Angelina Jolie em San Sebastián: “Amo o meu país, mas não o reconheço neste momento” 🇺🇸🎬

A política americana na mira de Hollywood

Angelina Jolie marcou presença no Festival Internacional de Cinema de San Sebastián e acabou por surpreender mais pela sua visão política do que pelo glamour habitual. Questionada sobre a actual situação da liberdade de expressão nos Estados Unidos — especialmente após a suspensão do programa de Jimmy Kimmel pela ABC — a actriz hesitou longos segundos antes de responder.

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“Amo o meu país, mas não o reconheço neste momento”, declarou a estrela norte-americana, visivelmente cautelosa nas suas palavras. Sem citar nomes directamente, Jolie mostrou-se preocupada com o rumo político dos EUA, onde episódios recentes, como o fim da emissão de Stephen Colbert e a polémica em torno dos comentários de Kimmel sobre o assassinato de Charlie Kirk, incendiaram o debate público.

“São tempos muito difíceis”

Em conferência de imprensa, a actriz acrescentou: “Tudo o que divide ou limita a expressão pessoal e a liberdade de cada um parece-me extremamente perigoso”. E reforçou a sua visão internacionalista e igualitária do mundo. Apesar da prudência, foi impossível não associar as suas declarações a Donald Trump, frequentemente acusado de hostilizar figuras de Hollywood que assumem posições políticas diferentes.

“São momentos muito graves, em que devemos ter cuidado com o que dizemos. Mas não posso deixar de afirmar que estamos a viver tempos muito, muito difíceis”, sublinhou Jolie, sem querer seguir o caminho de colegas como Tom Hanks, abertamente criticados pelo ex-presidente norte-americano.

Do discurso político ao cinema

Depois da reflexão séria, Jolie voltou ao que a levou ao País Basco: a promoção do filme Couture, realizado por Alice Winocour (MustangRevoir Paris). No drama, interpreta uma cineasta em luta contra uma doença grave, apoiada pelo companheiro, interpretado por Louis Garrel. O pano de fundo é a azáfama de uma Fashion Week, cujo brilho contrasta com a tragédia pessoal da protagonista.

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Foi a primeira vez que Angelina Jolie marcou presença em San Sebastián, e a sua passagem ficou marcada não só pela exibição do filme, mas também por declarações que dificilmente passarão despercebidas no debate político norte-americano.

South Park Vai Longe Demais? Satanás Surge ‘Grávido’ de Donald Trump no Novo Episódio 👹🤰🇺🇸

A sátira política volta em força

“South Park” nunca foi conhecido por meias palavras — e a nova temporada está a provar isso mesmo. Depois de décadas a chocar e a provocar gargalhadas desconfortáveis, Trey Parker e Matt Stone voltam a pegar no atual presidente dos EUA como alvo principal.

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O mais recente episódio, intitulado “Wok Is Dead”, exibido na passada quarta-feira, mostra Donald Trump envolvido numa relação com… Satanás. E como se não bastasse, o Senhor das Trevas aparece grávido do presidente.

A cena que está a dar que falar

No episódio, jornalistas perguntam a Satanás sobre o alegado romance com Trump. A resposta é digna da ousadia habitual da série:

“Adorava poder deixá-lo, mas estou grávido.”

É este tipo de humor provocatório que mantém “South Park” na linha da frente da cultura pop: misturar política, absurdo e polémica em doses iguais.

Uma temporada marcada pelos ataques a Trump

Esta não é a primeira vez que a nova temporada ataca diretamente o presidente. Logo no arranque, com o episódio “Sermon on the Mount”, a série já tinha conquistado recordes de audiência, tornando-se o episódio mais visto desde 1999.

Parker e Stone sempre tiveram o talento de transformar figuras políticas em personagens recorrentes da sua sátira feroz. Agora, com Trump, parecem ter encontrado material inesgotável para novas histórias — e o público responde, com números que provam que, em 2025, “South Park” continua mais relevante do que nunca.

South Park continua a desafiar limites

Há quem considere exagerado, há quem veja como genialidade satírica. A verdade é que, ao fim de tantos anos, “South Park” continua a desafiar os limites do que é aceitável na televisão. E, convenhamos, a imagem de Satanás grávido de Donald Trump dificilmente será esquecida tão cedo.

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Emma Thompson Conta Como Recusou um Convite de Donald Trump: “Podia Ter Mudado a História Americana” 🎬🇺🇸

Emma Thompson voltou a arrancar gargalhadas no Festival Internacional de Cinema de Locarno ao relembrar um episódio insólito da sua vida: o dia em que Donald Trump a convidou para jantar.

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A atriz britânica, que recebeu o Leopard Club Award na 78.ª edição do festival, partilhou a história durante um painel no sábado, 9 de agosto, confessando que o momento aconteceu no final dos anos 90, enquanto filmava Primary Colors – Escândalos do Candidato (1998), obra inspirada na campanha presidencial de Bill Clinton em 1992.


