Alien: Romulus, a oitava entrada na icónica franquia Alien, acaba de ter sua estreia mundial, e as primeiras reações já estão a agitar a comunidade de fãs e críticos de cinema. Este novo capítulo, situado cronologicamente entre o clássico de 1979 dirigido por Ridley Scott e a aclamada sequela de 1986, Aliens, de James Cameron, promete expandir ainda mais o universo aterrorizante que cativou audiências durante mais de quatro décadas.
O filme é produzido por nomes de peso, incluindo o próprio Ridley Scott, Michael Pruss e Walter Hill, que retornam para garantir que a essência da série original se mantenha intacta, enquanto a narrativa avança para novas direções emocionantes. Inicialmente planejado para um lançamento na plataforma Hulu, à semelhança de Prey (2022), o aclamado prequel de Predator dirigido por Dan Trachtenberg, Alien: Romulus teve sua estreia repensada durante as filmagens. Em março, durante uma entrevista aprofundada ao The Hollywood Reporter, o diretor Fede Álvarez revelou que a decisão de levar o filme aos cinemas foi tomada de forma espontânea: “Assim que começámos a filmar, o estúdio disse: ‘Que se lixe, vamos lançar nos cinemas’”. Esta mudança sublinha a confiança do estúdio no apelo cinematográfico do projeto.
A decisão parece estar a valer a pena. Com lançamento em grande nos cinemas marcado para 16 de agosto, Romulus já está a causar burburinho, mesmo antes das críticas completas serem divulgadas. Na segunda-feira à noite, a primeira exibição do filme provocou uma onda de reações positivas, com muitos elogiando o retorno à atmosfera claustrofóbica e intensa que marcou os primeiros filmes da série.
Embora as críticas formais estejam programadas para serem publicadas na quarta-feira, as primeiras impressões sugerem que Romulus capta a essência do terror e suspense que fizeram de Alien uma referência no género de ficção científica. Fãs de longa data e novos espectadores têm razões para estarem ansiosos, pois parece que o filme não só honra o legado dos seus predecessores, como também introduz novos elementos que poderão revitalizar a franquia para uma nova geração.
O filme Equilibrium, lançado em 2002 e dirigido por Kurt Wimmer, é uma obra que se destaca não apenas pelo seu enredo distópico, mas também pela criação de uma arte marcial única e visualmente impressionante: o Gun-Kata. Ambientado num futuro apocalíptico, onde um regime totalitário controla a população através de uma droga que suprime as emoções humanas, Equilibrium combina temas de ficção científica com uma ação coreografada de forma inovadora, resultando numa experiência cinematográfica memorável.
O conceito de Gun-Kata foi desenvolvido pelo próprio diretor e roteirista, Kurt Wimmer, que concebeu a ideia em seu quintal, dando origem a uma técnica que mistura artes marciais tradicionais com o uso de armas de fogo. Inspirado pelo estilo Gun-Fu, popularizado em filmes de ação dirigidos por John Woo, o Gun-Kata leva a combinação de combates corporais e tiroteios a um novo patamar. Em vez de meramente disparar armas, os personagens de Equilibrium executam movimentos precisos e coreografados, que maximizam a eficiência dos disparos enquanto minimizam a exposição ao fogo inimigo. Esta abordagem cria sequências de ação que são ao mesmo tempo elegantes e letais, capturando a atenção do público com sua originalidade.
Os clérigos, guerreiros de elite do filme, são mestres desta técnica, e Christian Bale, no papel principal de John Preston, dá vida a um personagem que domina o Gun-Kata com precisão letal. O treino intensivo de Bale e de seu colega de elenco, Taye Diggs, foi levado muito a sério, resultando em performances que transparecem dedicação e autenticidade. As cenas de combate não são apenas visualmente impactantes, mas também revelam o compromisso dos atores em incorporar esta nova forma de combate ao enredo.
Outro elemento notável do filme é o uso de espadas do tipo Kendô, que foram especialmente encomendadas para as filmagens. Feitas de uma madeira leve, estas espadas foram projetadas para se partirem facilmente, uma medida de segurança para evitar ferimentos graves durante as cenas de luta. Esta atenção ao detalhe e à segurança permitiu que os atores se entregassem completamente ao treinamento e à execução das cenas de ação, sem comprometer a integridade física.
A vestimenta de Christian Bale em Equilibrium também merece destaque, com claras referências aos icónicos trajes de Bruce Lee. Esta escolha de figurino não apenas reforça o visual estilizado do filme, mas também presta uma homenagem ao legado das artes marciais no cinema, conectando a nova estética do Gun-Kata com as tradições estabelecidas por mestres do passado.
Além do sucesso de Equilibrium, o Gun-Kata voltou a aparecer em outro filme de Kurt Wimmer, Ultravioleta, demonstrando a fascinação do diretor por este estilo de combate único. Embora Ultravioleta não tenha alcançado o mesmo reconhecimento que Equilibrium, ele serve como uma prova adicional da criatividade de Wimmer e do seu desejo de explorar novas fronteiras na ação cinematográfica.
No final das contas, Equilibrium é muito mais do que apenas um filme de ação; é uma exploração estilística do que é possível quando se combina a imaginação com a técnica. O Gun-Kata representa a inovação dentro do género, oferecendo ao público uma visão de combate que é ao mesmo tempo futurista e profundamente enraizada nas tradições das artes marciais. Para os entusiastas de cinema e artes marciais, Equilibrium oferece uma experiência única, onde cada movimento e cada cena de luta são cuidadosamente coreografados para criar um espetáculo visual inesquecível.
Matt Damon, conhecido pelo seu papel icónico como Tom Ripley no filme “O Talentoso Mr. Ripley” de 1999, revelou recentemente que teve dificuldades em assistir à nova adaptação da história, protagonizada por Andrew Scott. Em uma entrevista recente, o ator, que já interpretou diversas personagens memoráveis ao longo da sua carreira, incluindo Jason Bourne, admitiu que revisitar o universo de Ripley duas décadas depois foi um desafio emocional.
Damon, agora com 53 anos, partilhou as suas memórias sobre a realização do thriller dirigido por Anthony Minghella, uma obra que marcou profundamente a sua carreira. O filme de 1999, baseado no romance de 1955 de Patricia Highsmith, capturou a complexidade psicológica e moral da personagem de Ripley, tornando-se uma referência no género. No entanto, com o lançamento de uma nova série da Netflix em abril, que trouxe Andrew Scott como o novo rosto de Ripley, Damon confessou ter tido dificuldades em revisitar o personagem.
“Não sei se voltaria a interpretar Ripley”, disse Damon durante a entrevista. “Associo muito do que fizemos ao trabalho com Anthony Minghella, que já nos deixou. Não sei se conseguiria fazê-lo sem ele.” A relação profissional e emocional que Damon desenvolveu com Minghella durante a produção de “O Talentoso Mr. Ripley” parece ter criado uma barreira emocional que o impede de se reconectar plenamente com o personagem.
Damon explicou ainda que, embora reconheça a qualidade da nova adaptação, assistir à série foi difícil devido às suas lembranças pessoais do filme original. “Tive dificuldades em ver a nova versão, por mais bela que seja e por mais talentosos que todos sejam. Foi difícil mergulhar de novo naquela história porque as minhas memórias estão profundamente ligadas a sentimentos pessoais sobre aquela experiência.”
A nova minissérie da Netflix, que se passa em Itália, reinterpreta a história de Tom Ripley, um americano que desenvolve uma obsessão mortal pelo playboy Dickie Greenleaf, interpretado por Johnny Flynn. A série, que conta com oito episódios, explora territórios ainda mais sombrios do que o filme dos anos 90, oferecendo uma visão mais crua e inquietante do personagem de Ripley. Andrew Scott, conhecido pelo seu papel em “Fleabag”, dá vida a um Ripley ainda mais sinistro e perturbador, distanciando-se ligeiramente da interpretação de Damon, que foi marcada por uma ambiguidade moral que gerava uma inesperada simpatia por parte do público.
