“O Luke Não Teria Desaparecido”: John Boyega Reescreve Mentalmente a Trilogia Star Wars

Uma visão alternativa para a galáxia muito, muito distante

John Boyega, o ator que deu vida a Finn na trilogia de sequelas de Star Wars (2015–2019), voltou a falar sem rodeios sobre o rumo da saga. Durante o Florida Supercon 2025, o britânico partilhou como teria conduzido a narrativa se estivesse no lugar dos argumentistas e produtores.

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A sua visão? Uma trilogia “completamente diferente”, onde Luke Skywalker e Han Solo não morreriam e as novas personagens não receberiam tanto poder de bandeja. Uma posição que ecoa muitas das críticas que parte do fandom levantou contra os filmes realizados por J. J. Abrams e Rian Johnson.

O legado que ficou por cumprir

Boyega foi claro: “Não nos vamos livrar do Han Solo, do Luke Skywalker, de todas estas pessoas. A primeira coisa que vamos fazer é cumprir a sua história, cumprir o seu legado. Vamos criar um bom momento de passagem de testemunho.”

No entanto, a própria realidade já teria colocado obstáculos a este plano, uma vez que Harrison Ford só aceitou regressar a Han Solo com a condição de a personagem morrer em O Despertar da Força.

Menos superpoderes, mais luta

Outro ponto que incomoda Boyega é a forma como Rey (Daisy Ridley) e outros novos heróis dominaram rapidamente a Força e técnicas de combate. Para o ator, essa abordagem tornou a narrativa pouco credível:

“As nossas novas personagens não seriam tão poderosas nestes filmes. Elas não vão simplesmente pegar em coisas e saber o que fazer com elas. Não. Tens de lutar como todas as outras personagens nesta franquia.”

Uma crítica clara ao que muitos fãs consideraram uma ascensão demasiado acelerada de Rey.

A inspiração na Velha República e nos videojogos

Mostrando o lado de fã apaixonado, Boyega afirmou que teria ido beber inspiração às histórias da Velha República, uma das eras mais amadas do universo expandido, e até a The Force Unleashed, popular franquia de videojogos.

Tentaria expandir o universo Star Wars tanto quanto possível, respeitando a tradição. Se estamos a expandir a tradição, temos de o fazer dentro dos limites que a mantêm verdadeira”, reforçou.

A polémica maior: o destino de Luke

A crítica mais dura de Boyega foi direcionada a Os Últimos Jedi e à despedida de Luke Skywalker. Para ele, a icónica personagem nunca deveria ter acabado isolada numa ilha, projetando-se à distância:

O Luke Skywalker não desapareceria numa rocha. Nem pensar. Estar ali e ele é, tipo, um projetor? Eu quereria dar a essas personagens muito mais.”

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O futuro da saga

Enquanto os fãs debatem as palavras de Boyega, o universo Star Wars segue em frente. O próximo capítulo será “The Mandalorian and Grogu”, com estreia marcada para 22 de maio de 2026. O filme contará com a presença de Sigourney Weaver no papel de Zeb, prometendo mais uma peça no intrincado puzzle da galáxia.

O Novo James Bond Está a Chegar: Homem, Britânico e “Rosto Desconhecido”

O adeus à era Craig e um futuro em aberto

Depois de mais de 60 anos sob a tutela da família Broccoli, a saga James Bond entrou oficialmente numa nova fase: agora controlada pela Amazon MGM, a produção do 26.º filme já está em marcha, com estreia prevista para 2028. A despedida de Daniel Craig em 007 – Sem Tempo para Morrer deixou a fasquia alta, mas as informações que começam a circular apontam para um regresso às origens do personagem criado por Ian Fleming.

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Uma equipa de luxo por trás das câmaras

A 25 de junho, foi confirmada a escolha de Denis Villeneuve, realizador de Dune, para comandar o novo capítulo da saga. O argumento ficará nas mãos de Steven Knight, criador de Peaky Blinders, conhecido por personagens sombrias e violentas. Os produtores escolhidos pela Amazon foram Amy Pascal e David Heyman, nomes de peso que dão credibilidade ao projeto.

Enquanto Villeneuve termina Dune: Parte Três (estreia em 2026), Bond terá de esperar. Só depois disso começará a seleção do próximo ator que vai dar vida ao espião mais famoso do mundo.

O perfil do novo 007

Segundo fontes citadas pela Deadline, a decisão é clara: o novo Bond será homem, britânico e relativamente desconhecido. Esqueçam nomes como Timothée Chalamet, Jacob Elordi ou até Henry Cavill. A produção procura alguém nos seus 20 e poucos ou 30 anos, um “novo rosto” que se encaixe na descrição original de Fleming: um “instrumento contundente”, letal e aparentemente aborrecido, mas capaz de agir com frieza implacável.

Há abertura para que o ator escolhido não seja caucasiano, mas a prioridade é encontrar alguém que transmita, no imediato, a sensação de que “poderia matar com as próprias mãos num instante”.

O que esperar da nova história

Steven Knight está a regressar aos livros de Fleming para recuperar o espírito do Bond original. Fontes próximas sugerem que o filme poderá explorar a vida do protagonista como Comandante da Marinha Real, antes de ser recrutado pelo MI6. Contudo, nada está fechado: o argumento ainda está a ser escrito e a narrativa pode mudar de rumo.

