“Stranger Things” Lança o Trailer Final da Última Temporada — Hawkins Prepara-se Para o Fim

A Netflix divulgou finalmente o trailer derradeiro da quinta e última temporada de Stranger Things, um vídeo carregado de acção, tensão e aquele clima apocalíptico que a série tem vindo a construir ao longo de quase uma década. A estreia do primeiro volume está marcada para 26 de Novembro e, se o trailer for um indicador fiável, esta despedida será de proporções épicas.

As novas imagens mostram Hawkins profundamente transformada pelos acontecimentos recentes. A cidade parece definitivamente marcada pelas Fendas que rasgaram o tecido da realidade, enquanto o grupo de protagonistas se reúne uma vez mais para enfrentar Vecna, desaparecido desde o final da temporada anterior mas, como a sinopse deixa claro, longe de ter sido derrotado. O governo norte-americano intensificou a busca por Eleven e colocou a cidade sob quarentena militar, forçando a jovem a regressar ao anonimato e deixando o grupo dividido entre a urgência da missão e a ameaça constante de vigilância oficial.

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Os criadores, Ross e Matt Duffer, têm insistido que esta é a temporada mais ambiciosa da série. Em Janeiro revelaram que passaram um ano inteiro no set e que terminaram com mais de 650 horas de material filmado, algo que descrevem como equivalente a “oito filmes de grande orçamento”. Ao mesmo tempo, sublinham que esta é também a temporada mais pessoal que alguma vez fizeram, marcada por um ambiente emocional intenso dentro e fora das câmaras. “Houve muito choro”, assumiram, explicando que uma década a trabalhar ao lado do mesmo elenco tornou este final particularmente difícil para todos.

A estrutura de lançamento da temporada também reforça o estatuto de evento: os episódios chegam em três partes concebidas para marcar os feriados internacionais. O primeiro volume chega no final de Novembro, o segundo no dia de Natal e o episódio final será lançado na noite de Ano Novo. A narrativa acompanha o outono de 1987 e o regresso do sentimento de ameaça que marcou o desaparecimento de Will na primeira temporada, agora ampliado pela certeza de que a batalha final está à porta.

Embora este seja oficialmente o fim da série principal, os Duffer confirmaram que o universo de Stranger Thingscontinuará. Sublinham, no entanto, que qualquer projecto futuro — seja spin-off, série derivada ou algo totalmente novo — só avançará se tiver uma razão criativa forte para existir e se levar o nome da série “com a maior responsabilidade possível”.

O elenco volta em peso, com Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Priah Ferguson, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Maya Hawke, Joe Keery, David Harbour, Winona Ryder e Brett Gelman. Será provavelmente a última vez que veremos este grupo unido — e a série parece determinada a garantir que se despeçam em grande.

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Com este trailer final, uma coisa é certa: Stranger Things está prestes a fechar um capítulo que marcou profundamente o público e a televisão da última década. E, se a ambição declarada pelos criadores corresponder ao resultado, Hawkins vai despedir-se com estrondo.

Criadores de “Stranger Things” não perceberam a obsessão dos fãs com uma personagem — até a Netflix insistir

xDepois de quase uma década a prender audiências em todo o mundo, “Stranger Things” prepara-se para regressar à Netflix com a sua quinta e última temporada, dividida em três partes com estreia marcada para 26 de Novembro, 25 de Dezembro e 31 de Dezembro de 2025. Será o grande fecho de um fenómeno que começou como uma homenagem ao cinema dos anos 80 e acabou por se transformar num dos pilares da cultura pop moderna.

Mas, curiosamente, nem tudo no sucesso da série foi planeado. Um dos maiores fenómenos de adoração dos fãs — a personagem Barb, interpretada por Shannon Purser — apanhou até os próprios criadores de surpresa.

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Os irmãos Duffer… e o mistério da popularidade de Barb 🕵️‍♀️

Em entrevista recente à revista Time, durante uma visita ao set, os criadores Matt e Ross Duffer confessaram que nunca compreenderam verdadeiramente o fascínio dos espectadores por Barb, a amiga estudiosa de Nancy Wheeler (Natalia Dyer), morta de forma prematura na primeira temporada.

Segundo o artigo, escrito por Eliana Dockterman, a jornalista chegou mesmo a “quase tropeçar” num replica do corpo de Barb no cenário do Mundo Invertido, confirmando que a personagem vai regressar de alguma forma na temporada final — embora não da maneira mais animadora.

