Jennifer Coolidge confessa que pensou que ia ser a Elle Woods em “Legally Blonde”

Vinte e cinco anos depois, “Legally Blonde” ainda guarda histórias por contar, e uma das melhores veio agora da boca de Jennifer Coolidge. Embora ninguém imagine outra atriz no papel da manicura Paulette Bonafonté, a vencedora do Globo de Ouro revelou que entrou no casting da comédia de 2001 convencida de que estava a concorrer para outro papel bem diferente, o de protagonista.

A confissão aconteceu no Elle World, evento da Prime Video que juntou o elenco do filme, e Coolidge não poupou no humor à própria custa. Brincou primeiro com a idade, dizendo que tinha apenas dezassete anos quando começaram as filmagens, antes de admitir a verdade. Sentiu-se sortuda por ter sido escolhida para um dos trabalhos preferidos da carreira, mas, nas suas palavras, pensou de forma tola que estava a fazer prova para ser a Elle, a personagem que Reese Witherspoon acabou por imortalizar.

O reencontro assinalou o vigésimo quinto aniversário do filme e a chegada de “Elle”, a nova série prequela da Prime Video. Ao lado de Coolidge e de Witherspoon estiveram outras caras conhecidas do original, como Ali Larter, Selma Blair, Victor Garber e Matthew Davis, além das músicas Hoku e Vanessa Carlton, autoras de “Perfect Day” e “A Thousand Miles”, temas que ficaram colados à memória do filme.

A série “Elle” estreia a 1 de Julho e traz uma nova geração de atores, com Lexi Minetree à cabeça do elenco, ao lado de Zac Looker, Jacob Moskovitz, Chandler Kinney, Gabrielle Policano, Tom Everett Scott e June Diane Raphael. O painel do evento foi moderado por Bowen Yang e Matt Rogers, num tom de festa que confirma o carinho que o público continua a ter por uma comédia que se tornou um clássico improvável do início do milénio.

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Ruben Alves leva os Casamentos de Santo António ao cinema com elenco de luxo

O realizador de “A Gaiola Dourada” regressa à comédia com uma história profundamente lisboeta. “Santo António, O Casamenteiro de Lisboa”, de Ruben Alves, estreia nas salas portuguesas a 10 de Setembro, e o primeiro trailer já foi revelado, durante a transmissão das Marchas Populares na noite de Santo António.

A história parte de uma das tradições mais queridas da capital, os casamentos coletivos de Santo António, que aqui ficam ameaçados quando a Câmara faz um ultimato aos funcionários responsáveis, interpretados por Rita Blanco e Joaquim Monchique, no sentido de modernizarem e salvarem o evento. À volta deles, Alves reúne um elenco de luxo do cinema português, com Joaquim de Almeida, Maria Rueff, Maria João Bastos, Albano Jerónimo, Ana Bola e o espanhol Paco León, entre muitos outros.

Treze anos depois do fenómeno de bilheteira que foi “A Gaiola Dourada”, com mais de 760 mil espectadores em Portugal, o realizador luso-francês volta a pegar na identidade nacional, desta vez para falar de uma Lisboa em transformação, ameaçada pela globalização e pelo turismo. O filme tem ainda outro motivo de destaque, será o primeiro título português a chegar ao Disney+ em Portugal depois da passagem pelas salas, com distribuição da NOS Audiovisuais.

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Famke Janssen diz que a Marvel cometeu um erro ao deixá-la de fora

Nem todos os regressos ao universo Marvel estão a correr de feição. Famke Janssen, que deu vida a Jean Grey, a Fénix, na saga original dos X-Men, veio a público afirmar que o estúdio errou ao não a chamar de volta para “Avengers: Doomsday”, o grande cruzamento que junta diferentes gerações de elenco da casa.

A atriz holandesa fez parte do núcleo central da primeira trilogia de X-Men, que abriu caminho à era moderna do cinema de super-heróis, e considera que a sua ausência neste reencontro é uma oportunidade perdida. As declarações caíram em terreno fértil, com os fãs a discutir nas redes quem ficou de fora de um filme que se assume como uma celebração de duas décadas de personagens Marvel.

