Já Pode Ver em Casa “Bugonia”: O Filme Nomeado a 4 Óscares com Emma Stone

O novo delírio cinematográfico de Yorgos Lanthimos chegou ao streaming

Depois de conquistar as salas de cinema e de se afirmar como um dos títulos mais falados da temporada de prémios, Bugonia já pode ser visto em casa. O filme realizado por Yorgos Lanthimos chegou à Prime Video a 20 de Fevereiro, estando disponível para compra e aluguer.

ler também : Um Thriller Para Poucos: O Filme Mais Subestimado e Estiloso de Guy Ritchie Está no Prime Video

Nomeado para quatro Óscares — Melhor Filme, Melhor Banda Sonora Original, Melhor Actriz Principal e Melhor Argumento Adaptado — Bugonia é apontado como um dos fortes candidatos na cerimónia da Academia, que decorre na madrugada de 16 de Março.

Esta é mais uma colaboração entre Lanthimos e Emma Stone, uma dupla que tem vindo a construir uma das parcerias mais estimulantes do cinema contemporâneo. Juntos, já nos ofereceram títulos como Poor Things (Pobres Criaturas), The Favourite (A Favorita) e Kinds of Kindness, todos amplamente elogiados pela crítica.

Uma conspiração… com extraterrestres e cabelo como antena

Se há algo que caracteriza o cinema de Lanthimos é a ousadia. E Bugonia não foge à regra.

A narrativa centra-se em dois homens obcecados por teorias da conspiração que sequestram Michelle, directora-geral de uma poderosa empresa, convencidos de que ela é uma alienígena com planos para destruir a Terra. Segundo acreditam, o seu cabelo funciona como meio de comunicação com outros extraterrestres.

Emma Stone interpreta Michelle com uma ambiguidade fascinante — ora altiva, ora vulnerável, ora estrategicamente calculista. Ao seu lado surge Jesse Plemons no papel de Teddy, um apicultor consumido pela obsessão conspirativa. Alicia Silverstone interpreta a mãe de Teddy, numa prestação que também tem sido destacada pela crítica.

Para este papel, Stone teve mesmo de rapar o cabelo, numa transformação física que sublinha o compromisso da actriz com o projecto.

Crítica rendida e forte presença nos prémios

Desde a estreia mundial, Bugonia tem sido amplamente elogiado. No agregador Rotten Tomatoes, o filme apresenta actualmente uma pontuação média de 88%, confirmando a recepção positiva.

Algumas críticas sublinham a química entre Stone e Plemons, destacando a forma como ambos conseguem equilibrar absurdo e tensão psicológica. Outras apontam o olhar mordaz de Lanthimos sobre a natureza humana — explorando a linha ténue entre o impulso de cuidar e a tentação de controlar ou destruir.

O realizador mergulha, mais uma vez, numa fábula desconfortável sobre poder, paranoia e identidade, usando o absurdo como lente para observar comportamentos muito reais.

Do cinema para o sofá — e rumo aos Óscares

Em Portugal, o filme estreou nas salas a 30 de Outubro, consolidando-se como um dos lançamentos mais comentados do ano. Agora, com a chegada ao streaming, ganha uma nova vida junto do público que prefere descobrir (ou revisitar) estas obras no conforto de casa.

ler também : Um Triunfo Arrasador e uma Surpresa Monumental: A Noite em que os BAFTA Renderam-se a Paul Thomas Anderson

Com quatro nomeações aos Óscares e uma recepção crítica sólida, Bugonia confirma que a parceria entre Lanthimos e Emma Stone continua a dar frutos — estranhos, provocadores e absolutamente hipnóticos.

Se ainda não entrou neste universo peculiar, talvez seja altura de o fazer. Porque, como o próprio filme sugere, o que parece alienígena pode ser apenas um reflexo exagerado da nossa própria humanidade.

Um Fracasso de 220 Milhões Que Agora é Número 1: O Regresso Inesperado de uma Saga de Culto no Disney+

De desastre nas salas a fenómeno global no streaming

Há filmes que morrem nas bilheteiras. E depois há aqueles que ressuscitam no streaming. Tron: Ares encaixa perfeitamente na segunda categoria.

Produzido com um orçamento estimado em 220 milhões de dólares, o novo capítulo da lendária saga de ficção científica revelou-se um duro golpe para a The Walt Disney Company quando passou pelos cinemas. As receitas ficaram muito aquém do esperado, acumulando pouco mais de 142 milhões de dólares a nível mundial e gerando prejuízos que terão ultrapassado os 130 milhões.

ler também : Saiu de Cartaz em Apenas Uma Semana: O Documentário Sobre a Influencer Que Recebeu 40 Mil Euros do Estado

Mas eis que, poucos meses depois, o cenário muda radicalmente: o filme tornou-se o título de ficção científica mais visto no Disney+ em 56 países, alcançando o primeiro lugar em múltiplos mercados. Um fenómeno curioso que levanta uma questão inevitável — será que o público precisava apenas do ecrã certo?

Uma aposta arriscada… desde o início

A verdade é que a saga Tron nunca foi um colosso de bilheteira. O original, Tron, tornou-se um clássico de culto sobretudo pelo seu pioneirismo visual, mas não foi um fenómeno comercial. A sequela, Tron: Legacy, chegou 28 anos depois e também não incendiou as receitas globais, apesar da ambição estética e da memorável banda sonora dos Daft Punk.

Com Tron: Ares, a Disney voltou a arriscar forte, entregando o protagonismo a Jared Leto e investindo numa produção visualmente imponente. Ainda assim, os sinais de alerta estavam lá: uma franquia com histórico irregular e um orçamento digno de um blockbuster garantido.

O resultado foi um fracasso retumbante nas salas de cinema, agravado por críticas mornas. No Rotten Tomatoes, o filme apresenta uma taxa de aprovação de 53%, reflectindo uma recepção longe de entusiástica.

O último capítulo da saga?

Com números tão frágeis nas bilheteiras, tudo indica que Tron: Ares poderá marcar o fim da saga no grande ecrã. É certo que o universo Tron já provou ser resiliente — houve 28 anos entre o primeiro filme e a sua sequela, e 15 até este novo capítulo — mas, do ponto de vista financeiro, torna-se difícil justificar um novo investimento desta dimensão.

Poderá a Disney optar por um remake no futuro? Ou transformar o conceito numa série para streaming, onde parece encontrar agora um público mais receptivo?

Para já, o sucesso no Disney+ prova que há interesse na estética neon, nos mundos digitais e nas batalhas entre humanos e inteligências artificiais. Talvez o problema nunca tenha sido a história, mas sim o palco onde foi apresentada.

ler também : 0% no Rotten Tomatoes: O Novo Thriller de Terror Que Está a Ser Massacrado Pela Crítica

Em Hollywood, um fracasso pode ser definitivo. No streaming, pode ser apenas o início de uma segunda vida.

0% no Rotten Tomatoes: O Novo Thriller de Terror Que Está a Ser Massacrado Pela Crítica

Um arranque desastroso para “Psycho Killer”

Há estreias que dividem opiniões. E depois há casos como Psycho Killer, que conseguiu algo raro — e nada invejável. Com 15 críticas publicadas até ao momento, o thriller abriu com 0% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Saiu de Cartaz em Apenas Uma Semana: O Documentário Sobre a Influencer Que Recebeu 40 Mil Euros do Estado

Sim, leu bem: zero. Nem uma avaliação positiva.

O filme marca a estreia na realização de Gavin Polone, com argumento assinado por Andrew Kevin Walker, conhecido por trabalhos anteriores no género. No elenco encontramos Georgina Campbell — que muitos reconhecerão de Barbarian (Noites Brutais, em Portugal) — além de James Preston Rogers, Grace Dove, Logan Miller e Malcolm McDowell.

Mas, apesar do pedigree envolvido, a recepção crítica tem sido implacável.

“Um amontoado de clichés” e “nenhum suspense palpável”

O consenso entre os críticos é duro e directo: Psycho Killer falha praticamente em todos os aspectos essenciais de um bom thriller de terror.

Várias publicações apontam a ausência de tensão, a previsibilidade do enredo e um vilão descrito como uma mistura pálida de assassinos mais memoráveis do cinema. A acusação mais recorrente? Falta de originalidade.

Algumas críticas classificam o filme como uma colecção de clichés gastos, com escolhas narrativas consideradas ridículas e um antagonista sem carisma ou presença ameaçadora. Outras destacam diálogos forçados, interpretações pouco convincentes e uma montagem confusa que compromete o ritmo da narrativa.

Há ainda quem considere que o filme é demasiado simples para funcionar como thriller policial, mas simultaneamente demasiado aborrecido para resultar como filme de terror. Um limbo pouco favorável para qualquer produção que se proponha assustar o público.