Questionados sobre a popularidade de Barb, Ross Duffer chegou a revirar os olhos, recordando que chegaram a receber notas da Netflix a pedir mais atenção à personagem. “Eles insistiram — e tinham razão”, admitiu. “Negligenciámos a Barb, e como tal, Hawkins também a negligenciou. E isso tornou-a ainda mais famosa.”

A explicação, ainda que sincera, não agradará a todos. Afinal, o movimento #JusticeForBarb tornou-se viral logo após a estreia da série, com milhares de fãs a protestarem pela falta de empatia e de justiça narrativa para uma personagem que, apesar de breve, conquistou o público.

Barb e o velho problema das personagens “descartáveis”

A verdade é que Barb acabou por se tornar símbolo de um problema recorrente em Hollywood: o chamado “fridging”, termo usado para descrever quando uma personagem feminina é morta apenas para servir de impulso à história de um protagonista masculino.

Em Stranger Things, a morte de Barb serviu apenas como catalisador para o enredo centrado em Will Byers (Noah Schnapp), e nunca foi tratada com a devida importância. Casos semelhantes já aconteceram em produções como Secret Invasion (onde a personagem de Emilia Clarke, G’iah, é morta para servir outro arco narrativo) ou Solo: A Star Wars Story, com as personagens de Phoebe Waller-Bridge e Thandiwe Newton.

É por isso que a persistência dos fãs em exigir justiça para Barb não se tratou apenas de nostalgia ou ironia da internet — foi também um pedido por respeito narrativo e igualdade de protagonismo.

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A última temporada promete nostalgia, emoção e… talvez algum fecho para Barb

Ainda que os Duffer Brothers mantenham a típica discrição sobre o enredo, tudo indica que a quinta temporada será uma viagem emocional destinada a encerrar todos os arcos e regressar às raízes que conquistaram o público em 2016. E se Barb vai mesmo “voltar”, ainda que no formato de cadáver simbólico, talvez haja espaço para um momento de catarse tardia — ou, pelo menos, um reconhecimento digno da personagem que o público nunca esqueceu.

A primeira parte de “Stranger Things 5” estreia a 26 de Novembro de 2025, e os fãs já contam os dias. Esperemos que, desta vez, a justiça de Hawkins chegue finalmente também à eterna Barb Holland.

“American Manhunt: Osama bin Laden” — O Novo Documentário da Netflix Que os Críticos Amam (e os Espectadores Nem Tanto)

📺 100% no Rotten Tomatoes… e 56% do público a dizer “meh”. Bem-vindo ao fascinante mundo do streaming em 2025

A Netflix voltou a disparar para o topo com mais uma das suas bombas documentais: American Manhunt: Osama bin Laden. Lançada a 14 de maio, a terceira temporada desta série documental explodiu (sem trocadilhos maliciosos, prometemos) para o primeiro lugar no top global da plataforma, acumulando 12,6 milhões de visualizações na primeira semana.

E a crítica? Em êxtase.

E o público? Em modo “sim, mas…”

100% dos Críticos Dizem “Bravo!”, 56% do Público Diz “Calma lá…”

É verdade: American Manhunt: Osama bin Laden tem 100% de aprovação crítica no Rotten Tomatoes. Um feito raro, digno de medalha de honra da crítica internacional. Já a audiência geral, por outro lado, parece ter ativado o modo “contra-informação”: 56% de aprovação, com algumas queixas muito específicas.

Entre as principais reclamações estão:

  • “Demasiado centrado nos políticos e pouco nos SEALs que arriscaram a vida.”
  • “Porque é que não falaram da relação dos EUA com o Bin Laden antes do 11 de Setembro?”
  • “Muito patriótico, pouco crítico.”

Entretanto, no Reddit, é só elogios e emojis de bandeirinhas e lágrimas. Uma montanha-russa emocional, como quem vê O Resgate do Soldado Ryan enquanto lê um manual da CIA.

Três Episódios, Uma Caça de 10 Anos

Realizado por Daniel Sivan e Mor Loushy, este documentário reconstrói a longa (e secreta) perseguição que culminou com a operação em Abbottabad, no Paquistão, onde Bin Laden foi finalmente “comprometido até ao fim permanente” — uma expressão tão enigmática quanto patriótica.

