O Conselho Que Henry Cavill Deu a David Corenswet Antes de Passar a Capa de Superman

“Divirte-te com isso” — O novo Homem de Aço revela o gesto comovente de dois dos seus antecessores

Com o novo filme Superman prestes a marcar o arranque oficial da nova fase do universo DC, David Corenswet — o actor de 31 anos escolhido para vestir o icónico fato azul e vermelho — revelou um gesto inesperado e comovente: recebeu cartas de apoio de Henry Cavill e Tyler Hoechlin, dois dos Supermen mais recentes.

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Durante a antestreia londrina do filme, Corenswet contou à estação britânica Heart que ambos os actores o contactaram antes das filmagens para o encorajar nesta nova aventura:

“Tive o prazer de trocar cartas com dois antigos Super-Homens, o Henry Cavill e o Tyler Hoechlin. Foram muito encorajadores e tivemos uma troca de mensagens muito bonita. Estou ansioso por conhecê-los pessoalmente — vai ser fantástico quando conseguirmos estar todos juntos na mesma sala.”

Um conselho simples, mas poderoso

Segundo Corenswet, tanto Cavill como Hoechlin deram-lhe o mesmo conselho:

“Disseram-me para me divertir. O que, honestamente, é muito ao estilo do próprio Superman.”

Num papel tantas vezes debatido por fãs, realizadores e estúdios, é reconfortante ver que a passagem de testemunho foi feita com respeito e espírito de camaradagem. E não deixa de ser simbólico que o novo Clark Kent tenha sido recebido com palavras gentis, e não com rivalidades ou comparações indesejadas.

O adeus definitivo de Henry Cavill

Recorde-se que Henry Cavill chegou a anunciar oficialmente o seu regresso ao papel de Superman em 2022, mas acabaria por ser informado pouco tempo depois que não faria parte da nova visão do universo DC encabeçada por James Gunn e Peter Safran.

“Tive uma reunião com o James Gunn e o Peter Safran e foi uma notícia triste: afinal não vou regressar como Superman”, escreveu Cavill na altura, num desabafo nas redes sociais.

Apesar da desilusão, Cavill manteve a classe e desejou sorte ao novo elenco:

“Respeito a decisão. Eles têm um universo para construir. Desejo-lhes toda a sorte do mundo.”

Preparar-se para ser um ícone

Corenswet confessou ainda que o primeiro passo que deu ao saber que tinha o papel foi inscrever-se no ginásio. Mas não foi uma decisão tomada ao acaso — partiu de uma sugestão muito específica do realizador James Gunn:

“O James disse-me: ‘Estás em boa forma, mas trabalha os ombros.’ Pode parecer algo menor, mas para mim foi importante.”

A escolha de Corenswet para este novo capítulo do Homem de Aço está longe de ser casual: com uma aparência que faz lembrar uma fusão entre Christopher Reeve e Henry Cavill, e um estilo mais optimista e caloroso, o novo Superman promete recuperar o espírito mais clássico e inspirador do herói.

Um elenco de luxo para um novo recomeço

Ao lado de Corenswet, brilham Rachel Brosnahan como Lois Lane e Nicholas Hoult como Lex Luthor — duas escolhas que têm vindo a entusiasmar os fãs. O filme marca o início oficial do novo universo DC e será lançado em Julho de 2025 com o título Superman (anteriormente conhecido como Superman: Legacy).

Com Cavill a sair pela porta da frente e Corenswet a entrar com humildade e entusiasmo, talvez esteja finalmente a nascer uma nova era para o último filho de Krypton. E, pelos vistos, começa com uma carta — e um sorriso.

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Surpresa em Paris! Wagner Moura Recebe Prémio de Melhor Actor das Mãos de Juliette Binoche

“O Agente Secreto” valeu-lhe o troféu em Cannes — e um momento emocionante no Louvre

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Demorou, mas chegou com estilo. Seis semanas após ter sido distinguido como Melhor Actor no Festival de Cannes 2025Wagner Moura foi finalmente surpreendido com o troféu — e logo pelas mãos da lendária Juliette Binoche. O momento aconteceu num cenário à altura: uma sessão esgotada ao ar livre no Cinema Paradiso Louvre, em Paris, numa celebração especial do cinema brasileiro.