Uma chamada inesperada no camarim

“O telefone tocou no meu camarim e era o Donald Trump”, contou Thompson, citada pelo Hollywood Reporter. “Pensei que fosse uma piada. Ele disse: ‘Gostava muito que ficasse num dos meus belos imóveis, e talvez pudéssemos jantar’.”

O convite surgiu num dia peculiar: foi precisamente quando o divórcio de Thompson com Kenneth Branagh ficou oficialmente concluído. Curiosamente, Trump também estava recém-divorciado da sua segunda mulher, Marla Maples.

“Aposto que ele tem pessoas a procurar por todo o lado divorciadas simpáticas para convidar”, brincou a atriz. “Ele encontrou o número do meu camarim! Isso é perseguição!”


“Podia ter mudado o rumo da história”

A atriz, entre risos, disse que na altura recusou o convite, mas não resistiu a especular sobre o impacto que um simples jantar poderia ter tido:

“Podia ter saído para jantar com Donald Trump. Podia ter mudado o rumo da história americana.”

Esta não foi a primeira vez que Thompson contou a história. Em 2017, numa entrevista ao apresentador sueco Fredrik Skavlan, a atriz recordou ter agradecido a chamada de forma cortês antes de desligar, sem aceitar o encontro. O próprio apresentador não perdeu a oportunidade de brincar:

“Podias ser a primeira-dama. Podias ter conseguido travá-lo!”

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Entre prémios, memórias e humor britânico, Emma Thompson mostrou mais uma vez que sabe cativar plateias tanto dentro como fora do ecrã — mesmo quando o guião envolve uma chamada inesperada de um futuro presidente dos Estados Unidos.

Margaret Cho Ataca Dean Cain: “Nunca Vais Ser Branco” — A Nova Polémica do Superman Conservador 🦸🇺🇸

O “Superman” que trocou a capa por farda da ICE

Dean Cain, eternamente associado ao papel de Clark Kent na série dos anos 90 Lois & Clark, voltou a ser notícia — e não pelo cinema. Depois de se assumir como fervoroso apoiador de Donald Trump e de criticar abertamente a nova versão de Superman de James Gunn por considerar “anti-Trump” o facto de o herói ser descrito como um “imigrante”, Cain mergulhou de cabeça noutra polémica: protagonizou um vídeo de recrutamento para o ICE (Immigration and Customs Enforcement), a agência norte-americana responsável pela detenção e deportação de imigrantes.

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No vídeo, o ator apela a que os americanos se juntem à agência para prender “centenas de milhares de criminosos perigosos”, incluindo “terroristas, violadores, assassinos, pedófilos, membros da MS-13, traficantes de droga…”. Porém, segundo dados da TRAC, cerca de sete em cada dez migrantes detidos pelo ICE não têm registo criminal nos EUA.

A resposta de Margaret Cho — e é tudo menos suave

A comediante Margaret Cho, conhecida pelo seu humor ácido e ativismo político, não poupou críticas. Num vídeo no Instagram, dirigiu-se diretamente a Cain:

“Porque é que te juntarias ao ICE e incentivarias outros a fazê-lo quando os teus antepassados foram internados durante a Segunda Guerra Mundial? Tu és japonês, nem sequer és branco… Eu conheço-te, e tu não és branco.”

Cho recordou que Cain nasceu Dean Tanaka (o pai é de ascendência japonesa) e ironizou sobre a tentativa de “participar em atividades de brancos” para ganhar aceitação:

“Nunca vais ser branco, por mais racista que sejas… Sempre Wong, nunca white.”

Cain mantém-se firme

O ator, que também se apresenta como agente da autoridade e vai ser nomeado “agente honorário” do ICE, afirma não ter qualquer vergonha das suas origens e rejeita a ideia de reparações históricas pelo internamento de cidadãos nipónicos nos EUA durante a Segunda Guerra Mundial. Cain é também presença habitual na Fox News, onde reforça a sua posição contra políticas “woke” e a favor de medidas duras contra imigração ilegal.

De herói ficcional a figura controversa

Esta não é a primeira vez que Dean Cain troca o universo dos super-heróis pela arena política. As suas críticas ao Superman de James Gunn — que elogiou a herança imigrante da personagem — já tinham provocado divisões entre fãs. Agora, com a colaboração pró-ICE e o apoio público a Trump, Cain parece determinado a consolidar uma imagem de “Superman MAGA”, mesmo que isso lhe valha ataques diretos de figuras públicas como Margaret Cho.

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Se na ficção Clark Kent lutava pela “verdade e justiça”, na vida real Dean Cain parece ter escolhido uma batalha bem diferente — e com muito mais pólvora ideológica.

“Bons Genes” ou Mau Gosto? Sydney Sweeney no centro de polémica que mistura moda, política e racismo

A atriz de Euphoria foi interpelada por um manifestante na estreia de Americana, enquanto a polémica em torno do seu anúncio para a American Eagle continua a incendiar as redes… e a política americana.

