Top Gun 3 a Caminho de Mach 10: Joseph Kosinski Promete Algo “Ambicioso” 🛩️

Depois do sucesso de Top Gun: Maverick, Tom Cruise prepara novo voo a alta velocidade

A contagem decrescente já começou: Top Gun 3 está oficialmente a ganhar altitude. E, ao que tudo indica, desta vez não vamos esperar mais 36 anos até ver Pete “Maverick” Mitchell de volta aos céus. Depois do fenómeno mundial que foi Top Gun: Maverick, o realizador Joseph Kosinski revelou que há uma “grande ideia” a impulsionar o terceiro capítulo da saga — e que o projeto está a avançar a uma velocidade estonteante.

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Numa entrevista ao ScreenRant para promover F1: The Movie (com Brad Pitt), Kosinski abriu o jogo sobre o que está por vir:

“O Ehren Kruger está a escrever o argumento neste momento. É uma grande ideia em que trabalhei durante quase um ano — em colaboração com amigos da Marinha e da Lockheed. É ambiciosa. Isso é o que me entusiasma.”

Do cockpit para o papel: o argumento já está em desenvolvimento

Ehren Kruger, argumentista de Top Gun: Maverick, volta a pegar no manche e promete levar a história para uma nova dimensão. Segundo Kosinski, o desafio foi encontrar algo que realmente justificasse um novo filme — algo que não se conseguisse ignorar, e que abrisse a história de forma tão empolgante quanto inesperada.

Christopher McQuarrie, colaborador habitual de Cruise e responsável pelas últimas entradas da saga Missão: Impossível, também comentou que “não foi difícil” encontrar o fio condutor para Top Gun 3. Ou seja: as peças estão todas no ar — agora é só aguardar pela aterragem no grande ecrã.

A espera será mais curta (felizmente)

Enquanto o primeiro Top Gun chegou em 1986 e o segundo só em 2022, os fãs podem respirar de alívio: não teremos de esperar mais três décadas para ver a próxima manobra de Cruise. A produção ainda não tem data de arranque confirmada, mas tudo indica que o motor já está ligado e pronto a descolar.

E sim, Cruise continua a ser o homem dos grandes voos — literalmente e metaforicamente. Depois de Top Gun: Maverick, que arrecadou mais de 1,4 mil milhões de dólares nas bilheteiras mundiais, é natural que o entusiasmo por uma sequela esteja nos píncaros.

Brad Pitt a bordo? Só se for com os pés bem assentes na terra…

Curiosamente, este novo capítulo da carreira de Cruise surge ao mesmo tempo que se fala de uma possível reunião com Brad Pitt. Os dois contracenaram em Entrevista com o Vampiro (1994), e Pitt já mostrou abertura para trabalharem juntos outra vez — desde que não envolva pendurar-se num avião em voo, como Cruise adora fazer em Missão: Impossível.

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“Assim que ele quiser fazer algo com os pés no chão, talvez consigamos trabalhar juntos”, brincou Pitt.

Fica a sugestão para um Top Gun 4: Terra Firme?

Pixar Só Faz Sequelas Se… Toda a Gente Gostar Mesmo Muito (e Houver Uma Boa História, Claro)

Pete Docter revela os critérios surpreendentemente óbvios para um filme da Pixar se tornar franquia

Porque é que Carros tem três filmes e spin-offs… mas Ratatui ficou a olhar para o forno? A resposta é mais simples do que se pensa — e foi finalmente revelada por quem manda. Pete Docter, actual chefe criativo da Pixar, explicou o que é preciso para um filme do estúdio se tornar franquia. E spoiler: não basta ser bom. Tem de ser bom, adorado pelo público e… ainda ter sumo para espremer.

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Numa entrevista à Screen Rant, Docter — que realizou clássicos como Monstros e CompanhiaUpDivertida-Mente e Soul — explicou a dança delicada entre sucesso e criatividade:

“Se ninguém se importa com o filme, se não corre bem, não exploramos. Mas mesmo que seja um êxito, se não encontrarmos uma boa ideia, também não avançamos.”

Ou seja, não é só o público a mandar, nem só os criativos. Tem de haver um casamento feliz entre amor dos fãs e uma história digna de ser contada.

Mas então… porque é que Ratatui e WALL-E ficaram de fora?

Segundo Docter, há filmes que foram sucessos absolutos, mas cujas ideias para sequelas nunca passaram de brainstorm criativo. É o caso de Ratatui e WALL-E. Não é que a Pixar não queira voltar a esses mundos — simplesmente não encontraram ainda uma narrativa que valha a pena explorar. O mesmo acontece com A Vida de Insecto, uma raridade da casa que nunca chegou a ter continuação.

Já outros, como Up, não tiveram sequelas no cinema, mas ganharam curtas no Disney+, como a série Dug Days e o emocionante Carl’s Date — a despedida de Ed Asner, a voz de Carl Fredricksen.

Streaming, pandemia e flops: o que ficou pelo caminho?

Com a pandemia, a Pixar viu vários dos seus filmes originais serem lançados directamente no Disney+, como SoulLucaou Turning Red. E aí entra um novo desafio: como medir o sucesso de um filme sem bilheteiras? Os dados de streaming são opacos, o que dificulta perceber o impacto junto do público — e isso afecta, naturalmente, a hipótese de sequelas.

No caso de Elemental, que começou mal mas acabou por se revelar um pequeno sucesso de bilheteira, a dúvida persiste: será que vai ter continuação? A Pixar ainda não decidiu, mas a porta não está fechada.

Por outro lado, quando a fórmula falha, falha mesmo. Lightyear, tentativa de reinventar o universo Toy Story, foi um fracasso crítico e comercial — e dificilmente voltará a voar.

O que vem aí?

Depois do êxito monumental de Divertida-Mente 2, a Pixar entrou novamente no modo franquia: Toy Story 5Coco 2 e Os Incríveis 3 já estão em desenvolvimento. Mas calma: os originais não foram esquecidos. Elio chega em breve, seguido de Hoppers (2026) e Gatto (2027). A ideia é simples: os filmes originais são sementes que, se bem regadas, podem tornar-se as próximas grandes sagas.

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A Pixar parece ter encontrado o equilíbrio entre inovação e nostalgia. E nós, espectadores, só temos de esperar que a próxima ideia luminosa venha com personagens que queremos rever. Até lá, vamos torcer por mais receitas francesas animadas e menos aviões faladores.

Um Sorriso, Uma Piada e Um Murro em Zack Snyder: O Superman de Corenswet Chegou para Mudar Tudo

A nova era da DC tem menos trovões e mais coração — e não agrada a todos

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Bastou uma piada. Uma única frase dita com um sorrisinho no trailer para o novo Superman — e a internet entrou em combustão. David Corenswet, o novo Homem de Aço escolhido por James Gunn, parece estar a fazer mais barulho com meia dúzia de segundos em cena do que Zack Snyder fez com dois filmes inteiros e três horas de slow motion.

A estreia está marcada para 11 de Julho de 2025 nos EUA, mas o burburinho já tomou conta da comunidade DC. Para muitos, finalmente temos um Superman com humanidade. Para outros, isto é… sacrilégio.

Do estoicismo cinzento ao charme com laser nos olhos

Desde que Henry Cavill deixou a capa vermelha (de forma abrupta e, para muitos, injusta), a discussão tem sido intensa: seria possível encontrar um novo Superman à altura? A resposta chegou com o primeiro trailer, e com ela uma energia totalmente diferente daquela a que Snyder nos habituou.

Nada de cidades a desmoronar ao som de violinos trágicos. Nada de super-heróis a fazerem cara de quem está sempre preso no trânsito. O novo Superman sorri, brinca, e até se atreve a ter personalidade. No centro da polémica está uma cena onde Mister Terrific (Edi Gathegi) repreende o herói com um “Pára de brincar!” ao que ele responde, exausto:

“Não estou a brincar. Estou a fazer coisas importantes.”

Este momento de leveza durou apenas alguns segundos, mas foi o suficiente para dividir a internet entre dois campos: os que agradeceram finalmente ver um Clark Kent que não parece precisar de terapia… e os que sentiram que estavam a ver o primo afastado do Star-Lord.