O actor brasileiro, ausente em maio por motivos profissionais, estava longe de imaginar que a presidente do júri de Cannes lhe entregaria pessoalmente o prémio antes da exibição de O Agente Secreto, o thriller de Kléber Mendonça Filho que também valeu ao realizador o Prémio de Melhor Realização.

Um abraço, um elogio… e uma canção brasileira

A surpresa foi digna de cinema. Perante uma plateia repleta, Binoche abraçou Moura e agradeceu-lhe o regresso a Paris. Emocionado, o actor não poupou palavras de admiração:

“Uma das coisas que mais me marcou neste prémio foi o facto de você ter sido a presidente do júri. Receber isto das suas mãos é uma honra que não consigo descrever.”

Binoche devolveu o carinho com um elogio público:

“Adorámos o filme. E adorámos você nele. Por isso, não podíamos deixar de atribuir dois prémios.”

E acrescentou ainda, dirigindo-se ao público:

“Acho que vão gostar muito deste filme…”

Para rematar a noite mágica, Moura dedicou o prémio à cultura brasileira e surpreendeu ainda com um excerto improvisado de Isto Aqui o Que É?, de João Gilberto. Sim, houve samba em Paris. 🥁🎶

Thriller político com sabor brasileiro

O Agente Secreto marca o regresso de Wagner Moura à ficção brasileira, depois de mais de uma década afastado como actor. O filme, descrito como um thriller denso e atmosférico, passa-se no Recife de 1977, durante a ditadura militar, e acompanha Marcelo, um professor universitário com um passado violento que regressa à sua cidade natal… onde descobre que a sua cabeça está a prémio.

“A personagem que interpreto quer viver apenas com os valores que o representam. É terrível que, nos momentos distópicos, prender-se aos seus valores de dignidade seja perigoso”, disse o actor em Cannes.

A realização é de Kléber Mendonça Filho, autor de obras marcantes como Aquarius e Bacurau, e mais uma vez cruza realismo mágico com crítica política numa fórmula que tem conquistado festivais internacionais.

Pré-estreia em Portugal antes da estreia comercial

O filme terá duas sessões especiais já este mês em Portugal, ambas esgotadas:

  • Lisboa, no Cinema São Jorge, a 23 de Julho
  • Porto, no Cinema Trindade, a 25 de JulhoAmbas às 21h00, com presença confirmada do realizador.

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estreia comercial está marcada para 6 de Novembro, e promete ser um dos grandes acontecimentos cinematográficos do ano.

“The Old Guard 2”: A Realizadora Fala do Final em Suspense, da Viagem de Charlize Theron no Tempo e da Dança Secreta de Dark Rey

Victoria Mahoney agarra as rédeas da sequela de ação da Netflix e revela bastidores surpreendentes — incluindo música, memórias e… Prince!

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🗡️ Três anos depois de ter sido filmado, “The Old Guard 2” chegou finalmente à Netflix — e está a liderar o top de visualizações. O filme volta a reunir o grupo de guerreiros imortais liderados por Charlize Theron, mas desta vez com Victoria Mahoney na realização. E se o nome não lhe soa familiar, talvez deva saber que foi a primeira mulher a realizar uma produção Star Wars, como segunda unidade em The Rise of Skywalker.

Em entrevista à Hollywood Reporter, Mahoney revela como se apaixonou pelo primeiro filme ainda em 2020 — ao ponto de o rever repetidamente durante a pandemia. Foi esse entusiasmo que lhe valeu o convite da produtora Skydance, depois de Gina Prince-Bythewood ter abandonado a sequela para se dedicar a The Woman King.

“Continuava a ver o filme e a sentir-me inspirada. Foi um dos únicos filmes de ação com alma que tivemos nesse verão pandémico”, recorda.