A complexidade de Ripley, um homem perturbado e manipulado por desejos sombrios, foi um dos aspectos que Patricia Highsmith, a autora de “O Talentoso Mr. Ripley”, soube explorar com maestria no seu livro. Tanto Damon quanto Scott receberam elogios por conseguir dar vida a uma personagem tão complexa, mantendo o equilíbrio entre a perturbação psicológica e a simpatia do público.
Damon reconheceu o talento de Highsmith ao criar uma narrativa onde o mal triunfa sobre o bem, uma vitória que tanto ele como Scott conseguiram transpor para o ecrã de formas distintas, mas igualmente impactantes. “O que eu previ que faria uma vez, já o estou a fazer neste mesmo livro”, escreveu Highsmith no seu diário. “Ou seja, mostrar o triunfo inequívoco do mal sobre o bem, e rejubilar-me com isso. Farei os meus leitores rejubilarem com isso também.”
O futuro de Damon no papel de Ripley pode ser incerto, mas a sua interpretação do personagem permanece gravada na memória de muitos, assim como a sua admiração pelo trabalho de Anthony Minghella e o impacto duradouro que “O Talentoso Mr. Ripley” teve na sua vida e carreira.
Com o sucesso contínuo da série House of the Dragon, que serve como prequela de Game of Thrones, o Hollywood Reporter decidiu fazer um ranking dos episódios lançados até agora. Com dezoito episódios distribuídos ao longo de duas temporadas, a série já consolidou o seu lugar no panteão das grandes produções televisivas. Embora cada episódio tenha os seus méritos, alguns destacam-se mais do que outros, quer pela narrativa intensa, quer pelas cenas de ação ou pelo desenvolvimento profundo das personagens.
18. “The Queen Who Ever Was” (Temporada 2, Episódio 8)
Este episódio final da segunda temporada trouxe alguns momentos marcantes, como as visões de Daemon e o encontro entre Rhaenyra e Alicent. No entanto, como final de temporada, deixou muito a desejar em termos de resolução, frustrando os fãs com várias questões por responder. A crítica não foi branda, e muitos consideraram este episódio uma oportunidade perdida para fechar a temporada em grande.
O penúltimo episódio da primeira temporada, apesar de conter cenas memoráveis, como a fuga de Rhaenys em cima de um dragão, foi criticado pela adição de elementos que não estavam no material original de George R.R. Martin. Embora emocionante, o episódio foi considerado desnecessariamente sensacionalista, especialmente num momento tão crucial da trama.
16. “The Princess and the Queen” (Temporada 1, Episódio 6)
Este episódio marca a transição para novas atrizes que interpretam Rhaenyra e Alicent, substituindo Milly Alcock e Emily Carey. Embora as novas atrizes tenham desempenhos sólidos, a mudança brusca fez com que este episódio fosse visto como um dos mais fracos, devido à dificuldade em estabelecer a continuidade emocional da história.
15. “Regent” (Temporada 2, Episódio 5)
Seguindo um dos episódios mais aclamados da série, Regent é um episódio de transição que prepara o terreno para os novos desenvolvimentos políticos em Westeros. A complexidade das intrigas palacianas e o novo papel de Aemond como Príncipe Regente fazem deste um episódio importante, mas não tão memorável como outros.
Este episódio introduz a ideia dos “Dragonseeds”, descendentes Valyrianos que podem montar dragões. Embora o conceito seja fascinante, a execução ficou aquém das expectativas, com cenas de ação que não tiveram o impacto esperado, mas que prepararam o terreno para novos conflitos.
13. “Rhaenyra the Cruel” (Temporada 2, Episódio 2)
O confronto entre os gémeos Cargyll é o ponto alto deste episódio, uma luta brutal que tirou uma página diretamente do livro, embora com algumas adaptações. Este episódio destacou-se pela intensidade das suas cenas de combate e pelas decisões difíceis que as personagens tiveram de enfrentar.
12. “King of the Narrow Sea” (Temporada 1, Episódio 4)
Daemon Targaryen volta triunfante a King’s Landing, mas a sua relação com o irmão Viserys rapidamente se deteriora. A força deste episódio está nas complexas dinâmicas familiares e nas consequências das escolhas de Daemon, que continuam a ecoar ao longo da série.
11. “The Burning Mill” (Temporada 2, Episódio 3)
Este episódio mergulha nos conflitos entre os Brackens e os Blackwoods e introduz as sombrias visões de Daemon. É um episódio denso, cheio de simbolismo e de cenas que remetem aos temas mais sombrios de Game of Thrones, incluindo uma memorável cena de bordel.
10. “The Heirs of the Dragon” (Temporada 1, Episódio 1)
O episódio que deu início a tudo. Com a responsabilidade de reiniciar o interesse por Westeros, o primeiro episódio de House of the Dragon conseguiu captar a atenção do público com novas personagens e uma trama focada em intrigas políticas. Embora não seja perfeito, estabeleceu firmemente o tom da série.
9. “The Rogue Prince” (Temporada 1, Episódio 2)
Um dos momentos visuais mais icónicos da série ocorre neste episódio, com a confrontação entre Otto Hightower e Daemon na ponte de Dragonstone. A entrada de Rhaenyra montada no seu dragão elevou a tensão e consolidou este episódio como um dos favoritos dos fãs.
8. “Blood and Cheese” (Temporada 2, Episódio 1)
Este episódio é marcado pela brutalidade e pela vingança, com uma das cenas mais viscerais da série. Embora chocante, foi aplaudido pela forma como capturou a essência de Fire & Blood, mostrando o quão longe as personagens estão dispostas a ir para alcançar os seus objetivos.
7. “The Red Sowing” (Temporada 2, Episódio 7)
O plano para recrutar novos cavaleiros de dragões finalmente dá frutos neste episódio, com a entrada de Hugh Hammer e Ulf no jogo de poder. A cena final, com Aemond a confrontar Rhaenyra em Dragonstone, foi um dos momentos mais aguardados e não desiludiu.
O primeiro confronto entre dragões na série ocorre neste episódio, com Aemond a perseguir e a matar o seu primo Luke. A cena do dragão Vhagar a atravessar um céu tempestuoso é uma das mais evocativas de toda a série, deixando uma marca indelével nos fãs.
5. “We Light the Way” (Temporada 1, Episódio 5)
Um casamento em Game of Thrones raramente acaba bem, e House of the Dragon não é exceção. Este episódio mistura celebração com tragédia, culminando na partida dramática das jovens atrizes que conquistaram o público na primeira metade da temporada.
4. “Second of His Name” (Temporada 1, Episódio 3)
Este episódio destaca-se pela sua narrativa dinâmica, alternando entre o drama interno dos Targaryen e a épica batalha final de Daemon contra o Crabfeeder. Foi um marco na série, mostrando a capacidade de House of the Dragon em entregar tanto drama quanto ação.
3. “Driftmark” (Temporada 1, Episódio 7)
Apesar das críticas à iluminação, Driftmark é considerado um dos melhores episódios devido ao momento crucial em que Aemond reclama o dragão Vhagar. Esta ação desencadeia uma cadeia de eventos que culmina em consequências desastrosas para a família Targaryen.
2. “The Red Dragon and the Gold” (Temporada 2, Episódio 4)
O melhor episódio da segunda temporada, segundo muitos fãs, apresenta a batalha de dragões mais intensa até agora, com três dragões em combate. Este episódio mostrou a série no seu auge, combinando ação espetacular com drama familiar profundo.
1. “The Lord of the Tides” (Temporada 1, Episódio 8)
O episódio que encapsula o verdadeiro coração de House of the Dragon. Mais do que a violência, é o drama familiar que move a série, e The Lord of the Tides mostra isso de forma brilhante. A cena de Viserys a caminhar lentamente até ao trono é uma das mais emocionantes da série, marcando o fim de uma era em Westeros e preparando o terreno para a tragédia que se seguirá.