Sydney Sweeney não é estranha aos holofotes — mas desta vez, os flashes foram acompanhados por gritos e controvérsia. A atriz de Euphoria foi abordada por um manifestante na estreia do seu mais recente filme, Americana, em Hollywood, e tudo por causa… de um par de jeans. Ou melhor, de um trocadilho com “genes”.

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“Parem com aquele anúncio, é racismo!”

A cena ocorreu no passado domingo, à porta do bar Desert 5 Spot, com inspiração country, onde decorreu a estreia de Americana. Assim que Sydney Sweeney saiu do carro, foi interpelada por alguém que lhe gritou: “Pára, aquele anúncio é racista!”. A atriz manteve o silêncio e seguiu diretamente para o interior do evento, onde posou ao lado da colega de elenco Halsey.

Em causa está uma campanha publicitária para a marca American Eagle, na qual Sweeney protagoniza um vídeo viral onde diz:

“Genes são passados dos pais para os filhos. Muitas vezes determinam características como cor do cabelo, personalidade, até a cor dos olhos. Os meus jeans são azuis.”

Ora, a conjugação entre a palavra “genes” e o facto de Sweeney ser uma mulher loira, de olhos azuis, bastou para desencadear uma onda de indignação online, com acusações de que o anúncio promove eugenia e ideias associadas à supremacia branca.

Celebrar a beleza ou promover ideologias perigosas?

Artistas como Doja Cat e Lizzo não perderam tempo a criticar o anúncio. Lizzo, por exemplo, respondeu com ironia nas redes sociais, partilhando uma fotografia em ganga com a legenda: “Os meus jeans são negros”. Já Sweeney, por sua vez, optou por não comentar publicamente — uma postura que tem mantido, mesmo enquanto a polémica escala.

Acrescentando combustível à fogueira, veio à tona recentemente que a atriz se registou como eleitora do Partido Republicano na Florida, pouco antes de Donald Trump regressar à Casa Branca. E foi o próprio presidente norte-americano quem se apressou a tomar partido… e a elogiar o anúncio.

Trump aprova: “Agora adoro o anúncio dela!”

Questionado por um jornalista quando se preparava para embarcar no Marine One, Trump não hesitou:

“Ela está registada como Republicana? Ah. Agora adoro o anúncio dela!”

Mais tarde, nas redes sociais, o antigo presidente (e agora novamente presidente) subiu o tom:

“Sydney Sweeney, uma Republicana registada, tem o anúncio mais HOT do momento. É para a American Eagle, e os jeans estão a voar das prateleiras. Força, Sydney!”

Trump aproveitou ainda para criticar marcas como a Jaguar e a Bud Light pelas suas campanhas “woke”, em contraste com a abordagem “autêntica” de Sweeney.

A cultura pop como campo de batalha político

O caso tornou-se rapidamente num símbolo da guerra cultural em curso nos Estados Unidos. Conservadores como o vice-presidente JD Vance usaram a controvérsia como arma contra os Democratas, acusando-os de exagerar e de transformar qualquer mulher loira num alvo político.

“O meu conselho político para os Democratas é continuarem a chamar nazi a toda a gente que ache a Sydney Sweeney atraente”, disse Vance num podcast.

Já o polémico Piers Morgan foi ainda mais longe:

“A polémica em torno da Sydney Sweeney é a prova de que a esquerda woke perdeu completamente o norte. Chamam nazi a qualquer pessoa que celebre a beleza ou o sex appeal. O woke morreu — agora só nos rimos da estupidez deles.”

E a American Eagle?

A marca, por seu lado, recusou-se a recuar e defendeu o anúncio:

“‘Sydney Sweeney Has Great Jeans’ sempre foi sobre os jeans. Os dela. A sua história. Continuaremos a celebrar a forma como cada pessoa veste os seus AE jeans com confiança. Bons jeans ficam bem em toda a gente.”

Americana chega aos cinemas a 15 de Agosto

Com todo este ruído mediático, o filme Americana (que, ironicamente, também é um western moderno sobre identidade e fronteiras culturais) estreia nos Estados Unidos a 15 de Agosto. Resta saber se o público vai conseguir separar o filme da figura que o protagoniza — ou se Sydney Sweeney se tornou, involuntariamente, a nova face de uma batalha ideológica que não tem fim à vista.

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Se quiser ver o video no Youtube não está traduzido em Português

🎭 Bill Maher responde a sátira de Larry David: “Insultar 6 milhões de judeus mortos”

O comediante Bill Maher criticou severamente o ensaio satírico de Larry David, intitulado My Dinner With Adolf, publicado no The New York Times, que comparava a sua recente reunião com Donald Trump a um jantar com Adolf Hitler. Maher considerou a analogia “insultuosa para os 6 milhões de judeus mortos” e afirmou que usar referências ao Holocausto em debates políticos é inadequado. 

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📝 A sátira de Larry David

No ensaio, David descreve um jantar fictício com Hitler, onde o ditador é retratado de forma surpreendentemente afável. Embora não mencione Maher ou Trump diretamente, o texto é amplamente interpretado como uma crítica à descrição de Maher sobre o seu encontro com Trump, no qual o comediante afirmou que o ex-presidente foi “gracioso e comedido”. 

