Elijah Wood Já Leu o Guião de The Hunt for Gollum — e Diz Que É “Mesmo Muito Bom” 🧙‍♂️💍

O eterno Frodo Baggins garante que o novo filme da Terra-média está em excelentes mãos — e confirma que Peter Jackson e a equipa original voltaram a reunir-se. Bons sinais para os fãs.

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A viagem de volta à Terra-média continua a ganhar forma — e com boas notícias para quem anda de pé atrás. Elijah Wood, o eterno Frodo Baggins de O Senhor dos Anéis, revelou que já leu o guião de The Hunt for Gollum e que o texto “é mesmo muito bom”.

Durante uma convenção de fãs no último fim-de-semana, o actor deixou claro que o projecto está em excelentes mãos e que há motivos para os fãs voltarem a acreditar na magia de Tolkien no grande ecrã.

“Sei muito sobre o assunto. Já o li. É mesmo muito bom”, garantiu Wood. “O que é tão entusiasmante é que estamos mesmo a juntar a banda criativa outra vez.”

🧝‍♂️ O regresso da velha guarda da Terra-média

Segundo Elijah Wood, o novo filme conta com o envolvimento directo de Peter JacksonFran Walsh e Philippa Boyens, o trio criativo responsável pela trilogia original de O Senhor dos Anéis, vencedora de 17 Óscares.

Mas as boas notícias não ficam por aqui: os mesmos designers de produção também estão de volta, e as filmagens decorrem, uma vez mais, na Nova Zelândia, o que reforça o sentimento de que “a velha máquina está novamente a funcionar com todas as pessoas certas”, como disse o actor.

“Parece que estamos a pôr a velha máquina a funcionar outra vez com todas as pessoas certas”, resumiu Wood, visivelmente entusiasmado.

🧙‍♀️ Gandalf e Frodo voltam a cruzar caminhos

Embora Elijah Wood ainda não tenha confirmado oficialmente o seu regresso como Frodo, as suas declarações aumentam a expectativa — especialmente depois de Sir Ian McKellen ter revelado que Gandalf e Frodo aparecem no filme.

Com ambos os actores mais de 20 anos mais velhos e a história de The Hunt for Gollum a decorrer antes dos eventos de O Senhor dos Anéis, permanece a dúvida sobre se será utilizado algum tipo de rejuvenescimento digital para manter a coerência visual.

🕳️ O que esperar de The Hunt for Gollum

Realizado e protagonizado por Andy Serkis, o homem por detrás da icónica criatura Gollum, o filme decorre entre os acontecimentos de O Hobbit e O Senhor dos Anéis. A trama acompanhará a busca de várias personagens — incluindo Gandalf e Aragorn — por Gollum, numa tentativa desesperada de descobrir o paradeiro do Anel, antes que Sauron o encontre.

Com estreia marcada para 17 de Dezembro de 2027The Hunt for Gollum promete ser um verdadeiro regresso às origens, com o mesmo espírito épico e emocional que fez da trilogia original um marco na história do cinema.

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E se o entusiasmo de Elijah Wood servir de barómetro, os fãs da Terra-média podem respirar de alívio: a magia está de volta.

Wonder Man: Marvel Apresenta o Herói Mais Inusitado do Seu Universo — e o Trailer é Uma Sátira Brilhante ao Próprio Mundo dos Super-Heróis 🎬🦸‍♂️

Título: Wonder Man: Marvel Apresenta o Herói Mais Inusitado do Seu Universo — e o Trailer é Uma Sátira Brilhante ao Próprio Mundo dos Super-Heróis 🎬🦸‍♂️

Subtítulo: Yahya Abdul-Mateen II dá vida a um ator com superpoderes numa série que promete rir-se da fama, do ego e dos bastidores de Hollywood — com Ben Kingsley de regresso ao caos.

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A Marvel voltou a surpreender — e desta vez com uma piscadela de olho ao próprio espelho. O primeiro trailer de Wonder Man acaba de ser revelado, apresentando uma série que mistura ação, humor e metalinguagem num dos projetos mais excêntricos do estúdio até à data.

Protagonizada por Yahya Abdul-Mateen II (AquamanWatchmen), a produção chega ao Disney+ em janeiro de 2026, depois de ter sido adiada para escapar à avalanche de estreias do final de 2025.

🎭 Um ator… e um super-herói

Em Wonder Man, Simon Williams é um ator de Hollywood a tentar construir uma carreira num mundo onde os super-heróis são as verdadeiras estrelas. O problema? Ele próprio tem superpoderes — e a fronteira entre o palco e a realidade começa a desvanecer-se.

O trailer revela um tom mais leve e satírico do que o habitual no universo Marvel, com piadas sobre a cultura da celebridade, o narcisismo e o excesso de dramatismo de quem vive entre luzes e capas. É quase como se a Marvel estivesse a rir de si mesma — e a fazê-lo com estilo.

🎬 O regresso de Ben Kingsley e um elenco de luxo

Um dos grandes destaques é o regresso de Ben Kingsley como Trevor Slattery, o ator excêntrico introduzido em Iron Man 3 e visto novamente em Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis. Desta vez, Slattery contracena diretamente com Simon Williams, prometendo momentos de puro humor entre os dois artistas egocêntricos — um verdadeiro duelo de egos com superpoderes.

No elenco figuram ainda Ed HarrisDemetrius Grosse e outras caras conhecidas, sob a realização de Destin Daniel Cretton (Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings) e argumento de Andrew Guest (Brooklyn Nine-Nine).

🦸‍♂️ Um novo tipo de herói Marvel

Mais do que uma simples história de origem, Wonder Man pretende explorar o lado humano — e por vezes ridículo — da fama num universo onde salvar o mundo pode ser apenas mais um espetáculo mediático.

A série contará com oito episódios, com durações variáveis, e tudo indica que será uma das apostas mais ousadas da Marvel para a nova fase do estúdio, apostando na ironia e no humor inteligente em vez da grandiosidade típica das sagas cósmicas.

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Se She-Hulk já tinha brincado com as convenções dos super-heróis, Wonder Man parece querer elevar essa irreverência ao próximo nível — provando que, mesmo com toda a pompa e poder, o maior desafio de um herói pode ser lidar com o próprio reflexo.

“Kiss of the Spider Woman”: Jennifer Lopez Encanta em Novo Musical Que Mistura Glamour, Paixão e Prisão 🎭🕷️

Bill Condon reinventa o clássico de Manuel Puig com um elenco irresistível e números musicais de cortar a respiração — um hino ao poder do escapismo em tempos sombrios.

Os tempos são duros, o mundo parece cinzento — e talvez por isso Kiss of the Spider Woman chegue no momento perfeito. A nova adaptação do romance de Manuel Puig, realizada por Bill Condon (DreamgirlsChicago), é uma homenagem vibrante à força da arte como refúgio, ao poder da imaginação e à necessidade de sonhar, mesmo quando a realidade é uma cela escura.