O trauma Snyderiano e a esperança Gunniana

É inegável: o Man of Steel de Snyder tinha presença. Cavill era um Superman imponente, quase mitológico. Mas a crítica constante sempre foi a mesma — faltava-lhe humanidade. Um herói que nunca sorria, que tratava os civis como obstáculos colaterais, e que carregava o símbolo da esperança como quem transporta a cruz dos pecados da humanidade.

Gunn e Corenswet viraram a mesa. O novo filme respira cor, leveza e emoções reconhecíveis. E não, isso não significa que vai ser uma comédia desenfreada — apenas que o Superman pode ser um símbolo de esperança… sem parecer um mártir grego com lasers nos olhos.

Fãs divididos, legado em reconstrução

A reacção ao trailer foi explosiva — e reveladora. Alguns fãs aplaudiram de pé a mudança de tom. Outros clamaram por heresia. Há quem diga que este novo Superman é uma versão Marvelizada do herói da DC. Outros garantem que, finalmente, temos um Clark Kent fiel ao espírito dos comics.

Independentemente do lado da barricada onde se esteja, uma coisa é certa: esta versão de Superman está a fazer aquilo que o DCEU falhou vezes sem conta — gerar conversa, emoção, expectativa… e esperança.

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Se um sorriso e uma piada já abalaram as fundações do fandom, resta saber o que acontecerá quando o filme aterrar. Uma coisa é certa: o novo Superman não veio para salvar apenas o mundo. Veio para salvar a própria DC.

Spaceballs está de volta! Bill Pullman, Rick Moranis e… o filho do presidente? 🚀🍿

A sequela de culto da comédia espacial chega em 2027 — com Moranis de regresso e Keke Palmer no elenco

É oficial: o espaço volta a ser uma palhaçada. Trinta e nove anos depois da estreia de SpaceballsBill Pullman e Rick Moranis vão voltar aos seus icónicos papéis como Lone Starr e Dark Helmet numa nova sequela da comédia sci-fi realizada por Mel Brooks em 1987 — e a sátira intergaláctica prepara-se para mais um salto hiperespacial… com nova tripulação a bordo.

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O filme, produzido pela Amazon MGM Studios, tem estreia marcada para 2027 nos cinemas e já está a dar que falar antes mesmo de termos um título ou um enredo confirmado.

Moranis está de volta — e isso é notícia por si só

O regresso de Rick Moranis é talvez o maior choque de todos: o actor, conhecido por filmes como GhostbustersQuerida, Encolhi os Miúdos e Little Shop of Horrors, afastou-se do mundo da representação nos anos 90 para se dedicar à família, após a morte da mulher. Fora uma breve aparição ao lado de Ryan Reynolds numa campanha publicitária em 2020, tem estado praticamente ausente dos ecrãs.

Agora, aos 70 anos, regressa com o icónico capacete de vilão — e o universo agradece.

Família Pullman em dobro (literalmente)

Ao lado de Pullman (o Lone Starr original) estará agora o seu próprio filho, Lewis Pullman, estrela em ascensão e conhecido por Top Gun: Maverick e Thunderbolts. O papel de Lewis ainda está no segredo dos deuses, mas a ideia de um Spaceballs com legado familiar… já nos faz rir só de pensar.

Keke Palmer entra na jogada

A sempre energética Keke Palmer junta-se ao elenco, embora o seu papel ainda não tenha sido revelado. Depois de brilhar em Nope de Jordan Peele e estar a caminho da comédia The Pickup com Eddie Murphy, Palmer promete trazer nova vitalidade (e caos?) a este universo absurdo.

E Mel Brooks? Sim, está de volta também

Mel Brooks, agora com 98 anos, regressa como Yogurt, o mestre espiritual com merchandising para tudo. Não é claro se terá papel activo no argumento (o que seria glorioso), mas o seu nome como produtor e actor já garante que o ADN da obra original se mantém intacto.

A realização ficará a cargo de Josh Greenbaum (Barb and Star Go to Vista Del Mar) e o argumento é assinado por Benji Samit, Dan Hernandez e Josh Gad (que também entra no filme).

Uma sequela, um reboot, uma expansão? Sim, tudo isso

Oficialmente, o novo filme tem sido descrito como:

A Non-Prequel Non-Reboot Sequel Part Two but with Reboot Elements Franchise Expansion Film.

Ou seja… uma sequela que não é bem sequela, mas também não é reboot, e expande o universo. Confusos? É exactamente assim que Mel Brooks gostaria que estivéssemos.


Relembrar o clássico

Spaceballs (1987) foi uma paródia sem freios a Star Wars2001: Odisseia no Espaço e outros épicos sci-fi. Com Pullman como herói-relutante, Moranis como vilão ridículo, John Candy como o melhor amigo meio-cão, e Daphne Zuniga como a princesa Druish, o filme arrecadou pouco mais de 38 milhões de dólares — mas conquistou um estatuto de culto absoluto ao longo das décadas.

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Expectativas? Altíssimas. Gravidade? Zero

O que podemos esperar deste novo Spaceballs? Provavelmente tudo o que o cinema moderno leva demasiado a sério — ridicularizado com amor e génio. Se Rick Moranis volta para vestir novamente aquele capacete gigante, então o mundo pode aguentar mais um episódio da saga mais desmiolada da galáxia.

Almodóvar regressa ao castelhano com “Amarga Navidad”🎄

Cineasta espanhol troca o inglês por um Natal emocional em Lanzarote e Madrid

Depois da sua primeira longa-metragem inteiramente falada em inglês, O Quarto ao Lado, Pedro Almodóvar volta ao idioma que o consagrou. E fá-lo com estilo, emoção e um título que promete aquecer (e amargar) os corações: Amarga Navidad.

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A rodagem da 24.ª longa-metragem do realizador espanhol mais internacional arrancou oficialmente e está a decorrer entre Madrid e a paradisíaca Lanzarote, nas Ilhas Canárias. O filme deverá estrear-se em 2026 nas salas de cinema espanholas, antes de seguir diretamente para a plataforma Movistar Plus+ — tal como aconteceu com o anterior.

Um elenco almodovariano de luxo

No centro do novo filme está um elenco que já é, em muitos casos, da casa:

🔹 Leonardo Sbaraglia, que já tinha brilhado em Dor e Glória

🔹 Aitana Sánchez-Gijón e Milena Smit, ambas de Mães Paralelas

🔹 Victoria Luengo, que participou no mais recente O Quarto ao Lado

🔹 Bárbara LenniePatrick Criado e Quim Gutiérrez, que completam o elenco

A escolha de actores volta a reflectir o estilo inconfundível de Almodóvar: talento, intensidade dramática e uma paleta de emoções em constante ebulição.


O enredo: ficção, luto e realidade misturada

Amarga Navidad vai cruzar duas histórias paralelas:

🎁 Elsa, uma publicitária em luto, que viaja até Lanzarote com uma amiga após a morte da mãe;

🎥 Raúl Durán, um cineasta que vive numa corda bamba entre a ficção e a realidade, numa espécie de autorreflexão que cheira a metacinema.

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O comunicado da produtora El Deseo, dos irmãos Agustín e Pedro Almodóvar, promete uma narrativa com o ADN do realizador: intimista, emocional, provocadora e com espaço para a surpresa. Como sempre.

Entre Hollywood e a sua casa

O regresso ao castelhano marca também um retorno simbólico às raízes. Depois de aventuras internacionais (e de ter dirigido nomes como Tilda Swinton e Ethan Hawke em inglês), Almodóvar parece querer recentrar-se. O calor humano, os dramas familiares e as paisagens da Península Ibérica (e arredores) continuam a ser o seu palco preferido — e, sejamos honestos, o mais eficaz.

Ainda não são conhecidos os planos para distribuição internacional, mas é de esperar que Amarga Navidad chegue a festivais de peso — e que as plataformas em Portugal e Brasil fiquem atentas.

The Batman II está a caminho! James Gunn promete novo guião “em breve” 🦇

Robert Pattinson continua em Gotham, e o universo de Matt Reeves mantém-se firme (e sombrio)

Os fãs do Batman de Robert Pattinson podem respirar de alívio: apesar da reconstrução total do universo DC pelos olhos de James Gunn, a saga iniciada por Matt Reeves em 2022 está bem viva. E segundo o próprio Gunn, um novo guião de The Batman Part II está prestes a chegar.