O editor de opinião do New York Times, Patrick Healy, esclareceu que o objetivo do ensaio era destacar os perigos de interpretar encontros pessoais como reflexos precisos do caráter de figuras públicas controversas. 


🎙️ A reação de Maher

Em entrevista ao programa Piers Morgan Uncensored, Maher expressou desagrado com a comparação: 

“Acho que é um pouco insultuoso para os 6 milhões de judeus mortos. Hitler deve permanecer no seu lugar na história como o maior símbolo do mal.” 

Maher defendeu a sua decisão de se encontrar com Trump, argumentando que relatar honestamente a experiência não equivale a apoiar o ex-presidente. Ele enfatizou que continua a ser um crítico de Trump e que o encontro foi uma tentativa de promover o diálogo entre lados opostos. 


🤝 Amizade em risco?

Apesar da tensão, Maher expressou esperança de reconciliação com Larry David, seu amigo de longa data: 

“Não quero tornar isto constantemente pessoal entre mim e o Larry. Podemos voltar a ser amigos.” 

Até o momento, David não comentou publicamente sobre a reação de Maher. 

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🍽️ Larry David Imagina Jantar com Hitler para Criticar Encontro de Bill Maher com Trump

Larry David não tem papas na língua — nem quando está a brincar, nem quando está a ser mortalmente sério. E no seu mais recente ensaio publicado no The New York Times, o criador de Seinfeld e Curb Your Enthusiasm mistura ambos os registos de forma cirúrgica.

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Com o título provocador My Dinner With Adolf (O Meu Jantar com Adolf), David aponta diretamente à decisão do comediante Bill Maher de ter um “simpático jantar” com Donald Trump. A resposta veio em forma de sátira — e o impacto foi imediato.


🗣️ Uma sátira com pontaria afinada

No ensaio, Larry David constrói uma narrativa absurda onde imagina um jantar cordial com Adolf Hitler, usando o encontro fictício como espelho crítico da atitude de Maher. A mensagem é clara: a simpatia pessoal não deve ser usada como desculpa para branquear figuras com historial político e moral profundamente questionável.

“O que é mais perigoso do que um déspota? Um déspota que te faz rir enquanto te rouba a democracia,” poderia muito bem ser o subtexto da crítica de David.

Sem nunca mencionar Trump diretamente durante grande parte do texto, David desmonta a ideia de que é possível separar uma figura pública das suas ações, apenas porque, em privado, “é um tipo porreiro para se estar à mesa”.


📺 A cruzada anti-Trump de Larry David

Esta não é a primeira vez que Larry David se manifesta contra Donald Trump. Já em 2024, numa entrevista a Chris Wallace na CNN, referiu-se ao ex-presidente como “um sociopata”, “doente” e “um bebé” por recusar aceitar os resultados das eleições de 2020.

“Ele deitou 250 anos de democracia pela janela. É insano,” disse David na altura, com a contundência que lhe é característica.

Com o ensaio agora publicado no The New York Times, o comediante reforça a ideia de que figuras públicas devem ser responsabilizadas — mesmo quando são colegas de profissão.


🤝 Entre comediantes, nem sempre há piadas

A crítica de Larry David a Maher causou desconforto no mundo da comédia americana, mas também levantou um debate importante: até que ponto figuras públicas podem conviver com líderes polémicos sem legitimar as suas ações?

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O ensaio de David é, no fundo, um alerta disfarçado de provocação — e lembra-nos que, mesmo nos círculos da comédia, há limites que não devem ser ignorados em nome da “boa disposição”.

Alec Baldwin em nova polémica: ameaça partir o pescoço a imitador de Donald Trump 🎭🔥

Alec Baldwin voltou a estar no centro das atenções, mas desta vez não pelos melhores motivos. O ator, conhecido tanto pelo seu talento como pelo seu temperamento explosivo, foi filmado a ameaçar fisicamente um comediante de rua que o confrontou sobre o trágico acidente no set de Rust, onde a diretora de fotografia Halyna Hutchins perdeu a vida.

O momento, que rapidamente se tornou viral, aconteceu quando Jason Scoop, um comediante de emboscadas, decidiu abordar Baldwin enquanto interpretava uma versão satírica de Donald Trump. A provocação escalou até Baldwin perder a paciência e responder de forma agressiva:

“Se esta câmara não estivesse aqui, partia-te o pescoço ao meio e esmagava-te o pescoço mesmo aqui. Sabes disso, não sabes?”

🎥 O Confronto e a Reação de Baldwin

O vídeo divulgado nas redes sociais mostra Baldwin a ser abordado por Scoop enquanto carregava malas para o porta-bagagens do carro. O comediante, imitando Trump, tentou gozar com o ator mencionando o caso Rust e oferecendo-lhe um “perdão presidencial” em troca de um beijo no anel, num tom provocador.

“Olha, Alec, eu dou-te um perdão total pelo assassinato daquela mulher se me beijares o anel.”

