“Deadpool & Wolverine”: Reshoots mudaram o final e trouxeram mais emoção

O aguardado “Deadpool & Wolverine”, que reúne Ryan Reynolds e Hugh Jackman num épico cruzamento de multiversos, quase teve um final bem diferente. Contudo, uma mudança de última hora – e graças a um contributo inesperado – trouxe ao filme um desfecho mais emocionante e visceral, algo que tem conquistado os fãs.

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Blake Lively ao resgate
Segundo o realizador Shawn Levy, foi Blake Lively, esposa de Ryan Reynolds, quem sugeriu a alteração. O final original cortava diretamente do momento em que Deadpool e Wolverine se uniam para salvar o multiverso até à resolução, sem deixar espaço para suspense ou dúvidas sobre o destino dos heróis. “Eu quero sentir o medo de que eles estão perdidos. Deixa-me naquele lugar de suspense para que o triunfo da sobrevivência seja mais emocional e visceral,” teria dito Lively.

A equipa de produção levou a sugestão a sério e, surpreendentemente, as refilmagens necessárias levaram apenas alguns dias. O resultado foi um final que trouxe tensão, humor e uma das cenas mais marcantes do filme.

O sacrifício heroico e a reviravolta
No final reformulado, o vilão Mr. Paradox tenta manipular o público ao apresentar o sacrifício de Deadpool e Wolverine como parte do seu plano. A cena conta com momentos memoráveis, incluindo a hilariante reentrada de Deadpool que corta o discurso do vilão com a frase: “Ele ressuscitou, baby girl!” – para o desespero de Paradox.

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Além disso, o filme brinca com a longevidade de Wolverine no universo cinematográfico, com Deadpool a sussurrar ao personagem de Hugh Jackman: “Até aos 90 anos!” – uma piada que não só faz referência às constantes despedidas e regressos de Jackman ao papel, mas também ao domínio de Disney, que não se importou de trocar dignidade por um impressionante lucro de 1,34 mil milhões de dólares.

O poder das refilmagens
Os reshoots tornaram o desfecho mais impactante, intensificando a emoção e garantindo uma conclusão que deixa os espectadores na ponta da cadeira antes do esperado alívio cômico. Este é um exemplo claro de como uma visão externa pode transformar a narrativa de um filme, elevando-o a um nível superior.

Com “Deadpool & Wolverine”, a Marvel e a Disney demonstram que ainda sabem equilibrar humor, ação e narrativa, enquanto continuam a desafiar os limites do cinema de super-heróis.


Eddie Murphy revela arrependimento por recusar papel em “Quem Tramou Roger Rabbit”

O icónico ator Eddie Murphy confessou que rejeitar o papel principal em “Quem Tramou Roger Rabbit” é uma das decisões mais arrependidas da sua carreira. Durante uma entrevista com Jimmy Fallon, no programa “The Tonight Show”, Murphy revelou que não compreendeu o potencial do filme na altura, perdendo assim a oportunidade de fazer parte de um dos maiores sucessos dos anos 80.

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“Eu ia ser o Bob Hoskins”
No filme, lançado em 1988, o papel de Eddie Valiant, um detetive desiludido que interage com personagens animadas, foi interpretado por Bob Hoskins. No entanto, a oferta inicial foi feita a Murphy, que explicou os seus motivos para a recusa. “Eu ia ser o tipo do Bob Hoskins,” contou, referindo-se ao papel do detetive. Contudo, o conceito inovador do filme – que misturava animação com atores reais – parecia-lhe pouco convincente na altura. “Foi a única vez que recusei algo que se tornou um grande sucesso,” admitiu.

Uma decisão baseada em ceticismo
Murphy confessou que a razão por detrás da sua decisão foi a descrença na tecnologia de efeitos especiais. “Pensei: ‘O quê? Animação e pessoas? Isso parece uma m*rda para mim.’” Hoje, ao rever o filme, que se tornou um marco do cinema e dos efeitos visuais, Murphy não consegue evitar sentir-se arrependido. “Agora, sempre que vejo o filme, sinto-me um idiota,” brincou.

Uma carreira de grandes sucessos (e um grande ‘se’)
Apesar desta oportunidade perdida, Murphy construiu uma carreira lendária, sendo o primeiro ator a receber 1 milhão de dólares pelo seu papel de estreia em “48 Horas” (1982) e protagonizando filmes icónicos como “O Príncipe das Mulheres”“Shrek”, e “Um Tira da Pesada”. No entanto, “Quem Tramou Roger Rabbit” permanece como o grande “e se” na trajetória do ator.