Uma premissa promissora que não convenceu

A história acompanha uma agente da polícia rodoviária do Kansas que, após o brutal assassinato do marido, inicia uma perseguição ao responsável. À medida que a investigação avança, descobre que está perante um serial killer sádico, cujos planos revelam uma mente profundamente perturbada.

Em teoria, a premissa reúne todos os ingredientes para um thriller intenso: trauma pessoal, perseguição implacável e um antagonista perverso. No entanto, segundo os críticos, a execução não consegue transformar essa base narrativa em algo envolvente ou assustador.

Algumas análises sugerem mesmo que o filme parece indeciso quanto ao tom, oscilando entre o policial sombrio e o terror satânico sem nunca abraçar totalmente nenhum dos registos.

E o público?

Para já, Psycho Killer encontra-se em exibição nos cinemas norte-americanos, mas ainda não tem data prevista de estreia em Portugal.

Resta saber se o público terá uma reacção diferente da crítica — algo que não seria inédito no género. Afinal, o terror sempre viveu de divisões e surpresas.

Ninguém Estava à Espera Disto: Robert Aramayo Choca os BAFTA e Deixa DiCaprio e Chalamet Para Trás

Mas começar com 0% no Rotten Tomatoes não é apenas um tropeço: é um cartão de visita difícil de ignorar.

“Wonder Man” Surpreende Tudo e Todos: A Série da Marvel Que Já Está no Topo da Crítica

Com 96% no Rotten Tomatoes, a nova aposta do MCU torna-se um caso sério… apesar do silêncio promocional

Quando parecia que o Marvel Cinematic Universe já não conseguia voltar a surpreender pela positiva, surge Wonder Man — discretamente, quase às escondidas — para baralhar as contas. Estreada a 27 de Janeiro, sem grande campanha de promoção e lançada em formato binge, a série está a conquistar a crítica de forma esmagadora, ao ponto de já ostentar o segundo melhor resultado de sempre do MCU no Rotten Tomatoes.

ler também : John Hurt e “O Homem Elefante”: O Papel Que Doeu no Corpo — e Mudou a História dos Óscares

À data de escrita deste artigo, Wonder Man soma 96% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes. Um número impressionante por si só, mas ainda mais relevante se tivermos em conta o contexto: uma fase recente do universo Marvel marcada por recepção morna, desgaste criativo e divisões claras entre fãs e críticos.

Um resultado histórico para uma série “esquecida” no lançamento

O mais curioso é que Wonder Man não chegou com o peso mediático habitual das grandes produções da Marvel. Sem trailers omnipresentes, sem tapetes vermelhos mediáticos e sem semanas de antecipação nas redes sociais, a série parecia destinada a passar despercebida. A ironia? É precisamente esse projecto “menor” que agora surge empatado como segundo melhor avaliado de sempre em todo o universo cinematográfico e televisivo da Marvel.

Neste momento, o ranking histórico de pontuações no Rotten Tomatoes coloca Wonder Man ao lado de pesos-pesados absolutamente consagrados:

  • Ms. Marvel – 98%
  • Wonder Man – 96%
  • Black Panther – 96%
  • Agents of S.H.I.E.L.D. – 95%
  • Avengers: Endgame – 94%
  • Iron Man – 94%
  • Thor: Ragnarok – 93%
  • Spider-Man: No Way Home – 93%
  • Spider-Man: Homecoming – 92%
  • Shang-Chi – 92%
  • WandaVision – 92%

O facto de Wonder Man surgir neste grupo diz muito sobre a qualidade da série — e talvez ainda mais sobre as expectativas surpreendentemente baixas com que foi recebida.

O que está a funcionar em “Wonder Man”?

Sem entrar em território de spoilers, a recepção crítica tem destacado uma abordagem mais fresca, autoconsciente e segura de si própria. Wonder Man parece saber exactamente o que quer ser: uma série que dialoga com o legado do MCU, mas que não se deixa esmagar por ele.

Num período em que várias produções recentes da Marvel foram acusadas de excesso de fórmulas recicladas, Wonder Man destaca-se pela clareza narrativa, pelo tom consistente e por personagens que funcionam para lá da simples função de “peças” num universo maior. É uma série que não parece desesperada por preparar o próximo grande evento — e talvez seja isso que a torna tão eficaz.

Um sinal de esperança para o futuro do MCU?

O sucesso crítico de Wonder Man surge num momento delicado para a Marvel. A fadiga do público é real, os resultados de bilheteira já não são garantidos e a crítica tem sido cada vez menos indulgente. Neste contexto, o triunfo silencioso da série pode funcionar como um aviso interno: talvez menos ruído promocional e mais foco criativo seja o caminho.

Se esta pontuação se mantiver — e tudo indica que sim — Wonder Man poderá tornar-se um caso de estudo dentro do próprio estúdio. Uma série lançada quase sem alarido que acaba por conquistar um lugar cimeiro na história crítica do MCU não é coisa pequena.

ler também . Óscares 2026: As Grandes Omissões (e as Surpresas) Que Dizem Mais do Que os Vencedores

Resta agora saber se o público acompanhará a crítica… ou se Wonder Man ficará como aquele segredo bem guardado que merecia ter sido descoberto mais cedo 🎬.

Keeper — O Novo Pesadelo de Osgood Perkins Chega Envolto em Mistério… e Com um Score Que Já Está a Dividir Críticos

Osgood Perkins tem construído, quase em silêncio e sem pressas de agradar, uma das filmografias de terror mais sugestivas dos últimos anos. Depois do fenómeno inquietante que foi Longlegs e da recepção calorosa a The Monkey, o realizador regressa com Keeper — um filme envolto em secretismo, promovido pela Neon com a mesma estratégia de sombras e silêncio que transformou o seu nome numa espécie de promessa para fãs de terror psicológico.

Ler também : The Running Man — Edgar Wright, Stephen King e a Reinvenção de um Clássico que Nunca Chegou Verdadeiramente ao Ecrã

E agora que as primeiras críticas chegaram, a pergunta impõe-se: está à altura do hype?

Segundo o Rotten Tomatoes, Keeper estreia-se com 65% de aprovação, baseado nas primeiras dezenas de críticas. É uma recepção intermédia, mas longe de ser um desaire — e, mais importante ainda, confirma algo que já se suspeitava: Perkins continua a ser um realizador fascinante, mesmo quando a crítica se divide.

O score não é o mais alto da carreira do cineasta, que recentemente atingiu os 86% com Longlegs, nem supera os 77% de The Monkey. Porém, supera outros trabalhos anteriores, como I Am the Pretty Thing That Lives in the House, que permanece nos 59%. Há uma oscilação clara, mas também uma evolução: Perkins é um cineasta que arrisca, que experimenta, que não segue tendências. E isso, no terror contemporâneo, vale ouro.

As primeiras críticas sugerem um padrão comum. A narrativa de Keeper pode ser “delgada”, como descreveu o Hollywood Reporter, mas aquilo que parece manter a tensão e a eficácia é o trabalho dos actores — especialmente Tatiana Maslany, cuja performance muitos descrevem como o verdadeiro coração da obra. É interessante notar que Perkins já a tinha dirigido num papel mais pequeno em The Monkey; aqui, ele dá-lhe espaço para respirar, sofrer, comandar a câmara. É visível, nas palavras dos críticos, uma espécie de “confiança absoluta” na actriz, que retribui com um desempenho feroz, íntimo e inquietante.

Há também quem note que a experiência de ver Keeper depende muito do espectador. Britt Hayes, da MovieWeb, escreveu que o filme funciona “se acreditarmos que Perkins usa estes tropos com um propósito claro, se considerarmos que os fins justificam os meios”. É uma observação certeira: o cinema de Perkins nunca foi sobre simplicidade ou gratificação imediata. É sobre atmosfera, silêncio, texturas emocionais — e sobre o desconforto que nasce do que não é explicado.

Independentemente de divisões críticas, há algo que ninguém contesta: Perkins está num ritmo criativo impressionante. Enquanto Keeper chega agora às salas, o realizador já está a meio da produção de The Young People, filme que tem gerado expectativas — não só pela premissa, mas pelo elenco, que inclui Lola Tung, Nico Parker e uma adição sonante: Nicole Kidman. É o tipo de velocidade criativa que poucos cineastas conseguem manter no género, especialmente num mercado onde o terror original luta para sobreviver entre sequelas, remakes e universos partilhados.

ler também : MobLand — Pierce Brosnan e Tom Hardy Estão de Volta. E a Guerra dos Harrigan Vai Recomeçar.

Com apenas 1h39 de duraçãoKeeper promete ser mais uma obra contida, afiada e profundamente estilística — muito à imagem daquilo que fez de Perkins um nome incontornável do terror moderno. E mesmo que não atinja a mesma aclamação que Longlegs, o consenso é claro: este filme tem personalidade suficiente, risco suficiente e densidade emocional suficiente para justificar uma ida ao cinema.