A polémica alimenta a expectativa em torno de um projeto já de si gigantesco, e mostra como cada nome incluído ou excluído de “Avengers: Doomsday” se transforma em notícia. Para quem cresceu com aquela primeira vaga de X-Men, a falta da Fénix de Janssen é, de facto, uma ausência que se nota.

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A Odisseia de Christopher Nolan esgota o Imax muito antes da estreia

Anya Taylor-Joy entra no novo filme do Senhor dos Anéis

O regresso à Terra Média continua a somar nomes de peso. Anya Taylor-Joy, uma das atrizes mais procuradas do momento, junta-se a “O Senhor dos Anéis: A Caça a Gollum”, o novo filme realizado por Andy Serkis, que volta também a dar corpo e voz à criatura que imortalizou.

Taylor-Joy interpretará Seren, uma elfa do Reino da Floresta e agente de confiança do rei Thranduil, papel que pertence a Lee Pace. A história passa-se entre as trilogias de “O Hobbit” e de “O Senhor dos Anéis”, e segue Aragorn e Gandalf na busca por Gollum, peça-chave para compreender o segredo do Anel que ameaça a Terra Média. O elenco é um reencontro de fãs, com Ian McKellen de volta como Gandalf, Elijah Wood como Frodo, e novos nomes como Kate Winslet e Jamie Dornan.

A produção mantém Peter Jackson, Fran Walsh e Philippa Boyens nos lugares de sempre, o que sossega quem temia uma rutura com a visão original. A entrada de Taylor-Joy, somada a este conjunto, transforma o projeto numa das estreias mais aguardadas do universo criado por Tolkien.

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Jeremy Clarkson anuncia que venceu o cancro e apela aos homens para se vigiarem

Jeremy Clarkson tem motivos para se considerar um homem de sorte. O antigo apresentador de “Top Gear”, hoje rosto do êxito “Clarkson’s Farm”, na Amazon Prime Video, revelou que o cancro da próstata que lhe foi diagnosticado está agora em remissão, depois de um percurso de tratamento que descreveu como tudo menos simples.

A doença foi o tema com que a quinta temporada da série terminou, numa revelação que apanhou os espectadores de surpresa. Na altura, Clarkson contou aos colegas da quinta Diddly Squat que tinha um cancro agressivo, sem indicar a localização, algo que só agora confirmou tratar-se da próstata. Na mesma temporada, o apresentador tinha já sido submetido a uma intervenção cardíaca, o segundo dos dois sustos de saúde que enfrentou durante as filmagens.

Em entrevista ao jornal The Sunday Times, Clarkson explicou que o tratamento, feito por ultrassons, teve complicações pelo caminho, incluindo um episódio em que tomou medicação para o coração que não devia ter tomado. Já no último episódio da temporada, deitado numa cama de hospital, tinha deixado o aviso de que nem tudo estava a correr como previsto e de que o reencontro com o público numa sexta temporada dependia do desfecho do tratamento.

A boa notícia chegou agora. Um exame feito há dois meses não revelou qualquer sinal da doença, e o apresentador está oficialmente em remissão, embora tenha de manter análises regulares para vigiar a situação. Foi a partir desta experiência que Clarkson decidiu usar a sua visibilidade para uma causa concreta, apelar aos homens para que façam o rastreio. Nas suas palavras, se uma única pessoa que veja a série decidir ir fazer o exame, detetar o problema a tempo e seguir com uma vida normal, então terá valido a pena insistir no assunto.

O testemunho ganha peso pela dimensão do nome. Clarkson é uma das figuras televisivas mais reconhecíveis das últimas décadas, primeiro com “Top Gear”, depois com “The Grand Tour”, e agora com a vida rural de “Clarkson’s Farm”, e a forma direta como falou da doença pode ter, nas suas próprias contas, um efeito útil junto de quem o acompanha.

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Netflix ganha a corrida pelo filme de cinema da Rua Sésamo

A Rua Sésamo vai dar o salto para o grande ecrã, e é a Netflix que segura as rédeas. Depois de uma guerra de licitações entre duas empresas, o serviço de streaming garantiu os direitos para o filme da icónica série infantil que há mais de cinquenta anos ensina gerações de crianças em todo o mundo.

