Lionsgate Assume o Comando de Rambo e Os Mercenários: Novo Acordo com a Millennium Abre Caminho para Prequela e Expansão do Universo de Ação

O estúdio responsável por franquias como John Wick e The Hunger Games reforça o seu império de ação ao adquirir os direitos de Os Mercenários e liderar a produção de John Rambo, a aguardada prequela da saga imortalizada por Sylvester Stallone.

O músculo cinematográfico da Lionsgate acaba de ganhar novos reforços de peso. O estúdio fechou um acordo estratégico com a Millennium Films que lhe garante os direitos para desenvolver e produzir todos os derivados de Os Mercenários (The Expendables), além de assegurar a distribuição mundial de John Rambo — o sexto capítulo da lendária saga criada por Sylvester Stallone.

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O acordo, confirmado esta semana, consolida a Lionsgate como estúdio líder e parceira principal da Millennium em todos os futuros projetos relacionados com Rambo — tanto no cinema como na televisão — e inclui ainda o direito de criar novas séries, videojogos e experiências imersivas inspiradas no universo de Os Mercenários.

Com esta jogada, a Lionsgate reforça a sua presença num género que domina há anos: a ação com ADN de blockbuster.


“John Rambo”: o passado antes da guerra

O primeiro fruto deste acordo é John Rambo, uma prequela que promete mostrar a origem do herói mais icónico dos anos 80.

Segundo o Deadline, o protagonista será Noah Centineo, conhecido por Black Adam e To All the Boys I’ve Loved Before, que está em negociações finais para assumir o papel do jovem Rambo. O realizador será Jalmari Helander, o cineasta finlandês responsável por Sisu, uma das surpresas mais brutais e estilizadas do cinema recente.

As filmagens estão previstas para 2026 na Tailândia, e o argumento é assinado por Rory Haines e Sohrab Noshirvani(The MauritanianBlack Adam). A produção ficará a cargo da Millennium Media e Templeton Media, com Kevin King TempletonLes Weldon e Jonathan Yunger à frente do projeto.


Uma jogada estratégica de milhões

O acordo dá à Lionsgate os direitos de distribuição global não só da nova prequela, mas também de todos os futuros projetos televisivos baseados em Rambo. O estúdio já detinha a distribuição dos filmes anteriores nos EUA, Canadá e Reino Unido, além de vários territórios na América Latina e no Sudeste Asiático — agora, assume o controlo total da marca.

No caso de Os Mercenários, a Lionsgate torna-se responsável pelo desenvolvimento de filmes e séries derivados, videojogos e extensões digitais da saga que, ao longo de quatro filmes, já arrecadou quase 700 milhões de dólares em bilheteira mundial.

Entre as possibilidades em cima da mesa estão spin-offs focados em personagens secundárias, séries limitadas e até experiências interativas inspiradas nos explosivos mercenários liderados por Stallone e Jason Statham.


Um novo ciclo para dois clássicos da ação

O acordo, negociado por Charlotte Koh e Christopher Davis (Lionsgate) e Trevor Short e Jonathan Yunger(Millennium Media), simboliza um novo fôlego para duas das franquias mais rentáveis do cinema de ação moderno.

Com John Wick e Os Jogos da Fome a garantirem uma base sólida de fãs, a Lionsgate posiciona-se agora como a principal guardiã dos mitos musculados de Hollywood — e prepara-se para reintroduzir Rambo e os Mercenários a uma nova geração de espectadores.

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Se o plano correr bem, podemos estar prestes a assistir à fusão de duas eras do cinema de ação: a dos heróis clássicos e a dos novos rostos que prometem continuar a luta… e as explosões.

As 18 Mentiras de Trump no 60 Minutes: CBS Paga para Reconciliar-se com o Ex-Presidente, que Transforma o Regresso num Festival de Falsidades

Depois de um acordo milionário entre a CBS e a equipa de Donald Trump, o ex-presidente voltou ontem ao 60 Minutes— e respondeu com 90 minutos de distorções, números inventados e ataques às instituições. Hoje, a imprensa independente contabiliza pelo menos 18 mentiras ditas em direto.

60 Minutes voltou ontem a receber Donald Trump, quatro anos depois do confronto tenso com Lesley Stahl, que terminou com o então presidente a abandonar a entrevista a meio. Desta vez, porém, o ambiente foi bem diferente — e não por acaso.

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Em 2024, a CBS celebrou um acordo judicial confidencial com a equipa de Trump, resolvendo um processo movido pelo ex-presidente que acusava o canal de difusão enganosa e “corte manipulativo” da sua entrevista de 2020. O settlement, segundo fontes citadas por vários meios americanos, envolveu uma compensação financeira substancial e o compromisso da CBS em conceder uma nova entrevista “sem interferências editoriais”.

Ontem à noite, essa entrevista foi finalmente para o ar — e o resultado foi, no mínimo, paradoxal: o programa histórico de jornalismo de investigação converteu-se num palco de desinformação televisiva, com Trump a repetir pelo menos 18 afirmações falsas ou enganosas, segundo as análises publicadas esta manhã por CNN, BBC, The Guardian, PolitiFact e Associated Press.

O regresso da desinformação em horário nobre

Durante cerca de 90 minutos de conversa (dos quais 28 foram emitidos em antena), Norah O’Donnell tentou manter o tom cordial e seguir o guião de uma entrevista “neutra”. Trump, por sua vez, aproveitou a ocasião para repetir narrativas falsas e teorias conspiratórias já desmentidas há anos.

Logo no arranque, afirmou que:

  • “A eleição de 2020 foi roubada”, sem apresentar provas;
  • “A inflação desapareceu”, embora os dados oficiais mostrem uma taxa homóloga de 3%;
  • “Os preços das compras estão a descer”, quando o índice de preços dos alimentos subiu 2,7% no último ano;
  • e que “17 biliões de dólares” estariam a ser investidos nos EUA, o dobro do número publicado pela própria Casa Branca.

Em poucas frases, Trump conseguiu distorcer a economia, a política externa e a história recente — e fez tudo isso sem interrupções significativas.

O momento mais surreal: “Cada barco abatido mata 25 mil americanos”

Entre as pérolas mais notórias, o ex-presidente declarou que cada barco de tráfico de droga destruído pelo exército norte-americano equivalia a “25 mil mortes americanas”.

CNN Fact Check classificou a frase como “absurda”: em 2024, os EUA registaram 82 mil mortes por overdose, e os barcos visados nas operações não transportavam fentanil (nem são essa a rota habitual). Como resumiu um professor da Johns Hopkins University:

“É como dizer que quatro barcos equivalem a resolver quatro anos de crise de opioides. Não tem qualquer ligação com a realidade.”

Guerras imaginárias e factos reinventados

Trump afirmou também que “acabou com oito guerras” — listando conflitos que nunca existiram, como “Egipto e Etiópia”, ou que continuam ativos, como “Israel e Hamas”.

Outras declarações falsas incluíram:

  • Que “Joe Biden deu 350 mil milhões à Ucrânia” (quando o total auditado é inferior a 100 mil milhões).
  • Que “25 milhões de migrantes” entraram nos EUA sob Biden (o número real é menos de 11 milhões de encontros, muitos com expulsão imediata).
  • Que “os democratas querem 1,5 biliões de dólares para apoiar imigrantes ilegais”, confundindo um pacote orçamental geral com programas de imigração que nem sequer abrangem indocumentados.

Também garantiu que quase “50% dos presidentes” invocaram o Insurrection Act, quando o Brennan Center for Justice confirma que apenas 17 em 45 o fizeram — e que a Presidential Records Act lhe permitiria guardar documentos da Casa Branca, o que é legalmente falso.

A CBS entre a diplomacia e o dano reputacional

A emissão de ontem foi, em teoria, parte de um esforço da CBS para “normalizar relações” com Trump — mas acabou por gerar críticas severas à postura da estação.

Jornalistas e académicos consideraram que a entrevista “decorreu num tom quase deferente”, sem o habitual contraponto incisivo do 60 Minutes, e que o canal “subestimou a capacidade de Trump em usar o palco mediático como megafone político”.

Apesar disso, a CBS publicou a transcrição integral e 73 minutos de vídeo não editado no seu site, num gesto de transparência que procura mitigar a controvérsia. Norah O’Donnell, por sua vez, descreveu o encontro como “intenso, imprevisível e exaustivo”.