O certo é que Bond 26 será um recomeço absoluto. Nada ficará ligado ao último filme, nem ao “antigo regime” da família Broccoli. É uma oportunidade para revitalizar a saga e conquistar uma nova geração de fãs.

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Estreia marcada para 2028

As filmagens deverão arrancar em 2027, com a estreia mundial prevista para novembro de 2028, mantendo a tradição de lançamentos nesta altura do ano. Até lá, a especulação continuará intensa: quem será o próximo James Bond?

Emma Watson Quebra o Silêncio Sobre J.K. Rowling: “O Que Mais Me Entristece é Que Nunca Foi Possível Conversar”

Se a magia de Harry Potter parecia eterna, a realidade fora do ecrã mostrou-se bem mais complicada. Desde que J.K. Rowling começou a disparar comentários polémicos sobre a comunidade trans, o mundo dos feiticeiros ficou dividido em dois feitiços opostos: os actores que permaneceram ao lado da autora e os que se afastaram em defesa dos direitos humanos.

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Emma Watson, que deu vida à brilhante Hermione Granger, esteve sempre no grupo dos que não hesitaram em apoiar pessoas trans. A sua frase simples mas poderosa — “As pessoas trans são quem dizem ser e merecem viver sem serem constantemente questionadas” — colocou-a, inevitavelmente, no lado oposto de Rowling. A resposta da escritora não foi propriamente calorosa: Rowling deixou claro em várias ocasiões que dificilmente perdoaria os jovens protagonistas da saga, chegando a insinuar que a presença deles nos filmes “estraga” a experiência de os rever.

Agora, Watson decidiu falar abertamente sobre esta rutura. Numa participação no podcast On Purpose With Jay Shetty, a actriz, afastada do cinema desde Mulherzinhas (2019), confessou a sua maior tristeza: nunca ter havido espaço para uma conversa franca com Rowling.

“Acho profundamente triste que nunca tenha sido possível conversar. Não acredito que, por apoiar as pessoas trans e defender as minhas convicções, isso signifique que não guardo com carinho as memórias e a relação que tive com a Jo. Para mim não é uma coisa ou outra. Gostava que as pessoas que não concordam comigo ainda pudessem gostar de mim, e eu também quero continuar a gostar delas. O que mais me entristece é não termos tido sequer a oportunidade de falar.”

É um desabafo que humaniza Watson: a actriz deixa claro que não pretende apagar a importância de Rowling na sua vida, mas não abdica dos seus princípios.

Enquanto isso, Rowling segue o seu próprio caminho: continua a investir parte da sua fortuna em iniciativas jurídicas contra os direitos trans no Reino Unido, ao mesmo tempo que apoia activamente a nova série de Harry Potter que está a ser desenvolvida pela HBO.

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No meio disto tudo, a magia parece ter-se transformado numa espécie de duelo permanente entre valores, memórias e feridas abertas. Para os fãs, a grande questão é se algum dia será possível lançar o feitiço da reconciliação — ou se esta será uma história sem final feliz.

Fonte: Variety

O Telefone Preto 2: Ethan Hawke Regressa no Novo Capítulo de Terror da Universal ☎️🖤

O regresso do Sequestrador

Universal Pictures divulgou um novo teaser de O Telefone Preto 2, a aguardada continuação do sucesso de 2021. O vídeo mostra o aterrador Sequestrador, interpretado por Ethan Hawke, a voltar a assombrar Finney (Mason Thames), sugerindo que o pesadelo está longe de terminar.

O estúdio está a promover a sequela como “o começo de uma nova e sinistra franquia”, deixando claro que a história do telefone amaldiçoado ainda tem muito para contar. A estreia está marcada para 17 de outubro de 2025.

O primeiro filme: sucesso surpresa

Realizado por Scott Derrickson e coescrito com C. Robert CargillO Telefone Preto transformou-se numa das surpresas do cinema de terror recente. Adaptado de um conto de Joe Hill (filho de Stephen King), o filme apresentava Ethan Hawke num dos papéis mais perturbadores da sua carreira, dando vida a um serial killer mascarado que raptava crianças.

Preso num porão à prova de som, o jovem Finney descobre um telefone preto misteriosamente conectado às vítimas anteriores do assassino. Entre ecos do além e estratégias de sobrevivência, o filme conquistou o público e arrecadou mais de 161 milhões de dólares em bilheteira mundial.

O que esperar da sequela?

Os detalhes da trama de O Telefone Preto 2 ainda estão em segredo, mas o teaser sugere que a ligação sobrenatural através do telefone continua a ser o centro da narrativa — e que Finney não se livrou totalmente da sombra do Sequestrador.

Com Derrickson e Cargill novamente envolvidos no guião e na realização, a expectativa é que a sequela explore mais fundo o terror psicológico e o sobrenatural que marcaram o primeiro capítulo.

Um novo ícone do terror moderno

Se cumprir a promessa de expandir a mitologia em torno do temível telefone preto e da figura enigmática de Ethan Hawke, a franquia pode consolidar-se como um novo clássico do terror contemporâneo, ao lado de sagas como InsidiousThe Conjuring.

Resta agora esperar por outubro de 2025 para atender outra vez a chamada mais assustadora do cinema.