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“O que o Matt está a fazer continua a ser realmente importante, apesar de tudo o que se tem dito em contrário”, declarou Gunn à Entertainment Weekly.

“Devemos receber o novo guião em breve. Mal posso esperar.”


Um Batman à parte do novo DCU

Importa relembrar: o universo de Matt Reeves — que inclui The Batman (2022) e o spin-off televisivo The Penguin (Max, 2024) — existe fora do novo DCU que Gunn e Peter Safran estão a construir. É, por assim dizer, uma Gotham paralela. Enquanto o novo Superman de Gunn (a estrear a 11 de julho) inicia uma nova cronologia, o “Batman noir” de Pattinson continua o seu caminho — mais sombrio, mais contido e, para muitos fãs, mais autoral.

Filmagens este ano, estreia em 2027

Depois de vários rumores e adiamentos, The Batman Part II está agora previsto para 1 de outubro de 2027 — um ano após a data inicialmente apontada. Matt Reeves já confirmou que as filmagens arrancam ainda em 2025.

Robert Pattinson, com o humor característico, comentou:

“Comecei como Batman jovem, e vou acabar como Batman velho… Já tenho 38 anos, estou velho!”

O que esperar da sequela?

Ainda não há detalhes oficiais sobre a narrativa, mas Reeves já disse que a história continuará diretamente os acontecimentos do primeiro filme — embora com surpresas reservadas.

Entre os pontos expectáveis:

  • A evolução da personagem de Bruce Wayne, ainda num registo marcado pelo trauma e isolamento;
  • O regresso de Colin Farrell como Oswald Cobblepot (Penguin), já estabelecido como figura central do submundo;
  • A possibilidade de introdução de novos vilões — com rumores constantes sobre o Mr. Freeze e a Corte das Corujas.

O tom continuará provavelmente a seguir a linha mais noir e realista que Reeves já definiu, com influências assumidas de SevenZodiac e do cinema policial dos anos 70.

Entre Gotham e Metropolis: dois caminhos paralelos

Com Superman a iniciar um novo capítulo do DCU, e The Batman a seguir o seu próprio caminho, o que se adivinha é uma coexistência de universos — algo inédito mas promissor.

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James Gunn já esclareceu que há espaço para ambos. E se tudo correr bem, os fãs vão ter dois sabores de DC: um mais épico e colorido, e outro mais sombrio e psicológico. E sinceramente? Nós queremos os dois.

Robert Eggers vai reinventar A Christmas Carol — e Willem Dafoe pode ser o novo Scrooge 🎄👻

Depois de Nosferatu, Eggers troca vampiros por fantasmas natalícios e já escreve o papel de Ebenezer Scrooge para o seu ator fetiche

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Sim, leste bem: Robert Eggers vai adaptar A Christmas Carol, o clássico de Charles Dickens, para a Warner Bros — e o papel principal está a ser escrito com Willem Dafoe em mente. Se a ideia de um Natal vitoriano envolto em nevoeiro, espíritos inquietos e angústia existencial ao estilo Eggers te soa bem… junta-te ao clube.

Segundo o Deadline, Eggers vai escrever e realizar esta nova versão do conto imortal de Dickens, que tem sido adaptado inúmeras vezes, desde as versões da Disney até às variações mais sombrias (Scrooged, alguém se lembra?). Mas desta vez, a história do velho avarento Ebenezer Scrooge ganha contornos bem mais góticos — como só Eggers sabe fazer.

Willem Dafoe, o Scrooge que nunca pensámos… mas agora não queremos outro

Ainda não há negociações formais em curso, mas fontes próximas do projeto confirmam que Eggers está a escrever o papel de Scrooge com Dafoe em mente. E faz todo o sentido: os dois trabalharam juntos em The LighthouseThe Northman e mais recentemente em Nosferatu, onde Dafoe roubou todas as cenas em que apareceu.

Scrooge, com a sua amargura, isolamento e confronto com o passado e o além, parece feito à medida do tipo de personagem que Dafoe domina como ninguém. E nas mãos de Eggers, podemos esperar algo mais próximo de O Sétimo Selo do que de Um Conto de Natal com sinos e fitas.

Fantasmas, crítica social e atmosferas carregadas: sim, é mesmo um projeto de Eggers

A escolha de A Christmas Carol pode parecer insólita para quem associa Eggers ao terror histórico — mas se olharmos bem, a história encaixa perfeitamente no seu universo.

  • É uma narrativa assombrada, literalmente;
  • Está situada numa Londres vitoriana decadente;
  • Lida com culpa, redenção e o peso do tempo — temas que Eggers já explorou com mestria.

Depois de Nosferatu, Eggers em alta

Esta nova aposta surge no seguimento do enorme sucesso de Nosferatu, que arrecadou 181 milhões de dólares mundialmente e quatro nomeações aos Óscares (Fotografia, Direção de Arte, Guarda-Roupa e Maquilhagem). Foi o maior êxito comercial da carreira de Eggers até à data — e consolidou o seu estatuto como um dos realizadores mais visuais e autorais da atualidade.

Antes de avançar com A Christmas Carol, Eggers tem ainda na agenda a rodagem de Werwulf, um novo projeto com a Focus Features previsto para este ano.

Produção com selo familiar (e natalício)

A produção do filme será assinada por Chris Columbus e Elenor Columbus (via Maiden Voyage), com o próprio Eggers também creditado como produtor. Ou seja, um encontro curioso entre o realizador de Harry Potter e o cineasta de The Witch — talvez o espírito do Natal esteja mesmo a juntar mundos improváveis.

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Scrooge nunca foi tão promissor

Ainda sem data de estreia anunciada, esta versão de A Christmas Carol promete ser uma das mais faladas (e possivelmente mais assustadoras) adaptações do clássico. Com Eggers a afinar o guião e Dafoe na calha para vestir o sobretudo de Ebenezer Scrooge, o Natal nunca mais será o mesmo — e ainda bem.

“Os Incríveis 3” têm novo realizador — e não, não é o Brad Bird! Mas calma…

Peter Sohn, o homem por detrás de Elemental e O Bom Dinossauro, vai assumir o leme da nova aventura da super-família Pixar

Depois de dois filmes absolutamente incríveis (perdoem-nos o trocadilho fácil), parecia quase impensável imaginar um terceiro capítulo da saga da família Parr sem Brad Bird ao comando. Mas a Pixar está a preparar-se para mudar as regras do jogo — e o novo realizador escolhido para The Incredibles 3 é um velho conhecido da casa: Peter Sohn.

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Sim, o mesmo Peter Sohn que nos levou de volta à pré-história com O Bom Dinossauro e que recentemente nos fez mergulhar num mundo de elementos com Elemental, em 2023.

Mas atenção: Brad Bird não vai desaparecer por completo do projeto. Bird continua envolvido como argumentista e produtor, ao lado de Dana Murray (Soul), o que significa que a essência criativa original da franquia ainda estará bem presente — só que, desta vez, é Sohn quem vai sentar-se na cadeira de realizador.


Os Parr estão de volta… e nós mal podemos esperar!

A família mais super do cinema — Bob/Mr. Incrível (Craig T. Nelson), Helen/Elasticgirl (Holly Hunter), Violet (Sarah Vowell), Dash (Spencer Fox) e o adorável mas caótico Jack-Jack (Eli Fucile) — vai regressar para mais uma missão de alto risco. A ação voltará a desenrolar-se em Metroville, e os nossos heróis vão, como sempre, contar com a ajuda do inconfundível Frozone (Samuel L. Jackson) e da génia da moda com sotaque europeu indeterminado, Edna “E” Mode (sim, ainda com a voz de Brad Bird 😎).

Depois do sucesso colossal dos dois primeiros filmes — que arrecadaram, juntos, 1,8 mil milhões de dólares nas bilheteiras — a fasquia está altíssima. Mas Sohn parece ser uma aposta segura: além da experiência, tem um estilo visual muito próprio e uma sensibilidade narrativa que equilibra emoção, humor e criatividade — três ingredientes fundamentais para Os Incríveis.

Pixar em modo galáxia cheia 🚀

A Pixar continua imparável e já tem mais estreias na calha. A próxima grande aventura será Elio, com estreia marcada para 20 de Junho de 2025. Um jovem terrestre confundido com o líder da Terra por uma organização intergaláctica? Sim, lemos bem — e já estamos rendidos ao conceito.