Andy, o passado e uma sequência para a eternidade

Um dos momentos mais memoráveis de The Old Guard 2 é uma cena silenciosa, mas poderosa: Andy (Charlize Theron) a caminhar por uma cidade europeia, confrontando memórias de séculos de vida imortal. Mahoney revela que a cena foi feita em apenas dois takes e quase sem efeitos especiais, com a equipa a ensaiar com câmaras de bolso nos estúdios Cinecittà, em Roma.

“Queríamos que o público sentisse o que é andar por um lugar que visitaste centenas de vezes ao longo de séculos. As memórias surgem a cada esquina.”

A realizadora preferiu dar prioridade à dimensão emocional de Andy, em vez de repetir batalhas. O resultado? Uma sequência bela, melancólica e cheia de luz.

Cliffhanger? Temos. Terceiro filme? Ainda não se sabe.

O filme termina com um cliffhanger brutal — uma fuga que deixa os fãs à espera do que virá a seguir. Mas Mahoney, que já tem três novos filmes em preparação, não está envolvida em discussões sobre um possível terceiro capítulo.

“Espero que aconteça. Os fãs merecem, o elenco e a equipa merecem. Eu já estarei ocupada noutras coisas, mas adoraria ver para onde vão a seguir.”

Uma história com música, emoção e… Dark Rey a dançar Prince

Entre memórias de gravações e homenagens aos duplos — agora finalmente com Óscar garantido a partir de 2028 — Mahoney recorda também momentos insólitos como ver Daisy Ridley, caracterizada como Dark Rey, a dançar ao som de Prince entre takes de Star Wars.

“Foi inacreditável. Nunca filmei, mas ficou gravado na memória.”

Na rodagem de The Old Guard 2, a música também teve um papel essencial para manter a equipa focada durante longas esperas técnicas.

“Usar música em momentos de stress transforma completamente o ambiente. Basta pôr Prince a tocar e a magia acontece.”

Uma sequela feita com amor… e muito suor

Depois de um processo de pós-produção atrasado por greves e mudanças de equipa, Mahoney reconhece que o tempo extra acabou por ser uma bênção. “Conseguimos reunir talentos que de outra forma estariam ocupados. Tivemos uma equipa de pós-produção de luxo.”

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Charlize Theron regressa com força e vulnerabilidade, Veronica Ngô volta como Quỳnh, e há ainda espaço para Uma Thurman, como a misteriosa Discord. Mas no centro de tudo continua a estar a alma da saga: a luta pela humanidade, mesmo quando se é imortal.

Scarlett Johansson Recebeu um “Email Gigante” de Bryce Dallas Howard ao Entrar no Mundo dos Dinossauros

A ex-Claire Dearing deu as boas-vindas calorosas à nova estrela de Jurassic World: Rebirth: “Os fãs são para a vida!”

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🦖 Há novas estrelas no parque… e também há passagem de testemunho jurássico! Com a estreia de Jurassic World: RebirthScarlett Johansson junta-se oficialmente à família dos dinossauros — mas fê-lo com uma recepção calorosa por parte de quem já conhece o trilho.

A atriz revelou à revista People que recebeu um longo e afetuoso email de boas-vindas de Bryce Dallas Howard, a intérprete de Claire Dearing nas três últimas entregas da saga.

“Quando fui escolhida, a Bryce contactou-me e estava tão entusiasmada”, contou Scarlett. “Escreveu-me um email enorme sobre a experiência dela, sobre como os fãs são maravilhosos e como isso é uma das partes mais incríveis: fazer parte desta família jurássica e ganhar fãs para a vida.”

Zora Bennett entra em cena… e Bryce continua na plateia

Em Jurassic World: Rebirth, Johansson interpreta Zora Bennett, uma ex-agente de operações secretas enviada para uma das últimas ilhas onde os dinossauros ainda vivem. Junta-se a um elenco de luxo que inclui Jonathan Bailey e Mahershala Ali, naquela que é a sétima entrada oficial da saga iniciada por Steven Spielberg em 1993.