Morreu Claudia Cardinale: Adeus a uma das Últimas Divas do Cinema Europeu 🎬🌹

Uma vida maior do que o cinema

A atriz Claudia Cardinale, nascida na Tunísia em 1938 e naturalizada francesa, morreu aos 87 anos, em Nemours, na região de Paris. Protagonista de mais de 150 filmes, musa de cineastas como Visconti, Fellini, Leone, Brooks e Verneuil, Cardinale foi uma das últimas grandes divas do cinema europeu do século XX.

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Com um olhar intenso e uma presença inesquecível no ecrã, deixou a sua marca em clássicos absolutos como O Leopardo(1963), Oito e Meio (1963), Era uma Vez no Oeste (1968) ou A Pantera Cor-de-Rosa (1963). Em Cannes, Veneza ou Hollywood, o seu nome era sinónimo de talento, beleza e força.

Itália, França, Hollywood… e Portugal

Embora nascida em La Goulette, perto de Túnis, filha de mãe francesa e pai siciliano, foi no cinema italiano que se tornou estrela. Curiosamente, até Oito e Meio, a sua voz era dobrada em italiano — mas Fellini insistiu que fosse a sua voz rouca, transformando-a num ícone inconfundível.

Com Manoel de Oliveira, cumpriu um desejo antigo: filmou O Gebo e a Sombra (2012), descrevendo o realizador português como “extraordinário” e cheio de energia. Já em 2001, tinha sido homenageada em Portugal pelo Presidente Jorge Sampaio, numa cerimónia no Teatro Rivoli, no Porto.

Uma estrela entre génios

Claudia contracenou com gigantes como Alain Delon, Burt Lancaster, Marcello Mastroianni, Rock Hudson, John Wayne ou Peter Sellers. Foi dirigida por mestres do cinema italiano (Bolognini, Zurlini, Squitieri), brilhou em Hollywood (O Maior Circo do Mundo) e até em colaborações com Werner Herzog (Fitzcarraldo).

Mastroianni descreveu-a assim: “É a única rapariga simples e saudável neste meio de neuróticos e hipócritas.”

Lutas pessoais e causas públicas

A vida de Cardinale não foi só glamour. Em 1957, foi vítima de violação, da qual resultou o nascimento do seu filho Patrick — que decidiu manter, mesmo perante o escândalo da época. Mais tarde, confessou que foi por ele que entrou no cinema, para garantir a sua independência.

Claudia foi também uma mulher de causas: embaixadora da UNESCO, feminista assumida, defensora dos direitos das mulheres, da comunidade LGBTQ+, da luta contra a SIDA e contra a pena de morte. A própria dizia que a sua carreira lhe deu “uma infinidade de vidas” e a oportunidade de colocar a sua fama ao serviço dos outros.

Um legado eterno

Com distinções como o Leão de Ouro em Veneza (1993) e o Urso de Ouro em Berlim (2002), Claudia Cardinale deixa um legado artístico e humano inigualável. Nas palavras do seu agente, Laurent Savry:

“Ela deixa-nos o legado de uma mulher livre e inspirada, tanto como mulher como artista.”

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Com a sua partida, o cinema europeu perde uma das suas últimas divas, mas as imagens de Cardinale — entre palácios sicilianos, westerns poeirentos e enredos românticos — continuarão a brilhar, como um reflexo eterno da sétima arte.

Keanu Reeves e Alexandra Grant Casaram-se em Segredo na Europa 💍✨

Um casamento discreto para um casal reservado

Ele é um dos atores mais amados de Hollywood, ela uma artista plástica de renome. Keanu Reeves, de 61 anos, e Alexandra Grant, de 52, deram o nó neste verão numa cerimónia íntima e secreta na Europa. Segundo revelou uma fonte à RadarOnline, o casamento contou apenas com familiares e amigos muito próximos, em total sintonia com o estilo reservado do casal.

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“Falaram sobre isso durante anos, mas no fim quiseram algo que fosse só para eles”, explicou a mesma fonte. “O Keanu e a Alexandra valorizam muito a sua privacidade, por isso manter tudo em segredo encaixa perfeitamente com eles.”

Rumores que já se adivinhavam

Os boatos sobre um possível noivado surgiram quando Alexandra Grant foi fotografada com um anel sugestivo durante a estreia de Do Universo de John Wick: Ballerina. A imprensa internacional não tardou em levantar suspeitas, mas a confirmação oficial só agora chega, com a revelação do casamento secreto.

Um amor que trouxe paz a Keanu

A relação entre Reeves e Grant não é apenas uma história de amor tardio; é também uma narrativa de resiliência. O ator viveu momentos extremamente difíceis no passado: em 1999 perdeu a filha, Ava, que nasceu sem vida aos oito meses de gestação, e pouco depois separou-se de Jennifer Syme, que acabaria por falecer em 2001, aos 28 anos, num acidente de carro.

Perante estas tragédias, Keanu Reeves tornou-se uma figura associada à solidão e à introspeção. Mas os amigos garantem que a chegada de Alexandra Grant mudou tudo. “Ela traz-lhe tranquilidade. Ele ri-se mais, está mais relaxado. Ela é realmente a sua âncora”, referiu a fonte próxima do casal.

Uma história que começou em 2009

O casal conheceu-se em 2009, fruto de uma colaboração artística. A amizade evoluiu discretamente ao longo dos anos, e só em 2019 assumiram publicamente a relação. Desde então, têm mostrado uma cumplicidade rara em Hollywood: longe dos holofotes, mas próximos um do outro.

