“Top Gun 3” está oficialmente em desenvolvimento e Tom Cruise vai voltar a voar

A Paramount Pictures confirmou aquilo que muitos fãs já esperavam: Top Gun 3 está oficialmente em desenvolvimento, com Tom Cruise pronto para regressar ao papel de Pete “Maverick” Mitchell.

O anúncio foi feito esta quinta-feira durante a apresentação do estúdio na CinemaCon, a convenção anual da indústria em Las Vegas onde os grandes estúdios revelam os seus próximos lançamentos a exibidores e imprensa.

Segundo Josh Greenstein, co-responsável da Paramount Pictures, o filme está já numa fase avançada de escrita.

“Top Gun 3 está oficialmente em desenvolvimento, com o argumento já bastante avançado.”

A confirmação encerra meses de especulação em torno do futuro da saga e reforça a aposta do estúdio numa das suas propriedades mais valiosas.

Tom Cruise regressa ao lado de Jerry Bruckheimer

Greenstein confirmou ainda que Cruise voltará a reunir-se com o produtor Jerry Bruckheimer, figura essencial no sucesso da franquia desde o filme original.

Para já, não foi revelada data de estreia, realizador ou elenco oficial.

No entanto, notícias anteriores apontavam para o regresso de Miles Teller e Glen Powell, os novos “ases indomáveis” apresentados em Top Gun: Maverick.

Outro nome que continua associado ao projecto é Christopher McQuarrie, colaborador habitual de Cruise na saga Mission: Impossible, que já tinha indicado estar a trabalhar no argumento.

O legado de “Top Gun”

O anúncio surge depois do enorme sucesso de Top Gun: Maverick, lançado em 2022, que arrecadou cerca de 1,5 mil milhões de dólares em todo o mundo e se tornou um dos maiores fenómenos de bilheteira da década.

A sequela não só revitalizou a saga iniciada em 1986 com Top Gun, como consolidou Tom Cruise como uma das últimas grandes estrelas capazes de levar massas ao cinema.

O impacto foi tal que Steven Spielberg chegou a elogiar publicamente Cruise por ajudar a trazer os espectadores de volta às salas após a pandemia.

Paramount promete reforçar a aposta no cinema

A apresentação da Paramount na CinemaCon trouxe ainda outras novidades importantes.

Numa aparição surpresa, David Ellison, líder da Paramount Skydance, garantiu aos exibidores que os filmes do estúdio terão uma janela exclusiva de 45 dias nas salas antes de chegarem ao vídeo on demand e 90 dias antes do streaming gratuito.

A declaração foi recebida com aplausos, numa altura em que muitos proprietários de cinemas continuam preocupados com o impacto das plataformas digitais.

Ellison foi ainda mais longe ao afirmar:

“Vida longa ao cinema.”

Mais projectos anunciados: Brad Pitt, zombies e Johnny Depp

A Paramount aproveitou o evento para apresentar outros títulos de peso.

Foi confirmado que a adaptação cinematográfica do videojogo Call of Duty chegará aos cinemas em junho de 2028.

Os participantes puderam ainda ver imagens inéditas de Heart of the Beast, thriller protagonizado por Brad Pitt, no papel de um veterano militar que tenta sobreviver a um acidente de avião no Alasca com o seu cão de combate.

O estúdio revelou também planos para uma sequela de World War Z, embora sem confirmar se Pitt regressará.

Outro momento que deu que falar foi a presença inesperada de Johnny Depp, que subiu ao palco para apresentar Ebenezer: A Christmas Carol, nova adaptação do clássico de Charles Dickens, onde interpreta Scrooge.

O regresso de Maverick está a caminho

Ainda sem data marcada para descolar, Top Gun 3 já é uma das produções mais aguardadas dos próximos anos.

E se há algo que Maverick nos ensinou, é que Tom Cruise continua a sentir… sede de velocidade.

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Tom Cruise e Brad Pitt reencontram-se em Londres… três décadas depois de Entrevista com o Vampiro

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Trinta e um anos após o tenso encontro em Entrevista com o Vampiro, Tom Cruise e Brad Pitt voltam a aparecer juntos em público, desta vez na antestreia europeia de F1 – O Filme.