Do outro lado do ecrã, Bryce Dallas Howard, que deu vida à gestora de operações Claire Dearing desde Jurassic World(2015), não esconde a emoção com o novo capítulo:

“Estou tão entusiasmada com Jurassic World: Rebirth! Vou estar na estreia, com certeza. O elenco é incrível — Mahershala Ali, Scarlett Johansson, Jonathan Bailey… Vai ser absolutamente fantástico.”

E se os fãs estão a torcer por um regresso da Claire? Howard não diz que não:

“Daqui a 20 anos, se me pedirem para voltar, voltaria num instante.”

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Uma família jurássica que atravessa gerações

A troca de palavras entre Scarlett Johansson e Bryce Dallas Howard mostra bem como a saga Jurassic se tornou mais do que apenas uma série de blockbusters: é uma comunidade de fãs, criadores e atores que continuam a reinventar o mundo dos dinossauros com respeito e entusiasmo. E agora, com Johansson ao leme, a nova era parece em boas mãos — mesmo que essas mãos tenham de fugir de um T-Rex de vez em quando.

Scarlett Johansson Torna-se a Rainha de Hollywood com “Jurassic World: Rebirth”

Atriz destrona Samuel L. Jackson e Robert Downey Jr. como a estrela mais rentável da história do cinema… e sim, os dinossauros ajudaram.

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🦖 Ela já enfrentou deuses nórdicos, robôs assassinos e supervilões cósmicos, mas agora foi a vez de enfrentar… dinossauros. E com isso, Scarlett Johansson entrou oficialmente para a história: tornou-se a atriz (ou ator) com maior receita de bilheteira da história do cinema, em papéis principais, com um total de 14,8 mil milhões de dólaresarrecadados a nível global.

O marco histórico deve-se ao sucesso imediato de “Jurassic World: Rebirth”, onde Johansson assume o protagonismo da franquia, substituindo Chris Pratt, num papel novo e cheio de adrenalina: Zora Bennett, uma ex-operacional militar enviada para uma das poucas ilhas onde ainda existem dinossauros. O filme arrecadou 318 milhões de dólares nos primeiros seis dias, ficando apenas atrás do fenómeno chinês Ne Zha 2 no ranking de estreias de 2025.

Um império construído com dinossauros… e Vingadores

Boa parte da fortuna cinematográfica de Scarlett Johansson foi construída no universo Marvel. Só com os quatro filmes dos Vingadores e Capitão América: Guerra Civil, arrecadou 8,7 mil milhões de dólares. A isto juntam-se papéis de destaque em Iron Man 2 (a sua estreia como Viúva Negra) e as duas animações Cantar! (Sing) onde deu voz à porco-espinho roqueira Ash.

Segundo o site especializado The Numbers, Scarlett passou agora à frente de:

  • Samuel L. Jackson (anterior detentor do recorde, com 14,6 mil milhões)
  • Robert Downey Jr., com 14,2 mil milhões (dos quais 11,8 mil milhões vêm dos seus nove filmes como Tony Stark/Iron Man)

Curiosamente, dos cinco atores mais rentáveis da história, apenas Tom Hanks não passou pelo universo Marvel. Todos os outros — Johansson, Jackson, Downey Jr. e Chris Pratt — devem o seu estatuto à popularidade global das sagas da Marvel.

O futuro? Dinossauros sim. MCU… provavelmente não.

Scarlett já afirmou várias vezes que não voltará ao papel de Natasha Romanoff / Viúva Negra, apesar das inevitáveis especulações em torno de Avengers: Doomsday (2026) e Secret Wars (2027), onde os multiversos podem servir de desculpa para tudo — até para ressuscitar personagens mortos.

Por agora, é Johansson quem reina, com ou sem o uniforme preto. E caso Downey Jr. venha a recuperar o trono, terá de o fazer com o apoio de novos vilões, como o enigmático Doutor Destino.

