O Filme de Terror Mais Estranho do Ano… É Também uma História de Amor

Em Together, Alison Brie e Dave Franco levam a relação ao limite — até ao ponto de os seus corpos se fundirem.

No cinema de terror, já vimos monstros, fantasmas e criaturas de pesadelo. Mas em Together, o novo filme realizado por Michael Shanks, o horror surge como metáfora para a vida a dois: Alison Brie e Dave Franco interpretam um casal cujo corpo — literalmente — se transforma numa só entidade. O resultado é uma mistura inquietante de body horror à la Cronenberg (A Mosca) com ecos grotescos de The Thing, de John Carpenter.

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Amor, co-dependência e… horror físico

Na trama, Millie (Brie), professora, e Tim (Franco), músico desempregado e orgulhosamente citadino, mudam-se para uma zona remota devido ao novo trabalho dela. Um dia, explorando a área, encontram uma gruta com marcas misteriosas e um lago aparentemente puro. Tim bebe dessa água — e pouco depois, os seus corpos começam a fundir-se.

O argumento, escrito por Shanks, equilibra momentos de terror gráfico com uma leitura mais simbólica: a relação de Millie e Tim está longe de perfeita, marcada por frustrações, dependência mútua e rotinas difíceis de quebrar. Franco admite que a escolha do filme teve tudo a ver com o realismo que poderiam trazer: “A nossa relação de 13 anos ajudou a dar peso a estes personagens.”

Brie acrescenta: “O body horror é uma metáfora directa para os medos em torno da monogamia e da co-dependência tóxica.”

Colados… no trabalho e no ecrã

Este é o quinto projecto em conjunto do casal, depois de The Rental (2020) e Somebody I Used To Know (2023). Gravado em apenas 21 dias, Together exigiu que Brie e Franco passassem até 10 horas fisicamente colados para certas cenas. E, sim, há um momento — já muito comentado — que envolve um pormenor anatómico de Tim… em versão prostética.

Entre os momentos mais insólitos está uma cena em que Franco grita “MUSCLE RELAXANTS!” com intensidade digna de Nicolas Cage — algo que, segundo ele, deveria ser material obrigatório para se tornar meme.

Terror, humor e leitura pessoal

Para lá do grotesco, Together funciona como um espelho para o público: casais, solteiros, cépticos ou românticos, cada um verá o filme de forma diferente. Franco conta que um casal em crise disse ter feito as pazes depois de o ver; já alguns solteiros saíram da sala a dizer que foi “o melhor argumento para continuar solteiro”.

O elenco conta ainda com Jay Lycurgo, como Shy, um jovem problemático, e a dupla Tracey Ullman e Emily Watson.

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Estreia e recepção esperada

Together chega hoje (14 de Agosto) aos cinemas em Portugal, com distribuição da NOS Audiovisuais) e promete não só provocar desconforto e risos nervosos, mas também debates acesos sobre relações, intimidade e os limites do “até que a morte nos separe”.

“Together”: O Body Horror Que Vai Fazer os Fãs de “The Substance” Delirar 🩸🎥

Um romance… e um pesadelo no campo

O realizador e argumentista australiano Michael Shanks estreia-se nas longas‑metragens com Together, uma mistura inquietante de drama relacional e body horror que já passou por vários festivais e que agora chega finalmente às salas de cinema.

Desde a primeira cena — dois cães de busca a beber de um poço subterrâneo antes de começarem a comportar‑se de forma estranha — percebemos que o filme não esconde o seu rumo. Aqui, o suspense não vem do “o que vai acontecer?”, mas sim do “como é que vamos lá chegar?”. Shanks confia que o público sabe juntar as peças: título sugestivo + horror corporal + pessoas desaparecidas + um casal co‑dependente que troca a cidade por uma vila isolada = uma história atmosférica, perturbadora e com um humor tão negro quanto a sua narrativa.

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Dave Franco e Alison Brie: química real em tensão fictícia

A trama segue Tim (Dave Franco) e Millie (Alison Brie), um casal que troca o caos urbano pela tranquilidade — ou assim pensam — da zona rural. Pouco depois de chegarem, descobrem que um casal local desapareceu misteriosamente na mesma área onde agora vivem.

Mas Tim e Millie estão demasiado absorvidos pelos próprios problemas para dar a devida atenção ao perigo. Ele carrega o trauma de ter visto os pais morrerem e enfrenta um bloqueio criativo como músico; ela, pelo contrário, está a florescer com um raro e bem pago lugar como professora numa escola local. A proposta de casamento feita por Millie durante a festa de despedida só aumentou a tensão, com Tim a congelar no momento.

Numa tentativa de reconciliação, Tim sugere um passeio pela floresta. Uma tempestade leva‑os a uma caverna repleta de sinos antigos e símbolos perturbadores — o mesmo local onde vimos os cães beberem daquela água misteriosa. E, claro, quando Tim decide também beber, o espectador já sabe que se avizinha um pesadelo viscoso e sangrento.

