Bill Skarsgård Quase Disse Não a It: Welcome to Derry — e o Motivo Faz Todo o Sentido


O regresso de Pennywise esteve longe de ser um dado adquirido

Depois do impacto colossal de It (2017) e It: Capítulo Dois (2019), o regresso de Pennywise parecia inevitável. No entanto, afinal não foi assim tão simples. Bill Skarsgård admitiu recentemente que esteve bastante relutante em aceitar regressar ao papel do palhaço mais perturbador do cinema contemporâneo na série It: Welcome to Derry.

Em entrevista ao Screen Rant, o actor revelou que o seu principal receio era óbvio — e legítimo: o medo de que a série fosse apenas uma tentativa de “espremer” o sucesso dos filmes, sem acrescentar nada de verdadeiramente relevante ao universo criado a partir do clássico de It.

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Medo de desgaste… e respeito pela personagem

Skarsgård confessou que, após dois filmes extremamente bem recebidos, receava que a transição para o formato televisivo pudesse diluir a força de Pennywise. “Tinha medo que fosse uma tentativa de esticar isto com uma série que não estivesse à altura do que já tinha sido feito”, explicou o actor.

Este tipo de preocupação não é comum em franquias de terror, onde personagens icónicas regressam vezes sem conta sem grande critério criativo. Aqui, curiosamente, o receio partiu do próprio intérprete — um sinal claro do respeito que Skarsgård tem pela personagem e pelo impacto que ela teve no público.

Andy Muschietti foi decisivo

O factor-chave para o convencer acabou por ser, uma vez mais, Andy Muschietti. O realizador, que assinou os dois filmes, mantém-se profundamente envolvido na série como produtor executivo e realizou quatro dos nove episódios da primeira temporada.

Segundo Skarsgård, a confiança criativa entre ambos foi essencial. O actor acabou por perceber que Welcome to Derrynão queria repetir fórmulas, mas explorar novas facetas de Pennywise — cenas mais íntimas, mais estranhas e, em alguns casos, ainda mais desconfortáveis. “Havia momentos em que sentia que estávamos a mostrar algo que nunca tinha sido visto antes”, revelou.

Uma série que mergulha no passado de Derry

Criada por Brad Caleb Kane e Jason Fuchs, a série funciona como uma prequela directa dos filmes e aposta numa estrutura ambiciosa: três temporadas, cada uma situada numa época diferente do passado de Derry.

A primeira decorre em 1962, a segunda deverá recuar até 1935 e a terceira até 1908, aprofundando a natureza cíclica do mal que assombra a cidade. Esta abordagem permite que Pennywise não seja apenas um monstro recorrente, mas uma presença ancestral, quase mitológica.

Um elenco forte e planos de continuidade

Além de Skarsgård, o elenco inclui nomes como Taylour PaigeJovan AdepoJames Remar e Madeleine Stowe, entre muitos outros. A Warner Bros. estará satisfeita com a recepção da primeira temporada e pretende avançar rapidamente para a segunda.

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No fim de contas, a relutância inicial de Bill Skarsgård acabou por resultar numa escolha acertada. It: Welcome to Derrynão só expande o universo de Stephen King, como justifica artisticamente o regresso de Pennywise — provando que, às vezes, dizer “talvez não” é o primeiro passo para fazer algo melhor.

Hugh Jackman é um fora-da-lei assassino no violento The Death of Robin Hood

A lenda reinventada sob um manto de sangue, culpa e redenção

Esqueçam o arqueiro romântico que roubava aos ricos para dar aos pobres. Em The Death of Robin Hood, a nova aposta da A24, a lenda inglesa surge despida de idealismo e mergulhada numa escuridão raramente explorada no grande ecrã. O trailer agora revelado mostra Hugh Jackman como um Robin Hood envelhecido, violento e profundamente assombrado pelo seu passado — um homem mais próximo de um criminoso de guerra do que de um herói popular.