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Keanu Reeves, o eterno herói de Matrix e John Wick, parece finalmente ter encontrado o equilíbrio e a serenidade ao lado de Alexandra Grant. E, tal como nos melhores romances, escolheram celebrar esse amor em segredo, longe das câmaras e do frenesim mediático.

Jimmy Kimmel Regressa ao Ar Entre Lágrimas e Polémica: “Nunca Foi Minha Intenção Fazer Piada com a Morte de Charlie Kirk” 🎤📺

Um regresso emotivo

Jimmy Kimmel voltou finalmente ao seu programa, Jimmy Kimmel Live!, depois de uma semana afastado na sequência das polémicas declarações sobre o assassinato do influenciador conservador Charlie Kirk.

Visivelmente emocionado, Kimmel abriu a emissão quase em lágrimas, sublinhando:

“Não acho que haja nada de engraçado nisto. Nunca foi minha intenção fazer piada com a morte de Charlie Kirk, nem culpar um grupo específico pelo que foi claramente a ação de um indivíduo perturbado.”

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O apresentador admitiu ainda que os seus comentários anteriores puderam soar “mal cronometrados ou pouco claros, ou talvez ambos”.

Perdão e contraste político

Kimmel aproveitou o momento para elogiar Erika Kirk, viúva do influenciador, que no memorial público perdoou o assassino do marido. O gesto, descreveu o humorista, foi “um ato de graça desinteressado que me tocou profundamente”.

O contraste foi evidente em relação ao Presidente Donald Trump, que no mesmo serviço fúnebre declarou: “Eu odeio o meu adversário e não lhe desejo o melhor.”

Guerra aberta com as estações e com Trump

No regresso, Kimmel também criticou as afiliadas da ABC que se recusaram a transmitir o programa durante a sua suspensão:

“Isso não é legal. Isso não é americano. É antiamericano.”

Recorde-se que apesar de a Disney, dona da ABC, ter anunciado o regresso do talk-show após a onda de protestos vindos de Hollywood e de políticos democratas, grupos de comunicação como a Sinclair Broadcast Group e a Nexstaranunciaram que não exibiriam o programa.

Do lado político, Trump voltou ao ataque na sua rede Truth Social, escrevendo:

“Não consigo acreditar que a ABC lhe devolveu o programa. Ele não é engraçado, tem más audiências e passa lixo democrata positivo em 99% do tempo. Vamos testar a ABC nisto.”

Kimmel não deixou passar em claro: “Ele tentou cancelar-me e, em vez disso, obrigou milhões a ver o programa”, ironizou no monólogo.

O que desencadeou a suspensão

A polémica começou a 15 de setembro, quando Kimmel comentou no programa a exploração política da morte de Kirk:

“Chegámos a novos patamares vergonhosos com a turma MAGA a tentar desesperadamente caracterizar o jovem que assassinou Charlie Kirk como algo diferente de um deles e a fazer de tudo para ganhar pontos políticos com isso.”

Nessa mesma noite, acrescentou ainda que a forma como Trump reagiu à morte de Kirk se parecia mais “com a de uma criança de quatro anos a chorar pela morte de um peixinho dourado”.

Entre liberdade de expressão e pressão política

A suspensão de Kimmel abriu um debate aceso sobre liberdade de expressão e influência política nos media norte-americanos. Para uns, o apresentador foi vítima de censura; para outros, ultrapassou os limites do respeito em circunstâncias trágicas.

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O certo é que o regresso de Jimmy Kimmel aconteceu sob forte escrutínio, mas também com o apoio público de centenas de celebridades e figuras políticas — entre elas Barack Obama —, que consideraram a suspensão um “momento sombrio para a liberdade de expressão na América”.

A Volta de Jimmy Kimmel: Entre a Liberdade de Expressão e o Boicote de Afiliadas

O comentário que incendiou Hollywood e Washington

Jimmy Kimmel, um dos rostos mais reconhecíveis da televisão norte-americana desde 2003, viu o seu late-night showsuspenso depois de um monólogo polémico. No programa emitido a 15 de setembro, o apresentador ironizou a forma como apoiantes do movimento Maga exploraram politicamente o assassinato de Charlie Kirk, fundador da organização de direita Turning Point.

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As palavras de Kimmel provocaram uma tempestade. Do lado conservador, o Presidente Donald Trump aplaudiu a suspensão, classificando-a como uma “vitória para a decência”. Do outro, Hollywood reagiu em peso: nomes como Jennifer Aniston, Meryl Streep e Robert De Niro assinaram uma carta aberta a defender o apresentador, considerando a decisão “um momento sombrio para a liberdade de expressão em nossa nação”.

Disney recua e traz Kimmel de volta

Perante a pressão crescente, a Disney — dona da ABC — anunciou que Jimmy Kimmel Live! regressaria já esta terça-feira, 23 de setembro.

“Sentimos que alguns dos comentários foram inoportunos e insensíveis”, reconheceu a empresa em comunicado, explicando que a suspensão visava evitar inflamar ainda mais um momento delicado para o país. Após dias de conversas com Kimmel, o canal decidiu devolver-lhe o palco.