Baldwin inicialmente ignorou o imitador, mas à medida que Scoop continuava a insistir, referindo-se ao acidente de Rustcomo um homicídio a sangue frio e dizendo que Hutchins “estava a sorrir do céu”, o ator perdeu a paciência e lançou a ameaça.

O momento gerou reações mistas online. Alguns defenderam Baldwin, alegando que foi vítima de uma provocação de mau gosto, enquanto outros sublinharam que a sua resposta violenta não ajudou a limpar a sua imagem, especialmente num período em que está prestes a enfrentar um julgamento pelo caso Rust.

📜 Um Histórico de Temperamento Explosivo

Não é a primeira vez que Alec Baldwin se envolve em conflitos públicos. O ator já esteve envolvido em incidentes semelhantes no passado:

• Em 2012, foi acusado de agredir um fotógrafo à saída do cartório onde se tinha casado com Hilaria Baldwin.

• Em 2018, envolveu-se numa disputa física por um lugar de estacionamento em Nova Iorque, o que levou a um processo legal que acabou por ser resolvido fora dos tribunais.

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O caso mais grave, no entanto, continua a ser o trágico acidente no set de Rust em 2021. Baldwin chegou a ser acusado de homicídio involuntário, mas o tribunal retirou as acusações. No entanto, a controvérsia continua a assombrá-lo, com a família de Hutchins a mover novos processos civis contra ele e outros membros da produção.

📺 O Impacto do Caso Rust na Vida de Baldwin

O ator tem falado abertamente sobre o impacto emocional do incidente. Na sua nova série de reality TVThe Baldwins, Baldwin revelou que foi diagnosticado com PTSD (transtorno de stress pós-traumático) devido ao acidente.

“Sou mais feliz quando estou a dormir do que quando estou acordado.”

A sua esposa, Hilaria Baldwin, também admitiu que o estado emocional do ator piorou desde o acidente, confessando que por vezes ele diz frases como: “Porque é que não podia ter sido eu?”

⏳ O Futuro de Alec Baldwin

Com o julgamento de Rust previsto para os próximos meses e este novo incidente a gerar mais polémica, o futuro da carreira de Baldwin continua incerto. O ator já teve um regresso discreto ao trabalho, mas o seu nome está mais associado a controvérsias do que a novos projetos.

Será que Hollywood lhe dará uma segunda oportunidade ou este será o ponto final na sua carreira? 🎭🤔

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‘Last Week Tonight’ Volta a Lançar Episódios no YouTube Sem Atraso Após Protestos de John Oliver

A nova temporada de Last Week Tonight With John Oliver começou no domingo na HBO e na plataforma Max, mas trouxe uma surpresa adicional para os fãs: o episódio foi disponibilizado no YouTube na mesma noite.

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O Fim de uma Decisão Controversa 📺❌

Na temporada anterior, a HBO tinha alterado o cronograma de lançamento, adiando a disponibilização do segmento principal do programa no YouTube de segunda-feira para quinta-feira seguinte. O objetivo era impulsionar a adesão ao Max, mas a decisão gerou forte reação negativa entre os fãs e foi classificada como “massivamente frustrante” pelo próprio John Oliver.

O canal abriu uma exceção em novembro passado para um episódio pré-eleitoral, onde Oliver alertou sobre “os danos de um segundo mandato de Trump” e incentivou os eleitores a apoiarem Kamala Harris. Na altura, a HBO garantiu que a rápida disponibilização no YouTube era um caso isolado.

No entanto, após análise de dados, a HBO concluiu que o adiamento não aumentou significativamente a audiência do Max, levando à decisão de reverter a mudança. Esta foi uma vitória para Oliver, que defendia insistentemente o regresso do lançamento imediato no YouTube.

Episódio Completo No YouTube 🎬🔥

Normalmente, apenas o segmento principal do programa é disponibilizado na plataforma de vídeos, mas o primeiro episódio da nova temporada foi uma exceção. John Oliver dedicou toda a edição a Donald Trump e às ações de Elon Musk, a quem chamou de “parasita excêntrico” e criticou a sua equipa DOGE.

Como resultado, o episódio completo foi lançado no YouTube logo na noite de domingo.

Este retorno ao formato original é um alívio para os fãs de Last Week Tonight, garantindo que a sátira política de John Oliver continue acessível ao maior público possível sem atrasos estratégicos.

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Julianne Moore Chocada com a Proibição do Seu Livro Infantil 📚🚫

Julianne Moore, aclamada atriz e vencedora do Óscar, revelou estar “profundamente chocada” ao descobrir que o seu livro infantil Freckleface Strawberry foi banido pelo governo dos EUA. A decisão foi tomada pelo Departamento de Defesa norte-americano, que removeu diversas obras relacionadas com temas de raça, género e sexualidade das escolas militares, seguindo uma ordem executiva do ex-presidente Donald Trump. 😱

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O Que Tem Este Livro de Controverso? 🤔

Publicado em 2007, Freckleface Strawberry conta a história de uma menina de sete anos que luta para aceitar as suas sardas, até perceber que ser diferente é normal. O livro é semi-autobiográfico, inspirado na infância da própria Moore, e tem sido amplamente utilizado para ensinar crianças sobre autoaceitação e inclusão.

