Ian McKellen Revela: Gandalf e Frodo Estão de Volta em The Hunt for Gollum

O universo da Terra Média continua a expandir-se e, ao que tudo indica, vai contar novamente com dois dos nomes mais icónicos da saga. Sir Ian McKellen, eterno Gandalf, deixou escapar durante o evento For Love of Fantasy, em Londres, que o próximo filme The Lord of the Rings: The Hunt for Gollum terá espaço para Gandalf e Frodo.

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“Ouvi dizer que vai haver outro filme passado na Terra Média, realizado pelo próprio Gollum e centrado na sua história”, comentou McKellen perante uma plateia de fãs, referindo-se a Andy Serkis, que volta a interpretar a criatura obcecada pelo Anel e que agora assume também a realização. E, com um sorriso cúmplice, lançou a bomba:

“Vou contar-vos dois segredos sobre o elenco: há uma personagem chamada Frodo e outra chamada Gandalf. Para além disso, os meus lábios estão selados.”

Regresso das lendas de Tolkien

Embora McKellen não tenha confirmado se voltará a vestir o chapéu pontiagudo, a sua presença no painel ao lado de Elijah Wood (o Frodo original) fez aumentar a especulação de que ambos os atores regressarão aos papéis que marcaram gerações. Também estiveram presentes outras figuras centrais da trilogia de Peter Jackson, como Sean Astin, Dominic Monaghan, Billy Boyd e John Rhys-Davies, num encontro que mais pareceu uma reunião familiar da Irmandade do Anel.

Peter Jackson na produção

The Hunt for Gollum será produzido pelo trio que deu vida à trilogia original: Peter Jackson, Fran Walsh e Philippa Boyens. A estreia estava prevista para 2026, mas foi adiada para dezembro de 2027. Serkis, agora atrás das câmaras, terá a difícil tarefa de equilibrar a mística de Tolkien com uma narrativa focada numa das personagens mais complexas do universo: Gollum.

O que esperar da história?

Ainda não foram revelados detalhes sobre o enredo, mas, como o título indica, o filme deverá acompanhar a perseguição a Gollum — uma figura trágica, entre a vítima e o vilão. A possível presença de Gandalf e Frodo abre espaço para novas pontes narrativas que poderão ligar este capítulo aos eventos já conhecidos de The Lord of the Rings.

Um regresso muito esperado

O anúncio foi recebido com entusiasmo pelos fãs, que há muito pedem o regresso de McKellen ao papel do feiticeiro cinzento. Afinal, como o próprio nos ensinou: “Um mago nunca se atrasa, nem chega cedo demais. Chega precisamente quando pretende chegar.”

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E, se tudo correr como prometido, Gandalf chegará novamente ao grande ecrã em 2027, para guiar os espectadores de volta à Terra Média.

Os Tesouros de Downton Abbey Vão a Leilão: Do Vestido de Lady Mary ao Carro dos Grantham

O universo aristocrático de Downton Abbey vai abrir as portas, não em Highclere Castle, mas na casa de leilões Bonhams, em Londres. Uma seleção de adereços, figurinos e peças icónicas da série britânica — e até um automóvel histórico — está em exibição gratuita até 16 de setembro, antes de ser vendida ao melhor licitante.

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Entre os destaques está o vestido de noiva de Lady Mary Crawley, usado por Michelle Dockery no casamento com Matthew (Dan Stevens). A peça em chiffon pêssego, com bordados de renda e cinto drapeado, é acompanhada de sapatos em cetim, tiara e véu em tule. O conjunto poderá render entre 3.000 e 5.000 libras, revertendo o valor para a instituição de solidariedade Together for Short Lives, que apoia crianças com doenças graves.

Diversos figurinos podem ser licitados e as receitas irão reverter a favor da instituição de solidariedade Together for Short Lives

O glamour de Lady Edith e a elegância da família Grantham

Outro figurino que promete dar que falar é o famoso vestido de pavão de Lady Edith (Laura Carmichael), exibido no primeiro episódio da quarta temporada, quando conhece Michael Gregson. Bordado com missangas em tons de turquesa, dourado e pérolas falsas, tem uma estimativa de venda entre 2.000 e 3.000 libras.

O vestido de Lady Mary

E se os vestidos são fascinantes, há uma peça que poderá acelerar corações de colecionadores: o carro da família Grantham, um Sunbeam Saloon de 1925, avaliado entre 25.000 e 35.000 libras.

O Carro da família Grantham está com um valor estimado entre as 25.000 £ e as 35.000 £

Relíquias de bastidores

O leilão inclui ainda objetos que os fãs da série reconhecerão de imediato, como a icónica parede dos sinos da sala dos criados e até um guião do primeiro episódio, assinado por parte do elenco, incluindo nomes como Maggie SmithHugh Bonneville e Samantha Bond. Este último poderá atingir um valor entre 600 e 800 libras.

Além dos vestidos e do carro também estão a leilão alguns objectos da produção

Um legado que continua

Downton Abbey estreou em 2010, prolongou-se por seis temporadas (não cinco, como alguns resumos referem), e deu origem a dois filmes de sucesso. O terceiro, intitulado Downton Abbey: The Grand Finale, estreia nos cinemas britânicos a 12 de setembro, prometendo encerrar em grande estilo a saga que conquistou fãs em todo o mundo.

Para Gareth Neame, produtor executivo da série, este leilão é mais do que uma venda:

“Estes itens icónicos fazem parte da história de Downton Abbey e agora vão contribuir para o trabalho vital de uma causa nobre.”

Os objetos podem ser vistos até 16 de setembro em Londres e já se encontram disponíveis para licitação online.

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Terence Stamp: o ícone dos anos 60 que fez da intensidade o seu maior papel

O cinema britânico – e mundial – despediu-se de uma das suas figuras mais magnéticas. Terence Stamp, o actor de olhar penetrante e presença enigmática, morreu a 17 de agosto, aos 87 anos, deixando para trás uma carreira que atravessou seis décadas, da explosão do Swinging London às reinvenções inesperadas em Hollywood e no cinema independente.

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Nascido em Stepney, no leste de Londres, em 1938, Stamp cresceu num ambiente modesto, filho de um maquinista naval ausente e de uma mãe que o levou, ainda em criança, ao cinema para ver Gary Cooper em Beau Geste – experiência que despertou a vocação que o acompanharia para sempre.