Mas nem todos vão ver o regresso

Se para os fãs parecia que o caso estava resolvido, a Sinclair Broadcast Group veio deitar mais lenha para a fogueira. A gigante mediática, que controla 39 afiliadas da ABC em todo o país — incluindo a importante WJLA-TV de Washington, D.C. —, anunciou que não transmitirá o programa.

Segundo a empresa, Jimmy Kimmel Live! será substituído por programação jornalística até que as negociações com a ABC cheguem a uma conclusão. Na prática, isto significa que uma fatia significativa dos lares norte-americanos poderá não ter acesso ao regresso de Kimmel.

E não é só a Sinclair que está na equação. A Nexstar, dona de 32 afiliadas da ABC, afirmou estar a “monitorizar a situação” sem confirmar se manterá o programa no ar. Juntas, Sinclair e Nexstar representam cerca de um quarto da distribuição nacional da ABC.

Um equilíbrio delicado

Entre a pressão conservadora, a defesa apaixonada de artistas e a necessidade de não perder mercado, a Disney enfrenta um verdadeiro número de circo em cima da corda bamba. O caso Kimmel tornou-se mais do que uma polémica televisiva: é hoje um campo de batalha sobre liberdade de expressão, influência política e a forma como os media navegam num país cada vez mais polarizado.

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Seja visto como provocador ou como defensor da sátira política, Jimmy Kimmel volta ao ecrã com o peso de saber que cada piada pode ter consequências muito para lá da televisão.

Teatro Tivoli BBVA Reconhecido como Tesouro da Cultura Cinematográfica Europeia 🎬✨

Lisboa entra para o mapa dos “tesouros” do cinema europeu

O Teatro Tivoli BBVA acaba de conquistar um lugar de honra na história do cinema europeu. Fundado em 1924 como Cine-Teatro Tivoli, o icónico espaço da Avenida da Liberdade foi distinguido pela European Film Academy com o título de “Tesouro da Cultura Cinematográfica Europeia”, tornando-se o único projeto português premiado nesta edição .

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Este galardão reconhece salas de cinema e espaços culturais que, pelo seu valor histórico, arquitetónico e simbólico, desempenham um papel fundamental na preservação da memória coletiva e na promoção da diversidade cultural do continente. Desde 2015, apenas 60 locais receberam esta distinção — entre eles a Fonte de Trevi, em Roma, e a Roda Gigante de Viena. Em Portugal, o Tivoli junta-se agora à Ribeira do Porto, reconhecida em 2022 .

Um século de história no coração de Lisboa

Projetado pelo arquiteto Raúl Lino e encomendado por Frederico Lima Mayer, o Tivoli foi inaugurado a 30 de novembro de 1924 com o filme mudo Violetas Imperiais, acompanhado ao vivo por um sexteto. Desde então, tornou-se um marco incontornável da vida cultural lisboeta, tendo recebido estreias memoráveis como Doutor Jivago e Música no Coração, além de teatro, concertos e dança.

Adquirido pela UAU Produtora em 2011, o espaço passou por uma profunda recuperação, preservando o seu legado arquitetónico e reforçando a programação cultural. Em 2015, foi classificado como Monumento de Interesse Público, reforçando o estatuto que agora é ampliado pela distinção europeia .

Cerimónia de celebração marcada para outubro

A distinção será oficialmente assinalada a 6 de outubro de 2025, às 15h, no próprio Teatro Tivoli BBVA, numa cerimónia organizada pela European Film Academy e pela Academia Portuguesa de Cinema. O evento reunirá personalidades da cultura e do cinema para celebrar a importância deste espaço centenário .

Guardião da memória e da paixão pelo cinema

Para Paulo Dias, administrador do Teatro Tivoli BBVA, esta distinção “dignifica ainda mais uma sala centenária que continua de portas abertas para a cultura”, destacando o esforço contínuo em manter viva a herança histórica do espaço.

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Com esta entrada no mapa europeu dos tesouros cinematográficos, o Teatro Tivoli BBVA reforça o seu papel como guardião da memória e identidade cultural portuguesa, continuando a ser um lugar de encontro e partilha para gerações de cinéfilos.

O Estranho Segredo de Matthew McConaughey e Camila Alves Para um Casamento Feliz (E Começa no Quarto!)

Camila e Mathew McConaughey

A poesia que revela intimidade

No seu novo livro Poems & Prayers, Matthew McConaughey abre a porta da vida privada e partilha aquilo que considera ser um dos segredos para um casamento feliz: trocar a cama king-size por uma queen-size.

Num poema intitulado “The best thing you can / do for your / marriage”, o actor escreve:

“One way to surely / get ahead, / is get rid of that / king-size mattress, / and sleep in a / queen-size bed.”

A ideia, explicou em entrevista à Fox News Digital, nasceu da experiência pessoal: “Acordei uma manhã e percebi que a Camila estava a um campo de futebol de distância. Isso não é bom para o casamento, homem.”

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Ombro a ombro

McConaughey conta que, depois de anos em camas enormes, percebeu que a proximidade física fazia toda a diferença. A solução foi simples: voltar a uma cama mais pequena, onde pudesse dormir “ombro a ombro” com Camila. “Digo-vos: é bom para o casamento”, garantiu.

Uma história de amor que começou em 2006

O casal conheceu-se num clube em 2006, e o actor descreveu o momento como “amor à primeira vista” numa entrevista a Oprah Winfrey em 2020. O noivado chegou no Natal de 2011 e o casamento celebrou-se a 9 de Junho de 2012.