A lição do dia seguinte

Hoje, praticamente toda a imprensa independente nos EUA fala da mesma coisa: as 18 mentiras de Trump em horário nobre. Não é apenas uma contagem simbólica — é um retrato do estado atual da política americana, onde o discurso factual disputa espaço com o espetáculo e a retórica.

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A ironia é que, num programa célebre por entrevistas históricas, Trump conseguiu transformar o 60 Minutes num exercício de fact-checking em tempo real — e a CBS, talvez sem querer, num palco de desinformação supervisionada.

Mestres da Ilusão: Nada É o Que Parece — A Magia Está de Volta (E Mais Perigosa do Que Nunca)

Os Quatro Cavaleiros regressam em grande estilo, agora acompanhados por uma nova geração de mágicos prontos para desafiar o impossível. O novo capítulo da saga estreia a 27 de novembro nos cinemas portugueses.

Preparem as cartas, as algemas e o olhar atento — porque eles estão de volta. O universo de truques impossíveis, enganos calculados e mistério hipnotizante regressa em Mestres da Ilusão: Nada É o Que Parece, o novo filme que promete elevar o espetáculo a um novo nível. A estreia em Portugal está marcada para 27 de novembro, e o público já se prepara para voltar a ser enganado… com estilo.

Os Cavaleiros regressam ao palco

Depois do sucesso das aventuras anteriores, os lendários Quatro Cavaleiros voltam à ribalta com novas ilusões, conspirações e — claro — reviravoltas que prometem deixar os espectadores boquiabertos. Desta vez, o grupo não vem sozinho: uma nova geração de ilusionistas junta-se à equipa, trazendo energia fresca e truques ainda mais ousados.

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Os fãs podem esperar truques de magia a desafiar as leis da físicagolpes meticulosamente planeados e aquela assinatura inconfundível da saga — uma mistura de ação, suspense e espetáculo visual que faz o público questionar o que é real e o que é apenas… uma ilusão.

Quando o impossível se torna o plano perfeito

A nova aventura dos Cavaleiros mergulha mais fundo no submundo da magia moderna, onde cada ato é uma mentira perfeita e cada truque tem um preço. As alianças são testadas, os segredos multiplicam-se e, como sempre, nada é o que parece.

Entre perseguições impossíveis, hologramas, drones, ilusões de grande escala e uma pitada de humor, Mestres da Ilusão: Nada É o Que Parece promete um espetáculo digno de uma sala de cinema — com o mesmo ritmo frenético e a mesma energia contagiante que tornaram a saga um fenómeno global.

Um regresso ao estilo dos grandes truques

Com uma nova equipa criativa e um elenco que mistura rostos familiares com novos talentos, este capítulo aposta numa abordagem mais ambiciosa e tecnológica, mas sem perder o charme clássico da série. A magia, aqui, é mais do que entretenimento — é arma, linguagem e filosofia.

E se há algo que os Cavaleiros nos ensinaram, é isto: olhar fixamente pode ser o pior erro. Porque quando achamos que já descobrimos o truque… é aí que começa o verdadeiro espetáculo.

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Mestres da Ilusão: Nada É o Que Parece estreia a 27 de novembro nos cinemas portugueses. Prepare-se para duvidar de tudo — até dos seus próprios olhos.

Christy: A Força de Uma Campeã — Sydney Sweeney Entra no Ringue Para Contar a História Real da Mulher que Mudou o Boxe

O novo drama biográfico protagonizado por Sydney Sweeney chega aos cinemas portugueses a 13 de novembro e revela a vida inspiradora — e dolorosa — de Christy Martin, a pugilista que lutou dentro e fora do ringue.

Nem todos os combates se travam no ringue. Christy: A Força de Uma Campeã, com estreia em Portugal a 13 de novembro, é um retrato poderoso da vida de Christy Martin, a mulher que desafiou convenções e preconceitos para se tornar um ícone do boxe feminino — ao mesmo tempo que enfrentava, em silêncio, um inferno pessoal.

Interpretada por Sydney Sweeney (EuphoriaReality), Christy é apresentada como uma força da natureza, movida por uma ambição feroz e um talento inato para o pugilismo. Criada numa pequena cidade da Virgínia Ocidental, nunca imaginou que um par de luvas a levaria tão longe — até descobrir que tinha um murro capaz de mudar a história do desporto.

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Sob o treino de Jim Martin (interpretado por Ben Foster), que se tornaria seu marido e agente, Christy tornou-se a pugilista mais famosa dos anos 90, uma verdadeira celebridade num universo dominado por homens. Mas por detrás das luzes, dos títulos e dos contratos milionários, escondia-se uma vida marcada por violência doméstica, abuso psicológico e uma profunda luta pela própria identidade.

Muito mais do que um filme de boxe

Estreado mundialmente no Festival Internacional de Cinema de Toronto, o filme foi aplaudido pela crítica internacional pela sua intensidade emocional e pela entrega total de Sweeney ao papel. O desempenho da actriz norte-americana tem sido descrito como “brutalmente honesto e fisicamente arrebatador”, conferindo à história uma autenticidade rara.

Realizado com sensibilidade e sem recorrer ao melodrama fácil, Christy: A Força de Uma Campeã não é apenas um filme sobre desporto — é um retrato sobre resiliência, sobrevivência e o poder de recomeçar, mesmo quando tudo parece perdido.

Uma história de coragem e libertação

Ao longo da narrativa, o público acompanha a ascensão meteórica de Christy e as batalhas que travou fora do ringue: a rejeição da família, o peso das expectativas, a violência conjugal e a luta por afirmar a própria voz num mundo que tentava silenciá-la.

Mais do que vencer combates, Christy Martin teve de reconquistar o direito de ser dona da sua história — e é essa jornada, simultaneamente trágica e inspiradora, que o filme leva ao grande ecrã.

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Com distribuição da NOS AudiovisuaisChristy: A Força de Uma Campeã promete emocionar o público português com uma mensagem universal: a de que a verdadeira vitória está em resistir — e levantar-se, mesmo depois do golpe final.

Demi Moore Brilha no LACMA e Reescreve as Regras do Envelhecimento em Hollywood

Aos 62 anos, a actriz de Ghost voltou a dominar o tapete vermelho — e a conversa — com um vestido transparente da Gucci e uma mensagem poderosa sobre liberdade, beleza e longevidade feminina.

Demi Moore voltou a fazer história — e não apenas pela moda. A actriz de 62 anos foi uma das grandes estrelas da LACMA Art+Film Gala 2025, em Los Angeles, onde surgiu deslumbrante com um vestido transparente da Gucci, provando que o tempo é apenas um número quando se fala de estilo, confiança e presença.

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O modelo, uma peça em tule fino com gola halter, estava ricamente bordado com motivos florais multicoloridos em missangas, criando um equilíbrio entre sensualidade e elegância. A acompanhar, brincos de diamantes, uma pulseira tipo ténis e vários anéis discretos completaram o visual.

O cabelo — longo, brilhante e solto em ondas naturais — e a maquilhagem minimalista deram o toque final a um dos looks mais comentados da noite.

“Não acreditei nessa ideia de que mulheres mais velhas não devem ter cabelo comprido”

Demi Moore tem falado abertamente sobre o envelhecimento e a forma como o encara com serenidade e liberdade. Em entrevista à Glamour, a actriz recordou a fase em que rapou o cabelo para G.I. Jane (1997):

“Foi uma experiência muito poderosa em vários níveis. Depois disso, simplesmente comecei a deixar o cabelo crescer — talvez também por preguiça, confesso. Não gosto de estar horas na cadeira do cabeleireiro.”

Mas a decisão acabou por se tornar um manifesto pessoal.

“Ouvimos tantas vezes que, à medida que as mulheres envelhecem, devem cortar o cabelo. Eu nunca acreditei nisso. Notei até que muitas mulheres, especialmente na menopausa, cortavam o cabelo quase de forma masculina, como se se dessexualizassem. Eu não quis seguir esse caminho.”

Um novo olhar sobre o futuro

Moore tem partilhado a sua visão inspiradora sobre envelhecer com propósito. “Sinto-me mais energizada agora do que há 20 anos”, afirmou à Esquire. “Olho para alguém como Helen Mirren, que tem mais de 80 anos e continua a fazer papéis desafiantes, e penso: ‘Ainda há tanto para fazer.’”

A actriz reconhece que Hollywood ainda é um espaço exigente com as mulheres, mas recusa ceder ao conformismo:

“Se quero continuar a fazer o tipo de projectos que me interessam, terei de trabalhar de forma diferente — talvez mais arduamente. Mas não acabou até decidirmos que acabou.”