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Entre o real e o imaginário

A história passa-se em 1983, na Argentina, em plena Guerra Suja, quando cerca de 30 mil pessoas foram mortas ou presas. Entre elas estão Valentín (interpretado por Diego Luna), um prisioneiro político, e Luis Molina (Tonatiuh), encarcerado por causa da sua sexualidade.

Para escapar ao horror do quotidiano, Molina recorre à fantasia: descreve ao seu companheiro de cela o enredo de um dos seus filmes favoritos — Kiss of the Spider Woman, um musical protagonizado pela deslumbrante Ingrid Luna (Jennifer Lopez), onde há dança, intriga, romance e uma pitada de feitiço mortal.

Mas enquanto o diretor da prisão o pressiona para extrair informações de Valentín, Molina vê-se dividido entre a lealdade e o amor nascente que floresce dentro das paredes frias da prisão.

Glamour à moda antiga com alma latina

Baseado no livro e no musical da Broadway de Terrence McNally, este novo Kiss of the Spider Woman aposta em pleno na vertente musical — uma explosão de cores, ritmo e emoção.

Bill Condon recria a magia dos musicais clássicos, evocando o espírito de An American in Paris e Singin’ in the Rain, com um toque exuberante digno de Pedro Almodóvar. A fotografia de Tobias Schliessler alterna entre o tom sombrio da prisão e os mundos coloridos da fantasia cinematográfica que Molina inventa para sobreviver.

Para os fãs dos musicais clássicos, o filme é um banquete de referências: há ecos de Gentlemen Prefer BlondesTop HatThe Band WagonSummer Stock e até uma piscadela a Cat People de Paul Schrader.

Jennifer Lopez como nunca a vimos

Vestida com vestidos bordados à mão, ondas loiras ao estilo de Veronica Lake e batom vermelho que combina com o esmalte, Jennifer Lopez domina cada momento em que surge no ecrã. A sua Ingrid Luna é simultaneamente musa e espectro, mistura de glamour e melancolia.

Lopez ilumina o filme com energia, humor e um magnetismo irresistível. O seu papel é também simbólico: representa o escape de Molina — tanto para um mundo de fantasia como para a aceitação da sua identidade.

Diego Luna, mais contido, equilibra a narrativa com uma interpretação delicada e emocional, enquanto Tonatiuh é a revelação — um Molina encantador e vulnerável, capaz de alternar entre o riso e a dor num piscar de olhos.

Um musical de resistência

Diferente da versão de Héctor Babenco (1985), protagonizada por Raul Julia e William Hurt, esta nova leitura é mais ousada e mais política. Ao regressar a Buenos Aires e transformar o enredo num musical latino-americano, Condon devolve à história o seu contexto original e um sabor autenticamente emocional.

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É kitsch, sim — mas de um kitsch glorioso, cheio de alma e nostalgia. Kiss of the Spider Woman (2025) lembra-nos que o escapismo não é fraqueza, é sobrevivência.

E, como Molina e Valentín descobrem entre danças e silêncios, até na escuridão há espaço para o amor e para a arte.

O Novo Drácula de Radu Jude É “Completamente Louco”: Sexo, Violência, IA e o Que Ninguém Pediu Ver 🩸🤯

O realizador romeno lança uma versão absurda e caótica do mito vampírico — e o trailer é uma viagem que desafia a sanidade

Há filmes que reinventam os clássicos, e há outros que os explodem com dinamite criativa. O novo Drácula de Radu Jude — sim, o realizador romeno premiado em Berlim por Do Not Expect Too Much from the End of the World — pertence claramente à segunda categoria.

Descrito pela crítica como “f-cking nuts” (RogerEbert.com), o filme é um delírio de 170 minutos que mistura sátira, pornografia folclórica, humor negro e conteúdos gerados por inteligência artificial. O trailer, divulgado esta semana pelo distribuidor independente 1-2 Special, deixou o público dividido entre o riso nervoso e o espanto absoluto.

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🧛‍♂️ Um Drácula que parece saído do pesadelo de uma IA

O filme parte de uma premissa aparentemente simples: um jovem realizador decide testar os limites da sua criatividade usando uma IA “falsa”. O resultado é um colapso de narrativas que cruza vários géneros e épocas — desde uma caça a vampiros e um conto de zombies, até uma história de ficção científica sobre o regresso de Vlad, o Empalador, passando por um romance trágico, uma lenda obscena e até um segmento totalmente gerado por algoritmos.

O comunicado oficial promete “uma mistura surpreendente de histórias novas e antigas sobre o mito original de Drácula — e muito mais”.

Se parece uma loucura… é porque é mesmo.

💀 Sexo, sangue e absurdos medievais

O filme, com 170 minutos de caos estético e narrativo, inclui cenas de violência explícita, humor grotesco e erotismo descontrolado. Vampiros de dentes de borracha, diálogos surreais e uma enxurrada de imagens geradas por IA compõem o que alguns já descrevem como “uma experiência psicótica de arte digital”.

O crítico Robert Daniels resumiu assim a experiência:

“É como se alguém tivesse alimentado um poema medieval obsceno ao ChatGPT e deixado o resultado correr durante três horas.”

De acordo com quem já o viu em festivais europeus, o filme alterna entre momentos de puro nonsense e lampejos de genialidade — uma crítica feroz à banalização da arte e à dependência da tecnologia, disfarçada de pesadelo vampírico.

🩸 Radu Jude: o caos como forma de arte

Radu Jude, conhecido pelo seu cinema provocador e imprevisível, volta a desafiar convenções. Depois de ridicularizar o capitalismo, a moral e a cultura pop moderna, o cineasta parece agora disposto a sacrificar o próprio Drácula no altar da inteligência artificial.

O resultado é uma obra que muitos já classificam como “impossível de descrever, mas igualmente impossível de ignorar”.

“Não é apenas um filme sobre Drácula — é um espelho deformado da nossa era digital, onde o absurdo é rei e a arte é feita por máquinas”, escreveu um crítico italiano após o visionamento em Veneza.

🎬 Um filme que vai dividir — e talvez redefinir — o cinema experimental

Drácula de Radu Jude não é um filme para todos. Nem sequer é, segundo alguns, um filme no sentido convencional. Mas é uma experiência cinematográfica rara: uma provocação que usa o mito mais imortal do cinema para zombar da imortalidade artificial que hoje tanto se idolatra.

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Prepare-se para rir, encolher-se de desconforto e questionar o que acabou de ver. Porque uma coisa é certa: nunca viu um Drácula assim.

No Other Choice: Park Chan-wook Transforma a Procura de Emprego num Jogo de Sobrevivência 💼🔪

O realizador de Oldboy regressa com uma sátira negra onde perder a vaga… pode custar a vida

Esqueça o stress das entrevistas, os currículos rejeitados e as mensagens automáticas de “decidimos seguir com outro candidato”. Em No Other Choice, o novo filme do mestre sul-coreano Park Chan-wook, a procura de emprego torna-se literalmente uma questão de vida ou morte.

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O trailer divulgado esta semana mostra um Park em plena forma, a combinar humor negro, crítica social e violência estilizada — marcas registadas do autor de Oldboy e Decision to Leave.