Horror atmosférico com humor negro

Apesar da premissa quase absurda, Shanks constrói uma atmosfera verdadeiramente inquietante, equilibrando sustos pontuais com um subtexto relacional carregado de tensão. Não há monstros visíveis — a não ser a assustadora ideia de compromisso absoluto com outra pessoa — mas há imagens perturbadoras, sonhos inquietantes e momentos em que o terror se insinua de forma quase invisível.

A química entre Franco e Brie (casados na vida real) dá autenticidade aos diálogos afiados e às farpas trocadas, funcionando como válvula de escape para o espectador antes que a tensão o sufoque.

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O gore é contido quando comparado com The Substance, de Coralie Fargeat, mas isso não retira impacto ao resultado final. A única nuvem sobre o lançamento é uma acção judicial movida pelos criadores da obscura comédia romântica indie Better Half (2023), que acusam a produção de roubo de ideia — algo que, por agora, não obscurece a recepção positiva desta estreia.

Estreia em Portugal

Em Portugal, o filme estreia a 14 de Agosto, com o título “Juntos” e distribuição da NOS Audiovisuais. 🎟️

James Wan Quer Levar os Zombies de Train to Busan a Nova Iorque – Mas Ainda Está Tudo Parado

“The Last Train to New York” continua vivo… pelo menos no coração dos fãs (e de James Wan)

🚂💀 Sabem aquele projeto que anda a ser falado há anos mas nunca mais anda? Pois bem, The Last Train to New York, o remake/spin-off americano de Train to Busan, está oficialmente… em espera. Mas James Wan garante que ainda não desistiu do comboio dos mortos-vivos.

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Durante uma entrevista à Entertainment Weekly, Wan confirmou que continua apaixonado pelo projeto, mesmo depois de a Warner Bros. ter retirado o filme do calendário de estreias, sem previsão de regresso. Segundo o realizador e produtor de filmes como The ConjuringSaw e Aquaman, o plano nunca foi fazer um remake direto. Em vez disso, o novo filme funcionaria como um spin-off passado no mesmo universo temporal do original coreano, mas a decorrer nos Estados Unidos, durante o mesmo surto viral.

“Se Train to Busan é uma fatia da história na Coreia do Sul, nós queremos que Train to New York seja a versão americana dessa pandemia”, explicou James Wan. “Tudo isto ainda me entusiasma. Espero mesmo que avance.”

O comboio ainda está parado… mas pode arrancar

Inicialmente planeado para abril de 2023 com o título The Last Train to New York, o filme teria Timo Tjahjanto (em breve em Nobody 2) como realizador e Gary Dauberman (Salem’s LotAnnabelle) como argumentista. O projeto parecia ir a todo o vapor, com produção assegurada pela Atomic Monster (de Wan), pela Coin Operated e pela New Line Cinema. Mas em 2022, sem grandes explicações, a Warner Bros. tirou o filme da linha — substituindo a estreia por Evil Dead Rise.

Ainda assim, a esperança não morreu.

Gary Dauberman, que adaptava o argumento, já tinha dito que o seu maior receio era, literalmente, “não estragar tudo”. Afinal, Train to Busan (2016), realizado por Yeon Sang-ho e com Gong Yoo no papel principal, é uma obra de culto entre os fãs de terror moderno. A tensão claustrofóbica, os personagens bem construídos e o comentário social subtil fazem com que qualquer tentativa de adaptação tenha uma fasquia elevadíssima.

“Quero respeitar um filme que adoro. A minha regra é simples: não lixar isto”, confessou Dauberman.

Um zombie chamado expectativas

Para os fãs, a ideia de um Train to New York levanta tantas esperanças quanto medos. James Wan tem crédito mais do que suficiente no mundo do terror, mas a pressão de transformar um fenómeno sul-coreano num sucesso americano é enorme — especialmente agora que o projeto é visto mais como um “filho espiritual” do original do que um remake tradicional.

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Wan está neste momento a cozinhar outros projetos (segundo ele, dois ou três), e não se comprometeu ainda com datas ou planos concretos. O comboio poderá arrancar… ou não. Para já, resta-nos esperar na plataforma com os olhos postos no horizonte. Mas se vier aí uma versão americana tão intensa quanto o original coreano, que venha o bilhete de ida.

“O Exorcista: Crente” chega ao TVCine — o regresso arrepiante de um clássico absoluto

👹 Há filmes que nunca nos deixam. E há demónios que também não. Esta semana, o terror clássico volta a ter um novo capítulo com a estreia de O Exorcista: Crente, a sequela direta do lendário filme de 1973 que redefiniu o cinema de terror. O novo filme chega aos ecrãs portugueses este sábado, dia 7 de junho às 21h30, no TVCine Top e também disponível no TVCine+.

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As raparigas que voltaram… diferentes

A história começa com o desaparecimento de duas adolescentes, Angela e Katherine, num bosque. Três dias depois, reaparecem – mas algo nelas está errado. Não se lembram de nada, falam de forma estranha, e em breve, o mal começa a manifestar-se de formas cada vez mais perturbadoras.