A estrela relutante dos anos 60

Depois de estudar na Webber Douglas Academy of Dramatic Art, e de partilhar palco e casa com Michael Caine no circuito de repertório britânico, Stamp teve uma estreia fulgurante no cinema. Em Billy Budd (1962), adaptação de Herman Melville, interpretou o jovem marinheiro ingênuo condenado à forca, papel que lhe valeu uma nomeação ao Óscar e um Globo de Ouro.

A partir daí, tornou-se símbolo da década: belo, sofisticado e misterioso, tanto ao lado de Julie Christie como de Jean Shrimpton. Encarnou vilões atormentados, como o sequestrador de The Collector (1965), e o sedutor Sargento Troy em Longe da Multidão (1967), onde a célebre cena de esgrima filmada com Julie Christie ficou como um dos momentos mais icónicos do cinema britânico.

Estava em todas as festas, frequentava os nomes da moda e era, como escreveu The Guardian, “o mestre do silêncio sombrio”. Mas recusou papéis que poderiam ter mudado o rumo da sua carreira, como Alfie, que acabou por consagrar Michael Caine.

Entre o declínio e a reinvenção

O final dos anos 60 trouxe desilusões. Filmes que não corresponderam às expectativas e propostas que não vingaram – chegou a ser considerado para substituir Sean Connery como James Bond, mas as suas ideias radicais para reinventar 007 assustaram os produtores.

Desiludido, abandonou Londres e viajou pelo mundo, passando por Itália, onde trabalhou com Pasolini e Fellini, até encontrar refúgio espiritual na Índia. Foi já afastado dos holofotes que lhe chegou um papel inesperado: General Zod em Superman (1978) e Superman II (1980). Stamp abraçou a vilania com gosto, regressando ao grande ecrã em papéis que lhe permitiam aliar presença física a uma aura ameaçadora.

O choque de Priscilla e a consagração tardia

Se havia dúvidas sobre a sua versatilidade, Priscilla – A Rainha do Deserto (1994) dissipou-as. No papel de Bernadette, uma mulher transgénero que atravessa o deserto australiano com duas drag queens, Stamp surpreendeu público e crítica, recebendo uma nomeação para os Globos de Ouro e conquistando uma nova geração de cinéfilos.

Nos anos seguintes, participou em filmes tão diversos como Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma (1999), onde interpretou o político Valorum, ou The Limey (1999), de Steven Soderbergh, onde brilhou como um criminoso em busca da filha desaparecida.

Também no cinema independente britânico voltou a ser celebrado, como em Song for Marion (2012), onde deu vida a um marido rabugento a lidar com a doença terminal da esposa, desempenho que lhe valeu nova nomeação aos BAFTA.

Um actor que nunca deixou de surpreender

Casou apenas uma vez, já aos 64 anos, com a australiana Elizabeth O’Rourke, 35 anos mais nova, numa união que durou seis anos. Continuou a trabalhar até tarde, mesmo em papéis pequenos, como em Last Night in Soho (2021), de Edgar Wright.

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Terence Stamp será lembrado como o cometa dos anos 60 que incendiou a tela com intensidade e beleza, mas também como o actor capaz de se reinventar e de desafiar as expectativas. De marinheiro inocente a super-vilão, de símbolo sexual a mulher trans no cinema, deixou um legado rico, imprevisível e marcante.

“Não tenho ambições”, disse um dia. “Estou sempre surpreendido quando aparece mais um trabalho.” E, no entanto, cada papel que deixou prova que era um actor impossível de ignorar.

Catherine Zeta-Jones revela o segredo para sobreviver 25 anos casada com Michael Douglas

Catherine Zeta-Jones abriu o coração sobre como tem conseguido manter uma relação estável e duradoura com Michael Douglas, apesar de viverem há 25 anos sob os holofotes. O casal, que partilha dois filhos — Dylan (2000) e Carys (2003) —, continua a ser um dos mais icónicos de Hollywood, mas soube encontrar refúgios longe da exposição mediática.

Em entrevista ao The Sunday Times Style, a atriz galesa, de 55 anos, contou que depois de viverem em Nova Iorque, decidiram mudar-se para as Bermudas para criar os filhos. “A cidade no verão é demasiado quente, então o Michael levou-me para os Hamptons e eu pensei: ‘as mesmas pessoas, mas de calções’. O calendário social era esgotante. Depois levou-me às Bermudas, porque a mãe dele era de lá, e apaixonei-me. Comprámos uma casa e ficámos 10 anos.”

Hoje em dia, preferem passar grande parte do tempo em Espanha, embora também tenham casas no Canadá e em Nova Iorque.

Como lidam com a pressão da fama

Sobre a atenção constante da imprensa, Zeta-Jones foi clara: “Dois famosos juntos fazem 10. É assim mesmo. Há duas versões da história e há duas fantasias. Nós não damos ouvidos ao que escrevem sobre nós. Respeitamos o nosso espaço, somos espíritos independentes. Somos muito parecidos, nascemos no mesmo dia, com 25 anos de diferença. Não temos medo de nos expressar. Eu uso o coração na manga, e ele também — o que é bom.”

Douglas e a ideia de reforma

Michael Douglas, hoje com 80 anos, filho do lendário Kirk Douglas, afirmou recentemente que não tem grandes intenções de voltar a trabalhar intensamente: “prefiro ver a minha mulher trabalhar”. A reação de Catherine foi pragmática: “Ele ganhou o direito de abrandar. Mas nunca digo nunca. É filho do pai e adora trabalhar — digamos que ‘reforma’ é um conceito flexível.”

Douglas foi um dos nomes mais marcantes do cinema dos anos 80, com títulos como A Jóia do NiloAtração Fatal e Wall Street — este último valeu-lhe um Óscar de Melhor Ator. Também venceu um Óscar como produtor de Voando Sobre um Ninho de Cucos e, mais recentemente, conquistou novas gerações ao interpretar Hank Pym nos filmes da Marvel, incluindo Homem-Formiga e Vingadores: Endgame.

Com humor, cumplicidade e um sentido de independência partilhado, Catherine Zeta-Jones e Michael Douglas continuam a provar que, mesmo em Hollywood, é possível manter um casamento sólido — desde que se saiba desligar do ruído exterior.

Chris Columbus arrasa ideia de reboot de Sozinho em Casa: ‘Não tentem repetir a magia’”

Poucos filmes natalícios conquistaram tanto o imaginário coletivo como Sozinho em Casa (Home Alone, 1990). Realizado por Chris Columbus e escrito por John Hughes, o clássico protagonizado por um jovem Macaulay Culkin tornou-se tradição de época para várias gerações. Mas, para quem sonha com um reboot oficial, o próprio Columbus acaba de deixar claro: “Seria um erro.”