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Mas a verdade é esta: Scarlett Johansson acaba de fazer história. E fá-lo com estilo, talento e… um velociraptor ao lado.

Michael Douglas Pensa Pendurar as Botas: “Não Estou Reformado, Mas Não Tenho Grandes Intenções de Voltar”

Aos 80 anos, o veterano de Hollywood reflete sobre quase seis décadas de carreira, saúde, família… e uma comédia conjugal com Catherine Zeta-Jones

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🎭 Michael Douglas não se despede com dramatismo, nem faz discursos de adeus com lágrimas nos olhos. Em vez disso, com um sorriso tranquilo e uma elegância à antiga, o ator revelou recentemente que não tem planos concretos para regressar à representação — a não ser que algo verdadeiramente especial surja.

“Não estou reformado, mas também não tenho grandes intenções de voltar”, afirmou Douglas durante o Festival de Cinema de Karlovy Vary, na República Checa. “Se surgir algo especial, volto. Caso contrário, não.”

Douglas, que completa 81 anos em setembro, falou à imprensa enquanto apresentava uma cópia restaurada de Voando Sobre um Ninho de Cucos (1975), o clássico de Miloš Forman que co-produziu no início da sua carreira — antes mesmo de se tornar um dos rostos mais emblemáticos de Hollywood.

“Não queria ser um daqueles que cai morto no set”

A decisão de parar foi consciente. O último papel no grande ecrã foi em “Ant-Man and the Wasp: Quantumania” (2023), e desde então limitou-se à minissérie “Franklin” (Apple TV+, 2024), onde interpretou Benjamin Franklin. Mas já em 2022 tinha decidido abrandar:

“Percebi que tinha de parar. Estive a trabalhar bastante durante quase 60 anos e não queria ser um daqueles que cai morto no set”, confessou.

Ainda assim, há um projeto curioso no horizonte: “Looking Through Water”, um filme onde contracena com o filho, Cameron Douglas — embora sem data de estreia definida.

Um sobrevivente, literal e figurado

Durante a conferência de imprensa, Douglas também falou abertamente sobre a luta contra um cancro da língua em estágio 4, diagnosticado em 2010. Na altura, recusou cirurgia radical que poderia ter comprometido a fala e, consequentemente, a sua carreira:

“O estágio 4 não é um feriado. Não há muitas opções. Escolhi quimioterapia e radioterapia. A cirurgia teria implicado retirar parte da mandíbula e isso teria sido muito limitador para um actor.”

Vida de casado e uma nova forma de representar

Casado há mais de duas décadas com Catherine Zeta-Jones, Michael Douglas garante que, hoje, os papéis que mais aprecia são os domésticos.

“Tenho um pequeno filme independente em mãos, mas neste momento, no espírito de manter um bom casamento, estou feliz por ser ‘a esposa’”, brincou, arrancando gargalhadas da plateia.

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É o tipo de humor afável e auto-consciente que só alguém com décadas de carreira e um Óscar na prateleira pode fazer sem esforço. E se há algo que Douglas provou ao longo da vida é que não precisa de estar em todos os filmes — basta estar no certo.

Brad Pitt, o Feijão e a Flatulência Diabólica: Quando o Método Correu Horrivelmente Mal

O ator tentou levar a sério a sua cena… e acabou por “expulsar” toda a equipa técnica de um café

🥫🎬 Já todos sabíamos que Brad Pitt tem talento, pinta e um Óscar na prateleira. Mas o que talvez não soubéssemos é que, em tempos, tentou ser um actor de Método… e que isso acabou em flatulência épica e fuga colectiva de 60 pessoas de um set de filmagens.

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Durante uma hilariante participação no podcast New Heights, apresentado pelos irmãos e jogadores da NFL Jason e Travis Kelce, Brad Pitt contou um episódio insólito dos seus primeiros tempos como actor. A cena? Um homem esfomeado a devorar um prato de feijão com bacon. O problema? Pitt levou o realismo longe de mais.