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O filme é escrito e realizado por Michael Sarnoski, cineasta que conquistou a crítica com Pig e que regressa agora a uma abordagem intimista, brutal e existencialista de um mito conhecido de todos. A estreia está prevista para ainda este ano, embora a data exacta não tenha sido, para já, anunciada.

Um Robin Hood marcado por crime e arrependimento

Nesta versão, Robin Hood é apresentado como um fora-da-lei cuja vida foi moldada pelo assassinato e pela violência. “Matei tantos que já nem os consigo contar”, confessa a personagem de Jackman no trailer, numa das frases mais perturbadoras do avanço. A noção de herói é substituída por uma reflexão amarga sobre culpa, memória e legado.

A oportunidade de redenção surge com uma mulher misteriosa interpretada por Jodie Comer, que salva Robin após uma batalha particularmente violenta. A relação entre ambos parece assentar mais na dor partilhada do que em qualquer romance clássico, reforçando o tom trágico da narrativa.

Segundo Sarnoski, o cerne do filme está precisamente no choque entre a realidade e o mito: um homem que viveu o suficiente para assistir à romantização da sua própria violência, transformado em símbolo de justiça quando sabe, melhor do que ninguém, o monstro que foi.

Um elenco de peso para uma visão sombria

Além de Jackman e Comer, o elenco conta com Bill SkarsgårdMurray BartlettNoah Jupe e o jovem Elijah Ungvary. Embora os detalhes sobre as personagens secundárias ainda sejam escassos, o trailer sugere um mundo brutal, dominado por violência crua e dilemas morais.

A produção está a cargo do próprio Jackman, juntamente com Alexander Black, Aaron Ryder e Andrew Swett, reforçando o envolvimento criativo do actor num projecto que parece feito à medida da sua fase mais madura.

Uma desconstrução do herói clássico

Em declarações recentes, Sarnoski explicou que o seu Robin Hood é “um fora-da-lei assassino que fez coisas terríveis”, alguém que agora tem de lidar com o facto de ser lembrado como herói. É uma abordagem que encaixa perfeitamente na linha editorial da A24, conhecida por desconstruir géneros e figuras arquetípicas, preferindo zonas cinzentas a narrativas confortáveis.

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Com The Death of Robin Hood, tudo indica que estamos perante uma revisão radical de um dos mitos mais reutilizados da história do cinema — menos conto popular, mais tragédia existencial. E, pelo que o trailer revela, dificilmente será um filme para espectadores à procura de conforto.

Dacre Montgomery afastou-se de Hollywood no auge de Stranger Things. Agora regressa nos seus próprios termos

Do estrelato súbito ao silêncio voluntário

Quando a segunda temporada de Stranger Things estreou em 2017, Dacre Montgomery tinha apenas 22 anos e via o seu nome espalhar-se a uma velocidade vertiginosa. A interpretação intensa de Billy Hargrove transformou-o num dos rostos mais comentados da série e num novo “vilão de culto” da cultura pop televisiva. Tudo indicava que Hollywood tinha encontrado mais uma estrela pronta a ser explorada até à exaustão. Mas Montgomery fez precisamente o contrário do esperado: saiu de cena.

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O actor australiano regressou a Perth, a sua cidade natal, e recusou praticamente todos os convites que lhe surgiram durante quase quatro anos. Um afastamento consciente, motivado por um desconforto profundo com a exposição súbita. Segundo o próprio, a fama trouxe uma fragilidade emocional para a qual não estava preparado, tornando necessário proteger-se antes que o sucesso o consumisse por completo.

Um telefonema inesperado de Gus Van Sant

Há nomes, porém, capazes de quebrar silêncios autoimpostos. Um deles é Gus Van Sant. Sete anos após o seu último filme, o realizador decidiu regressar com Dead Man’s Wire e escolheu Montgomery para um dos papéis principais, depois de ter visto — e ficado impressionado — com o famoso self-tape de audição do actor para Stranger Things, já lendário entre profissionais da indústria.