Afinal, o terror precisa de vozes singulares. Mesmo quando essas vozes nos deixam inquietos, divididos ou fora do nosso lugar de conforto. Talvez especialmente por isso.

Glenn Close Responde Aos Críticos de All’s Fair Com Humor — e Uma Referência a Atração Fatal

A atriz de 78 anos não ficou calada perante as duras críticas à nova série de Ryan Murphy — e usou um toque de humor negro inspirado no seu clássico de 1987 para defender Kim Kardashian.

As críticas a All’s Fair, a nova série de Ryan Murphy protagonizada por Kim Kardashian e um elenco de luxo que inclui Glenn CloseSarah PaulsonNaomi Watts e Niecy Nash-Betts, têm sido arrasadoras. Mas Glenn Close, fiel à sua reputação de mulher de garra, não deixou o ataque passar em branco.

ler também : Kill Bill: The Whole Bloody Affair — Tarantino Reúne os Dois Filmes Numa Versão Integral com Animação Inédita

Num gesto carregado de ironia e referências cinematográficas, a atriz partilhou no Instagram um desenho da equipa da série junto de uma panela com um coelho a ferver, acompanhada pela legenda: “👏👏👏👏👏😂”.

A ilustração é uma clara alusão a Atração Fatal (Fatal Attraction, 1987), o thriller psicológico que lhe valeu uma nomeação ao Óscar e onde a sua personagem, Alex Forrest, infamemente cozinha o coelho de estimação da filha do amante.

🔥 Uma resposta à altura

A publicação surgiu dias depois de a crítica norte-americana ter arrasado a série, chamando-a de “um desastre total”, “a pior série do ano” e “televisão feita em modo automático”. All’s Fair estreou com um devastador 0% no Rotten Tomatoes, e embora a pontuação do público tenha subido ligeiramente, o consenso entre os críticos continua longe de ser positivo.

O gesto de Close foi recebido com entusiasmo pelos colegas de elenco — Naomi Watts e Teyana Taylor reagiram com emojis de aplausos e gargalhadas, apoiando o espírito bem-humorado da veterana atriz.

⚖️ All’s Fair — entre o escândalo e a sátira

Criada por Ryan Murphy (American Horror StoryGlee), a série segue um grupo de advogadas poderosas que abrem o seu próprio escritório para representar mulheres ricas e influentes em casos de divórcio e vingança.

Kim Kardashian, que interpreta Allura Grant, uma advogada de divórcios implacável inspirada na sua própria experiência com o sistema judicial, tem sido o principal alvo das críticas — especialmente pela sua interpretação considerada “rígida” e “sem emoção”. Ainda assim, a série tem atraído audiências curiosas, impulsionada pelo seu tom camp e pela presença de nomes de peso no elenco.

💬 Glenn Close e o poder da ironia

Ao brincar com um dos papéis mais icónicos da sua carreira, Glenn Close mostrou que continua a dominar a arte de responder sem precisar de palavras — apenas com uma imagem provocadora.

A atriz, nomeada oito vezes ao Óscar, parece não se deixar abalar pelas críticas: se All’s Fair divide opiniões, a sua publicação uniu fãs e colegas numa gargalhada cúmplice.

ler também : Mistério em Hollywood: Jimmy Kimmel Live! Cancelado Subitamente e ABC Mantém Silêncio

E, como disse um dos comentários mais populares no Instagram:

“Se Glenn Close está a cozinhar coelhos, é sinal de que a coisa vai aquecer.”

Predator: Badlands Conquista a Crítica e Estreia com 86% no Rotten Tomatoes

O novo capítulo da saga de ficção científica surpreende fãs e críticos com uma abordagem ousada: desta vez, o Predador é o herói.

A selva voltou a tremer — mas, desta vez, o monstro está do lado certo da luta. Predator: Badlands, o mais recente filme do realizador Dan Trachtenberg, chegou à crítica e já é apontado como uma das melhores surpresas do ano.

Com uma pontuação de 86% no Rotten Tomatoes, baseada em 51 críticas, o filme foi elogiado por reinventar a fórmula da saga e dar-lhe um toque inesperado de aventura, emoção e humor.

Segundo o consenso dos críticos, Badlands “mantém o sangue e a brutalidade característicos, mas adiciona coração e propósito ao caos.”

ler também : Liam Hemsworth Quebra o Silêncio Sobre Substituir Henry Cavill em The Witcher: “Quero Honrar o Que Ele Construiu”

Um Predador com alma (e propósito)

Na nova história, o centro da ação deixa de ser o humano em fuga. Aqui, o protagonista é Dek, um jovem Yautja (a espécie alienígena dos Predadores), interpretado por Dimitrius Schuster-Koloamatangi, que parte numa missão para provar o seu valor — e, curiosamente, salvar mais do que destruir.

Acompanhado por um androide meio-destruído (com ecos do universo Alien) e um companheiro não verbal que muitos já comparam a uma mascote de desenho animado, Dek enfrenta uma criatura ainda mais feroz do que qualquer caçada anterior.

“Trachtenberg arrisca e ganha — transforma o terror em aventura sem perder o impacto,” escreveu Eric Goldman, da MovieWeb, elogiando o filme como “uma direção nova e delirantemente divertida para a saga.”

Do terror à aventura pulp

Críticos do Bloody Disgusting destacam o tom “mais leve e aventureiro”, onde o ritmo e o humor lembram “um sábado de manhã com monstros e explosões.”

Já o The Film District descreveu Badlands como “o episódio piloto de um desenho animado clássico — mas no melhor sentido possível.”

Essa mudança de tom divide opiniões, mas é precisamente o que dá frescura ao filme: Badlands deixa de ser apenas um jogo de caça e sobrevivência e transforma-se numa odisseia espacial cheia de criaturas, ironia e adrenalina.

Nem todos ficaram convencidos

Nem todas as reações foram entusiásticas. O The Playlist classificou o filme como “uma mutação meio bem-sucedida”, argumentando que o realizador tenta “transcender o instinto primal da franquia” e, no processo, “esquece-se do que a tornou icónica.”

Deadline também lamentou que o novo Predador pareça “ter perdido o mojo ameaçador”, considerando que as cenas de ação “nunca galvanizam como antes.”

Ainda assim, a maioria das críticas reconhece o mérito de arriscar num formato novo, algo que poucas franquias com quase quatro décadas de existência se atrevem a fazer.

A evolução do caçador

Depois do sucesso de Prey (2022), também de Dan Trachtenberg, Predator: Badlands confirma o realizador como o nome certo para revitalizar o universo. A crítica parece concordar: a saga encontrou uma nova forma de rugir — e, quem diria, até de emocionar.

ler também : The Mummy Regressa com Brendan Fraser e Rachel Weisz — A Dupla Original Está de Volta à Aventura

Os fãs vão poder tirar as próprias conclusões quando o filme chegar às salas de cinema ainda esta semana.

Preparem-se: o Predador voltou. Só que, desta vez, ele é o herói.

The Witcher 4: Críticos e Fãs Arrasam a Nova Temporada — “O Feitiço Virou-se Contra o Feiticeiro”

A estreia de Liam Hemsworth como Geralt de Rivia não convenceu quase ninguém. Com 17% de aprovação do público, a quarta temporada é um dos maiores desastres recentes da Netflix.

O feitiço que um dia encantou o público mundial parece ter-se quebrado. A quarta temporada de The Witcher chegou à Netflix… e foi recebida com uma mistura de desilusão, frustração e saudade. No Rotten Tomatoes, a série regista 53% de aprovação da crítica e uns devastadores 17% por parte do público — um resultado quase histórico para uma produção deste calibre.

ler também : Stranger Things 5: O Fim Está Próximo — Hawkins em Caos Total no Trailer da Última Temporada

Grande parte do descontentamento está centrada na saída de Henry Cavill, o carismático intérprete de Geralt de Rivia, substituído por Liam Hemsworth. E os fãs não perdoaram. Nas redes sociais multiplicam-se os comentários de quem considera que a série “perdeu a alma”, e que o novo Geralt “simplesmente não é o mesmo”.

Mesmo entre críticos profissionais, o consenso é duro: Hemsworth “faz o possível”, mas a química, o peso e a presença de Cavill são insubstituíveis.

O caos narrativo e a perda de identidade

Para lá do elenco, o enredo da quarta temporada também está a ser duramente criticado. Muitos espectadores descrevem a narrativa como confusa e desorientada, com mudanças de tom bruscas e um ritmo irregular.

Alguns apontam que a série “se perdeu nas suas próprias tramas”, tentando equilibrar demasiadas linhas narrativas e esquecendo o que tornava The Witcher especial: o equilíbrio entre drama humano, ação épica e misticismo sombrio.

