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	<title>drama psicológico &#8211; Clube de Cinema</title>
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	<title>drama psicológico &#8211; Clube de Cinema</title>
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		<title>Quando a maternidade se transforma num campo de batalha emocional: Se Eu Tivesse Pernas, Dava-te um Pontapé chega aos cinemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elson Baessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 16:19:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[A Chegar]]></category>
		<category><![CDATA[cinema independente]]></category>
		<category><![CDATA[drama psicológico]]></category>
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					<description><![CDATA[Há filmes que se instalam lentamente no espectador e outros que entram sem pedir licença. Se Eu Tivesse Pernas, Dava‑te um Pontapé pertence claramente ao segundo grupo. O novo filme da realizadora Mary Bronstein estreia-se nas salas portuguesas a 19 de Fevereiro, trazendo consigo um retrato implacável do esgotamento emocional, da ansiedade e das pressões invisíveis associadas à maternidade contemporânea. [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Há filmes que se instalam lentamente no espectador e outros que entram sem pedir licença. <a href="https://clubedecinema.pt/?s=if+I+had+legs" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=if+I+had+legs"><em>Se Eu Tivesse Pernas, Dava‑te um Pontapé</em> </a>pertence claramente ao segundo grupo. O novo filme da realizadora <strong>Mary Bronstein</strong> estreia-se nas salas portuguesas a <strong>19 de Fevereiro</strong>, trazendo consigo um retrato implacável do esgotamento emocional, da ansiedade e das pressões invisíveis associadas à maternidade contemporânea.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Protagonizado por <strong><a href="https://clubedecinema.pt/?s=Rose+Byrne" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Rose+Byrne">Rose Byrne</a></strong>, o filme apoia-se quase integralmente numa interpretação intensa e sem rede de segurança, capaz de sustentar um drama psicológico que oscila entre o thriller emocional, o humor negro e uma sensação constante de colapso iminente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma vida em queda livre</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Linda é terapeuta, mãe e uma mulher que tenta desesperadamente manter o controlo quando tudo à sua volta começa a ruir. A filha desenvolve uma doença misteriosa e resistente a tratamentos, o marido está emocionalmente — e fisicamente — ausente, uma paciente desaparece sem explicação e a própria saúde mental de Linda começa a deteriorar-se a um ritmo alarmante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O filme acompanha esta descida progressiva com um olhar próximo, quase claustrofóbico, recusando explicações fáceis ou soluções reconfortantes. A câmara insiste no desgaste, na repetição, na exaustão acumulada — como se o espectador fosse obrigado a partilhar o mesmo fôlego curto da protagonista.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Drama psicológico com nervo de thriller</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mary Bronstein constrói o filme com um ritmo tenso e nervoso, mais próximo de um thriller psicológico do que de um drama convencional. Cada situação quotidiana é tratada como um potencial detonador emocional, e o humor negro surge não como alívio, mas como mecanismo de sobrevivência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Se Eu Tivesse Pernas, Dava-te um Pontapé</em>&nbsp;fala de maternidade sem romantização, expondo as expectativas irreais, o isolamento silencioso e a culpa permanente que tantas vezes acompanham este papel. O resultado é um filme desconfortável, mas profundamente humano, que recusa suavizar a experiência feminina para consumo fácil.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Rose Byrne em estado de graça</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O grande motor do filme é, sem dúvida, a prestação de Rose Byrne. A actriz — vencedora de um&nbsp;<strong>Globo de Ouro</strong>&nbsp;e nomeada para o&nbsp;<strong>Óscar</strong>,&nbsp;<strong>BAFTA</strong>&nbsp;e outros prémios de prestígio — entrega aqui uma das interpretações mais cruas e exigentes da sua carreira. A sua Linda é frágil, obsessiva, por vezes difícil de suportar, mas sempre reconhecível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta performance valeu-lhe o <strong>Prémio de Melhor Atriz</strong> no <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Festival+de+Cinema+de+Berlim%2C" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Festival+de+Cinema+de+Berlim%2C"><strong>Festival de Cinema de Berlim</strong>,</a> consolidando o filme como uma das propostas mais intensas do cinema independente recente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma estreia que não passa despercebida</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Se Eu Tivesse Pernas, Dava-te um Pontapé</em> chega aos cinemas como uma experiência imersiva, desconfortável e absolutamente contemporânea. Um filme que não procura agradar, mas sim confrontar — e que encontra na honestidade emocional a sua maior força.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem procura cinema desafiante, centrado em personagens complexas e disposto a explorar zonas emocionalmente difíceis, esta é uma estreia a não ignorar.</p>