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O impacto de “Quem Tramou Roger Rabbit”
Realizado por Robert Zemeckis, “Quem Tramou Roger Rabbit” foi um marco na história do cinema, arrecadando mais de 329 milhões de dólares mundialmente e conquistando quatro Óscares, incluindo Melhores Efeitos Visuais. A combinação inovadora de animação e live-action abriu caminho para futuros filmes híbridos, tornando-se um clássico intemporal.

Embora Eddie Murphy não tenha integrado o elenco, a sua reflexão sobre a decisão é um lembrete de que até as maiores estrelas enfrentam dúvidas e arrependimentos na sua trajetória.


Richard Curtis revela tentativa falhada de criar uma sequela para “Notting Hill”

O icónico filme “Notting Hill”, lançado em 1999, quase teve uma sequela, mas o projeto foi abandonado após Julia Roberts rejeitar a ideia. O realizador e argumentista Richard Curtis revelou recentemente que tentou desenvolver uma continuação que abordava o divórcio dos protagonistas, mas a proposta não agradou à estrela principal.

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Uma história que não convenceu Julia Roberts
Durante a promoção do seu novo filme animado para a Netflix, “That Christmas”, Curtis contou ao IndieWire que trabalhou num guião que explorava o casamento de Anna Scott (Julia Roberts) e William Thacker (Hugh Grant) após o “felizes para sempre”. “Tentei fazer um com ‘Notting Hill’ em que eles se iam divorciar, e a Julia achou que era uma ideia muito má”, admitiu o realizador. Este feedback levou ao abandono do projeto, deixando “Notting Hill” como uma obra única na filmografia romântica de Curtis.

Hugh Grant também criticou o seu personagem
Recentemente, Hugh Grant, que interpretou o reservado dono de livraria William Thacker, também partilhou críticas sobre o seu papel no filme. Numa entrevista, o ator afirmou que o seu personagem carecia de coragem em momentos cruciais. “Sempre que vejo o filme, penso: ‘Porque é que o meu personagem não tem coragem? Há uma cena em que os paparazzi estão à porta e eu deixo a Anna passar por mim sem a proteger. Isso é horrível.’”

Grant revelou ainda que foi frequentemente confrontado por pessoas próximas sobre as escolhas do seu personagem, mas não encontra justificações além do facto de estar a seguir o guião. “Acho que ele é, na verdade, um tipo desprezível”, concluiu o ator com humor.

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O legado de “Notting Hill”
Apesar das críticas dos seus protagonistas, “Notting Hill” foi um enorme sucesso de bilheteira, arrecadando mais de 360 milhões de dólares globalmente, tornando-se um dos filmes britânicos mais rentáveis de todos os tempos. A comédia romântica conquistou o público com o seu enredo cativante e química irresistível entre Roberts e Grant, além de receber nomeações para os Globos de Ouro e BAFTA, vencendo o Audience Award de Filme Mais Popular em 2000.

Enquanto a sequela permanece apenas uma curiosidade rejeitada, “Notting Hill” continua a ser um marco no género rom-com e um favorito entre os fãs.

“That Christmas” de Richard Curtis estreia na Netflix no dia 4 de dezembro, prometendo trazer a magia natalícia numa nova perspetiva animada.


Teri Hatcher sobre a vida aos 59: “Namorar já não é tão divertido”

A atriz Teri Hatcher, conhecida pelo seu papel em “Donas de Casa Desesperadas”, revelou recentemente que namorar já não faz parte das suas prioridades. Aos 59 anos, Hatcher prefere passar o tempo com o seu gato e dedicar-se a projetos pessoais, afastando-se das pressões associadas ao mundo dos encontros. Durante uma entrevista ao programa “Sherri”, apresentado por Sherri Shepherd, a atriz abordou o tema com humor e franqueza.

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Namoro aos 59: expectativas e desafios
Refletindo sobre as suas experiências passadas, Hatcher explicou como a perceção sobre o namoro mudou com o passar dos anos. “Costumava sair e olhar para o homem do outro lado da mesa a pensar: ‘Será que vamos acabar na cama juntos?’ Agora, penso: ‘Quando é que vou ter de mudar as fraldas deste homem?'”, comentou, arrancando risos da audiência. A atriz admitiu que a diversão que antes associava aos encontros desapareceu.