Desesperado, Victor Fielding, o pai de Angela, vê-se obrigado a procurar a única pessoa viva que sabe verdadeiramente o que está a acontecer: Chris MacNeil (interpretada novamente por Ellen Burstyn), mãe da famosa Regan da primeira possessão demoníaca que assombrou audiências há cinco décadas.


Uma nova geração, o mesmo inferno

Com realização de David Gordon GreenO Exorcista: Crente é o sexto filme da saga e traz uma abordagem contemporânea sem nunca perder o ADN que tornou o original um ícone. O elenco conta com Leslie Odom Jr.Olivia MarcumLidya Jewett e Ann Dowd, numa narrativa que mistura trauma, fé, desespero e o confronto com o sobrenatural.

Este novo capítulo não é apenas um susto fácil. É uma reflexão intensa sobre o peso da memória, a perda, e o que somos capazes de fazer quando a escuridão nos invade a casa… e a alma.


Um sábado para ver com as luzes acesas

Se és fã de terror psicológico e ainda hoje tens pesadelos com a voz gutural de Regan e os olhos amarelos do demónio Pazuzu, este filme é obrigatório. E mesmo que sejas novo nestas andanças, prepara-te para suores frios e aquela sensação inconfundível de que não estás sozinho na sala…

📍 O Exorcista: Crente

🗓️ Sábado, 7 de junho

🕤 21h30 no TVCine Top e também disponível no TVCine+.

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O Vírus Está de Volta: 28 Years Later Reacende o Terror Pós-Apocalíptico com Aaron Taylor-Johnson

🧟‍♂️ Está oficialmente aberta a nova era do terror: 28 Years Later, a sequela direta do clássico 28 Days Later (2002), já tem trailer — e promete voltar a deixar-nos agarrados ao sofá. Realizado por Danny Boyle e com argumento de Alex Garland, o filme estreia nos cinemas a 20 de junho de 2025 e assinala o início de uma nova trilogia que dará continuidade ao universo sombrio onde o vírus da raiva viralizou muito mais do que se esperava.

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Três décadas depois… o inferno ainda não acabou

Passaram quase trinta anos desde que o vírus escapou de um laboratório de armamento biológico. A sociedade colapsou. O mundo, agora em ruínas, continua dividido entre zonas de quarentena, pequenos focos de sobreviventes… e legiões de infetados que não conhecem piedade.

Segundo a sinopse oficial, 28 Years Later acompanha um grupo de sobreviventes que vive numa pequena ilha, ligada ao continente apenas por uma ponte fortemente vigiada. Mas a relativa segurança não dura: um deles parte numa missão para o coração do território infetado e descobre que os horrores não se limitam aos que foram contaminados. Os próprios humanos mudaram — e talvez tenham evoluído para algo ainda mais perigoso.


Trailer: tensão, caos e acção visceral

O trailer — recentemente divulgado pela Sony Pictures — mergulha-nos de imediato num cenário de desespero. A estética é crua, suja, frenética. As sequências de ação surgem ao ritmo de um batimento cardíaco acelerado, com destaque para a personagem interpretada por Aaron Taylor-Johnson, que assume o papel central neste novo capítulo.

Embora ainda pouco se saiba sobre a sua personagem, o trailer confirma que ele será o fio condutor da história, liderando missões de risco e confrontando infetados em confrontos brutais. No elenco estão ainda nomes de peso como Jodie Comer, Ralph Fiennes, Jack O’Connell e Erin Kellyman — numa combinação de talentos que promete elevar a fasquia do terror psicológico e físico.

E sim, fãs atentos: Cillian Murphy irá regressar! Embora não apareça no trailer, está confirmado que retomará o seu papel icónico de Jim, “de forma surpreendente e com impacto narrativo”, segundo o presidente da Sony Pictures. Murphy, aliás, é também produtor executivo deste novo filme — uma clara demonstração do seu envolvimento criativo na expansão do universo.


Danny Boyle e Alex Garland: o regresso da dupla infernal

28 Years Later marca o reencontro de dois nomes incontornáveis do cinema britânico contemporâneo. Danny Boyle, realizador de obras como TrainspottingSlumdog Millionaire e Sunshine, volta à cadeira de realizador 22 anos depois de ter criado uma das visões mais perturbadoras do apocalipse moderno. Alex Garland, autor do argumento original e mais recentemente responsável por Ex MachinaAnnihilation e Civil War, assina o guião desta nova incursão no mundo dos infetados.

Ambos são mestres em conjugar horror com crítica social, adrenalina com filosofia existencial. E tudo indica que esta nova trilogia seguirá essa tradição. O segundo filme da série já tem título confirmado — The Bone Temple — e será realizado por Nia DaCosta (The Marvels), mantendo Garland como argumentista.