Com a série já na sua metade, o futuro promete ainda mais drama e surpresas, enquanto as rivalidades dentro da casa Targaryen continuam a aquecer.
“It Ends With Us”, o novo drama romântico protagonizado por Blake Lively, superou todas as expectativas ao arrecadar 50 milhões de dólares no seu fim de semana de estreia na América do Norte. Este resultado faz do filme a maior abertura de sempre para Lively como atriz principal, reforçando a sua posição como uma das estrelas mais influentes de Hollywood.
O filme, que adapta o romance de Colleen Hoover, toca em temas profundos de trauma, amor e escolhas difíceis, centrando-se na personagem de Lively, Lily Bloom, que luta para superar um passado doloroso e construir uma nova vida. A narrativa poderosa e a performance de Lively foram determinantes para o sucesso do filme, especialmente entre o público feminino, que representou 84% dos espectadores.
Internacionalmente, “It Ends With Us” também impressionou, arrecadando 30 milhões de dólares em 42 mercados, totalizando 80 milhões de dólares em todo o mundo. Na Europa, o filme liderou as bilheteiras no Reino Unido, com uma receita de 5,7 milhões de dólares, e teve uma receção calorosa na América Latina e na Ásia-Pacífico, com destaque para a Austrália.
Este desempenho não só destaca a procura por filmes dirigidos ao público feminino, como também sublinha a importância da representação e da diversidade no cinema. O sucesso de “It Ends With Us” demonstra que histórias centradas em personagens femininas complexas e multidimensionais têm um público vasto e fiel.
Como produtora do filme, Blake Lively desempenhou um papel crucial em todas as etapas da produção, desde a escolha do elenco até à promoção do filme. A sua dedicação e visão ajudaram a transformar “It Ends With Us” num dos filmes mais comentados e bem-sucedidos do ano.
O casal de Hollywood, Ryan Reynolds e Blake Lively, alcançou um feito notável nas bilheteiras com os seus mais recentes filmes, “Deadpool & Wolverine” e “It Ends With Us”. Os dois filmes, embora distintos em género e público-alvo, conseguiram capturar a atenção do público global, criando um fenómeno de bilheteiras comparável ao “Barbenheimer”.
“Deadpool & Wolverine” da Marvel Studios e Disney, que se destaca pela sua mistura de humor irreverente e ação desenfreada, continua a quebrar recordes. No seu terceiro fim de semana, o filme arrecadou 54,2 milhões de dólares na América do Norte, elevando o total doméstico para 494,3 milhões e os ganhos internacionais para 535,2 milhões de dólares. Com um total global que ultrapassa a marca de 1,029 mil milhões de dólares, o filme está prestes a destronar “Joker” como o filme R-rated mais lucrativo de sempre nas bilheteiras mundiais.
Por outro lado, “It Ends With Us”, protagonizado e produzido por Blake Lively, teve uma estreia impressionante, arrecadando 50 milhões de dólares apenas no mercado doméstico, superando todas as expectativas. O filme, baseado no romance best-seller de Colleen Hoover, explora temas de amor, trauma e superação, e captou especialmente o público feminino, com 84% dos bilhetes vendidos a mulheres. A nível global, o filme já arrecadou 80 milhões de dólares, com destaque para os mercados europeus, onde liderou as bilheteiras no Reino Unido.
Este sucesso não só é um marco para o casal, mas também representa um renascimento das bilheteiras de agosto, com as receitas domésticas a subirem 35% em comparação com o mesmo período do ano passado. Além disso, é a primeira vez na história que dois filmes de agosto ultrapassam os 50 milhões de dólares no mesmo fim de semana.
Ryan Reynolds e Blake Lively têm promovido ativamente os filmes um do outro, evitando qualquer competição direta. Este apoio mútuo e a proximidade das datas de lançamento resultaram no que muitos já chamam de um “momento Barbenheimer”, com ambos os filmes a dominarem as conversas e as bilheteiras.
O mundo do cinema foi recentemente abalado por uma notícia inesperada: Joaquin Phoenix, um dos atores mais respeitados e aclamados de Hollywood, abandonou abruptamente um projeto cinematográfico apenas cinco dias antes do início das filmagens. O filme, que seria rodado em Guadalajara, no México, estava envolto em secretismo e prometia ser um marco na carreira do ator, explorando territórios narrativos ousados e controversos. No entanto, o súbito abandono por parte de Phoenix levou ao cancelamento da produção, resultando em perdas financeiras significativas e deixando uma equipa inteira sem emprego.
O Projeto: Ambição e Controvérsia
O filme em questão seria produzido pela renomada Killer Films, conhecida por apoiar projetos independentes e de forte conteúdo artístico. Os direitos de distribuição já haviam sido vendidos a várias empresas internacionais, demonstrando a confiança da indústria no potencial comercial e artístico da obra. No entanto, o que parecia ser mais um sucesso garantido tornou-se num pesadelo logístico e financeiro após a desistência de Phoenix.
O enredo do filme, cuja trama girava em torno de um detetive homossexual, foi inicialmente concebido pelo próprio ator. Phoenix levou a ideia ao cineasta Todd Haynes, um realizador reconhecido pela sua sensibilidade em retratar temas complexos e personagens marginalizadas. Haynes revelou, em entrevistas anteriores, que o projeto nasceu de “fragmentos de ideias” trazidas por Phoenix, que posteriormente evoluíram para um guião desenvolvido de forma “bastante orgânica”. O filme prometia explorar temas de sexualidade de maneira gráfica e provocativa, algo que, ironicamente, parece ter sido o fator decisivo para o abandono do ator.
As Consequências: Perdas Milionárias e Desemprego
O cancelamento do filme não foi apenas uma desilusão artística; as consequências financeiras são igualmente graves. Com sets já construídos e uma equipa contratada, as perdas para a produção podem ultrapassar os sete dígitos. Todos os profissionais envolvidos, desde técnicos a atores secundários, viram-se subitamente sem emprego, numa altura em que o setor cinematográfico ainda se recupera das dificuldades impostas pela pandemia.
A Killer Films, que já havia investido consideravelmente na pré-produção, enfrenta agora o desafio de compensar os distribuidores internacionais e os acionistas que tinham apostado no projeto. A situação é ainda mais delicada pelo facto de o papel principal, destinado a Phoenix, ter sido concebido à sua medida, tornando praticamente impossível a substituição por outro ator.
A Decisão de Phoenix: Medo ou Consciência Artística?
Uma das questões que permanece no ar é o motivo pelo qual Joaquin Phoenix, conhecido pela sua coragem e compromisso artístico, decidiu abandonar o projeto tão perto do início das filmagens. Fontes próximas da produção sugerem que o ator recuou devido à natureza gráfica das cenas de sexo, algo que parece contraditório, considerando que foi ele próprio a impulsionar a história para “um território mais perigoso”.
A decisão de Phoenix pode ser interpretada de várias maneiras. Alguns especulam que o ator, apesar da sua experiência e reconhecimento, pode ter sentido que o material era demasiado explícito ou potencialmente prejudicial para a sua imagem pública. Outros acreditam que a decisão foi tomada com base em considerações éticas ou pessoais, que podem nunca ser totalmente esclarecidas ao público.
O Futuro de Joaquin Phoenix
Apesar deste contratempo, Joaquin Phoenix continua a ser uma das figuras mais proeminentes de Hollywood. Com a estreia da aguardada sequela de “Joker” prevista para outubro, onde contracena com Lady Gaga, o ator deverá voltar a capturar a atenção do público e da crítica. Este novo filme, que será uma espécie de musical, marca um contraste significativo com o projeto abandonado, talvez indicando uma mudança de direção na carreira de Phoenix.