Quando questionada sobre a possibilidade de namorar homens mais jovens, Hatcher foi clara: “Seria demasiado trabalho. Teria de estar sempre a perguntar: ‘Como fico de biquíni hoje?’ e simplesmente já não me importa.”

Uma vida plena sem romance
A atriz, que foi casada duas vezes — com Markus Leithold de 1988 a 1989 e com Jon Tenney de 1994 a 2003, com quem tem uma filha — afirmou que, apesar das opiniões de terceiros, está confortável com o seu estado atual. “As pessoas dizem que os homens devem estar à porta à espera, mas quando abro, não está lá ninguém”, brincou.

Atualmente, Hatcher encontra felicidade em momentos simples, como “namorar” o seu gato, que a acompanha enquanto aprende francês no Duolingo. “É melhor do que qualquer encontro que possam imaginar”, declarou.

Um estigma a superar
Em declarações anteriores à revista People, Hatcher reforçou que estar solteira não é sinónimo de solidão. “Quero remover o estigma associado a isso. A minha vida não tem nada de solitário, apesar de estar solteira há muito tempo”, disse em 2019.

A atriz protagoniza atualmente o filme de Natal “How to Fall in Love By Christmas”, mostrando que, mesmo sem um parceiro romântico, a sua vida continua cheia de projetos e significado.

Reflexões sobre namoro na maturidade
As declarações de Teri Hatcher coincidem com relatos de outras mulheres que enfrentam os desafios e mudanças no panorama dos relacionamentos em idades mais avançadas. Enquanto algumas, como a académica Bella DePaulo, preferem permanecer solteiras e felizes, outras encontram novas formas de explorar o amor através de encontros casuais ou apps de namoro.

Independentemente das escolhas, há uma mensagem clara: estar solteira na maturidade é uma experiência tão válida e rica como qualquer outra. Para Hatcher, o essencial é viver uma vida plena, com ou sem romance.


Outlander T7 Parte II: A luta dos Frasers entre amor e guerra

O regresso de “Outlander” com a segunda metade da sétima temporada é um dos eventos mais esperados pelos fãs da épica saga de Claire e Jamie Fraser. A estreia acontece no próximo dia 2 de dezembro, às 22h10, no TVCine Emotion e no TVCine+, prometendo novos desafios, reencontros e momentos intensos.

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Uma jornada no tempo e no coração da revolução
Baseada nos romances de Diana Gabaldon, “Outlander” mistura géneros como ficção científica, história e romance, transportando o público por diferentes épocas e terras. Na nova temporada, os Frasers enfrentam as consequências da Guerra Revolucionária Americana, um conflito que ameaça destruir tudo o que construíram nas colónias.

Claire (Caitriona Balfe), Jamie (Sam Heughan) e Ian partem numa viagem de regresso à Escócia, onde os laços do passado e as feridas da guerra colocam à prova a sua resiliência. Num contexto de mudanças radicais, a família terá de decidir entre lutar pelo futuro ou proteger aqueles que amam.

Uma série que marca gerações
Com mais de 50 milhões de livros vendidos, a série televisiva consolidou-se como um fenómeno cultural. Além disso, a oitava e última temporada já confirmada promete encerrar a história de forma grandiosa. Enquanto isso, esta segunda parte da sétima temporada prepara o terreno para o desfecho épico de uma das histórias mais amadas da atualidade.

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Acompanhe os novos episódios todas as segundas-feiras, às 22h10, no TVCine Emotion.

Pearl: A origem sombria de uma vilã icónica

Prepare-se para entrar no mundo distorcido de Pearl, a perturbadora vilã de “X”, no novo filme realizado por Ti West. A prequela da aclamada trilogia estreia em Portugal no próximo dia 30 de novembro, às 21h30, no TVCine Top e no TVCine+.

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O glamour sombrio de Pearl
Situado em 1918, o filme retrata a história de Pearl, uma jovem presa numa quinta isolada, sob a vigilância rígida da mãe e cuidando do pai doente. Desesperada por uma vida glamorosa, semelhante à que viu nos filmes, Pearl luta contra as limitações da sua existência. A estética vibrante inspirada no Technicolor contrasta com a violência visceral da narrativa, oferecendo uma experiência cinematográfica única.