O regresso de uma lenda… com sede de sangue

28 Days Later é considerado um dos marcos do cinema de terror moderno, tendo reinventado a figura do “zombie” com infetados rápidos, furiosos e quase animalescos. A sua sequela, 28 Weeks Later (2007), embora mais convencional, consolidou o universo. Agora, com 28 Years Later, a saga ganha nova vida — e novo fôlego para aterrorizar toda uma nova geração de espectadores.

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Será este o início de uma nova trilogia à altura do legado? Se o trailer for indicativo, o terror vai regressar mais agressivo, mais inteligente e mais humano do que nunca.

A24 Acerta em Cheio com “Talk to Me”: Terror Australiano Chega à Netflix e Já Tem Continuação Confirmada!

A produtora independente A24 continua a provar que sabe como criar sucessos de bilheteira, especialmente no género do terror. Depois de ter conquistado audiências com filmes como Hereditary e Midsommar, foi com o australiano Talk to Meque conseguiu o seu maior êxito no género — e agora, o fenómeno chegou à Netflix.

Talk to Me estreou nos cinemas em 2023 e rapidamente se tornou num caso sério de sucesso. A premissa é simples, mas viciante: um grupo de adolescentes descobre uma mão embalsamada que lhes permite comunicar com espíritos, mas só durante 90 segundos. Claro que, como qualquer adolescente num filme de terror, alguém decide ignorar essa regra… e o caos instala-se.

Com uma atmosfera intensa, momentos verdadeiramente perturbadores e interpretações de alto nível — em especial de Sophia Wilde, que dá vida à protagonista Mia — o filme arrecadou críticas muito positivas desde a sua estreia. Manteve uma pontuação elevada no Rotten Tomatoes e somou uns impressionantes 91,9 milhões de dólares em receitas mundiais, ultrapassando assim Hereditary (80,9 milhões) como o maior sucesso de terror da A24.

Aliás, Talk to Me não é apenas o filme de terror mais lucrativo da produtora, é também o terceiro título com mais receita da sua história, ficando apenas atrás de Civil War (2024) e do multipremiado Everything Everywhere All at Once (2022).

Com este sucesso, era apenas uma questão de tempo até ser anunciada uma sequela. E assim foi: Talk to Me 2 já está em desenvolvimento, com os irmãos Danny e Michael Philippou de regresso à realização. Ainda não foram revelados detalhes sobre a história, mas o final do primeiro filme deixa várias possibilidades em aberto — incluindo o regresso de Mia como espírito ou a exploração da origem da tal misteriosa mão.

Curiosamente, antes da estreia, os realizadores tinham partilhado online alguns vídeos de curta duração que funcionavam como prequelas da história, centrados na personagem Duckett, vista na cena de abertura. No entanto, devido ao conteúdo violento, os vídeos foram rapidamente retirados das redes sociais.

Agora, com o filme disponível na Netflix, uma nova vaga de espectadores vai poder descobrir este arrepiante (e viciante) fenómeno. Se ainda não viu Talk to Me, prepare-se para 95 minutos de tensão sobrenatural e decisões de adolescentes que o vão fazer gritar “NÃO TOQUES NA MÃO!” mais vezes do que gostaria de admitir.

Se a A24 continuar neste caminho, podemos esperar mais terrores de qualidade nos próximos anos. E sim, já estamos com a mão no ar à espera de Talk to Me 2.


Cujo Vai Ter Remake na Netflix – O Terror de Stephen King Está de Volta! 🐶🔪🎬

Os fãs de terror e de Stephen King têm motivos para comemorar – e talvez para se preocupar. A Netflix confirmou que está a desenvolver um remake de Cujo, o aterrorizante romance publicado pelo mestre do horror em 1981 e que já foi adaptado para o cinema em 1983. A nova versão terá produção de Roy Lee (ItThe Ring), garantindo que a essência sombria do material original será respeitada.

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Para quem não conhece, Cujo conta a história de um adorável São Bernardo que, após ser mordido por um morcego infetado com raiva, transforma-se numa máquina de matar. A trama acompanha uma mãe, Donna (interpretada no filme original por Dee Wallace), e o seu filho, Tad (Danny Pintauro), que ficam presos num carro enquanto a fera sedenta de sangue os mantém encurralados. Um pesadelo de sobrevivência, claustrofobia e puro terror psicológico.

O Legado de Cujo e as Adaptações de Stephen King 📖🎥

Ao longo das décadas, os romances de Stephen King foram uma mina de ouro para Hollywood. Desde os clássicos Carrie(1976) e The Shining (1980), passando pelos dramas icónicos como The Shawshank Redemption e Stand by Me, até aos recentes êxitos como It e Doctor Sleep, o autor continua a provar que as suas histórias têm um poder intemporal.

A adaptação de Cujo em 1983, realizada por Lewis Teague, é um dos filmes mais perturbadores baseados em King, com uma atmosfera opressiva e uma interpretação intensa de Dee Wallace. Mas, apesar de se ter tornado um clássico de culto, o filme original nunca atingiu o estatuto de outras adaptações do autor. Com a aposta da Netflix, é possível que a nova versão dê uma nova vida ao conto aterrador do cão assassino.

