‘Fantastic Four: First Steps’ — A Primeira Reacção ao Filme Que Está a Fazer História no Universo Marvel

Pedro Pascal, Vanessa Kirby e um Galactus colossal conquistam os fãs nas primeiras críticas entusiásticas

As primeiras reacções ao muito aguardado Fantastic Four: First Steps chegaram… e o entusiasmo não podia ser maior. Depois de anos de expectativas e várias tentativas falhadas de adaptar a Primeira Família da Marvel ao grande ecrã, parece que a Marvel Studios acertou finalmente na fórmula. Segundo os primeiros críticos que viram o filme, estamos perante “uma das melhores coisas que a Marvel já fez”.

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Realizado por Matt Shakman (WandaVision) e com argumento de Josh Friedman (Avatar: The Way of Water), Eric Pearson (Black Widow) e Jeff Kaplan, o filme aposta num ambiente retro-futurista dos anos 60 — e segundo os primeiros testemunhos, a aposta compensa. A direcção artística é descrita como “deslumbrante”, os efeitos visuais comparados aos de Interstellar, e Galactus? “Imenso em IMAX” e “esmagador”.

Um Quarteto Fantástico verdadeiramente fantástico

Pedro Pascal assume o papel de Reed Richards, o icónico Mr. Fantastic, com uma interpretação que está a ser aclamada como a mais carismática e emocional até à data. Vanessa Kirby (Sue Storm) é descrita como “uma estrela cadente” — e não no mau sentido. Joseph Quinn (Johnny Storm) e Ebon Moss-Bachrach (Ben Grimm) completam o quarteto com interpretações igualmente elogiadas.

Segundo Andrew J. Salazar, o filme “é uma história sobre família acima de tudo, onde cada membro da equipa tem igual importância”. É uma afirmação que tem ecoado noutras reacções, com vários críticos a sublinharem que nenhum personagem foi “desaproveitado”.

Uma viagem cósmica com coração

Fantastic Four: First Steps não se limita ao espectáculo visual (que, segundo Brandon Davis, é “imaculado”), mas traz consigo uma narrativa com alma e emoção. Sharareh Drury elogia a combinação de “visuais estonteantes, história comovente, humor inteligente e acção épica”. Já o jornalista Chris Killian escreveu que o filme “parece finalmente trazer para o cinema a imaginação de Jack Kirby, como nunca antes”.

E, claro, não faltam promessas de surpresas para quem ficar até ao fim dos créditos.

Galactus, Surfista Prateado… e o que ficou de fora

Com Galactus como vilão principal e o Surfista Prateado a marcar presença com um visual “mesmo muito bom”, o filme entra de cabeça na mitologia cósmica da Marvel. No entanto, nem tudo o que foi filmado chegou à versão final. John Malkovich chegou a rodar cenas como o vilão Red Ghost, mas acabou por ser cortado. Uma decisão que, segundo o realizador, foi “dolorosa” mas necessária, devido à complexidade da narrativa e à construção do mundo retro-futurista.

Um novo marco para o cinema de super-heróis?

Com a estreia marcada para 24 de Julho, Fantastic Four: First Steps parece estar prestes a marcar um novo capítulo para a Marvel — e para o cinema de super-heróis em geral. A combinação de uma estética retro inspirada nos anos 60, personagens com profundidade emocional e vilões cósmicos de escala épica poderá finalmente dar aos Fantastic Four o lugar de destaque que sempre mereceram.

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Para já, as reacções não podiam ser mais positivas — e 2025 pode mesmo vir a ser recordado como o ano em que os filmes de super-heróis abraçaram de vez a sua estranheza maravilhosa. Como alguém escreveu: “É emocional e dá-te esperança. Dá-te um murro no estômago… e não para.”

Cancelamento de Colbert Abala o Mundo da Comédia: Jimmy Kimmel e Jimmy Fallon Defendem o Colega, Trump Celebra

🎭 O universo dos late-night shows norte-americanos sofreu um verdadeiro terramoto com o anúncio do fim do programa The Late Show with Stephen Colbert. A decisão da CBS apanhou de surpresa fãs, colegas e até o próprio apresentador, e o ambiente entre bastidores está longe de ser pacífico. O apoio entre humoristas não se fez esperar — com Jimmy Kimmel e Jimmy Fallon a saírem em defesa do colega — mas, claro, Donald Trump festejou o cancelamento com sarcasmo venenoso.

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Kimmel sem papas na língua: “Que se f**** vocês da CBS”

Foi nas stories do Instagram que Jimmy Kimmel, anfitrião do Jimmy Kimmel Live! da ABC, reagiu com uma mistura de emoção e fúria à notícia.

“Amo-te, Stephen. Que se f**** vocês da CBS”, escreveu, num apoio claro ao amigo e numa crítica directa à estação que, segundo se sabe agora, não avisou Colbert da decisão até à véspera do anúncio oficial.

Fallon também não ficou calado

Jimmy Fallon, do The Tonight Show, também recorreu às redes sociais para mostrar o seu espanto e tristeza:

“Stephen é um dos apresentadores mais espertos e engraçados que já fizeram isto. Pensei que continuaria por muitos anos. Estou triste porque a minha família e amigos vão precisar de um programa novo às 23h30. Mas tenho a certeza de que tudo o que fizer a seguir será brilhante.”

Uma decisão “financeira”… ou algo mais?

O cancelamento de The Late Show, com data marcada para maio de 2026, foi oficialmente justificado pela CBS com “motivos financeiros”. No entanto, a proximidade com uma polémica recente levanta suspeitas: dias antes, Stephen Colbert criticou em directo o pagamento de 16 milhões de dólares feito pela Paramount (dona da CBS) a Donald Trump, no âmbito de um processo judicial durante a campanha presidencial de 2024.

Coincidência ou retaliação encapotada? Muitos apontam o dedo à gestão da cadeia televisiva e questionam se esta decisão não será uma tentativa de evitar mais atritos com figuras políticas poderosas.

Trump rejubila com a saída de cena de Colbert

Na sua plataforma Truth Social, o ex-presidente norte-americano Donald Trump não perdeu tempo a celebrar a notícia com um dos seus habituais insultos personalizados:

“Adoro que o Colbert tenha sido despedido. O seu talento era ainda menor do que as suas audiências.”
E ainda deixou uma ameaça no ar:
“Ouvi dizer que o Jimmy Kimmel é o próximo. Tem ainda menos talento do que o Colbert!”

A animosidade entre Trump e os late-night hosts já vem de longe. Colbert, Kimmel e outros têm sido críticos frequentes do ex-presidente, com monólogos incisivos e sátiras constantes. Trump, por sua vez, não se cansa de os acusar de “falhar nas audiências” e de “não terem graça nenhuma”.

Humor em risco?

O cancelamento do programa de Colbert levanta questões sobre a liberdade criativa na televisão norte-americana. Poderá a pressão política ou económica estar a sufocar a sátira televisiva? E estará o modelo clássico dos late-night shows a viver os seus últimos dias perante as novas dinâmicas das redes sociais e plataformas de streaming?

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Uma coisa é certa: Stephen Colbert não ficará calado. E os seus colegas de palco também não. Kimmel, Fallon e outros humoristas estão agora mais unidos que nunca — até porque sabem que, num mundo cada vez mais sensível ao sarcasmo, o próximo alvo pode ser qualquer um deles.