Com vozes de Yonas Kibreab, Zoe Saldaña, Brad Garrett e Jameela Jamil, Elio promete continuar a tradição Pixar de contar histórias arrojadas com coração e gargalhadas. Mas enquanto não chega, é bom saber que The Incredibles 3 está oficialmente em marcha.

O veredicto final: confiança no plano!

Sim, pode soar estranho ter Os Incríveis sem Brad Bird como realizador, mas com Peter Sohn ao volante, o argumento ainda nas mãos do criador original, e um elenco de vozes que nunca desilude, há todas as razões para acreditar que The Incredibles 3 vai ser… bem, verdadeiramente incrível.

ver também : Chris Evans fora de Avengers: Doomsday: “É triste não estar de volta com a banda” 😢🛡️

Metroville, prepara-te. A família Parr está a caminho. E nós vamos estar na primeira fila. Com capa. (Mesmo que a Edna nos mande tirá-la.)

Titus Welliver troca a gabardina de Bosch pelo manto de Van Helsing num novo filme de terror… e promete arrepios! 🧛‍♂️🩸

Depois de uma década a caçar criminosos, o actor estreia-se agora a caçar vampiros num dos filmes mais curiosos e sombrios da temporada

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Titus Welliver é daquelas presenças que impõem respeito. Seja como detective Harry Bosch nas duas séries da Amazon ou como o “Homem de Preto” em Lost, o actor tem aquele olhar que diz: “não te metas comigo”. Pois bem, agora vai usar esse mesmo olhar — e uma boa dose de estaca e água benta — para enfrentar o maior dos pesadelos: o legado de Drácula. Bem-vindos a Abraham’s Boys: A Dracula Story, a sua primeira grande aposta cinematográfica depois do final de Bosch: Legacy.

Um novo Van Helsing… e não é o Wolverine

O filme, produzido pelo canal de terror Shudder, é realizado por Natasha Kermani e inspirado num conto de Joe Hill (sim, o filho de Stephen King e autor de Locke & Key e The Black Phone). Aqui, Welliver interpreta Abraham Van Helsing — mas este não é o caçador de vampiros heróico que conhecemos. Este Van Helsing vive nos EUA em 1915, consumido pela culpa, paranoico e, aparentemente, à beira de um colapso.

Pais e filhos… e monstros

Abraham’s Boys segue os filhos de Van Helsing, Max e Rudy, enquanto crescem sob a rígida disciplina de um pai que esconde um passado sombrio. Ao início, acham que as suas paranoias são apenas traumas mal resolvidos. Mas rapidamente percebem que o papá tem mesmo razões para manter crucifixos e estacas de madeira por todo o lado.

A história leva-nos por caminhos diferentes da habitual narrativa de Drácula — aqui não estamos em castelos góticos nem em Londres vitoriana, mas sim na América do início do século XX, com um subtexto de trauma familiar intergeracional que promete dar um novo fôlego à lenda vampírica.

O terror está de volta… com estilo

Com a recente onda de novas versões de Drácula (Nosferatu, de Robert Eggers, foi um sucesso de bilheteira), Abraham’s Boys pode muito bem surfar essa vaga e surpreender os fãs de terror mais exigentes. E se depender da performance de Welliver, estamos em boas mãos. A sua voz grave, a postura tensa e os olhos carregados de medo e determinação fazem dele um Van Helsing verdadeiramente assombrado.


Um novo capítulo para Titus Welliver

Depois do cancelamento de Bosch: Legacy (snif, snif) e da recusa da CBS em avançar com um spinoff de The Equalizer, Welliver podia ter optado por um papel mais seguro. Mas não: mergulhou de cabeça num thriller sobrenatural com a promessa de sangue, terror e emoção — e nós aplaudimos a ousadia.

Este papel permite-lhe mostrar uma nova faceta como actor, bem longe do detective racional e pragmático que o celebrizou. Aqui, é um homem dilacerado por segredos, à beira da loucura… ou da redenção?

Conclusão: uma aposta ousada que merece atenção

Se és fã de horror com substância e de interpretações intensas, Abraham’s Boys merece estar na tua lista. Titus Welliver mostra que há vida (e morte…) para além de Bosch, e Joe Hill continua a provar que o talento corre mesmo no sangue.

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Fica atento ao lançamento — Abraham’s Boys: A Dracula Story estreia em breve no Shudder. E sim, cá por casa já estamos preparados com alho e crucifixo.

Chris Evans fora de Avengers: Doomsday: “É triste não estar de volta com a banda” 😢🛡️

O eterno Capitão América está de fora do próximo capítulo dos Avengers… e sente-se (como todos nós) com FOMO de super-herói.

Chris Evans, o nosso querido Steve Rogers, partilhou aquilo que muitos fãs já estavam a suspeitar: vai mesmo ficar de fora do mega-reencontro em Avengers: Doomsday. E, verdade seja dita, está tão nostálgico quanto nós.

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Numa entrevista ao ScreenRant, o actor confessou:

“É triste estar afastado. É triste não estar de volta com a banda.”

E acrescentou com um sorriso agridoce:

“Tenho a certeza de que estão a fazer algo incrível, e vai ser ainda mais difícil quando o filme estrear e sentires que não foste convidado para a festa.”

Ui. Alguém que leve um escudo ao homem. 💔


O elenco dos sonhos… mas sem Steve

Avengers: Doomsday, que tem estreia marcada para 18 de Dezembro de 2026, promete ser uma autêntica bomba atómica de heróis e regressos épicos. Entre os nomes já confirmados temos Chris Hemsworth (Thor), Paul Rudd (Ant-Man), Florence Pugh (Yelena Belova) e Vanessa Kirby como a nova Susan Storm. Ah, e não esqueçamos Pedro Pascal, que se junta oficialmente ao MCU como Mister Fantastic — e que, por coincidência (ou não), contracena com Evans no seu novo filme Materialists.

Mas a maior novidade? A chegada oficial dos X-Men ao universo Avengers!

Preparem-se para rever Patrick Stewart como Professor X, Ian McKellen como Magneto, Alan Cumming como Nightcrawler, Rebecca Romijn como Mystique, James Marsden como Cyclops e Kelsey Grammer como Beast. Tudo indica que o multiverso vai mesmo rebentar pelas costuras.

Chris Evans e a era dourada da Marvel

Evans estreou-se como Capitão América em The First Avenger (2011) e continuou a liderar o universo cinematográfico da Marvel até ao final de Avengers: Endgame (2019). Foi nesse último capítulo que Steve Rogers passou o escudo ao Sam Wilson de Anthony Mackie, encerrando simbolicamente o seu arco… ou será?

Sabemos que, no mundo Marvel, “fim” é uma palavra muito relativa. E embora Chris Evans não esteja (ainda) confirmado para o regresso, com os Russo Brothers novamente na realização (os mesmos de Winter SoldierCivil WarInfinity War e Endgame), há sempre esperança de uma boa surpresa nos créditos finais. 👀

Fica a dúvida: há festa sem o Capitão?

Avengers: Doomsday tem tudo para ser o próximo grande fenómeno de bilheteira. Mas para muitos fãs, a ausência de Chris Evans será sentida — como uma festa de aniversário onde o aniversariante não aparece. Será que o “Cap” vai resistir ao apelo? Ou teremos um cameo épico à última da hora?

ver também : “Os Sobreviventes”: o mistério australiano que conquistou o top da Netflix 🌊🕵️‍♂️

Uma coisa é certa: Chris Evans continua a ser o coração do MCU para muitos de nós. E enquanto ele estiver por aí, a fazer omeletes e a treinar português para surpreender Alba Baptista, a esperança… é a última a morrer.

The Goonies 2 Está Mesmo a Caminho? Tudo o Que Sabemos Sobre a Sequela Mais Esperada dos Últimos 40 Anos

Spielberg, Columbus e o regresso dos velhos amigos: uma nova aventura pode estar prestes a começar

É verdade, Goonies de todas as idades: quatro décadas depois de termos seguido Mikey, Data, Mouth e Chunk numa das maiores aventuras da história do cinema, o regresso está mais perto do que nunca. The Goonies 2 já não é apenas um rumor repetido em fóruns nostálgicos — está mesmo em desenvolvimento. E sim, com a bênção de Spielberg e Chris Columbus.