“O problema não é apenas a ausência de Cavill — é a sensação de que ninguém sabe bem para onde a história vai”, resumiu um utilizador no Reddit, ecoando o sentimento geral.

Entre memes e lamentos: o público reage

Nas redes sociais, a revolta é global. No X (antigo Twitter) e no TikTok, multiplicam-se vídeos de fãs comparando cenas de Cavill e Hemsworth, com títulos como “Quando o Witcher se tornou um feiticeiro genérico”.

A sensação dominante é de nostalgia por uma série que já não existe. “Já não é The Witcher, é apenas mais uma fantasia cheia de efeitos e sem coração”, escreveu um crítico no IGN.

Netflix confirma quinta e última temporada

Apesar da receção fria, a Netflix já confirmou a quinta temporada, que servirá de desfecho para a saga. É a última oportunidade para Geralt — agora nas mãos de Hemsworth — reconquistar o público e terminar com dignidade uma das séries de fantasia mais influentes da última década.

ler também : Ethan Hawke Recorda a Maior Lição Que Aprendeu com Robin Williams em Dead Poets Society

Mas, para já, o feitiço parece mesmo ter-se virado contra o próprio Witcher.

Crise no Universo Colleen Hoover: Nova Adaptação Regretting You é Arrasada Pela Crítica

O novo drama baseado num dos romances mais populares da autora estreou-se com apenas 17% no Rotten Tomatoes — e há quem diga que pode ser o fim da “febre Hoover” em Hollywood.

O império cinematográfico de Colleen Hoover pode estar a abanar. A mais recente adaptação dos seus romances, Regretting You, chegou esta sexta-feira aos cinemas e foi recebida com gelo pela crítica. O filme, realizado por Josh Boone (A Culpa é das Estrelas), arrecadou uns miseráveis 17% no Rotten Tomatoes após as primeiras 24 críticas — um número que, convenhamos, nem o mais indulgente dos fãs conseguiria defender.

Inspirado no livro homónimo publicado em 2019, Regretting You acompanha uma mãe jovem e a sua filha adolescente que enfrentam uma tragédia familiar e descobrem um segredo devastador: o marido e pai, afinal, mantinha há anos um caso com a melhor amiga da mãe.

ver também : Homens: O “Dealbreaker” de Dakota Johnson Que Está a Fazer Rir Toda a Internet

O elenco reúne Allison Williams e Mckenna Grace nos papéis principais, com Dave FrancoMason Thames e Willa Fitzgerald em papéis secundários. Mas nem o talento do elenco, nem o pedigree do realizador conseguiram salvar o drama do veredicto impiedoso da crítica.

“O fim da loucura Colleen Hoover”?

Hollywood Reporter não poupou nas palavras: o crítico Richard Lawson afirmou que o filme “pode muito bem pôr fim à mania das adaptações de Colleen Hoover”, criticando “a falta de originalidade, o ritmo arrastado e as tentativas forçadas de emocionar o público”.

The Guardian classificou o filme com duas estrelas e chamou-lhe um “fracasso insípido”, enquanto a crítica da IndieWire resumiu tudo dizendo que Regretting You “só funcionará com quem conseguir alinhar com o seu melodrama tresloucado”. Já o Deadline foi ainda mais mordaz, descrevendo a produção como “uma fatia ridícula e exagerada de melodrama” que deixará os espectadores a perguntar-se “o que é que estão ali a fazer”.

Box office modesto e um passado turbulento

As previsões de bilheteira também não são animadoras: entre 8 e 11 milhões de dólares no fim de semana de estreia, longe de destronar Black Phone 2, o grande concorrente do momento.

O mau arranque surge após o sucesso comercial (mas polémico) de It Ends With Us, outra adaptação de Hoover, que rendeu 351 milhões de dólares em todo o mundo, mas mergulhou num caos mediático devido à guerra judicial entre Blake Lively e Justin Baldoni. O caso, que envolve acusações de assédio, difamação e manipulação mediática, chegará a tribunal em Março.

O futuro do império Hoover

Apesar do desastre crítico, Hollywood ainda não desistiu de Colleen Hoover. Estão previstas mais duas adaptações para os próximos meses: Reminders of Him, com Maika Monroe e Tyriq Withers, chega em Março; e Verity, com Anne HathawayDakota Johnson e Josh Hartnett, tem estreia marcada para Outubro de 2026.

Mas, depois do tropeço monumental de Regretting You, há quem questione se o “fenómeno Hoover” não estará prestes a perder o encanto — e se os leitores devotos do BookTok vão continuar a sustentar este império literário-cinematográfico.

ver também : “The Hand That Rocks the Cradle”: Remake Com Mary Elizabeth Winstead e Maika Monroe Perde o Norte Entre Vítimas e Vilãs 🍼🔪

Uma coisa é certa: se o público partilhar da opinião dos críticos, talvez seja tempo de Hollywood começar a… lamentar-se também.

“Good Fortune”: A Comédia de Keanu Reeves, Aziz Ansari e Seth Rogen Que Surpreendeu Críticos e Público 🍀🎬

O raro caso em que ambos os lados concordam — e o resultado é um sólido 78% no Rotten Tomatoes

As comédias de Hollywood andam a atravessar tempos difíceis nas bilheteiras, mas parece que “Good Fortune” está a contrariar a tendência — pelo menos no que toca à receção. O novo filme de Aziz Ansari, que também realiza e contracena com Keanu Reeves e Seth Rogen, está a gerar um fenómeno raro: críticos e público estão perfeitamente de acordo.

ver também : ark Ruffalo Quer um Filme a Solo do Hulk — Mas Admite: “O Personagem Nem É Realmente da Marvel” 💚💥

De acordo com os dados mais recentes do Rotten TomatoesGood Fortune mantém uma pontuação de 78% tanto no lado da crítica como no público. E, para quem acompanha o cinema, sabe que isto é quase um milagre estatístico.

Uma comédia que é tudo menos “leve”

Quem esperava uma comédia descontraída ao estilo de Pineapple Express ou Bill & Ted pode ter ficado surpreendido. O filme apresenta-se como uma sátira com alma política, abordando temas como a crise da habitação, a desigualdade económica e o nepotismo corporativo — ingredientes pouco habituais para um elenco de estrelas da comédia.

O enredo segue um anjo atrapalhado (Reeves)um trabalhador precário de uma aplicação digital (Ansari) e um empresário milionário (Rogen), cujas vidas se cruzam numa inesperada troca de papéis. O resultado é um equilíbrio instável entre humor e melancolia, com um subtexto social que alguns acharam provocador e outros… um tanto “pregador”.

“Para mim, algumas partes funcionaram, outras pareceram moralistas — mas, no geral, foi uma surpresa”, comentou um dos primeiros críticos a ver o filme.

Um consenso raro

O que realmente está a chamar a atenção é o consenso. Normalmente, as comédias tendem a dividir opiniões: ou agradam ao público e irritam os críticos, ou o inverso. Filmes “populares” como The Conjuring: Last Rites, por exemplo, tiveram notas críticas baixas (58%) mas pontuações altas entre os espectadores (78%).

No caso de Good Fortuneos dois grupos parecem em perfeita sintonia — algo tão improvável que levou vários analistas a destacar o feito.

“É raro ver um filme que toda a gente considera apenas ‘bom’, mas é precisamente isso que o torna tão curioso”, escreveu o site CinemaBlend.

Uma boa fortuna… que ainda não chegou à bilheteira

Apesar da receção simpática, Good Fortune não teve uma estreia forte nas salas, arrecadando apenas cerca de 6 milhões de dólares no fim de semana de estreia. O público pode estar a reconhecer o valor da comédia, mas isso ainda não se traduziu em sucesso comercial.

Mesmo assim, a ideia de ver Keanu Reeves com asas de anjo e Seth Rogen a trocar de corpo com Aziz Ansari já garantiu ao filme um estatuto de curiosidade cult. E, numa época em que a comédia tradicional anda em extinção, Good Fortune pode muito bem ser a pequena vitória que o género precisava.

ver também : Academia Portuguesa de Cinema Lança Terceiro Volume da Coleção Um Percurso pelo Cinema Português de Animação 🎬📚

Nobody 2: a inesperada saga à la John Wick que conquista a crítica e mantém a “streak” no Rotten Tomatoes

Bob Odenkirk regressa ao papel mais improvável da sua carreira em Nobody 2 — e fá-lo com estrondo. A sequela do filme de 2021, produzido pela 87North (a mesma equipa responsável por John Wick e Bullet Train), acaba de conquistar a cobiçada certificação Certified Fresh no Rotten Tomatoes, estabelecendo uma raridade no género: duas entradas consecutivas de uma nova saga de acção aplaudidas pela crítica e pelo público.

ver também : : Box Office: A Hora do Desaparecimento  continua imparável, Nobody 2 estreia em terceiro e Americana com Sydney Sweeney é um desastre total

Da vida banal ao caos explosivo

O primeiro Nobody apresentou Hutch Mansell (Odenkirk), um homem aparentemente vulgar, mas com um passado de assassino treinado, que decide recuperar as suas competências letais depois de um assalto doméstico. A premissa parecia simples, mas o resultado foi um filme que misturava o espírito de John Wick com humor negro e violência estilizada, conquistando tanto a crítica (84% no Tomatometer) como o público (94% no Popcornmeter).

