sequências de destruição que ainda impressionam. Portugal: verificar JustWatch | Brasil: verificar JustWatch

7. Velocidade Furiosa 5 (2011) A entrada de Hobbs na franchise foi um dos momentos mais energéticos da saga. Johnson como o agente federal implacável que persegue Dom Toretto criou uma dinâmica com Vin Diesel que definiu os filmes seguintes — e a cena do confronto físico entre os dois continua a ser uma das mais memoráveis da saga. Portugal: verificar JustWatch | Brasil: verificar JustWatch

6. O Rundown (2003) Peter Berg dirigiu esta comédia de acção na selva com Seann William Scott e Christopher Walken. Arnold Schwarzenegger tem um cameo de passagem de testemunho que diz tudo sobre o que Johnson ia ser. É o Dwayne Johnson mais honesto e mais divertido fora da franchise Velocidade FuriosaPortugal: alugar na Apple TV | Brasil: alugar na O Rundown

5. Jumanji: Bem-Vindo à Selva (2017) Johnson como o avatar do dweeb da escola é um dos seus papéis mais divertidos — e um dos mais inteligentes. 962 milhões de dólares globalmente. A química com Kevin Hart, Jack Black e Karen Gillan fez deste filme um dos maiores êxitos da sua carreira. Portugal: Netflix ✅ | Brasil: HBO Max ✅

4. Velocidade Furiosa: Hobbs & Shaw (2019) Johnson e Jason Statham num dueto de insultos mútuos e acção de escala épica. David Leitch realizou com a mesma energia de Deadpool 2 e Atomic Blonde. A sequência na Samoa, com Johnson a parar helicópteros com correntes humanas, é puro cinema de acção sem vergonha nenhuma.  Prime Video/ SkyShowtime ✅ | Brasil: Prime Video ✅

3. Rampage (2018) Um gorila gigante, um lobo voador e um crocodilo enorme a destruir Chicago — e Johnson como o primatologista que tenta salvar o seu amigo animal. O melhor filme de monstros de Johnson e um dos mais honestos: sabe exactamente o que é e entrega sem hesitar. 

2. Moana (2016) “You’re Welcome” é uma das canções de um filme Disney mais cantadas da última década. Johnson entregou-a com um prazer genuíno que ressoa em todas as versões do mundo. Tecnicamente animação — mas a sua presença vocal é tão central que ignorar o filme seria uma injustiça. Portugal: Disney+ ✅ | Brasil: Disney+ ✅

1. The Smashing Machine (2025) Benny Safdie dirigiu Johnson como Mark Kerr — o campeão de MMA que batalhou contra a dependência de drogas no auge da carreira — num biopic rodado em 16mm com Emily Blunt como a namorada que tentou mantê-lo à tona. Ganhou o Silver Lion em Veneza, valeu a Johnson uma nomeação ao Globo de Ouro e tem 71% no Rotten Tomatoes. É o Dwayne Johnson que ninguém esperava ver — e que muda completamente o que se pode esperar dele a seguir. Portugal: Max ✅ | Brasil: Max ✅ 

Menção honorária: Central Intelligence (2016) Johnson como Bob Stone — o aluno gordo e bullied do liceu que cresceu para se tornar num agente da CIA musculado mas socialmente desajustado — é o seu melhor trabalho de comédia. A dinâmica com Kevin Hart funciona com uma precisão que os seus filmes de acção pura raramente atingem.

E vocês? O que acham desta lista? Deixei-nos os vossos comentários.

Russell Crowe é Göring e Rami Malek é o homem que tentou percebê-lo — “Nuremberga” estreia sexta-feira no TVCine

Hermann Göring foi o segundo homem mais poderoso do Terceiro Reich, o criador da Gestapo, o comandante da Luftwaffe e o único líder nazi com carisma e inteligência suficientes para ameaçar o próprio Hitler. No banco dos réus em Nuremberga, em 1945, mostrou-se também o único acusado capaz de usar o julgamento como palco — respondendo com argúcia às perguntas dos procuradores, manipulando os seus co-arguidos e, segundo os registos históricos, gerindo a sua própria defesa com uma competência que perturbou profundamente os aliados. Nuremberga — que estreia esta sexta-feira, 22 de Maio, às 21h30, em exclusivo no TVCine Top e TVCine+ — é a história do homem encarregado de o avaliar antes do julgamento: o psiquiatra americano Douglas Kelley.

Russell Crowe interpreta Göring com a contenção calculada que a personagem exige — não o monstro berrador do imaginário popular, mas o político astuto que sabia exactamente o efeito que cada palavra produzia. Rami Malek é Kelley, o jovem psiquiatra do exército americano que chega a Nuremberga convicto de que vai encontrar a explicação clínica para a maldade — e que progressivamente percebe que Göring não cabe em nenhuma categoria que a psiquiatria da época conseguia definir. O duelo entre os dois — intelectual, psicológico, moral — é o coração do filme.

James Vanderbilt realiza a partir do seu próprio argumento — o mesmo Vanderbilt que escreveu Zodíaco de David Fincher, talvez o melhor thriller de procedimento policial da última década. A comparação não é acidental: Nurembergatem a mesma estrutura de investigação obsessiva, a mesma atenção ao detalhe histórico e a mesma recusa em simplificar o que é genuinamente complexo. Göring não é reabilitado — mas é compreendido com uma profundidade que torna o filme mais perturbador do que qualquer retrato de maldade directa conseguiria ser.

O filme chegou aos cinemas portugueses em Fevereiro e foi um dos títulos mais discutidos do início do ano — com historiadores e críticos a debater a fidelidade histórica e a pertinência de humanizar, mesmo que parcialmente, uma figura como Göring. Essa discussão não tem resposta fácil. É precisamente isso que o faz valer a pena ver uma segunda vez — ou uma primeira, para quem perdeu a estreia em sala. Sexta-feira, 22 de Maio, às 21h30, TVCine Top e TVCine+.

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