💼 Um candidato desesperado, um mercado impiedoso

Inspirado no romance The Ax de Donald E. Westlake, No Other Choice acompanha Man-soo (interpretado por Lee Byung-hun, de Squid Game), um homem que perde o emprego após 25 anos de dedicação a uma empresa de papel. Sem perspetivas e sufocado pelo desespero, ele decide eliminar — literalmente — a concorrência para garantir o novo cargo.

O trailer mostra uma sucessão de momentos tão absurdos quanto inquietantes: vasos que caem sobre cabeças, armas escondidas em luvas de cozinha e entrevistas de emprego que terminam em sangue. E no meio de tudo isto, Park Chan-wook mantém o seu tom característico de ironia elegante — aquele riso desconfortável que precede o choque.

“Man-soo simplesmente não tem outra escolha”, ouve-se no trailer, enquanto o protagonista planeia o crime com a calma de quem prepara um PowerPoint.

🧠 Um “The Office” passado no inferno

Críticos que já viram o filme descrevem-no como uma mistura de sátira laboral, thriller psicológico e comédia grotesca.

Jason Gorber, do The A.V. Club, escreveu que a segunda metade é “como se um episódio de The Office terminasse com o Jim a tornar-se num serial killer”.

A comparação não é descabida: No Other Choice transforma a competição profissional num campo de batalha literal, onde a lógica neoliberal e a pressão por sucesso são levadas ao extremo.

Park, conhecido por desafiar géneros e convenções, parece agora apontar a mira à própria crueldade do mundo corporativo — um espelho distorcido, mas reconhecível, do capitalismo moderno.

🎄 Estreia natalícia com sabor a sangue

Distribuído pela Neon, o filme chega aos cinemas dos EUA no dia de Natal, um toque de humor irónico para um conto sobre ambição e violência. A estreia mundial ampla está marcada para janeiro de 2026, prometendo ser uma das entradas mais comentadas do próximo ano.

E para os fãs portugueses de Park Chan-wook, é apenas uma questão de tempo até No Other Choice chegar às salas nacionais — possivelmente através da Midas Filmes ou Cinemundo, distribuidoras habituais do realizador em Portugal.

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🩸 Park Chan-wook no auge da sátira moderna

Com No Other Choice, o cineasta sul-coreano volta a provar que o seu cinema é tanto uma experiência visual intensa quanto uma reflexão sobre o lado mais obscuro da condição humana.

E se a ideia de matar para conseguir emprego parece absurda… talvez o verdadeiro horror seja o quão familiar essa metáfora soa em 2025.

Tron: Ares — As Primeiras Reações ao Regresso da Saga São Electrificantes ⚡🎬

Jared Leto lidera o novo capítulo visualmente deslumbrante da Disney sobre inteligência artificial, com banda sonora dos Nine Inch Nails

Depois de mais de uma década de espera, o universo digital de Tron regressa aos cinemas com Jared Leto como protagonista e Joachim Rønning na realização. O filme, intitulado Tron: Ares, teve a sua estreia mundial em Los Angeles, e as primeiras reações já começaram a inundar as redes sociais.

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O consenso é quase unânime: um espetáculo visual arrebatador, especialmente em salas IMAX, e uma banda sonora explosiva assinada pelos vencedores dos Óscares Trent Reznor e Atticus Ross (Nine Inch Nails).

“O filme é uma experiência sensorial — como se Blade Runner e Daft Punk tivessem um filho cibernético”, escreveu um crítico norte-americano no X.

🤖 Um confronto entre humanidade e inteligência artificial

Tron: Ares traz uma narrativa mais atual do que nunca, centrada na relação entre humanos e IA. Leto interpreta Ares, um programa sofisticado que abandona o mundo digital para cumprir missões no mundo real.

O elenco inclui ainda Greta LeeEvan PetersJodie Turner-SmithHasan MinhajArturo Castro e Gillian Anderson, enquanto o veterano Jeff Bridges regressa ao papel icónico de Kevin Flynn, o criador do universo Tron.

🎥 Uma superprodução com assinatura nórdica

O realizador norueguês Joachim Rønning, conhecido por Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales e Maleficent: Mistress of Evil, conduz o projeto com um estilo visual que muitos descrevem como “hipnótico e imersivo”.

O argumento é de Jesse Wigutow, e a direção de fotografia ficou a cargo de Jeff Cronenweth, colaborador frequente de David Fincher (Fight ClubThe Social Network). A combinação de iluminação neondesign retro-futurista e movimento fluido de câmara tem sido amplamente elogiada.

🎧 Daft Punk abriu o caminho — Nine Inch Nails acendem o fogo

Enquanto Tron: Legacy (2010) ficou na história pelo seu mítico álbum dos Daft PunkAres promete elevar a fasquia sonora com o toque industrial e atmosférico de Reznor e Ross.

Segundo quem já assistiu, a trilha sonora é “uma personagem por si só” — um pulsar constante de sintetizadores que amplifica cada cena de ação.

🕹️ A saga digital que se tornou culto

O primeiro Tron estreou em 1982, tornando-se um marco da história dos efeitos visuais e um fenómeno de culto, apesar do sucesso modesto nas bilheteiras. Tron: Legacy revitalizou o conceito com tecnologia de ponta e estética futurista. Agora, Ares surge como a fusão perfeita entre nostalgia e inovação, pronta a redefinir o que significa “ficção científica de estúdio”.

📅 Data de estreia

Tron: Ares chega aos cinemas a 10 de outubro, com estreia mundial em IMAX.

E se as primeiras reações forem indicativas, o público está prestes a mergulhar num novo tipo de realidade — onde o som, a luz e a emoção se fundem num só circuito elétrico. ⚡

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Alejandro G. Iñárritu Celebra os 25 Anos de Amores Perros e Promete Que o Novo Filme com Tom Cruise Vai “Surpreender o Mundo” 🎬🔥

O realizador mexicano fala sobre a restauração do seu clássico e revela detalhes da sua próxima comédia protagonizada por Tom Cruise

Vinte e cinco anos depois de Amores Perros ter abalado o cinema latino-americano, Alejandro González Iñárritucontinua a ser um dos nomes mais ousados e imprevisíveis de Hollywood. O realizador mexicano conversou com o IndieWire sobre o regresso do seu primeiro grande filme — agora restaurado em 4K e pronto para regressar aos cinemas pela plataforma Mubi — e deixou escapar detalhes do seu novo e misterioso projeto com Tom Cruise.

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“As pessoas vão ver algo completamente novo. O Tom vai surpreender o mundo”, garantiu Iñárritu.

Um regresso à língua inglesa… e ao humor

O filme, ainda sem título oficial, marca o regresso de Iñárritu ao cinema em inglês desde The Revenant (2015), que lhe valeu dois Óscares, incluindo o de Melhor Realização. A produção, liderada pela Legendary e pela Warner Bros., foi filmada em 35mm VistaVision, com direção de fotografia de ninguém menos que Emmanuel “Chivo” Lubezki, seu colaborador habitual.