Este incidente, embora lamentável para todos os envolvidos, destaca as complexidades e os riscos inerentes à produção cinematográfica, especialmente quando se trata de projetos que desafiam as normas e exploram territórios sensíveis. Resta saber se algum dia o público terá a oportunidade de ver a visão original de Joaquin Phoenix e Todd Haynes concretizada, ou se esta será mais uma daquelas histórias de Hollywood que ficarão para sempre envoltas em mistério e especulação.
A série “The Umbrella Academy” chega ao fim com a sua quarta temporada, que estreia na Netflix a 8 de agosto. Esta última fase promete ser intensa e emocionante, com um enredo que leva os personagens a enfrentar desafios inéditos, agora sem os poderes que os definiam.
Desde a sua estreia em 2019, “The Umbrella Academy” cativou o público com a história dos irmãos Hargreeves, um grupo de super-heróis disfuncionais, criados para combater o crime, mas que passam grande parte do tempo a tentar encontrar as suas próprias identidades e a lidar com as expectativas esmagadoras dos pais. A quarta temporada promete um desfecho agridoce, tanto para os personagens como para os fãs, segundo Elliot Page, que interpreta Viktor na série.
Nos novos episódios, os irmãos enfrentam as consequências do confronto no Hotel Oblivion, que resultou num “reset” completo da sua linha temporal. Agora, despojados dos seus poderes, cada um terá de encontrar uma nova forma de viver num mundo que se revela tanto estranho como perigoso. Reginald Hargreeves, o pai manipulador, que foi trazido de volta à vida, emerge das sombras para liderar um poderoso império de negócios. Esta figura sinistra, que antes operava nas sombras, agora supervisiona um regime opressivo, sendo uma ameaça constante para os Hargreeves e para o mundo que conhecemos.
Além de Reginald, uma nova ameaça surge com a misteriosa associação conhecida como Os Guardiões. Este grupo realiza reuniões clandestinas, convencido de que a realidade em que vivem é uma ilusão, e que um ajuste de contas está iminente. Com estas forças sombrias a conspirar ao seu redor, a Academia Umbrella terá de se reunir uma última vez, enfrentando novos desafios sem os seus poderes e com o tempo a correr contra eles.
A quarta temporada de “The Umbrella Academy” é composta por apenas seis episódios, o que resultará num ritmo mais acelerado, onde a história avança rapidamente para o seu clímax. Steve Blackman, showrunner da série, revela que os fãs podem esperar respostas para muitas das questões que ficaram em aberto, assim como a descoberta das verdadeiras motivações de Reginald Hargreeves. Além disso, a temporada promete apresentar um apocalipse diferente de todos os que já foram vistos na série, algo que Blackman acredita que irá agradar aos fãs.
Para o elenco, a despedida foi emocional, mas também marcada por um profundo sentimento de gratidão. Elliot Page, que teve a oportunidade de interpretar Viktor, reflete sobre a jornada do seu personagem, que passou de alguém desconectado de si mesmo para encontrar finalmente um pouco de felicidade. “Toda esta jornada tem sido incrível”, disse o ator. Robert Sheehan, que interpreta Klaus, partilha que o verdadeiro coração da série não estava nos poderes especiais, mas sim nas relações humanas e nas constantes discussões entre os irmãos. “Adorei quando eles se separaram porque pudemos conhecê-los melhor individualmente”, afirmou Sheehan.
Emmy Raver-Lampman, que dá vida a Allison, destacou a sorte que tiveram em saber desde o início que esta seria a última temporada. “Entrámos na quarta temporada sabendo que era a última. Muitas vezes, não temos essa sorte. É comum filmarmos alguns episódios e, meses depois, descobrirmos que não haverá uma continuação. Não nos conseguimos despedir como queremos das pessoas que se tornaram família”, lamenta a atriz.
“The Umbrella Academy” conseguiu fechar um capítulo marcante na vida dos seus atores e também na história da televisão. Enquanto o mundo da produção audiovisual se vê cada vez mais incerto, com cancelamentos súbitos de séries e filmes, esta série teve a oportunidade de encerrar a sua narrativa de forma digna, oferecendo aos fãs um desfecho que promete ser memorável.
Agora, com a temporada final prestes a estrear, os fãs de “The Umbrella Academy” aguardam ansiosamente para ver como esta saga épica de super-heróis disfuncionais chegará ao seu fim.
“To Catch a Thief” (1955), realizado por Alfred Hitchcock e estrelado por Cary Grant e Grace Kelly, é uma obra-prima do cinema clássico que combina romance, suspense e o deslumbrante cenário da Riviera Francesa. Este filme não só marcou um ponto alto na carreira dos seus protagonistas, mas também se tornou um dos maiores sucessos da década.
Cary Grant tinha anunciado a sua retirada da representação em fevereiro de 1953, afirmando que, com a ascensão de atores do Método como Marlon Brando, o público já não tinha interesse em vê-lo. Grant também estava desapontado com a forma como Sir Charles Chaplin tinha sido tratado pelo HUAC. No entanto, foi persuadido a sair da reforma para fazer este filme, continuando a sua carreira por mais onze anos.
Durante as filmagens na Riviera Francesa, Grace Kelly conheceu o Príncipe Rainier de Mônaco. Embora não tenha sido amor à primeira vista para Kelly, o príncipe iniciou uma longa correspondência que culminou no casamento deles em 1956. Kelly tornou-se então Princesa Grace de Mônaco e retirou-se da representação.
Sir Alfred Hitchcock fez o filme porque queria umas férias no sul de França. O filme foi rodado no verão de 1954, mas a sua estreia foi adiada porque os produtores acharam que a diferença de idade entre Cary Grant e Grace Kelly era demasiado grande para que o romance fosse credível. Ironicamente, quando lançado em 1955, o filme tornou-se imediatamente num dos maiores sucessos da década.
De todos os filmes que Hitchcock fez para a Paramount Pictures, “To Catch a Thief” foi o único cujos direitos o estúdio manteve. Todos os outros filmes, incluindo “Rear Window” (1954), “Vertigo” (1958) e “Psycho” (1960), foram vendidos de volta ao próprio diretor e, mais tarde, revendidos pela sua filha, Patricia Hitchcock O’Connell, à Universal em 1983, três anos após a sua morte.
No filme, Jessie Royce Landis interpretou a potencial sogra de Cary Grant. Em “North by Northwest” (1959), ela interpretou a sua mãe. Na realidade, ela era menos de oito anos mais velha que Grant. Curiosamente, Grant só tem uma linha no início do filme, não falando a sua segunda linha até catorze minutos após o início. Grace Kelly não fala até quase 32 minutos no filme.
Existem duas referências à aversão de Hitchcock a gemas de ovo escorrendo: no início, quando a equipe da cozinha do restaurante – seus ex-colegas do crime e camaradas da resistência francesa – acreditam que Cary Grant é responsável pelos recentes roubos, alguém atira um ovo cru, que acerta no vidro e se espalha. Mais tarde, Jessie Royce Landis apaga um cigarro num ovo estrelado. Por outro lado, quando convida o agente de seguros (interpretado por John Williams) para almoçar, ele serve uma quiche Lorraine.
“To Catch a Thief” foi filmado principalmente nos estúdios da Paramount, em Hollywood, Califórnia, e em locações nos Alpes Marítimos do sudeste da França, na costa do Mediterrâneo. Incluiu os resorts de Cannes, Nice, Villefranche-sur-Mer e Saint-Jeannet. Uma coincidência humorística pode ser encontrada na cena no autocarro, onde Robie olha para a direita e vê uma gaiola cheia de pássaros no assento ao lado, e depois olha para o outro lado e vê Sir Alfred Hitchcock sentado à sua esquerda. Oito anos depois, Hitchcock lançou “The Birds” (1963).