Juntos, são pais de três filhos: Levi (2008), Vida (2010) e Livingston (2012). Entre viagens em família e rotinas domésticas, McConaughey e Camila têm procurado manter um equilíbrio entre a vida pública e a intimidade.

Filosofias para a vida em família

O actor partilhou ainda uma das máximas que orienta o seu casamento: “Não faças uma linha direita ficar torta. Se as coisas estão a correr bem, continua a seguir os sinais verdes. Se não estão, resolve logo para não te explodirem mais tarde.”

Já Camila Alves, em entrevistas anteriores, destacou a importância de refeições saudáveis e do diálogo aberto em casa. “Quero que os meus filhos sejam ouvidos em tudo, que possam expressar como se sentem”, afirmou.

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Mais do que Hollywood

Entre poemas, conselhos conjugais e filosofias de vida, McConaughey volta a mostrar que, para além do carisma de estrela de cinema, há um homem que procura simplicidade. E se depender dele, a felicidade conjugal pode muito bem começar… com uma cama de casal.

Joe Rogan e Matthew McConaughey em Desacordo Sobre Lei dos Dez Mandamentos nas Escolas do Texas 📚✝️

Uma conversa que aqueceu no podcast

No episódio de 16 de Setembro do The Joe Rogan Experience, o comediante e apresentador Joe Rogan recebeu Matthew McConaughey para uma conversa de três horas que misturou filosofia, religião, inteligência artificial e até poesia. O actor vencedor de um Óscar está em plena digressão de promoção do seu novo livro, Poems & Prayers, uma colectânea de provérbios e textos líricos.

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Mas o momento mais polémico surgiu quando a conversa se voltou para a nova lei texana que obriga todas as escolas públicas do estado a exibirem conspicuamente os Dez Mandamentos em todas as salas de aula.

Rogan: “É por isso que queremos separar Igreja e Estado”

Joe Rogan não poupou críticas à medida aprovada no Senado do Texas. “O problema é: e os muçulmanos? E os budistas? E os hindus? E todas as outras religiões que existem?”, questionou. O apresentador defendeu que escolas públicas, por serem financiadas pelo Estado, devem manter-se livres de religião, de modo a respeitar todas as crenças — ou a ausência delas.

Segundo Rogan, forçar a exibição dos Dez Mandamentos poderá até afastar pessoas do Cristianismo. Citou mesmo o congressista democrata James Talarico, um cristão devoto que considera a lei contraproducente e uma ameaça à liberdade de expressão religiosa.

McConaughey: uma pausa espiritual para todos

Já Matthew McConaughey mostrou-se mais receptivo à ideia. Para o actor, os Dez Mandamentos representam uma base ética universal. Ainda assim, sugeriu uma alternativa: criar uma pausa de dez minutos nas escolas onde cada aluno pudesse dedicar-se à prática religiosa (ou não) que desejasse.

“Não há exclusão sobre o que pode ser esse tempo espiritual. Mas, na sala de aula americana, vamos ter os Dez Mandamentos”, afirmou. McConaughey chegou mesmo a propor um possível “credo” universal que reunisse princípios morais de várias tradições religiosas, algo que pudesse funcionar como código ético comum nas escolas.

Uma questão maior do que o Texas

O debate entre os dois não se limitou à letra da lei, mas à velha questão da separação entre Igreja e Estado nos Estados Unidos. Rogan insistiu que impor símbolos religiosos em instituições públicas é um caminho perigoso, enquanto McConaughey procurou encontrar um meio-termo, mais inclusivo, sem abdicar da referência cristã.

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A divergência deixou claro que, mesmo entre figuras públicas texanas, a lei continua a ser controversa e deverá alimentar discussões muito para lá das fronteiras do estado.

Angelina Jolie em San Sebastián: “Amo o meu país, mas não o reconheço neste momento” 🇺🇸🎬

A política americana na mira de Hollywood

Angelina Jolie marcou presença no Festival Internacional de Cinema de San Sebastián e acabou por surpreender mais pela sua visão política do que pelo glamour habitual. Questionada sobre a actual situação da liberdade de expressão nos Estados Unidos — especialmente após a suspensão do programa de Jimmy Kimmel pela ABC — a actriz hesitou longos segundos antes de responder.

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“Amo o meu país, mas não o reconheço neste momento”, declarou a estrela norte-americana, visivelmente cautelosa nas suas palavras. Sem citar nomes directamente, Jolie mostrou-se preocupada com o rumo político dos EUA, onde episódios recentes, como o fim da emissão de Stephen Colbert e a polémica em torno dos comentários de Kimmel sobre o assassinato de Charlie Kirk, incendiaram o debate público.

“São tempos muito difíceis”

Em conferência de imprensa, a actriz acrescentou: “Tudo o que divide ou limita a expressão pessoal e a liberdade de cada um parece-me extremamente perigoso”. E reforçou a sua visão internacionalista e igualitária do mundo. Apesar da prudência, foi impossível não associar as suas declarações a Donald Trump, frequentemente acusado de hostilizar figuras de Hollywood que assumem posições políticas diferentes.

“São momentos muito graves, em que devemos ter cuidado com o que dizemos. Mas não posso deixar de afirmar que estamos a viver tempos muito, muito difíceis”, sublinhou Jolie, sem querer seguir o caminho de colegas como Tom Hanks, abertamente criticados pelo ex-presidente norte-americano.