O elenco é de luxo: além de Cruise, participam Riz AhmedSandra HüllerJohn Goodman e Jesse Plemons. O realizador descreve a experiência como “inesperadamente doce e divertida”:

“Foi a relação mais gentil e colaborativa que já tive num set. Ele é incrivelmente dedicado, vive o cinema há 40 anos. Rimo-nos muito — foi uma comédia selvagem.”

O filme está atualmente em pós-produção e deve chegar aos cinemas no outono de 2026.

“Amores Perros”: a obra que mudou tudo

Mas o motivo principal da conversa foi a celebração de um marco: os 25 anos de Amores Perros. O filme, lançado em 2000 e protagonizado por Gael García Bernal, é hoje reconhecido como o ponto de viragem do cinema mexicano contemporâneo.

Iñárritu contou que só reviu a obra completa este ano, durante a projeção no Festival de Cannes, e ficou surpreendido com a força que ainda tem:

“Fiquei impressionado com o músculo do filme. Não se tornou flácido. É intenso, visceral, ainda pulsa.”

O realizador supervisionou uma restauração minuciosa, que recuperou o negativo original filmado com o exigente processo bleach-bypass — uma técnica que preserva a prata no filme, criando contrastes mais duros e uma textura quase táctil. O resultado é uma versão remasterizada em 4K com som 5.1, pronta para regressar aos cinemas de toda a América Latina este mês e ao streaming da Mubi a 24 de Outubro.

“O filme que o México precisava naquele momento” 🇲🇽

Iñárritu recordou ainda o contexto de produção do seu filme de estreia, rodado numa altura em que o cinema mexicano praticamente não existia fora do circuito governamental.

“Na altura faziam-se cinco, seis filmes por ano, sempre com o mesmo tom nacionalista. Nós queríamos sacudir tudo. Mostrar o México real — o som, o cheiro, o caos.”

Amores Perros acabou por ser selecionado para a Semana da Crítica em Cannes, onde venceu o Grande Prémio e mudou a trajetória de todos os envolvidos. “É uma obra que nos transformou a todos”, diria Gael García Bernal após a exibição do 25.º aniversário.

A nova vida de um clássico

A Mubi adquiriu os direitos globais do filme para os próximos dez anos e acompanha a reedição de um livro — Amores Perros, editado pela Mack Books — com textos inéditos, fotografias de bastidores e um ensaio do próprio Iñárritu. Paralelamente, o realizador apresenta uma instalação artística intitulada “Sueño Perro”, atualmente em exibição na Fondazione Prada, em Milão, que será exibida também no LACMA, em Los Angeles, em 2026.

“Não é uma homenagem, é uma ressurreição”, explica o cineasta. “É ver o filme com outros olhos — libertar as imagens da tirania da narrativa.”

Um realizador entre dois mundos

Dividido entre Los Angeles e a Cidade do México, Iñárritu admite viver “como um cigano”, mas mantém a mesma paixão pelo cinema de sempre. Entre um passado revolucionário e um futuro imprevisível, o seu nome continua sinónimo de risco, rigor e emoção.

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E se Amores Perros foi o filme que revelou o homem, o novo projeto com Tom Cruise promete revelar, finalmente, o seu lado mais leve — e, quem sabe, ainda mais surpreendente.

“Clayface” Vai Levar o Terror Corporal ao Limite — e um dos Protagonistas Garante: “Não Vamos Poupar Ninguém”

O novo filme da DC, escrito por Mike Flanagan, promete ser uma das experiências mais intensas do universo de James Gunn

O universo cinematográfico da DC prepara-se para entrar em território verdadeiramente grotesco com Clayface, o aguardado filme centrado numa das figuras mais trágicas e inquietantes dos quadrinhos da editora. Segundo o ator Max Minghella, o terror corporal — ou body horror — vai ser levado até às últimas consequências.

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Em entrevista exclusiva ao Collider, Minghella confirmou que as filmagens decorrem neste momento em Londres e que o projeto não vai “jogar pelo seguro”:

“Acho que posso dizer com segurança que o filme vai por aí. É mesmo um filme a sério, com um argumento fantástico.”

Um elenco de luxo e uma equipa de terror de primeira linha

Minghella, nomeado aos Emmy e conhecido por Babylon e A Rede Social, divide o protagonismo com Tom Rhys Harries e Naomi Ackie. O argumento ficou a cargo de Mike Flanagan (The Haunting of Hill HouseDoctor Sleep) e Hossein Amini (Drive), e a realização é de James Watkins, o cineasta britânico por trás do perturbante Eden Lake(2008).

Para Minghella, Watkins é simplesmente a escolha perfeita:

“Sou fã absoluto de Eden Lake. Vi o filme quando saiu e fiquei profundamente marcado. Ele tem um olhar incrível para o desconforto humano, e é isso que Clayface precisa. Não consigo imaginar mais ninguém a dirigir este projeto.”

A atenção ao detalhe e a lição de um mestre

O ator, que também é realizador (Teen Spirit, 2018), elogiou o método de Watkins, descrevendo-o como um diretor de atenção quase obsessiva ao pormenor:

“Ele fala connosco depois de cada take. Mesmo que eu esteja apenas a teclar num computador, ele vem conversar sobre isso. Vê tudo o que fazemos. É inspirador.”

Minghella confessou ainda que pretende levar essa mesma sensibilidade para o seu próximo projeto como realizador, o filme Shell, que estreia já esta semana.

O que esperar da história

Os detalhes do enredo de Clayface continuam a ser mantidos em segredo, mas sabe-se que o personagem — um ator que, após um acidente químico, se transforma num monstro de argila capaz de mudar de forma — terá aqui uma abordagem mais sombria e introspectiva.

A personagem já havia surgido brevemente em Creature Commandos, onde protagonizou uma cena memorável ao partir a coluna de Rick Flag Sr. (interpretado por Frank Grillo). Apesar de Clayface se desenrolar de forma relativamente independente, é esperado que existam ligações subtis ao novo DCU de James Gunn, e talvez até uma aparição especial de Rick Flag Sr.

Terror com alma (e muita plasticidade)

Com a estreia marcada para 11 de Setembro de 2026Clayface promete misturar horror corporal, tragédia psicológica e o tipo de tensão física que tornou o nome de Flanagan sinónimo de terror de autor.

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Se há algo que os fãs podem esperar, é que este não será mais um filme de super-heróis — mas sim uma descida às profundezas do corpo e da mente humana.

“Good Boy”: O filme de terror contado pelos olhos de um cão que já é estrela de cinema 🐕👀

O protagonista inesperado

O terror indie Good Boy, que estreia nos EUA a 3 de outubro e no Brasil a 30 de outubro, já está a dar que falar. A razão? O protagonista não é um humano, mas sim Indy, um cão da raça Nova Scotia Duck Tolling Retriever, cuja intensidade no olhar e expressividade valeram-lhe comparações com alguns dos melhores atores da atualidade.

Desde a sua estreia no festival South By Southwest, em março, a crítica não poupa elogios. O IndieWire descreveu Indy como “um dos atores mais emotivos da sua geração… independentemente da espécie”, enquanto o The Hollywood Reporter destacou o seu “poder emocional”.