O filme teve críticas mistas dos críticos, com alguns a desfrutar de Grant e Kelly nos papéis principais, assim como do cenário da Riviera Francesa, enquanto outros expressaram desilusão pela falta de suspense em comparação com filmes anteriores de Hitchcock. Grace Kelly fez três dos seus onze filmes com Hitchcock, sendo os outros “Dial M for Murder” (1954) e “Rear Window” (1954).
No Rotten Tomatoes, o filme tem uma classificação de aprovação de 92% baseada em críticas de 53 críticos, com uma classificação média de 7.9/10, e o consenso crítico lê-se: “Pode ocasionalmente ser culpado de se apoiar apenas no charme puro, mas ‘To Catch a Thief’ tem isso de sobra – assim como um par de estrelas perfeitamente combinadas em Cary Grant e Grace Kelly.”
“Priscilla”, de Sofia Coppola: Um Retrato Íntimo de Elvis e Priscilla Presley
O mundo do cinema prepara-se para receber uma das estreias mais aguardadas do ano. “Priscilla”, o mais recente filme de Sofia Coppola, estreia em exclusivo no canal TVCine Top no dia 16 de agosto, às 21h30, trazendo à televisão portuguesa a história do turbulento relacionamento entre Elvis Presley e Priscilla Beaulieu.
Sofia Coppola, aclamada realizadora de filmes como “Lost in Translation” e “As Virgens Suicidas”, volta a surpreender com a sua abordagem única e sensível a temas complexos. Em “Priscilla”, Coppola oferece uma perspetiva intimista sobre a vida de Priscilla Presley, desde o seu primeiro encontro com o Rei do Rock and Roll numa base militar, até ao tumultuoso casamento e vida conjunta na icónica mansão de Graceland.
Baseado no livro autobiográfico “Elvis e Eu”, escrito por Priscilla Presley em 1985, o filme apresenta uma narrativa profundamente tocante e reveladora. Através da lente de Coppola, o espectador é convidado a ver além do glamour que envolvia Elvis Presley, explorando as emoções e os desafios enfrentados por Priscilla durante o seu relacionamento com uma das figuras mais influentes da cultura americana.
A interpretação de Cailee Spaeny no papel de Priscilla Presley foi amplamente aclamada pela crítica, culminando com a sua vitória no prémio de Melhor Atriz no Festival de Veneza. Ao seu lado, Jacob Elordi, que assume o papel de Elvis Presley, entrega uma performance que promete deixar uma marca duradoura. A banda sonora, composta pela banda Phoenix, adiciona uma camada emocional ao filme, complementando a narrativa com música que captura a essência da época.
“Priscilla” não é apenas um retrato de uma relação amorosa, mas também uma reflexão sobre a fama, a solidão e o peso de viver à sombra de um mito. Este filme promete ser uma experiência cinematográfica envolvente, que vai além do que conhecemos sobre Elvis e Priscilla Presley, oferecendo um olhar profundo e comovente sobre as suas vidas pessoais.
Após a sua estreia no TVCine Top, “Priscilla” estará disponível no serviço de vídeo on-demand TVCine+, permitindo aos espectadores reviverem esta história sempre que desejarem.
Para os amantes de cinema e para todos aqueles fascinados pela cultura pop, esta é uma estreia a não perder. “Priscilla” é mais do que uma biografia; é uma história sobre amor, vulnerabilidade e a busca por identidade num mundo onde a realidade muitas vezes se perde na fantasia.
Steve Martin, o aclamado ator e comediante, recusou recentemente a oportunidade de interpretar Tim Walz, o candidato a vice-presidente de Kamala Harris, no programa ‘Saturday Night Live’ (SNL).
Segundo o Los Angeles Times, o criador do SNL, Lorne Michaels, ofereceu o papel a Martin, mas o ator declinou educadamente. “Queria dizer não e, aliás, ele queria que eu dissesse não”, contou Martin ao LA Times. “Eu disse ‘Lorne, não sou um impressionista. Precisam de alguém que realmente consiga capturar o personagem.’ Fui escolhido porque tenho cabelo grisalho e uso óculos.”
Martin também mencionou o compromisso de tempo que um papel recorrente no SNL exigiria, referindo-se à experiência de Alec Baldwin, que interpretou Donald Trump durante vários anos no programa. “É um compromisso contínuo”, explicou Martin. “Não é como fazer uma vez e receber aplausos e nunca mais fazer. Eles precisam de um verdadeiro impressionista para isso. Vão encontrar alguém realmente bom. Eu estaria a lutar.”
O nome de Martin começou rapidamente a ser tendência na rede social X (anteriormente Twitter) após Harris ter escolhido o governador de Minnesota, Tim Walz, como seu companheiro de chapa para a candidatura presidencial de 2024. Martin, que tem feito aparições frequentes e apresentado o SNL inúmeras vezes, comentou sobre a conversa na sua conta do Instagram Threads: “Acabei de saber que Tim Walz quer fazer uma digressão com Marty Short.”
Steve Martin e Martin Short, seu amigo de longa data e co-estrela de “Only Murders in the Building”, já têm vários espetáculos ao vivo agendados para este outono nos Estados Unidos. Embora Martin tenha recusado o papel, outros nomes foram sugeridos pelos utilizadores do X, incluindo Danny DeVito, Tom Arnold, Bradley Whitford, Jim Gaffigan, entre outros.
Jenna Ortega, a jovem atriz nomeada para um Emmy, revelou recentemente o filme que inspirou a sua carreira no mundo da representação. Em entrevista à Vanity Fair, Ortega mencionou que foi o filme “Man on Fire”, de 2004, protagonizado por Denzel Washington e Dakota Fanning, que “mudou completamente o curso da sua existência”.
Ortega, conhecida pelos seus papéis em projetos de sucesso como a franquia “Scream”, “You”, “Wednesday” e a sequela de “Beetlejuice”, contou que, quando era criança, aspirava ser presidente ou astronauta. No entanto, ao ver a atuação de Fanning em “Man on Fire”, percebeu que a sua verdadeira paixão estava na atuação. “Estou muito agradecida à minha versão de seis anos que queria ser presidente e astronauta… porque percebo agora que sempre procurei uma forma de me expressar”, afirmou Ortega.
O thriller dirigido por Tony Scott, segue a história de John Creasy (Washington), um ex-agente da CIA que embarca numa missão de resgate repleta de vingança após o rapto de Lupita Ramos, uma menina de nove anos interpretada por Fanning. A atuação de Fanning teve um impacto profundo em Ortega, levando-a a decidir que queria seguir uma carreira em Hollywood. Depois de a sua mãe ter publicado um vídeo seu a fazer um monólogo dramático no Facebook, que foi passado a um diretor de casting por um amigo da família, Ortega começou a ser levada pela mãe para audições em Los Angeles.
Atualmente, Jenna Ortega começa a aceitar que a sua vida mudou para sempre e que continuará a mudar. “Há tanta pressão colocada neste trabalho que é risível, é belo e é horrível, tudo ao mesmo tempo”, concluiu a atriz.
O aclamado drama policial americano “Hightown” está de regresso com a sua terceira e última temporada, prometendo um desfecho emocionante. Com estreia marcada para o dia 15 de agosto, às 22h10, no TVCine Emotion, esta temporada final coloca a agente Jackie Quiñones perante os maiores desafios da sua vida, onde as suas lealdades e crenças serão postas à prova.
“Hightown” segue a história de Jackie Quiñones, uma mulher irreverente que divide a sua vida entre festas noturnas e o trabalho como fiscal marítima durante o dia. Na baía de Cape Cod, Massachusetts, Jackie está constantemente a vigiar ilegalidades e tráfico. A sua vida sofre uma reviravolta quando descobre o corpo de uma jovem na costa, iniciando uma batalha pessoal contra os seus próprios demónios, incluindo álcool, drogas e causas sem saída.
