35 anos depois, os fãs de Sozinho em Casa descobriram o detalhe que explica tudo

Há filmes que resistem ao tempo não apenas pela nostalgia, mas porque continuam a revelar pequenos segredos a cada nova revisão. Sozinho em Casa é um desses casos. Trinta e cinco anos após a sua estreia, um detalhe aparentemente insignificante passou despercebido a milhões de espectadores — até agora. E, curiosamente, ajuda a esclarecer uma das maiores “falhas” narrativas do filme.

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Durante uma reposição natalícia do clássico realizado por Chris Columbus, fãs mais atentos repararam numa cena do início do filme que muda a forma como olhamos para toda a confusão que leva Kevin McCallister a ficar sozinho em casa. Na famosa sequência do jantar caótico da família McCallister, Kevin e o irmão Buzz provocam uma discussão que termina com a mesa virada e leite entornado sobre documentos importantes — incluindo os bilhetes de avião para Paris.

No meio dessa confusão, o pai, Peter McCallister, apressa-se a limpar a mesa com guardanapos. Sem se aperceber, atira para o lixo o cartão de embarque de Kevin, que estava colado aos restantes documentos molhados. É um gesto rápido, quase invisível, mas com consequências decisivas: Kevin nunca chegou sequer a ter um bilhete válido para embarcar.

Um “erro” que afinal não é erro nenhum

Esta descoberta tornou-se viral nas redes sociais, acumulando milhões de visualizações e reacções de espanto. De repente, uma das perguntas mais recorrentes dos fãs — “como é que ninguém deu pela falta de uma criança no avião?” — passou a ter uma resposta simples e lógica. O bilhete de Kevin nunca foi apresentado, nunca foi verificado, nunca foi contado.

Ou seja, mesmo que alguém tivesse reparado na ausência de Kevin, tecnicamente ele não fazia parte da lista de passageiros embarcados. Um pormenor de guião discretíssimo que demonstra o cuidado narrativo do filme e desmonta, com elegância, uma crítica repetida durante décadas.

As obsessões natalícias continuam

Como acontece todos os anos, Sozinho em Casa volta a ser escrutinado plano a plano. Além do mistério do bilhete, há outras curiosidades que continuam a alimentar debates. Uma delas é a rapidez com que Kevin se desloca entre a igreja, onde conversa com o temido (e afinal bondoso) Old Man Marley, e a casa da família — uma distância considerável para uma criança, especialmente em plena noite de inverno. Táxi? Corte de montagem conveniente? O filme nunca responde.

Outra questão eterna prende-se com o nível de vida dos McCallister. Como é que uma família numerosa consegue sustentar uma mansão nos subúrbios de Chicago e viagens internacionais em primeira classe? A explicação oficial nunca foi dada, mas teorias não faltam — desde empregos altamente lucrativos até ajudas familiares discretas.

Um clássico que continua vivo

Estes detalhes são precisamente o que mantém Sozinho em Casa relevante geração após geração. Mais do que um simples filme de Natal, tornou-se um objecto de análise colectiva, um ritual anual e um exemplo raro de cinema popular com um nível de construção narrativa mais sólido do que aparenta à primeira vista.

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E agora que este mistério foi finalmente resolvido, fica a pergunta inevitável, repetida todos os anos à mesa de Natal: prefere Sozinho em Casa ou Sozinho em Casa 2?

A casa mais doce do cinema de Natal: Sozinho em Casa inspira a maior casa de gengibre do mundo

Trinta e cinco anos depois da sua estreia, Sozinho em Casa continua a provar que é muito mais do que um simples clássico natalício. É um verdadeiro fenómeno cultural, capaz de atravessar gerações, plataformas e… agora também recordes do Guinness. Para assinalar o aniversário redondo do filme, a Disney+ e a Hulu decidiram subir a parada e construíram a maior casa de gengibre do mundo, inspirada na icónica casa da família McCallister.

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A estrutura monumental, certificada oficialmente pelo Guinness World Records, recria a famosa moradia suburbana onde Kevin McCallister enfrentou, sozinho, os inesquecíveis “Wet Bandits”. Com 34 pés de comprimento, 58 de largura e 22 de altura (mais de 10 metros de comprimento e quase 7 metros de altura), a casa não é apenas decorativa: é uma verdadeira obra de engenharia açucarada.