Denise Richards Acusa Ex-Marido de Violência Doméstica — Mas Ele Diz Que Foi Uma Queda Com Álcool à Mistura

🥀 A polémica instalou-se em torno da actriz norte-americana Denise Richards, conhecida do grande público por filmes como Wild Things e 007 – O Mundo Não Chega, e pelas suas participações nos reality shows The Real Housewives of Beverly Hills e OnlyFans. A actriz, de 54 anos, acaba de obter uma ordem de restrição temporária contra o ex-marido, mas a história está longe de ser consensual — e há acusações de parte a parte.

Violência doméstica ou queda acidental?

A denúncia é grave: Denise Richards afirma que o ex-marido, Aaron Phypers, a agrediu fisicamente num episódio ocorrido no inverno de 2022. A actriz relata que ele “usou a palma da mão para a atingir no olho” enquanto a insultava violentamente. A fotografia do olho negro foi anexada como prova na queixa apresentada recentemente ao tribunal.

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Richards afirma ainda que este não foi um caso isolado. Segundo os documentos legais, Phypers terá, ao longo do relacionamento, a estrangulado, esbofeteado, empurrado contra toalheiros e ameaçado de morte — um padrão de alegado comportamento abusivo que teria durado anos. A actriz afirma que um familiar chegou mesmo a testemunhar o episódio de agressão e correu a buscar alimentos congelados para reduzir o inchaço do olho.

A resposta de Phypers: “Tudo mentira”

Contudo, uma fonte próxima de Phypers — pouco conhecido do público português mas que esteve casado com Richards durante quase sete anos — apresenta uma versão radicalmente diferente. Em declarações ao Daily Mail, a mesma fonte afirma que Denise Richards caiu sozinha, alcoolizada, ao subir os degraus de uma clínica onde o ex trabalhava.

“Ela caiu e bateu com o canto do olho nos degraus. Foi tudo tratado ali na hora com gelo. Havia várias pessoas no local que viram o que se passou”, assegura a fonte, acrescentando que Denise “tem um problema com o álcool” e que está a tentar encobri-lo com estas alegações.

O próprio Phypers já negou publicamente todas as acusações, num comunicado em que afirma categoricamente:

“Nunca abusei física ou emocionalmente da Denise — ou de qualquer outra pessoa. Estas acusações são completamente falsas e profundamente dolorosas.”

Phypers pediu aos media e ao público para não “espalharem rumores infundados e prejudiciais” e reiterou que, apesar de o casal ter tido os seus “desafios”, qualquer sugestão de violência é “categoricamente falsa”.

Divórcio, apoio financeiro… e polémicas antigas

Curiosamente (ou talvez não), esta batalha legal surge poucos dias depois de Phypers ter pedido o divórcio e solicitado pensão de alimentos à ex-mulher, alegando estar desempregado e que Richards ganha mais de 250 mil dólares por mês — boa parte desse valor proveniente de conteúdos para a plataforma OnlyFans.

E como se não bastasse, os fãs mais atentos já desenterraram uma cena de The Real Housewives of Beverly Hills, da 10.ª temporada, em que Phypers aparece a ameaçar esmagar a mão da actriz durante uma discussão — um momento que, revisto à luz das novas acusações, está a gerar ainda mais indignação nas redes sociais.

A verdade ainda está por apurar

Num país onde a cultura das celebridades se mistura com reality shows, redes sociais e escândalos mediáticos, este caso está a ganhar contornos de telenovela sombria. Por agora, Denise Richards tem a seu favor uma ordem judicial de protecção. Mas Phypers jura inocência. E o que era uma relação digna de capas de revista transformou-se num campo de batalha legal com feridas expostas — físicas e emocionais.

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Enquanto isso, o tribunal decidirá o que é verdade e o que é encenação. Até lá, o público assiste, dividido, a mais um episódio da vida real… em modo drama de Hollywood.

Barbie Vai Trocar Margot Robbie por Animação: Novo Filme em Parceria com Estúdio dos “Mínimos”

🎀 A boneca mais famosa do planeta está prestes a reinventar-se mais uma vez. Quase dois anos depois de conquistar o mundo com o fenómeno Barbie, de Greta Gerwig, a Mattel está a preparar um novo filme da Barbie — mas agora em animação e em parceria com os criadores dos Mínimos.

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Sim, leste bem. A próxima incursão cinematográfica da Barbie será um filme animado para o grande ecrã, e a produção está a cargo da Illumination, o estúdio responsável por sucessos como Gru – o Maldisposto, Mínimos e Super Mario Bros: O Filme. A distribuição ficará a cargo da Universal Pictures, com quem a Illumination tem um acordo exclusivo.

De Barbiecore a Desenho Animado

O filme de 2023, realizado por Greta Gerwig e protagonizado por Margot Robbie e Ryan Gosling, foi um sucesso global — e um fenómeno cultural. Desde o movimento Barbenheimer até à avalanche de cor-de-rosa nas lojas, Barbie arrecadou mais de 1,4 mil milhões de dólares e garantiu oito nomeações para os Óscares, levando para casa a estatueta de Melhor Canção Original com “What Was I Made For?” de Billie Eilish e Finneas.

Mas se esse capítulo foi escrito em imagem real e com muito existencialismo, o novo filme promete mudar o tom e o público-alvo, apostando numa abordagem animada e, possivelmente, mais próxima do estilo familiar típico da Illumination — com humor caótico, ritmo acelerado e personagens adoráveis em modo pastel.

Segredo bem guardado (por agora)

Ainda não se sabe quem está envolvido na realização, dobragens ou argumento, e não há qualquer data de estreia definida. No entanto, o simples facto de juntar duas gigantes do entretenimento como a Mattel e a Illumination já está a gerar enorme expectativa.

Barbie e os seus amigos… em expansão cinematográfica

A Mattel está claramente a acelerar o seu motor de adaptações. Após a fusão das suas divisões de cinema e televisão, a empresa tem uma lista ambiciosa de projectos para os próximos anos:

  • Masters of the Universe (imagem real, previsto para 2026)
  • Matchbox, Monster High, Polly Pocket, UNO, Rock ‘Em Sock ‘Em Robots
  • E até um filme sobre a Bola 8 Mágica, para os mais supersticiosos

E como se não bastasse, Jon M. Chu, o realizador de Wicked, foi recentemente confirmado para comandar a adaptação de Hot Wheels.

Barbie, sempre Barbie

Este novo filme animado marca a primeira aventura da Barbie em animação feita para o cinema — embora a personagem já tenha tido inúmeras longas-metragens animadas em formato doméstico ao longo dos anos.

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A Mattel aposta agora em conquistar as salas de cinema com a fórmula de sucesso da Illumination. E quem sabe, se a Barbie animada conseguir repetir o sucesso da versão de Margot Robbie, talvez estejamos perante um novo capítulo cor-de-rosa… agora com olhos esbugalhados à la Mínimos.

Karl Urban Entra em Cena Como Johnny Cage: “Mortal Kombat II” Traz de Volta a Violência e os Fatalities ao Cinema

🥋🎬 Preparem-se, porque os gritos de “Finish Him!” vão voltar a ecoar nas salas de cinema. O primeiro trailer de Mortal Kombat II foi finalmente revelado e promete tudo o que os fãs da saga adoram: lutas brutais, fatalities sangrentos, personagens lendárias… e agora com Karl Urban como Johnny Cage!

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A sequela do reboot lançado em 2021 tem estreia marcada para 23 de outubro e marca o verdadeiro regresso do universo Mortal Kombat ao grande ecrã — desta vez sem o contexto pandémico a atrapalhar as bilheteiras. Com Simon McQuoid de volta na realização, a promessa é simples: mais violência, mais sangue e mais fidelidade ao espírito do videojogo.

O que esperar? Socos, espadas, ganchos e… Johnny Cage!