Nesta temporada, Jackie, interpretada por Monica Raymund (conhecida por “Chicago Fire”), enfrenta um mundo ainda mais sombrio e cheio de corrupção em Cape Cod. Com o apoio dos seus colegas Ray Abruzzo e Alan Saintille, ela luta para manter a ordem, mesmo quando as probabilidades estão contra eles. À medida que a corrupção se revela de todas as direções, surgem tentações que testam as suas crenças e lealdades profundas. Jackie terá de se manter fiel aos seus princípios, mesmo que tenha de lutar sozinha.
Elenco e Produção
Além de Monica Raymund no papel principal, “Hightown” conta com um elenco de luxo que inclui James Badge Dale, Riley Voelkel, Amaury Nolasco, Atkins Estimond e Dohn Norwood. Esta série viciante tem cativado o público e a crítica com a sua trama intensa e personagens complexas.
A terceira temporada de “Hightown” estreia a 15 de agosto, às 22h10, em exclusivo no TVCine Emotion. Os episódios serão transmitidos todas as quintas-feiras e, após a estreia, ficarão disponíveis no serviço de vídeo on-demand TVCine+, permitindo que os espectadores acompanhem o desfecho desta série emocionante no seu próprio ritmo.
Não Perca
Prepare-se para o emocionante final de “Hightown” e acompanhe a luta de Jackie Quiñones contra os seus demónios e as forças corruptas que ameaçam Cape Cod. Uma série que promete manter os espectadores na ponta da cadeira até ao último episódio.
A década de 2010 foi marcada por filmes icónicos, universos cinematográficos em ascensão e franquias ressuscitadas que quebraram recordes de bilheteira enquanto alcançavam aclamação crítica. No entanto, entre esses muitos filmes elogiáveis, também existiram inúmeros filmes tão maus que uniram público e críticos em puro ódio.
O site agregador de críticas Rotten Tomatoes raramente dá a um filme uma classificação de 0% de aprovação, mas tal ocorrência não é impossível. De facto, durante a década de 2010, treze filmes receberam esta distinção desonrosa, entrando na infâmia como alguns dos piores filmes já feitos.
The Nutcracker in 3D (2010)
Um elenco que inclui Elle Fanning, John Turturro, Nathan Lane e Richard E. Grant teria todas as razões para ser um sucesso. No entanto, isso não foi o caso para a recontagem de 2010 do icónico balé de Tchaikovsky. “The Nutcracker in 3D” foi um fracasso financeiro, uma falha agravada pelas críticas universalmente negativas que criticaram o filme em vários níveis.
Rotten Tomatoes chamou o filme de “misguided, misconceived, and misbegotten on every level” (“mal orientado, mal concebido e mal nascido em todos os níveis”), com a pontuação do público de 27% fazendo muito pouco para redimir o filme, que desde então tem sido amplamente esquecido pelo público em geral e pelo elenco.
Dark Tide (2012)
Halle Berry é uma das poucas atrizes que ganhou tanto um Oscar quanto um prémio Razzie durante a sua carreira. O seu filme de 2012, “Dark Tide”, não ganhou o reconhecimento de nenhuma das organizações, com o filme de ação e terror desaparecendo rapidamente do zeitgeist cultural tão rápido quanto chegou.
Rotten Tomatoes chamou “Dark Tide” de “shallow and brackish” (“superficial e insípido”) no seu lançamento, com o público em grande parte concordando com a análise crítica deste fracasso de bilheteira, dando ao filme uma classificação de 16%. O filme acabou por arrecadar apenas 1 milhão de dólares nas bilheteiras mundiais, tornando-se um dos maiores fracassos da década.
A Thousand Words (2012)
Eddie Murphy, Kerry Washington e Alison Janney estrelam em “A Thousand Words” de 2012, um filme de comédia sobre um agente literário que descobre que a sua vida se tornou ligada à de uma árvore que perde uma folha a cada palavra que ele fala.
Rotten Tomatoes criticou o filme por “completamente desperdiçar os talentos de Murphy ao fazê-lo ficar em silêncio durante grande parte do filme.” O filme foi eventualmente nomeado para três prémios Golden Raspberry de desonra, incluindo Pior Filme, mas perdeu todos os três, apenas insultando ainda mais o filme.
“Left Behind”, estrelado por Nicolas Cage, Chad Michael Murray e Cassi Thompson, é o remake de 2014 da trilogia de filmes do início dos anos 2000, baseada na série apocalíptica cristã de mesmo nome de Tim LaHaye e Jerry B. Jenkins. O filme segue vários personagens após serem “deixados para trás” no Arrebatamento, forçando-os a sobreviver num mundo que entrou na Tribulação.
70 críticos no Rotten Tomatoes concordam que “Left Behind” errou o alvo, comparando o filme a “uma praga de gafanhotos” que deixa uma “devastação” na carreira de Cage. Os fãs parecem concordar, com mais de 10.000 utilizadores dando ao filme uma classificação de 4% no site, indicando uma enorme aversão pela propriedade. No entanto, uma sequela, “Left Behind: Rise of the Antichrist”, está prevista para ser lançada este ano, embora com um elenco inteiramente novo.
The Ridiculous 6 (2015)
“The Ridiculous Six”, a primeira de várias colaborações entre Adam Sandler e a Netflix, não estabeleceu uma reputação vencedora para a dupla. A comédia western reuniu Sandler com outras grandes estrelas, incluindo Terry Crews, Taylor Lautner e Rob Schneider, num filme conjunto que certamente fez jus ao seu título.
Rotten Tomatoes descreveu “The Ridiculous Six” como “lazily offensive” (“preguiçosamente ofensivo”), encorajando qualquer entusiasta de cinema a evitar assistir ao filme inteiramente. Apesar das críticas universalmente negativas tanto de fãs quanto de críticos, Sandler continuou uma parceria muito lucrativa com o gigante do streaming nos anos desde o lançamento de “The Ridiculous Six”.
Cabin Fever (2016)
O filme de terror de 2016, “Cabin Fever”, foi um remake do filme original de Eli Roth de 2002. Com Roth a retornar para ajudar a escrever o guião, o reboot rapidamente saiu dos trilhos, provando-se desinteressante para críticos e público, falhando em gerar qualquer interesse nas bilheteiras.
Rotten Tomatoes chamou o filme de “an inert remake” (“um remake inerte”), confiante de que nenhum espectador se interessaria por este reboot sem alma. A pontuação do público confirma as suspeitas do site, oferecendo uma aprovação de apenas 12% dos espectadores, que também acharam o filme carente de qualquer originalidade ou nuance.
Dark Crimes (2016)
Jim Carrey é uma estrela que muitas vezes provou ser um homem lucrativo para trabalhar, mas “Dark Crimes” prova que até ele é incapaz de salvar um guião insípido e uma história sem inspiração. O drama policial de 2016 alienou o público, que sentiu que lidava mal com o seu tema sensível, tornando “Dark Crimes” um dos piores filmes de Jim Carrey.
Rotten Tomatoes afirmou que a “performance comprometida” de Jim Carrey não foi suficiente para salvar “Dark Crimes”, que os críticos do site chamaram de “rote” e “unpleasant” (“mecânico” e “desagradável”). Embora Carrey e o elenco de apoio do filme tenham sido geralmente aplaudidos pelo esforço louvável, nada conseguiu salvar “Dark Crimes” do seu fracasso completo e absoluto.
“The Disappointments Room” é um filme de terror psicológico de 2016 estrelado por Kate Beckinsale e Mel Raido. O filme conta a história pouco notável e completamente derivada de um casal que descobre que há uma história secreta e sombria na sua nova casa, descobrindo os horrores nela contidos.
O filme foi um desastre de bilheteira, não conseguindo recuperar mais do que um terço do seu orçamento de produção. Rotten Tomatoes chamou o filme de “a thrill-free thriller” (“um thriller sem emoção”) e lamentou a escolha das estrelas em aparecer num projeto de tão baixa qualidade. Ao contrário de muitos filmes de terror que fracassaram nas bilheteiras, “The Disappointments Room” desapareceu da consciência cultural, falhando até em ganhar um culto de seguidores nos anos desde o seu lançamento.