Do discurso político ao cinema

Depois da reflexão séria, Jolie voltou ao que a levou ao País Basco: a promoção do filme Couture, realizado por Alice Winocour (MustangRevoir Paris). No drama, interpreta uma cineasta em luta contra uma doença grave, apoiada pelo companheiro, interpretado por Louis Garrel. O pano de fundo é a azáfama de uma Fashion Week, cujo brilho contrasta com a tragédia pessoal da protagonista.

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Foi a primeira vez que Angelina Jolie marcou presença em San Sebastián, e a sua passagem ficou marcada não só pela exibição do filme, mas também por declarações que dificilmente passarão despercebidas no debate político norte-americano.

The Batman 2: O Futuro de Robert Pattinson Como Cavaleiro das Trevas Está em Aberto 🦇

Do sucesso de The Batman à incerteza do futuro

Em 2022, Matt Reeves apresentou ao mundo uma nova versão do Cavaleiro das Trevas, com Robert Pattinson a assumir o manto do herói mais sombrio da DC. O resultado foi um filme denso, psicológico e carregado de atmosfera, que conquistou a crítica e o público, arrecadando mais de 772 milhões de dólares em bilheteira para um orçamento de 185 milhões.

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Era inevitável: uma sequela foi confirmada e tem já data marcada. The Batman Part II chega às salas de cinema a 1 de Outubro de 2027. A grande questão, no entanto, é o que virá depois.

Reeves mantém o suspense

Em entrevista recente a Josh Horowitz, Matt Reeves deixou claro que, embora o plano inicial fosse desenvolver uma trilogia, ainda não existe qualquer certeza quanto a um terceiro filme.

“Digamos que façamos três… não sei se o faremos, mas sempre quis que estes filmes se focassem no personagem do Robert [Pattinson]”, afirmou o realizador, mantendo assim um certo mistério em torno do futuro da saga.

Um guião “extraordinário”

Para já, todas as atenções estão centradas em The Batman Part II. O guião já está concluído e recebeu elogios entusiásticos de Colin Farrell, que regressa ao papel do Pinguim. O actor descreveu o texto como “incrível” e “extraordinário”, aumentando ainda mais as expectativas em torno da sequela.

Reeves, conhecido pela sua abordagem meticulosa — como demonstrou em A Planeta dos Macacos: O Confronto e A Planeta dos Macacos: A Supremacia — parece determinado a aprofundar ainda mais o lado psicológico de Bruce Wayne, explorando um herói vulnerável, dividido entre a sua cruzada contra o crime e os fantasmas do passado.

O futuro de Pattinson em Gotham

A dúvida mantém-se: será que veremos Robert Pattinson num eventual The Batman Part III? Ou será que The Batman Part II fechará este capítulo com chave de ouro? Por enquanto, o realizador prefere manter as cartas na manga, deixando espaço para especulação e para alimentar o entusiasmo dos fãs.

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Uma coisa é certa: em 2027, Gotham voltará a mergulhar na escuridão, e o regresso de Pattinson promete mais um capítulo intenso e arrepiante na história cinematográfica do Homem-Morcego.

Tom Holland Sofre Acidente no Set de Spider-Man: Brand  e Tensão Instala-se em Hollywood 🕷️New Day

O acidente que parou o Homem-Aranha

O set de Spider-Man: Brand New Day em Glasgow, na Escócia, foi interrompido de forma abrupta na sexta-feira, 19 de Setembro de 2025. Tom Holland, que regressa pela quarta vez como Peter Parker, sofreu uma queda durante uma cena de acção e acabou hospitalizado de urgência com uma ligeira concussão. A notícia foi confirmada por fontes como a Deadline e a Variety, que sublinham que, felizmente, não houve mais feridos no incidente.

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O actor britânico de 29 anos encontra-se em recuperação e deverá afastar-se temporariamente das filmagens, por recomendação médica. Sony e Marvel já agendaram uma reunião para reorganizar o calendário de produção, tentando minimizar atrasos que possam comprometer a estreia.

Um jantar que não passou despercebido

Apesar do susto, Holland foi visto este fim-de-semana em Londres, ao lado de Zendaya, sua companheira dentro e fora do ecrã. O casal participou num jantar de caridade, embora, segundo o The Sun, o actor tenha deixado o evento mais cedo devido ao seu estado de saúde.

A presença pública acabou por acalmar os fãs mais preocupados, mostrando que a lesão não foi grave, mas também reforçou a necessidade de um período de descanso antes de regressar ao ritmo intenso das filmagens.

O novo capítulo do Homem-Aranha

Realizado por Destin Daniel Cretton (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis), Spider-Man: Brand New Day tem estreia marcada para 31 de Julho de 2026. O enredo promete um Peter Parker dividido entre a sua vida tranquila com Mary Jane (Zendaya) e as responsabilidades como vigilante de Nova Iorque, ameaçado por novos perigos.

O filme traz ainda grandes regressos ao Universo Marvel no cinema: Mark Ruffalo volta a encarnar Bruce Banner/Hulk, Jon Bernthal retoma o papel de Frank Castle/Punisher e Michael Mando regressa como Mac Gargan, o vilão Escorpião.