O grande destaque do trailer é a estreia de Karl Urban no papel de Johnny Cage, o actor de ação vaidoso e irreverente que se tornou uma das figuras mais icónicas da série de videojogos. Conhecido pelo seu papel como Billy Butcher em The Boys, Urban parece encaixar na perfeição no estilo egocêntrico e sarcástico do personagem — e os fãs não tardaram a aplaudir a escolha.

Mas não se fica por aqui. O elenco está recheado de nomes conhecidos do primeiro filme e de novidades que farão qualquer fã gritar “Fatality!” de entusiasmo:

Regressos confirmados:

  • Lewis Tan como Cole Young
  • Jessica McNamee como Sonya Blade
  • Ludi Lin como Liu Kang
  • Mehcad Brooks como Jax
  • Josh Lawson como Kano
  • Chin Han como Shang Tsung
  • Tadanobu Asano como Raiden
  • Hiroyuki Sanada como Scorpion
  • Joe Taslim como Sub-Zero
  • Max Huang como Kung Lao

Novas personagens e atores:

  • Adeline Rudolph como Kitana
  • Tati Gabrielle como Jade
  • Damon Herriman como Quan Chi
  • Ana Thu Nguyen como Sindel
  • Desmond Chiam como Jerrod
  • CJ Bloomfield como Baraka
  • Martyn Ford como o temível Shao Kahn

Uma aposta de alto risco para a Warner Bros.

O primeiro filme, lançado em 2021, foi um sucesso relativo dadas as circunstâncias da pandemia e das restrições sanitárias ainda em vigor. Mas agora, em 2024, não há desculpas: o estúdio Warner Bros. precisa que Mortal Kombat II se destaque num mercado competitivo para garantir a continuidade da saga no cinema.

O orçamento do novo filme ainda não foi divulgado, mas tudo indica que a produção ganhou um impulso considerável — e a entrada de nomes como Karl Urban é um sinal claro dessa ambição.

Um legado sangrento que não morre

A saga Mortal Kombat não é propriamente novata em adaptações cinematográficas. Os filmes de 1995 e 1997 (sim, aquele com Christopher Lambert como um Raiden de cabelo branco) marcaram época, ainda que com resultados mistos. Seguiram-se séries de animação e imagem real, sempre com uma legião de fãs pronta a reencontrar os seus guerreiros favoritos.

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Com este novo capítulo, Mortal Kombat II parece finalmente ter encontrado o equilíbrio entre nostalgia e brutalidade moderna. E com Johnny Cage a distribuir pontapés e piadas más em igual medida, o ringue está pronto — que comece o combate.

“Eddington”: Ari Aster Transforma a Pandemia Num Western de Horror Satírico e Não Há Máscara Que Nos Proteja Disto

🎬 Enquanto muitos de nós passávamos o confinamento a fazer pão de massa mãe ou a ver Tiger King, Ari Aster estava a escrever um western. Mas não um western qualquer — Eddington, o seu novo filme, é um mergulho absurdo, violento e profundamente desconfortável no inferno social e político que foi (e ainda é) viver num mundo pós-2020.

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Um western na era dos vírus… e dos virais

A história passa-se em Nova Iorque? Não. Los Angeles? Nem por isso. Em Eddington, tudo acontece numa pequena cidade fictícia do Novo México, onde o xerife Joe Cross (Joaquin Phoenix) decide concorrer à câmara contra o popular presidente Ted Garcia (Pedro Pascal). O que começa como uma rixa política evolui para um confronto pessoal que explode nas redes sociais e se alastra às ruas.

O uso de máscaras, os conflitos raciais, o culto da desinformação e o espectro constante da violência são explorados de forma sarcástica, brutal e por vezes surreal — tudo em pleno confinamento, com personagens que parecem saídas de um feed de Twitter particularmente inflamado.

A verdadeira infecção? As redes sociais

Para construir este cenário apocalíptico mas reconhecível, Aster mergulhou no mundo digital: criou várias contas em redes sociais para compreender os diferentes “algoritmos ideológicos” e anotou obsessivamente comportamentos e frases durante o confinamento. O resultado é uma galeria de personagens tão caricatas quanto trágicas:

  • Louise (Emma Stone), mulher do xerife, dividida entre a mãe conspiracionista (Deirdre O’Connell) e o líder carismático de um culto à la QAnon (Austin Butler);
  • O vice-xerife negro (Micheal Ward), envolvido nas manifestações após o caso George Floyd;
  • Um adolescente activista de fachada (Cameron Mann), mais interessado em impressionar uma rapariga do que em mudar o mundo.

“A crítica não é às personagens, é à tecnologia que as distorce”, explica Aster. Eddington é, acima de tudo, um retrato do colapso comunicacional — um mundo onde ninguém consegue sequer concordar sobre o que está a acontecer.

Um vírus invisível, mas omnipresente

Curiosamente, muito poucos personagens estão doentes com COVID no filme. Como o próprio realizador resume: “Há muitos vírus em Eddington. Muitos virais.” A pandemia é mais pano de fundo do que tema central — mas a sua presença é esmagadora, não pelos sintomas físicos, mas pela fratura social irreversível que desencadeou.

Há ainda uma segunda ameaça a pairar sobre a cidade: um centro de dados alimentado por inteligência artificial a ser construído às portas de Eddington. O futuro parece tão distópico como o presente, com Aster a sugerir que estamos apenas a viver uma crise enquanto outra, ainda maior, fermenta nos bastidores.

Ari Aster, o profeta do apocalipse moderno?

Com Hereditário e Midsommar, Aster reinventou o horror com um toque de elegância e perturbação psicológica. Em Beau Is Afraid, levou-nos à beira do absurdo existencial. Agora, com Eddington, parece querer dizer: o verdadeiro terror já aconteceu — e ninguém sabe como lidar com isso.

Durante a pandemia, encontrou consolo nas caminhadas e nos livros. Mas admite que escreveu este guião “em estado de ansiedade e de pânico, que só tem aumentado”. E confessa estar desesperado por uma visão do futuro que não seja dominada pelo medo.

Por enquanto, oferece-nos Eddington — um espelho deformado da sociedade moderna, onde o western clássico se cruza com sátira política, comédia negra e a angústia de uma época que ainda não digerimos por completo.

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E quanto a uma sequela? “Está a borbulhar na minha cabeça… mas gostava apenas de viver numa altura menos estranha, por favor”, diz, entre risos nervosos. Se fosse outra pessoa, riríamos com ele. Mas vindo de Ari Aster, ficamos antes à espera do próximo pesadelo.

“Dead City” Vai Sobreviver Mais Um Inverno: Spin-off de The Walking Dead Renovado Para Terceira Temporada

🧟‍♂️ Não há apocalipse que os pare! A AMC Networks anunciou oficialmente que The Walking Dead: Dead City vai regressar para uma terceira temporada, consolidando-se como um dos spin-offs mais bem-sucedidos do universo de zombies mais popular da televisão.

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Uma Nova Era em Manhattan (com velhos fantasmas à espreita)

A série, disponível em Portugal através do serviço de streaming AMC Selekt, acompanha Maggie Rhee (Lauren Cohan) e Negan Smith (Jeffrey Dean Morgan), duas personagens que passaram de inimigos mortais a aliados relutantes, numa caminhada emocional por um mundo em ruínas. A primeira temporada mergulhou-nos numa Manhattan pós-apocalíptica, isolada do continente, onde o caos, a violência e um inesperado sentido de comunidade convivem num frágil equilíbrio.

