Zoë Kravitz caça Nicholas Hoult num assalto transmitido em direto: segundo trailer de “How to Rob a Bank” já disponível

Foi divulgado esta semana o segundo trailer de “How to Rob a Bank”, a nova comédia de ação de David Leitch, o realizador responsável por êxitos do género como “Bullet Train”, “Deadpool 2” e “The Fall Guy”, conhecido pela sua capacidade de equilibrar humor, espetáculo físico e um ritmo vertiginoso, marca que volta a ser evidente neste novo material promocional.

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O filme segue um grupo de assaltantes de bancos com uma particularidade muito da era das redes sociais: filmam os próprios assaltos e transmitem-nos em direto na internet. A ideia, segundo a premissa do filme, nasce de uma motivação que se pretende quase de crítica social, os membros do grupo dizem fazê-lo para expor aquilo que consideram a corrupção do sistema financeiro, mas a exposição mediática que ganham rapidamente os transforma em fenómeno viral, atraindo tanto seguidores entusiasmados como as atenções muito menos simpáticas de um agente veterano do FBI e de uma tenaz engenheira informática decidida a identificar cada um dos membros do bando.

Nicholas Hoult interpreta Ryan, e Zoë Kravitz dá corpo a Reagan Gardner, a personagem que no trailer surge a perseguir de perto o grupo liderado por Hoult. O elenco alargado é um dos grandes trunfos do projeto: Anna Sawai, Rhenzy Feliz, Christian Slater, Pete Davidson, John C. Reilly, Michael Gandolfini, Sam Lerner e Tati Gabrielle completam um grupo de intérpretes suficientemente vasto para sugerir uma comédia coral cheia de personagens memoráveis, à semelhança do que Leitch já tinha conseguido em projetos anteriores.

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O filme tinha inicialmente uma data de estreia diferente, mas acabou por ser reagendado para 13 de novembro de 2026 nos Estados Unidos, um adiamento relativamente comum em produções deste porte quando o estúdio decide reposicionar estrategicamente o lançamento no calendário de outono, longe de concorrência direta demasiado forte. O primeiro trailer, lançado em junho, já tinha gerado bastante entusiasmo online pela química aparente entre Hoult e Kravitz e pelo tom irreverente da premissa; este segundo trailer aprofunda mais a mecânica do enredo e apresenta com mais destaque as personagens de apoio, sinal de que o marketing do filme está a entrar agora na fase de construção de expectativa mais intensa antes da estreia.

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Ainda não há data de estreia confirmada para Portugal, mas dada a dimensão do elenco e o histórico comercial de Leitch nos últimos anos, é expectável que o filme chegue às salas portuguesas num calendário próximo do lançamento americano.

“Já não somos tão rápidos, mas continuamos espertos”: George Clooney revela os primeiros detalhes de Ocean’s Fourteen

O regresso do gangue original… agora com mais rugas e a mesma astúcia

Mais de duas décadas depois de Ocean’s Eleven ter redefinido o cinema de assaltos com charme, estrelas de primeira linha e diálogos afiados, George Clooney confirmou finalmente aquilo que os fãs esperavam há anos: Ocean’s Fourteenestá mesmo a caminho — e vai trazer de volta vários membros do elenco original.

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Em declarações recentes, Clooney revelou os primeiros detalhes do enredo e explicou a ideia central por detrás deste aguardado regresso. “Há qualquer coisa de muito apelativo na ideia de sermos demasiado velhos para fazer o que fazíamos antes, mas ainda suficientemente inteligentes para saber como safar-nos”, confessou o actor. Em Ocean’s Fourteen, Danny Ocean e companhia já “perderam um passo”, mas vão aprender a contornar as suas próprias limitações.

Um assalto… à terceira idade

A inspiração para este novo capítulo vem de um clássico improvável: Going in Style, um filme de 1979 sobre um grupo de idosos que decide realizar um assalto. Clooney assume que essa premissa serviu de base conceptual para a história, adaptada ao universo sofisticado e irónico da saga Ocean’s.

A ideia é clara: menos corridas, menos acrobacias físicas, mais cérebro. Um filme sobre envelhecer sem perder a classe — nem o talento para roubar casinos multimilionários.

Elenco de luxo… novamente reunido

Embora ainda não exista uma lista oficial completa, Clooney confirmou que vários actores da trilogia original vão regressar. Isso inclui nomes incontornáveis como Brad Pitt, Matt Damon, Julia Roberts, Don Cheadle e Casey Affleck, recuperando personagens que marcaram uma geração.

A trilogia realizada por Steven Soderbergh foi um enorme sucesso comercial, com o primeiro filme a arrecadar mais de 450 milhões de dólares em bilheteira mundial, além de uma recepção crítica bastante sólida. As sequelas Ocean’s Twelvee Ocean’s Thirteen confirmaram a popularidade da fórmula.