A construção demorou oito dias intensivos e envolveu números absolutamente impressionantes. Foram utilizados cerca de 3.300 quilos de farinha, mais de 6.600 ovos, 75 litros de “cola” comestível e cerca de 4,5 quilos de fondant. Tudo isto para erguer uma réplica doce de uma das casas mais famosas da história do cinema, agora transformada num postal natalício em escala real.

A casa de gengibre encontra-se em exibição em Hollywood e funciona como uma poderosa acção promocional, mas também como uma declaração de amor a um filme que nunca saiu verdadeiramente de cena. Realizado por Chris Columbus e protagonizado por Macaulay CulkinSozinho em Casa estreou em 1990 e tornou-se rapidamente num sucesso global, redefinindo o cinema familiar de Natal e criando um herói improvável que marcou toda uma geração.

Mais do que celebrar um aniversário, esta iniciativa sublinha a longevidade do filme num panorama mediático cada vez mais volátil. Poucos títulos conseguem manter-se relevantes durante três décadas e meia, atravessando VHS, DVD, televisão por cabo e, agora, plataformas de streaming, sem perder o estatuto de ritual natalício obrigatório.

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Entre armadilhas engenhosas, gargalhadas garantidas e uma casa que agora bate recordes mundiais… fica claro que Kevin McCallister continua a proteger muito bem o seu território no imaginário colectivo. Desta vez, coberto de açúcar, farinha e nostalgia.

O carrinho mais famoso do cinema de Natal: quanto custaria hoje a ida às compras de Kevin McCallister?

Há cenas de cinema que ficam gravadas na memória colectiva como se fossem rituais de época. Uma delas acontece em Sozinho em Casa, quando Kevin McCallister, o miúdo esquecido pela família no Natal, atravessa orgulhoso as portas de um supermercado carregado de sacos. Interpretado por Macaulay Culkin, Kevin sai dali com leite, sumo de laranja, pão, refeições congeladas, detergente, papel higiénico e até soldados de brincar… tudo por apenas 19 dólares e 83 cêntimos. Uma pechincha cinematográfica que, 35 anos depois, se tornou quase ficção científica.

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Nos últimos anos, o valor daquela compra voltou a circular nas redes sociais como símbolo de um tempo em que o dinheiro “esticava” mais. E não é apenas nostalgia: refazer exactamente o mesmo carrinho em 2025 dá um resultado bem diferente. Usando preços actuais de um supermercado próximo da zona suburbana de Chicago onde vive a família McCallister, o total chegaria hoje aos 53,95 dólares — ou 52,95 com o famoso cupão de desconto que Kevin apresenta com ar triunfante. Um aumento de cerca de 167% em pouco mais de três décadas.

O carrinho original incluía meia-garrafa de leite, meia-garrafa de sumo de laranja, um pão branco grande, um jantar de micro-ondas, massa com queijo congelada, detergente líquido Tide, película aderente, folhas para a máquina de secar, papel higiénico e um saco de soldados de brinquedo. Nada de luxos, nada de produtos gourmet. Ainda assim, o choque de preços diz muito sobre a evolução do custo de vida — e ajuda a explicar porque é que aquela cena hoje provoca tanto espanto.

Entre 2019 e 2024, os preços dos alimentos para consumo em casa nos Estados Unidos subiram mais de 27%, segundo o índice de preços ao consumidor. O período mais agressivo coincidiu com a pandemia, quando rupturas nas cadeias de abastecimento, aumento dos custos energéticos, falta de mão-de-obra e instabilidade global empurraram os preços para cima. O ritmo da inflação abrandou, mas os valores nunca regressaram ao ponto de partida.

Alguns produtos tornaram-se símbolos desse aumento. Os ovos mais do que duplicaram de preço em certos momentos, o pão encareceu devido aos custos do trigo e do combustível, e o café sofreu com fenómenos climáticos que afectaram grandes produtores mundiais. A carne seguiu o mesmo caminho, com secas e redução dos efectivos de gado a pressionarem a oferta. Até o leite, presença constante no cinema familiar americano, subiu de forma consistente.

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Visto à distância, Sozinho em Casa ganha uma camada inesperada de leitura: além de clássico natalício, tornou-se uma cápsula do tempo económica. A ingenuidade daquela ida às compras — com um miúdo de oito anos a gerir sozinho a despensa — hoje parece quase tão improvável quanto as armadilhas caseiras que Kevin monta para travar os ladrões. Talvez por isso o filme continue a regressar todos os Natais: não apenas pela comédia e pelo coração, mas porque nos lembra um mundo que, para muitos, já parece pertencer a outro século.