No filme, Montgomery contracena com Bill Skarsgård, num thriller inspirado num caso real de 1977, centrado no rapto de um poderoso banqueiro e no impasse mediático que se seguiu. Dead Man’s Wire estreia em salas seleccionadas e aposta num tom contido, desconfortável e deliberadamente provocador — características que o tornam um ponto de regresso simbólico para um actor que reaprendeu a ter paciência.

Um regresso feito de aprendizagem e limites

Trabalhar com Skarsgård revelou-se, para Montgomery, tão desafiante fora de cena como dentro dela. Conhecido pela sua intensidade quase obsessiva em preparação, o actor admite que tende a isolar-se durante as filmagens. O colega sueco forçou-o a quebrar essa barreira, lembrando-lhe que a acessibilidade emocional também faz parte do trabalho de actor. Uma lição inesperada, mas transformadora.

O afastamento de Hollywood permitiu-lhe redefinir prioridades. Longe do ruído mediático, Montgomery percebeu que não queria aceitar projectos por impulso, dinheiro ou visibilidade. Queria trabalhar com realizadores e personagens que justificassem o investimento pessoal total que coloca em cada papel. E isso mudou tudo.

O futuro longe da obsessão pela fama

Apesar do impacto que Stranger Things teve na sua vida, Montgomery olha para a série com gratidão e não com arrependimento, reconhecendo-a como um período formativo essencial. Ainda assim, deixa claro que a fama não é, nem nunca foi, o motor da sua carreira.

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Recentemente, deu outro passo decisivo ao concluir as filmagens da sua primeira longa-metragem como realizador, um projecto preparado ao longo de uma década. Para ele, cada trabalho é encarado como se fosse o último — uma filosofia radical, mas libertadora. Se um dia se retirar definitivamente, fá-lo-á em paz, sabendo que nunca esteve ali por vaidade, mas por entrega total.

Não encontrámos data de estreia de Dead Man’s Wire confirmada para Portugal, mas sabemos que vai passar no LEFFEST em Lisboa algures entre os dias 6 e 15 de Novembro em Lisboa,

Palhaços Sinistros Invadem Cidades do Mundo Para Promover -It: Welcome to Derry

A HBO transforma o medo em espetáculo global com uma ação de marketing arrepiante inspirada em Pennywise

O terror saiu das telas e tomou conta das ruas. Na passada quarta-feira, Pennywise, o palhaço assassino de It, foi visto a aterrorizar transeuntes em várias cidades do mundo, numa campanha global de promoção da nova série da HBO, It: Welcome to Derry.

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De Nova Iorque a Paris, passando por Madrid, São Paulo, Manila e Varsóvia, múltiplas versões do icónico vilão — interpretado novamente por Bill Skarsgård — surgiram em locais públicos com o seu inconfundível balão vermelho, símbolo do medo e da loucura no universo criado por Stephen King.

“Red Balloon Takeover”: o terror em forma de balão

A ação, batizada de “Red Balloon Takeover”, incluiu palhaços caracterizados, decorações gigantes com balões e easter eggs inspirados na série, criando um ambiente simultaneamente festivo e perturbador. O evento foi pensado para gerar impacto visual nas redes sociais e fazer o público mergulhar, literalmente, no espírito de Derry, a maldita cidade fictícia do Maine onde o horror se repete a cada 27 anos.

Um regresso às origens do medo

It: Welcome to Derry é um prequel das adaptações cinematográficas de It, realizadas por Andy e Barbara Muschietti, que também estão por detrás da série ao lado de Jason Fuchs e Brad Caleb Kane (co-showrunners).

A história decorre em 1962, explorando o passado sombrio da cidade antes dos acontecimentos dos filmes, e inspirando-se num dos interlúdios do romance original, centrado em militares afro-americanos que testemunham os primeiros sinais do mal que assombra Derry.

“É uma série hardcore”, garantiu Bill Skarsgård, que regressa ao papel depois de inicialmente ter recusado. “Achei que já tinha encerrado esse capítulo, mas trabalhar novamente com os Muschietti foi irresistível. Desta vez exploramos lados novos do velho Pennywise — há coisas muito interessantes que ainda não vimos.”