Agora, em Nobody 2, a acção transporta Hutch para umas férias em família que, como seria de esperar, rapidamente se transformam num campo de batalha contra um chefe do crime local. O filme é realizado por Timo Tjahjanto e conta com o regresso de Connie Nielsen, RZA, Christopher Lloyd e Gage Munroe, além de reforços de peso como Sharon Stone, John Ortiz e Colin Hanks.

A nova façanha no Rotten Tomatoes

Com 126 críticas contabilizadas, Nobody 2 regista 78% no Tomatometer, garantindo o selo Certified Fresh. E não fica por aqui: o público também aprovou em massa, com uma impressionante taxa de 92% no Popcornmeter, aproximando-se da chancela “Verified Hot”.

Este feito é particularmente significativo por se tratar da primeira sequela fora do universo John Wick produzida pela 87North a receber tamanha aprovação. Se a tendência se mantiver, poderemos estar perante o nascimento de uma saga paralela tão valiosa para o estúdio quanto a do icónico Baba Yaga interpretado por Keanu Reeves.

O futuro: entre Hutch e o Pai Natal assassino

Para além de Nobody 2, a 87North já tem em preparação outros projectos que prometem seguir a mesma linha: destaque para Violent Night 2, a continuação da comédia natalícia sangrenta com David Harbour, e para novas histórias originais que procuram replicar a fórmula de acção estilizada e ironia que fez de John Wick um fenómeno cultural.

ver também: Gal Gadot recua nas declarações sobre o fracasso de Snow White: “Falei de um lugar emocional”

No caso de Nobody, a crítica tem falado numa sequela que não se limita a repetir a fórmula, mas que expande o universo de Hutch Mansell, conferindo-lhe mais profundidade e um novo conjunto de desafios pessoais. E, pelos vistos, o público está disposto a seguir essa viagem.

🎬 Conclusão:

Com dois filmes consecutivamente aplaudidos pela crítica e pelos fãs, Nobody pode já ser considerado mais do que um “filho bastardo” de John Wick. É uma franquia em crescimento, com identidade própria, e que pode muito bem tornar-se um dos pilares da 87North para os próximos anos.

The Pickup: Eddie Murphy volta à comédia de acção… mas a crítica não está a rir

Prime Video estreia a 6 de Agosto uma nova aposta no género comédia de acção, protagonizada por Eddie Murphy e Pete Davidson. Mas os primeiros críticos dizem que o único roubo aqui foi o nosso tempo.

Ver também : A Nova Era dos Primatas: O Reino do Planeta dos Macacos Estreia em Exclusivo no TVCine TopA Nova Era dos Primatas: O Reino do Planeta dos Macacos

Depois de décadas a fazer rir — e de alguns altos e baixos pelo caminho — Eddie Murphy regressa em The Pickup, uma comédia de acção realizada por Tim Story (Ride AlongBarbershop), que o junta ao irreverente Pete Davidson. Com um argumento que promete assaltos, perseguições e piadas à velocidade de balas, o filme parecia reunir todos os ingredientes para um sucesso. Mas se os críticos fossem os assaltados… então levaram um belo balde de água fria.

Screenshot

36% no Rotten Tomatoes: “splat” em vez de “splash”

Com apenas 14 críticas publicadas até agora, The Pickup estreou com um modesto (e nada promissor) 36% no Rotten Tomatoes, o temido “splat” que sinaliza que a maioria dos especialistas ficou mais entediada do que empolgada. Embora este valor possa oscilar com a chegada do público e mais críticas, a recepção inicial aponta para um filme que falha tanto na acção como no humor.

O veredicto geral? Uma comédia de acção que se esquece de ser divertida e não tem novidades suficientes para o género — nem sequer com um elenco que inclui uma das maiores estrelas de sempre da comédia americana.

O enredo: um assalto, um desastre e um dia péssimo

The Pickup conta a história de dois motoristas de carros blindados (Murphy e Davidson) que, durante um serviço de rotina, são apanhados por uma quadrilha liderada pela “mestra do crime” Zoe, interpretada por Keke Palmer. O que começa como um assalto a dinheiro transforma-se rapidamente numa sucessão de situações caóticas — e nem todas pelas melhores razões.

A química entre os protagonistas devia ser o motor da narrativa, mas segundo o crítico Julian Roman (MovieWeb), o resultado é “mediano e esquecível”, com “cenas de perseguição que cumprem os requisitos de tiros e explosões, mas com diálogos arrastados e uma suspensão da descrença a ser levada ao limite.”

Guy Ritchie, és tu?

Jim Vorel, da Paste Magazine, descreve The Pickup como uma tentativa de imitar o estilo de Guy Ritchie — com tiroteios estilizados e personagens tagarelas — mas que se esquece do mais importante: fazer rir. Segundo o crítico, “o filme quer ser um cruzamento entre perseguições automóveis e assaltos a casinos, mas perde o humor pelo caminho.”

Há salvação? Alguns acham que sim

Nem tudo foi negativo. A Hollywood Reporter, numa crítica mais benévola, elogia o elenco principal. “Murphy, Davidson e Palmer têm uma química naturalmente divertida, o que ajuda a tornar crível uma situação cada vez mais absurda.” Justin Bower (Loud and Clear Reviews) considerou The Pickup “um filme típico de assaltos, mas com um elenco eléctrico e cenas de acção bem coreografadas — uma viagem hilariante.”

ver também: “Industry”: Quarta Temporada Conclui Filmagens — E Há Bastidores para Ver!

Portanto, se estás à procura de uma experiência ligeira e não exiges genialidade narrativa, pode ser que The Pickup te arranque umas gargalhadas. Mas se vinhas à procura do regresso triunfal de Eddie Murphy ao topo da comédia de acção, talvez seja melhor gerir expectativas… ou ver novamente Um Príncipe em Nova Iorque.

Os Mauzões 2 Faz História no Rotten Tomatoes — e Está Quase a Roubar o Lugar a Fantastic Four

A sequela da DreamWorks está oficialmente entre os filmes de animação mais adorados de sempre pelo público

🐺 Os Mauzões 2 (título original: The Bad Guys 2) chegou aos cinemas com tudo: vilões reformados, novas parceiras de crime, acção global… e agora, um recorde que poucos esperavam. Segundo os dados mais recentes do Rotten Tomatoes, o filme conquistou um impressionante 95% de aprovação do público, igualando o melhor resultado alguma vez registado por um filme de animação da DreamWorks.

ver também : “Drácula: Uma História de Amor” — Luc Besson Reinventa o Vampiro Mais Famoso do Mundo

Sim, leu bem. Numa lista que inclui pesos pesados como ShrekComo Treinares o Teu Dragão ou O Príncipe do Egipto, é esta comédia animada protagonizada por animais fora-da-lei que está agora no topo — e a dar luta à concorrência de peso como Fantastic Four e Superman nas bilheteiras.

Um lugar entre os grandes… e com companhia inesperada

O feito é ainda mais notável quando olhamos para a lista dos filmes da DreamWorks com melhor pontuação do público:

  • Os Mauzões 2 – 95%
  • Spirit: O Indomável – 95%
  • Abominável – 95%
  • O Gato das Botas: O Último Desejo – 94%
  • The Croods: Uma Nova Era – 94%
  • Os Mauzões – 93%
  • Como Treinares o Teu Dragão – 91%
  • Shrek – 90%
  • Como Treinares o Teu Dragão 2 – 90%
  • O Príncipe do Egipto – 90%

O mais curioso? Entre todos os filmes do top, Os Mauzões 2 é o único que é uma sequela directa com uma pontuação tão alta. Spirit e Abominável foram lançamentos mais discretos, e mesmo O Gato das Botas é tecnicamente um spin-off de Shrek. Ou seja: Os Mauzões 2 está a fazer história com estilo.

Mais acção, mais personagens e um novo golpe… no espaço?

A sequela mantém o núcleo duro — Lobo (Sam Rockwell), Serpente (Marc Maron), Tubarão (Craig Robinson), Piranha (Anthony Ramos) e Tarântula (Awkwafina) — mas introduz as Bad Girls, um trio de novas vilãs lideradas por Doom (voz de Natasha Lyonne). Desta vez, o grupo vê-se envolvido num golpe interplanetário, com foguetes estilo SpaceX, casamentos de bilionários e perseguições que lembram Missão Impossível com patas e escamas.