A pergunta inevitável — “vai mesmo acontecer?” — tem agora uma resposta bem mais clara: sim, está mesmo a acontecer

ver também : Os Goonies Fizeram 40 Anos! E Eu Ainda Sei de Cor o Discurso do Mikey…

🎬 Confirmado: há uma sequela em andamento

Em fevereiro de 2025, a Warner Bros confirmou oficialmente que a sequela está em desenvolvimento. A produção estará a cargo de Steven SpielbergChris ColumbusLauren Shuler Donner (em homenagem ao falecido Richard Donner) e Kristie Macosko Krieger, entre outros nomes da Amblin.

O argumento está a ser escrito por Potsy Ponciroli, conhecido pelo western indie Old Henry, o que pode indicar que esta nova história terá um tom mais maduro — mas sem perder o espírito de aventura e camaradagem que tornou o original inesquecível.

📎 Fonte: Meristation – Goonies 2 confirmado

👥 E o elenco original? Vão regressar?

A grande incógnita permanece no ar: vamos ter o grupo original de volta?

  • Ke Huy Quan (Data) já confessou ao Collider que falou com Spielberg e que está “a bordo” caso o chamem.
  • Corey Feldman (Mouth)Sean Astin (Mikey)Josh Brolin (Brand)Kerri Green (Andy) e Martha Plimpton (Stef) também já manifestaram interesse, mas sem confirmações formais.
  • Já Joe Pantoliano (um dos vilões Fratelli) revelou que ainda não recebeu qualquer chamada.

Apesar das incertezas, o ambiente é de otimismo. Martha Plimpton afirmou numa convenção recente que, mesmo que o elenco original não regresse por completo, “os fãs vão ver The Goonies 2 de qualquer forma.”

📎 Fonte: People – Reações do elenco

📆 Quando é que estreia?

Ainda não há data de estreia confirmada. Mas, tendo em conta o estágio atual (desenvolvimento de argumento), os rumores mais optimistas apontam para 2026 ou 2027.

Ou seja, se tudo correr como previsto, dentro de dois anos podemos estar a rever a cave dos Fratelli… com cabelos grisalhos e óculos progressivos. E estamos 100% prontos para isso. 😄

🔍 O que esperar de The Goonies ?

Embora ainda não se conheça o enredo, há algumas pistas interessantes:

  • Poderá acompanhar os filhos (ou netos?) dos Goonies originais, com os veteranos a servirem de guias, mentores ou até vilões improváveis.
  • A nova história deverá manter o espírito de caça ao tesouro, mas adaptado à era moderna — com drones, smartphones e talvez… redes sociais a dar cabo de tudo?
  • O tom poderá ser mais adulto, mas sem esquecer a magia e inocência que marcaram o primeiro filme.

E claro: se Spielberg está envolvido, não vai ser uma sequela qualquer.

🎞️ 40 anos depois, o legado continua vivo

O original The Goonies foi recentemente homenageado com o regresso dos atores em vários eventos: na convenção Awesome Con, na cerimónia da estrela de Ke Huy Quan na Calçada da Fama, e até na estreia de Love Hurts, onde Quan voltou a partilhar o ecrã com Sean Astin. A amizade está viva, o espírito também — e os fãs nunca deixaram de pedir este regresso.

Seja com o elenco original, novos heróis ou um misto dos dois… a aventura está de volta. Porque se há coisa que aprendemos há 40 anos, é que Goonies never say die.

Festival de Documentário de Melgaço regressa com mais de 30 filmes a concurso e residência criativa para jovens realizadores

Entre 28 de Julho e 3 de Agosto, o MDOC 2025 volta a ser ponto de encontro entre cinema, identidade e território

MDOC – Festival Internacional de Documentário de Melgaço está de volta, e a 11.ª edição, marcada para 28 de Julho a 3 de Agosto de 2025, promete transformar a vila minhota num verdadeiro centro de criação, exibição e reflexão cinematográfica. Organizado pela associação AO NORTE e pela Câmara Municipal de Melgaço, o festival apresentará mais de 30 filmes em competição, e reforça este ano o seu compromisso com a formação de novos talentos através de residências, oficinas e masterclasses.

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Residência Plano Frontal: jovens realizadores em acção

Uma das pedras basilares do festival é a Residência Cinematográfica Plano Frontal, orientada por Pedro Sena Nunes, que reúne quatro equipas de jovens cineastas — finalistas ou recém-licenciados em Cinema, Audiovisual e Comunicação. Entre 25 de Julho e 3 de Agosto, os participantes vão criar documentários sobre temas locais, em estreita ligação com o território de Melgaço, contribuindo assim para o arquivo audiovisual da região e para a valorização do seu património imaterial.

Fotografia com bolsa: registar a alma do Minho

Em paralelo, decorre também a Residência Fotográfica, que desafia três jovens fotógrafos a mergulharem num contexto imersivo de dez dias em Melgaço. Cada selecionado receberá uma bolsa de dois mil euros e terá apoio técnico e artístico para desenvolver um projecto fotográfico com enfoque nas gentes, paisagens e histórias da região. As inscrições para esta residência decorrem até 30 de Junho.

Margarida Cardoso lidera Oficina de Cinema

Entre 28 e 31 de Julho, a realizadora Margarida Cardoso — nome maior do cinema português, com uma obra entre o documental e a ficção — orienta a Oficina de Cinema. Este espaço de experimentação convida os participantes a desenvolverem ideias de filmes a partir de exercícios criativosreferências visuais e leituras sugeridas, proporcionando uma verdadeira incubadora de narrativas.

As inscrições estão abertas até 15 de Julho.

Curso de Verão Fora de Campo: cinema e pensamento crítico

Este ano, o curso de Verão Fora de Campo volta a juntar realizadores, artistas, investigadores e agentes culturais, promovendo debates sobre o cinema e o seu papel no mundo contemporâneo. A edição de 2025 contará com a colaboração da DOCMA – Asociación Española de Cine Documental, e a participação de nomes como Sandra RuesgaRaúl Alaejos e Alfonso Palazón, que também assume a coordenação do curso ao lado de José da Silva Ribeiro. As inscrições estão abertas até 11 de Julho.

Masterclass e sessão X-Raydoc com clássicos do cinema documental

No dia 1 de Agosto, a cineasta Sandra Ruesga dará a masterclass “Explorar o Eu: Cinema Auto-referencial e Identidade”, onde abordará o cruzamento entre o íntimo e o político na criação documental. Já a sessão X-Raydoc, no dia 3 de Agosto, propõe uma viagem aos alicerces do documentário com a exibição e análise de dois clássicos: Lettre de Sibérie (1957), de Chris Marker, e À Valparaíso (1963), de Joris Ivens.

MDOC promove encontro internacional de festivais

Pela primeira vez, o MDOC acolhe um encontro de representantes de festivais de documentário de toda a Europa, com o objectivo de discutir “caminhos futuros” para o género. Estão confirmados representantes de festivais como o Majordocs (Espanha), Escales Documentaires (França), Frontdoc (Itália) e One World Romania (Roménia), entre outros.

Projecto “Quem somos os que aqui estamos?” dá voz à freguesia de Alvaredo

Como parte da programação expandida, a AO NORTE apresenta o projecto “Quem somos os que aqui estamos?”, focado na freguesia de Alvaredo. O objectivo é escutar e registar as memórias e identidades locais, através de entrevistas audiovisuaisdigitalização de álbuns de família, uma exposição fotográfica e até a edição de uma publicação com o resultado final.

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Documentar o presente, preservar a memória

O MDOC 2025 reafirma-se como um festival que ultrapassa a mera exibição de filmes: é um lugar de encontro entre autor e território, entre documentário e identidade, entre reflexão e criação. Um festival com raízes no Minho e ramos a crescer por toda a Europa.