Terror televisivo com selo cinematográfico

Com nove episódios e direção de Andy Muschietti em quatro deles, a série promete manter o tom perturbador dos filmes de sucesso de 2017 e 2019. O elenco inclui ainda Taylour PaigeJovan AdepoChris ChalkJames RemarStephen RiderMadeleine Stowe e Rudy Mancuso.

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A estreia de It: Welcome to Derry acontece no domingo, 26 de outubro, na HBO, e promete ser o evento televisivo mais assustador do outono.

Depois desta campanha global, uma coisa é certa: ninguém está a salvo dos balões vermelhos. 🎈

Pennywise Está de Volta: Novo Teaser de IT: Welcome to Derry Promete Medo, Palhaços e Balões Vermelhos 🎈

Poster de IT Welcome to Derry quase a chegar à HBO MAX

A prequela de It chega em Outubro à HBO — Bill Skarsgård regressa como o palhaço mais aterrador do cinema.

O terror regressa a Derry. A HBO revelou um novo teaser e um cartaz de IT: Welcome to Derry, a aguardada série que expande o universo criado por Stephen King e imortalizado nos filmes de Andy Muschietti. O vídeo, divulgado pela IGN, mostra que, apesar da fachada pacífica, a pequena cidade do Maine continua a esconder um mal ancestral pronto a despertar.

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A série, composta por oito episódios, estreia a 26 de Outubro na HBO e HBO Max, com novos episódios lançados semanalmente até ao final da temporada, marcado para 14 de Dezembro.

O regresso de Pennywise 🎭

O icónico Bill Skarsgård volta a vestir o fato (e o sorriso aterrador) de Pennywise, o Palhaço Dançarino, numa história que decorre em 1962, décadas antes dos acontecimentos vistos nos filmes It (2017) e It: Chapter Two (2019).

O elenco inclui Jovan Adepo (The Stand), Taylour Paige (The Toxic Avenger), Chris Chalk (Gotham), James Remar(Dexter), Stephen Rider (Daredevil), Madeleine Stowe (Revenge) e Rudy Mancuso (The Flash). O cartaz recentemente revelado destaca a família Hanlon, cuja presença promete ligação directa ao futuro grupo conhecido como “The Losers’ Club”.

De volta à origem do medo 👁️

Welcome to Derry é uma prequela directa dos filmes de Muschietti, baseados no romance original de 1986, explorando as origens do mal que assombra a cidade — e, possivelmente, o nascimento do próprio Pennywise. Andy Muschietti realiza vários episódios e volta a colaborar com Jason Fuchs, co-produtor de It: Chapter Two, que escreve o primeiro episódio e assume a co-direcção criativa da série ao lado de Brad Caleb Kane (Crystal Lake).

Uma saga de terror com planos ambiciosos

Se a primeira temporada conquistar o público, Muschietti já tem planos traçados: uma segunda temporada ambientada em 1935 e uma terceira em 1908, aprofundando o ciclo de terror que assombra Derry ao longo das décadas.

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A julgar pelo teaser, IT: Welcome to Derry promete o mesmo equilíbrio entre nostalgia, terror e melancolia que transformou os filmes anteriores em sucessos globais — com direito, claro, a balões vermelhosesgotos sombrios e sorrisos impossivelmente largos.

It – A Coisa Regressa aos Cinemas em Portugal (Mas Só Por Um Dia) 🎈👀

O regresso do palhaço mais aterrador do cinema

Preparem-se para voltar a flutuar: It – A Coisa, o fenómeno de terror de 2017 baseado na obra de Stephen King, vai regressar às salas portuguesas no próximo 24 de setembro. Mas atenção: será apenas por um dia, num evento especial que promete fazer reviver o medo nas melhores condições técnicas.

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O filme será exibido em salas selecionadas da UCI e da NOS, mas apenas naquelas equipadas com sistema Dolby ATMOS, garantindo uma experiência imersiva onde cada sussurro e cada gargalhada de Pennywise ecoam pelo auditório.