Max Steel (2016)
Os cineastas esperavam lançar a próxima franquia ao nível de “Transformers” com “Max Steel” de 2016, um filme baseado no brinquedo da Mattel de mesmo nome. O filme de super-heróis estrelado por Ben Winchell foi um fracasso em todos os sentidos da palavra, arrecadando apenas 6 milhões de dólares nas bilheteiras globais.
Rotten Tomatoes criticou “Max Steel” por faltar até mesmo qualquer “childhood imagination” (“imaginação infantil”) que tornava os brinquedos um sucesso. O filme tem sido desde então varrido para debaixo do tapete por praticamente todos os envolvidos na sua produção, sem discussões sobre uma sequela ou reboot.
Precious Cargo (2016)
Embora Bruce Willis tenha aparecido em vários papéis dignos de Oscar durante a sua carreira, o ator desde então caiu numa série de filmes de ação de baixo orçamento e mal recebidos, o pior dos quais é “Precious Cargo”, uma colaboração de 2016 entre Willis e o diretor Max Adams. O filme foi odiado pelos críticos e falhou em entusiasmar até os fãs mais fervorosos de Willis.
Rotten Tomatoes nem sequer se deu ao trabalho de comentar no consenso para conceder uma classificação de 0% para “Precious Cargo” no seu lançamento. No final, o filme lutou para gerar qualquer lucro, não conseguindo recuperar mais do que metade do seu orçamento de produção.
Stratton (2017)
Com um elenco cheio de atores em ascensão prontos para se destacarem na tela grande, “Stratton” foi um thriller de ação de 2017 que poderia ter sido um grande sucesso se houvesse algum nível de competência por parte dos seus cineastas. O filme liderado por Dominic Cooper foi esquecido assim que foi lançado, tornando-se apenas um de muitos filmes de ação sem brilho que falharam em ressoar com o público.
Os críticos no Rotten Tomatoes criticaram “Stratton”, concedendo ao filme a rara desonra de unir críticos em ódio universal, que destruíram o filme por sua “derivative story, misguided casting, and low-budget feel” (“história derivada, elenco mal orientado e sensação de baixo orçamento”). Embora muitas das estrelas tenham sobrevivido ao enorme fracasso de “Stratton”, as suas carreiras foram certamente prejudicadas pelo filme.
Gotti (2018)
O filme biográfico criminal de 2018 “Gotti”, estrelado por John Travolta como o mafioso homónimo John Gotti, nunca iria ser um sucesso. Após anos de luta para terminar a produção, o filme custou muito mais do que conseguiu arrecadar, conseguindo pouco mais de metade do seu orçamento de produção nas bilheteiras.
“Gotti” rapidamente se tornou uma piada entre críticos e público. Quando escrevendo um consenso para o filme, Rotten Tomatoes ofereceu apenas uma palavra: “Fuhggedaboutdit.” O filme foi indicado a vários prémios Razzie, incluindo Pior Filme.
London Fields (2018)
Com um elenco cheio de estrelas como Billy Bob Thornton, Amber Heard e Jason Isaacs, entre outros, e material fonte amado no romance de mesmo nome de Martin Amis, “London Fields” deveria ter sido um sucesso colossal. No entanto, após anos de inferno no desenvolvimento e controvérsias nos bastidores, o filme estreou com falha crítica e comercial em todos os níveis.
Quando do lançamento atrasado do filme, a estrela Amber Heard e o seu ex-marido Johnny Depp, que faz uma aparição no filme, já estavam envolvidos numa das maiores batalhas legais da história de Hollywood, adicionando um gosto amargo que “London Fields” deixou na boca dos espectadores. Rotten Tomatoes criticou apropriadamente o filme, chamando-o de “only of interest to the morbidly curious” (“apenas de interesse para os mórbidos curiosos”).
O aclamado realizador Sean Durkin, conhecido pelos sucessos “Martha Marcy May Marlene” e “O Ninho”, está de regresso com um novo drama desportivo, “Iron Claw”. O filme, que estreia em exclusivo no TVCine Top no dia 10 de agosto às 21h30, traz à vida a trágica e intensa história dos irmãos Von Erich, uma dinastia de lutadores de wrestling.
Uma História de Sacrifício e Tragédia
“Iron Claw” explora a vida dos inseparáveis irmãos Von Erich, que se destacaram no mundo competitivo do wrestling no início dos anos 1980. Sob a sombra de um pai autoritário e treinador, os irmãos enfrentam tragédias e triunfos enquanto lutam para conquistar a imortalidade no maior palco desportivo. Durkin, fã confesso do wrestling profissional, utiliza a história desta célebre família para abordar temas como sacrifício, autoridade e masculinidade tóxica.
Elenco de Luxo e Reconhecimento Crítico
Com um elenco de peso encabeçado por Zac Efron e Jeremy Allen White, “Iron Claw” também conta com as brilhantes atuações de Harris Dickinson, Holt McCallany, Stanley Simmons, Lily James e Maura Tierney. O filme tem sido amplamente aplaudido pela crítica e pelo público, sendo considerado um dos melhores filmes de 2023 pela National Board Review.
Produzido pela renomada A24, conhecida por seus filmes de alta qualidade, “Iron Claw” promete ser um dos grandes destaques do ano. As prestações emotivas e intensas do elenco são um dos pontos altos, trazendo uma profundidade e autenticidade à trágica história dos Von Erich.
Estreia Exclusiva e Disponibilidade
“Iron Claw” estreia em exclusivo na televisão portuguesa no dia 10 de agosto, às 21h30, no TVCine Top. Após a estreia, o filme estará disponível no serviço de vídeo on-demand TVCine+, permitindo que os espectadores possam reviver esta emocionante história a qualquer momento.
Não perca a oportunidade de assistir a “Iron Claw” e mergulhar na emocionante e trágica história dos irmãos Von Erich, um filme que certamente deixará uma marca indelével no coração dos amantes de cinema e desporto.
Mark Wahlberg comentou sobre o seu papel em “Boogie Nights” (1997): “Foi um sucesso e tinha um bom guião, uma história real. Também ajudou na carreira de Burt Reynolds e agora posso simpatizar mais com isso, agora que estou na indústria há bastante tempo, então posso ver como fazer um retorno que é popular e também apreciado pela crítica é algo raro e muito especial.”
No entanto, em 2017, Wahlberg disse: “Eu só espero que Deus seja um fã de cinema e também perdoador porque fiz algumas escolhas pobres no meu passado. ‘Boogie Nights’ está lá no topo da lista.”
O ator disse que ter uma família mudou a sua perspetiva sobre o tipo de papéis que aceita. Wahlberg não necessariamente se arrepende de ter estrelado em “Boogie Nights”, que é frequentemente citado como o seu grande avanço dramático, mas ele provavelmente nunca assumiria um papel como Dirk Diggler agora que é pai.
“Eu não quero comprometer a minha integridade artística ou escolhas com base na minha fé ou na minha família, mas também tenho outras coisas a considerar e sendo um pouco mais velho e um pouco mais sábio, a ideia de ter que explicar esse filme e a razão por trás dele aos meus filhos é outra questão.”
No final do filme, Wahlberg está em frente a um espelho. De repente, ele abre o fecho das calças e expõe o seu órgão genital bastante grande. É um dispositivo protético feito de borracha. Wahlberg guardou este adereço como uma lembrança do filme. Foi feito de uma combinação de borracha e espuma biodegradável, que segundo Wahlberg, já começou a deteriorar-se.
Leonardo DiCaprio foi originalmente oferecido o papel de Eddie Adams/Dirk Diggler. Ele gostou do guião, mas recusou porque já tinha assinado para fazer “Titanic” (1997). Foi DiCaprio quem sugeriu Wahlberg para o papel. Wahlberg originalmente não queria fazer o filme após o fracasso de alto perfil de “Showgirls” (1995). Ele mudou de ideia após ler o guião.