O regresso em grande

Depois de um período afastada dos holofotes para se dedicar às três filhas que tem com Bruce Willis, Demi Moore regressou em força com o filme The Substance, elogiado pela crítica e celebrado como o seu melhor desempenho em anos.

Em entrevista ao Today Show, em Setembro de 2024, deixou uma mensagem que parece resumir o seu estado de espírito actual:

“Quero que as minhas filhas saibam que não há um fim. Este é o momento mais entusiasmante da minha vida.”

Entre a elegância intemporal, a confiança tranquila e a recusa em aceitar os limites que Hollywood impõe às mulheres, Demi Moore continua a provar que a verdadeira beleza está em nunca deixar de evoluir — nem de brilhar.

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James Cameron Presta Tributo a Adam Greenberg: “Não Poderia Ter Feito Terminator Sem Ele”

O realizador de Avatar e Titanic homenageou o lendário diretor de fotografia Adam Greenberg, falecido aos 88 anos, recordando-o como “um mestre” e “uma inspiração que iluminou toda uma geração de cineastas”.

O cinema perdeu uma das suas grandes luzes. O diretor de fotografia Adam Greenberg, nomeado para o Óscar por Terminator 2: Judgment Day, morreu aos 88 anos, e James Cameron — o homem que o dirigiu em dois dos filmes mais icónicos do século XX — prestou-lhe uma sentida homenagem.

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Num comunicado divulgado à Deadline, Cameron descreveu Greenberg como “um mestre da luz e da cor” e confessou que aprendeu com ele lições que ainda hoje o acompanham:

“Aprendi tanto com o Adam — não apenas sobre cinematografia, mas sobre o espírito de fazer cinema de forma independente. Ele nunca deixou que as limitações orçamentais o impedissem de criar arte. Tinha uma energia lutadora, um espírito prático e criativo que me inspirou desde o primeiro dia.”

De The Terminator à perfeição técnica de Judgment Day

Greenberg, nascido em Israel, começou a sua carreira a filmar produções locais antes de se mudar para os Estados Unidos, onde se tornaria diretor de fotografia de The Terminator (1984) — o filme que lançou James Cameron para a ribalta e redefiniu a ficção científica moderna.

Sete anos mais tarde, o reencontro entre os dois em Terminator 2: Judgment Day elevou o patamar técnico e estético da saga, valendo a Greenberg uma nomeação ao Óscar de Melhor Fotografia. Cameron recorda-o como “um perfeccionista da luz e da precisão cromática”:

“Estávamos a rever a versão 3D de T2 e eu discutia com o colorista porque achava que os azuis estavam demasiado roxos. O Adam chegou, olhou e disse: ‘Jim, não achas que precisa de um ponto de ciano?’ — vinte anos depois, ele lembrava-se da cor exacta de uma cena noturna. Isso é precisão. Hoje, vejo cores com os olhos dele.”

O mestre da luz e da noite

Cameron acrescentou que Greenberg o ensinou a usar a cor como narrativa visual e que ninguém filmava cenas noturnas com tanta mestria:

“Ninguém fazia fotografia nocturna como o Adam. Eu orgulho-me da minha câmara de mão, mas aprendi tudo isso sentado ao lado dele. Ele era o mestre.”

O realizador de Avatar e Titanic destacou ainda que Greenberg inspirou toda uma geração de cineastas:

“Houve uma geração inteira que foi influenciada por ele, e um pequeno grupo de nós teve o privilégio de aprender diretamente ao seu lado. O seu talento e espírito farão muita falta.”

Um legado de luz

Ao longo da carreira, Adam Greenberg trabalhou em dezenas de filmes, sempre com a mesma dedicação artesanal. Do cinema israelita à Hollywood dos anos 80 e 90, foi um dos responsáveis por traduzir o olhar de realizadores como Cameron, J. Lee Thompson e Kathryn Bigelow em imagens inesquecíveis.

O também diretor de fotografia Avraham Karpick, que trabalhou com Greenberg em The Ambassador (1984), confirmou a sua morte e lembrou-o como “um artista meticuloso, generoso e apaixonado pela imagem”.

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A sua partida deixa uma sombra profunda — mas, como bem diria James Cameron, a luz de Adam Greenberg continuará a brilhar em cada fotograma que ajudou a criar.

Anthony Hopkins: “A Raiva e a Vingança Foram o Meu Combustível”

Em entrevista à BBC, o lendário actor britânico reflete sobre a infância difícil, a solidão e as lições que moldaram uma das carreiras mais marcantes da história do cinema — de O Silêncio dos Inocentes a The Father.

Sir Anthony Hopkins, hoje com 87 anos, continua a provar que a grandeza artística nasce muitas vezes das feridas mais profundas. Numa entrevista concedida à BBC, o actor galês falou sobre o lançamento da sua autobiografia, We Did OK, Kid, e revisitou um passado marcado pelo isolamento e pelo bullying — experiências que, segundo o próprio, acabaram por alimentar a sua determinação.

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“Fui um miúdo solitário, sempre posto de parte. A raiva e a vingança foram o meu combustível”, confessou Hopkins, lembrando-se dos tempos de infância no País de Gales.

O rapaz que se tornou lenda

Hoje, é difícil imaginar que esse rapaz tímido se tornaria num dos actores mais respeitados da história do cinema. Com duas estatuetas da Academia e papéis icónicos como Hannibal Lecter em O Silêncio dos Inocentes, o mordomo devastado de As Asas do Silêncio (The Remains of the Day) ou o pai com demência em The Father, Hopkins é um exemplo vivo de reinvenção e longevidade artística.

Na entrevista, o actor afirmou que nunca planeou o sucesso:

“Não posso levar crédito por nada disto. Não planeei nada. Acordo de manhã e penso: ‘Ainda cá estou’. E continuo sem perceber porquê.”

Essa humildade, porém, contrasta com a lucidez e o fascínio com que fala sobre a condição humana:

“É um milagre estar vivo. Como é possível que o mesmo ser humano seja capaz de criar Beethoven e Bach… e também Auschwitz? Essa dualidade sempre me fascinou.”

De O Leão no Inverno a O Silêncio dos Inocentes

A carreira cinematográfica de Hopkins começou graças a Peter O’Toole, que o recomendou para O Leão no Inverno(1968). A contracenar com Katharine Hepburn, recebeu dela o conselho que moldaria o seu estilo para sempre:

“Não actues. Apenas diz as falas. Sê verdadeiro.”

Essa abordagem — discreta, contida, quase minimalista — viria a definir o seu método. O próprio Hopkins explicou à BBC:

“Ser calmo. Ser económico. Não mostrar nada. Simplificar, simplificar, simplificar.”

Foi esse domínio do silêncio e da subtileza que tornou o seu Hannibal Lecter ainda mais assustador: um monstro que não precisava de gritar para ser aterrador.

Um artista completo

Além de actor, Anthony Hopkins é também pintor e compositor, e continua a tocar piano regularmente. A BBC descreveu-o como “um homem de arte total, em quem música, poesia e cinema se misturam naturalmente”.

Mesmo à beira dos 88 anos, o actor sente-se mais vivo do que nunca:

“A vida é simples. Fui movido pela raiva e pelo medo, mas aprendi a rir disso tudo. O que vem a seguir? Não sei. Mas estou pronto.”

Hopkins não gosta de se perder em discursos grandiosos sobre “a arte de representar” — prefere resumir tudo a um princípio: autenticidade. E talvez seja por isso que, ao longo de décadas, o público continua a acreditar em cada gesto e cada olhar seu.

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Toy Story 5: Jessie Assume o Papel Principal e Woody Ganha Visual Renovado no Regresso Mais Nostálgico da Pixar

Novas imagens promocionais revelam o visual atualizado de Woody, três novos brinquedos e detalhes surpreendentes sobre o enredo — incluindo uma ilha cheia de Buzz Lightyears perdidos e uma vilã tecnológica chamada Lilypad.

A Pixar prepara-se para regressar ao que melhor sabe fazer: fazer-nos chorar, rir e voltar a acreditar que os brinquedos têm alma. Depois de alguns tropeções de bilheteira, a Disney confirmou que Toy Story 5 chegará aos cinemas em 19 de Junho de 2026, e as primeiras imagens promocionais já estão a fazer vibrar os fãs de todas as idades.