“Um momento muito especial” que não se repete

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Em entrevista à Entertainment Tonight, o realizador foi categórico:

“Acho que Home Alone existiu como um momento muito especial, e não é possível recapturá-lo. Seria um erro tentar voltar atrás e repetir algo que fizemos há 35 anos.”

Para Columbus, a magia dos dois primeiros filmes – Sozinho em Casa (1990) e Sozinho em Casa 2: Perdido em Nova Iorque (1992) – reside precisamente no contexto e no espírito da época, impossíveis de replicar hoje com a mesma inocência e frescura.

Macaulay Culkin aberto ao regresso… pelo preço certo

Já Macaulay Culkin, que eternizou Kevin McCallister, admitiu no final de 2024, durante uma sessão especial com fãs, que até poderia regressar à saga — mas apenas se a proposta financeira fosse suficientemente tentadora. O ator revelou ainda que chegou a ser convidado para participar num dos capítulos mais recentes da franquia, embora tenha recusado.

Hoje, aos 44 anos e pai de dois filhos, Culkin confessou ter “ideias” para o regresso, mas pouco tempo para escrever ou desenvolver um projeto nessa direção.

Uma franquia com altos e baixos

Depois dos dois filmes de Columbus, a saga conheceu várias continuações sem Culkin no elenco: Sozinho em Casa 3(1997), Sozinho em Casa 4 (2002), Sozinho em Casa: O Assalto do Feriado (2012) e Home Sweet Home Alone (2021). Nenhum deles, contudo, conseguiu replicar o fenómeno dos originais.

Em 2018, chegou a ser anunciado um projeto produzido por Ryan Reynolds, intitulado Stoned Alone, uma versão para adultos com classificação R. Mas a ideia acabou por se perder num “inferno de produção” sem nunca sair do papel.

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A casa fica… sozinha

Com Chris Columbus a fechar a porta a um reboot e Macaulay Culkin apenas disposto a regressar mediante condições muito específicas, o futuro de Sozinho em Casa permanece incerto. Para já, parece que a icónica casa nos arredores de Chicago continuará apenas habitada pela memória dos fãs — e pelas armadilhas inventivas de um miúdo que, há 35 anos, transformou a solidão natalícia num fenómeno global.

Pierce Brosnan e Helen Mirren concordam: James Bond “tem de ser um homem”

O debate sobre quem deverá assumir o icónico papel de James Bond ganhou novo fôlego depois de duas figuras incontornáveis do cinema britânico — Pierce Brosnan e Helen Mirren — terem defendido que o espião criado por Ian Fleming deve continuar a ser interpretado por um homem.

Pierce Brosnan, que vestiu o fato de 007 em quatro filmes entre 1995 e 2002 (GoldenEyeTomorrow Never DiesThe World Is Not Enough e Die Another Day), surpreendeu ao recuar em declarações que fizera em 2019, quando afirmara que seria “excitante” ver uma mulher no papel. Agora, aos 72 anos, o ator irlandês sublinha outra perspetiva:

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“Oh, acho que tem de ser um homem. Estou tão entusiasmado por ver o próximo homem a subir ao palco e a trazer nova vida a esta personagem”, disse em entrevista à revista Saga.

Brosnan, que chegou a acusar a saga de sexismo no passado, acrescentou que, apesar de se considerar feminista, Bond tem de manter-se fiel à sua essência: “Não se pode ter uma mulher. Simplesmente não resulta. James Bond tem de ser James Bond, caso contrário transforma-se noutra coisa.”

O apoio de Helen Mirren

A seu lado nesta opinião esteve Dame Helen Mirren, que contracena com Brosnan na adaptação cinematográfica de The Thursday Murder Club. A atriz de 80 anos, também entrevistada pela mesma publicação, reforçou o ponto de vista:

“Sou uma grande feminista, mas James Bond tem de ser um homem. Não funciona de outra forma. O conceito nasceu de um mundo profundamente sexista, sim, mas é precisamente isso que define a personagem. É divertido assim.”

Mirren reconheceu, no entanto, que muitas mulheres desempenharam papéis importantes no universo do espionagem real e ficcional, mas que Bond é, por natureza, uma figura masculina.

O futuro da saga nas mãos da Amazon

A franquia, que esteve mais de 60 anos sob o controlo da família Broccoli, passou recentemente para a alçada da Amazon-MGM Studios, num negócio avaliado em cerca de mil milhões de dólares. A nova etapa promete uma abordagem “fresca”, mas sem abdicar do “legado” de 007.

O próximo filme, o 26.º da saga oficial, terá argumento de Steven Knight, criador de Peaky Blinders, e realização de Denis Villeneuve (Dune), numa aposta clara em revitalizar o agente secreto para as novas gerações.

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Enquanto isso, a especulação sobre o sucessor de Daniel Craig continua intensa. Os nomes de Aaron Taylor-Johnson (Bullet Train) e Callum Turner (Masters of the Air) surgem como favoritos, embora James Norton também seja apontado como forte candidato.

🎬 Conclusão

Mais de seis décadas depois da estreia de Dr. No, a questão mantém-se: quem será o próximo James Bond? Uma coisa parece certa para Pierce Brosnan e Helen Mirren — 007 tem de continuar a ser um homem. O público, por sua vez, aguarda impaciente pelo anúncio oficial que definirá o futuro de uma das sagas mais lendárias da história do cinema

Do Ringue ao Arranha-céus: Dolph Lundgren Regressa como Vilão em Straight Shot

Sim, meus amigos cinéfilos, Ivan Drago está de volta… mas desta vez trocou as luvas de boxe por um fato elegante e um caixão tecnológico. O actor sueco Dolph Lundgren, eternizado como o adversário mais temível de Rocky Balboa em Rocky IV e ícone da saga The Expendables, está a rodar na cidade de Columbia, Carolina do Sul, o seu mais recente filme de acção: Straight Shot.

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Nesta nova aventura, realizada e escrita por Gabriel Sabloff, acompanhamos Frank Keller (interpretado por David A.R. White, da série God’s Not Dead), um guarda-costas que precisa de enfrentar mercenários através de um arranha-céus de 50 andares para salvar a ex-noiva. O problema? Ela está presa num sofisticado caixão de alta tecnologia, cortesia do vilão interpretado por Lundgren.

Um regresso com memórias

Para Lundgren, filmar na Carolina do Sul é quase um regresso a casa. O actor estudou Engenharia Química na Universidade de Clemson e, esta semana, partilhou uma fotografia junto à famosa estátua “Cocky” na Universidade da Carolina do Sul, provando que a ligação à região é mais do que profissional.