Agora, a terceira temporada promete elevar a fasquia. Segundo o anúncio oficial, Maggie e Negan tentam fundar a primeira comunidade próspera em Manhattan desde o apocalipse. Mas, como seria de esperar no mundo de The Walking Dead, a paz tem sempre prazo de validade. O caos irrompe e a pergunta impõe-se: será que os traumas do passado vão condenar o futuro?

Novo showrunner, velha experiência

Para esta nova etapa, a série terá um novo timoneiro criativo: Seth Hoffman, argumentista veterano da série original, responsável por episódios marcantes como ‘JSS’ e ‘Sem Saída’, além de passagens por Dr. House e Prison Break. A produção da nova temporada arranca no outono, em Boston (Massachusetts).

Dan McDermott, presidente da AMC Studios, expressou gratidão a Eli Jorné, showrunner das duas primeiras temporadas, e mostrou entusiasmo com o regresso de Hoffman:

“Estamos muito satisfeitos por poder contar com um veterano de The Walking Dead à frente de uma nova temporada que, acompanhada dos brilhantes Lauren Cohan e Jeffrey Dean Morgan, trará novos adversários e alianças”.

Já o próprio Hoffman confessou estar entusiasmado com o desafio:

“É uma verdadeira honra construir o seguinte capítulo para as icónicas aventuras de Maggie e Negan em Dead City”.

Uma cidade, duas forças em colisão

A dinâmica entre Maggie e Negan continua a ser o coração pulsante de Dead City. Desde o assassinato brutal de Glenn até à tensa aliança em tempos de crise, os dois personagens protagonizam uma das relações mais complexas e imprevisíveis de todo o universo TWD — e é precisamente essa tensão emocional que mantém os fãs colados ao ecrã.

A renovação para uma terceira temporada não só reforça o sucesso da série, como também demonstra o fôlego de um universo pós-The Walking Dead, que continua a expandir-se com histórias mais localizadas, intensas e emocionalmente ricas.

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Preparem-se: os mortos continuam a andar… e Maggie e Negan também.

Fernanda Torres no Júri de Veneza: Um Regresso Triunfal ao Festival que a Consagrou

🎬 Um ano depois de ter brilhado com Ainda Estou Aqui, Fernanda Torres regressa a Veneza — desta vez do outro lado da cortina. A actriz e argumentista brasileira foi escolhida para integrar o júri principal da 82.ª edição do Festival de Cinema de Veneza, que decorre entre 27 de Agosto e 6 de Setembro.

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É um regresso com sabor a consagração: em 2024, Ainda Estou Aqui arrecadou o prémio de Melhor Argumento no Lido e acabaria por conquistar o Óscar de Melhor Filme Internacional. Agora, cabe a Fernanda ajudar a decidir quem sucede aos vencedores, ao lado de nomes de peso do cinema mundial.

Um júri com estrelas e autores

O júri que decidirá o Leão de Ouro — o prémio máximo do festival — será presidido pelo realizador norte-americano Alexander Payne, conhecido por filmes como Nebraska ou The Descendants. Juntam-se a ele:

  • A actriz chinesa Zhao Tao, presença marcante no cinema de Jia Zhangke e vencedora do Leão de Ouro com Natureza Morta (2006).
  • O francês Stéphane Brizé, realizador de O Valor de um Homem.
  • A italiana Maura Delpero, autora de Maternal.
  • O romeno Cristian Mungiu, Palma de Ouro em Cannes por 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias.
  • O iraniano Mohammad Rasoulof, cineasta dissidente que ganhou o Urso de Ouro com There Is No Evil.

É um painel que equilibra vozes femininas, olhares autorais e uma diversidade cultural notável — com Fernanda Torres a representar o cinema em língua portuguesa ao mais alto nível.

Horizontes e primeiras obras: Júris alternativos também revelados

Na secção Horizontes, dedicada às novas linguagens do cinema, o destaque vai para a presidente do júri, Julia Ducournau, que venceu a Palma de Ouro em Cannes com Titane. Com ela estarão:

  • O artista visual italiano Yuri Ancarani;
  • O crítico argentino Fernando Enrique Juan Lima;
  • A realizadora australiana Shannon Murphy;
  • E o cineasta e fotógrafo norte-americano RaMell Ross.

Já o júri do Prémio Luigi De Laurentiis, que distingue a melhor primeira obra, será liderado pela britânica Charlotte Wells (Aftersun), com Erige Sehiri (França/Tunísia) e Silvio Soldini (Itália).

Uma edição cheia de simbolismo… e cinema de qualidade

A 82.ª edição do festival abrirá com “La Grazia”, o novo filme do italiano Paolo Sorrentino, e prestará uma homenagem especial à lendária Kim Novak, com a atribuição do Leão de Ouro de Carreira.

E para os amantes do cinema português, há uma pérola imperdível: “Aniki Bóbó”, o primeiro filme de Manoel de Oliveira, será exibido numa secção dedicada a obras-primas restauradas — uma curadoria pessoal do director artístico Alberto Barbera.

Um símbolo do reconhecimento internacional da lusofonia

O convite a Fernanda Torres não é apenas um reconhecimento do seu talento individual — é também um marco para o cinema falado em português num dos palcos mais importantes do mundo. Depois do impacto de Ainda Estou Aqui, este regresso sela um ciclo de afirmação internacional para a actriz e para o cinema brasileiro, num festival que nunca deixou de valorizar o olhar autoral.

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Com Alexander Payne ao leme, e Fernanda como parte integrante do júri, a edição de 2025 do Festival de Veneza promete um equilíbrio entre tradição e novidade, emoção e reflexão — como só o grande cinema sabe fazer.


Morreu Alan Bergman: O Homem que Pôs o Amor em Letra e Ganhou Óscares com Isso

🎵 “Mem’ries, light the corners of my mind…” — é impossível não cantarolar esta frase sem pensar em Alan Bergman. O lendário compositor norte-americano faleceu aos 99 anos, na sua casa em Los Angeles, na noite de quinta-feira. Estaria prestes a completar um século de vida a 11 de Setembro. Mas se o corpo se vai, o legado permanece — e que legado.

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Uma vida ao ritmo da música… e do cinema

Alan Bergman foi, ao lado da esposa Marilyn Bergman (falecida em 2022), um dos nomes mais influentes da canção cinematográfica norte-americana. Não estamos a falar apenas de um compositor: estamos a falar de uma dupla que ajudou a definir o som emocional de Hollywood durante décadas.

Os Bergman coleccionaram estatuetas douradas, Emmys, Grammys e reconhecimento de todas as áreas do entretenimento. A sua parceria com nomes como Michel Legrand, Marvin Hamlisch ou John Williams originou temas inesquecíveis — e sim, também daqueles que nos fazem puxar o lenço.

Canções que marcaram gerações (e ganharam prémios)

Se “The Way We Were” (O Nosso Amor de Ontem, 1973) vos soa familiar, é porque é mesmo um dos grandes clássicos da história do cinema. E deu aos Bergman e a Marvin Hamlisch um Óscar e um Grammy. A icónica “The Windmills of Your Mind”, do filme O Grande Mestre do Crime (The Thomas Crown Affair, 1968), composta com Michel Legrand, valeu-lhes o primeiro Óscar. Já Yentl (1983), protagonizado e realizado por Barbra Streisand, rendeu outra estatueta — desta vez pela banda sonora adaptada, novamente com Legrand.

Ao todo, Alan e Marilyn somaram 16 nomeações para os Óscares, conquistando três vitórias. Em 1983, chegaram mesmo a dominar a categoria de Melhor Canção Original com três das cinco nomeações — perderam, curiosamente, para Up Where We Belong, de Oficial e Cavalheiro.