E para os fãs da raposa Diane (Zazie Beetz), há boas notícias: ela está de volta, e a tensão romântica com o Sr. Lobo está mais presente do que nunca.

Pode bater a bilheteira do original?

O primeiro Os Mauzões arrecadou cerca de 250 milhões de dólares em 2022, o que foi considerado um sucesso. Mas tudo indica que a sequela pode superar essa marca. O fim-de-semana de estreia foi mais forte e, com a recepção do público ao rubro, Os Mauzões 2 está mesmo “a roer os calcanhares” de Fantastic Four no box office internacional.

ver também : As 5 Melhores Séries da Apple TV+ Que Não Pode Perder (Mesmo!)

É certo que a pontuação do público pode descer ligeiramente à medida que entram mais críticas — é o habitual —, mas neste momento, Os Mauzões 2 está a viver o seu momento de glória… e com razão.

“American Manhunt: Osama bin Laden” — O Novo Documentário da Netflix Que os Críticos Amam (e os Espectadores Nem Tanto)

📺 100% no Rotten Tomatoes… e 56% do público a dizer “meh”. Bem-vindo ao fascinante mundo do streaming em 2025

A Netflix voltou a disparar para o topo com mais uma das suas bombas documentais: American Manhunt: Osama bin Laden. Lançada a 14 de maio, a terceira temporada desta série documental explodiu (sem trocadilhos maliciosos, prometemos) para o primeiro lugar no top global da plataforma, acumulando 12,6 milhões de visualizações na primeira semana.

E a crítica? Em êxtase.

E o público? Em modo “sim, mas…”

100% dos Críticos Dizem “Bravo!”, 56% do Público Diz “Calma lá…”

É verdade: American Manhunt: Osama bin Laden tem 100% de aprovação crítica no Rotten Tomatoes. Um feito raro, digno de medalha de honra da crítica internacional. Já a audiência geral, por outro lado, parece ter ativado o modo “contra-informação”: 56% de aprovação, com algumas queixas muito específicas.

Entre as principais reclamações estão:

  • “Demasiado centrado nos políticos e pouco nos SEALs que arriscaram a vida.”
  • “Porque é que não falaram da relação dos EUA com o Bin Laden antes do 11 de Setembro?”
  • “Muito patriótico, pouco crítico.”

Entretanto, no Reddit, é só elogios e emojis de bandeirinhas e lágrimas. Uma montanha-russa emocional, como quem vê O Resgate do Soldado Ryan enquanto lê um manual da CIA.

Três Episódios, Uma Caça de 10 Anos

Realizado por Daniel Sivan e Mor Loushy, este documentário reconstrói a longa (e secreta) perseguição que culminou com a operação em Abbottabad, no Paquistão, onde Bin Laden foi finalmente “comprometido até ao fim permanente” — uma expressão tão enigmática quanto patriótica.

O doc mergulha nas sombras da guerra contra o terror, com entrevistas a ex-CIA, ex-FBI, ex-Departamento de Defesa e jornalistas que acompanharam os eventos. E claro, muitos corredores, mapas secretos e frases ditas com seriedade à frente de quadros brancos.

Uma Aula de Geopolítica com Edição de Trailer de Ação

Apesar da sua natureza documental, American Manhunt: Osama bin Laden é montado como um thriller de Hollywood. Planos dramáticos, música intensa e cortes rápidos que nos fazem esquecer que estamos a ver uma série documental e não um spin-off do Jason Bourne.

Afinal, vale a pena?

Se gosta de histórias reais, espiões, militares em salas escuras a dizer “We’ve got him”, e de documentários com mais tensão do que muitos filmes de acção, sim. Se procura uma abordagem mais crítica ou uma análise mais profunda da história pré-11 de Setembro, talvez não seja este o conteúdo ideal. Mas uma coisa é certa: está na moda, e é impossível ignorar.

🚀 Andor Temporada 2: A Revolução de Star Wars Alcança o Seu Auge

A segunda e última temporada de Andor estreia hoje, 22 de abril, na Disney+, e as primeiras críticas já a posicionam como uma das melhores produções do universo Star Wars. Com uma impressionante pontuação de 98% no Rotten Tomatoes, a série criada por Tony Gilroy e protagonizada por Diego Luna é aclamada por elevar a narrativa da franquia a novos patamares. 

ver também : 🍽️ Larry David Imagina Jantar com Hitler para Criticar Encontro de Bill Maher com Trump


🧨 Uma Conclusão Explosiva

Os críticos destacam que Andor não só mantém a qualidade da primeira temporada, como a supera. Alan Cerny, do VitalThrills.com, afirma que a série “acende o rastilho para o barril de pólvora” da rebelião galáctica, enquanto Maggie Lovitt, da Collider, considera que Gilroy e a sua equipa de argumentistas “superaram-se a si mesmos” nesta temporada . 


🧭 Uma Nova Perspetiva no Universo Star Wars

A série é elogiada por abordar temas mais sombrios e adultos, explorando o fascismo do Império de forma direta e sem rodeios. Jeremy Mathai, do Slashfilm, destaca que Andor “olha o fascismo do Império diretamente nos olhos”, enquanto Brendan Hodges, do Next Best Picture, refere que esta é “a série mais sombria de Star Wars” . 


🎭 Atuações Memoráveis

Diego Luna é novamente aclamado pelo seu desempenho como Cassian Andor, com Maggie Lovitt a sugerir que cada episódio merece uma nomeação ao Emmy. Outros destaques incluem Denise Gough como Dedra Meero e Elizabeth Dulau, que ganha mais destaque nesta temporada . 


🎞️ Estrutura Narrativa e Estreia

A temporada final é composta por 12 episódios, divididos em quatro arcos narrativos de três episódios cada. Os primeiros três episódios estão disponíveis a partir de hoje na Disney+, com novos episódios lançados semanalmente . 

ver também : 💑 George e Amal Clooney: Uma Década de Amor Sem Discussões


Novo Filme de Bridget Jones Bate Recorde no Rotten Tomatoes 🎬

A saga de Bridget Jones continua a encantar os fãs e a conquistar novos recordes! Depois de mais de duas décadas desde a estreia de O Diário de Bridget Jones (2001), o quarto capítulo da série, Bridget Jones: Mad About the Boy, chega com aclamação crítica e um novo marco no Rotten Tomatoes.

O Melhor Avaliado da Franquia 🍅🏆

Com a estreia, Bridget Jones: Mad About the Boy ( Bridget Jones: Louca pelo Garoto (Brasil) / Bridget Jones: Louca por ele ( Portugal), alcançou uma pontuação impressionante de 87% de aprovação dos críticos, subindo para 89% à medida que mais avaliações foram adicionadas. O filme também conquistou um selo Certified Fresh após 61 análises. O público concordou com os especialistas, atribuindo um entusiasmo de 88% no Popcornmeter.

ver também: Hollywood dá novo passo para a sequela de “Os Goonies” – Será desta?

A franquia teve altos e baixos em termos de recepção crítica. O primeiro filme continua como um dos favoritos, com 79% de aprovação da crítica e 81% do público. O segundo, Bridget Jones: The Edge of Reason (2004), teve uma recepção bem mais fria, com apenas 27% de aprovação crítica e 60% do público. Já o terceiro filme, Bridget Jones’s Baby (2016), melhorou na recepção da crítica com 78%, mas ficou apenas nos 65% junto ao público.

O Sucesso Financeiro da Saga 💰

Apesar das avaliações variadas, a franquia tem sido um sucesso de bilheteira. O primeiro filme arrecadou $272,5 milhões mundialmente, com um orçamento de apenas $25 milhões. O segundo filme, embora mal avaliado, conseguiu $263,8 milhões em bilheteira, contra um orçamento de $50 milhões. O terceiro, Bridget Jones’s Baby, foi o menos lucrativo, arrecadando $207,2 milhões, mas ainda assim superando os custos de produção de $35 milhões. Os números do quarto filme ainda não estão disponíveis, mas as expectativas são altas.

O Que Esperar de Mad About the Boy? 🎥

O novo filme choca os fãs ao revelar, já no trailer, que Mark Darcy (Colin Firth) morre. Depois de anos de idas e vindas, o casal finalmente tinha alcançado um final feliz em Bridget Jones’s Baby, mas tudo muda neste capítulo.

The Gorge: O novo thriller de ação da Apple TV+ que já está a dar que falar

Renée Zellweger regressa como Bridget Jones, acompanhada por Hugh Grant (Daniel Cleaver), Colin Firth (Mark Darcy) e Emma Thompson (Dra. Rawlings). O elenco também inclui novidades como Chiwetel Ejiofor, Leo Woodall, Isla Fisher, Josette Simon, Nico Parker e Leila Farzad.

Bridget Jones: Mad About the Boy está disponível para streaming no Peacock (que não existe em Portugal) e também em exibição nas salas de cinema.