“Kevin? Nunca ouvi falar dele!” — Macaulay Culkin explica por que esconde a fama dos filhos

O actor de Sozinho em Casa revela como tenta manter a infância dos filhos longe do peso (e da magia) do clássico que celebra 35 anos.

Macaulay Culkin pode ser uma das figuras mais icónicas da cultura pop dos anos 90, mas dentro de casa, aparentemente, é apenas “o pai”. Numa nova entrevista à Deadline, o actor revelou que os seus dois filhos, de quatro e dois anos, ainda não fazem ideia de que vivem com o rapaz que, há 35 anos, defendia a casa de intrusos com armadilhas dignas de desenho animado. E Culkin parece satisfeito por manter essa inocência durante mais algum tempo.

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Segundo o actor, as crianças até já viram imagens antigas sem perceber quem estava na fotografia. Culkin contou que o filho mais velho reconheceu sem reconhecer: “Disse que o miúdo da foto parecia o Kevin”. Quando o pai revelou que aquele rapaz era ele próprio, a reacção foi… nula. Nenhuma epifania, nenhum “Aaaah!”, apenas a habitual serenidade infantil perante factos que aos adultos parecem enormes.

Para o actor, hoje com 45 anos, é comovente perceber que Sozinho em Casa continua a atravessar gerações. “Para pessoas da minha idade, o filme é nostálgico”, disse. “E agora mostram-no aos filhos deles da mesma forma que eu o mostro aos meus.” Ainda assim, quer preservar o máximo possível o lado normal da vida familiar. “Na maioria das vezes, eles não sabem ao lado de quem estão sentados”, brincou. Aliás, graças a um trailer festivo do Disney+, os miúdos referem-se ao eterno Kevin McCallister como “o Kevin Disney+”.

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O actor sabe que o segredo não durará para sempre. Mais cedo ou mais tarde, alguém no recreio explicará aos seus filhos quem ele é. Ou eles próprios verão o filme e juntarão as peças. “Quero manter esse véu tapado o máximo de tempo possível”, admitiu. Até lá, Culkin continuará a ser apenas o pai que passa fotos antigas no telemóvel — e não o miúdo mais famoso de sempre a derrotar ladrões com latas de tinta, trenós e micro-ondas improvisados.

Macaulay Culkin Abre a Porta a Novo Sozinho em Casa — e Já Tem Ideia Para o Filme

Mais de trinta anos depois de ter entrado para a história como Kevin McCallister, Macaulay Culkin admite que poderia voltar a Sozinho em Casa. Não é uma confirmação oficial, longe disso, mas é o suficiente para acender o imaginário dos fãs que há décadas esperam um regresso digno à saga que marcou o cinema natalício para sempre.

Durante a mais recente sessão do seu evento A Nostalgic Night with Macaulay Culkin, o actor falou sobre a possibilidade de revisitar o papel que o transformou numa das maiores estrelas infantis dos anos 90. Com humor e algum cuidado, disse que “não estaria completamente alérgico” à ideia — uma forma elegante de dizer que não fecha a porta, desde que o projecto seja tratado com a seriedade e a criatividade que a nostalgia merece.

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Culkin sabe bem o peso desse legado. Depois de se afastar de Hollywood ainda adolescente, foi regressando aos poucos, sempre com inteligência e ironia, participando em pequenos projectos e até recriando cenas de Sozinho em Casa em anúncios do Google que rapidamente se tornaram virais. Mas desta vez, o actor foi um pouco mais longe: não só admitiu abertura para o regresso, como partilhou a sua própria ideia para um possível novo filme.

Segundo a descrição citada pela Variety, Culkin imagina Kevin McCallister já adulto, numa vida marcada pelas responsabilidades e pelas inevitáveis complicações da idade. “Eu tinha esta ideia: sou viúvo ou divorciado. Estou a criar um filho, a trabalhar imenso e não estou a prestar atenção suficiente”, explicou o actor. A tensão cresce entre pai e filho — e é aqui que a magia do conceito original renasce.

Na sua proposta, Kevin acaba trancado fora da própria casa, e o filho, magoado e cansado da falta de atenção, recusa-se a deixá-lo entrar. Pior: é o próprio miúdo a montar armadilhas contra ele, replicando e invertendo o legado das malandrices originais. É uma inversão inteligente da fórmula do filme de 1990, que poderia transformar-se numa comédia familiar com novas camadas emocionais: o miúdo que um dia defendeu a sua casa é agora o adulto que precisa de reconquistar a confiança do filho.