Mais do que filmes: cultura pop e televisão

A música dos Bergman não ficou presa à fita de celulóide. Temas compostos por eles aparecem em Os Simpsons, Family Guy, Stranger Things, Hawkeye (Marvel) e até em Austin Powers, Escola de Rock ou Deadpool 2. As suas letras foram cantadas por lendas como Frank Sinatra, Barbra Streisand, Ray Charles, Tony Bennett, Dean Martin, Neil Diamond e Fred Astaire — um verdadeiro hall of fame da música.

Também escreveram canções para séries como Maude (1972) e Good Times (1974), além de participações marcantes no universo dos especiais de televisão de Barbra Streisand, que lhes valeram quatro Emmys.

Parcerias lendárias

É difícil enumerar todos os grandes nomes com quem colaboraram, mas aqui vai uma amostra:

  • Quincy Jones — juntos criaram “In the Heat of the Night” (1967), cantada por Ray Charles.
  • Dave Grusin — colaboraram em …E Justiça Para Todos (1979), Tootsie (1982), e Dias de Glória… Dias de Amor (1991).
  • John Williams — trabalharam em Fitzwilly (1967), Um Amor Simples (1972), Yes, Giorgio (1982) e Sabrina (1995).
  • Henry Mancini, Maurice Jarre, Johnny Mandel e Elmer Bernstein também cruzaram caminhos musicais com os Bergman.

Um toque de poesia em cada verso

Mais do que compositores de música, Alan e Marilyn eram poetas. A sua escrita conseguia condensar emoções complexas — amor, perda, nostalgia, esperança — em poucas linhas, com uma simplicidade desarmante.

Alan Bergman deixa-nos aos 99 anos, mas a sua música continuará a tocar, seja nos grandes ecrãs, nos discos antigos, nas playlists actuais ou nos cantos mais sentimentais da nossa memória. Afinal, como escreveu ele próprio:

“Mem’ries may be beautiful and yet, what’s too painful to remember, we simply choose to forget…”
Um Monge, Uma Espingarda e Muitas Surpresas: A Joia Nepalesa Chegou ao FilmIn 

Mas a música dele? Essa, nunca será esquecida

“Animale”: Thriller Feminino Passado na Arena dos Touros Estreia a 31 de Julho nos Cinemas

🐂 A realizadora Emma Benestan, revelação do cinema francês com Fragile, regressa com um novo filme que promete desafiar convenções, cruzando o instinto animal, o medo e a força feminina. Animale, um thriller tenso com raízes no quotidiano rural da região francesa da Camarga, estreia nas salas de cinema portuguesas a 31 de julho, com distribuição da NOS Audiovisuais.

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Uma história de coragem no meio de homens e touros

A protagonista é Nejma, uma jovem de 22 anos que sonha vencer a tradicional corrida de touros local — um universo masculino onde o risco é constante e o respeito é medido em bravura. Mas o seu percurso sofre uma reviravolta quando um touro foge e começam a surgir jovens mortos. O que era apenas um sonho pessoal transforma-se num enfrentamento colectivo com o medo, o pânico e o peso de tradições que se tornam ameaçadoras.

“É o retrato de uma mulher que tenta conquistar o seu espaço num mundo que a exclui — tanto na arena como fora dela”, resume a produção.

Um filme entre o realismo e o instinto

Com estreia na Semana da Crítica do Festival de Cannes, Animale mistura tensão psicológica com crítica social, embalado pela atmosfera única da Camarga, uma região onde touros e cavalos partilham o protagonismo com os habitantes.

Emma Benestan constrói um thriller intimista e ousado, que usa o cenário rural como palco de transformações interiores e conflitos sociais, e onde o corpo da protagonista se torna símbolo de resistência e instinto de sobrevivência.

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Estreia nos cinemas portugueses a 31 de julho

Depois de ter integrado a seleção oficial da 18.ª edição do MOTELX, Animale chega finalmente ao público português. Com uma estética sensorial e um argumento que se desenrola entre o silêncio do campo e os gritos da arena, é uma aposta forte para quem procura cinema europeu com nervo, corpo e pensamento.

🗓️ Data de estreia: 31 de julho
📍 Nos cinemas de todo o país

Sean Baker em Dose Dupla no TVCine Edition: O Realizador de “Anora” Revisitado em “The Florida Project” e “Tangerine”

🎬 Depois de conquistar o Óscar de Melhor Realizador por Anora, Sean Baker está de regresso ao pequeno ecrã português numa sessão especial que mostra o melhor do seu percurso no cinema independente norte-americano. Este sábado, 20 de julho, o TVCine Edition dedica-lhe uma sessão dupla imperdível, com exibição dos filmes The Florida Project e Tangerine — duas obras aclamadas que anteciparam o estilo único que Baker viria a aperfeiçoar em Anora.

20h10 — The Florida Project: A infância nos bastidores da fantasia

Nomeado para um Óscar, um BAFTA e um Globo de Ouro, este delicado drama acompanha Moonee, uma menina de seis anos que vive com a mãe num motel barato às portas dos parques temáticos de Orlando. Apesar das dificuldades económicas, Moonee e os seus amigos vivem um verão cheio de descobertas, pequenas rebeldias e aventuras inesquecíveis.

Com uma interpretação comovente de Willem Dafoe (um dos grandes momentos da sua carreira), e a frescura contagiante da jovem Brooklynn Prince, The Florida Project é um retrato terno, mas cru, sobre os esquecidos da terra do sonho americano.

22h00 — Tangerine: Caos, cor e raiva nas ruas de LA

Filmado inteiramente com um iPhone, este explosivo e irreverente filme de 2015 acompanha Sin-Dee Rella, uma trabalhadora do sexo transexual que, na véspera de Natal, descobre que foi traída pelo namorado e chulo. Ao lado da sua melhor amiga, Alexandra, parte numa jornada furiosa pelas ruas de Los Angeles — e pelas suas múltiplas subculturas.

Comédia dramática com coração punk, Tangerine foi um verdadeiro fenómeno em Sundance e em dezenas de festivais internacionais, onde arrecadou mais de 20 prémios. É protagonizado por Kiki Rodriguez, Mya Taylor e James Ransone, e marcou uma viragem na forma como o cinema indie encara a tecnologia e a representatividade.


📺 Sessão Dupla Sean Baker
🗓️ Sábado, 20 de julho
🕗 A partir das 20h10
📍 TVCine Edition e TVCine+

Uma noite para celebrar um dos grandes autores do cinema contemporâneo — antes de Anora, houve Tangerine e The Florida Project. E agora podemos revê-los em casa.


“Quarteto Fantástico: Primeiros Passos” Faz História com Antestreia Transmitida em Direto no Disney+ 🎬🦸‍♂️

A Primeira Família da Marvel entra finalmente no MCU — e o Disney+ leva os fãs para o tapete vermelho

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É oficial: o Disney+ prepara-se para fazer história ao transmitir, pela primeira vez, a antestreia mundial de um filme em direto. O escolhido para este momento simbólico é O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos, o 37.º capítulo do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), que estreia nos cinemas a 24 de julho.

A partir das duas da manhã (hora de Lisboa) de terça-feira, 22 de julho, os subscritores do Disney+ poderão assistir ao vivo à passadeira vermelha em Los Angeles, no prestigiado Dorothy Chandler Pavilion — local icónico que já acolheu a cerimónia dos Óscares. Uma iniciativa que coloca o público mais próximo das estrelas do que nunca.