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Terror visto do ponto de vista canino

Realizado por Ben Leonberg, que escreveu o argumento em parceria com Alex Cannon, Good Boy pega no clássico subgénero da casa assombrada e vira-o do avesso: a história é contada do ponto de vista de um cão.

Indy vive com o dono, Todd (Shane Jensen), que sofre de uma doença grave. Os dois mudam-se para a antiga casa do avô, isolada no campo, onde o cão começa a pressentir presenças sombrias. A narrativa acompanha os seus movimentos, receios e instintos, tornando o espectador cúmplice da frustração de um animal leal que tenta avisar o dono do perigo — e que ninguém ouve.

Como se treina um “ator canino”

Indy é, na verdade, o próprio cão do realizador, escolhido pelo seu “olhar intenso e inabalável”. Ao longo de três anos, Leonberg e a produtora Kari Fischer, sua mulher, filmaram Indy em diferentes situações, captando gestos, expressões e reações instintivas que, depois de editadas, criaram a ilusão de uma performance.

“Se se corta do olhar do cão para o que ele observa, o público completa o sentido. E Indy tinha esse instinto natural”, explica o realizador.

O regresso dos animais ao cinema

Good Boy insere-se numa tendência recente: a de cães que roubam os holofotes. Em 2023, o border collie Messi, de Anatomia de uma Queda, tornou-se sensação internacional e até houve quem pedisse que recebesse um Óscar. Outros exemplos incluem o gato Tonic, que brilhou em Caught Stealing, de Darren Aronofsky, e a cadela Pipa, estrela póstuma do filme espanhol Sirât, premiada em Cannes no Palm Dog, troféu que distingue as melhores atuações caninas.

Para especialistas como Wendy Mitchell, autora de Citizen Canine: Dogs in the Movies, esta “ressurgência” deve-se à forma como os cães conseguem representar emoções humanas de maneira crua e imediata, sem filtros.

Mais do que truques

O treinador Bill Berloni, referência em Hollywood e Broadway, lembra que não se trata de cães a “representar” mas sim de momentos captados e moldados por especialistas: “Os cães não atuam. Jogam. O segredo é respeitar a sua natureza e trabalhar com ela, não contra ela.”

Ainda assim, seja por treino ou instinto, o certo é que Indy já é visto como a nova estrela canina do cinema, a caminho de conquistar plateias em todo o mundo.

Por cá ainda não temos uma data para a estreia!

Demi Lovato regressa a “Camp Rock” – agora como produtora 🎬🎶

Um regresso inesperado

Os fãs de Camp Rock tiveram uma surpresa emocionante: Demi Lovato revelou nas redes sociais a sua primeira fotografia no set de “Camp Rock 3”, o novo filme musical que volta a juntar os Jonas Brothers. Só que, desta vez, o papel de Lovato vai muito além do microfone e da câmara – a artista assume agora funções de produtora executiva do projeto.

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A nova função de Demi Lovato

Na imagem partilhada no Instagram, Demi surge sentada numa cadeira de realizador personalizada com o seu nome e a função no filme. À frente, um monitor de filmagens, sinal de que está atenta a todos os detalhes da produção. Na legenda, a cantora e atriz escreveu:

“Esta sou eu (na minha era produtora)”

Uma referência divertida a “This Is Me”, canção emblemática da banda sonora do primeiro Camp Rock (2008), que marcou o início da sua carreira no Disney Channel.

“Camp Rock 3”: o que esperar

Ainda são escassos os detalhes sobre a história do novo filme, mas sabe-se que os Jonas Brothers regressam como protagonistas e que Lovato terá influência direta não só na narrativa, mas também na produção musical. A franquia, que se tornou um fenómeno global no final dos anos 2000, continua a ser recordada com nostalgia por toda uma geração que cresceu ao som das suas canções.

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Agora, com Demi Lovato a acumular o papel de atriz e produtora executiva, o terceiro capítulo promete ser não só uma viagem nostálgica, mas também uma evolução criativa do universo Camp Rock.

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O nascimento de Tilly Norwood

O nome Tilly Norwood tornou-se rapidamente num dos temas mais comentados em Hollywood. Mas não se trata de uma atriz de carne e osso. Criada por inteligência artificial, Tilly é um projeto da produtora e comediante holandesa Eline Van der Velden, que lançou a sua “carreira” no estúdio de IA Particle6. Apresentada no passado fim de semana no Zurich Summit, evento paralelo ao Festival de Cinema de Zurique, a personagem digital é apontada como “o primeiro talento artificial do mundo” e até já despertou o interesse de algumas agências.

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Mas a reação na indústria foi tudo menos entusiástica.

Rejeição imediata em Hollywood

O sindicato norte-americano SAG-AFTRA emitiu um comunicado duro contra a criação de Norwood:

“Para ser claro, ‘Tilly Norwood’ não é uma atriz. É uma personagem gerada por computador, criada a partir do trabalho de inúmeros artistas profissionais — sem permissão ou remuneração.”

O sindicato sublinha ainda que a criatividade deve permanecer centrada no ser humano e critica a falta de emoção ou de experiência de vida que uma criação artificial nunca poderá replicar.

Vozes contra: de Melissa Barrera a Natasha Lyonne

As críticas multiplicaram-se nas redes sociais. A atriz Melissa Barrera, conhecida por Em Um Bairro de Nova Iorque e Pânico, escreveu:

“Espero que todos os atores representados pelo agente que faz isto se deem mal. Que nojo. Leiam o ambiente.”

Também Natasha Lyonne, estrela de Boneca Russa, foi categórica:

“Qualquer agência de talentos envolvida nisto deveria ser boicotada por todas as corporações. É profundamente equivocado e perturbador.”

Curiosamente, Lyonne está a realizar o filme Uncanny Valley, onde pretende explorar o uso de inteligência artificial “ética”, mas sempre em conjugação com técnicas tradicionais de produção.

O debate sobre a IA no cinema

O tema da inteligência artificial tem estado no centro das tensões em Hollywood. Foi um dos pontos mais sensíveis nas greves prolongadas de 2023, que resultaram em cláusulas específicas para proteger a imagem e as atuações dos atores. Até na indústria dos videojogos houve paralisações, com contratos a exigir agora consentimento escrito para criar réplicas digitais.

Apesar disso, a IA continua a ser usada. O filme vencedor do Óscar de 2024, O Brutalista, recorreu a inteligência artificial para gerar diálogos em húngaro, uma decisão que também levantou debates acesos.

A defesa da criadora

Perante a onda de críticas, Van der Velden defendeu o projeto no Instagram:

“Tilly Norwood não é uma substituta de um ser humano, mas uma obra criativa. Como muitas formas de arte, desperta conversas — e isso demonstra o poder da criatividade.”

A criadora argumenta que personagens de IA deveriam ser vistos como um género próprio e comparou o processo de desenvolvimento à escrita de um papel ou à criação de uma personagem para cinema.

Uma atriz virtual em ascensão digital

Enquanto isso, Tilly Norwood vai conquistando seguidores. A sua conta oficial no Instagram já ultrapassou os 33 mil fãs, onde publica imagens “a tomar café, a comprar roupas ou a preparar-se para novos projetos”. Numa das legendas, pode ler-se:

“Diverti-me imenso a filmar alguns testes de câmara recentemente. Cada dia sinto que estou mais perto do grande ecrã.”