A história que fez tremer uma geração

A ação decorre em Derry, no Maine, no final dos anos 80. Tudo começa com o desaparecimento de Georgie, numa noite chuvosa, que deixa o seu irmão Bill obcecado em descobrir a verdade.

É então que se forma o mítico “Clube dos Falhados”, composto por Bill, Beverly, Ben, Eddie, Richie, Mike e Stanley. Unidos pelas suas próprias fragilidades — bullying, inseguranças e dramas familiares —, os jovens descobrem que os desaparecimentos na cidade estão ligados a uma criatura que assume a forma de um palhaço aterrorizador: Pennywise.

Mas este não é um palhaço qualquer. É uma entidade sobrenatural que regressa a cada 27 anos para se alimentar dos medos das crianças. Para sobreviver, o grupo terá de enfrentar os seus maiores terrores frente a frente.

Um sucesso colossal

Lançado em 2017, It – A Coisa foi um dos maiores êxitos de terror da década, arrecadando 601 milhões de euros em bilheteira mundial. Parte do sucesso deve-se ao elenco jovem carismático, que inclui Finn WolfhardJaeden MartellSophia LillisJack Dylan Grazer e Wyatt Oleff. Mas o grande destaque vai inevitavelmente para Bill Skarsgård, cuja interpretação de Pennywise se tornou instantaneamente icónica.

Um aperitivo para 

Welcome to Derry

O regresso ao cinema não é coincidência. A sessão especial surge como forma de preparar terreno para “Welcome to Derry”, a série que expandirá o universo de It e explorará ainda mais as origens e o ciclo de terror que assombra a pequena cidade criada por Stephen King.

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Para os fãs, trata-se de uma oportunidade rara: rever It no grande ecrã, sentir novamente a tensão coletiva na sala escura e deixar-se dominar pela atmosfera de um dos filmes mais marcantes do terror moderno.

🎈 Welcome to Derry: Pennywise Está de Volta no Primeiro Trailer da Prequela de It

Bill Skarsgård regressa como o palhaço demoníaco numa série que promete mergulhar nas origens do terror em Derry

Preparem-se para flutuar novamente: a HBO Max revelou o primeiro trailer de It: Welcome to Derry, a aguardada prequela da saga It, baseada no universo criado por Stephen King. Com estreia marcada para o outono de 2025, a série traz de volta Bill Skarsgård no papel de Pennywise, o palhaço mais aterrador do cinema moderno.  

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🕰️ Um Salto ao Passado: Derry, 1962

A série transporta-nos para 1962, 27 anos antes dos eventos de It: Capítulo Um, explorando os ciclos anteriores de terror que assolaram a pequena cidade de Derry, no Maine. Inspirada nos interlúdios do romance de King, a trama centra-se em eventos como o incêndio do Black Spot, um clube noturno frequentado por afro-americanos, que foi destruído num ataque racista — um dos marcos do ciclo de 27 anos de Pennywise.  

O trailer apresenta uma família afro-americana a mudar-se para Derry, enfrentando hostilidade por parte dos residentes locais. Enquanto isso, crianças locais começam a investigar desaparecimentos misteriosos, desafiando as autoridades que insistem para que “não se metam nos assuntos da polícia”.  


🎭 Elenco e Equipa Criativa de Peso

Além de Skarsgård, o elenco inclui Taylour PaigeJovan AdepoChris ChalkJames RemarStephen RiderMadeleine Stowe e Rudy Mancuso.  

A série é desenvolvida por Andy Muschietti (realizador dos filmes It) e Barbara Muschietti, juntamente com Jason Fuchs e Brad Caleb Kane, que atuam como co-showrunners. Andy Muschietti dirige vários episódios, incluindo o piloto.  


🔮 Expansão do Universo de It

Welcome to Derry não é apenas uma prequela, mas uma expansão do universo de It, explorando os ciclos anteriores de terror que assolaram a cidade. Andy Muschietti revelou planos para futuras temporadas ambientadas em 1935 e 1908, aprofundando ainda mais a mitologia de Pennywise e os horrores que assolam Derry.  