Uma performance inesquecível de Mia Goth
Com uma interpretação de tirar o fôlego, Mia Goth transforma Pearl numa personagem complexa, oscilando entre inocência e malícia. O filme, que passou pelo festival Indielisboa, foi descrito como um tributo tanto ao clássico “O Feiticeiro de Oz” quanto ao terror contemporâneo, conquistando dois Critics’ Choice Super Awards.

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Completando a trilogia que inclui “X” e o futuro “MaXXXine”, “Pearl” é uma obra imperdível para os fãs de cinema de terror. Não perca esta estreia no TVCine Top, no dia 30 de novembro, às 21h30.

Yellowstone T5 Parte II: Uma saga familiar que chega ao clímax

O aclamado neo-western “Yellowstone” regressa com a segunda parte da sua quinta temporada no próximo dia 5 de dezembro, às 22h10, no TVCine Emotion e no TVCine+. Com reviravoltas emocionantes e momentos de grande intensidade, esta etapa promete fechar com chave de ouro a história épica da família Dutton.

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A luta pelo poder em Montana
“Yellowstone”, criado por Taylor Sheridan, segue a complexa jornada da família Dutton, liderada por John Dutton (Kevin Costner). Ao longo das temporadas, os Dutton lutaram para manter o controlo sobre o maior rancho contíguo dos Estados Unidos, enfrentando especuladores imobiliários, disputas com reservas indígenas e ameaças políticas. Este retrato cru e autêntico da América rural aborda temas como corrupção, ganância e sobrevivência.

Na segunda parte da quinta temporada, a narrativa atinge um ponto de viragem dramático. Aparentemente, John Dutton comete suicídio, um evento que abala profundamente a família. Com Beth (Kelly Reilly) e Kayce (Luke Grimes) à frente, como irão os Dutton enfrentar este golpe devastador?

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O adeus a Kevin Costner e o futuro da série
Com seis episódios marcados para esta fase final, “Yellowstone” apresenta não apenas uma história repleta de intrigas e emoção, mas também a despedida de Kevin Costner, cujo papel como John Dutton marcou a televisão contemporânea. Será este o encerramento definitivo da saga?

Não perca este emocionante desfecho, todas as quintas-feiras, às 22h10, no TVCine Emotion.

“Moana 2” conquista recordes no fim de semana de Ação de Graças nos cinemas

A aguardada sequência da Disney, “Moana 2”, está a estabelecer novos recordes de bilheteira. Com uma estreia impressionante durante o feriado de Ação de Graças, o filme arrecadou cerca de 170 milhões de dólares nos primeiros cinco dias nos cinemas, superando títulos anteriores da Disney, como “Frozen” e “Frozen 2”, no mesmo período.

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Um início triunfante para a sequência
Com a voz de Dwayne Johnson e Auli’i Cravalho, “Moana 2” capturou o público desde o primeiro dia, acumulando 54 milhões de dólares, incluindo sessões de pré-estreia. Especialistas preveem que o filme poderá ultrapassar os 200 milhões de dólares no total do fim de semana prolongado, colocando-o entre as maiores estreias de animação da história.

Este é o quarto sucesso consecutivo da Disney a ultrapassar a marca dos 100 milhões de dólares em 2024, juntando-se a outros gigantes como “Kingdom of the Planet of the Apes”“Inside Out 2” e “Deadpool & Wolverine”, que também dominaram as bilheteiras este ano.

A força da nostalgia e inovação
“Moana 2” não é apenas um retorno ao universo mágico do original, mas também uma celebração da cultura polinésia, com novos elementos que ampliam a história. A conexão emocional do público com Moana e Maui é evidente, e o sucesso inicial demonstra que a Disney continua a saber equilibrar nostalgia com inovação nas suas produções.

Concorrência em alta no mesmo fim de semana
Embora “Moana 2” seja o destaque, outros filmes também tiveram desempenhos notáveis durante o feriado. A adaptação do musical da Broadway “Wicked” arrecadou 92 milhões de dólares, enquanto “Gladiador 2” alcançou 39 milhões, provando que o fim de semana de Ação de Graças é uma época de ouro para as estreias cinematográficas.

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Com recordes quebrados e uma receção calorosa do público, “Moana 2” reafirma o domínio da Disney no panorama da animação e promete continuar a encantar famílias em todo o mundo durante as próximas semanas.