Com um orçamento de cerca de 750 mil dólaresStraight Shot conta ainda com Rachel Leigh Cook (She’s All That) e Tyrese Gibson (Velocidade Furiosa). As filmagens já passaram por Hopkins — palco de perseguições de carro e mota, bem como cenas de luta — e até pelo aeroporto Jim Hamilton – LB Owens, onde Lundgren protagonizou uma entrada triunfal a bordo de um jacto da Eagle Aviation.

Columbia no centro da acção

O antigo edifício de um banco, no coração de Columbia, serve de cenário ao escritório do vilão, situado no fictício 50.º andar. Depois, a produção muda-se para o edifício da Truist, onde será filmada uma sequência intensa em que Keller arrasta o caixão escada abaixo numa tentativa desesperada de salvar a ex-noiva.

White, que não fazia um filme de acção há mais de dez anos, quer devolver ao género um toque mais “clássico”: poucas asneiras, ausência de excessos sexuais e violência no ponto certo.

Cinema que mexe com a economia

O produtor Brenton Earley escolheu Columbia pelo seu “visual específico” e para fugir das zonas saturadas por turismo e grandes produções. A decisão está a beneficiar a economia local: só em estadias de hotel, a produção deverá gastar cerca de 100 mil dólares, sem contar com refeições, aluguer de carros e guarda-roupa comprado em lojas da cidade.

A aposta no talento local também é clara. A figurinista Heather Gonzalez, formada pela Universidade da Carolina do Sul, estreia-se num longa-metragem. A equipa de duplos, liderada por Juan Bofill e com veteranos da Marvel e de John Wick, integra ainda dois ex-lutadores de MMA de Greenville.

Para Earley, a experiência em Columbia tem sido marcada pelo espírito de comunidade. “As pessoas aqui querem ver-nos prosperar. É algo bonito”, disse, sublinhando como particulares e empresas ajudaram sem esperar nada em troca.

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Ainda sem data de estreia, Straight Shot promete ser um regresso às origens do cinema de acção — com Lundgren a provar que, quer seja no ringue ou num arranha-céus, continua a ser um vilão à altura

Leonardo DiCaprio Faz 50 Mas Sente-se com 32 — E Revela o Maior Arrependimento da Carreira

O actor reflete sobre a idade, o tempo e o papel que lamenta não ter interpretado.

Para muitos, Leonardo DiCaprio será sempre o jovem de Titanic ou o ambicioso corretor de O Lobo de Wall Street. Mas o actor completou 50 anos em novembro e garante que, no seu íntimo, sente-se como se tivesse apenas 32.

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Em entrevista à revista Esquire UK, conduzida pelo realizador Paul Thomas Anderson, DiCaprio respondeu de forma imediata à pergunta: “Se não soubesse quantos anos tem, quantos diria que tinha?” — “Trinta e dois”, respondeu sem hesitar.

A urgência de não desperdiçar tempo

Ao refletir sobre a nova década, o actor admitiu que a idade trouxe-lhe uma prioridade clara: ser mais honesto e não perder tempo. “A partir de certo ponto, mais da tua vida está para trás do que à frente. É quase uma responsabilidade ser mais direto, mesmo que isso implique desentendimentos ou seguir caminhos separados — seja na vida pessoal ou profissional.”

Inspirando-se na mãe, DiCaprio disse admirar a forma como ela “diz exatamente o que pensa” e já não gasta energia a “fingir”.

O segredo para evitar o “pós-filme”

O actor revelou também como evita a sensação de vazio após terminar uma rodagem: tira longos períodos de descanso entre projectos. “A vida fica em pausa quando estás a filmar. Tudo o resto fica para segundo plano. Se passasse de filme em filme, teria medo de não ter nada a que voltar.”

Desde a estreia no cinema, em 1991, DiCaprio colecionou inúmeros prémios, incluindo o Óscar e o Bafta de Melhor Actor por The Revenant (2015).

O maior arrependimento: não ter feito Boogie Nights

Apesar da carreira recheada de sucessos, o actor confessou que há um papel que gostaria de ter interpretado: Boogie Nights (1997), de Paul Thomas Anderson.

Dos seus próprios filmes, o que mais reviu foi O Aviador (2004), a biografia de Howard Hughes realizada por Martin Scorsese. “Tinha andado com um livro sobre Hughes durante dez anos. Quase o fiz com Michael Mann, mas houve conflitos de agenda. Acabei por levá-lo ao Marty e foi a primeira vez que senti que fazia parte da produção como verdadeiro colaborador.”

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Para DiCaprio, esse papel foi um marco no crescimento enquanto actor e parceiro criativo, dando-lhe uma nova perspetiva sobre a sua própria carreira.

Próximo James Bond Pode Ser Ruivo – E Já Pode Ter Feito Audição

Rumor aponta Scott Rose-Marsh como potencial 007 no filme de Denis Villeneuve.

Oh meus amigozz, bem sei que quase todas as semanas tentamos avançar notícias do espião mais famoso do mundo… mas desta vez temos algo com mais cor. Literalmente. O próximo James Bond pode mesmo ser… ruivo.

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Segundo o The Hollywood Reporter, o actor britânico Scott Rose-Marsh, de 37 anos, poderá ter feito testes para vestir o smoking mais famoso do cinema. E não, não foi para imitar Sean Connery, Daniel Craig ou Pierce Brosnan — até porque o único conselho que recebeu antes de a câmara começar a rodar foi: “Não imites nenhum Bond anterior”.

A alegada audição aconteceu no final de junho e incluiu a leitura de cenas de GoldenEye (1995) e, possivelmente, páginas fresquinhas do novo guião que Steven Knight (Peaky Blinders) está a escrever para o filme, já sob a batuta de Denis Villeneuve.

Adeus teoria do Bond “vinte e poucos”

Se este rumor for verdade, cai por terra a ideia de que a Amazon MGM Studios queria um Bond na casa dos 20 anos para conquistar o público mais jovem. Rose-Marsh tem currículo sólido — Code of Silence (2021), Wolves of War (2022) e participações em séries como The OutlawsChloe e Yr Amgueddfa — mas está longe de ser um novato à procura do baile de finalistas do MI6.

Nem o actor nem o estúdio quiseram comentar. Ou seja, por agora, é rumor com um toque de shaken, not stirred.

