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Um Favorito Claro para James Bond Começa a Destacar-se — e a Escolha Faz Cada Vez Mais Sentido

Com o anúncio oficial a aproximar-se, o próximo 007 pode já estar à vista

À medida que nos aproximamos de 2026, ano em que deverá ser oficialmente revelado o próximo James Bond, o jogo das especulações começa finalmente a afunilar. Depois de anos de rumores, apostas contraditórias e listas intermináveis de candidatos, um nome volta a surgir no topo — desta vez com mais força e menos ruído: Aaron Taylor-Johnson.

Quatro anos após a despedida definitiva de Daniel Craig em No Time to Die, o actor britânico reaparece como o favorito claro das casas de apostas para assumir o papel de 007 no 26.º filme da saga. Não é a primeira vez que lidera a corrida, mas o contexto actual torna esta liderança particularmente significativa.

Um regresso ao topo que não é coincidência

Segundo as apostas mais recentes, Aaron Taylor-Johnson voltou ao primeiro lugar destacado, superando uma concorrência que se manteve forte durante anos. O actor, conhecido tanto por papéis físicos como por personagens mais contidas, encaixa numa ideia de Bond mais crua, directa e menos irónica — algo que muitos acreditam estar alinhado com a visão do novo realizador.

A escolha de Denis Villeneuve para comandar o próximo reboot da saga reforça essa leitura. O cineasta canadiano tem uma abordagem séria, densa e visualmente rigorosa, distante do espectáculo leve ou da piscadela de olho. Um Bond nesse registo exige presença física, intensidade e contenção emocional — qualidades que Taylor-Johnson já demonstrou várias vezes.

Um Bond experiente… ou demasiado conhecido?

Ainda assim, nem tudo joga a favor do actor. Aos 35 anos, Aaron Taylor-Johnson é mais velho do que aquilo que o estúdio terá inicialmente considerado para um “Bond jovem”, capaz de sustentar uma nova era longa da franquia. Além disso, não é propriamente um rosto fresco: passou por grandes produções, universos de super-heróis e blockbusters de acção.

Historicamente, a saga Bond tem alternado entre escolhas inesperadas e actores menos óbvios no momento da selecção. Nesse sentido, Taylor-Johnson foge um pouco ao padrão clássico de “descoberta”. Mas talvez isso já não seja um problema — talvez seja, até, uma vantagem.

Concorrência forte… mas menos convincente

Atrás de Taylor-Johnson continuam a surgir nomes recorrentes. Theo James mantém-se como hipótese sólida, enquanto Idris Elba continua a ser um favorito do público, apesar da idade tornar cada vez mais improvável uma aposta a longo prazo.

Outros nomes surgem logo a seguir, alguns com momentos de forte especulação no passado, outros como apostas mais recentes. A lista é longa, mas nenhum parece reunir, neste momento, o mesmo equilíbrio entre credibilidade industrial, perfil físico e alinhamento criativo que Aaron Taylor-Johnson apresenta.

Um projecto tratado como “território sagrado”

Sobre James Bond 26, os detalhes continuam escassos — como manda a tradição. O que se sabe é que o argumento está a cargo de Steven Knight, criador de Peaky Blinders, e que Denis Villeneuve já descreveu o projecto como “território sagrado” e “uma enorme honra”.

Esse cuidado quase reverencial com a personagem sugere que a escolha do novo Bond será tudo menos apressada. Ainda assim, o calendário aponta para 2026 como o momento ideal para alinhar o anúncio do novo actor com o início oficial da próxima fase da saga.

Um 007 que pode marcar uma nova era

Aaron Taylor-Johnson pode não ser a escolha mais consensual, nem a mais surpreendente. Mas, neste momento, é talvez a mais coerente. Se a saga Bond quer manter-se relevante sem trair a sua identidade, precisará de um actor capaz de carregar o peso do mito — sem o transformar numa caricatura.

Se isso acontecer, a escolha poderá parecer óbvia em retrospectiva. Como tantas outras antes dela.

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