Harvey Weinstein processa Nova Iorque por condições desumanas na prisão de Rikers Island

O ex-produtor de cinema Harvey Weinstein, atualmente preso na ilha de Rikers, Nova Iorque, entrou com um processo contra a cidade e diversas entidades, alegando negligência e violação dos seus direitos constitucionais devido às condições “deploráveis” da prisão. Weinstein, que cumpre pena por crimes sexuais, reclama 5 milhões de dólares em danos.

A luta contra condições inumanas
De acordo com o processo, Weinstein alega ter sofrido “negligência médica grave” e condições sanitárias inadequadas, incluindo roupa por lavar durante semanas e a ausência de tratamento médico adequado para as suas necessidades. O seu advogado, Imran Ansari, descreveu as condições como “cruéis e incomuns”, violando a Oitava Emenda da Constituição dos Estados Unidos.

Weinstein, que sofre de problemas de saúde crónicos, afirma que o ambiente hostil e a falta de cuidados médicos em Rikers levaram a um agravamento do seu estado. O advogado declarou ainda: “A negligência com os seus cuidados médicos reflete os problemas estruturais da prisão, frequentemente criticada pela sua violência e insalubridade”.

Rikers Island sob intensa supervisão
O processo surge num momento em que Rikers Island enfrenta uma crescente pressão pública e judicial. Uma decisão recente de um juiz federal apontou para “falhas contínuas” na gestão da prisão, levando à possibilidade de supervisão direta pelo Departamento de Justiça. Apesar dos esforços para encerrar Rikers até 2027, as condições continuam a ser motivo de escrutínio.

Weinstein busca responsabilização
Para Weinstein, este processo representa uma tentativa de garantir que os responsáveis pela sua “negligência médica e maus-tratos” sejam responsabilizados. Os seus advogados afirmam que continuarão a lutar para proteger os direitos constitucionais do cliente, destacando que “até os prisioneiros têm direito a cuidados humanos básicos”.

Enquanto isso, o destino de Weinstein, que aguarda novos julgamentos e apelações, permanece incerto, mas o caso lança luz sobre o estado alarmante de uma das prisões mais criticadas dos Estados Unidos.


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Novo trailer de “Squid Game” revela detalhes da segunda temporada

Os fãs de “Squid Game” já podem começar a contar os dias. A segunda temporada da série sul-coreana, um dos maiores sucessos da Netflix, chega à plataforma no próximo dia 26 de dezembro. Esta semana, foi revelado um novo trailer que aumenta as expectativas para o regresso do jogo de sobrevivência mais tenso da televisão.

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A volta do jogador 456
A trama retoma três anos após os eventos da primeira temporada. O jogador Seong Gi-hun, interpretado por Lee Jung-jae, está de volta com uma nova missão. Depois de abdicar da oportunidade de ir para os Estados Unidos, ele regressa aos misteriosos desafios mortais, agora mais determinado do que nunca. Com novos participantes a competir pelos 45,6 mil milhões de wons, a tensão promete ser ainda maior nesta nova etapa.

Confirmada uma terceira temporada
Para os fãs que já estão a pensar no futuro da série, a Netflix confirmou que “Squid Game” terá uma terceira e última temporada, com estreia prevista para 2025. O criador da série, Hwang Dong-hyuk, partilhou nas redes sociais que está entusiasmado com o regresso ao universo da série. “Foi surreal voltar a filmar, e estou curioso para ver como será a experiência dos fãs ao regressarem ao jogo três anos depois”, revelou.

O confronto final aproxima-se
Na nova temporada, Gi-hun enfrenta não apenas os perigos dos jogos, mas também o próprio apresentador, cuja presença enigmática continua a ser um mistério central da série. Segundo Dong-hyuk, o confronto entre os dois será o motor da narrativa até ao desfecho na terceira temporada.

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Com uma produção ambiciosa e um elenco talentoso, “Squid Game” está pronto para manter os espectadores colados ao ecrã. Não perca a estreia a 26 de dezembro na Netflix.


Cinema Batalha celebra Alice Rohrwacher e recebe matinés do Cineclube do Porto

Cinema Batalha, no Porto, anunciou uma programação diversificada para dezembro e janeiro, com destaque para uma retrospetiva da obra da realizadora italiana Alice Rohrwacher, sessões do Cineclube do Porto e uma exposição inédita do artista norte-americano Tony Cokes.