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Se Tilly Norwood alguma vez chegará de facto às salas de cinema é uma incógnita. Mas uma coisa é certa: a sua mera existência já está a abalar os alicerces de Hollywood.

The Social Reckoning: Sequela de A Rede Social Estreia em 2026 com Aaron Sorkin na Realização

O regresso de um clássico moderno

Quase duas décadas após A Rede Social (2010), a história do Facebook volta ao grande ecrã. A Sony Pictures anunciou que a sequela terá o título oficial de The Social Reckoning e estreia marcada para 9 de outubro de 2026.

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Desta vez, o projeto estará nas mãos de Aaron Sorkin — argumentista vencedor do Óscar pelo filme original — que, além de escrever, assumirá também a realização. O foco estará nos escândalos mais recentes envolvendo a gigante tecnológica, incluindo a denúncia de Frances Haugen, ex-funcionária que revelou documentos internos comprometendo a empresa.

Um novo elenco para uma nova era

No elenco já estão confirmados:

  • Jeremy Strong (Succession) como Mark Zuckerberg, substituindo Jesse Eisenberg no papel do fundador do Facebook;
  • Mikey Madison (Anora) como Frances Haugen;
  • Jeremy Allen White (The Bear) como Jeff Horwitz, o jornalista do Wall Street Journal que revelou os Facebook Files em 2021.

O peso do legado

O filme original de David Fincher foi um marco do cinema da década passada. Nomeado para oito Óscares, arrecadou três estatuetas: Melhor Roteiro Adaptado (Aaron Sorkin), Melhor Banda Sonora (Trent Reznor e Atticus Ross) e Melhor Montagem. Para muitos críticos, continua a ser um dos retratos mais contundentes da era digital e do nascimento das grandes redes sociais.

A questão que se coloca agora é se The Social Reckoning conseguirá repetir esse impacto cultural e crítico, explorando não o nascimento da plataforma, mas as suas consequências éticas, sociais e políticas.

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Expectativa em alta

Se o primeiro filme mostrou a ascensão meteórica de Zuckerberg e os conflitos que marcaram a fundação do Facebook, a sequela promete confrontar o público com o preço desse império — e com o papel das redes sociais na nossa vida contemporânea.

Demon Slayer: O Castelo Infinito Ultrapassa Missão Impossível nas Bilheteiras Mundiais

O anime que desafia Hollywood

O fenómeno do cinema japonês voltou a fazer história. Demon Slayer: O Castelo Infinito já arrecadou 605 milhões de dólares em bilheteira, superando o desempenho de Missão: Impossível – O Ajuste de Contas Final, um dos grandes blockbusters de verão de 2025.

O feito confirma a força do anime como fenómeno global e coloca a produção da Aniplex no restrito grupo dos filmes mais vistos do ano.

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Recordes atrás de recordes

Antes de deixar para trás a saga de Tom Cruise, o novo Demon Slayer já tinha ultrapassado os três filmes da Marvel lançados este ano, incluindo Quarteto Fantástico, que ficou pelos 521 milhões. Agora, o alvo está bem definido:

  • Superman (a apenas 21 milhões de distância)
  • F1: O Filme (também a 21 milhões)
  • O remake de Como Treinares o Teu Dragão (a 29 milhões)

Se conseguir superar estes títulos, O Castelo Infinito entrará diretamente no top 5 mundial de 2025.

Uma bilheteira cada vez mais diversa

Com este desempenho, Demon Slayer junta-se ao chinês Ne Zha 2 como os únicos filmes não produzidos por Hollywood entre os oito maiores sucessos de 2025. É um sinal claro de que o mercado global de cinema está mais aberto à diversidade de origens, estéticas e linguagens.

O futuro imediato

A questão já não é se O Castelo Infinito vai passar a barreira dos 610 milhões, mas sim até onde conseguirá chegar. Hollywood que se cuide: o anime japonês já provou que consegue enfrentar, e até derrotar, as maiores sagas do cinema americano.

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Tom Holland Atualiza Fãs Após Acidente em Set de Spider-Man: Brand New Day

Um susto para o aranhiço

Na semana passada, os fãs de Tom Holland foram apanhados de surpresa com a notícia de que o ator tinha sofrido uma lesão na cabeça durante as filmagens de Spider-Man: Brand New Day. O incidente ocorreu durante a execução de uma acrobacia, levando-o ao hospital por precaução e originando rumores preocupantes sobre o estado de saúde do intérprete do Homem-Aranha.

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O esclarecimento do ator

Agora, foi o próprio Holland a tranquilizar os fãs através do Instagram. Numa publicação dedicada à gala de beneficência da The Brothers Trust — fundação criada pela sua família —, o ator explicou que se está a recuperar bem:

“Lamento ter tido de sair mais cedo, mas estou a sentir-me melhor e a recuperar. Um enorme obrigado ao meu pai por ter assumido o controlo depois de eu sair. O espetáculo ficou consideravelmente mais engraçado?”

Com o humor que lhe é característico, Holland transformou a preocupação em sorriso, garantindo que a situação está controlada.

Produção suspensa, mas sem impacto na estreia

Sony Pictures confirmou que as filmagens foram suspensas por uma semana para permitir a recuperação total do ator. No entanto, o estúdio sublinhou que o atraso não afeta a data de estreia, que continua marcada para 31 de julho de 2026.

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O próximo capítulo do Homem-Aranha

Descrito por Holland como o “primeiro filme do próximo capítulo” da sua saga como Spider-Man, Brand New Daypromete inaugurar uma nova fase na história do super-herói. Com a recuperação encaminhada e o regresso às filmagens previsto para breve, os fãs podem respirar de alívio: o Aranha continua firme na sua teia.

Avatar: Fire and Ash — Novo Trailer Revela as Origens da Vilã Varang e Promete um Capítulo Explosivo da Saga de James Cameron

O calor volta a Pandora

A contagem decrescente para o regresso a Pandora já começou. A menos de três meses da estreia, a Disney divulgou o novo trailer de Avatar: Fire and Ash, o terceiro capítulo da saga épica de James Cameron. E a julgar pelas primeiras imagens, a palavra de ordem é intensidade: batalhas em terra, mar e céu, novos clãs em destaque e uma vilã que promete marcar a franquia.

Varang e os Mangkwan entram em cena

O grande destaque do trailer vai para Varang, interpretada por Oona Chaplin. A personagem lidera o clã Mangkwan, cuja fé em Eywa foi destruída após uma erupção vulcânica devastadora. As suas motivações ganham aqui mais profundidade, posicionando-a como uma antagonista complexa que ameaça não só os Sully, mas todo o equilíbrio de Pandora.

Vemos ainda a família de Jake Sully (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldaña) confrontada com este novo inimigo, bem como o regresso do clã aquático dos Metkayina, liderado por Ronal (Kate Winslet), agora aliados no conflito.