Para Culkin, nada disto é garantia de regresso. “Terá de ser perfeito,” reforçou, consciente de que o público não aceita uma sequela qualquer. Ainda assim, o simples facto de o actor revelar ideias próprias — e bem estruturadas — deixa claro que o imaginário de Kevin McCallister continua muito presente para ele.

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Depois de inúmeras tentativas falhadas de recuperar a magia dos originais, uma sequela protagonizada pelo próprio Culkin teria, no mínimo, algo que faltou às anteriores: autenticidade. E, quem sabe, o espírito caótico, doce e um pouco perigoso que só Kevin McCallister consegue trazer ao Natal.

Chris Columbus arrasa ideia de reboot de Sozinho em Casa: ‘Não tentem repetir a magia’”

Poucos filmes natalícios conquistaram tanto o imaginário coletivo como Sozinho em Casa (Home Alone, 1990). Realizado por Chris Columbus e escrito por John Hughes, o clássico protagonizado por um jovem Macaulay Culkin tornou-se tradição de época para várias gerações. Mas, para quem sonha com um reboot oficial, o próprio Columbus acaba de deixar claro: “Seria um erro.”

“Um momento muito especial” que não se repete

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Em entrevista à Entertainment Tonight, o realizador foi categórico:

“Acho que Home Alone existiu como um momento muito especial, e não é possível recapturá-lo. Seria um erro tentar voltar atrás e repetir algo que fizemos há 35 anos.”

Para Columbus, a magia dos dois primeiros filmes – Sozinho em Casa (1990) e Sozinho em Casa 2: Perdido em Nova Iorque (1992) – reside precisamente no contexto e no espírito da época, impossíveis de replicar hoje com a mesma inocência e frescura.

Macaulay Culkin aberto ao regresso… pelo preço certo

Já Macaulay Culkin, que eternizou Kevin McCallister, admitiu no final de 2024, durante uma sessão especial com fãs, que até poderia regressar à saga — mas apenas se a proposta financeira fosse suficientemente tentadora. O ator revelou ainda que chegou a ser convidado para participar num dos capítulos mais recentes da franquia, embora tenha recusado.

Hoje, aos 44 anos e pai de dois filhos, Culkin confessou ter “ideias” para o regresso, mas pouco tempo para escrever ou desenvolver um projeto nessa direção.

Uma franquia com altos e baixos

Depois dos dois filmes de Columbus, a saga conheceu várias continuações sem Culkin no elenco: Sozinho em Casa 3(1997), Sozinho em Casa 4 (2002), Sozinho em Casa: O Assalto do Feriado (2012) e Home Sweet Home Alone (2021). Nenhum deles, contudo, conseguiu replicar o fenómeno dos originais.

Em 2018, chegou a ser anunciado um projeto produzido por Ryan Reynolds, intitulado Stoned Alone, uma versão para adultos com classificação R. Mas a ideia acabou por se perder num “inferno de produção” sem nunca sair do papel.

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A casa fica… sozinha

Com Chris Columbus a fechar a porta a um reboot e Macaulay Culkin apenas disposto a regressar mediante condições muito específicas, o futuro de Sozinho em Casa permanece incerto. Para já, parece que a icónica casa nos arredores de Chicago continuará apenas habitada pela memória dos fãs — e pelas armadilhas inventivas de um miúdo que, há 35 anos, transformou a solidão natalícia num fenómeno global.

Catherine O’Hara Discorda de Chris Columbus Sobre as Profissões dos McCallister em “Sozinho em Casa” 🎄🏡

O eterno clássico natalício Sozinho em Casa (1990) volta todos os anos às conversas dos fãs, e uma das grandes questões sempre foi: como é que os McCallister tinham dinheiro para viver numa mansão tão luxuosa? 🧐💰

No final de 2023, o realizador Chris Columbus revelou a resposta que, segundo ele, tinha sido acordada entre ele e o argumentista John Hughes: Kate McCallister (Catherine O’Hara) era uma estilista de sucesso, enquanto Peter McCallister (John Heard) trabalhava em publicidade – apesar de Columbus não se lembrar exatamente do cargo.

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Mas agora, numa entrevista à Entertainment WeeklyCatherine O’Hara discorda dessa explicação! 🤯

O que a mãe de Kevin fazia afinal? 🤔

Para a icónica atriz de Schitt’s Creek, Kate McCallister não era uma designer de moda bem-sucedida, mas sim uma mãe com aspirações criativas que não foram muito longe.