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As ilustrações, reveladas pelo site Toonado.com, mostram Woody com um novo visual: o cowboy de sempre, mas agora com um poncho elegante, num estilo meio “western spaghetti” que promete render uma nova vaga de bonecos nas prateleiras.

Mas as surpresas não ficam por aqui — a grande protagonista desta nova aventura será Jessie, a destemida cowgirl que ganha finalmente o destaque merecido.

Jessie em Missão de Liderança

Segundo Tim Allen, a voz original de Buzz Lightyear, o novo filme será “um reboot dentro da própria saga”, centrado em Jessie:

“É tudo sobre ela. Está em apuros e precisa de ajuda. Estamos todos espalhados, e ela tem de reunir o grupo outra vez.”

Allen adiantou ainda um dos momentos mais delirantes da história: um acidente de avião numa ilha deserta, onde cem bonecos Buzz Lightyear ficam perdidos, todos em modo de demonstração. “É hilariante”, disse o actor. “Espero que mantenham essa parte no filme.”

A Nova Ameaça: A Tecnologia

Em Toy Story 5, os brinquedos terão de enfrentar o maior inimigo dos tempos modernos — a tecnologia. Jessie começa o filme como líder no quarto de Bonnie, mas a chegada de Lilypad, um tablet falante em forma de sapo, ameaça a harmonia.

Woody regressa à ação quando os brinquedos percebem que Lilypad quer substituir todos eles por jogos digitais. O confronto promete ser tanto emocional quanto visualmente explosivo.

Novas Caras no Quarto de Bonnie

O filme introduz também três novos brinquedos: AtlasSmarty Pants (voz de Conan O’Brien) e Snappy, que devem juntar-se à turma de Bonnie e trazer o habitual humor que equilibra drama e aventura.

O elenco original regressa quase completo: Tom Hanks volta a dar voz a Woody, Tim Allen a Buzz, Joan Cusack a Jessie, Tony Hale a Forky, Ernie Hudson a Combat Carl — e Anna Faris junta-se como a voz da vilã Lilypad.

O Regresso de Andrew Stanton

A realização e o argumento estão a cargo de Andrew Stanton, um dos nomes mais respeitados da Pixar, responsável por clássicos como Procurando Nemo e WALL·E. A promessa é de uma história com a mesma alma e sensibilidade que tornaram Toy Story um fenómeno cultural há quase três décadas.

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E, se há algo que a Pixar sabe fazer, é transformar finais definitivos em novos começos — porque, aparentemente, o adeus de Toy Story 4 foi só um “até já”.

John Oliver Arrasa Trump Pelo Baile “Great Gatsby” Enquanto Milhões Ficam Sem Apoio Alimentar

O apresentador de Last Week Tonight criticou o ex-presidente por organizar uma festa luxuosa em Mar-a-Lago no mesmo dia em que o seu governo suspendeu os benefícios alimentares para 42 milhões de americanos.

Enquanto milhões de famílias norte-americanas ficaram sem apoio alimentar, Donald Trump decidiu vestir o fato de Jay Gatsby e dar uma festa de Halloween em Mar-a-Lago. O contraste — entre a opulência dourada da festa e o desespero de quem depende do programa SNAP (Supplemental Nutrition Assistance Program) — não passou despercebido a John Oliver, que dedicou boa parte do episódio deste domingo de Last Week Tonight a desmontar o absurdo da situação.

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O comediante britânico, conhecido por misturar sátira e indignação em doses precisas, não poupou palavras:

“Não é só insultuoso”, começou Oliver, “é também um murro no estômago para qualquer aluno do secundário que acabou de escrever um ensaio de 4.000 palavras sobre O Grande Gatsby como uma reflexão sobre o colapso do Sonho Americano — e depois liga a CNN e vê que afinal é apenas um livro sobre ricos a fazerem festas.”

“A Little Party Never Killed Nobody”?

O tema da festa, revelou Oliver, era “A Little Party Never Killed Nobody” — “Uma pequena festa nunca matou ninguém”. A ironia, claro, não lhe escapou:

“Pois, é verdade. Uma pequena festa pode não matar ninguém. Mas um Grand Old Party [jogo de palavras com GOP, o Partido Republicano] é perfeitamente capaz de destruir milhões de vidas — e, infelizmente, eles não parecem dar uma única porcaria de mármore e ouro sobre isso.”

A crítica de Oliver surge após o governo Trump ter suspenso os benefícios alimentares do SNAP a mais de 42 milhões de americanos, alegando restrições legais sobre o uso de fundos de contingência do Departamento da Agricultura.

Um país dividido entre champanhe e filas no banco alimentar

A medida gerou indignação e múltiplas ações judiciais de estados e cidades, tentando forçar a administração a desbloquear os 6 mil milhões de dólares reservados para emergências. Dois juízes federais já ordenaram a utilização desses fundos, mas o governo insiste que “precisa de mais orientação jurídica” — um processo que poderá atrasar os pagamentos por várias semanas, mesmo no melhor cenário.

Entretanto, bancos alimentares em todo o país registam um aumento drástico de procura, enquanto Trump continua a culpar os democratas pelo impasse orçamental que levou ao encerramento parcial do governo.

Na sua rede Truth Social, o ex-presidente chegou a afirmar que seria “uma honra fornecer o financiamento, tal como fiz com os militares e a polícia” — uma frase que, para John Oliver, resume perfeitamente o cinismo da administração: “Grande Gatsby, versão MAGA: um império de ouro e espelhos que ignora a fome à sua volta.”

A sátira como resistência

Com o seu humor ácido e lucidez desconcertante, Oliver voltou a transformar o noticiário em crítica social — lembrando que, por detrás das festas de luxo e das manchetes políticas, há milhões de pessoas a lutar apenas por um prato de comida.

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E enquanto Trump dança entre colunas douradas ao som de “A Little Party Never Killed Nobody”, o resto da América pergunta-se quem paga a conta dessa festa.

Trump Chama Seth Meyers de “Lunático Sem Talento” — e os Comediantes Agradecem o Material

O ex-presidente dos Estados Unidos voltou a atacar o humorista Seth Meyers, desta vez por piadas sobre… catapultas navais. A saga Trump vs. Comediantes ganha mais um episódio, digno de “Saturday Night Live”.

Donald Trump está em plena forma — pelo menos no que toca a insultos nas redes sociais. Desta vez, o alvo é Seth Meyers, apresentador do Late Night da NBC, que ousou gozar com o seu mais recente discurso sobre… catapultas em porta-aviões.

Num longo desabafo publicado na sua rede Truth Social, Trump chamou Meyers de “a pessoa menos talentosa da história da televisão”, acrescentando que ele seria “o pior intérprete, ao vivo ou gravado”.

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O motivo da fúria? Uma sequência de piadas que o comediante fez sobre o fascínio de Trump por catapultas elétricas e a sua promessa de restaurar o uso de catapultas a vapor nos navios da marinha norte-americana.

“Catapultas a vapor para salvar a América”

Durante uma visita às tropas no Japão, Trump afirmou saber “muito sobre estes navios” e prometeu um decreto presidencial para “voltar às catapultas a vapor, porque as elétricas são uma estupidez cara”.

Meyers, naturalmente, não resistiu:

“O homem passa mais tempo a pensar em catapultas do que o Wile E. Coyote!” — brincou o apresentador, numa referência ao personagem dos Looney Tunes.

E foi mais longe, imitando a voz de Trump:

“Nós costumávamos amarrar os nossos soldados aos foguetes, e eles adoravam. Mas depois tudo ficou woke, e disseram que já não se pode amarrar uma pessoa a um foguete. Vamos trazer esses tempos de volta!”

O público riu. Trump, claro, não.

“Um lunático sem talento”

Na sua publicação, o ex-presidente respondeu sem qualquer sentido de humor:

“Vi o programa pela primeira vez em anos, e o tipo é um lunático verdadeiramente perturbado. Por que é que a NBC desperdiça dinheiro num tipo destes?”

Trump acrescentou ainda que Meyers “não tem talento”, “não tem audiências” e é “100% anti-Trump, o que provavelmente é ilegal” — uma observação que, ironicamente, gerou ainda mais gargalhadas entre os comediantes americanos.

A eterna guerra com os “late nights”

Esta não é a primeira vez que Trump entra em guerra com o mundo da comédia televisiva. Em Agosto, já tinha atacado Meyers depois de saber que a NBC renovara o contrato do apresentador, chamando-lhe “criança insegura com a personalidade de uma almofada molhada”.