Villeneuve no comando (e que comando…)

Depois de acabar a saga DuneDenis Villeneuve vai mergulhar no mundo de Bond. E não é qualquer mundo: estamos a falar de uma franquia que a Amazon comprou por cerca de mil milhões de dólares (quase dá para comprar um Aston Martin novinho por cada fã no Twitter). Ao lado de Michael G. Wilson e Barbara Broccoli, o realizador prepara-se para dar início a uma nova era do agente secreto mais famoso do cinema.

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007 ruivo: mito ou revolução?

Será este o momento em que veremos o primeiro Bond ruivo da história? E se sim, será que vem com sarcasmo extra, sotaque afiado e um Martini ainda mais ousado? Fica a dúvida, mas uma coisa é certa: se este rumor se confirmar, a internet vai precisar de um Dry Martini duplo para aguentar o choque.

O Motivo Surpreendente Que Levou o “Billy” de Stranger Things a Desaparecer de Hollywood

Dacre Montgomery revela por que decidiu afastar-se da fama e como as redes sociais mudaram para sempre o mundo das estrelas de cinema.

Dacre Montgomery tornou-se um dos rostos mais marcantes de Stranger Things quando interpretou Billy Hargrove nas segunda e terceira temporadas da popular série da Netflix. Com a sua presença intensa e carisma magnético em cena, o actor australiano de 30 anos parecia destinado a seguir o caminho de muitas estrelas que saltam de produções de sucesso para uma carreira meteórica em Hollywood. No entanto, optou por fazer exatamente o contrário: afastou-se dos holofotes.

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“As redes sociais destruíram o mistério”

Em entrevista ao jornal The Australian, Montgomery explicou o motivo do seu afastamento nos últimos cinco anos. “Acho que as coisas mudaram”, afirmou. “As estrelas tradicionais de Hollywood existiam porque havia mistério… As redes sociais destruíram isso. É em grande parte por isso que desapareci do mapa.”

O actor afirma não estar interessado em competir no ritmo frenético da indústria. “Não estou a tentar competir com ninguém. Estou a viver a minha verdade e espero conseguir pagar a renda enquanto faço isso”, declarou, revelando uma abordagem mais intimista e menos orientada pelo estrelato.

Privacidade e identidade artística

Montgomery confessou que a necessidade de recuperar a sua identidade como actor foi determinante para esta pausa. “Dediquei um pouco de mim a cada papel que interpretei e é em grande parte por isso que tirei um tempo”, explicou. “Ultimamente, tenho reflectido bastante sobre o que quero para a minha carreira. Estou a tentar ter um pouco mais de controlo sobre onde e no que estou a trabalhar.”

De Hawkins a Elvis Presley

O actor entrou em Stranger Things na segunda temporada, mas foi na terceira que o seu personagem ganhou maior destaque, acabando por ter um destino trágico no final. Para além da série, Montgomery também participou em projectos de relevo, como Steve Binder no filme Elvis (2022), protagonizado por Austin Butler, e como Ranger Vermelho no filme Power Rangers (2017).

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Apesar de não estar tão presente nos ecrãs nos últimos anos, o seu regresso ao grande ecrã ou a novas produções televisivas não está descartado — apenas será, segundo o próprio, feito de forma mais selectiva e ao seu próprio ritmo.

Simon Pegg revela que o ‘Star Trek’ de Quentin Tarantino era “completamente louco” 🚀🖖

O actor Simon Pegg, eterno Scotty da mais recente trilogia Star Trek, deixou no ar o retrato de um filme que poderia ter sido um dos cruzamentos mais improváveis (e fascinantes) de Hollywood: um Star Trek escrito e realizado por Quentin Tarantino.

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Durante um painel na Fan Expo Boston, Pegg contou que recebeu um resumo da história através de J.J. Abrams e da produtora Lindsey Weber — e a sua reacção não deixou margem para dúvidas:

“Era aquilo a que no nosso meio chamamos ‘completamente louco’. Tudo o que se poderia esperar de um Star Trek de Quentin Tarantino.”

O que poderia ter sido

Pegg admite que adoraria ter visto o universo de Star Trek pelo olhar do realizador de Pulp Fiction, mas também reconhece que os fãs mais puristas poderiam não ter ficado convencidos.

“Não sei como teria sido recebido pelos fãs, mas teria sido, no mínimo, interessante”, disse o actor.

O projecto foi anunciado em 2017, quando a Paramount e Abrams aprovaram a proposta de Tarantino, com argumento de Mark L. Smith (The Revenant). No entanto, o filme nunca avançou.

O obstáculo de Tarantino

Segundo Smith, um dos motivos decisivos para o abandono foi a preocupação do cineasta com o facto de Star Trek poder ser o seu último filme — Tarantino há muito que repete que se retirará após realizar 10 longas-metragens.

“Ele perguntava: ‘Quero mesmo terminar a minha carreira com Star Trek? É assim que quero acabar?’”, recordou Smith.


Gangsters e naves estelares

O enredo decorreria maioritariamente num planeta semelhante à Terra, com uma estética de gangsters dos anos 1930, inspirado no episódio A Piece of the Action da série original, emitido em 1968. Nesse episódio, a tripulação da Enterpriseaterra num mundo que vive numa cultura de gangsters dos anos 1920.

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Infelizmente, o argumento continua fechado numa gaveta… e os fãs de cinema vão ter de se contentar em imaginar como seria ver Kirk, Spock e McCoy sob o filtro inconfundível de Tarantino.

Shrek 5 Sofre Novo Atraso e Só Chega aos Cinemas no Verão de 2027 🐸🧅

As datas de estreia são como cebolas… têm camadas e, por vezes, fazem-nos chorar. A Universal e a DreamWorks Animation confirmaram que o muito aguardado Shrek 5 vai demorar mais um pouco a sair do pântano: a nova data de estreia está marcada para 30 de junho de 2027.

Um adiamento de seis meses

Originalmente previsto para julho de 2026, o regresso do ogre verde já tinha sido empurrado para 23 de dezembro de 2026, mas agora sofre mais um atraso de seis meses. O motivo? A Universal e a DreamWorks não revelaram, mas aproveitaram para reorganizar o calendário: um filme da Illumination ainda sem título ocupará agora a data de abril de 2027.

15 anos à espera de Shrek, Fiona e Burro

O anúncio de Shrek 5 surgiu no ano passado, prometendo o primeiro filme principal da saga desde Shrek Para Sempre(2010). Apesar de não terem revelado detalhes da história, já sabemos que o filme contará com o regresso de Mike MyersEddie Murphy e Cameron Diaz, além da entrada de Zendaya, que dará voz à filha de Shrek e Fiona.

Em março, foi divulgado um teaser de 30 segundos, que revelou um novo estilo visual e a primeira espreitadela à personagem de Zendaya.

