Faltam poucos dias: candidaturas ao Montanha Pico Festival e aos Prémios Audiovisuais Açorianos encerram a 1 de outubro

Fica o lembrete para quem ainda não submeteu o seu trabalho: encerram já esta quinta-feira, dia 1 de outubro, as candidaturas de filmes para a competição da 13ª edição do Montanha Pico Festival, bem como as candidaturas aos Prémios Audiovisuais Açorianos (PAA), que este ano se realizam pela primeira vez integrados no próprio festival, através do Encontro Audiovisual Açoriano, de periodicidade bienal.

Como o próprio diretor artístico do festival, Terry Costa, resume, “são duas oportunidades no sector audiovisual que ainda estão abertas”. Para a competição do festival, são bem-vindos filmes de qualquer parte do mundo que abordem a temática ou o cenário montanhoso, sem restrições geográficas. Já os PAA seguem um critério diferente, especificamente açoriano mas muito mais abrangente em termos de formato: aceitam-se candidaturas de produtores, cineastas, empresas de audiovisual ou dos próprios artistas, cobrindo videoclipes musicais, publicidade comercial, institucional ou empresarial, documentários e obras de ficção, sem outro requisito geográfico além da ligação aos Açores. As submissões podem ser feitas via correio eletrónico para [email protected] ou, no caso específico de filmes para o festival, através da plataforma internacional FilmFreeWay.

Este prazo chega numa altura em que o programa da 13ª edição, que decorre entre 8 e 29 de janeiro de 2027 na ilha do Pico, já conta com várias confirmações de peso anunciadas nas últimas semanas: a sessão de abertura, a 8 de janeiro no Auditório da Madalena, está entregue ao cineasta João Botelho, que apresenta pessoalmente “As Meninas Exemplares”, enquanto “Honeyjoon”, o filme americano de Lilian T. Mehrel filmado integralmente em São Miguel, tem também exibição confirmada logo na noite de abertura, pela primeira vez em sessão dupla. A esta lista junta-se agora “The Love That Remains”, do islandês Hlynur Pálmason, grande vencedor dos Edda Awards deste ano, com exibição marcada para 9 de janeiro.

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Para quem ainda pondera submeter um trabalho, vale a pena recordar que tanto o festival como os PAA representam, segundo o próprio diretor artístico, duas das poucas janelas de visibilidade e reconhecimento formal disponíveis atualmente para a produção audiovisual feita nos Açores, desde os formatos mais comerciais até à ficção e ao documentário de autor, o que reforça a importância de não deixar passar o prazo desta quinta-feira.

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Para mais informações e futuras confirmações de programação, o site oficial do festival e a respetiva página de Facebook continuam a ser as fontes de referência mais atualizadas.