Mas Seth Meyers não está sozinho. A lista de humoristas que fazem de Trump o seu tema favorito inclui Jimmy Kimmel, Stephen Colbert, Jon Stewart e John Oliver, todos alvos recorrentes da fúria presidencial.

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E, de certa forma, Trump parece estar a cumprir o seu papel — porque, tal como os melhores punchlines, ele nunca desilude em entregar material.

Episódio seguinte: “A Vingança das Catapultas”?

Entre insultos e promessas absurdas de política naval, a saga Comediantes vs. Trump continua a ser uma das séries mais duradouras da televisão americana — com novos capítulos semanais, transmitidos em direto e, claro, sem qualquer sinal de fim à vista.

Godzilla Minus Zero: O Monstro Japonês Regressa com Sequela e Novo Logótipo

Depois do sucesso colossal de Godzilla Minus One, que conquistou o público e os Óscares, Takashi Yamazaki regressa para realizar, escrever e criar os efeitos visuais da sequela — agora oficialmente intitulada Godzilla Minus Zero.:

O rugido mais famoso do cinema voltou a ecoar — e com ele, uma nova era para o mítico kaiju. Dois anos depois do êxito global de Godzilla Minus One, o realizador Takashi Yamazaki confirmou oficialmente o regresso da criatura com a sequela intitulada Godzilla Minus Zero, revelada durante o Godzilla Fest 2025, em Tóquio.

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O anúncio foi acompanhado pela apresentação do primeiro logótipo oficial, desenhado à mão pelo próprio Yamazaki — um detalhe que sublinha a assinatura pessoal e artística do cineasta, que volta a acumular as funções de realizador, argumentista e supervisor de efeitos visuais.

Um sucesso que redefiniu o monstro

Lançado em 2023, Godzilla Minus One tornou-se um fenómeno inesperado. Com um orçamento modesto (entre 10 e 15 milhões de dólares), o filme rendeu 113 milhões de dólares em todo o mundo, conquistando crítica e público.

Com 99% de aprovação crítica e 98% de aprovação do público no Rotten Tomatoes, o filme foi considerado uma das melhores entradas de sempre na franquia, elevando o monstro japonês a um novo patamar emocional e cinematográfico.

Além disso, Minus One fez história ao tornar-se o primeiro filme asiático a vencer o Óscar de Melhores Efeitos Visuais, um feito que consolidou o nome de Yamazaki e da Toho Studios como forças criativas de referência no cinema de género.

Yamazaki regressa com ambição e liberdade criativa

O realizador já tinha deixado pistas em Fevereiro de 2025, revelando que estava “a escrever o argumento e a trabalhar nos storyboards” de um novo filme sobre Godzilla. Agora, com o título e o logótipo revelados, a expectativa cresce: Godzilla Minus Zero será uma continuação direta de Minus One?

Tudo indica que sim, embora a Toho ainda não tenha confirmado oficialmente. Sabe-se, contudo, que Yamazaki terá um orçamento maior e total liberdade criativa para expandir o universo introduzido no filme anterior — uma abordagem mais intimista e devastadora da criatura, que simbolizava a reconstrução do Japão pós-guerra.

O império Godzilla não abranda

O anúncio de Godzilla Minus Zero surge num momento de efervescência para o monstro mais icónico do cinema. Além do novo filme da Toho, o MonsterVerse ocidental regressará em 2027 com Godzilla x Kong: Supernova, produzido pela Legendary, que promete continuar a exploração do confronto entre os dois titãs.

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Mas, para muitos fãs, é o universo japonês que continua a capturar o verdadeiro espírito do kaiju: uma metáfora sobre trauma, destruição e renascimento.

Por enquanto, a Toho mantém segredo absoluto sobre a história e a data de estreia — mas, com o título e o logótipo já revelados, não deverá demorar muito até que o primeiro trailer nos mostre o rugido de Godzilla a ecoar novamente.

David Harbour Tenta Manter o Controle Enquanto as Acusações de Millie Bobby Brown e as Canções de Lily Allen o Colocam Sob Fogo Cruzado

Entre conselhos paternais aos colegas de Stranger Things e as farpas musicais da ex-mulher Lily Allen, o actor vive dias de turbulência mediática — com acusações de assédio e infidelidade a pairar no ar.:

David Harbour parece viver um verdadeiro episódio de Stranger Things fora do ecrã — um daqueles em que o caos começa silenciosamente antes de engolir tudo à volta.

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Enquanto enfrenta uma alegada investigação interna da Netflix devido a acusações de assédio e bullying feitas por Millie Bobby Brown, o actor tentou projetar uma imagem serena e paternal em declarações recentes à Esquire Espanha, onde falou sobre o seu papel de mentor junto do elenco mais jovem da série.

“Eles são todos bons miúdos”, disse Harbour, referindo-se a Millie (21 anos), Finn Wolfhard (22), Noah Schnapp (21), Caleb McLaughlin (24), Sadie Sink (23) e Gaten Matarazzo (23). “O que digo sempre é que agarrem-se à arte. O que podem controlar é a vossa paixão pela narrativa, pela expressão artística, pela vossa voz.”

Harbour confessou ainda que gostaria de ver Gaten Matarazzo, por exemplo, “a interpretar o Rei Lear aos 70 anos”, sublinhando que o importante é “pensar em carreiras longas e significativas”.

A sombra das acusações

As declarações ganham agora outro peso à luz das revelações do Mail on Sunday. Segundo o jornal britânico, Millie Bobby Brown apresentou “páginas e páginas de acusações” contra Harbour, antes das filmagens da última temporada de Stranger Things.

A jovem actriz terá, inclusive, sido acompanhada por um representante pessoal durante as gravações, uma medida rara no mundo das grandes produções televisivas. A Netflix não comentou oficialmente o caso, mas a investigação interna terá demorado “meses”.

Harbour, que interpreta o carismático polícia Jim Hopper, não foi acusado de qualquer conduta sexual imprópria, mas a situação levantou preocupações quanto ao ambiente nos bastidores da série.

Lily Allen, música e ironia

Como se o turbilhão profissional não bastasse, a vida pessoal do actor americano também está em chamas. A sua ex-mulher, Lily Allen, tem usado a música como arma emocional, lançando faixas onde insinua — ou praticamente confirma — as suas infidelidades.

No Halloween, a cantora britânica vestiu-se de Madeline, a protagonista de um clássico infantil francês — e também o nome da canção do seu novo álbum, West End Girl, onde expõe o colapso do casamento. Nas letras, Lily pergunta repetidamente: “Who the f*** is Madeline?”, um refrão que muitos interpretam como uma referência codificada à alegada amante de Harbour, uma figurinista mais jovem com quem ele teria mantido um caso de três anos.

O álbum inteiro pinta o retrato de um relacionamento em ruína, cheio de desconfiança e traição. “Há coisas que aconteceram na minha vida real e que estão refletidas neste disco”, admitiu Lily.

Entre o pai protetor e o homem em queda

O contraste é gritante: o actor que se apresenta como uma figura paternal e inspiradora para o elenco jovem de Stranger Things é o mesmo que enfrenta acusações sérias de assédio e um divórcio mediático repleto de alusões a infidelidades.

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Enquanto os fãs aguardam o estrear da temporada final da série, a 26 de Novembro, uma coisa é certa — o verdadeiro drama, por agora, está a acontecer fora de Hawkins.

Ripple – Laços Invisíveis: Quando Pequenas Decisões Mudam Tudo

A nova série dramática chega a Portugal a 4 de Novembro, no TVCine Emotion, com uma história que entrelaça quatro vidas em Nova Iorque num poderoso retrato sobre destino, empatia e a força das ligações humanas.

Há histórias que nos fazem repensar a forma como o acaso molda a vida — Ripple – Laços Invisíveis é uma delas. A série, que estreia em Portugal esta terça-feira, 4 de Novembro, às 22h10, em exclusivo no TVCine Emotion e TVCine+, é um drama emotivo sobre esperança, dor e reencontros inesperados, com Nova Iorque como palco central.

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Quatro vidas, um mesmo destino

Os protagonistas — Nate, Kris, Walter e Aria — vivem na mesma cidade, partilham ruas, cafés e transportes, mas nunca se cruzaram verdadeiramente. Até que um conjunto de pequenas decisões quotidianas desencadeia o inevitável: os seus caminhos colidem, revelando como gestos aparentemente banais podem ter consequências profundas.