“Odeio discordar de Chris Columbus, mas discordo com isso”, disse O’Hara. “Vejo aqueles manequins como sinal de que ela era bem-sucedida em algo, mas ao mesmo tempo, tinha muitos filhos e queria ser uma grande dona de casa. Em algum momento, deve ter pensado ‘Vou fazer toda a roupa dos meus filhos!’. Mas essa ideia durou cerca de uma semana.” 😆👗

O Mistério do Trabalho de Peter McCallister Continua…

Apesar desta reviravolta na teoria sobre Kate, pelo menos já ficou confirmado que Peter McCallister não era um mafioso. 🕵️‍♂️💼 Durante anos, uma das teorias mais populares dos fãs sugeria que o pai de Kevin estava envolvido no crime organizado, devido à sua grande riqueza e ao estilo de vida da família.

Chris Columbus, no entanto, rejeitou essa hipótese:

“Isso é ridículo. Ele não era um criminoso.” 😆

O Verdadeiro Destino da Mansão dos McCallister 🏠🔑

Enquanto os fãs continuam a debater as profissões dos pais de Kevin, a famosa casa de Sozinho em Casa, localizada em Winnetka, Illinois, foi recentemente vendida por 5,25 milhões de dólares.

Os agentes imobiliários responsáveis afirmaram:

“Estamos encantados com a forma como esta casa capturou a atenção e o coração das pessoas, devido ao seu merecido lugar na história do cinema e às memórias natalinas intemporais que evoca.”

Ou seja, o legado de Kevin McCallister e sua família continua vivo, tanto no cinema quanto na vida real.

Catherine O’Hara Regressa à Cultura Pop em 2025 🎬🎾

Além de recordar Sozinho em CasaCatherine O’Hara também está a divertir-se na publicidade!

A atriz surge ao lado de Willem Dafoe no anúncio da Michelob ULTRA para o Super Bowl, onde os dois tentam enganar verdadeiras estrelas do pickleball. Este reencontro é ainda mais especial, pois ambos voltarão a contracenar em Beetlejuice Beetlejuice, que estreia ainda este ano.

E para os fãs de The Last of Us, há uma grande novidade: O’Hara terá um papel na segunda temporada da série ao lado de Pedro Pascal!

Conclusão: Um Clássico Natalício Sempre Atual 🎄🎥

Mais de 34 anos depoisSozinho em Casa continua a ser um dos filmes natalícios mais adorados de sempre, e as suas pequenas curiosidades nunca deixam de surpreender. Agora, a grande questão é: quem tem razão? Columbus ou O’Hara?

E tu, qual teoria acreditas mais? 🤔

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Joe Pesci Acidentalmente Mordeu Macaulay Culkin Durante as Filmagens de “Sozinho em Casa”

O icónico filme natalício “Sozinho em Casa” (Home Alone, 1990) continua a ser uma fonte inesgotável de histórias hilariantes dos bastidores. Uma das mais curiosas foi recentemente relembrada pelo ator Daniel Stern, que revelou que Joe Pesci, no papel do ladrão Harry, acidentalmente mordeu o dedo de Macaulay Culkin durante as filmagens.

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Um Acidente Inesquecível

Em entrevista ao Entertainment Tonight, Stern, que interpretou o atrapalhado Marv, relembrou o incidente com Pesci:

“Joe é maravilhoso, eu adoro-o, mas ele é um tipo assustador. Estava muito imerso na personagem. No início, tentávamos ser realmente assustadores antes de os nossos personagens se tornarem uns idiotas.”

A cena em questão acontece quando Harry ameaça morder os dedos de Kevin (Culkin). Pesci, comprometido com a intensidade da sua performance, acabou por exagerar no gesto e mordeu Culkin de verdade.

“Ele mordeu mesmo o dedo, e lembro-me dele dizer, ‘Ah, desculpa, eu não queria fazer isso.’ Foi um dos raros momentos em que vi o Joe Pesci realmente assustado,” contou Stern com humor.

A Perspetiva de Macaulay Culkin

Culkin também falou sobre o incidente, revelando ao New York Times que ainda tem uma cicatriz do momento:

“Ele estava a tentar assustar-me. Pesci queria ser ameaçador. Mas, quando mordeu, a sua expressão mudou completamente — ele ficou aterrorizado porque tinha acabado de morder uma criança!”