Fogo, guerra e dilemas familiares

O trailer mostra que Cameron não abdica de explorar os grandes temas que sempre acompanharam Avatar: colonialismo, trauma geracional e a destruição de ecossistemas pela ganância humana. Mas junta-lhes agora uma escala ainda mais grandiosa, com sequências de ação que desafiam a imaginação.

Entre os momentos mais marcantes, destacam-se:

  • O reencontro de Spider (Jack Champion) com o recombinante Quaritch (Stephen Lang), numa relação cada vez mais ambígua entre pai e filho.
  • Confrontos a bordo da nave mercante do capitão Peylak (David Thewlis).
  • O espectro de uma guerra total a incendiar Pandora em todas as frentes.

O desafio do “capítulo do meio”

Se havia receios de que Fire and Ash pudesse sofrer da típica “síndrome do capítulo intermédio”, o trailer trata de os dissipar. Cameron promete um espetáculo visual ao nível de TitanicAliens ou T2, com a mesma mestria em conjugar ação arrebatadora e emoção humana.

Com os dois primeiros filmes a ultrapassarem os 2 mil milhões de dólares cada um, as expectativas para este novo capítulo são altíssimas. Mas, ao que tudo indica, o realizador está pronto para as superar.

Estreia em dezembro

As respostas a muitas das questões — incluindo quem sobreviverá a esta nova guerra — só chegarão no final do ano.

Avatar: Fire and Ash estreia nos cinemas a 19 de dezembro de 2025. Até lá, a ordem é clara: Sivako!

Gerard Butler Enfrenta Novamente o Fim do Mundo em Greenland 2: Migration

O regresso de John Garrity

Preparem-se: Gerard Butler voltou a envergar a capa de herói do apocalipse. O ator regressa no papel de John Garrityem Greenland 2: Migration, a sequela do surpreendente thriller-catástrofe lançado em 2021. Realizado novamente por Ric Roman Waugh, o filme promete elevar ainda mais a fasquia do caos ambiental e da luta pela sobrevivência.

O primeiro trailer já foi divulgado e mostra que o desastre está longe de ter terminado. Cinco anos depois da queda do cometa Clarke, a família Garrity continua escondida em abrigos subterrâneos, tentando adaptar-se a uma vida sufocante debaixo da terra.

Uma nova esperança no meio da devastação

John tenta convencer a mulher Allison (Morena Baccarin) e o filho Nathan (agora interpretado por Roman Griffin Davis, de Jojo Rabbit) de que a vida confinada é o novo normal. Mas surge um fio de esperança: um gigantesco cratera no sul de França que, segundo rumores, terá sobrevivido à destruição.

Assim começa uma nova e perigosa jornada em busca de refúgio, com os Garrity a liderar um grupo de sobreviventes através de um mundo devastado, onde cada passo fora do bunker pode ser fatal.

Mais destruição, mais adrenalina

Tal como o original, Greenland 2 promete sequências de ação intensas e cenários de catástrofe ambiental que deixam o público colado ao ecrã. Além de Butler e Baccarin, o elenco conta ainda com Amber Rose Revah, Sophie Thompson, Trond Fausa Aurvåg e William Abadie.

Com argumento de Chris Sparling e Mitchell LaFortune, a sequela mantém a mesma equipa criativa que transformou Greenland num sucesso inesperado no streaming.

Estreia marcada

A pergunta que fica no ar é: será desta que Gerard Butler enfrenta diretamente a própria natureza — quem sabe até a “socando”? A resposta chega já no início de 2026.

Greenland 2: Migration tem estreia marcada para 9 de janeiro de 2026, prometendo mais uma viagem épica entre a destruição e a esperança.

“O Luke Não Teria Desaparecido”: John Boyega Reescreve Mentalmente a Trilogia Star Wars

Uma visão alternativa para a galáxia muito, muito distante

John Boyega, o ator que deu vida a Finn na trilogia de sequelas de Star Wars (2015–2019), voltou a falar sem rodeios sobre o rumo da saga. Durante o Florida Supercon 2025, o britânico partilhou como teria conduzido a narrativa se estivesse no lugar dos argumentistas e produtores.

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A sua visão? Uma trilogia “completamente diferente”, onde Luke Skywalker e Han Solo não morreriam e as novas personagens não receberiam tanto poder de bandeja. Uma posição que ecoa muitas das críticas que parte do fandom levantou contra os filmes realizados por J. J. Abrams e Rian Johnson.

O legado que ficou por cumprir

Boyega foi claro: “Não nos vamos livrar do Han Solo, do Luke Skywalker, de todas estas pessoas. A primeira coisa que vamos fazer é cumprir a sua história, cumprir o seu legado. Vamos criar um bom momento de passagem de testemunho.”

No entanto, a própria realidade já teria colocado obstáculos a este plano, uma vez que Harrison Ford só aceitou regressar a Han Solo com a condição de a personagem morrer em O Despertar da Força.

Menos superpoderes, mais luta

Outro ponto que incomoda Boyega é a forma como Rey (Daisy Ridley) e outros novos heróis dominaram rapidamente a Força e técnicas de combate. Para o ator, essa abordagem tornou a narrativa pouco credível:

“As nossas novas personagens não seriam tão poderosas nestes filmes. Elas não vão simplesmente pegar em coisas e saber o que fazer com elas. Não. Tens de lutar como todas as outras personagens nesta franquia.”

Uma crítica clara ao que muitos fãs consideraram uma ascensão demasiado acelerada de Rey.

A inspiração na Velha República e nos videojogos

Mostrando o lado de fã apaixonado, Boyega afirmou que teria ido beber inspiração às histórias da Velha República, uma das eras mais amadas do universo expandido, e até a The Force Unleashed, popular franquia de videojogos.

Tentaria expandir o universo Star Wars tanto quanto possível, respeitando a tradição. Se estamos a expandir a tradição, temos de o fazer dentro dos limites que a mantêm verdadeira”, reforçou.

A polémica maior: o destino de Luke

A crítica mais dura de Boyega foi direcionada a Os Últimos Jedi e à despedida de Luke Skywalker. Para ele, a icónica personagem nunca deveria ter acabado isolada numa ilha, projetando-se à distância:

O Luke Skywalker não desapareceria numa rocha. Nem pensar. Estar ali e ele é, tipo, um projetor? Eu quereria dar a essas personagens muito mais.”

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O futuro da saga

Enquanto os fãs debatem as palavras de Boyega, o universo Star Wars segue em frente. O próximo capítulo será “The Mandalorian and Grogu”, com estreia marcada para 22 de maio de 2026. O filme contará com a presença de Sigourney Weaver no papel de Zeb, prometendo mais uma peça no intrincado puzzle da galáxia.

O Novo James Bond Está a Chegar: Homem, Britânico e “Rosto Desconhecido”

O adeus à era Craig e um futuro em aberto

Depois de mais de 60 anos sob a tutela da família Broccoli, a saga James Bond entrou oficialmente numa nova fase: agora controlada pela Amazon MGM, a produção do 26.º filme já está em marcha, com estreia prevista para 2028. A despedida de Daniel Craig em 007 – Sem Tempo para Morrer deixou a fasquia alta, mas as informações que começam a circular apontam para um regresso às origens do personagem criado por Ian Fleming.