O doc mergulha nas sombras da guerra contra o terror, com entrevistas a ex-CIA, ex-FBI, ex-Departamento de Defesa e jornalistas que acompanharam os eventos. E claro, muitos corredores, mapas secretos e frases ditas com seriedade à frente de quadros brancos.

Uma Aula de Geopolítica com Edição de Trailer de Ação

Apesar da sua natureza documental, American Manhunt: Osama bin Laden é montado como um thriller de Hollywood. Planos dramáticos, música intensa e cortes rápidos que nos fazem esquecer que estamos a ver uma série documental e não um spin-off do Jason Bourne.

Afinal, vale a pena?

Se gosta de histórias reais, espiões, militares em salas escuras a dizer “We’ve got him”, e de documentários com mais tensão do que muitos filmes de acção, sim. Se procura uma abordagem mais crítica ou uma análise mais profunda da história pré-11 de Setembro, talvez não seja este o conteúdo ideal. Mas uma coisa é certa: está na moda, e é impossível ignorar.

Emily in Rome? Emily in Paris  Vai Dividir-se Entre a Cidade Luz e a Cidade Eterna

🇫🇷🇮🇹 O amor está no ar… e também a indecisão. Emily Cooper, a executiva de marketing mais improvável de Paris, está de volta para uma nova ronda de dilemas sentimentais, outfits exuberantes e mudanças geográficas inesperadas. A quinta temporada de Emily in Paris começa a ser filmada em maio — mas desta vez, a ação arranca em Roma antes de regressar à capital francesa no final do verão.

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Sim, leste bem: Emily in Paris vai passar (também) por Itália. Uma jogada arrojada da Netflix e do criador Darren Star para refrescar a série — e, quem sabe, lançar Emily num novo capítulo mediterrânico… com direito a cashmere, esplanadas romanas e mais um triângulo amoroso para baralhar os fãs.


Novos cenários, velhos corações partidos

Na nova temporada, Emily (Lily Collins) muda-se temporariamente para Roma, onde fica responsável por abrir o novo escritório da Agence Grateau na capital italiana. O início da temporada acontece poucos dias após o final do quarto capítulo — e traz consigo uma reorganização sentimental à altura do drama parisiense.

Alfie (Lucien Laviscount) seguiu em frente com uma nova namorada, depois de Emily ter escolhido Gabriel (Lucas Bravo). Mas, como sempre, as coisas não são tão simples. Gabriel continua envolvido numa relação ambígua com Camille (que já não regressa nesta temporada), deixando Emily mais uma vez dividida entre o passado e um novo interesse: Marcello Muratori, interpretado por Eugenio Franceschini, herdeiro de uma marca de cashmere e residente na pitoresca vila fictícia de Solitano, nos arredores de Roma.


De volta à cozinha de Gabriel… com alguma frustração

Lucas Bravo volta como Gabriel, apesar de ter recentemente manifestado algum desagrado com o rumo da sua personagem. Em entrevista ao IndieWire, o ator disse sentir-se cada vez mais distante do “sexy chef” que inicialmente o cativou:

“Transformaram o Gabriel em guacamole. Ele era parte de mim na primeira temporada, mas fomos-nos afastando com o tempo. Nunca estive tão distante de uma personagem.”

Ainda assim, Bravo continua na série, assim como o restaurante de Gabriel, que voltará a ser um dos cenários centrais — e, previsivelmente, palco de novas discussões românticas, jantares tensos e, claro, comida visualmente impecável.


O elenco (quase) completo regressa

Para além de Collins, Bravo e Laviscount, também regressam Philippine Leroy-Beaulieu (Sylvie Grateau), Samuel Arnold (Julien), Bruno Gouery (Luc), William Abadie (Antoine) e Ashley Park (Mindy). A ausência notada será Camille Razat, cuja personagem foi fundamental nos primeiros quatro anos da série. Ainda não se sabe se Thalia Besson — que deu vida à intrigante Geneviève — regressará, embora o público tenha recebido bem a sua presença na temporada anterior.


Um fenómeno global entre a diplomacia e a cultura pop

A influência de Emily in Paris extravasa o ecrã. A série tornou-se um fenómeno cultural, turístico e até político. Emmanuel Macron chegou a afirmar que a França “luta com unhas e dentes” para manter a produção em solo francês. A declaração provocou uma reacção divertida do presidente da câmara de Roma, Roberto Gualtieri, que sugeriu que a dolce vita também merece o seu lugar na série.