O Que Esperar do Novo Cujo? 🩸🐕

O envolvimento de Roy Lee na produção sugere que a Netflix pretende seguir o caminho dos recentes remakes bem-sucedidos de Stephen King, como It e Pet Sematary. Embora ainda não haja informações sobre realizador ou elenco, a abordagem moderna deve explorar novos elementos de terror psicológico e atualizar o tom da história para uma nova geração.

Se há algo que Cujo faz bem é capturar o medo primitivo do ser humano: ficar encurralado sem escapatória e à mercê de um predador. Com as técnicas de filmagem atuais e um orçamento mais robusto do que a produção de 1983, podemos esperar sequências ainda mais intensas, sufocantes e visualmente impactantes.

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Agora, a grande questão é: será que a Netflix vai conseguir superar o original e transformar Cujo num novo fenómeno de terror? Ou o remake acabará por cair no esquecimento como tantas outras tentativas falhadas de revisitar clássicos?


🧟‍♂️ Resident Evil está de volta ao cinema! Novo filme já tem data de estreia 🎬🔥

A icónica saga Resident Evil continua a resistir ao tempo e aos desafios da indústria cinematográfica! 🚀 A Sony confirmou oficialmente que um oitavo filme baseado na popular série de videojogos da Capcom já está em desenvolvimento e tem estreia marcada para 18 de setembro de 2026.

O projeto será realizado por Zach Cregger, conhecido pelo seu trabalho no aclamado terror Barbarian (2022). Segundo a Deadline, o argumento está a ser mantido em segredo, mas tudo aponta para um regresso às raízes de terror do jogo original, tal como aconteceu com Resident Evil: Raccoon City (2021).

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🎥 Regresso ao terror de sobrevivência

Depois de seis filmes entre 2002 e 2017, protagonizados por Milla Jovovich e realizados por Paul W.S. Anderson, a saga voltou às suas origens com Resident Evil: Raccoon City, realizado por Johannes Roberts. Este último filme procurou recriar o ambiente sombrio e claustrofóbico dos primeiros jogos, mas os resultados de bilheteira foram moderados, em parte devido ao impacto da pandemia.

Agora, com Zach Cregger ao leme, os fãs podem esperar uma abordagem mais fiel ao universo do jogo, especialmente considerando que o argumento será coescrito por Shay Hatten, argumentista de John Wick 3John Wick 4 e do spin-off Ballerina.

O realizador não esconde o seu entusiasmo:

“Há décadas que sou um fã fanático destes jogos e poder dar vida a este título incrível é uma verdadeira honra.”

💰 Uma saga de terror extremamente lucrativa

Mesmo sem ser um fenómeno de crítica, a saga Resident Evil mantém-se como uma das mais rentáveis do cinema de terror. Até agora, os sete filmes arrecadaram um total de 1,27 mil milhões de dólares em bilheteira, tornando-se:

• A saga independente de terror mais lucrativa da Europa 🏆

• A adaptação de videojogos de maior sucesso no cinema, ligeiramente à frente dos três filmes Sonic (1,21 mil milhões) 🎮🎞️

Além disso, os filmes têm um orçamento relativamente baixo para os padrões da indústria, com uma média de 45 milhões de dólares por filme, o que os torna especialmente rentáveis.

📺 E a série cancelada da Netflix?

Em 2022, a Netflix tentou levar a franquia para a televisão com uma série de oito episódios, mas esta não conseguiu conquistar os fãs e acabou cancelada após apenas uma temporada.

🎬 O que esperar do novo filme?

Embora os detalhes do enredo sejam escassos, tudo indica que o novo Resident Evil vai apostar no horror de sobrevivência que tornou a saga de jogos num verdadeiro fenómeno global.

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A data de estreia – 18 de setembro de 2026 – também revela a confiança da Sony no projeto, uma vez que setembro costuma ser um mês forte para filmes de terror.

Os fãs podem começar a contar os dias até ao regresso dos zombies mais famosos do cinema! 🧟‍♀️🔫

Sam Raimi Está de Volta ao Terror com Send Help! 😱🎬

Se és fã de terror e sentes falta dos sustos bem orquestrados de Sam Raimi, então prepara-te: Send Help vai aterrorizar os cinemas em janeiro de 2026! Depois de Doctor Strange in the Multiverse of Madness, o realizador regressa ao género que o tornou lendário – e nós mal podemos esperar! 🩸

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Sobre o Filme: Sobrevivência e Muito Medo!

A nova aposta de Raimi é um thriller de terror de sobrevivência com um elenco de luxo. Rachel McAdams (Doctor Strange in the Multiverse of Madness) e Dylan O’Brien (Love and Monsters) protagonizam a história, acompanhados por Dennis Haysbert e Chris Pang.