Ao longo de oito episódios, o espectador mergulha nas histórias pessoais de cada um, descobrindo feridas antigas, segredos guardados e momentos de viragem que provam como o efeito de uma única ação pode propagar-se como uma onda — daí o título Ripple (“onda” ou “ripple effect”, o efeito dominó).

O arco-íris depois da tempestade

Mais do que uma narrativa sobre encontros e desencontros, Ripple – Laços Invisíveis deixa uma mensagem clara: mesmo nas fases mais sombrias, há sempre a possibilidade de recomeçar. “Por vezes, as coisas boas na vida apenas nos acontecem depois de uma tempestade. Basta esperar pelo arco-íris”, lê-se na apresentação da série.

Criada por Michele Giannusa, a produção conta com um elenco talentoso e diversificado, incluindo Frankie FaisonJulia ChanIan Harding e Sydney Agudong. Juntos, dão corpo a personagens realistas, frágeis e profundamente humanas.

Uma série sobre empatia e humanidade

Nunca estamos verdadeiramente sozinhos. Essa é a premissa que atravessa todos os episódios de Ripple – Laços Invisíveis, onde cada gesto, cada palavra e cada encontro têm um peso simbólico. Num mundo em que as pessoas parecem cada vez mais desligadas, esta série propõe o oposto: um regresso à empatia e à partilha emocional.

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Com uma fotografia elegante e um argumento introspectivo, Ripple promete emocionar e inspirar quem acredita que o destino, por vezes, gosta de brincar connosco — mas também de nos unir quando menos esperamos.

Acordo em Ruptura: Disney Retira Canais da YouTube TV e Deixa Milhões sem ABC nem ESPN

As negociações entre os gigantes Disney e Google colapsaram — e os espectadores americanos perderam acesso a canais como ABC, ESPN, FX e Nat Geo. O impasse promete abalar o mundo do streaming e da televisão desportiva.

O mundo do entretenimento voltou a mergulhar em turbulência. A Disney decidiu retirar todos os seus canais da YouTube TV depois de falharem as negociações com a Google sobre um novo acordo de distribuição de conteúdos. Resultado? Milhões de subscritores nos Estados Unidos acordaram sem acesso à ABC, ESPN, Disney Channel, FX e Nat Geo.

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A ruptura foi confirmada na noite de quinta-feira, quando a própria YouTube TV anunciou num comunicado que a Disney “cumpriu a ameaça de suspender os seus conteúdos” devido ao impasse nas conversações.

Um apagão que chega em má altura

A interrupção chega num dos fins-de-semana mais movimentados do calendário desportivo norte-americano: há jogos de futebol universitário, NBA, NFL e NHL — todos transmitidos habitualmente pelos canais da Disney, sobretudo a ESPN.

“Sabemos que esta é uma situação frustrante para os nossos subscritores”, declarou a YouTube TV. “Continuamos a apelar à Disney para que colabore de forma construtiva e se chegue a um acordo justo que restaure os seus canais na nossa plataforma.”

Para tentar atenuar o desagrado dos clientes, a YouTube TV prometeu um crédito de 20 dólares a quem ficar sem acesso prolongado aos canais da Disney. O plano base da plataforma custa atualmente 82,99 dólares por mês.

Dois gigantes em rota de colisão

Por detrás do conflito está uma disputa clássica: quem paga quanto, e a quem. A Google acusa a Disney de utilizar “a ameaça de apagão como táctica de negociação”, alegando que isso levaria a preços mais altos para os assinantes.

A Disney respondeu sem rodeios, acusando a empresa de Mountain View de se recusar a pagar “valores justos pelos nossos canais” e de usar o seu poder de mercado “para eliminar a concorrência e distorcer os termos que todos os outros distribuidores aceitaram”.

Com um valor de mercado superior a 3 biliões de dólares, a Google é vista pela Disney como um adversário difícil de dobrar. Ainda assim, a empresa do Mickey afirma estar “comprometida em alcançar uma resolução o mais rapidamente possível”.

Um confronto com sabor estratégico

Este embate não é apenas uma questão de tarifas — é também uma jogada estratégica no tabuleiro do streaming. Ao retirar os seus conteúdos da YouTube TV, a Disney beneficia indiretamente as suas próprias plataformas, como o Hulu + Live TV e o Fubo, que continuam a transmitir os mesmos canais.

Entretanto, a YouTube TV, o maior serviço de televisão via internet nos EUA com mais de 9 milhões de assinantes, enfrenta agora o desafio de manter os utilizadores satisfeitos num mercado cada vez mais competitivo e fragmentado.

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Uma coisa é certa: enquanto os gigantes lutam por números e contratos, são os espectadores que ficam no meio, a olhar para um ecrã vazio onde antes passavam os jogos e as séries do costume.

Tempestade em Hawkins: Millie Bobby Brown Terá Acusado David Harbour de Bullying no Set de Stranger Things

Segundo o Daily Mail, a jovem estrela de Enola Holmes terá apresentado uma queixa formal contra o actor que interpreta Jim Hopper — um caso que poderá abalar o clima nos bastidores da última temporada da série da Netflix.

As luzes de Hawkins voltaram a piscar — mas desta vez, não é por causa do Demogorgon. Millie Bobby Brown, estrela de Stranger Things, terá acusado o seu colega de elenco David Harbour de comportamento abusivo e bullying durante as filmagens da série da Netflix.

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De acordo com uma investigação publicada pelo Daily Mail, a actriz de 21 anos apresentou uma queixa formal contra Harbour antes do início das gravações da quinta e última temporada. Fontes citadas pelo jornal afirmam que “houve páginas e páginas de acusações” e que a investigação interna “durou meses”.

Embora o desfecho dessa investigação não tenha sido divulgado, é referido que Millie Bobby Brown terá filmado o episódio final acompanhada por um representante pessoal no set — uma medida pouco habitual em produções deste calibre. Importa sublinhar que o actor, de 50 anos, não foi acusado de qualquer tipo de impropriedade sexual.

Um elo paternal que agora parece quebrado

A notícia surpreende sobretudo porque, durante anos, Harbour falou abertamente sobre a relação de carinho e protecção que sentia pela jovem actriz. “Conheci a Millie quando ela ainda era uma criança. Tenho um sentimento de protecção por ela, preocupo-me com o que a fama lhe pode causar”, disse o actor em 2021, no podcast That Scene with Dan Patrick.

Harbour tinha então 41 anos e Brown apenas 12, quando Stranger Things se tornou um fenómeno global em 2016. A química entre ambos — como a improvável dupla pai e filha, Hopper e Eleven — foi um dos pilares emocionais da série.

Drama fora do ecrã

A polémica surge num momento particularmente conturbado para Harbour. O actor, que se separou recentemente da cantora Lily Allen, vê agora a sua vida pessoal exposta. Allen terá deixado várias referências à infidelidade do ex-marido no seu novo álbum West End Girl, lançado a 24 de Outubro. Na faixa Dallas Major, canta sobre uma relação “aberta” e um parceiro que “levava uma vida dupla”.

Nos bastidores, fontes próximas garantem que Allen “o apoiou durante todo o processo” de investigação interna conduzida pela Netflix, apesar das dificuldades conjugais.

Netflix mantém silêncio absoluto

Contactada pelo Daily Mail, a Netflix recusou-se a comentar, alegando que “nunca faz declarações sobre investigações internas”. Ainda assim, uma fonte próxima do estúdio deixou escapar uma frase reveladora: “O facto de não terem negado diz muito.”

O lançamento da temporada final de Stranger Things continua agendado para 26 de Novembro, e dentro da plataforma há confiança de que “nada vai ofuscar este momento”. Afinal, trata-se do grande encerramento de uma série que ajudou a colocar a Netflix no mapa e que se tornou um fenómeno cultural à escala global.

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Mas, com as acusações agora a circular, é difícil evitar a sensação de que a recta final de Stranger Things poderá ser tão tensa fora do ecrã quanto dentro dele.

Lily Allen Abre o Coração em West End Girl: Dor, Verdade e o Lado Sombrio do Amor Moderno

O novo álbum da cantora britânica mistura confissão e crítica social: entre a separação de David Harbour, o apoio inesperado de Alison Sudol e uma reflexão corajosa sobre as relações abertas no século XXI.