Embora Pesci tenha preferido não comentar o episódio, o incidente é agora uma parte divertida do legado do filme, evidenciando o nível de imersão dos atores nas suas personagens.

O Clássico que Nunca Envelhece

Escrito e produzido por John Hughes, “Sozinho em Casa” segue Kevin, um menino de 8 anos que precisa defender a sua casa em Chicago de dois ladrões desastrados depois de ser acidentalmente deixado para trás pela família durante as férias de Natal em Paris.

Mesmo após quase 35 anos desde a sua estreia, o filme continua a encantar gerações. Questionado sobre o motivo do seu sucesso duradouro, Daniel Stern explicou:

“Tem muito coração. É engraçado e tem aquela magia natalícia. Mas, acima de tudo, é um filme sobre o empoderamento infantil. Toda a gente quer que o Kevin vença. É impossível não torcer por ele.”

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O Legado de “Sozinho em Casa”

Além das gargalhadas e momentos comoventes, o filme também deixou marcas no mundo real. A famosa casa onde a história decorre, localizada em Illinois, foi vendida recentemente por mais de 5 milhões de dólares, com Culkin a brincar que considerou comprá-la “só pela piada”.

Com histórias como a de Pesci e Culkin e um equilíbrio perfeito entre comédia e emoção, “Sozinho em Casa” mantém-se como um dos filmes mais queridos do Natal, provando que algumas histórias são intemporais.

Uma Maratona Natalícia com “Sozinho em Casa” no STAR Channel

O Natal está a chegar, e o STAR Channel preparou uma surpresa especial para os fãs de cinema e de comédias clássicas: a exibição dos dois primeiros filmes da icónica saga “Sozinho em Casa”, que serão transmitidos no dia 25 de dezembro, às 15h00 e 16h50, respetivamente. Estes filmes são um marco incontornável da época natalícia, repletos de humor, emoção e a dose certa de nostalgia.

“Sozinho em Casa”: Uma Aventura de Natal Inesquecível

Lançado em 1990 e realizado por Chris Columbus, “Sozinho em Casa” segue a história de Kevin McCallister, um rapaz de oito anos interpretado por Macaulay Culkin, que é acidentalmente deixado em casa quando a sua família parte para umas férias de Natal em Paris. O que poderia ser uma tragédia transforma-se numa aventura hilariante e comovente quando Kevin tem de proteger a sua casa contra dois ladrões desastrados, Harry e Marv, interpretados por Joe Pesci e Daniel Stern.

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O filme tornou-se um clássico imediato, conquistando audiências de todas as idades e tornando-se numa das comédias de maior sucesso da década de 90. Desde as armadilhas engenhosas de Kevin até às cenas emotivas com a sua mãe (Catherine O’Hara), “Sozinho em Casa” é uma celebração da inteligência e da coragem das crianças.

“Sozinho em Casa 2: Perdido em Nova Iorque”

Dois anos após o sucesso do primeiro filme, Kevin McCallister voltou às telas com “Sozinho em Casa 2: Perdido em Nova Iorque”. Desta vez, Kevin embarca acidentalmente num voo para Nova Iorque, enquanto a sua família viaja para Miami. Com o cartão de crédito do pai em mãos, ele explora a cidade e hospeda-se num luxuoso hotel, onde cria confusão entre os funcionários. Entretanto, os seus antigos inimigos, Harry e Marv, estão de volta, com um novo plano criminoso.

Repleto de momentos icónicos, como a famosa cena na loja de brinquedos e as novas armadilhas criadas por Kevin, este segundo filme continua a tradição de misturar humor com um toque de aventura natalícia.

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Por Que Revisitar Estes Clássicos?

Os filmes “Sozinho em Casa” não são apenas entretenimento; são um símbolo do espírito natalício. As aventuras de Kevin McCallister capturam a essência de passar tempo em família, de enfrentar desafios inesperados e de encontrar alegria nas pequenas coisas. Além disso, são repletos de mensagens de amizade, resiliência e bondade, tornando-os perfeitos para reunir toda a família em frente à televisão.

Maratona no STAR Channel

A maratona começa às 15h00 com “Sozinho em Casa” e continua às 16h50 com “Sozinho em Casa 2: Perdido em Nova Iorque”. Prepare pipocas, reúna a família e aproveite estas comédias que já fazem parte da tradição natalícia de milhões de lares em todo o mundo.