Pedro Pascal, Vanessa Kirby, Joseph Quinn e Ebon Moss-Bachrach lideram o novo Quarteto

Com O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos, a Marvel apresenta finalmente no grande ecrã a sua chamada “Primeira Família”. Depois de décadas de adaptações falhadas, o MCU promete agora uma abordagem ambiciosa e integrada à história de Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/O Coisa (Ebon Moss-Bachrach, que continua a acumular créditos desde o seu papel de culto em The Bear).

O realizador Matt Shakman, que já nos deu a aclamada série WandaVision, promete um tom mais íntimo e familiar, mas sem perder a escala épica que se espera de um blockbuster Marvel.

Transmissão com estrelas, surpresas e um vislumbre exclusivo do filme

Segundo o comunicado oficial, os subscritores do Disney+ terão acesso exclusivo à chegada das celebridades, entrevistas com o elenco e convidados, e — cereja no topo do bolo — uma antevisão especial do filme antes da sua estreia nos cinemas.

Entre os presentes confirmados no evento estão ainda Julia Garner, Paul Walter Hauser, Natasha Lyonne, Sarah Niles, o compositor Michael Giacchino, o presidente da Marvel Studios Kevin Feige, e os produtores executivos Louis D’Esposito, Grant Curtis e Tim Lewis.

A transmissão completa ficará disponível para repetição logo após o evento, o que significa que os fãs menos madrugadores também poderão assistir.

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Um passo (fantástico) para o futuro do MCU

Com um elenco de luxo e a promessa de integrar finalmente o Quarteto Fantástico no MCU, Primeiros Passos é visto por muitos como o pontapé de saída para a próxima grande fase da Marvel — e o início da preparação para o tão aguardado Avengers: Doomsday, já em desenvolvimento.

Krypto Está a Salvar o Dia… e a Levar Centenas de Cães para Casa nos EUA 🐾🦸‍♂️

O supercão de “Superman” está a ter impacto fora do ecrã — e é maravilhoso

Quem diria que o verdadeiro herói de Superman (2025) talvez nem seja o homem de capa vermelha, mas sim… o seu cão? 🐶💥 Krypto, o inseparável companheiro kryptoniano de Clark Kent, conquistou corações por todo o mundo com o seu charme canino e poderes explosivos — e nos Estados Unidos está mesmo a mudar vidas.

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Segundo dados divulgados pelo The Wrap, o lançamento do filme provocou um aumento impressionante nas buscas por adoção de cães. O fenómeno chama-se “Efeito Krypto” — e nós, no Clube de Cinema, estamos oficialmente rendidos.

Um supercão… com inspiração bem real

Krypto não é só um sidekick peludo: é parte fundamental do novo tom esperançoso e leve que James Gunn trouxe à nova fase do Universo DC. E a sua criação tem raízes comoventes — o realizador revelou que a personagem foi inspirada no seu próprio cão, Ozu, adotado enquanto escrevia o argumento. As dificuldades em treiná-lo serviram de base para imaginar um cão… com superpoderes. Resultado? Uma personagem adorável, trapalhona e cheia de coração.

No filme, Krypto surge como uma versão Schnauzer animada digitalmente — mas suficientemente realista para gerar empatia e desejo de adoção. De tal forma que as buscas por “adotar um cão perto de mim” dispararam 513% após o fim de semana de estreia nos EUA. Até “adotar um Schnauzer” subiu uns surpreendentes 299%.

De Hollywood para o canil — uma parceria com impacto

A Warner Bros. não ficou indiferente ao fenómeno e, em parceria com a organização animal Best Friends, cobriu as taxas de adoção em vários abrigos entre 1 e 10 de julho. Resultado? Foram adotados 454 animais de estimação só nesse período.

A presidente da Woofz, um popular app de treino canino, aplaudiu o entusiasmo mas deixou o alerta: “A adoção é um compromisso a sério. O entusiasmo passa, mas o cão fica. Preparem-se para dar tempo, cuidado e treino.”

O trailer mais visto da história da DC

Krypto também ajudou a catapultar Superman para a estratosfera digital: com mais de 250 milhões de visualizações, o trailer tornou-se o mais visto da história da DC e da Warner Bros., com mais de um milhão de interações nas redes sociais. Não é nada mau para um cão que, no fundo, só queria uns ossos e umas festas no focinho entre lutas com supervilões.

Um Monge, Uma Espingarda e Muitas Surpresas: A Joia Nepalesa Chegou ao FilmIn 🎥

“O Monge e a Espingarda” mistura espiritualidade, acção e humor com um toque de Wes Anderson… nos Himalaias

Preparem-se para uma das experiências cinematográficas mais inesperadas e deliciosamente originais do ano: O Monge e a Espingarda (The Monk and the Gun), de Pawo Choyning Dorji, já está disponível no FilmIn Portugal. E se o nome do realizador vos soa familiar, é porque o seu anterior filme Lunana: A Yak in the Classroom foi nomeado ao Óscar de Melhor Filme Internacional em 2022. Agora, o cineasta do Butão volta a surpreender com esta obra singular que combina política, espiritualidade e… armas de fogo.

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Uma sátira budista no coração do Himalaia

Ambientado em 2006, o filme acompanha um pequeno vilarejo butanês prestes a realizar eleições democráticas pela primeira vez. Mas o centro da narrativa é um velho monge que acredita que, para restaurar o equilíbrio cósmico, precisa de obter duas armas de fogo — e depressa. O insólito pedido desencadeia uma cadeia de eventos que vai envolver candidatos ambiciosos, turistas americanos apaixonados por armamento e uma população que mal compreende o que é o voto secreto.

À semelhança de Lunana, o realizador continua a explorar as tensões entre tradição e modernidade, mas aqui fá-lo com um tom mais satírico e mordaz, sem nunca perder a ternura pelas suas personagens. O resultado é uma espécie de dramedy transcendental, onde o absurdo do mundo moderno colide com a sabedoria ancestral do Budismo.

Uma fábula moderna com cheiro a Mosteiro

Rodado com paisagens deslumbrantes do Butão e um elenco de não-profissionais que conferem autenticidade tocante à história, O Monge e a Espingarda é um daqueles filmes que dificilmente se esquece. É ao mesmo tempo uma crítica subtil à globalização, uma reflexão sobre a fé, uma comédia política e uma fábula sobre escolhas — tudo embrulhado num ritmo contemplativo, mas pontuado por momentos de inesperada acção e ironia.

Não esperem tiroteios à Tarantino (apesar do título), mas sim uma abordagem cheia de simbolismo, humor e compaixão budista — o tipo de filme que poderia sair da mente de Wes Anderson se este trocasse os cenários coloridos de Paris pelos vales de Paro.

Uma estreia discreta… mas obrigatória

Depois de ter passado por festivais como Telluride, Toronto e Berlim, O Monge e a Espingarda chegou silenciosamente ao FilmIn, onde aguarda agora por espectadores curiosos, pacientes e dispostos a mergulhar num universo que raramente vemos no grande ecrã.

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Para quem procura cinema que desafia convenções, que mistura géneros com elegância e que nos obriga a pensar com um sorriso nos lábios, esta é uma paragem obrigatória. Como o próprio filme sugere, às vezes é preciso um monge e uma espingarda para nos lembrar que o mundo pode ser absurdo, mas também cheio de sentido.

“The Legend of Zelda”: Já são conhecidos os protagonistas da adaptação cinematográfica do icónico videojogo

Link e Zelda ganham rostos no grande ecrã — e a expectativa só aumenta até 2027

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É oficial: The Legend of Zelda, um dos videojogos mais emblemáticos de sempre, vai finalmente chegar aos cinemas com um filme em imagem real. Depois de décadas de rumores, tentativas falhadas e muita especulação online, a Nintendo revelou os jovens atores que vão dar vida a Link e Zelda: Benjamin Evan Ainsworth e Bo Bragason, respetivamente.

