Tom Holland confirmou esta semana que, assim que terminarem as promoções de “A Odisseia” e de “Homem-Aranha: Um Novo Dia”, vai dedicar-se por inteiro ao biopic de Fred Astaire — o próximo grande projeto da carreira, e talvez o mais arriscado. Holland quer executar ele próprio todas as coreografias de dança do filme, sem recurso a duplos, e filmadas em plano-sequência, à maneira como o próprio Astaire as teria rodado.
“Fiz os meus primeiros ensaios recentemente, e isso encheu-me simultaneamente de entusiasmo e de um pavor absoluto, porque tenho muitíssimo trabalho pela frente para tentar honrar o Fred”, disse o actor. A realização é de Paul King, responsável pelos dois primeiros filmes de “Paddington” e por “Wonka”, com argumento de Lee Hall, o escritor de “Billy Elliot” — uma dupla de currículo talhado para um filme sobre dança, transformação física e reinvenção.
O projeto não está isento de polémica: a viúva de Fred Astaire, Robyn Astaire, opôs-se publicamente à realização do biopic, uma resistência que já persegue este projeto há anos e que promete manter-se como pano de fundo incómodo à medida que a produção avança.
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