O impacto cultural… e a espera interminável

Desde a estreia de Shrek em 2001, a saga tornou-se um fenómeno cultural, misturando conto de fadas, humor ácido e referências que atravessam gerações. Fora os spin-offs de O Gato das Botas, já lá vão 15 anos sem que vejamos a família de Shrek no grande ecrã.

O novo filme promete agitar o universo irreverente criado pela DreamWorks, mas os fãs vão precisar de mais paciência: só em junho de 2027 voltaremos a ouvir o famoso “Get out of my swamp!”.

Tom Holland Fala Sobre as Filmagens de Spider-Man: Brand New Day em Glasgow: “Sente-se Diferente Desta Vez” 🕷️🎬

As ruas de Glasgow transformaram-se num autêntico palco de Hollywood com as filmagens de Spider-Man: Brand New Day. Tom Holland, que volta a vestir o icónico fato de Peter Parker, confessou que esta experiência “sente-se diferente” das anteriores — e que o entusiasmo é partilhado tanto pela equipa como pelos fãs que têm lotado o local.

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Desde o início de agosto, centenas de curiosos têm-se juntado nas ruas Bothwell Street e St Vincent Street para assistir às filmagens e tentar captar um vislumbre do Homem-Aranha em ação. Desta vez, o próprio Holland admitiu sentir “pressão” extra, mas também uma empolgação especial.

“O meu quarto dia um como Spider-Man”

Num vídeo publicado nas suas redes sociais, o ator explicou:

“É o meu quarto dia um como Spider-Man. É engraçado vestir o fato novamente. Sente-se diferente desta vez, de alguma forma. E é a primeira vez que temos fãs no set logo no primeiro dia. É muito entusiasmante partilhar isto com eles.”

O britânico acrescentou que há “caras familiares” no set e prometeu dar o seu melhor:

“Espero acertar. Sem pressão.”


Stunts, tanques e muita ação nas ruas

As cenas gravadas têm elevado o nível de adrenalina. Numa delas, Holland é visto no topo de um tanque antes de exclamar:

“Isto foi brutal.”

No dia 10 de agosto, a produção montou um cenário explosivo: veículos a alta velocidade, um tanque a subir St Vincent Street envolto em fumo e a aproximar-se de um autocarro turístico de dois andares, enquanto carros danificados e motoristas em fuga completavam o caos cinematográfico.

Entre gritos dos atores no topo do autocarro e a correria de figurantes, a cidade ganhou um ambiente digno de blockbuster — e os fãs presentes tiveram direito a um espetáculo ao vivo que dificilmente esquecerão.

Emma Thompson Conta Como Recusou um Convite de Donald Trump: “Podia Ter Mudado a História Americana” 🎬🇺🇸

Com Spider-Man: Brand New Day, Tom Holland volta a provar que sabe equilibrar humor, carisma e acrobacias vertiginosas. E, pelo que vimos até agora, esta nova aventura promete ser tudo menos “mais do mesmo”

Emma Thompson Conta Como Recusou um Convite de Donald Trump: “Podia Ter Mudado a História Americana” 🎬🇺🇸

Emma Thompson voltou a arrancar gargalhadas no Festival Internacional de Cinema de Locarno ao relembrar um episódio insólito da sua vida: o dia em que Donald Trump a convidou para jantar.

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A atriz britânica, que recebeu o Leopard Club Award na 78.ª edição do festival, partilhou a história durante um painel no sábado, 9 de agosto, confessando que o momento aconteceu no final dos anos 90, enquanto filmava Primary Colors – Escândalos do Candidato (1998), obra inspirada na campanha presidencial de Bill Clinton em 1992.


Uma chamada inesperada no camarim

“O telefone tocou no meu camarim e era o Donald Trump”, contou Thompson, citada pelo Hollywood Reporter. “Pensei que fosse uma piada. Ele disse: ‘Gostava muito que ficasse num dos meus belos imóveis, e talvez pudéssemos jantar’.”

O convite surgiu num dia peculiar: foi precisamente quando o divórcio de Thompson com Kenneth Branagh ficou oficialmente concluído. Curiosamente, Trump também estava recém-divorciado da sua segunda mulher, Marla Maples.

“Aposto que ele tem pessoas a procurar por todo o lado divorciadas simpáticas para convidar”, brincou a atriz. “Ele encontrou o número do meu camarim! Isso é perseguição!”


“Podia ter mudado o rumo da história”

A atriz, entre risos, disse que na altura recusou o convite, mas não resistiu a especular sobre o impacto que um simples jantar poderia ter tido:

“Podia ter saído para jantar com Donald Trump. Podia ter mudado o rumo da história americana.”

Esta não foi a primeira vez que Thompson contou a história. Em 2017, numa entrevista ao apresentador sueco Fredrik Skavlan, a atriz recordou ter agradecido a chamada de forma cortês antes de desligar, sem aceitar o encontro. O próprio apresentador não perdeu a oportunidade de brincar:

“Podias ser a primeira-dama. Podias ter conseguido travá-lo!”

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Entre prémios, memórias e humor britânico, Emma Thompson mostrou mais uma vez que sabe cativar plateias tanto dentro como fora do ecrã — mesmo quando o guião envolve uma chamada inesperada de um futuro presidente dos Estados Unidos.

Rumor Aponta Possível Regresso de Chris Evans em Avengers: Doomsday 🛡️✨

Um regresso à era de Steve Rogers e Peggy Carter?

A produção de Avengers: Doomsday passou, em Junho, por locais icónicos como o Castelo de Windsor, antes de se mudar para uma área isolada no Windsor Great Park, onde foi construída uma casa com estética dos anos 60. Embora o cenário tenha sido apelidado no set de “Casa do Luke Cage”, poucos acreditaram que seria ali que o Power Man faria a sua estreia no MCU.

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Agora, um novo rumor pode esclarecer o mistério. Segundo o conhecido scooper My Time To Shine Hello, Chris Evans já terá filmado cenas para Avengers: Doomsday sob o nome de código “Luke Cage”. A teoria é simples: a tal casa dos anos 60 poderá ser o lar de Steve Rogers e Peggy Carter, numa linha temporal alternativa criada no final de Avengers: Endgame.


Uma continuação directa de Endgame?

Se a informação for verdadeira, parte de Avengers: Doomsday poderá funcionar como continuação directa dos eventos de 2019, mostrando o período em que Rogers viveu com Carter após viajar no tempo para 1949, antes de regressar a 2023 para entregar o escudo a Sam Wilson.