Robert De Niro e Whoopi Goldberg rendem-se a Portugal no Festival Tribeca: “Segurança, diversidade e talento”

Lisboa volta a brilhar no mapa do cinema internacional com a segunda edição do Tribeca Lisboa

O Festival Tribeca Lisboa regressa em força de 30 de Outubro a 1 de Novembro, e a apresentação da segunda edição, feita esta quinta-feira em Nova Iorque, não deixou dúvidas: Portugal conquistou corações — e grandes nomes — no panorama do cinema internacional. Entre elogios à segurança, diversidade e hospitalidade portuguesa, Robert De NiroWhoopi Goldberg e Jane Rosenthal partilharam publicamente o seu entusiasmo com a experiência lisboeta.

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O evento, realizado no âmbito do Festival Tribeca em Nova Iorque, revelou novidades para a edição lisboeta e confirmou a presença de Kim CattrallMeg Ryan e Giancarlo Esposito no evento português, que promete tornar-se um marco do calendário cultural da cidade.

Whoopi Goldberg: “Lisboa é maravilhosa, segura e diversa”

A atriz e comediante Whoopi Goldberg, numa declaração à Lusa, sublinhou a multiculturalidade de Lisboa e a sensação de segurança que encontrou nas ruas da capital portuguesa:

“Gostei de ver todas as pessoas, porque não eram só brancos. (…) Havia todos os tipos de pessoas. Adorei isso e recomendo que as pessoas vão, porque é maravilhoso.”

Apesar de não confirmar se marcará presença na edição de Lisboa deste ano, Goldberg mostrou-se genuinamente entusiasmada com o país e deixou no ar a vontade de voltar.

Robert De Niro encantado com o Beato

Também Robert De Niro não poupou elogios à sua visita a Lisboa, especialmente ao Hub Criativo do Beato, onde decorreu a primeira edição do Tribeca Lisboa em 2024:

“Aquela zona industrial (…), o Beato, foi fantástica. Diverti-me muito. Estou ansioso por voltar e falar sobre a nossa relação com todos em Lisboa, em Portugal.”

De Niro, que cofundou o festival em 2001 como resposta ao 11 de Setembro, vê em Lisboa uma extensão natural do espírito do Tribeca — um lugar para contar histórias, cruzar culturas e apostar no talento emergente.

Jane Rosenthal destaca “intercâmbio cultural” e necessidade de proteger artistas

Jane Rosenthal, a outra fundadora do festival, frisou o ambiente positivo e receptivo que encontrou em Lisboa, assim como o interesse genuíno do público português na programação apresentada:

“Tudo isso trouxe-nos de volta às origens do festival de cinema, mas de uma forma alegre, uma forma de intercâmbio cultural, diplomacia cultural.”

Rosenthal aproveitou ainda para sublinhar a importância de proteger a liberdade de expressão, referindo que cabe aos artistas e educadores manter acesa a chama da criatividade:

“Só seremos mais fortes se formos mais educados. E os artistas, as histórias de artistas podem, por vezes, ir além do que os políticos dizem.”

Novidades da segunda edição: mais dias, mais locais e uma estreia açoriana

A edição de 2025 do Tribeca Lisboa terá três dias de duração (de 30 de Outubro a 1 de Novembro) e expandir-se-á para novos espaços além do Hub Criativo do Beato: o Teatro Ibérico e a Igreja do Convento do Beato também vão acolher sessões, reforçando o ambiente cinematográfico da cidade.

Entre os filmes já confirmados está “Honeyjoon”, primeira longa-metragem da realizadora norte-americana Lilian T. Mehrel, produzida em parceria com a portuguesa Wonder Maria Filmes. O filme, rodado integralmente em São Miguel, nos Açores, conta com Ayden Mayeri, Amira Casar e José Condessa no elenco.

Lisboa no radar do cinema global

Para o CEO do Grupo Impresa, Francisco Pedro Balsemão, o sucesso da primeira edição provou que Lisboa pode (e deve) ter um papel de destaque no circuito internacional:

“Isto não é só um festival, é uma forma de nós conseguirmos criar mais conteúdos, de estarmos a abrir horizontes, estarmos mais próximos da visão internacional dos conteúdos audiovisuais.”

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Fundado em 2001, o Tribeca Festival começou como uma celebração do cinema independente, mas evoluiu para um espaço alargado de storytelling em múltiplos formatos. Com Lisboa como destino europeu, Portugal está agora no centro desta narrativa global — com estrelas, talentos e histórias que merecem ser contadas.

James Gunn confirma duração de Superman e desmente cortes impostos pela Warner Bros.

💥 O universo da DC prepara-se para um novo voo sobre Metrópolis — e James Gunn está determinado a manter as asas firmes. O realizador de Superman, que marca o início do novo DCU (DC Universe), veio esta semana esclarecer rumores sobre a duração do filme e alegadas pressões por parte da Warner Bros. para o encurtar. Spoiler: não há qualquer corte imposto.

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Duração confirmada: 2 horas e 9 minutos

Foi através da rede social Threads que um fã perguntou directamente a James Gunn se a duração de 2h09 incluía os créditos. A resposta foi clara:

Inclusive of credits/post credits the runtime is 2 hours 9 minutes”, escreveu o realizador.

Com isto, Superman fica ligeiramente abaixo da média dos filmes de super-heróis modernos — um detalhe que poderá jogar a favor do ritmo narrativo, sobretudo numa história de origem (ou quase) que pretende relançar o ícone máximo da DC no cinema.


Warner Bros. não cortou nada

Perante os rumores de que a Warner Bros. teria pressionado para encurtar o filme, Gunn também foi peremptório:

Zero truth to that.

“E mesmo que quisessem, não poderiam fazê-lo. É um filme dos estúdios DC.”

Isto significa que James Gunn, na qualidade de co-presidente da DC Studios, mantém total controlo criativo sobre este primeiro capítulo da nova era da editora no grande ecrã: Gods and Monsters.


O que esperar de Superman?

Com estreia marcada para 11 de JulhoSuperman será protagonizado por David Corenswet (como Clark Kent/Superman) e Rachel Brosnahan (como Lois Lane). A narrativa vai explorar o conflito interno de Clark entre as suas raízes kryptonianas e a sua educação terrena em Smallville.

Mas este não é um filme “a solo” como os anteriores. James Gunn abre logo as portas a um universo partilhado com várias personagens da DC a surgirem neste filme:

  • Nicholas Hoult como Lex Luthor
  • Edi Gathegi como Mister Terrific
  • Anthony Carrigan como Metamorpho
  • Nathan Fillion como Guy Gardner / Green Lantern
  • Isabela Merced como Hawkgirl

E ainda participações de Frank Grillo (Rick Flag Sr.), María Gabriela de Faría (Engineer) e Milly Alcock como Supergirl — figuras que já estão a ser posicionadas para futuros filmes do DCU.

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Um novo DCU a ganhar forma

Este será o primeiro capítulo da nova fase criativa da DC, intitulada Chapter One: Gods and Monsters. Gunn já demonstrou que quer afastar-se das abordagens anteriores da Warner/DC e criar um universo coeso, emocionalmente rico e com personagens profundamente humanas — mesmo quando são literalmente de outro planeta.

💬 O filme estreia a 11 de Julho de 2025, e promete ser um marco no cinema de super-heróis.

Kevin Smith quer voltar a Cannes com uma sequela de Dogma — e já tem história pronta

Mais de 25 anos depois da estreia de Dogma, Kevin Smith quer levar os anjos caídos de volta ao grande ecrã… e a Cannes. Após uma ovação de sete minutos durante a exibição especial do filme no Festival de Cannes, o realizador confessou que está inspirado para fazer uma sequela “à altura do festival”.

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“Uma doce volta à vitória

A exibição de Dogma na 78.ª edição do Festival de Cannes foi um momento especial para Smith. “Foi uma doce volta à vitória”, confessou o realizador, que já não pisava a Croisette desde Clerks II, em 2006. Mas o regresso reacendeu-lhe a vontade de voltar com algo novo e digno da ocasião.

“Porque é que presumi que a parte ‘Cannes’ da minha vida já tinha passado? Talvez, se me esforçar a sério, consiga voltar.”

A ideia? Estrear a sequela de Dogma em Cannes até 2028. Uma missão divina, portanto.


A história já está “cravada”

Smith revela que passou os últimos meses num processo que chama de “whimsying” — o seu método de escrita antes de pôr os dedos no teclado. E garante: já tem o enredo definido e está entusiasmado.

“Sinto que as pessoas vão perceber e dizer: ‘Ok, isto faz sentido’. Há lugar na história para todos os que participaram no original.”