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Uma equipa de luxo por trás das câmaras

A 25 de junho, foi confirmada a escolha de Denis Villeneuve, realizador de Dune, para comandar o novo capítulo da saga. O argumento ficará nas mãos de Steven Knight, criador de Peaky Blinders, conhecido por personagens sombrias e violentas. Os produtores escolhidos pela Amazon foram Amy Pascal e David Heyman, nomes de peso que dão credibilidade ao projeto.

Enquanto Villeneuve termina Dune: Parte Três (estreia em 2026), Bond terá de esperar. Só depois disso começará a seleção do próximo ator que vai dar vida ao espião mais famoso do mundo.

O perfil do novo 007

Segundo fontes citadas pela Deadline, a decisão é clara: o novo Bond será homem, britânico e relativamente desconhecido. Esqueçam nomes como Timothée Chalamet, Jacob Elordi ou até Henry Cavill. A produção procura alguém nos seus 20 e poucos ou 30 anos, um “novo rosto” que se encaixe na descrição original de Fleming: um “instrumento contundente”, letal e aparentemente aborrecido, mas capaz de agir com frieza implacável.

Há abertura para que o ator escolhido não seja caucasiano, mas a prioridade é encontrar alguém que transmita, no imediato, a sensação de que “poderia matar com as próprias mãos num instante”.

O que esperar da nova história

Steven Knight está a regressar aos livros de Fleming para recuperar o espírito do Bond original. Fontes próximas sugerem que o filme poderá explorar a vida do protagonista como Comandante da Marinha Real, antes de ser recrutado pelo MI6. Contudo, nada está fechado: o argumento ainda está a ser escrito e a narrativa pode mudar de rumo.

O certo é que Bond 26 será um recomeço absoluto. Nada ficará ligado ao último filme, nem ao “antigo regime” da família Broccoli. É uma oportunidade para revitalizar a saga e conquistar uma nova geração de fãs.

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Estreia marcada para 2028

As filmagens deverão arrancar em 2027, com a estreia mundial prevista para novembro de 2028, mantendo a tradição de lançamentos nesta altura do ano. Até lá, a especulação continuará intensa: quem será o próximo James Bond?

O Telefone Preto 2: Ethan Hawke Regressa no Novo Capítulo de Terror da Universal ☎️🖤

O regresso do Sequestrador

Universal Pictures divulgou um novo teaser de O Telefone Preto 2, a aguardada continuação do sucesso de 2021. O vídeo mostra o aterrador Sequestrador, interpretado por Ethan Hawke, a voltar a assombrar Finney (Mason Thames), sugerindo que o pesadelo está longe de terminar.

O estúdio está a promover a sequela como “o começo de uma nova e sinistra franquia”, deixando claro que a história do telefone amaldiçoado ainda tem muito para contar. A estreia está marcada para 17 de outubro de 2025.

O primeiro filme: sucesso surpresa

Realizado por Scott Derrickson e coescrito com C. Robert CargillO Telefone Preto transformou-se numa das surpresas do cinema de terror recente. Adaptado de um conto de Joe Hill (filho de Stephen King), o filme apresentava Ethan Hawke num dos papéis mais perturbadores da sua carreira, dando vida a um serial killer mascarado que raptava crianças.

Preso num porão à prova de som, o jovem Finney descobre um telefone preto misteriosamente conectado às vítimas anteriores do assassino. Entre ecos do além e estratégias de sobrevivência, o filme conquistou o público e arrecadou mais de 161 milhões de dólares em bilheteira mundial.

O que esperar da sequela?

Os detalhes da trama de O Telefone Preto 2 ainda estão em segredo, mas o teaser sugere que a ligação sobrenatural através do telefone continua a ser o centro da narrativa — e que Finney não se livrou totalmente da sombra do Sequestrador.

Com Derrickson e Cargill novamente envolvidos no guião e na realização, a expectativa é que a sequela explore mais fundo o terror psicológico e o sobrenatural que marcaram o primeiro capítulo.

Um novo ícone do terror moderno

Se cumprir a promessa de expandir a mitologia em torno do temível telefone preto e da figura enigmática de Ethan Hawke, a franquia pode consolidar-se como um novo clássico do terror contemporâneo, ao lado de sagas como InsidiousThe Conjuring.

Resta agora esperar por outubro de 2025 para atender outra vez a chamada mais assustadora do cinema.

Teatro Tivoli BBVA Reconhecido como Tesouro da Cultura Cinematográfica Europeia 🎬✨

Lisboa entra para o mapa dos “tesouros” do cinema europeu

O Teatro Tivoli BBVA acaba de conquistar um lugar de honra na história do cinema europeu. Fundado em 1924 como Cine-Teatro Tivoli, o icónico espaço da Avenida da Liberdade foi distinguido pela European Film Academy com o título de “Tesouro da Cultura Cinematográfica Europeia”, tornando-se o único projeto português premiado nesta edição .

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Este galardão reconhece salas de cinema e espaços culturais que, pelo seu valor histórico, arquitetónico e simbólico, desempenham um papel fundamental na preservação da memória coletiva e na promoção da diversidade cultural do continente. Desde 2015, apenas 60 locais receberam esta distinção — entre eles a Fonte de Trevi, em Roma, e a Roda Gigante de Viena. Em Portugal, o Tivoli junta-se agora à Ribeira do Porto, reconhecida em 2022 .

Um século de história no coração de Lisboa

Projetado pelo arquiteto Raúl Lino e encomendado por Frederico Lima Mayer, o Tivoli foi inaugurado a 30 de novembro de 1924 com o filme mudo Violetas Imperiais, acompanhado ao vivo por um sexteto. Desde então, tornou-se um marco incontornável da vida cultural lisboeta, tendo recebido estreias memoráveis como Doutor Jivago e Música no Coração, além de teatro, concertos e dança.

Adquirido pela UAU Produtora em 2011, o espaço passou por uma profunda recuperação, preservando o seu legado arquitetónico e reforçando a programação cultural. Em 2015, foi classificado como Monumento de Interesse Público, reforçando o estatuto que agora é ampliado pela distinção europeia .

Cerimónia de celebração marcada para outubro

A distinção será oficialmente assinalada a 6 de outubro de 2025, às 15h, no próprio Teatro Tivoli BBVA, numa cerimónia organizada pela European Film Academy e pela Academia Portuguesa de Cinema. O evento reunirá personalidades da cultura e do cinema para celebrar a importância deste espaço centenário .

Guardião da memória e da paixão pelo cinema

Para Paulo Dias, administrador do Teatro Tivoli BBVA, esta distinção “dignifica ainda mais uma sala centenária que continua de portas abertas para a cultura”, destacando o esforço contínuo em manter viva a herança histórica do espaço.

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Com esta entrada no mapa europeu dos tesouros cinematográficos, o Teatro Tivoli BBVA reforça o seu papel como guardião da memória e identidade cultural portuguesa, continuando a ser um lugar de encontro e partilha para gerações de cinéfilos.