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Uma América Sob o Domínio Nazi? A Série Distópica Que Vai Chegar à Netflix

“The Man in the High Castle”, com Rufus Sewell, imagina um mundo onde o Eixo venceu a Segunda Guerra Mundial

E se os Aliados tivessem perdido a Segunda Guerra Mundial? É essa a pergunta inquietante que está no centro de The Man in the High Castle, a aclamada série de história alternativa que chega à Netflix a 11 de Março.

Estreada originalmente em 2015, a produção adapta o romance homónimo de Philip K. Dick e constrói uma realidade distópica onde os Estados Unidos foram divididos entre o Reich nazi e o Império Japonês. Ao longo de quatro temporadas, a série explorou resistência, propaganda, lealdade e identidade num mundo profundamente transformado.

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Um Ponto de Partida Assustadoramente Plausível

Criada por Frank Spotnitz — conhecido pelo seu trabalho em The X-Files e pelas séries históricas Medici e Leonardo — a narrativa arranca com um acontecimento crucial: o assassinato do presidente norte-americano Franklin D. Roosevelt em 1933. Esse evento desencadeia uma cadeia de acontecimentos que culmina na vitória do Eixo na Segunda Guerra Mundial.

Produzida executivamente por Spotnitz e por Ridley Scott, a série apresenta uma América ocupada, onde Nova Iorque está sob controlo nazi e São Francisco integra a esfera japonesa.

Um Elenco de Peso Num Mundo Oprimido

Rufus Sewell lidera o elenco como John Smith, um americano que se junta ao Reich e investiga movimentos de resistência em Nova Iorque. A sua personagem é uma das mais complexas da série, dividida entre dever, ambição e consciência moral.

Alexa Davalos interpreta Juliana Crain, residente em São Francisco sob domínio japonês, que acaba por envolver-se na rebelião liderada pela misteriosa figura do “Homem no Castelo Alto”, personagem associada a Stephen Root.

O elenco inclui ainda Rupert Evans, Bella Heathcote, DJ Qualls, Joel de la Fuente, Cary-Hiroyuki Tagawa, Chelah Horsdal, Jason O’Mara e Rick Worthy.

Recepção Crítica e Evolução

A série mantém uma média de 84% de aprovação no Rotten Tomatoes. A primeira temporada alcançou o selo “Certified Fresh”, com 95% de aprovação, sendo descrita como “ambiciosa e inteligente” e “diferente de tudo o que se vê na televisão”.

Embora a segunda temporada tenha registado uma descida nas avaliações — actualmente nos 62% — a quarta e última temporada recuperou o fôlego crítico, atingindo 92%.

Um Clássico Moderno da Distopia

“The Man in the High Castle” consolidou-se como uma das produções mais marcantes da televisão da última década no campo da ficção especulativa. Ao conjugar intriga política, drama humano e uma atmosfera opressiva, constrói um retrato perturbador de um mundo alternativo que ecoa medos bem reais.

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A partir de 11 de Março, os subscritores da Netflix poderão revisitar — ou descobrir pela primeira vez — esta visão sombria de uma América que nunca existiu… mas que poderia ter existido.

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