Lily Allen está de volta — e sem filtros. O seu novo álbum, West End Girl, é uma das obras mais comentadas do ano, não só pelo conteúdo emocionalmente intenso, mas também pelas implicações pessoais e sociais que levanta. Descrito como “brutalmente honesto”, o disco mergulha nas dores do fim do seu casamento com o actor David Harbour (Stranger Things) e desmonta, com coragem, a ideia romântica da “não-monogamia moderna”.

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Desde o lançamento, o álbum tem gerado reacções em todo o mundo — e até um apoio público inesperado. Alison Sudol, actriz e antiga namorada de Harbour (conhecida pelos filmes Monstros Fantásticos), reagiu ao disco no Instagram com sete emojis de chama, numa mensagem curta, mas carregada de significado. O gesto foi visto como uma forma de solidariedade para com a cantora e o tom confessional de West End Girl.

Entre o Amor e o Caos

Com letras intensas e confissões que misturam dor e ironia, West End Girl narra o desmoronar de um casamento e a tentativa falhada de o reconstruir através de um relacionamento aberto. Em canções como RuminatingRelapse e Madeline, Allen descreve a exaustão e o vazio emocional de uma mulher que tenta adaptar-se à “liberdade” que lhe é imposta.

Tentei ser a esposa moderna”, canta Lily em Relapse, antes de admitir: “Mas odeio este lugar.”

É uma frase simples, mas devastadora — uma negação da ideia de que a não-monogamia é sempre libertadora.

Noutra faixa, Madeline, a cantora expõe o desconforto de uma relação “aberta” conduzida com desigualdade. “Tínhamos um acordo — sê discreto, não sejas evidente”, canta. Em vez de libertação, o álbum mostra uma mulher à deriva entre a vulnerabilidade e a tentativa de manter dignidade.

Entre a Ficção e a Realidade

Lily Allen insiste que o disco é narrado por um “alter ego”, mas a fronteira entre arte e vida pessoal é ténue. A cantora viveu em Nova Iorque com Harbour e as suas filhas, tal como a protagonista do álbum. Há ainda referências subtis à sua estreia teatral em Londres, em 2:22 – A Ghost Story, e à casa decorada pelo designer Billy Cotton — coincidências que tornam impossível não ver West End Girl como uma confissão disfarçada de ficção.

Harbour, por sua vez, tem mantido silêncio. O actor classificou a cobertura mediática da separação como “exagerada” e recusou envolver-se no que chamou de “espectáculo humilhante”. Ainda assim, o impacto do álbum é inegável — e, para muitos fãs, representa um verdadeiro acerto de contas com o passado.

Nem Vingança, Nem Perdão

Apesar do tom doloroso, Allen tem deixado claro que o álbum não é um exercício de revanche. Em entrevista à Interview Magazine, afirmou: “Escrevi este disco em dez dias, no meio do caos. Hoje sinto-me diferente — não quero vingança, só quis pôr a minha verdade em cima da mesa.”

Essa verdade é dura: West End Girl expõe a fragilidade emocional escondida sob a retórica do “amor livre” e mostra como certas experiências podem deixar marcas profundas. Ao contrário de outros autores que celebram a não-monogamia como um caminho para a liberdade pessoal, Allen apresenta-a como um processo de perda e desorientação.

Um Espelho da Modernidade

Mais do que uma história pessoal, West End Girl é uma reflexão sobre as relações contemporâneas e a pressão cultural para transformar intimidade em performance. Lily Allen mostra que, por trás da linguagem da “consciência emocional” e da “autenticidade”, há muitas vezes solidão, ciúme e desilusão.

Ao mesmo tempo, a artista transforma essa vulnerabilidade em força criativa. O álbum é confessional sem ser cru, íntimo sem ser invasivo — e traz de volta uma Lily Allen mais madura, mas ainda mordaz.

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Em Março de 2026, a cantora regressa aos palcos com a sua primeira digressão em sete anos, com datas em Glasgow, Liverpool, Newcastle, Bristol, Cardiff e duas noites no icónico London Palladium. Depois de transformar a dor em arte, Allen está pronta para o reencontro com o público — e, talvez, com ela própria.

Denise Richards Brilha no Halloween com Visual de Coelhinha da Playboy — e Mostra que Está de Volta em Grande Forma

A actriz e antiga modelo posou nas redes sociais com um disfarce icónico, lembrando os tempos da Playboy e celebrando a recuperação após uma cirurgia delicada.

Denise Richards mostrou este Halloween que continua a saber dominar o centro das atenções. A actriz e antiga modelo norte-americana, conhecida pelos seus papéis em Starship TroopersWild Things e The World Is Not Enough, surgiu nas redes sociais com um visual que não deixou ninguém indiferente: o clássico fato de coelhinha da Playboy.

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Num conjunto de fotografias partilhadas no Instagram, Richards aparece com o icónico disfarce preto justo, o colarinho branco e as orelhas de coelho — uma homenagem divertida e ousada ao passado que a tornou um símbolo de sensualidade nos anos 90 e 2000.

Um Regresso em Força

A escolha não foi por acaso. Em Dezembro de 2004, poucos meses depois de dar à luz a filha Sami, Denise posou para a Playboy, protagonizando uma das edições mais vendidas da revista naquele ano. Agora, duas décadas depois, a actriz parece ter querido revisitar esse momento marcante da sua carreira, provando que continua em excelente forma e com o mesmo sentido de humor.

Mas o momento também tem um sabor de superação pessoal. Recentemente, Denise Richards passou por uma cirurgia de revisão mamária, após ter sofrido uma ruptura durante as filmagens do programa de resistência Special Forces: World’s Toughest Test. Pouco tempo depois, revelou estar “a sentir-se novamente ela própria” e pronta para voltar a usar biquíni com confiança.

O look de Halloween parece ser a confirmação dessa promessa — uma forma simbólica de mostrar que recuperou totalmente e que continua a abraçar a vida (e a diversão) com entusiasmo.

De Modelo a Estrela de Hollywood

Antes de se tornar actriz, Denise Richards construiu uma carreira de sucesso como modelo internacional, desfilando em campanhas para grandes marcas e participando em videoclipes nos anos 80 e 90. O salto para o cinema deu-se com o sucesso de Starship Troopers (1997), seguido de Wild Things (1998) e do papel de Bond Girl em The World Is Not Enough (1999), onde contracenou com Pierce Brosnan.

Mais recentemente, Richards tem aparecido em reality shows como The Real Housewives of Beverly Hills e em séries televisivas como Paper Empire e Glow & Darkness, além de manter uma presença constante nas redes sociais, onde partilha momentos com as filhas e projectos profissionais.

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Aos 54 anos, Denise continua a ser uma das figuras mais carismáticas e resilientes de Hollywood — e o seu disfarce de Halloween, simultaneamente nostálgico e divertido, é a prova disso mesmo.

Predator: Badlands — Poderá o Caçador Voltar a Dominar o Box Office?

Sete anos depois, o temível extraterrestre regressa ao grande ecrã. A Disney aposta forte com Badlands, mas o sucesso comercial ainda está longe de garantido.

O mais letal caçador do cinema está de volta. Predator: Badlands, o novo capítulo da saga de ficção científica, chega finalmente às salas de cinema a 7 de Novembro — o primeiro lançamento em grande ecrã da franquia em sete anos. Depois do sucesso crítico de Prey (2022), lançado exclusivamente na Hulu, a Disney e a 20th Century Studios esperam que o realizador Dan Trachtenberg consiga devolver o poder de fogo da série ao box office.

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Mas será suficiente? As previsões iniciais não são encorajadoras. De acordo com o Box Office TheoryBadlands deverá estrear-se com valores entre os 17 e os 25 milhões de dólares nos Estados Unidos — um número modesto para uma superprodução que, segundo analistas, poderá ter custado cerca de 80 milhões.

O Passado Pesa… e o Futuro Também

Desde o filme original de 1987, protagonizado por Arnold Schwarzenegger, a saga Predator nunca conseguiu atingir o estatuto financeiro da sua “prima” intergaláctica, Alien. Mesmo o título mais rentável da série, Alien vs. Predator (2004), arrecadou “apenas” 177 milhões de dólares em todo o mundo.

As restantes aventuras têm mantido receitas globais próximas dos 100 milhões, um valor respeitável mas longe de justificar grandes orçamentos. Predators (2010) e The Predator (2018) abriram ambos com cerca de 25 milhões de dólares e fecharam com resultados mundiais entre 127 e 160 milhões.