Apesar de Evans ter dito em 2023 que, caso regressasse como Capitão América, seria “não tão cedo”, rumores recentes indicam que poderá juntar-se a Robert Downey Jr. no novo filme. A Deadline chegou a avançar em Dezembro que o acordo estava fechado, embora o actor tenha negado e a Marvel se tenha mantido em silêncio.


Entre o rumor e a expectativa

Evans não veste o uniforme de Rogers desde Avengers: Endgame, mas regressou brevemente ao universo Marvel em 2024, recriando o papel de Johnny Storm numa participação ousada em Deadpool & Wolverine. Fora isso, tem-se mantido fiel à promessa de não voltar precipitadamente ao MCU.

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Curiosamente, não esteve presente na maratona de cinco horas que apresentou os 27 membros do elenco já confirmados para Avengers: Doomsday, previsto para 2026. Ainda assim, vários insiders insistem que a sua participação está garantida — mesmo que continue a ser mantida em segredo.

Alison Brie Dá Nota Baixa a Ghostface: “Está a Ficar Mole” 🔪🎬

Uma avaliação de desempenho pouco favorável

Se Ghostface tivesse de passar por uma avaliação de desempenho anual, Alison Brie não ficaria nada impressionada. A actriz, que participou em Scream 4 e regressa este ano ao terror com Together, aproveitou o podcast Shut Up Evan para fazer uma análise muito própria ao famoso assassino mascarado.

Aqui fica o trailer de Together:

Segundo Brie, o problema é simples: nas últimas sequelas de Screamsobrevive gente a mais“Nos velhos tempos, quando o Wes Craven realizava, matámos o Randy Meeks em ‘Scream 2’. Agora, já devíamos estar reduzidos a dois dos ‘core four’ até ‘Scream 7’”, comentou a actriz, referindo-se ao grupo central de protagonistas introduzido nas produções mais recentes.


Demasiados regressos do além

Brie também observou que, nos últimos filmes, morrer não parece ser impedimento para regressar. Skeet Ulrich voltou como Billy Loomis, uma espécie de guia fantasmagórico para Sam Carpenter (Melissa Barrera), e até Kirby Reed (Hayden Panettiere), dada como morta há anos, reapareceu em Scream 6“Qual era a personagem dela mesmo?”, questionou com ironia.

Curiosamente, as maiores baixas na saga recente não foram obra de Ghostface, mas sim resultado de decisões nos bastidores — como a saída de Melissa Barrera após polémicas relacionadas com declarações sobre a Palestina.


Entre matar e proteger

Apesar das críticas, Brie não é totalmente implacável. Considera que a morte de Dewey em Scream 6 foi um erro: “Mantenham os três principais”, sugeriu, referindo-se ao trio icónico composto por Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette.

E há espaço para um desejo especial: o regresso da sua própria personagem de Scream 4, Rebecca Walters — hipótese já aventada pelo marido, Dave Franco.


O que esperar de 

Scream 7

Com estreia marcada para 27 de Fevereiro de 2026Scream 7 promete um verdadeiro reencontro de Woodsboro High School, juntando Neve Campbell, Courteney Cox, David Arquette, Scott Foley e Matthew Lillard. Falta saber se Rebecca Walters vai receber um convite… ou uma chamada de Ghostface.

Jon Hamm e o Papel Que Poucos Sabem Que Foi o Seu Primeiro no Cinema 🎬🚀

Antes de “Mad Men”, um salto inesperado para o grande ecrã

Quando Mad Men estreou a 19 de Julho de 2007, não foi um sucesso imediato de audiências, nem o fenómeno aclamado pela crítica que viria a tornar-se nas temporadas seguintes. A AMC, na altura, era mais conhecida por exibir filmes populares cortados por intervalos publicitários do que por produções originais de prestígio. Ainda assim, a série viria a revelar ao mundo um actor que parecia ter estado escondido durante demasiado tempo: Jon Hamm.

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O seu Don Draper, um publicitário carismático mas moralmente ambíguo, conquistou público e crítica. Alto, elegante, olhar magnético — era impossível não reparar nele. Mas a pergunta impunha-se: como é que um actor com tanto talento e presença só se tornou famoso aos 36 anos?

A resposta está num filme de Clint Eastwood que muitos não se lembram de associar a Hamm.

A estreia no cinema: “Space Cowboys”

O ano era 2000. Hamm já tinha feito a sua primeira aparição televisiva, como “Gorgeous Guy at Bar” em Ally McBeal, mas a estreia no cinema aconteceu nas mãos de Eastwood, no subestimado Space Cowboys.

O filme acompanha quatro astronautas veteranos — Eastwood, Tommy Lee Jones, James Garner e Donald Sutherland — chamados para uma última missão: reparar um satélite soviético prestes a cair sobre a Terra. Entre diálogos afiados e a nostalgia do reencontro destes ícones, há uma pequena cena onde Hamm entra em cena.

Uma breve mas curiosa participação

O momento é fácil de perder: um jovem entusiasta da aviação chega a um aeródromo à procura de um piloto que lhe dê um voo cheio de acrobacias para celebrar o aniversário. Hamm interpreta o piloto que, com um ar pragmático, avisa que aquele tipo de manobra é demasiado perigoso e legalmente arriscado. O rapaz insiste e pergunta se conhecem alguém disposto a tentar. É então que Hamm e os colegas apontam para um homem mais velho, tranquilo a ler uma revista de pesca: Hawk Hawkins, interpretado por Tommy Lee Jones, que aceita o desafio sem pestanejar.

Não é um momento de glória cinematográfica, mas é curioso pensar que a primeira vez que Jon Hamm surgiu no grande ecrã foi lado a lado com duas lendas de Hollywood.

O caminho até se tornar Don Draper

Depois de Space Cowboys, a carreira de Hamm no cinema não disparou de imediato. Encontrou estabilidade na televisão, com papéis recorrentes em Providence e The Division, até que o destino (e o guião certo) o levou a vestir o fato impecável de Don Draper.

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No fundo, ninguém estava realmente a esconder Jon Hamm. Simplesmente, muitos — como o próprio autor desta descoberta — não estavam a prestar atenção ao meio que acabaria por transformá-lo num nome incontornável da televisão.

Eddie Murphy Revela os Seus Piores Filmes — E Defende “Norbit”: “Não É Assim Tão Mau!” 😂🎬

Entre Óscares e Razzies

A carreira de Eddie Murphy é uma montanha-russa de êxitos e… alguns desastres cinematográficos. Entre Beverly Hills CopComing to America e Dreamgirls, há também produções que o próprio ator reconhece não terem corrido bem. Mas atenção: quando o assunto é Norbit (2007), Murphy não aceita que se fale mal — mesmo que o filme tenha sido arrasado pela crítica e acusado de lhe ter custado o Óscar que parecia certo depois do sucesso de Dreamgirls.