Um tributo à realizadora Alice Rohrwacher
A retrospetiva dedicada a Alice Rohrwacher inicia-se em dezembro e prolonga-se até fevereiro, destacando o trabalho da realizadora conhecido por explorar temas como a infância, a ancestralidade e a relação entre o rural e o moderno. Entre os filmes exibidos estão “Corpo Celeste” (2011) e “O País das Maravilhas” (2014), ambos reconhecidos pela crítica e premiados em festivais internacionais.

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Matinés históricas com o Cineclube do Porto
O Batalha retoma ainda a colaboração histórica com o Cineclube do Porto, ativo desde os anos 1940. As matinés quinzenais, aos domingos, começarão a 8 de dezembro com a exibição de “Os Domingos de Cybele” (1962), filme vencedor de um Óscar, que aborda a amizade entre um veterano de guerra e uma criança órfã. Estas sessões são uma oportunidade para revisitar momentos-chave da vida cultural do mais antigo cineclube português.

Uma exposição inédita de Tony Cokes
Além do cinema, o espaço acolherá a primeira exposição individual em Portugal de Tony Cokes, cujo trabalho combina texto, imagem e som para refletir sobre temas como o capitalismo, o consumo e a colonialidade. A exposição inclui uma peça inédita criada especialmente para o evento no Porto.

Outros destaques na programação
O ciclo “Mitologias: Lugares Sagrados, Tempos Míticos” traz filmes emblemáticos como “Cavalgada Heróica” (1939), de John Ford, e “Veredas” (1978), de João César Monteiro. Além disso, o cinema celebra o centenário do poeta Alexandre O’Neill com a exibição de “Um Filme em Forma de Assim” (2022), seguida de uma conversa com o realizador João Botelho.

Toda a programação pode ser consultada em www.batalhacentrodecinema.pt, uma oportunidade para os amantes da sétima arte aproveitarem uma oferta cultural única.


Samuel L. Jackson desmistifica o glamour dos Óscares: “É uma honra vencer, não ser nomeado”

Com uma carreira impressionante que abrange mais de 150 filmes, Samuel L. Jackson não tem receio de desafiar os discursos tradicionais de Hollywood. Durante uma recente entrevista à Associated Press, o icónico ator afirmou que a tão repetida frase “É uma honra ser nomeado” não reflete a realidade da indústria.

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A verdade sobre os prémios de Hollywood
Segundo Jackson, que foi nomeado apenas uma vez ao Óscar por “Pulp Fiction” em 1994, mas recebeu um prémio honorário em 2021, a verdadeira satisfação reside em ganhar, não em ser nomeado. “Quando dizem que é uma honra ser nomeado, não, não é. É uma honra vencer”, declarou sem rodeios. O ator criticou ainda o foco exagerado na temporada de prémios, descrevendo-a como “um concurso para o qual não nos voluntariamos” e salientando que muitos nomeados e até vencedores acabam esquecidos com o passar do tempo.

Uma carreira repleta de sucessos memoráveis
Jackson conquistou o público com papéis icónicos em filmes como “Pulp Fiction”“Shaft”“Tempo de Matar”“Os Oito Odiados” e na saga “Star Wars”, onde deu vida ao Mestre Jedi Mace Windu. Além disso, é uma figura central no Universo Cinematográfico Marvel, como Nick Fury, e emprestou a sua voz ao Frozone nos filmes “The Incredibles”. A sua carreira variada inclui colaborações frequentes com realizadores como Quentin Tarantino e Spike Lee, cimentando o seu lugar como uma das lendas de Hollywood.

Reflexões de um veterano
Para Jackson, o foco da indústria deveria ser o trabalho em si e não os prémios. Apesar de ter alcançado o estatuto de estrela global, o ator mantém uma visão pragmática sobre a efemeridade do reconhecimento. “O que realmente importa são os filmes que fazemos e o impacto que têm nas pessoas”, afirmou.

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Com mais de cinco décadas de experiência, Samuel L. Jackson continua a redefinir o que significa ser uma estrela em Hollywood, mantendo-se autêntico e fiel às suas convicções.