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		<title>Quando o Amor se Torna Ruptura: Mata-te, Amor Chega aos Cinemas com Jennifer Lawrence em Estado de Graça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2025 17:09:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nas Salas]]></category>
		<category><![CDATA[A Chegar]]></category>
		<category><![CDATA[No Meio]]></category>
		<category><![CDATA[Die My Love]]></category>
		<category><![CDATA[drama psicológico]]></category>
		<category><![CDATA[estreia cinema Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[filme Cannes]]></category>
		<category><![CDATA[Jennifer Lawrence]]></category>
		<category><![CDATA[Lynne Ramsay]]></category>
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		<category><![CDATA[maternidade no cinema]]></category>
		<category><![CDATA[NOS Audiovisuais]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Pattinson]]></category>
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					<description><![CDATA[Um drama psicológico intenso sobre maternidade, identidade e colapso emocional Há filmes que não pedem licença ao espectador. Mata-te, Amor é claramente um deles. Realizado por Lynne Ramsay, uma das vozes mais implacáveis e singulares do cinema contemporâneo, o filme chega finalmente aos cinemas portugueses a 15 de Janeiro, depois de uma passagem muito falada pelo Festival de Cannes [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um drama psicológico intenso sobre maternidade, identidade e colapso emocional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Há filmes que não pedem licença ao espectador. <em>Mata-te, Amor</em> é claramente um deles. Realizado por <strong><a href="https://clubedecinema.pt/?s=%C2%A0Lynne+Ramsay" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=%C2%A0Lynne+Ramsay">Lynne Ramsay</a></strong>, uma das vozes mais implacáveis e singulares do cinema contemporâneo, o filme chega finalmente aos cinemas portugueses a <strong>15 de Janeiro</strong>, depois de uma passagem muito falada pelo Festival de Cannes e de uma nomeação aos Globos de Ouro para <strong><a href="https://clubedecinema.pt/?s=Jennifer+Lawrence" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Jennifer+Lawrence">Jennifer Lawrence</a></strong>, na categoria de Melhor Atriz em Filme Dramático  .</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/terry-gilliam-nao-perdoa-porque-time-bandits-falhou-sem-anoes-e-porque-nunca-poderia-resultar/">Terry Gilliam não perdoa: porque Time Bandits falhou sem anões — e porque nunca poderia resultar</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Baseado no romance homónimo da escritora argentina <a href="https://clubedecinema.pt/?s=Ariana+Harwicz%2C" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Ariana+Harwicz%2C"><strong>Ariana Harwicz</strong>,</a> <em>Mata-te, Amor</em> mergulha de forma frontal e sem concessões nos territórios da maternidade, da saúde mental e da erosão da identidade feminina. Um filme desconfortável, exigente e profundamente perturbador — exactamente como Ramsay gosta.</p>



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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma casa no campo, um bebé e o início do desmoronar</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A história centra-se em Grace, interpretada por Jennifer Lawrence, e no seu companheiro Jackson, vivido por <strong><a href="https://clubedecinema.pt/?s=%C2%A0Robert+Pattinson" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=%C2%A0Robert+Pattinson">Robert Pattinson</a></strong>. O casal muda-se para uma antiga casa de campo numa zona rural dos Estados Unidos, numa tentativa de recomeço. Grace sonha tornar-se escritora, enquanto Jackson se ausenta frequentemente, deixando-a sozinha com o peso da vida doméstica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O nascimento do primeiro filho, longe de unir o casal, funciona como catalisador de uma lenta mas implacável implosão emocional. A solidão, a frustração e a sensação de apagamento pessoal empurram Grace para um estado de instabilidade crescente, que Ramsay filma com uma proximidade quase sufocante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não há aqui romantização da maternidade nem respostas fáceis. <em><a href="https://clubedecinema.pt/?s=Die+my+love" data-type="link" data-id="https://clubedecinema.pt/?s=Die+my+love">Mata-te, Amor</a></em> recusa o conforto narrativo e obriga o espectador a permanecer dentro do desconforto — um traço recorrente na filmografia da realizadora escocesa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Jennifer Lawrence como nunca a vimos</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A interpretação de Jennifer Lawrence tem sido amplamente apontada como uma das mais intensas e corajosas da sua carreira, valendo-lhe a nomeação aos Globos de Ouro&nbsp;&nbsp;. Longe do glamour hollywoodiano, a actriz entrega-se a uma composição crua, física e emocionalmente desgastante, que raramente procura empatia fácil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao seu lado, Robert Pattinson constrói um Jackson distante e opaco, cuja ausência pesa tanto quanto a sua presença. O elenco conta ainda com nomes de peso como <strong>Sissy Spacek</strong>, <strong>Nick Nolte</strong> e <strong>LaKeith Stanfield</strong>, reforçando a densidade dramática do filme.