A produção fica a cargo da Rideback, a produtora responsável pelos êxitos de mil milhões de dólares das versões em imagem real de “Lilo & Stitch” e “Aladdin”, o que dá uma ideia da escala que a Netflix tem em mente. A Sesame Workshop, a organização por trás do programa, mantém-se envolvida como produtora, garantindo que o espírito original chega intacto ao cinema.

O movimento faz sentido na estratégia da plataforma, que já detinha os direitos televisivos da série desde o ano passado, depois de os ter ido buscar em 2025. Com esta aquisição, a Netflix passa a controlar a marca em todas as frentes, da televisão ao cinema. Para um título com o reconhecimento universal da Rua Sésamo, e com a equipa certa por trás, é uma aposta de baixo risco e enorme alcance.

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A Disney revela o primeiro trailer de “Hexe: O Reino da Magia”

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É das notícias mais inesperadas do verão. George Lucas, o criador de Star Wars, afastado do mundo do cinema desde que vendeu a Lucasfilm à Disney em 2012, regressa para emprestar a voz a uma personagem em “Minions & Monsters”, a nova longa-metragem da Illumination com a Universal, que estreia a 1 de Julho.

A revelação foi feita por Chris Meledandri, fundador da Illumination, em entrevista à Collider, e a história por trás da participação é tão improvável quanto a própria notícia. Segundo Meledandri, tudo começou num encontro com Lucas há cerca de dois anos, quando descobriu que o realizador é um admirador confesso dos filmes do estúdio, em particular da saga “Gru, o Maldisposto” e das criaturas amarelas que a tornaram um fenómeno mundial. A revelação foi recebida com espanto pela equipa, dado o respeito que um nome como o de Lucas inspira.

A ideia de o pôr no filme surgiu naturalmente a partir da própria história. Meledandri conta que levou a sugestão ao realizador Pierre Coffin, que assina o argumento com Brian Lynch, e ao produtor Bill Ryan, e que a resposta foi um sim imediato e entusiasmado. Lucas acabou por gravar as suas falas em Paris, numa sessão organizada com a ajuda da mulher, Mellody Hobson, enquanto o casal estava na cidade.

O mais curioso é que a experiência parece ter agradado ao próprio Lucas. Meledandri adianta que, num encontro recente, o cineasta já lhe falava do papel que gostaria de fazer no próximo filme dos Minions, sinal de que esta incursão pela animação pode não ficar por uma única vez. Para um realizador que passou décadas a moldar uma das maiores mitologias do cinema, a escolha de regressar pela porta da comédia animada tem o seu encanto.

A par de Lucas, o elenco de vozes de “Minions & Monsters” inclui Jesse Eisenberg, Allison Janney, Christoph Waltz, Jeff Bridges, Zoey Deutch, Trey Parker e Phil LaMarr. As criaturas amarelas estrearam-se em 2010, em “Gru, o Maldisposto”, como ajudantes do ex-vilão interpretado por Steve Carell, e tornaram-se desde então uma das marcas mais lucrativas da animação. O regresso de Lucas, ainda que discreto, é o tipo de pormenor que transforma uma estreia de família num acontecimento para os cinéfilos.

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Kate Hudson e Ana de Armas juntas num thriller erótico

Duas das atrizes mais reconhecíveis de Hollywood vão partilhar o ecrã num registo arrojado. A Deadline avança, em exclusivo, que Kate Hudson e Ana de Armas vão protagonizar “Palm Grove”, um thriller erótico realizado por Kornél Mundruczó, o cineasta húngaro de “Pieces of a Woman”.

O argumento é de James Morosini e o projeto, produzido pela Chernin Entertainment, chega ao mercado internacional este fim de semana à procura de comprador, com a expectativa de gerar forte interesse pela combinação de género e de nomes. Os detalhes da intriga estão a ser guardados, mas a junção de Hudson e de Armas, duas presenças com registos distintos, é por si só um chamariz.

O thriller erótico, género que dominou os anos noventa e que tem vivido um regresso discreto, ganha aqui um par de protagonistas capaz de o devolver às conversas. Resta saber que estúdio ou plataforma fica com o filme, e em que moldes, mas o anúncio coloca “Palm Grove” no radar muito antes de haver uma única imagem.

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