“Era num café minúsculo, cheio de gente. Estavam lá cerca de 60 pessoas. Estava calor, não se respirava. A minha personagem não comia há dias, e recebe este prato gigante de feijão e bacon. E eu, todo metódico, pensei: ‘É agora. Vou fazer isto a sério’.”

E fez. E repetiu. E repetiu de novo.

“Primeira cena: devoro o prato. Segunda cena: igual. Terceira cena: igual. Quarta vez… algo aconteceu. Fiquei preso na cadeira. E a natureza seguiu o seu curso.”

Inicialmente, pensou que tinha passado despercebido. Engano redondo.

“Pensei, ‘ufa, escapei’. Mas de repente… algo diabólico invadiu a sala. Toda a equipa fugiu do café. Foi indescritível.”

O homem que come em todos os filmes (menos no “F1”)

A ironia? Hoje em dia, Brad Pitt é conhecido por comer em praticamente todos os seus filmes. Tão conhecido, aliás, que há compilações no YouTube como “15 Minutes of Brad Pitt Eating”, com mais de 2,7 milhões de visualizações.

Questionado pelos irmãos Kelce sobre essa curiosa tendência gastronómica cinematográfica, Pitt respondeu com espanto:

“Não percebo porquê. Toda a gente come, não é?”

Desta vez, no entanto, não há cenas a comer no seu mais recente sucesso, F1, onde interpreta um antigo piloto de Fórmula 1 a treinar um novato. O filme já arrecadou 144 milhões de dólares na estreia global, sendo o maior arranque de sempre da Apple no cinema. E segundo a Varietyjá estão a decorrer conversas para uma possível sequela.

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Moral da história?

Se alguma vez pensou em entrar no Método… evite pratos de feijão com bacon em ambientes fechados. E se for o Brad Pitt, talvez esteja perdoado — porque nem uma nuvem tóxica num café cheio de gente consegue apagar o brilho de uma carreira destas.

“F1” Ultrapassa “Napoleão” e Torna-se o Maior Sucesso de Bilheteira da História da Apple

Com Brad Pitt ao volante e 293 milhões arrecadados, o novo drama de corridas assume a pole position na estratégia cinematográfica da gigante tecnológica

🏁 O motor está bem afinado e a Apple já pode celebrar o seu primeiro grande sucesso no grande ecrã. O filme “F1”, protagonizado por Brad Pitt, já ultrapassou os 293 milhões de dólares em bilheteira mundial após apenas 10 dias de exibição, tornando-se o filme mais rentável da história da Apple.

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Com esta marca, “F1” destrona “Napoleão” (221 milhões) e deixa para trás também “Killers of the Flower Moon” (158 milhões), duas superproduções anteriores do estúdio que, apesar da pompa, nunca chegaram a ser verdadeiros fenómenos de bilheteira.

A corrida mais importante do estúdio

Realizado por Joseph Kosinski (Top Gun: Maverick), F1 foi mais do que um projeto cinematográfico — foi uma prova de fogo para o braço cinematográfico da Apple. Após sucessivos fracassos comerciais (sim, estamos a olhar para ti, Argylle), havia dúvidas internas sobre se a Apple deveria continuar a investir em filmes para cinema ou recuar para o terreno seguro da televisão, onde tem triunfado com séries como Ted Lasso e Severance.

Mas eis que surge Brad Pitt no papel de um piloto de Fórmula 1 retirado que regressa para treinar um jovem talento e salvar uma equipa em ruínas. O filme arrancou com um fim de semana de estreia de 57 milhões nos EUA e 146 milhões a nível global. Resultado? Um novo recorde para a Apple.

Nem tudo são curvas suaves

Apesar do sucesso inicial, F1 ainda está longe de ser lucrativo. O filme terá custado mais de 250 milhões de dólares a produzir, com outros 100 milhões em marketing, o que significa que a verdadeira meta da rentabilidade está ainda por alcançar. Mas o desempenho robusto em ecrãs de grande formato — especialmente IMAX, que representa já 20,4% da receita global com 60 milhões de dólares — dá esperança para uma corrida de longa duração.