🗣️ “Escrevi este livro para os meus filhos e para todas as crianças, para lembrar que todos temos desafios, mas somos unidos pela nossa humanidade e comunidade”, partilhou Moore nas redes sociais.

No entanto, o Departamento de Defesa incluiu Freckleface Strawberry numa purga de títulos considerados como “doutrinação radical”, levando à sua remoção das escolas geridas pela entidade. O impacto desta medida é especialmente significativo, dado que Moore frequentou uma dessas escolas durante a sua infância, sendo filha de um veterano do Exército dos EUA. 🇺🇸

Censura e o Impacto na Liberdade de Expressão 📖⚖️

Moore expressou a sua indignação e tristeza com a situação, afirmando:

🗣️ “Nunca pensei ver algo assim num país onde a liberdade de expressão e de pensamento são direitos constitucionais”.

A decisão do governo faz parte de uma onda maior de censura a livros nos EUA, particularmente aqueles que abordam temas de diversidade, equidade e inclusão (DEI). Segundo The Guardian, um memorando do Departamento de Defesa informou os pais que o acesso às bibliotecas escolares seria suspenso durante uma semana para uma “revisão de conformidade” dos títulos disponíveis.

O caso de Freckleface Strawberry levanta questões sobre os limites da censura na educação e o impacto que essas decisões podem ter sobre crianças que, como a protagonista do livro, procuram encontrar o seu lugar no mundo. 🌍📚

O Que Vem a Seguir? 🤷‍♂️

A proibição do livro já está a gerar repercussões e organizações como a PEN America estão a monitorizar o caso. A luta pela liberdade literária continua, e Moore espera que a sua obra volte às mãos das crianças para as quais foi escrita. 📖✨

O Filme Tão “Mau” Que Fez Ethan Hawke Desistir da Representação 😱🎭

O que achas desta decisão? Deveriam livros infantis ser alvo deste tipo de restrições? Deixa a tua opinião nos comentários! 👇

Jesse Eisenberg Quer Distância de Mark Zuckerberg: “Não Quero Ser Associado a Alguém Assim” 😬📱

Jesse Eisenberg pode ter interpretado Mark Zuckerberg de forma brilhante em A Rede Social (2010), mas parece que quer distância total do magnata da tecnologia. O ator, que foi nomeado para um Óscar pelo papel do fundador do Facebook, criticou abertamente a Meta e a recente decisão de eliminar verificadores de factos das suas plataformas.

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Eisenberg já não se revê na figura que interpretou há 14 anos e não quer ser associado ao bilionário que, segundo ele, está a tomar decisões “problemáticas”.

📢 “Este Tipo Está a Fazer Coisas Problemáticas”

Durante uma entrevista à BBC Radio 4, Eisenberg não escondeu a sua frustração com as decisões recentes de Zuckerberg, especialmente a remoção de verificadores de factos no Facebook e Instagram.

👉 “Ele está a retirar verificadores de factos… Há preocupações com segurança. Está a tornar a vida de pessoas já ameaçadas ainda mais difícil”, desabafou o ator.

A decisão da Meta de substituir os verificadores de factos independentes por “community notes” (um sistema semelhante ao usado no X/Twitter de Elon Musk) gerou polémica. A medida foi elogiada por Donald Trump, que considerava o antigo sistema uma forma de censura a vozes de direita.

🚨 Resultado? Zuckerberg, Musk e Jeff Bezos alinharam-se com Trump numa tentativa de fortalecer laços com o presidente norte-americano, que recentemente chegou a um acordo legal que custará à Meta 25 milhões de dólares pelo seu bloqueio após a invasão ao Capitólio em 2021.

💰 “Bilionários a Prestar Vassalagem a Quem Espalha Ódio”

Eisenberg não escondeu a indignação com a forma como os líderes da tecnologia usam o seu imenso poder financeiro:

🗣️ “Estas pessoas têm biliões e biliões de dólares, mais dinheiro do que qualquer pessoa na história da humanidade, e o que fazem com isso? Ah, usam-no para agradar a alguém que prega o ódio.”

E o ator ressalvou que esta opinião não vem apenas do facto de ter interpretado Zuckerberg no cinema, mas também por ser casado com uma ativista de justiça para pessoas com deficiência.

🎓 “A minha mulher vive para os seus alunos. E este ano a vida deles vai ficar mais difícil.”

🎬 Eisenberg Segue em Frente… Longe do Facebook!

Atualmente, Jesse Eisenberg está focado na sua carreira como realizador e argumentista. O seu novo filme, A Real Pain, está nomeado para os Óscares e tem sido muito elogiado.