E assim será. Entre cafés à beira do Sena e gelados à sombra do Coliseu, Emily Cooper promete continuar a dividir corações e geografias — enquanto tenta encontrar, pela quinta vez, a combinação ideal entre amor, carreira e sapatos de salto alto.

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“The Sandman” Regressa em Julho: A Última Viagem de Morpheus Será Contada em Duas Partes

🌙 O Senhor dos Sonhos regressa ao pequeno ecrã — e traz consigo promessas de escuridão, beleza e redenção. A Netflix confirmou que a segunda e última temporada de The Sandman, baseada na icónica obra de Neil Gaiman, estreará em julho de 2025… mas com uma surpresa: será dividida em duas partes. Uma decisão que, longe de ser apenas estratégica, parece respeitar a densidade narrativa e poética do material original.

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Uma adaptação que sonha mais alto

A primeira temporada de The Sandman foi uma das adaptações mais ambiciosas e reverenciadas da história recente da televisão. Ao transpor para o ecrã a mitologia intricada e profundamente humana criada por Gaiman nos anos 90, a série não só captou a essência visual da obra como conquistou um público novo — que talvez nunca tenha entrado numa livraria de banda desenhada, mas se perdeu nos reinos do Sonho.

Tom Sturridge regressa como Morpheus, o Mestre dos Sonhos, numa performance contida, melancólica e poderosa, capaz de invocar tanto o horror cósmico como a fragilidade de um deus em crise existencial. E nesta nova temporada, vamos finalmente assistir aos momentos mais esperados da saga, desde o confronto com as suas irmãs, aos dilemas da sua própria identidade enquanto entidade imortal.


Porquê duas partes?

A escolha de dividir a temporada final em duas metades pode ser vista como uma forma de esticar o sucesso — mas neste caso, há mais do que lógica comercial. The Sandman não é uma narrativa linear nem apressada. É feita de fragmentos, de histórias dentro de histórias, de encontros improváveis entre seres humanos e entidades eternas. Dividir a temporada é dar-lhe o tempo certo para respirar.

A primeira parte estreia em julho. A segunda deverá chegar ainda em 2025. Não há datas exactas, mas para os fãs — e para os leitores de longa data de Gaiman —, a espera valerá cada segundo.


Um final anunciado… mas com promessas de eternidade

Sabemos que será a última temporada. Mas também sabemos que no universo de The Sandman, nada termina realmente. A série prometeu continuar a explorar temas universais — o luto, a mudança, a responsabilidade, o livre-arbítrio — tudo com aquela mistura inconfundível de horror, lirismo e filosofia que tornou os livros de Gaiman tão influentes.

Espera-se o regresso de personagens fundamentais como Desejo, Morte, Lucienne e o Corvo Matthew, e a introdução de figuras que marcaram os volumes mais densos da banda desenhada, como Delírio, Destino e Destruição. Se a primeira temporada foi um convite ao Sonho, esta segunda será o mergulho profundo no seu coração.


Neil Gaiman: sempre presente, sempre fiel

Um dos grandes trunfos da adaptação tem sido a participação activa de Neil Gaiman enquanto produtor executivo e guardião criativo do seu próprio universo. A sua influência sente-se não só nos diálogos e estrutura narrativa, mas na sensibilidade com que a série respeita o ritmo literário da obra original.

Num mundo televisivo em que tantas adaptações traem as suas fontes, The Sandman é uma raridade: uma homenagem fiel e ousada que se atreve a ser poética onde tantos optam pela acção.


O sonho continua

Para os leitores que acompanharam Morpheus desde as prateleiras poeirentas das lojas de BD, e para os novos fãs que descobriram este universo pela Netflix, este final será, ao mesmo tempo, uma celebração e uma despedida.

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Mas como o próprio Gaiman escreveu, “as histórias nunca terminam… apenas mudam quem as conta.”

Netflix Dá as Boas Festas com Adam Sandler: Primeiro Trailer de “O Maluco do Golfe 2” Revelado

A Netflix surpreendeu os fãs neste Natal com o lançamento do primeiro teaser de “O Maluco do Golfe 2”, a muito aguardada sequela de uma das comédias mais emblemáticas da carreira de Adam Sandler. As primeiras imagens foram reveladas durante o “Christmas Gameday” da NFL, transmitido pela plataforma de streaming, oferecendo um vislumbre do que esperar quando o filme estrear em 2025.