A premissa? Um pesadelo de proporções épicas! 😱 Dois colegas de trabalho (McAdams e O’Brien) são os únicos sobreviventes de um acidente de avião e acabam presos numa ilha deserta. Mas sobreviver não será fácil – além dos desafios naturais, terão de enfrentar as suas diferenças e um jogo psicológico mortal. Quem sairá vivo? 🤔

O argumento ficou a cargo de Damian Shannon & Mark Swift (Freddy vs. Jason, Friday the 13th de 2009), o que significa que podemos esperar tensão, reviravoltas e, claro, momentos de puro terror! Raimi produz o filme ao lado de Zainab Azizi, através da sua produtora Raimi Productions.

O Regresso de Raimi ao Terror Puro!

O último filme de terror de Sam Raimi foi Drag Me to Hell (2009), um regresso macabro ao género depois da sua icónica trilogia Spider-Man. Agora, Send Help promete trazer de volta o estilo único do realizador – aquele terror caótico, divertido e visualmente marcante que só Raimi sabe fazer! 🔥

O Que Esperar de Send Help?

✅ Sobrevivência intensa 🔥
✅ Conflitos psicológicos 😈
✅ Sustos à moda de Raimi 😱
✅ E, claro, uma pitada daquele humor negro característico! 😆

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Com a estreia marcada para 30 de janeiro de 2026, a espera ainda é longa, mas já estamos ansiosos para ver o que Raimi nos preparou desta vez. Será que temos um novo clássico de terror a caminho? Marca na agenda e fica atento! 📅🍿

“Until Dawn”: Tudo o que já sabemos sobre a adaptação cinematográfica do jogo de terror

A Sony Pictures revelou as primeiras imagens da aguardada adaptação cinematográfica do jogo Until Dawn. O filme live-action, que promete expandir o universo do título original, tem estreia marcada para 2025. Com uma produção ambiciosa, dirigida por David F. Sandberg (Shazam!Lights Out), o projeto pretende recriar a atmosfera de suspense e escolhas que conquistou os fãs do jogo, ao mesmo tempo que apresenta uma nova abordagem à narrativa.

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O sucesso de “Until Dawn” e a sua transição para o cinema

Lançado em 2015 pela Supermassive Games e pela Sony Computer Entertainment, Until Dawn rapidamente se tornou um clássico do género de terror. O jogo, que mistura elementos de suspense, sobrevivência e narrativa interativa, foi amplamente elogiado pela sua estrutura cinematográfica. A história segue um grupo de oito amigos que se reúne numa cabana isolada, um ano após o desaparecimento das irmãs gémeas Hannah e Beth Washington. Durante a estadia, o grupo enfrenta ameaças misteriosas, incluindo um assassino mascarado e criaturas sobrenaturais conhecidas como Wendigos.

A mecânica de escolhas e consequências foi um dos maiores atrativos do jogo, permitindo que cada decisão, seja de diálogo ou de ação, influenciasse o destino dos personagens e conduzisse a múltiplos finais. Este modelo narrativo não só cativou os jogadores como também inspirou a Sony Pictures a trazer esta experiência para o grande ecrã.

Uma nova visão para “Until Dawn” no cinema

Segundo David F. Sandberg, a adaptação cinematográfica vai respeitar o tom e a essência do jogo, mas não será uma mera cópia. O realizador revelou que o filme introduzirá novos elementos narrativos, como uma ampulheta central à trama, que dá um significado literal ao conceito de “tempo” e escolhas.

As personagens terão a capacidade de ressuscitar, e cada regresso será acompanhado por mudanças no tom do terror, transportando-as para “um género de terror diferente”, conforme explicado por Sandberg. Essa abordagem promete oferecer uma experiência única e imprevisível, mantendo a tensão e o suspense que caracterizam Until Dawn.

Primeiras imagens e reações dos fãs

Embora o trailer oficial ainda não tenha sido divulgado, a Sony Pictures partilhou um teaser que oferece um vislumbre da estética e da atmosfera da produção. Os fãs já especulam sobre como estas mudanças afetarão a narrativa original, mas muitos veem a introdução de novos conceitos como uma oportunidade para expandir o universo do jogo.

Sandberg também assegurou que o filme terá várias referências ao clássico género de terror adolescente, tal como no jogo, homenageando produções icónicas enquanto constrói algo novo e ousado.

Um marco para o futuro de “Until Dawn”

Com o jogo disponível em várias plataformas, incluindo PS5 e Windows, e uma legião de fãs apaixonados, Until Dawn continua a ser uma referência no género de terror interativo. A sua transição para o cinema representa um passo importante para expandir a sua audiência e cimentar o seu legado.

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Agora, resta-nos a pergunta: as inovações propostas pelo filme conseguirão agradar aos fãs do original ou criarão um novo público para esta história de terror e sobrevivência?

“Until Dawn” nos cinemas em 2025: Estás pronto para aguentar até ao amanhecer?

Jack Nicholson e os Bastidores Intensos de “The Shining”

“The Shining”, realizado por Stanley Kubrick, é amplamente reconhecido como um dos maiores clássicos do cinema de terror. Por detrás das câmaras, porém, a realidade das filmagens foi tão intensa e desafiadora quanto a própria narrativa do filme. Jack Nicholson, no papel icónico de Jack Torrance, mergulhou profundamente na personagem, numa experiência que deixou marcas tanto no ator quanto no elenco.