Foi um momento inesperado e simbólico para os fãs de cinema: Tom Cruise e Brad Pitt, que partilharam o ecrã em Entrevista com o Vampiro (1994), reencontraram-se esta segunda-feira na antestreia europeia de F1 – O Filme, em Londres. O novo filme protagonizado por Brad Pitt e realizado por Joseph Kosinski, com produção de Jerry Bruckheimer, junta nomes que também estiveram envolvidos em Top Gun: Maverick, de Cruise.

Cruise, cuja presença não tinha sido anunciada, surpreendeu ao aparecer no evento e posar com Pitt, Kosinski, Bruckheimer e o CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali. Num vídeo amplamente divulgado nas redes sociais, os dois atores surgem a conversar de forma calorosa, trocando sorrisos, palavras e até abraços, num clima bem mais amistoso do que aquele que marcou a única colaboração cinematográfica que tiveram.

“Grande noite no cinema com os meus amigos. Vocês arrasaram!”, escreveu Cruise no X (antigo Twitter), celebrando o momento.

Recordar Entrevista com o Vampiro: um clássico e um conflito

A relação entre os dois astros de Hollywood nem sempre foi pacífica. A adaptação do romance gótico de Anne Rice, realizada por Neil Jordan, foi marcada por fricções nos bastidores. Enquanto Cruise interpretava o vampiro carismático Lestat, Pitt assumia o papel de Louis, o protagonista atormentado.

Durante anos, circularam relatos de tensões no set. O próprio Pitt confessou o desconforto com a escolha de Cruise para o papel de Lestat e descreveu a dinâmica entre os dois com a frase que se tornou célebre: “Ele é o Polo Norte, eu sou o Polo Sul”. Acrescentou ainda que havia “uma competição latente que atrapalhava qualquer conversa a sério”.

O realizador Neil Jordan confirmou publicamente que Pitt torceu o nariz à escolha de Cruise. E, apesar das tentativas de ambos em minimizar publicamente o distanciamento, uma fonte citada pela revista Closer em 2024 referia que “não se suportam” e que “há um motivo para não trabalharem juntos há 30 anos”.

Um reencontro… e uma oportunidade perdida

A recente antestreia de F1 – O Filme marca assim não só um reencontro simbólico, mas também um possível reatar de relações profissionais que esteve quase a acontecer. O realizador Joseph Kosinski revelou há pouco tempo que tentou juntar Pitt e Cruise numa versão anterior de Le Mans ’66: O Duelo, filme que acabaria por estrear em 2019 realizado por James Mangold, com Matt Damon e Christian Bale nos papéis principais.

Segundo Kosinski, o projeto com Cruise e Pitt não avançou devido a limitações orçamentais. Ainda assim, a intenção esteve em cima da mesa, mostrando que o regresso da dupla não era totalmente impensável.

Mais do que um reencontro

Seja apenas um momento de cortesia ou o prenúncio de uma futura colaboração, o reencontro de Tom Cruise e Brad Pitt está já a marcar 2024 como um dos acontecimentos mais simbólicos de Hollywood. Três décadas depois de um filme que se tornou culto e de um conflito que marcou o imaginário dos fãs, a imagem dos dois juntos em Londres faz sonhar os cinéfilos com um novo capítulo — agora talvez mais pacífico — entre duas das maiores estrelas do cinema contemporâneo.

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Top Gun 3? Miles Teller Diz Que Não Sabe de Nada… Mas Tem um Pedido Especial para Tom Cruise

A espera por Top Gun 3 continua sem fim à vista, mas Miles Teller já tem um pedido bem específico para Tom Cruise: tempo para ficar em forma! 💪😆

Durante uma participação recente no The Late Show with Stephen Colbert, Teller, que interpretou Rooster em Top Gun: Maverick (2022), foi inevitavelmente confrontado com a questão que todos querem ver respondida: quando é que chega a sequela?

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🚀 “Não Sou Eu Que Dou Luz Verde”

Perante a insistência do apresentador, o ator manteve-se cauteloso:

“Olha, podes ficar chocado, mas não sou eu que dou luz verde a isso. Não tenho nada a ver.”