Ben Stiller admite que fazer “Tempestade Tropical” hoje seria impossível

A sátira de Hollywood lançada em 2008, “Tempestade Tropical”, tornou-se um clássico da comédia, mas o seu criador e protagonista, Ben Stiller, revelou recentemente que o filme dificilmente seria produzido no ambiente atual. Em entrevista ao Collider, o ator e realizador destacou as dificuldades crescentes para criar obras de humor mais ousado.

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Uma comédia que desafiou os limites
“Tempestade Tropical” reuniu nomes de peso como Robert Downey Jr., Jack Black e até uma aparição memorável de Tom Cruise. A história segue um grupo de atores egocêntricos que, enquanto filmam um filme de guerra caríssimo no Sudeste Asiático, acabam a enfrentar vilões reais. O enredo irónico satiriza a indústria cinematográfica e o comportamento exagerado das estrelas de Hollywood.

Um dos elementos mais controversos foi a interpretação de Downey Jr. como Kirk Lazarus, um ator que, para interpretar um soldado negro, submete-se a uma cirurgia de “alteração de pigmentação”. Embora a intenção fosse criticar o narcisismo de atores que fariam qualquer coisa por um prémio, Stiller reconhece que o papel é considerado problemático nos dias de hoje. “Mesmo naquela época era arriscado, mas tentámos porque a piada era clara. Agora, não sei se teria coragem de o fazer”, admitiu.

Orçamento e contexto tornariam o filme inviável
Além das controvérsias, Stiller sublinhou que o orçamento do filme, que ultrapassou os 90 milhões de dólares, seria hoje um obstáculo difícil de superar. “Na altura, tivemos sorte em contar com o apoio de Steven Spielberg e da DreamWorks. Hoje, seria incrivelmente difícil justificar tal investimento numa comédia desse tipo.”

Uma reflexão sobre os limites do humor
A discussão em torno de “Tempestade Tropical” reflete as mudanças culturais e sociais que influenciam a produção cinematográfica. Para Stiller, a liberdade criativa tem sido limitada pelas sensibilidades contemporâneas, tornando a comédia um género cada vez mais difícil de explorar.

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Enquanto isso, o legado de “Tempestade Tropical” permanece como uma sátira ousada que marcou uma época, mas que talvez nunca tivesse visto a luz do dia no ambiente atual.


Documentário sobre Christopher Reeve chega à Max em dezembro

Após uma breve, mas simbólica passagem pelos cinemas portugueses no final de setembro, o documentário “Super/Homem – A História de Christopher Reeve” prepara-se para estrear na plataforma Max no próximo dia 8 de dezembro. O filme, que teve sua estreia mundial no Festival de Cinema de Sundance, em janeiro, foi recebido com aclamação pela crítica.

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Uma história comovente e inspiradora
Descrito como uma narrativa tocante sobre a trajetória notável de Reeve, o documentário celebra a ascensão do ator, desde o anonimato até se tornar uma estrela icónica ao interpretar Clark Kent/Super-Homem em quatro filmes. A história, no entanto, também aborda o grave acidente de equitação que o deixou tetraplégico em 1995 e a transformação que o tornou um líder na luta pelos direitos de pessoas com deficiência.

A produção é enriquecida com materiais raros e inéditos, como vídeos familiares e arquivos pessoais, além das primeiras entrevistas com os filhos de Reeve e depoimentos de amigos próximos, incluindo Whoopi GoldbergSusan Sarandon e Glenn Close. O documentário ainda explora a amizade de longa data entre Reeve e Robin Williams, destacando o impacto emocional dessa relação até à morte dos dois artistas.

Mais do que um super-herói no cinema
Para os filhos de Christopher Reeve, o documentário é uma oportunidade de revelar uma nova perspetiva sobre a vida do pai. Segundo Matthew Reeve, “as pessoas conhecem-no como ator e ativista, mas poucos sabem a extensão das suas paixões e o quão complexa era sua vida”. A obra encerra com uma reflexão de Reeve sobre o verdadeiro significado de heroísmo: “Um herói é uma pessoa normal que encontra forças para persistir e resistir, apesar dos obstáculos esmagadores”.

Blue Beetle: O Primeiro Super-Herói Latino no DC Universe Chega ao Ecrã

A partir de 8 de dezembro, “Super/Homem – A História de Christopher Reeve” estará disponível para todos os subscritores da Max, uma oportunidade imperdível para quem deseja conhecer mais sobre este verdadeiro ícone do cinema e da vida real.