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Um set isolado e meticulosamente construído
Embora o filme se passe no fictício e desolado Overlook Hotel, as filmagens decorreram nos Estúdios Elstree, em Inglaterra. Kubrick, conhecido pela sua obsessão com o detalhe, recriou o ambiente sombrio e opressivo do hotel com uma precisão quase assustadora. Nicholson passou meses a trabalhar nesse cenário claustrofóbico, onde o tempo, a intensidade das cenas e as múltiplas repetições exigidas pelo realizador adicionaram camadas de tensão ao ambiente já carregado.

A famosa exigência de Stanley Kubrick
Kubrick era célebre por empurrar os seus atores ao limite, e Nicholson não foi exceção. As cenas eram frequentemente repetidas dezenas de vezes até que Kubrick capturasse o que considerava perfeito. Este rigor levou a momentos exaustivos, mas também proporcionou interpretações inesquecíveis. Shelley Duvall, que interpretou Wendy Torrance, descreveu o processo como “psicologicamente extenuante”, mas Nicholson, com o seu carisma e humor fora das câmaras, conseguia aligeirar o ambiente quando necessário.

“Here’s Johnny!”: A cena que se tornou lenda
Uma das sequências mais memoráveis é a emblemática cena do machado, em que Jack Torrance destrói uma porta enquanto grita “Here’s Johnny!”. Por detrás do terror visto no ecrã, Nicholson entregou uma performance visceral, exigindo uma combinação de força física e intensidade emocional. Durante esta cena, as portas usadas inicialmente tiveram de ser substituídas por versões reforçadas, uma vez que Nicholson as destruiu com demasiada facilidade.

A fusão entre ator e personagem
Nicholson é conhecido por se imergir completamente nas suas personagens, e a linha entre o ator e Jack Torrance começou a esbater-se à medida que as filmagens avançavam. A intensidade das gravações e o ambiente artificial acabaram por acentuar o isolamento psicológico que Nicholson trazia para o papel, algo que adicionou autenticidade à sua interpretação.

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Um legado imortal
No final, a performance de Jack Nicholson em “The Shining” tornou-se uma das mais icónicas do cinema de terror, representando o equilíbrio perfeito entre loucura e carisma. O filme, apesar de inicialmente receber críticas mistas, transformou-se num clássico intemporal, e a dedicação de Nicholson ao papel cimentou o seu estatuto como um dos maiores atores da sua geração.

“The Shining” não é apenas um marco na história do cinema de terror, mas também um exemplo de como a dedicação extrema por detrás das câmaras pode criar obras-primas duradouras.


Tony Todd: O Ícone do Horror Que Marcou Gerações com “Candyman” e “Final Destination”

O mundo do cinema de terror despede-se de Tony Todd, o ator que se tornou um ícone do horror ao interpretar a personagem-título na série de filmes Candyman. Todd, que faleceu aos 69 anos, deixou um legado profundo na cultura cinematográfica, sendo conhecido pelo seu carisma e presença imponente em papéis que desafiaram os limites do terror psicológico.

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Com uma estatura de 1,96 metros e uma voz que se destacava pela intensidade, Todd trouxe vida ao personagem de Candyman, o homem que surge após ser invocado cinco vezes diante de um espelho, aterrorizando gerações de fãs. A sua atuação em Candyman foi uma das primeiras a introduzir uma figura central negra como protagonista num género que, até então, era dominado por figuras como Freddy Krueger e Jason Voorhees. Esta representação trouxe uma nova camada de diversidade e representatividade ao horror, algo que influenciou até realizadores contemporâneos como Jordan Peele, que mais tarde coescreveu a sequela do filme original.

Além de Candyman, Todd participou em outras produções icónicas do género, como Final DestinationNight of the Living Dead e The Crow, cimentando o seu estatuto como uma lenda do horror. Fora do cinema, o ator também foi uma presença notável em videojogos e séries, incluindo Star Trek, onde interpretou personagens memoráveis nas séries The Next GenerationDeep Space Nine e Voyager.

Vários colegas e amigos prestaram tributo a Todd, destacando a sua paixão pela arte e a generosidade com os fãs. A atriz Virginia Madsen, que contracenou com ele em Candyman, recordou-o como “um homem verdadeiramente poético, com uma voz que fazia qualquer pessoa suspirar.” Já Troy Baker, conhecido pelo trabalho em videojogos, elogiou o conhecimento de Todd sobre jazz e a sua dedicação ao ofício, lembrando-o como um “gigante” em todos os sentidos.

Tony Todd será lembrado não só pelo seu talento inegável, mas também pelo impacto duradouro que teve no cinema de terror e na vida de todos os que o viram atuar.

