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Met Gala 2026: Katy Perry pôs-se em chamas, Bad Bunny chegou velho e a internet não perdoou Rihanna

O tema era Costume Art — a arte do traje como forma de expressão. A interpretação foi, como sempre no Met Gala, generosa o suficiente para incluir tudo, desde a erudição histórica à pirotecnia literal. Ontem à noite, na escadaria do Metropolitan Museum of Art em Nova Iorque, aconteceu a edição de 2026 do evento que, todos os anos, transforma a moda em espectáculo e o espectáculo em conversa global.

O momento da noite foi de Katy Perry — e foi, no sentido mais literal, ardente. O vestido da cantora soltava faíscas reais na escadaria do Met, num efeito que a equipa de segurança do evento acompanhou de perto e que a internet tratou com a mistura habitual de espanto e meme. Perry tem um historial de apostas visuais maximizadas nos grandes eventos — e desta vez foi além do que qualquer um esperava. Viral imediato, sem discussão.

Heidi Klum — que tem nas entradas no Met Gala um historial de transformações completas — chegou como uma figura saída directamente de um quadro de Vermeer: luz dourada, pose calculada, execução impecável. É o tipo de look que exige investigação prévia e que recompensa quem a faz. Bad Bunny optou por uma leitura conceptual do tema: apareceu como uma versão envelhecida de si próprio, com caracterização de décadas adicionadas ao rosto, num comentário sobre o tempo e a identidade artística que dividiu opiniões — metade da internet achou genial, a outra metade não percebeu.

Rihanna e A$AP Rocky foram, para variar, o tema mais comentado pelos motivos errados. Os looks do casal — que nas últimas edições tinham definido o nível de ambição do evento — foram recebidos com frieza considerável nas redes sociais, com muitos a considerar que ficaram aquém do tema e da história do próprio casal no Met. As ausências notáveis incluíram Ariana Grande e Zendaya — duas das presenças mais aguardadas em qualquer edição — sem explicação pública.

Para quem segue o Met Gala pela sua ligação ao cinema, a presença de O Diabo Veste Prada 2 em cartaz deu ao evento uma ressonância particular: Miranda Priestly teria muito a dizer sobre algumas das escolhas da noite. E provavelmente diria em dois sílabas.

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