O anúncio foi feito por ninguém menos do que Shigeru Miyamoto, o criador da saga, que confirmou a escolha através das redes sociais da Nintendo, com direito a imagens dos protagonistas já caracterizados. A revelação foi recebida com entusiasmo — e também com algum alívio — por fãs que esperavam há quase 20 anos por uma adaptação que fizesse justiça ao universo de Hyrule.

Benjamin Evan Ainsworth, conhecido pela sua voz de Pinóquio na versão de Robert Zemeckis e pela participação em A Maldição de Bly Manor, será o corajoso Link. Já Bo Bragason, que brilhou recentemente na série Renegade Nell, da Disney+, assume o papel de Zelda — a princesa, maga e guerreira, cuja personagem tem ganho maior protagonismo nas mais recentes entradas da saga.

Uma aventura com pedigree

O filme será realizado por Wes Ball, responsável pela trilogia Maze Runner e pelo recente O Reino do Planeta dos Macacos, com argumento de Derek Connolly (Mundo Jurássico) e produção de Avi Arad, nome associado a quase todos os filmes do Homem-Aranha. A estreia está marcada para 7 de maio de 2027, numa parceria entre a Nintendo e a Sony.

Embora ainda não se conheçam detalhes da história, espera-se que o filme respeite o espírito da saga: uma jornada épica em que Link enfrenta perigos e quebra maldições para salvar o reino de Hyrule — e Zelda. A Nintendo parece ter aprendido com os erros do passado, como o infame Super Mario Bros. de 1993, e aposta agora num envolvimento total com o projeto, tal como fez com sucesso em Super Mario Bros: O Filme, que rendeu mais de 1,3 mil milhões de dólares em 2023.

Uma lenda à prova do tempo

Lançado pela primeira vez em 1986, The Legend of Zelda é uma das franquias mais celebradas do mundo dos videojogos, com mais de 140 milhões de cópias vendidas ao longo de mais de 10 títulos. A série continua a reinventar-se, como ficou patente em The Legend of Zelda: Echoes of Wisdom, lançado em 2024, onde a própria Zelda assume o papel de heroína.

Apesar da especulação de que Hunter Schafer (Euphoria) poderia interpretar a princesa, a Nintendo optou por um elenco mais jovem — possivelmente para preparar o terreno para uma saga cinematográfica de longa duração.

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Com um historial marcado por resistência a adaptações e um cuidado quase obsessivo com a sua propriedade intelectual, a Nintendo parece agora pronta para dominar também as salas de cinema. Resta-nos esperar até 2027 para descobrir se esta nova incursão no grande ecrã fará justiça à lenda.

Hollywood Aposta Forte na Nostalgia: “O Meu Pequeno Pónei” Vai Ter Filme em Imagem Real

Depois do sucesso estrondoso de Barbie, Hollywood volta-se para mais uma marca icónica do mundo dos brinquedos: O Meu Pequeno Pónei está de regresso ao grande ecrã — e, pela primeira vez, em imagem real. A notícia foi avançada pela Variety, confirmando que o novo projeto está em desenvolvimento com a chancela da Hasbro Studios e da Amazon MGM Studios.

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Dos brinquedos para o mundo real 🦄✨

Lançada originalmente em 1981 por Bonnie Zacherle, Charles Muenchinger e Steve D’Aguanno, a linha My Little Pony conquistou gerações com os seus pónéis coloridos, crinas escováveis e histórias de amizade. Após vários filmes e séries animadas ao longo das décadas, faltava apenas um passo: uma adaptação com atores de carne e osso.

Ainda sem elenco ou equipa criativa definida, este será o primeiro filme em imagem real baseado na famosa marca — e tudo indica que a aposta é séria, seguindo o modelo de grande produção à Barbie.

Um fenómeno multigeracional

O sucesso de O Meu Pequeno Pónei começou nos anos 80, mas foi com Friendship Is Magic, a série lançada em 2010, que a marca ganhou novo fôlego e atraiu também uma legião de fãs adultos, incluindo um número crescente de homens — os chamados bronies, que se tornaram parte do fenómeno cultural.

Entre brinquedos, filmes lançados diretamente para vídeo, comics e jogos, O Meu Pequeno Pónei tornou-se num verdadeiro império de fantasia, cor e valores como amizade, empatia e colaboração — características que, a avaliar pela recente tendência de Hollywood, serão adaptadas com uma nova camada de sátira, coração e espectáculo visual.

Hasbro segue as pegadas da Mattel

Depois da ascensão meteórica de Barbie nos cinemas, a Hasbro quer repetir o sucesso com as suas próprias propriedades. A empresa norte-americana já tem em andamento adaptações de:

  • Cluedo (cinema e TV, com a Sony),
  • The Forgotten Realms (spin-off de Dungeons & Dragons, para a Netflix),
  • Magic: The Gathering (filme com a Legendary e série animada na Netflix).

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Agora, O Meu Pequeno Pónei junta-se ao lote, com a missão de conquistar as bilheteiras e — quem sabe — competir com as grandes franquias no pódio do entretenimento global.

Julia Roberts e Andrew Garfield em Guerra no Novo Thriller de Guadagnino: Já Viste o Trailer de “Depois da Caçada”?

O novo filme de Luca Guadagnino promete incendiar debates, provocar desconforto e conquistar prémios. Depois da Caçada (After the Hunt, no original) acaba de ganhar um trailer intenso e provocador, antecipando um dos títulos mais falados da próxima temporada cinematográfica — e não é por acaso que a estreia em Portugal está marcada para outubro, plena época de Óscares.

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Uma Sala de Aula em Ebulição 🎓🔥

Julia Roberts, Andrew Garfield e Ayo Edebiri protagonizam este thriller psicológico ambientado numa universidade norte-americana, onde uma acusação de abuso desencadeia uma cascata de revelações, tensões e questões morais.

Roberts interpreta uma professora universitária reputada, apanhada no meio de uma acusação grave: uma das suas alunas mais brilhantes (Edebiri) acusa um colega docente (Garfield) de comportamento abusivo. Mas o que poderia ser um dilema ético torna-se ainda mais complexo quando um segredo do passado da própria professora ameaça vir à superfície.

Um Espelho do Nosso Tempo

Com temas como abuso de poder, cultura de cancelamento, extremismos ideológicos e o legado do movimento #MeToo, Depois da Caçada posiciona-se como uma obra polémica e urgente. Guadagnino, sempre atento aos jogos de poder e pulsões humanas, parece aqui disposto a levar o espectador ao limite do desconforto — e da reflexão.

O trailer, divulgado esta semana, não esconde a tensão: olhares cortantes, diálogos carregados e uma atmosfera de crescente inquietação. “Não se pode estar sempre à vontade” é o aviso que acompanha as primeiras imagens, uma frase que promete marcar o tom da narrativa.

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Elenco de Luxo e Timing Perfeito

A acompanhar os três protagonistas estão nomes como Chloë Sevigny e Michael Stuhlbarg, reforçando um elenco que promete disputar as categorias principais dos grandes prémios.

Produzido pela Amazon MGM Studios e com estreia exclusivamente em sala, Depois da Caçada é claramente uma aposta de prestígio. A chegada a Portugal está prevista para outubro, numa janela estratégica para a temporada de prémios — e tudo indica que será um dos filmes mais falados até março de 2026, quando se realizarem os Óscares.