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Numa entrevista à Complex, Murphy foi desafiado a escolher o seu “Monte Rushmore” de filmes… mas preferiu falar dos quatro piores. Acabou por nomear apenas dois: The Adventures of Pluto Nash (2002) e Holy Man (1998). Foi então que defendeu com unhas e dentes Norbit:

“Eu adoro Norbit. Eu escrevi o filme com o meu irmão Charlie, e nós achamos que é engraçado. Recebi nomeações para pior ator da década, pior ator e pior atriz… vá lá, o filme não é assim tão mau!”

A escolha errada… em nome do conforto

Murphy confessou ainda um dos grandes “ses” da sua carreira: podia ter feito Rush Hour com Jackie Chan, mas preferiu Holy Man. A razão?

“Tinha dois guiões: Rush Hour, cheio de ação e correria, e outro em que estaria de robe, em Miami. Pensei: isto é óbvio! E fomos para Miami fazer um filme horrível, mas que foi fácil.”

Os preferidos do próprio

Quando o tema são os melhores filmes que já fez, Murphy não hesita: The Nutty ProfessorComing to AmericaShrek e Dreamgirls. Um alinhamento que mistura comédia física, animação, romance e até drama musical — prova de que a sua versatilidade é tão grande quanto a sua propensão para arriscar… mesmo que nem sempre acerte.

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Seja como for, para Murphy, Norbit nunca será um erro. Talvez uma incompreensão. E quem sabe, daqui a uns anos, não ganhe até estatuto de “clássico kitsch”.

Jason Voorhees Está de Volta — Novo Ator Assume o Ícone do Terror Após 16 Anos 🔪🏕️

Um regresso que os fãs já desesperavam por ver

Já lá vão mais de 15 anos desde que Jason Voorhees, o infame assassino mascarado de Friday the 13th, espalhou terror pela última vez no ecrã. O remake de 2009, com Derek Mears no papel, foi um sucesso de bilheteira, mas uma complexa batalha legal congelou o futuro da saga durante mais de uma década. Agora, finalmente, o cenário começa a mudar — e com um novo rosto (bem, máscara) para o personagem.

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“Sweet Revenge” — um curto mas sangrento regresso

A produtora Horror Inc. e o recém-criado Jason Universe vão lançar um novo projeto oficial: a curta-metragem “Sweet Revenge”, com estreia marcada para 13 de agosto de 2025 no YouTube. Realizada por Mike P. Nelson (Wrong Turn), terá 13 minutos e promete recriar a atmosfera clássica da saga, com direito a acampamento, lago e, claro, o icónico machete.

O papel de Jason será assumido por Schuyler White, duplo e detentor de um recorde do Guinness, conhecido pelo seu trabalho em filmes como Haunt e V/H/S/85, e pela experiência em efeitos especiais de terror (Don’t Breathe 2Shelby Oaks). Físico, técnica e currículo não lhe faltam para encarnar o monstro de Crystal Lake.

Porque é que Jason esteve tanto tempo afastado

O grande obstáculo para o regresso de Jason foi uma disputa de direitos entre Victor Miller, argumentista do filme original de 1980, e Sean S. Cunningham, o realizador. Miller detém o nome Friday the 13th e elementos do guião original (incluindo Pamela Voorhees), mas não o Jason adulto mascarado, que só surgiu nas sequelas.

Esta divisão tornou quase impossível avançar com novos filmes, até que os acordos começaram, lentamente, a alinhar-se. Paralelamente, a A24 e a Peacock desenvolvem a série Crystal Lake, uma prequela, apesar de também já ter enfrentado percalços criativos, incluindo a saída do showrunner Bryan Fuller.

O futuro da saga — mais perto do que nunca?

O vice-presidente da Horror Inc., Robbie Barsamian, revelou na San Diego Comic-Con 2025 que um novo filme e um novo jogo estão no topo da lista de prioridades: “É onde estamos a concentrar a maior parte da nossa energia neste momento. E, finalmente, estamos em posição de entregar.”

Para já, os fãs terão de se contentar com Sweet Revenge, mas se a receção for positiva, Mike P. Nelson poderá muito bem estar no comando da próxima longa-metragem.

Quem estiver em Nova Iorque poderá ainda assistir a uma estreia presencial, patrocinada pela Angry Orchard, com inscrições através do Eventbrite.

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Depois de 16 anos de silêncio no grande ecrã, Jason está pronto para regressar — e, pelo que se adivinha, com sangue fresco no currículo.

Netflix Multada por Publicidade de “Wednesday” em São Paulo — E a Conta Não É Pequena 🖤🕷️

A Netflix está no centro de uma polémica no Brasil depois de a Câmara Municipal de São Paulo ter aplicado uma multa de 34.340 euros (cerca de 190 mil reais) devido a uma ação de divulgação da série “Wednesday” que não cumpria as regras locais.

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O caso envolve um painel publicitário instalado num edifício da Rua Ana Cintra, bem visível para quem passa pelo Elevado Presidente João Goulart — popularmente conhecido como Minhocão.

O problema: publicidade “invisível” que não passou despercebida

Embora o painel não exibisse nomes ou marcas de forma explícita, as autoridades classificaram-no como publicidade indireta, proibida pela Lei Cidade Limpa, que limita a exibição de anúncios na capital paulista para combater a poluição visual.

A autarquia concluiu que o mural violava a legislação e responsabilizou o condomínio do edifício, que havia autorizado a instalação.

Prazo curto e multas acumuladas

A decisão obriga o condomínio a remover o painel no prazo de cinco dias, sob pena de novas multas a cada 15 dias caso não cumpra. Até agora, nem a Netflix, nem a agência responsável, nem o condomínio comentaram oficialmente a penalização ou o destino do mural.

Uma estratégia arriscada?

A campanha para “Wednesday” — série de enorme sucesso inspirada na icónica personagem da Família Addams — apostou num marketing visualmente impactante, mas a jogada pode ter saído cara. Em São Paulo, as regras são conhecidas e rigorosamente aplicadas, e esta não é a primeira vez que marcas internacionais enfrentam problemas por tentar contorná-las.

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Fica a dúvida: até que ponto a ousadia na promoção justifica o risco de enfrentar as autoridades? No caso de “Wednesday”, a resposta veio em forma de multa — e com um valor nada simbólico.