Para a Disney, Badlands precisa de números substancialmente mais altos para ser considerado um sucesso. O estúdio mira, no mínimo, o desempenho de Alien: Romulus, que estreou com 42 milhões e ultrapassou os 350 milhões em bilheteira global.

Uma Nova Era, Um Novo Predador

Ambientado num futuro distante, Predator: Badlands segue um jovem Predador (interpretado por Dimitrius Schuster-Koloamatangi) banido do seu clã e forçado a lutar pela sobrevivência num planeta hostil. O destino cruza-o com Thia, uma andróide da corporação Weyland-Yutani — interpretada por Elle Fanning —, numa ligação direta ao universo de Alien.

A aposta em Fanning e na ligação entre as duas sagas é uma clara jogada estratégica da Disney, que tenta transformar Predator numa marca tão global e rentável quanto a de Ridley Scott. Além disso, o filme recebeu uma classificação PG-13, o que poderá atrair um público mais jovem e ampliar o alcance comercial.

O Desafio do Regresso ao Cinema

O grande obstáculo de Badlands poderá ser o próprio histórico recente da franquia. O êxito de Prey no streaming consolidou a ideia de que Predator é uma saga “para ver em casa”, o que complica o regresso à experiência cinematográfica.

A estreia chega, aliás, num período morno para o box office, logo após o Halloween — uma altura em que o público pode estar ansioso por um blockbuster, mas também distraído por estreias concorrentes, como The Running Man e Now You See Me: Now You Don’t, agendadas para a semana seguinte.

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Ainda assim, o filme de Trachtenberg conta com uma base de fãs fiel e com o potencial de um bom word of mouth. Se a crítica e o público reagirem positivamente, Predator: Badlands pode transformar-se na surpresa de fim de ano que a Disney tanto precisa.

Resta saber se o caçador voltará a ser a presa — ou se conseguirá finalmente reclamar o trono de rei do sci-fi de ação.

Famke Janssen Revela: “A Marvel Nunca Me Pediu Para Voltar Como Jean Grey”

A estrela da trilogia original de X-Men confirma que nunca foi contactada para regressar ao papel que a tornou icónica — mesmo com vários colegas a caminho de Avengers: Doomsday.

Famke Janssen, a inesquecível Jean Grey dos filmes originais de X-Men, voltou a falar sobre o papel que marcou a sua carreira — e deixou claro que, até hoje, a Marvel nunca a convidou para regressar ao universo mutante.

Em entrevista à Entertainment Weekly, a actriz de 60 anos afirmou que “nunca, nunca, jamais” recebeu qualquer contacto do estúdio. “É curioso, porque todas as entrevistas que faço acabam por tocar nesse assunto. Parece que é o único tema que sobrevive, independentemente do que eu diga”, explicou, entre risos.

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Janssen está actualmente a promover a série Amsterdam Empire, disponível na Netflix, mas reconhece que o público continua a associá-la à poderosa telepata dos X-Men. “Devo sentir-me lisonjeada, suponho. É bom perceber que a personagem ainda ressoa nas pessoas, mesmo tantos anos depois”, acrescentou.

Um Legado Que Continua a Ser Recordado

Famke Janssen foi uma das protagonistas da trilogia original de X-Men produzida pela 20th Century Fox, interpretando Jean Grey — e mais tarde a sua alter ego destrutiva, Fénix Negra — em cinco filmes entre 2000 e 2014. A sua última aparição aconteceu em X-Men: Days of Future Past, num cameo que encerrou simbolicamente uma era.

A personagem viria a ser reinterpretada por Sophie Turner (Game of Thrones) em X-Men: Apocalypse (2016) e Dark Phoenix (2019), mostrando uma versão mais jovem da heroína.

Desde que a Disney adquiriu a 21st Century Fox, em 2017, os direitos dos X-Men passaram para a Marvel Studios. No entanto, Kevin Feige, presidente do estúdio, já indicou que o elenco será completamente renovado quando o universo mutante for oficialmente integrado no MCU.

Colegas de Volta, Mas Jean Grey Fica de Fora

Apesar da ausência de Janssen, vários dos seus antigos colegas vão regressar em Avengers: Doomsday, previsto para estrear a 18 de Dezembro de 2026. Patrick Stewart e Ian McKellen (Professor X e Magneto) estão confirmados, assim como Alan Cumming (Nightcrawler), Rebecca Romijn (Mystique), James Marsden (Cyclops) e Kelsey Grammer (Beast).

Stewart já regressara brevemente como Professor X em Doctor Strange in the Multiverse of Madness (2022), e Grammer fez um cameo como Beast em The Marvels (2023). Halle Berry, que interpretou Storm, também não faz parte do elenco de Doomsday, embora tenha revelado que Blake Lively a abordou em 2024 sobre a possibilidade de uma aparição em Deadpool & Wolverine — convite que acabou por não se concretizar.

De Fénix a Nova Fase

Enquanto a Marvel se prepara para reinventar os X-Men no grande ecrã, Famke Janssen parece seguir um caminho diferente, focada em novos projectos televisivos e cinematográficos. A actriz holandesa, que começou como modelo antes de se afirmar em Hollywood com papéis em filmes como GoldenEye e Taken, mantém uma carreira sólida e discreta, longe dos holofotes do universo dos super-heróis.

E, embora o seu telefone da Marvel nunca tenha tocado, a sua Jean Grey continua gravada na memória colectiva dos fãs — como a primeira, e talvez mais enigmática, Fénix do cinema.

Keanu Reeves Volta à Ficção Científica em “Shiver” — Um “Edge of Tomorrow” com Tubarões, Mercenários e um Loop Temporal

Antes do regresso a John Wick e ao tão aguardado Constantine 2, Keanu Reeves mergulha num novo thriller de ação e ficção científica — e desta vez, o perigo vem do mar.

Keanu Reeves parece ter feito um pacto com o tempo — não só por continuar com a energia de um jovem herói de ação aos 61 anos, mas também porque o seu próximo filme o coloca literalmente preso num loop temporal. O projeto chama-se Shiver e junta o ator a Tim Miller, o realizador de Deadpool.

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Segundo o The Hollywood ReporterShiver mistura o ritmo frenético de Edge of Tomorrow com a tensão claustrofóbica de The Shallows. Reeves interpreta um contrabandista que é traído durante uma operação no mar das Caraíbas, encontrando-se rapidamente cercado por cadáveres, mercenários e… tubarões famintos. O verdadeiro problema, contudo, é outro: o protagonista percebe que está preso num ciclo de morte e renascimento, condenado a reviver o mesmo pesadelo até descobrir como quebrar o ciclo.

O argumento é assinado por Ian Shorr (Infinite), e a produção reúne nomes de peso como Matthew Vaughn (Kingsman) e Aaron Ryder (Dumb MoneyPieces of a Woman). A Warner Bros. está prestes a fechar o acordo para distribuir o projeto, que promete ser um dos thrillers de ficção científica mais aguardados dos próximos tempos.

Esta não é a primeira colaboração entre Reeves e Tim Miller: os dois trabalharam juntos em Secret Level, a antologia animada da Prime Video que adaptava propriedades de videojogos icónicas. Nessa série, Reeves deu voz a um episódio inspirado em Armored Core, com uma performance que rapidamente se destacou como uma das mais elogiadas da produção.

Um Futuro Cheio de Keanu

Enquanto Shiver se prepara para levantar âncora, os fãs de Keanu Reeves têm muito mais por onde se entusiasmar. O ator regressa em breve ao universo John Wick com um quinto capítulo já confirmado, e continua envolvido na adaptação cinematográfica da sua banda desenhada BRZRKR.

E, claro, há ainda Constantine 2, a sequela do filme de 2005 que o reuniu ao realizador Francis Lawrence (The Hunger Games). Apesar da escassez de novidades, Reeves revelou recentemente que “chegou uma nova versão do argumento” e que a equipa está prestes a apresentá-la à Warner Bros.

James Gunn, co-presidente da DC Studios, confirmou que já discutiu o projeto com Reeves — embora ainda não tenha lido o guião. Tudo indica que Constantine 2 poderá integrar o selo Elseworlds da DC, ao lado de The Batman – Part II, mantendo assim uma ligação independente do novo universo partilhado de super-heróis.

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Entre loops temporais, caçadores de demónios e assassinos de terno impecável, Keanu Reeves continua a provar que é o último verdadeiro herói de ação de Hollywood — e Shiver poderá ser a próxima prova disso.