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O Universo “Poohniverse” Continua a Crescer com Uma Versão Sombria de Pinóquio

Poohniverse, um universo cinematográfico que começou com o polémico Ursinho Pooh: Sangue e Mel, está a expandir-se com novos filmes que prometem dar uma volta sombria aos clássicos da infância. O mais recente projeto é Pinocchio: Unstrung, um slasher que transforma a história do famoso boneco de madeira numa narrativa de terror, totalmente diferente da adaptação da Disney.

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Sob a direção de Rhys Frake-Waterfield, que também esteve por detrás de Ursinho Pooh: Sangue e MelPinocchio: Unstrung será o próximo passo deste universo cinematográfico que está a ganhar popularidade junto dos fãs de terror. As filmagens estão previstas para começar em breve, com uma data de estreia projetada para 2025.

Este novo filme segue a linha de reinterpretações sombrias e violentas de personagens clássicos da literatura infantil. Pinocchio: Unstrung irá explorar o lado mais perturbador da história do boneco que sonha em se tornar um menino real, transformando-o numa figura que, em vez de conquistar corações, provoca medo e terror. Esta abordagem ousada e única faz parte de uma tendência crescente no cinema de terror, onde histórias infantis são transformadas em narrativas sombrias e macabras.

O sucesso inesperado de Ursinho Pooh: Sangue e Mel, que deu início a este universo, levou a uma série de novos projetos dentro do Poohniverse. Além de Pinocchio: Unstrung, estão em desenvolvimento outros filmes, como Peter Pan’s Neverland Nightmare e Bambi: The Reckoning. Todos estes filmes partilham o mesmo universo e estão a preparar o terreno para um grande crossover intitulado Poohniverse: Monsters Assemble, onde várias personagens enfrentarão um desafio aterrorizante contra monstros.

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O orçamento de Pinocchio: Unstrung será o maior da franquia até agora, refletindo o crescente interesse e sucesso que estes filmes têm obtido. Rhys Frake-Waterfield está empenhado em expandir este universo sombrio, trazendo mais personagens clássicas à mistura e explorando o potencial de narrativas infantis transformadas em histórias de terror para o público adulto.

“Batem à Porta”: O Novo Thriller de M. Night Shyamalan Estreia no TVCine

O visionário realizador M. Night Shyamalan está de volta com mais uma obra inquietante e cheia de suspense. Batem à Porta estreia no dia 20 de setembro, às 21h30, no TVCine Top, e promete prender os espectadores ao ecrã com uma narrativa apocalíptica e envolvente. Este thriller psicológico é baseado no romance The Cabin at the End of the World de Paul G. Tremblay, trazendo uma história sobre dilemas morais profundos, escolhas impossíveis e a luta pela sobrevivência.

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Uma Escolha Impossível: Salvar a Família ou a Humanidade

A história de Batem à Porta desenrola-se numa cabana isolada, onde uma família decide passar as suas férias tranquilamente. No entanto, tudo muda quando quatro estranhos armados os fazem reféns e apresentam uma escolha devastadora: salvar a sua família ou sacrificar-se para salvar a humanidade. A família, que se vê cortada do mundo exterior, terá de enfrentar uma série de decisões impensáveis, enquanto o tempo para agir se esgota.

Shyamalan, conhecido por clássicos como O Sexto Sentido, Sinais e Fragmentado, volta a explorar temas de tensão psicológica, mistério e o sobrenatural, ao mesmo tempo que cria um cenário claustrofóbico, onde a natureza humana é testada ao limite.

Um Elenco de Peso

Com um elenco de grande qualidade, o filme conta com as interpretações de Dave Bautista, Jonathan Groff, Ben Aldridge, Nikki Amuka-Bird, Kristen Cui, Abby Quinn e Rupert Grint. Cada ator assume um papel crucial numa história que promete misturar momentos de terror e tensão emocional. Dave Bautista, conhecido pelos seus papéis de ação, assume aqui uma personagem com profundidade emocional, enquanto Rupert Grint, de Harry Potter, volta a colaborar com Shyamalan após a série Servant.

Elementos Típicos de Shyamalan

Os fãs de Shyamalan sabem o que esperar: reviravoltas inesperadas, mistério constante e uma atmosfera de desconforto crescente. Batem à Porta não foge à regra, trazendo todos os ingredientes pelos quais o realizador se tornou famoso. O terror apocalíptico do filme reflete não só o medo do desconhecido, mas também o horror interior que surge de decisões impossíveis.

O filme apresenta um enredo que desafia as noções tradicionais de bem e mal, vida e morte, fazendo o público refletir sobre os sacrifícios que cada um estaria disposto a fazer pelo bem maior. Shyamalan consegue, mais uma vez, criar uma obra que transcende o género do terror convencional, oferecendo uma experiência cinematográfica rica e emocionalmente perturbadora.

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Não Perca no TVCine Top

Batem à Porta estreia na sexta-feira, dia 20 de setembro, às 21h30, no TVCine Top e TVCine+. Não perca esta história intensa que coloca uma família à prova em todos os sentidos. Para os fãs de thrillers psicológicos e do estilo único de M. Night Shyamalan, esta é uma estreia imperdível.