Mas se havia dúvidas sobre um possível regresso ao papel de Zuckerberg num futuro filme, podem esquecer! 🚫

A relação entre Eisenberg e Zuckerberg foi oficialmente eliminada… muito antes de o Facebook sequer sonhar em criar o botão de Apagar Conta! 🤭💻

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Rami Malek Recorda Incidente de Discriminação Racial nos EUA: “Poderia Ter Ido para a Prisão por Algo Que Não Fiz”

O aclamado ator Rami Malek, vencedor de um Óscar pelo seu papel em Bohemian Rhapsody e conhecido pela série Mr. Robot, revelou recentemente uma experiência de discriminação racial que enfrentou como americano de ascendência egípcia. Em conversa com o jornal The Guardian, Malek partilhou como foi vítima de um incidente de perfil racial, que poderia ter tido sérias consequências.

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Um Encontro Marcante com a Polícia

Malek descreveu o episódio ocorrido em Los Angeles, quando foi abordado pela polícia sob suspeita de um roubo que não cometeu. “Fui atirado para o capô de um carro da polícia de Los Angeles porque alguém tinha assaltado uma loja de bebidas e roubado a mala de uma mulher,” explicou o ator. “Disseram-me que o ladrão era de descendência latina e que eu correspondia à descrição.”

O impacto do momento ficou gravado na memória de Malek. “Lembro-me de como o motor do carro estava quente. Devem ter vindo a alta velocidade, e quase queimava as minhas mãos,” acrescentou.

A situação, que já era tensa, foi resolvida graças à intervenção de um amigo do ator. “O meu amigo, que era caucasiano, foi suficientemente esperto para dizer: ‘Na verdade, senhor agente, ele é egípcio. Não latino.’ Lembro-me de me rir no capô do carro, pensando: ‘Isto é uma situação muito precária. Posso muito bem acabar na prisão por algo que não fiz.’”

Reflexões sobre Discriminação e Esperança

Malek também expressou preocupação com a discriminação contra imigrantes nos Estados Unidos, especialmente com a iminente presidência de Donald Trump. Ele destacou a importância de encontrar resiliência em momentos difíceis, mencionando como os livros de Barack Obama, Dreams from My Father e The Audacity of Hope, continuam a ser fontes de inspiração.

“A ideia de que um homem com um pai do Quénia e uma mãe do Kansas poderia tornar-se presidente dos Estados Unidos foi um dos momentos mais esperançosos do sonho americano,” refletiu Malek. “Mas isso foi virado do avesso. Sempre encaro situações como esta com a esperança de que despertem o melhor em nós.”

Um Relato que Ressalta a Importância da Inclusão

A experiência partilhada por Rami Malek é um lembrete poderoso das dificuldades enfrentadas por muitas pessoas devido a preconceitos raciais. O ator, que se tornou uma referência para diversas comunidades ao redor do mundo, usa a sua voz para destacar a necessidade de igualdade e compreensão, especialmente num momento em que as divisões culturais e políticas são tão pronunciadas.

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Ridley Scott e Denzel Washington: Gladiador 2 Traz Personagem Inspirado em Trump

O aguardado Gladiador 2 traz um novo capítulo ao épico mundo da Roma Antiga, desta vez com Denzel Washington no papel de Macrinus, uma personagem descrita pelo realizador Ridley Scott como um “gângster esperto”. Scott, numa entrevista recente, comparou o ambicioso mercador a Donald Trump, destacando a forma como ambos prosperam em situações de caos.

Quem é Macrinus?

Baseado numa figura histórica, Macrinus é apresentado como um ex-prisioneiro de guerra que sobreviveu como gladiador antes de construir um império comercial em Roma. Segundo Scott, Macrinus tornou-se fornecedor de bens essenciais, como alimentos e armas, ao exército romano, acumulando uma enorme fortuna. “Era um bilionário da época”, explica o realizador. Com o poder financeiro, surge a ambição: “Porque não eu?”, pergunta Macrinus ao aspirar ao trono. Esta narrativa, segundo Scott, reflete traços da personalidade de Trump, que descreve como um “gângster que prospera no caos”.

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O Elenco de Luxo

Além de Washington, o elenco inclui Paul Mescal, que assume o protagonismo como Lucius, e Pedro Pascal, cujo papel permanece em segredo. Connie Nielsen regressa como Lucilla, numa ligação direta ao filme original. O argumento foi escrito por Peter Craig, responsável pelo sucesso de Top Gun: Maverick, e a direcção continua a cargo de Ridley Scott, que promete expandir a visão épica apresentada em 2000.

Expectativa e Comparações

A inclusão de Washington e a introdução de uma personagem tão complexa como Macrinus elevam as expectativas para esta sequela. Gladiador 2 não só promete revisitar o grandioso universo da Roma Antiga, como também explorar temas de ambição, poder e sobrevivência, que continuam relevantes nos dias de hoje. A comparação com Trump já gerou controvérsia, mas Scott mantém-se firme, defendendo que o paralelismo ajuda a dar profundidade à personagem.