Infelizmente, Dogma 2 não contará com os saudosos Alan Rickman e George Carlin, ambos falecidos, mas Smith quer manter viva a essência do elenco original, incluindo Ben Affleck, Matt Damon, Salma Hayek, Chris Rock e, claro, Jay e Silent Bob (Jason Mewes e o próprio Smith).

Mais do que uma sátira religiosa

Dogma, lançado em 1999, misturava fé e irreverência com uma dose generosa de crítica religiosa. A sequela, no entanto, deverá ter um tom mais contemplativo. Smith sofreu um ataque cardíaco grave em 2018 e diz que essa experiência mudou a forma como vê a mortalidade e a espiritualidade.

“O primeiro filme era a minha expressão de fé. Agora, não tenho essa estrutura de crença — mas tenho perguntas. E talvez seja esse o caminho.”

De volta à estrada… e aos cinemas

O entusiasmo de Smith tem crescido durante a sua Dogma: The Resurrection Tour, onde tem exibido o filme original seguido de sessões de perguntas e respostas. O feedback dos fãs, assim como a recepção em Cannes, deram-lhe o empurrão final.

Entretanto, Dogma será finalmente lançado em plataformas de streaming — um marco importante, já que os direitos do filme estiveram durante anos numa batalha legal entre Smith e a antiga Miramax, de Harvey Weinstein. Os direitos internacionais foram recentemente adquiridos pela Goodfellas.

E o que se segue no View Askewniverse?

Além de Dogma 2, Kevin Smith quer avançar finalmente com Moose Jaws — uma espécie de “Tubarão, mas com um alce”, segundo o próprio. Justin Long já está confirmado e o humorista Bert Kreischer poderá ser o protagonista.

“Ele seria o nosso Chief Brody, o grande conselheiro num campo de férias para miúdos… Vai arrasar com esse papel.”

Fé, sátira e um regresso em grande

Dogma 2 não será apenas uma sequela, mas um espelho do percurso de Kevin Smith — um realizador que cresceu, que já viu o outro lado da vida, e que ainda acredita no poder de contar histórias que fazem rir e pensar. E se depender dele, voltará a Cannes não como nostalgia, mas como renovação.

Margot Robbie e Colin Farrell vivem um amor fora do tempo em “Uma Grande, Corajosa e Bela Viagem”

Romance, fantasia e duas estrelas de luxo num filme que promete emocionar em setembro

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Preparem os lenços (e talvez uns óculos de realidade paralela), porque Margot Robbie e Colin Farrell vão protagonizar um dos romances mais aguardados do ano: “Uma Grande, Corajosa e Bela Viagem”, que chega aos cinemas a 18 de Setembro.

Com um trailer já disponível e uma aura misteriosa em torno da história, o filme promete ser muito mais do que um romance convencional. Apresentado como “um conto imaginativo de dois estranhos e a jornada inacreditável que os liga”, este novo projecto mistura fantasia, destino e emoções profundas, numa realização a cargo de um dos nomes mais sensíveis e visuais do cinema contemporâneo: Kogonada.

Margot Robbie pós-Barbie, Colin Farrell pós-Oscar

Este é o primeiro filme de Margot Robbie depois do fenómeno mundial “Barbie” (2023), que dominou o verão cinematográfico e a temporada de prémios. A actriz australiana volta agora com um registo bem diferente, mais introspectivo e mágico.

Já Colin Farrell, depois da nomeação ao Óscar por “Os Espíritos de Inisherin”, tem-se mantido bastante activo no pequeno ecrã com “Sugar” e “The Penguin”. Mas este é o seu regresso ao grande ecrã — e logo num reencontro com o realizador Kogonada, com quem já trabalhou em “A Vida Depois de Yang”, um dos filmes mais aclamados de 2021.

Um elenco de luxo e um mistério que promete

Apesar de ainda não haver uma sinopse oficial, a frase promocional “Revive o teu passado. Muda o teu futuro.” deixa no ar a possibilidade de viagens no tempo, realidades paralelas ou reencarnações cruzadas por amor. O trailer (bastante enigmático) confirma a estética delicada e poética habitual de Kogonada.

Ao lado de Robbie e Farrell, o elenco inclui ainda Jodie Turner-SmithLily RabePhoebe Waller-Bridge (de “Fleabag”) e Hamish Linklater, reforçando a promessa de que este será um filme não só bonito, mas cheio de talento.

Realizador com assinatura de autor

Kogonada tem vindo a conquistar o mundo do cinema com uma assinatura visual elegante e histórias existencialistas. Entre os seus trabalhos anteriores destacam-se “Columbus” (2017) e a série “Pachinko” (Apple TV+, 2022), ambas aclamadas pela crítica. A sua capacidade para transformar o mundano em poético parece encontrar aqui o ambiente perfeito para brilhar com duas estrelas maiores do cinema contemporâneo.

“Uma Grande, Corajosa e Bela Viagem” promete ser uma das mais singulares propostas românticas de 2025, juntando um elenco de primeira linha, uma história envolta em mistério e um realizador com visão autoral. Marquem já nos vossos calendários: 18 de Setembro, nos cinemas.

Porque às vezes, para mudar o futuro, é preciso começar por reviver o coração.

Vanessa Kirby junta-se aos Vingadores: “É como entrar numa companhia de teatro” 🦸‍♀️🎭

A actriz de The Fantastic Four: First Steps fala da experiência de se estrear no universo Marvel ao lado dos veteranos — e prepara já a entrada em 

Avengers: Doomsday

É oficial: Vanessa Kirby já veste o uniforme da Mulher Invisível, e a estreia de The Fantastic Four: First Stepsaproxima-se a passos largos (estreia marcada para Julho). Mas enquanto os fãs se preparam para conhecer a nova versão da Primeira Família da Marvel, os actores… já estão a gravar Avengers: Doomsday, onde terão um papel central.

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A família fantástica junta-se aos Vingadores

A actriz britânica, que interpreta Sue Storm, falou recentemente no evento CCXPMX 25 sobre o que significa entrar numa franquia que tem já duas décadas de peso e história:

“Estas pessoas conhecem-se há 20 anos, desenvolveram estas personagens juntas… e nós somos os novos. Este é o nosso filme de apresentação. Agora vamos juntar-nos a eles como família. É literalmente isso. Sente-se como uma grande família, como uma companhia de teatro.”

Ao lado de Kirby estava Pedro Pascal, o novo Reed Richards / Mister Fantastic, que não resistiu a brincar:

“Os 20 anos deles não são nada comparados com os nossos seis meses. Nada!”


Um filme retro-futurista… com Galactus à espreita

Ambientado num mundo inspirado nos anos 60 com toques retro-futuristasThe Fantastic Four: First Steps promete dar nova vida ao quarteto icónico — ReedSueJohnny Storm (Joseph Quinn) e Ben Grimm (Ebon Moss-Bachrach) — que terão de enfrentar Galactus, o devorador de planetas, interpretado por Ralph Ineson. Ao seu lado estará a enigmática Surfista Prateada, desta vez no corpo (e alma) de Julia Garner.

Mas a verdadeira força dos Quatro Fantásticos não estará apenas nos seus poderes, mas sim no laço familiar que os une, e que será testado ao limite.

E o Doutor Destino? Tudo aponta para que regresse…

Embora ainda sem confirmação oficial, todos os sinais apontam para o regresso de Robert Downey Jr., desta vez como… Doctor Doom. Com Avengers: Doomsday e Secret Wars no horizonte, a presença do arqui-inimigo dos Quatro Fantásticos parece não só provável, como inevitável.

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Uma estreia com ADN de blockbuster

The Fantastic Four: First Steps é realizado por Matt Shakman (WandaVision) e conta com um trio de argumentistas de peso: Josh Friedman (Avatar: The Way of Water), Cam Squires e Eric Pearson (Black Widow). No elenco, há ainda nomes como Paul Walter HauserJohn Malkovich e Natasha Lyonne em papéis por revelar.

A nova fase do MCU entra em alta rotação, com os Quatro Fantásticos a serem finalmente integrados no universo que há anos pede a sua presença. Vanessa Kirby, Pedro Pascal e companhia estão prontos para brilhar — primeiro num filme com sabor a clássico, depois numa batalha épica ao lado dos Vingadores. E os fãs? Estão só à espera da estreia para dizer: finalmente!