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O Regresso de um Clássico

Lançado em 1996“O Maluco do Golfe” foi um marco na carreira de Adam Sandler, solidificando o seu estatuto como uma das grandes estrelas de comédia de Hollywood. O filme, co-escrito com o seu colaborador frequente Tim Herlihy, conta a história de Happy Gilmore, um jogador de hóquei no gelo com problemas de raiva que descobre uma inesperada aptidão para o golfe. O comportamento excêntrico e explosivo da personagem transformou o desporto num espetáculo hilariante, conquistando fãs em todo o mundo.

A sequela promete trazer de volta a mesma energia caótica, com Sandler a confirmar que Happy Gilmore irá competir num torneio de golfe sénior.

Elenco Estrela e Novas Adições

Além do regresso de Christopher McDonald (o infame Shooter McGavin), Julie BowenDennis DuganAllen Covert e até Ben Stillerem papéis icónicos, o filme conta com um elenco renovado que inclui nomes como Bad BunnyMargaret QualleyBenny Safdie e participações especiais de Eminem e Travis Kelce, este último já em destaque no teaser.

O filme está a ser aguardado com entusiasmo, dado o sucesso contínuo de Sandler na Netflix. O ator renovou o contrato com a plataforma em 2020, e os seus filmes continuam a figurar entre os mais vistos.

Um Novo Capítulo na Comédia

Embora os detalhes sobre a história permaneçam em segredo, a Netflix e Sandler têm garantido que a essência que tornou o primeiro filme tão memorável será preservada. Happy Gilmore, agora mais velho mas não necessariamente mais sábio, promete trazer mais caos e gargalhadas para os campos de golfe.

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A sequela de “O Maluco do Golfe” é mais um exemplo do alcance criativo de Sandler, que continua a equilibrar comédias absurdas com filmes mais dramáticos, como “Diamante Bruto”, enquanto se mantém como um dos atores mais bem pagos de Hollywood. A revista Forbes estimou os seus ganhos em 73 milhões de dólares em 2023, reafirmando o seu lugar no topo da indústria.

Quando Chega?

A Netflix apenas confirmou que a estreia será em 2025, deixando os fãs ansiosos por mais detalhes. Entretanto, o teaser promete uma comédia recheada de nostalgia e momentos hilariantes, pronta para conquistar uma nova geração de espectadores e agradar aos fãs de longa data.

Millie Bobby Brown e Chris Pratt em “Estado Elétrico”: A Grande Aposta da Netflix para 2025

A Netflix divulgou recentemente o teaser do seu próximo grande lançamento, Estado Elétrico, um filme de ficção científica dirigido pelos aclamados irmãos Russo, Anthony e Joe. A adaptação ao cinema da novela gráfica de Simon Stalenhag traz como protagonistas Millie Bobby Brown e Chris Pratt, que dão vida a uma narrativa retrofuturista ambientada numa versão alternativa dos anos 90.

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Neste enredo, Millie Bobby Brown interpreta uma adolescente órfã que parte numa jornada pelo Oeste americano em busca do seu irmão desaparecido após uma revolta de robôs. A jovem é acompanhada por um robô baseado numa banda desenhada e um contrabandista que lhe servem de apoio. Com uma realização ambiciosa e um elenco de luxo, o filme já é aguardado como um dos principais lançamentos na plataforma em 2025.

A estreia de Estado Elétrico está marcada para 14 de março de 2025, e será o último projeto dos irmãos Russo antes do seu regresso confirmado ao Universo Cinematográfico da Marvel. A adaptação ficou a cargo dos argumentistas Christopher Markus e Stephen McFeely, que já colaboraram com a dupla de realizadores nos filmes da Marvel e também em Agente Oculto, lançado em 2022 pela Netflix.

O elenco inclui ainda nomes de peso como Ke Huy Quan, Jason Alexander, Woody Norman, Giancarlo Esposito e Stanley Tucci, para além das vozes de Anthony Mackie, Brian Cox, Jenny Slate, Hank Azaria, Colman Domingo e Alan Tudyk.

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Este filme promete ser uma grande aposta da Netflix e um dos maiores lançamentos de ficção científica do próximo ano, captando a atenção dos fãs do género e do público que acompanha de perto os trabalhos dos irmãos Russo.