Ben Stiller: O Perfeccionista de Hollywood que Domina a TV com Severance 🎬🔥

Ben Stiller não é apenas um dos rostos mais conhecidos da comédia de Hollywood. Ao longo dos anos, o ator e realizador consolidou-se como um mestre da sua arte, alguém que não se contenta com o óbvio e que sempre procura a excelência em tudo o que faz. Aos 59 anos, Stiller encontrou em Severance, série da Apple TV+, o projeto perfeito para canalizar a sua obsessão pelo detalhe e pelo storytelling de qualidade. A segunda temporada da série estreou a 17 de janeiro, após três anos de espera, e já está a ser considerada uma das melhores do ano. Mas como é que um dos maiores nomes do cinema encontrou na televisão a sua verdadeira vocação? 🤔📺

ver também : Anthony Hopkins Elogia Bryan Cranston e “Breaking Bad” em Carta Pública

Do Cinema à TV: Um Caminho Inusitado

O fascínio de Stiller pelo cinema começou cedo. Filho dos icónicos comediantes Jerry Stiller e Anne Meara, cresceu rodeado pelo espetáculo, mas o seu interesse sempre esteve mais focado na câmara do que no palco. Durante a infância, ficou fascinado com os bastidores do filme The Taking of Pelham One Two Three (1974), onde o pai tinha um pequeno papel. Esse momento foi determinante para definir a sua paixão pela sétima arte. 🎥✨

Apesar disso, Stiller tornou-se mundialmente famoso por protagonizar algumas das comédias mais bem-sucedidas das últimas décadas, como Quem Vai Ficar com Mary? (1998), Zoolander (2001) e Os Fura-Casamentos (2004). No entanto, sempre quis mais. A sua vontade de contar histórias mais complexas levou-o a realizar Reality Bites (1994) e O Segredo de Walter Mitty (2013), mas foi na televisão que encontrou o seu verdadeiro espaço como realizador e produtor. 📽️🎭

O Fenómeno Severance: A Série que Definiu a Sua Carreira

O grande turning point da sua carreira deu-se com Severance. A série, criada por Dan Erickson, apresenta uma premissa intrigante: e se fosse possível separar completamente a vida profissional da pessoal através de uma cirurgia cerebral? A série mistura thriller psicológico, ficção científica e crítica social, tornando-se um dos projetos mais ambiciosos da televisão atual. 🤯

A primeira temporada, lançada em 2022, conquistou o público e a crítica, sendo nomeada para 14 Emmys e vencendo um Peabody Award. Stiller dirigiu a maioria dos episódios, imprimindo a sua marca de perfeccionismo obsessivo em cada detalhe, desde a cinematografia milimetricamente calculada até à direção de atores. Adam Scott, que protagoniza a série, revelou que Stiller o defendeu contra as objeções da Apple TV+ ao seu casting, mostrando o quanto acredita na sua visão criativa. 👀🎬

Perfeccionismo e a Longa Espera pela Segunda Temporada

Após um final de temporada eletrizante, os fãs aguardaram três longos anos pela continuação da história. O intervalo deveu-se não apenas à greve de roteiristas e atores de Hollywood, mas também ao estilo meticuloso de Stiller. Durante esse tempo, o realizador aproveitou para reavaliar cada detalhe, reescrever cenas e refazer partes da narrativa para garantir que tudo estivesse perfeito. 💡✍️

Este perfeccionismo, no entanto, tem um preço. A segunda temporada de Severance teve um orçamento estimado de 20 milhões de dólares por episódio, um dos mais altos da televisão atual. Mas a aposta parece ter valido a pena: a receção da crítica foi avassaladoramente positiva, com a série a atingir 98% de aprovação no Rotten Tomatoes. 📊🏆

Um Futuro no Cinema ou na TV?

Mesmo com o sucesso estrondoso de Severance, Ben Stiller ainda mantém o desejo de regressar ao cinema. Atualmente, está a trabalhar num documentário sobre os seus pais, um projeto profundamente pessoal que o tem feito refletir sobre a sua própria trajetória. Para além disso, já admite que o seu próximo passo pode ser um filme, algo mais compacto e menos exigente do que uma série televisiva de alto nível. 🎞️🎭

Enquanto isso, os fãs podem ficar tranquilos: a terceira temporada de Severance já está a ser planeada, e Stiller promete não demorar outros três anos a entregá-la. Se há algo que podemos esperar dele, é a garantia de que cada projeto será tratado com o mesmo nível de dedicação e ambição que sempre definiu a sua carreira. 💪✨

“Captain America: Brave New World” Desilude? Novo Filme Tem As Piores Avaliações da Saga

O quarto filme de Capitão América está longe de impressionar a crítica, ficando abaixo de todos os anteriores protagonizados por Chris Evans.

📅 Estreia nos cinemas a 14 de fevereiro de 2025

O regresso de Capitão América ao grande ecrã com Captain America: Brave New World não está a ser propriamente triunfante. A crítica não perdoou e, segundo os primeiros dados, o filme já detém as piores classificações de toda a saga.

No Rotten Tomatoes, o novo Capitão América está atualmente com 48% de aprovação, baseando-se em 66 críticas. No Metacritic, a pontuação é ainda mais desanimadora: 45 pontos. Para referência, os filmes anteriores com Chris Evans tinham notas consideravelmente mais altas:

🎥 “Bridget Jones: Louca Por Ele” – As Razões Para Adorar o Regresso da Rainha do Caos

✅ Captain America: The First Avenger (2011) – 80% Rotten Tomatoes / 66 Metacritic

✅ Captain America: The Winter Soldier (2014) – 90% Rotten Tomatoes / 70 Metacritic

✅ Captain America: Civil War (2016) – 90% Rotten Tomatoes / 75 Metacritic

Comparando com a trilogia anterior, fica claro que o público e a crítica não estão convencidos com este novo capítulo do MCU. Mas será que a receção negativa é justificada?

🦸 O que correu mal com o novo Capitão América?

Depois de assumir oficialmente o escudo deixado por Steve Rogers, Sam Wilson (Anthony Mackie) regressa neste novo filme para enfrentar uma ameaça global. A sinopse oficial descreve a trama:

“Após um encontro com o recém-eleito Presidente dos Estados Unidos, Thaddeus Ross, Sam Wilson vê-se no meio de um incidente internacional. Agora, terá de descobrir a verdade por trás de uma conspiração global antes que o verdadeiro vilão leve o mundo ao caos.”

Apesar da premissa promissora, muitos críticos argumentam que o filme falha em capturar a mesma energia dos seus antecessores.

🎭 O que diz a crítica?

As opiniões dividem-se entre o desapontamento e uma receção morna. Alguns dos principais críticos apontam problemas narrativos, decisões confusas e uma sensação de falta de identidade no novo capítulo do MCU.

🔴 David Ehrlich, do IndieWire, diz que o filme está “demasiado preso ao passado do MCU para entregar algo realmente entusiasmante no presente — quanto mais gerar entusiasmo pelo futuro.”

🔴 William Bibbiani, do The Wrap, foi ainda mais duro e descreveu o filme como “um espetáculo de ação sem propósito, que tropeça em simbolismos poderosos, mas não os usa para dizer nada relevante.”

🟢 Por outro lado, Owen Gleiberman, da Variety, elogiou o filme por funcionar “bem o suficiente como uma aventura independente, equilibrando sequências de ação com elementos de um thriller geopolítico.”

🛡️ Sam Wilson no papel de Capitão América: uma tarefa ingrata?

A transição de Steve Rogers para Sam Wilson como novo Capitão América não tem sido propriamente pacífica no universo da Marvel. Muitos fãs ainda associam a personagem exclusivamente a Chris Evans, o que torna qualquer nova versão um desafio.

O próprio Anthony Mackie já afirmou em entrevistas que sente o peso da responsabilidade ao assumir o escudo, mas acredita que a sua versão do Capitão pode trazer algo novo ao MCU.

O problema? O filme parece não saber exatamente como aproveitar essa mudança.

Enquanto O Soldado do Inverno e Guerra Civil trouxeram histórias densas e impactantes, Brave New World parece estar a sofrer de um mal que tem assolado a Fase 5 do MCU: tramas pouco inspiradas e falta de coesão narrativa.

🏛️ O futuro do Capitão América e do MCU

A Marvel tem enfrentado dificuldades nos últimos anos para manter o nível de qualidade que consolidou o seu domínio nas bilheteiras. Após os sucessos de Avengers: Endgame e Spider-Man: No Way Home, a receção de alguns filmes da Fase 4 e 5 tem sido mista.

Com Brave New World a ter uma receção abaixo do esperado, será que a Marvel precisa de repensar a sua abordagem?

O filme estreia a 14 de fevereiro de 2025 nos EUA, e só o tempo dirá se o público vai reagir de forma diferente à crítica.