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um olhar autoral sem concessões</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O argumento é assinado por <strong>Enda Walsh</strong>, Lynne Ramsay e <strong>Alice Birch</strong>, numa adaptação que preserva a violência emocional e a linguagem interior do romance original. A produção reúne nomes de peso, incluindo <strong>Martin Scorsese</strong>, num sinal claro da relevância do projecto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apresentado em competição oficial em Cannes,&nbsp;<em>Mata-te, Amor</em>&nbsp;confirmou-se como uma das obras mais debatidas da temporada, consolidando Ramsay como uma cineasta interessada na fragilidade humana, na ruptura psicológica e nos espaços onde o amor deixa de ser abrigo para se tornar ameaça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">ler também : <a href="https://clubedecinema.pt/comprou-dominios-so-para-gozar-com-trump-e-agora-a-piada-tornou-se-realidade-no-coracao-cultural-de-washington/">Comprou domínios só para gozar com Trump — e agora a piada tornou-se realidade no coração cultural de Washington</a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Estreia em Portugal</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Distribuído em Portugal pela <strong>NOS Audiovisuais</strong>, <em>Mata-te, Amor</em> estreia nos cinemas nacionais a <strong>15 de Janeiro</strong>. Um filme que não pretende agradar a todos, mas que dificilmente deixará alguém indiferente.</p>
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		<title>The Shrouds – As Mortalhas: David Cronenberg Confronta o Luto com Tecnologia e Horror Psicológico 🖤📱⚰️</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Miguel Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 17:35:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Em Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Canais TV Cine]]></category>
		<category><![CDATA[body horror]]></category>
		<category><![CDATA[cinema de terror]]></category>
		<category><![CDATA[David Cronenberg]]></category>
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		<category><![CDATA[drama psicológico]]></category>
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		<category><![CDATA[The Shrouds As Mortalhas]]></category>
		<category><![CDATA[Vincent Cassel]]></category>
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					<description><![CDATA[O regresso inquietante de um mestre do cinema O pioneiro do&#160;body horror&#160;está de volta.&#160;The Shrouds – As Mortalhas, o mais recente filme de&#160;David Cronenberg, estreia já este sábado,&#160;27 de setembro, às 21h30, em exclusivo no&#160;TVCine Top e TVCine+&#160;. Descrito como um dos projetos mais pessoais do realizador canadiano — escrito após a morte da sua [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading"><strong>O regresso inquietante de um mestre do cinema</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O pioneiro do&nbsp;<em>body horror</em>&nbsp;está de volta.&nbsp;<strong><em>The Shrouds – As Mortalhas</em></strong>, o mais recente filme de&nbsp;<strong>David Cronenberg</strong>, estreia já este sábado,&nbsp;<strong>27 de setembro, às 21h30</strong>, em exclusivo no&nbsp;<strong>TVCine Top e TVCine+</strong>&nbsp;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Descrito como um dos projetos mais pessoais do realizador canadiano — escrito após a morte da sua mulher —, o filme mergulha no território onde o luto e a tecnologia se cruzam de forma perturbadora.</p>



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<h1 class="wp-block-heading"><strong>Uma app que fala com os mortos</strong></h1>



<p class="wp-block-paragraph">A narrativa acompanha&nbsp;<strong>Karsh</strong>&nbsp;(interpretado por&nbsp;<strong>Vincent Cassel</strong>), um empresário de tecnologia devastado pela morte da esposa,&nbsp;<strong>Becca</strong>&nbsp;(Diane Kruger). Incapaz de aceitar a perda, Karsh cria uma invenção polémica:&nbsp;<strong>mortalhas inteligentes</strong>, que permitem aos vivos observar os corpos dos seus entes queridos em tempo real, mesmo após a morte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Instalado em cemitérios de última geração, o sistema transforma o luto num negócio — mas também abre portas que nunca deveriam ter sido abertas. Quando vários caixões são profanados, Karsh vê-se envolvido numa teia de conspiração, paranoia e feridas emocionais que o obrigam a confrontar os limites da dor, da memória e da própria intimidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cronenberg na sua essência</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Fiel ao seu estilo, Cronenberg volta a explorar o lado mais inquietante da condição humana, onde corpo, tecnologia e psicologia se entrelaçam em cenários desconfortáveis. Mas aqui há uma camada extra de intensidade: a inspiração autobiográfica. O realizador escreveu o guião após a morte da sua companheira, transformando&nbsp;<em>The Shrouds</em>&nbsp;num filme que é ao mesmo tempo arte, catarse e reflexão sobre o ato de “deixar partir”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um elenco de peso</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Vincent Cassel e Diane Kruger, o filme conta com interpretações que reforçam o ambiente claustrofóbico e emocional da história. Juntos, dão corpo a uma narrativa que questiona os limites da nossa necessidade de ligação com quem já partiu.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma estreia a não perder</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que um filme de terror,&nbsp;<strong><em>The Shrouds – As Mortalhas</em></strong>&nbsp;é um&nbsp;<strong>drama psicológico desconcertante</strong>&nbsp;que desafia o espectador a refletir sobre a fronteira entre intimidade e invasão, memória e obsessão. Uma experiência cinematográfica imperdível para fãs de Cronenberg — e para todos os que não têm medo de encarar o lado mais sombrio da tecnologia.</p>
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