Mas, apesar de não poder confirmar nada, Teller aproveitou para fazer um pedido ao único homem que pode realmente decidir o destino da saga:

“Apenas disse ao Tom, ‘Dá-me tempo suficiente, [e] um aviso para ficar em forma. É um mês por cada abdominal. Preciso de seis meses de antecedência.’” 😂

✍️ Top Gun 3 Está Mesmo a Caminho?

Em janeiro de 2024, surgiram notícias de que Top Gun 3 estava em desenvolvimento na Paramount Pictures, com Ehren Kruger (argumentista de Maverick) a escrever um primeiro rascunho. A ideia seria reunir Tom Cruise com os novos “ases” Miles Teller e Glen Powell, com Joe Kosinski novamente na realização.

Em março, o lendário Jerry Bruckheimer, produtor da saga, confirmou que o projeto está de pé, mas com um problema: a agenda sobrecarregada de Tom Cruise. Com vários filmes na calha, incluindo Missão: Impossível 8, a rodagem de Top Gun 3 continua sem data definida.

🎥 Top Gun: Maverick – O Sucesso que Abalou as Bilheteiras

Com mais de 1,5 mil milhões de dólares arrecadados nas bilheteiras mundiais, Top Gun: Maverick foi um dos maiores sucessos da década e o filme mais lucrativo da carreira de Tom Cruise. Para além do impacto comercial, o filme conquistou o Óscar de Melhor Som e recebeu mais cinco nomeações, incluindo para Melhor Filme.

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Dado o entusiasmo dos fãs e o retorno estrondoso nas bilheteiras, a pergunta não é se Top Gun 3 vai acontecer, mas quando. ✈️🔥

E, se depender de Miles Teller, ele quer estar preparado para o momento de tirar a camisola. 😂

Pronto para descolar? 🎬✈️🔥

“Pearl Harbor” deveria ter sido o “Titanic” dos filmes de guerra, mas foi destruído pela crítica

Lançado em 2001, o épico de guerra “Pearl Harbor”, dirigido por Michael Bay e produzido por Jerry Bruckheimer, prometia ser um sucesso cinematográfico à altura de filmes como “Titanic”, de James Cameron. Com um orçamento de 140 milhões de dólares, jovens estrelas populares como Ben Affleck, Josh Hartnett e Kate Beckinsale, e o pano de fundo de uma das maiores catástrofes militares da história, o ataque japonês à base americana de Pearl Harbor, o filme parecia ter todos os ingredientes para um enorme sucesso de bilheteira e de crítica.

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No entanto, embora o filme tenha arrecadado 449,2 milhões de dólares mundialmente, mais de três vezes o seu orçamento, não conseguiu replicar o sucesso de “Titanic” em termos de crítica. Ao contrário do romance trágico de Cameron, “Pearl Harbor” foi arrasado pelos críticos, com apenas 24% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes. Muitos apontaram para o facto de Bay ter tentado seguir a fórmula de sucesso de “Titanic”, mas sem a sensibilidade romântica necessária para emaranhar o público emocionalmente no triângulo amoroso central entre dois soldados e uma enfermeira.

O principal problema apontado pelos críticos foi a falta de profundidade emocional e a abordagem desajeitada ao contar a história do triângulo amoroso durante o ataque. A grandiosidade das cenas de batalha, caracterizadas pelo espetáculo visual e efeitos especiais pirotécnicos, acabou por sobrepor-se à construção das personagens e às suas relações. A imprensa especializada condenou o filme por ser, em grande parte, um espetáculo visual sem substância emocional.

No entanto, nem tudo foi negativo para o filme. A espetacular reconstituição do ataque a Pearl Harbor foi amplamente elogiada, recebendo inclusive quatro nomeações aos Óscares, das quais venceu a de Melhor Edição de Som. O filme é considerado um dos maiores feitos técnicos de Bay e, mesmo após duas décadas, as cenas de ação continuam a ser impressionantes.

Hoje em dia, “Pearl Harbor” encontra-se disponível na plataforma Disney+, onde novos espetadores podem descobrir (ou redescobrir) este épico de guerra que, apesar das críticas, conseguiu deixar a sua marca no panorama cinematográfico.

Em baixo deixamos o trailer original e o como elemento de comédia o “Honest Trailer dos Screen Junkies”