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📺 Estreia em 2025

Com nove episódios previstos, It: Welcome to Derry tem estreia marcada para o outono de 2025 na HBO e HBO Max. A série promete ser um mergulho profundo nas origens do mal que assombra Derry, oferecendo uma nova perspectiva sobre a história que arrepiou gerações. 

Bill Skarsgård fica preso no SUV de Anthony Hopkins e o resultado é um thriller tenso e excêntrico

Há filmes que vivem de uma ideia simples mas eficaz — e Locked é um desses casos. Uma espécie de Phone Booth sobre rodas, esta nova produção coloca Bill Skarsgård dentro de um carro de luxo com demasiadas funcionalidades tecnológicas e um proprietário com um sentido de justiça… peculiar. A premissa? Um ladrão de ocasião entra num SUV topo de gama que rapidamente se transforma numa armadilha mortal, enquanto uma voz familiar — a de Anthony Hopkins — o desafia a prestar contas pelos seus pecados. O resultado é um thriller tenso, claustrofóbico e por vezes deliciosamente exagerado, que lembra uma versão mais leve de Saw com aspirações morais.

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Uma armadilha sobre rodas

Locked é a adaptação do thriller argentino 4×4 e segue a tradição dos filmes com espaço limitado e grande intensidade dramática. David Yarovesky realiza com energia e criatividade uma história que decorre praticamente toda no interior de um veículo. O protagonista, Eddie Barrish (Skarsgård), é um pai em dificuldades financeiras que, num ato desesperado, decide roubar o que conseguir de um SUV aparentemente abandonado. O que ele não sabe é que o carro pertence a William (Hopkins), um homem terminalmente doente, cansado da criminalidade e decidido a transformar o automóvel numa lição moral ambulante.

Eddie rapidamente se apercebe de que está preso num autêntico campo de reeducação motorizado: o carro responde à voz de William, que controla tudo, desde a climatização extrema até à inclusão de tasers escondidos nos bancos. A dada altura, o carro torna-se autónomo e ameaça conduzir-se até à morte do seu ocupante, exigindo uma escolha final entre amputações ou suicídio. Tudo, claro, ao estilo de uma moralidade imposta por um justiceiro improvável.

Dois atores, dois mundos

Bill Skarsgård convence com uma interpretação contida, mais emocional do que verbal, adequada ao desespero crescente de um homem sem alternativas. O seu Eddie é uma figura trágica, marcada por uma vida de pobreza e culpa parental, que contrasta fortemente com o requinte e privilégio do seu antagonista invisível. Anthony Hopkins, por sua vez, diverte-se imensamente no papel de William. A sua voz grave ecoa como um juiz invisível, debitando monólogos sobre ética, responsabilidade e a decadência da sociedade moderna com a pompa de quem está a escrever o seu próprio epitáfio. E fá-lo com classe.

Moralidades enlatadas e entretenimento eficaz

Embora o guião tente explorar dilemas éticos e a diferença entre classes sociais, as ideias apresentadas em Locked não são propriamente novas. A luta entre sobrevivência e justiça, ou entre o quotidiano do pobre e as filosofias do rico, já foi explorada de forma mais profunda noutros contextos. Contudo, este não é um filme que pretenda mudar o mundo — é uma experiência concentrada em prender a atenção, alimentar a tensão e explorar o potencial de um conceito engenhoso.

Visualmente, Yarovesky aproveita bem os ângulos das câmaras internas do veículo, criando dinamismo mesmo em espaços fechados. As cenas exteriores, porém, perdem-se em iluminação exagerada e metáforas visuais algo óbvias.

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Apesar de alguns momentos forçados e um argumento que por vezes pisa o limite do absurdo, Locked cumpre a sua missão: entreter. Quem entra para ver Bill Skarsgård a lutar pela vida dentro de um carro possuído pela voz de Anthony Hopkins não sairá defraudado. Locked não é um clássico instantâneo, mas é um thriller eficaz, com ritmo, boas interpretações e um conceito curioso que agarra do início ao fim.


🎬 Locked ainda não tem data de estreia confirmada em Portugal

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