James Cameron troca Pandora por monstros e elfos canibais 🧝‍♂️🩸

Avatar: Fire and Ash, realizador vai adaptar The Devils, de Joe Abercrombie — e promete mergulhar num mundo de fantasia negra épica

James Cameron já escolheu o seu próximo grande desafio cinematográfico — e não envolve Na’vi nem exoplanetas azuis. O realizador de Titanic e da saga Avatar revelou que, após concluir Avatar: Fire and Ash, vai adaptar ao cinema o romance de Joe AbercrombieThe Devils.

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O anúncio foi feito esta segunda-feira através da página oficial de Cameron no Facebook, onde o cineasta confirmou que a sua produtora Lightstorm Entertainment adquiriu os direitos do livro — lançado apenas no mês passado — e que será ele próprio a escrever o argumento em parceria com Abercrombie.

Elfos canibais? Cameron diz sim

The Devils é uma história de fantasia negra, onde um grupo de monstros é recrutado para salvar a Europa de uma praga de elfos devoradores de carne humana. Uma mistura de épico sangrento com humor retorcido — marca registada de Abercrombie, autor da aclamada série The First Law.

“Adoro a escrita do Joe há anos”, confessou Cameron. “A série First Law, o Best Served Cold — que AMO! — e a trilogia Age of Madness. Mas The Devils tem um frescor, um elenco de personagens tão vivo, que me fez finalmente levantar-me da cadeira e comprar os direitos para fazer este filme com ele.”

E acrescentou:

“Mal posso esperar para me dedicar a isto, agora que estou a fechar Avatar: Fire and Ash. Vai ser uma nova e entusiasmante aventura dar vida a estas personagens inesquecíveis.”


Abercrombie entusiasmadíssimo: “um monstro maravilhoso”

Também Joe Abercrombie partilhou o entusiasmo pela parceria com Cameron, dizendo:

“Não consigo pensar em ninguém melhor para levar este monstro estranho e maravilhoso ao grande ecrã.”

Abercrombie não é estranho ao audiovisual — escreveu recentemente para a série antológica da Netflix Love, Death & Robots — mas esta será a sua primeira colaboração directa com uma lenda de Hollywood.


E Avatar? Ainda há muito para ver

Avatar: Fire and Ash, o terceiro capítulo da saga de Pandora, tem estreia marcada para 19 de Dezembro de 2025. Cameron encontra-se actualmente na Nova Zelândia a finalizar a produção, como explicou num vídeo exibido na CinemaCon da Disney. O quarto filme da saga está previsto para Dezembro de 2029.

Se havia dúvidas de que James Cameron estava pronto para sair da sua zona de conforto, elas dissiparam-se. Depois de submarinos, aliens, naves azuis e épicos ecológicos em 3D, o realizador prepara-se para entrar num mundo grotesco e maravilhoso de monstros, ironia e violência estilizada. Com The Devils, Cameron quer mostrar que ainda tem muito para reinventar — e que a fantasia negra também pode ter o selo de blockbuster.

☎️ O regresso do Grabber: mais do que um fantasma

No primeiro filme, Finney Blake (Mason Thames) escapou por pouco das garras do sádico raptor conhecido como Grabber (Ethan Hawke), com a ajuda de chamadas sobrenaturais de vítimas anteriores através de um misterioso telefone preto. Agora, em The Black Phone 2, o terror transcende a morte: o Grabber regressa como uma entidade capaz de assombrar sonhos e manipular a realidade, numa clara inspiração à la Freddy Krueger.  

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O trailer oficial, lançado recentemente, revela um tom ainda mais sombrio e psicológico, com o Grabber a declarar: “Pensaste que a nossa história tinha acabado? A morte é apenas uma palavra.”  

❄️ Um acampamento de inverno e segredos familiares

A narrativa centra-se em Gwen (Madeleine McGraw), agora com 15 anos, que começa a receber chamadas perturbadoras em sonhos e visões de três rapazes perseguidos num acampamento de inverno chamado Alpine Lake. Determinada a desvendar o mistério, Gwen convence Finney a acompanhá-la até ao local durante uma tempestade de neve. Lá, descobrem uma ligação chocante entre o Grabber e a história da sua própria família.  

🎬 Equipa criativa e elenco de peso

Scott Derrickson regressa à realização, co-escrevendo o argumento com C. Robert Cargill. A produção está a cargo de Jason Blum, garantindo a continuidade da parceria com a Blumhouse. O elenco original está de volta, incluindo Ethan Hawke, Mason Thames, Madeleine McGraw, Jeremy Davies e Miguel Mora. As novidades incluem Demián Bichir, Arianna Rivas e Anna Lore.  

🎞️ Um novo capítulo de terror

The Black Phone 2 promete expandir o universo do filme original, explorando temas de trauma, vingança e o sobrenatural. Com uma atmosfera mais intensa e um vilão que desafia as fronteiras entre a vida e a morte, esta sequela posiciona-se como um dos filmes de terror mais aguardados de 2025. 

Pedro Pascal revela os primeiros passos como Reed Richards — e promete um Mister Fantástico fora do comum 🧠✨

A nova encarnação do líder do Quarteto Fantástico estreia-se em Julho de 2025 e o actor já começou a desvendar o que aí vem

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Pedro Pascal está prestes a entrar oficialmente no Universo Cinematográfico da Marvel como Reed Richards, também conhecido como Mister Fantástico. A estreia acontece em The Fantastic Four: First Steps, marcado para 25 de Julho de 2025, e tudo indica que o actor chileno-americano vai dar uma nova camada de humanidade, inteligência e contradição à figura clássica do cientista mais elástico (literal e figurativamente) da banda desenhada.

Reed Richards como nunca o vimos: brilhante, mas profundamente humano

Em declarações recentes à CBR, Pedro Pascal explicou que vê Richards como “uma contradição fascinante” — um homem cuja maior arma é o cérebro, mas que está em constante conflito entre o dever, a curiosidade científica e a fragilidade emocional. Inspirou-se na ideia de uma “inteligência polivalente e tentacular”, quase como a de um polvo, para captar a essência de Reed: alguém que tenta agarrar todos os fios do universo… e ainda manter a família unida.

Matt Shakman, o realizador do filme, descreveu o personagem como uma fusão de Albert Einstein, Steve Jobs e Robert Moses. Um génio, sim, mas com falhas muito humanas que o tornam ainda mais interessante.

Um Quarteto Fantástico reinventado — e com estilo retrofuturista

The Fantastic Four: First Steps promete ser um novo ponto de partida para esta equipa icónica. O filme decorre numa realidade retrofuturista inspirada nos anos 60 e não será mais uma típica história de origem. Em vez disso, vamos encontrar o Quarteto já formado e pronto para enfrentar ameaças de escala cósmica — nomeadamente Galactus e o Surfista Prateado, dois dos maiores nomes do panteão Marvel.

O elenco principal junta Vanessa Kirby como Sue StormJoseph Quinn como Johnny Storm e Ebon Moss-Bachrachcomo Ben Grimm, numa combinação que promete trazer tanto humor como drama familiar ao centro da narrativa.

A Fase Seis do MCU começa aqui — e com ambição

The Fantastic Four: First Steps será o filme de arranque da Fase Seis do universo Marvel e, tudo indica, um dos mais aguardados do ano. Com Pedro Pascal a liderar, o tom promete ser mais maduro, mais introspectivo e — esperemos — mais coeso do que algumas das entradas recentes no MCU.

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Para os fãs de longa data da banda desenhada, há expectativa. Para quem segue o trabalho de Pascal (The MandalorianThe Last of Us), há curiosidade. E para a Marvel, há uma oportunidade de ouro para finalmente fazer justiça cinematográfica ao Quarteto Fantástico.Pedro Pascal não está aqui para fazer de Reed Richards um herói genérico. Está a preparar-se para encarnar um homem complexo, brilhante e dividido. E com um elenco talentoso, um realizador com visão, e uma nova abordagem estética e narrativa, The Fantastic Four: First Steps poderá ser o recomeço de que esta família disfuncional de super-heróis precisava.

Tudo aponta para um Mister Fantástico… verdadeiramente fantástico.