Os Smurfs Estão de Volta: Aventura Azul Chega Hoje aos Cinemas! 💙

Preparem-se para uma explosão de azul, gargalhadas e muita música! Smurfs: O Grande Filme estreia hoje, 17 de julho, nas salas de cinema portuguesas, pronto para encantar miúdos e graúdos numa viagem inesquecível para lá da floresta encantada.

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Uma Smurfina em Missão

Nesta nova aventura, a Smurfina — com voz de Rihanna na versão original e Soraia Tavares na dobrada portuguesa — lidera uma missão épica para resgatar o Grande Smurf, misteriosamente capturado pelos feiticeiros Gargamel e Razamel. Mas para o salvar, ela e os seus amigos terão de atravessar portais para o mundo real, enfrentando desafios e fazendo novas amizades pelo caminho.

A animação é uma carta de amor à união, à diversidade e à coragem de sermos quem somos. Porque, como descobre a Smurfina, ser diferente pode ser a maior força de todas.

Um Elenco de Luxo (em Azul)

A versão original conta com um elenco de vozes verdadeiramente estelar: Rihanna, James Corden, John Goodman, Nick Offerman, Sandra Oh, Amy Sedaris, Natasha Lyonne, Octavia Spencer, e muitos mais. Já na versão portuguesa, o filme brilha com talentos nacionais como Áurea, Kiko is Hot, Nuno Markl, Ana Garcia Martins e Eduardo Madeira.

Banda Sonora de Peso (e de Ritmo!)

A acompanhar esta viagem está uma banda sonora vibrante e global, lançada a 13 de junho, que já conquistou as tabelas da Billboard com “Friend Of Mine” — o muito aguardado regresso de Rihanna à música. A compilação conta ainda com artistas como Tyla, DJ Khaled, Cardi B, Shenseea e James Corden, numa verdadeira celebração multicultural que dá o tom perfeito a esta aventura azul.

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Um Verão Mais Azul nos Cinemas 🎬

Smurfs: O Grande Filme estreia nas versões dobrada e legendada e é, acima de tudo, um convite à alegria e à imaginação. Colorido, divertido e recheado de personagens inesquecíveis, é o filme perfeito para toda a família neste verão.

Portanto, pega na tua toca azul favorita e corre ao cinema — porque os Smurfs estão de volta, e a festa já começou! 💙🍄

Uma História Real de Redenção e Arte: Sing Sing Estreia em Portugal

O filme que emocionou Hollywood chega finalmente à televisão portuguesa com Colman Domingo em grande destaque

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🎭 A arte como redenção. A verdade como esperança. E uma prisão de alta segurança como palco de transformação interior. Sing Sing, um dos filmes mais comoventes e aclamados da temporada de prémios, estreia-se em exclusivo no TVCine Top no próximo dia 20 de julho, às 21h40. É a estreia em televisão de um dos títulos mais surpreendentes dos Óscares deste ano — e que promete deixar marca no público português.

Baseado numa história verídica, o filme centra-se em Divine G (interpretado por Colman Domingo, nomeado ao Óscar de Melhor Ator), um homem condenado injustamente que encontra um novo propósito ao integrar um grupo de teatro dentro da prisão Sing Sing. Ao lado de outros reclusos — muitos deles interpretados por atores não profissionais que também estiveram presos na vida real —, Divine G descobre o poder curativo da performance e da criação artística. Uma realidade dura, crua, mas com lampejos de beleza e humanidade.

Uma história que nasce entre grades… e floresce no palco

A longa-metragem é inspirada no programa Rehabilitation Through the Arts (RTA), criado dentro da prisão Sing Sing, nos EUA, e que tem ajudado centenas de reclusos a reconstruírem as suas vidas através do teatro. Sing Sing é um tributo a esse trabalho, e a uma comunidade que, contra todas as probabilidades, encontrou voz num local onde tudo parecia silêncio.

Além de Colman Domingo, o elenco inclui Clarence Maclin, Paul Raci (Sound of Metal), Sean San Jose e David Giraudy. A autenticidade do filme é reforçada pela presença de vários ex-participantes do RTA, que emprestam verdade, alma e um olhar interior à narrativa.

Nomeado aos Óscares nas categorias de Melhor Ator, Melhor Argumento Adaptado e Melhor Canção Original, Sing Sing figura também nas listas dos melhores filmes de 2024 segundo o National Board of Review e o American Film Institute. Uma distinção que não surge por acaso: é uma obra que conjuga emoção, talento e um olhar profundamente humano sobre a justiça, a arte e a dignidade.

Uma estreia imperdível nos Canais TVCine

Se perdeu a oportunidade de ver Sing Sing no grande ecrã, esta é a sua chance de recuperar o tempo perdido. A estreia acontece no sábado, 20 de julho, às 21h40, em exclusivo no TVCine Top, e estará também disponível no TVCine+.
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Um filme sobre os silêncios gritantes das prisões e o poder libertador do teatro. Uma história de resiliência, contada com coragem e emoção. Uma estreia obrigatória para quem acredita que a arte pode mudar vidas.

📺 Sing Sing – Estreia: 20 de julho, às 21h40, TVCine Top

“Stranger Things”: A Última Temporada Já Tem Trailer… e Estreia em Três Partes!

A batalha final por Hawkins aproxima-se — e vai durar até 2026

📺 Depois de três anos de silêncio (e ansiedade!), a Netflix acaba de lançar o primeiro teaser trailer da quinta e última temporada de Stranger Things — e já sabemos quando será o regresso… e o adeus. Preparem os waffles, os walkmans e o coração: Hawkins está prestes a mergulhar no seu capítulo mais negro.

A série que conquistou o mundo desde 2016 não se vai despedir de forma tímida: a última temporada será dividida em três partes e promete elevar ainda mais a fasquia de emoções, espetáculo visual e, claro, referências aos anos 80.

Três partes, uma só despedida

A estrutura da despedida é ambiciosa — e também inusitada:

  • 📅 Parte 1: estreia a 27 de novembro de 2025, com quatro episódios.
  • 📅 Parte 2: segue-se a 26 de dezembro de 2025, com três episódios.
  • 📅 Parte 3: fecha a saga com um único episódio, a ser lançado a 1 de janeiro de 2026 — um verdadeiro réveillon de Hawkins para o Mundo.

Esta divisão vai permitir um ritmo mais controlado e, ao que tudo indica, episódios mais longos e densos, à semelhança do que vimos na quarta temporada.

O teaser: reencontros, nostalgia e uma ameaça final

O teaser trailer agora revelado traz-nos de volta aos rostos que crescemos a amar — Eleven, Mike, Dustin, Lucas, Will, Max, Steve, Nancy e companhia — e antecipa o que será o confronto definitivo contra as forças do Mundo Invertido.

Embora ainda envolto em mistério, o vídeo sugere que o mal não desapareceu com Vecna e que a cidade de Hawkins poderá estar à beira da destruição total. Há cenas de ação intensas, momentos emocionais e o já esperado crescendo épico que se tornou imagem de marca da série dos irmãos Duffer.

O fim de uma era para a Netflix

Com Stranger Things, a Netflix não só criou um fenómeno cultural, como também redefiniu o que significa fazer televisão serializada no streaming. O impacto da série vai muito além do ecrã: bandas sonoras que voltaram às tabelas, produtos licenciados, jogos e até casas temáticas em parques de diversões.

Agora, com o fim à vista, a plataforma prepara-se para uma despedida em grande, que se estenderá ao longo de semanas e culminará no primeiro dia de 2026 — um gesto simbólico para um legado que marcou uma ger