A longa cena estática de Dirk na casa de Rahad Jackson – onde a sua expressão muda lentamente de um estado de torpor drogado para um de tormento moral e espiritual – foi improvisada por Wahlberg. Quando um executivo do estúdio disse ao diretor Paul Thomas Anderson para cortar a cena, Anderson recusou, afirmando que era a melhor cena de todo o filme.
“Fui treinado para ser ator, não uma estrela. Fui treinado para interpretar papéis, não para lidar com fama, agentes, advogados e a imprensa.”
Durante as filmagens de “Hoosiers” (1986), o escritor e produtor Angelo Pizzo comentou sobre Gene Hackman: “Quando ele chegou, estava geralmente de mau humor. Nós chamávamos-lhe a nuvem negra. Ele começou a reclamar de tudo. Houve alguns surtos no set, alguns lançamentos de casacos e quase lutas. Houve todo tipo de drama no set. Então Dennis Hopper chegou três semanas depois do início das filmagens e acalmou Gene. Acho que Gene decidiu apenas aguentar e terminar aquilo e sair de lá.”
Segundo Pizzo, no último dia de filmagens, Hackman disse: “Eu só quero que estejam preparados para o facto de que este filme pode passar em algumas telas aqui em Indiana, mas depois acabará no lixo dos filmes que nunca fizeram sucesso, e as únicas pessoas que se lembrarão dele serão vocês dois. E espero esquecê-lo quando meu avião pousar em Los Angeles.”
Comentou Pizzo: “Gene tinha muito mais experiência em fazer filmes do que nós, então achamos que a sua avaliação provavelmente era precisa.”
Durante uma montagem feliz das vitórias consecutivas da equipa da escola secundária Hickory, o personagem de Hackman foi mostrado a dizer algo ao personagem de Hopper no banco, que fez Shooter rir. Anos depois, o diretor David Anspaugh soube o que Hackman disse: “Hackman disse-lhe: ‘Hopper, espero que tenhas investido bem porque tu e eu nunca mais vamos trabalhar depois deste filme. Este é um filme que acaba com a carreira para ambos.'”
Hackman disse: “Eu aceitei o filme numa época em que estava desesperado por dinheiro. Eu aceitei pelas razões erradas e acabou por ser um daqueles filmes que ficam. Eu era daquela área do país e conhecia aquele evento, estranhamente. Filmámos a cinquenta milhas de onde eu cresci. Então foi um sentimento bizarro. Nunca esperei que o filme tivesse o tipo de longevidade que tem tido.”
Hackman insistiu em ver uma versão preliminar do filme antes de regravar alguns dos seus diálogos. “Angelo e eu sabíamos que se ele não gostasse da versão preliminar, ele não apareceria no estúdio para regravar o seu diálogo,” disse Anspaugh. “Mas ele apareceu. Ele entrou na sala, tirou os óculos, olhou-me nos olhos e disse, ‘Como diabo fizeste isso?'”
Steven Soderbergh é conhecido por ser a primeira câmara em muitos dos seus filmes; como resultado, ele operou a câmara na maior parte das filmagens de “Traffic” (2000), incluindo a cena em que Michael Douglas viaja até a fronteira da Califórnia para discutir a interdição de drogas, que foi realmente filmada na travessia de Tijuana. A qualidade de vídeo e som é tão baixa em parte porque não era para fazer parte do filme. Douglas, fora do personagem, começou a perguntar a Rudy M. Camacho sobre o tráfico de drogas na fronteira. Na época, Camacho era o chefe da Alfândega na vida real responsável pelas travessias da fronteira da Califórnia. Soderbergh começou a filmar com uma câmara de mão, rezando para que Camacho não se dirigisse ao ator como “Sr. Douglas”.
Para conseguir um visual distinto para cada vinheta diferente na história, Soderbergh usou três tipos diferentes de película (e técnicas de pós-produção), cada uma com o seu próprio tratamento de cor e grão para a impressão. A história “Wakefield” apresenta um tom mais frio e azulado para combinar com a emoção triste e depressiva. A história “Ayala” é brilhante, cintilante e saturada em cores primárias, especialmente vermelho, para combinar com a superfície glamorosa da vida de Helena. A história “Mexicana” parece granulada, áspera e quente para acompanhar a paisagem mexicana robusta e cidades congestionadas.
O primeiro dia de filmagens teve de ser regravado inteiramente: Soderbergh usou o método conhecido como “flashing the negative” (expor o filme a uma pequena quantidade de luz branca e depois desenvolvê-lo). Alguém no laboratório cometeu um erro e executou o processo em todos os rolos de negativos completamente.
No primeiro dia de produção de “Sex, Lies, and Videotape” (1989), o primeiro filme de Soderbergh, os produtores enviaram um telegrama a Soderbergh. Eles provocaram-no de forma bem-humorada, dizendo que tinham ouvido dizer que ele “não conseguia dirigir o trânsito”. Doze anos depois, Soderbergh ganhou um Oscar por dirigir “Traffic”. Com este filme e “Erin Brockovich” (2000), Soderbergh tornou-se a décima pessoa a dirigir múltiplos filmes indicados ao Oscar de Melhor Filme no mesmo ano.
O ator Henry Cavill, conhecido pelos seus papéis em “Super-Homem” e “The Witcher”, prepara-se para um novo desafio no reboot de “Highlander”. O realizador de “John Wick”, Chad Stahelski, revelou novas informações sobre este aguardado projeto, prometendo uma abordagem fresca e empolgante à clássica saga de imortais.
Cavill, cuja carreira começou a ganhar destaque na série “The Tudors”, tem consolidado a sua reputação como um dos principais atores de ação de Hollywood. Além dos seus papéis icónicos, recentemente protagonizou “The Ministry of Ungentlemanly Warfare” de Guy Ritchie, mostrando a sua versatilidade e talento.
O reboot de “Highlander” é um dos projetos mais esperados pelos fãs de ação e fantasia. Stahelski, que revitalizou o género com a série “John Wick”, está ao leme desta nova versão, prometendo cenas de luta inovadoras e uma narrativa envolvente. Detalhes sobre o enredo e o restante elenco ainda são escassos, mas a combinação de Cavill e Stahelski sugere um filme repleto de adrenalina e intensidade.
“Um Lugar Silencioso: Dia Um”, o mais recente filme da popular saga de terror, estreou nos cinemas em junho e já conquistou a aprovação de Stephen King. O aclamado autor de terror, cujas obras incluem clássicos como “Carrie” e “A Coisa”, deixou a sua marca com uma crítica breve, mas incisiva, no seu perfil do Twitter.
Michael Sarnoski e John Krasinski são os responsáveis por trazer este novo capítulo à vida. A franquia, que começou em 2018 com uma história original de Scott Beck e Bryan Woods, segue uma família que deve viver em completo silêncio para evitar criaturas mortais que caçam pelo som. O primeiro filme e a sua sequela receberam aclamação crítica, e “Um Lugar Silencioso: Dia Um” não é exceção, destacando-se com um impressionante score de 96% no Rotten Tomatoes.
A prequela conta com um elenco talentoso, incluindo Lupita Nyong’o, Joseph Quinn e Djimon Hounsou. Stephen King, um dos primeiros a assistir ao filme, descreveu-o no Twitter como “Aquele raro ‘grande filme de Hollywood’ que é tanto íntimo quanto detalhado. (E o gato é o verdadeiro protagonista)”. Esta observação sucinta sublinha a qualidade do filme e a sua capacidade de equilibrar elementos pessoais e narrativos num cenário de grande escala.
King é conhecido por ser um crítico direto e a sua opinião positiva acrescenta peso à recepção já favorável do filme. A saga “Um Lugar Silencioso” continua a ser um exemplo notável de como o terror pode ser tanto emocionante quanto emocionalmente ressonante.