Novo realizador, Clooney como argumentista

Uma das grandes mudanças está atrás das câmaras. Desta vez, Steven Soderbergh não regressa como realizador. A tarefa ficará a cargo de David Leitch, conhecido por Deadpool 2, enquanto o argumento será assinado pelo próprio George Clooney — um envolvimento criativo raro, mas revelador da importância pessoal do projecto.

O filme encontra-se ainda numa fase inicial de desenvolvimento, com localizações a serem estudadas e o início das filmagens previsto para Outubro de 2026, sob a chancela da Warner Bros..

Um futuro ambicioso para a saga

E Ocean’s Fourteen não é o único plano. Está também em desenvolvimento uma prequela de Ocean’s Eleven, centrada em versões mais jovens de Danny e Debbie Ocean, com Bradley Cooper e Margot Robbie apontados como protagonistas e realização de Lee Isaac Chung.

Mais curioso ainda é o desejo, partilhado por Clooney e Soderbergh, de um eventual cruzamento com o universo Magic Mike. Uma ideia que parece saída de uma noite longa em Las Vegas… mas que, no mundo de Ocean’s, nunca deve ser descartada.

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Para já, uma coisa é certa: Ocean’s Fourteen promete transformar o envelhecimento num trunfo narrativo e provar que, mesmo com menos fôlego, alguns golpes continuam a ser executados com mestria.

Sabia que Eva Longoria Salvou secretamente John Wick?

Quem diria que, por trás do sucesso massivo da saga John Wick, existe uma história de bastidores surpreendente envolvendo uma das estrelas mais improváveis? Se não fosse por Eva Longoria, a icónica franquia de ação, protagonizada por Keanu Reeves, poderia nunca ter chegado às salas de cinema. O primeiro filme da série, que abriu portas para uma saga de sucesso global, esteve muito perto de ser cancelado poucos dias antes das filmagens, e foi Longoria quem entrou em cena para evitar o desastre financeiro.

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Segundo uma recente entrevista dos realizadores Chad Stahelski e David Leitch, a produção de John Wick enfrentava um sério obstáculo financeiro apenas uma semana antes de as câmaras começarem a rodar. Com cerca de 6 milhões de dólares em falta devido a um investidor que não conseguiu levantar o dinheiro a tempo, a produção estava a apenas 24 horas de ser encerrada. Numa tentativa desesperada de salvar o filme, a CAA (Creative Artists Agency) ofereceu a alguns dos seus atores a oportunidade de investir no projeto. Foi então que Eva Longoria, mais conhecida pelo seu trabalho em televisão e filmes de comédia, entrou em cena.

A atriz investiu os 6 milhões de dólares em falta, e com isso, permitiu que a produção de John Wick avançasse. Longoria, que acreditava no potencial do filme, mais tarde revelou aos realizadores que não esperava que o projeto tivesse tanto sucesso. No entanto, essa aposta acabou por ser um dos melhores investimentos da sua carreira, dado o sucesso massivo da franquia.

O primeiro John Wick estreou há dez anos e foi um sucesso imediato, abrindo caminho para três sequências que, até à data, já arrecadaram mais de mil milhões de dólares em todo o mundo. O estilo de ação visceral e coreografado do filme, combinado com a performance de Keanu Reeves, conquistou tanto críticos como o público, e transformou a série num fenómeno da cultura pop.

Os realizadores, Stahelski e Leitch, recordam o momento em que souberam que Longoria tinha sido a salvadora do filme. Após o fim das filmagens, Basil Iwanyk, o produtor do filme, levou-os a jantar e contou-lhes a surpreendente história por trás do financiamento. “Ele disse-nos: ‘Sabem quem vos financiou? Eva Longoria.’ Ficámos todos espantados!”, recorda Stahelski. Posteriormente, levaram Longoria a almoçar como forma de agradecimento, onde ela confessou, com um sorriso, que não esperava que o filme funcionasse. No entanto, Longoria admitiu que investir em John Wick acabou por ser “o melhor dinheiro que já gastei”.

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Agora, dez anos após o lançamento do primeiro filme, a saga John Wick está a caminho de expandir ainda mais o seu universo com spin-offs, incluindo “Ballerina”, protagonizado por Ana de Armas, e uma possível série baseada no icónico hotel The Continental, que tem uma importância crucial na narrativa dos filmes. Quanto a Longoria, os realizadores expressaram o desejo de trabalhar com ela num futuro projeto, talvez até numa futura entrada na saga John Wick. “Ela quer fazer ação”, disse Leitch, acrescentando que estão à procura de algo adequado.

Por agora, John Wick continua a ser uma das franquias de ação mais amadas do cinema contemporâneo, mas poucos sabem que tudo isso se deve à intervenção de última hora de Eva Longoria, que salvou o filme da beira do colapso. Esta história de bastidores é apenas mais um exemplo das surpresas que Hollywood tem para oferecer, e de como grandes filmes podem depender de pequenos momentos decisivos.