Produtor Quer Transformar Tentativa de Assassinato de Donald Trump em Filme para a Netflix

O produtor Jon Peters, conhecido pelo seu trabalho em Hollywood e pelo seu apoio declarado a Donald Trump, expressou recentemente o desejo de produzir um filme sobre a tentativa de assassinato ao ex-presidente dos Estados Unidos. Peters referiu-se ao projeto como uma oportunidade para explorar as personalidades e os conflitos que moldaram a relação entre Trump e Joe Biden, desde a infância até à idade adulta, apresentando uma narrativa de rivalidade e ambição. Segundo Peters, a Netflix seria o destino ideal para esta produção, dado o alcance e a notoriedade do serviço de streaming em projetos de teor político e biográfico.

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A ideia para o filme, ainda numa fase inicial de desenvolvimento, poderá ter Oliver Stone como argumentista. Peters descreveu Stone como “um argumentista incrível” e referiu-se a si próprio como “um bom contador de histórias”, reforçando a vontade de colaborar com o célebre realizador de filmes de teor político, como JFK e Nixon. No entanto, Stone já recusou qualquer envolvimento em projetos sobre tentativas de assassinato, demonstrando relutância em trabalhar neste género de histórias ou mesmo com Peters, afastando-se assim da possibilidade de o filme avançar neste formato.

Curiosamente, este projeto é anunciado numa altura em que O Aprendiz, uma comédia sobre a ascensão de Trump, está em cartaz nos cinemas internacionais, com estreia destacada no Festival de Cannes de 2024. O filme, dirigido por Ali Abbassi (Holy Spider), conta com um elenco de peso, incluindo Maria Bakalova como Ivana Trump, Jeremy Strong como Roy Cohn, e Martin Donovan no papel de Fred Trump Sr., pai de Donald Trump. Esta comédia dramática explora a juventude e os primeiros passos de Trump no mundo dos negócios e da política, oferecendo uma visão satírica do empresário que viria a tornar-se uma figura controversa no cenário global.

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Enquanto Peters pondera sobre o próximo passo para o seu filme, a figura de Donald Trump continua a gerar fascínio e polarização tanto dentro como fora dos EUA. O potencial de um projeto que explore uma tentativa de assassinato ao ex-presidente poderá atrair audiências, mas também levantar questões éticas e críticas políticas, especialmente num contexto em que as narrativas de ficção e realidade se cruzam com grande intensidade.

The Apprentice: A História de Trump” Estreia em Portugal e Aquece as Bilheteiras a Poucas Semanas das Eleições Presidenciais

The Apprentice: A História de Trump, o filme que promete agitar a cena política e cinematográfica, chegou aos cinemas portugueses esta semana. Com um lançamento estratégico, a produção centra-se na juventude do controverso Donald Trump, oferecendo uma visão dramática e, em algumas partes, profundamente polémica da vida do ex-presidente dos Estados Unidos. Protagonizado por Sebastian Stan, o filme explora a ambição, os desafios e as controvérsias que moldaram o jovem Trump, enquanto ele tentava navegar no competitivo mundo dos negócios imobiliários de Manhattan nos anos 70.

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A data de estreia, apenas algumas semanas antes das eleições presidenciais nos Estados Unidos, foi cuidadosamente planeada para maximizar o impacto, atraindo o interesse tanto de entusiastas da política como do cinema. O filme gerou controvérsia mesmo antes de chegar às salas, com advogados de Trump a ameaçarem processos judiciais devido a uma cena particularmente forte, que mostra o jovem Trump numa situação pouco lisonjeira com a sua primeira esposa, Ivana. Esta cena foi uma das mais comentadas e criticadas, tanto pela imprensa como pelos apoiantes de Trump, trazendo ainda mais atenção ao filme.

Com a realização de Ali Abbasi, The Apprentice foi inicialmente exibido no Festival de Cinema de Cannes, onde gerou grande alvoroço. A narrativa é matizada, apresentando Trump não apenas como um ambicioso magnata, mas também como uma figura complexa, lidando com as expectativas familiares, a pressão de um pai rigoroso e a influência do advogado e facilitador político Roy Cohn, interpretado por Jeremy Strong.

Apesar das críticas e das ameaças de ações judiciais, o filme tem sido aplaudido pela interpretação de Stan, que mergulhou profundamente no papel, preparando-se meticulosamente através de entrevistas e gravações da época. A abordagem mais humanizada de Trump poderá surpreender os que esperavam um retrato mais polarizado ou politicamente carregado, revelando um jovem empresário mais vulnerável do que o Trump que hoje conhecemos.

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O título do filme faz referência direta ao famoso programa de televisão The Apprentice, que catapultou Trump para a ribalta da cultura popular, mas este filme vai muito além do show de TV. Ele revela as lutas iniciais do jovem Trump enquanto tentava fazer o seu nome no mundo implacável dos negócios, lutando contra preconceitos e a sua própria insegurança.

Com um elenco de peso e uma data de lançamento estrategicamente pensada, The Apprentice promete ser um dos filmes mais falados desta temporada, especialmente numa altura em que a política americana está no centro das atenções mundiais.