🎬 Veredicto: vale a pena ver?

⚠️ Se és fã hardcore do MCU e do Capitão América, vale a pena ver para tirar as tuas próprias conclusões.

😕 Se esperavas algo ao nível de O Soldado do Inverno ou Guerra Civil, prepara-te para uma possível desilusão.

A Marvel pode precisar de encontrar um novo rumo para as suas narrativas, e este filme pode ser um sinal de alerta para os estúdios.

este: O Conflito nos Bastidores de ‘Hitch’ e os Planos para a Sequência Sem o Realizador Original 🎬🔥

🎟️ E tu, vais dar uma oportunidade ao novo Capitão América?

“M3GAN 2.0” Promete Caos e Novo Confronto Entre Inteligências Artificiais 🤖🔥

Preparem-se, caros associados, porque a boneca assassina mais icónica dos últimos tempos está de volta! 🩷💀

A Universal Pictures apresentou o primeiro teaser de M3GAN 2.0 durante a cerimónia dos Grammys 2025, e claro, a nossa robô favorita roubou completamente o espetáculo. Se o primeiro filme viralizou com a sua dança perturbadoramente cativante, agora ela regressa com um novo look, uma nova música e, sobretudo, uma nova rival.

ver também : Juliette Binoche Preside ao Júri de Cannes: Uma Honra e uma Responsabilidade

Do Brinquedo Assassino à Máquina de Guerra 🚀🔪

O primeiro M3GAN (2023) foi um fenómeno inesperado, tornando-se um dos maiores sucessos do terror recente. Com um orçamento modesto de 12 milhões de dólares, arrecadou mais de 180 milhões em bilheteira, garantindo rapidamente uma sequela.

Desta vez, dois anos se passaram desde os eventos do primeiro filme. Gemma (Allison Williams) tornou-se uma autora reconhecida e uma defensora do controlo governamental sobre Inteligências Artificiais. Entretanto, a sua sobrinha Cady (Violet McGraw) já tem 14 anos e, como qualquer adolescente, começa a rebelar-se contra as regras impostas pela tia.

O problema? Enquanto Gemma tenta evitar que novas M3GANs cheguem ao mundo, a tecnologia original foi roubada e utilizada para criar uma nova robô militar de infiltração chamada Amelia (interpretada por Ivanna Sakhno). O que começa como um projeto secreto rapidamente foge do controlo: Amelia ganha autoconsciência e decide que já não precisa de seguir ordens humanas.

💀 Agora temos M3GAN vs. Amelia. Duas máquinas assassinas. Quem sairá viva?

M3GAN Está de Volta… Mais Forte, Mais Rápida e Mais Mortal 😈⚡

Com o mundo à beira da destruição, Gemma percebe que a única forma de travar Amelia é ressuscitando M3GAN. Mas não será a mesma M3GAN que conhecemos: agora ela vem com um upgrade, sendo ainda mais forte, mais rápida e mais letal do que nunca.

🎬 M3GAN 2.0 é novamente realizado por Gerard Johnstone, com Allison Williams agora também a desempenhar o papel de produtora executiva. A boneca continua a ser interpretada por Amie Donald, com a voz de Jenna Davis.

🔹 Novos membros do elenco incluem: Jemaine Clement, Timm Sharp e Aristotle Athari.

🔹 Entre os regressos temos: Brian Jordan Alvarez (Cole) e Jen Van Epps (Tess).

Uma Sequência Ambiciosa… Mas de Baixo Orçamento? 🤔💸

Apesar de toda a escala expandida, o realizador Gerard Johnstone fez questão de lembrar que o filme continua a ser feito com um orçamento modesto, especialmente quando comparado com os grandes blockbusters da Marvel.

“É muito ambicioso. A história precisava de ser maior, com maior escala e dimensão, mas ainda assim tem um orçamento minúsculo em comparação com filmes da Marvel”, revelou o realizador.

Com a Universal a investir cada vez mais no terror e na ficção científica, M3GAN 2.0 promete ser um dos filmes mais comentados do verão de 2025.

Estreia e Expectativas 🎟🎥

O filme estreia nos cinemas a 27 de junho de 2025, e com o hype já em alta, as expectativas são enormes.

Se M3GAN 2.0 conseguir repetir o sucesso do original, é bem possível que a Universal continue a explorar este novo ícone do terror sci-fi por mais alguns anos.

ver também : “Tarot – Carta da Morte”: Um Jogo Mortal no TVCine Top

📌 E tu, estás pronto para este embate épico entre robôs assassinas? Ou preferias manter a tua assistente de IA bem longe de ti depois deste filme?

“Dog Man” Lidera Bilheteiras nos EUA com Estreia Impressionante 🎬🐶

DreamWorks Animation começou 2025 com um estrondo! Dog Man, a adaptação cinematográfica da popular série de novelas gráficas de Dav Pilkey, arrecadou 36 milhões de dólares no seu fim de semana de estreia, tornando-se o maior lançamento do ano até agora nos cinemas norte-americanos.

Com uma produção modesta de 40 milhões de dólares, o filme rapidamente garantiu o seu caminho para o sucesso financeiro, impulsionado por um CinemaScore “A”, refletindo o entusiasmo do público. Apesar da receção morna no mercado internacional (apenas 4,2 milhões arrecadados em 29 países), a animação protagonizada por Pete Davidson, Lil Rel Howery e Isla Fisher provou ser um enorme sucesso doméstico.

ver também : “Companion” – O Novo Thriller de Jack Quaid que Está a Conquistar a Crítica e o Público 🎬🔪🤖

Animação Continua a Dominar as Bilheteiras 🎥✨

O sucesso de Dog Man confirma a tendência de filmes de animação a liderarem as bilheteiras nos últimos anos. Em 2024, os filmes para a família representaram cerca de 33% da receita total de bilheteira nos EUA, gerando 2,9 mil milhões de dólares.

Em janeiro, Mufasa: The Lion King (lançado pela Disney em dezembro) manteve-se durante três semanas consecutivasno topo da tabela, tendo agora caído para terceiro lugar, mas ainda adicionando mais 6,1 milhões de dólares à sua receita total, que já atinge 653 milhões de dólares globalmente

🔹 O único filme animado que teve um lançamento maior em janeiro foi Kung Fu Panda 3 (2016).

“Companion” Surpreende e Conquista a Crítica 🔪🤖

A outra grande estreia da semana foi Companion, um thriller sci-fi de terror, produzido pela Warner Bros. e New Line Cinema, que arrecadou 9,5 milhões de dólares no seu primeiro fim de semana.

Dirigido por Drew Hancock, o filme segue um grupo de amigos num retiro à beira do lago, onde descobrem que um dos presentes não é humano, mas sim um robô companheiro sinistro.

💯 Críticos e público estão de acordo sobre a qualidade do filme:

✅ 94% de aprovação no Rotten Tomatoes (selo Certified Fresh)

✅ B+ no CinemaScore

Com um orçamento modesto de 10 milhões de dólaresCompanion tem um excelente potencial para se tornar mais um sucesso de terror sci-fi, aproveitando o crescente interesse do público por este subgénero.

“One of Them Days” Continua Forte nas Bilheteiras 🎭🎟

Outro destaque do início de 2025 tem sido a comédia One of Them Days, protagonizada por Keke Palmer e SZA.

Lançada há três semanas, a produção da Sony Pictures já arrecadou 34,5 milhões de dólares, um número impressionante considerando o seu orçamento de 14 milhões de dólares.

Apesar das dificuldades que as comédias têm enfrentado nos cinemas nos últimos anos, One of Them Days provou ser uma exceção, beneficiando do boca a boca positivo e boas críticas.

Top 10 das Bilheteiras nos EUA (2-4 de fevereiro) 🎬💰

1️⃣ Dog Man – $36 milhões

2️⃣ Companion – $9,5 milhões

3️⃣ Mufasa: The Lion King – $6,1 milhões

4️⃣ One of Them Days – $6 milhões

5️⃣ Flight Risk – $5,6 milhões

6️⃣ Sonic the Hedgehog 3 – $3,2 milhões

7️⃣ Moana 2 – $2,8 milhões

8️⃣ A Complete Unknown – $2,2 milhões

9️⃣ The Brutalist – $1,9 milhões

🔟 Den of Thieves: Pantera – $1,6 milhões

🎞 Conclusão: O ano de 2025 arrancou com força para a animação, enquanto Companion prova que o terror sci-fi continua em alta. Será que estes filmes manterão o fôlego nas próximas semanas?

ver também : China Bate Recorde de Bilheteira Durante o Ano Novo Lunar Graças a Sequências Populares 🎬🇨🇳

📌 Diz-nos nos comentários: Qual destes filmes te deixa mais curioso? És fã de animação ou preferes os thrillers de terror?