Entre os mercados internacionais de maior sucesso estão:

  • 🇨🇳 China – 22 milhões
  • 🇬🇧 Reino Unido – 17,3 milhões
  • 🇲🇽 México – 12,3 milhões
  • 🇫🇷 França – 11,5 milhões
  • 🇦🇺 Austrália – 9,8 milhões

Nos EUA e Canadá, F1 já atingiu os 109,5 milhões de dólares.

Mais do que um sucesso — uma confirmação

Num ano dominado por sequelas e grandes franquias (Jurassic World: RebirthSupermanFantastic Four), F1 destaca-se por ser uma história original voltada para adultos — algo cada vez mais raro nas grandes salas.

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A Apple, claro, pode dar-se ao luxo de experimentar. Com um valor de mercado de 3 biliões de dólares, não sofre da mesma pressão financeira que estúdios tradicionais. Mas agora, com F1, tem um novo argumento para manter os olhos postos na linha de meta do cinema comercial.

“Missão: Impossível – The Final Reckoning” Supera Spielberg, Mas Está Longe de Cumprir a Sua

O adeus (ou não) de Tom Cruise como Ethan Hunt aproxima-se dos 600 milhões… mas ainda não chega para pagar a conta

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💣 Depois de seis semanas em cartazMissão: Impossível – The Final Reckoning continua em modo acção total nas bilheteiras, mas com o cronómetro a aproximar-se perigosamente do fim. O filme, anunciado como o último capítulo de Tom Cruise na pele de Ethan Hunt (uma promessa que ninguém leva muito a sério), já ultrapassou os 576 milhões de dólares a nível mundial e está prestes a passar um dos sucessos mais discretos de Steven SpielbergReady Player One(579 milhões).

Mas nem tudo são explosões e aplausos: com um orçamento astronómico de 400 milhões de dólares, a nova entrada da saga está longe de ser um caso de sucesso financeiro.

Um sucesso… com sabor agridoce

Com 190 milhões arrecadados nos EUA e 385 milhões no mercado internacionalThe Final Reckoning posiciona-se entre os 200 filmes mais rentáveis da história do cinema em termos globais. Superou títulos como Kong: Skull Island e Godzilla x Kong: The New Empire, mas isso pode não ser suficiente.

O problema? Os custos de produção dispararam devido às greves de 2023, aos resquícios da pandemia e ao estilo de realização “à vista” de Christopher McQuarrie, conhecido por ajustar o filme durante a rodagem. Some-se a isso a recepção morna do capítulo anterior (Dead Reckoning) e temos um cocktail explosivo… mas instável.

A herança de um franchise que já conheceu melhores dias

Dead Reckoning, lançado em 2023 na sombra dupla de Oppenheimer e Barbie, arrecadou 565 milhões com um orçamento de 300 milhões — o que, convenhamos, não foi o resultado que a Paramount esperava. The Final Reckoningjá o ultrapassou em números, mas fica atrás dos episódios 4, 5 e 6 da saga, que foram verdadeiros colossos de bilheteira.

Apesar das críticas divididas, o novo filme mantém uma pontuação estável de 80% no Rotten Tomatoes, o que garante algum fôlego crítico — mas não o suficiente para justificar o investimento. Ainda assim, a longa vida dos filmes da saga, com receitas provenientes de streaming, aluguer, televisão e vendas digitais, poderá vir a compensar a diferença ao longo do tempo.

A última missão de Ethan Hunt? Talvez só até à próxima.

Com o filme ainda em exibição e a possibilidade de ultrapassar a marca dos 600 milhões, o legado de Ethan Hunt mantém-se intacto… mesmo que o saldo bancário da Paramount esteja menos entusiasmado. Para já, pode continuar a ver The Final Reckoning nos cinemas — mas já se fala nos bastidores sobre o “regresso final do regresso final”.

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Como sempre com Missão: Impossível, o verdadeiro truque não está em desarmar a bomba, mas em fazer-nos acreditar que esta será, de facto, a última.