Em Agosto, a Sony já tinha divulgado imagens do primeiro dia de filmagens, onde Tom Holland foi filmado a realizar ele próprio uma acrobacia sobre um tanque de guerra, deixando os fãs em delírio. Ironia do destino, esse entusiasmo pelas cenas práticas acabou por conduzir ao acidente que agora obriga a uma pausa.

A expectativa até 2026

A pausa no calendário é um contratempo, mas tudo indica que a estreia de Spider-Man: Brand New Day não estará em risco. Para os fãs, resta esperar que Holland recupere plenamente e regresse com a mesma energia que o tornou num dos rostos mais acarinhados da Marvel.

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Até lá, a ansiedade cresce: afinal, este poderá ser o capítulo mais ambicioso do Homem-Aranha no grande ecrã.

Stallone Quer Voltar a Ser Rambo com Ajuda da Inteligência Artificial 💻🔫

Quarenta Anos Depois, Ainda Não É Adeus

Mais de quatro décadas após First Blood (1982), Sylvester Stallone não está pronto para pendurar a bandana. Com um projeto de prequela de Rambo em andamento — que poderá ter Noah Centineo como protagonista — o ator revelou, em entrevista ao podcast Bingeworthy da The Playlist, que chegou a propor uma versão de Rambo adolescente interpretada… por ele próprio, rejuvenescido através de Inteligência Artificial.

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“Todos acharam que eu estava louco”, confessou Stallone. “Mas a IA já é suficientemente sofisticada para me colocar em Saigão com 18 anos, usando a mesma imagem. Não é assim tão rebuscado.”

A Passagem de Testemunho (Ou Não?)

A Millennium Media está a preparar o filme, realizado por Jalmari Helander (Sisu) e com argumento de Rory Haines e Sohrab Noshirvani (Black Adam). O estúdio considera Centineo para o papel, mas Stallone deixou um aviso:

“É muito, muito difícil. Ele pode fazer um trabalho brilhante, mas há sempre esse preconceito contra quem tenta substituir um original.”

O ator recordou a sua experiência com Get Carter (2000), sublinhando que recriar personagens icónicas é sempre uma batalha contra a memória coletiva do público.

A Prequela: O Rambo Antes do Rambo

Os detalhes do enredo estão a ser mantidos em segredo, mas sabe-se que a história explorará a juventude de John Rambo durante a Guerra do Vietname, antes dos acontecimentos de First Blood.

Criado por David Morrell no romance de 1972, Rambo tornou-se uma das figuras mais marcantes do cinema de ação, interpretado por Stallone em cinco filmes que somaram mais de 800 milhões de dólares de bilheteira. O mais recente, Rambo: Last Blood (2019), arrecadou 92 milhões em todo o mundo.

Quando Chega e Quem Vai Distribuir

Segundo a Deadline, a rodagem da prequela está planeada para o início de 2026, na Tailândia. A Lionsgate, que distribuiu os dois últimos filmes da saga, é a favorita para assumir também este novo capítulo.

Rambo vs. IA: Uma Nova Guerra?

A proposta de Stallone levanta a questão: será o rejuvenescimento digital uma solução para manter atores icónicos eternamente ligados às suas personagens? Ou estaremos perante uma “guerra perdida” contra o tempo e a necessidade de novas gerações assumirem os papéis?

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Seja qual for a resposta, uma coisa é certa: Rambo não morre facilmente — nem na selva, nem em Hollywood.

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No Festival de San Sebastián, Harris Dickinson não foi apenas o ator conhecido de BabygirlTriangle of Sadness e The Iron Claw: foi também o jovem realizador que apresentou o seu primeiro filme, Urchin. Ao lado do produtor Archie Pearch, parceiro na recém-criada Devisio Pictures, Dickinson partilhou a experiência de se lançar atrás das câmaras e a ambição de continuar a construir histórias arriscadas e pessoais.

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Urchin, rodado com cerca de 3 milhões de dólares e apoiado pela BBC Film e pelo British Film Institute, conta a história de Mike (Frank Dillane), um sem-abrigo em Londres que tenta recompor a vida enquanto luta contra o vício. O filme já tinha estreado em Cannes, recebendo reações entusiásticas, e Dickinson espera que San Sebastián traga o mesmo impacto.

O ator britânico confessou, porém, que a experiência de realizar e atuar no mesmo projeto foi desgastante: “Houve momentos em que estava em dois mundos, a tentar confiar noutros para me dizerem o que não estava a funcionar — não apenas na minha interpretação, mas em todo o enquadramento. Admiro profundamente quem o consegue fazer, de Cassavetes a Fassbinder ou Bradley Cooper. Eu não o voltaria a fazer tão cedo.”

Apesar das dificuldades, Dickinson já tem outro guião em mãos. Mal terminou Urchin, partiu de férias, mas acabou apanhado pela companheira a escrever o próximo projeto. “Não consegui parar. Tenho de escrever. Agora vamos ver se o guião é bom”, disse com humor.

Durante a conversa, não faltaram referências a colegas de peso. Trabalhar com Nicole Kidman em Babygirl levou-o, ao fim de vinte dias de filmagens, a perguntar-lhe finalmente: “Então… como era o Stanley Kubrick?” — aludindo a Eyes Wide Shut, último filme do cineasta. “Não se pode começar por aí, tem de se chegar devagar”, brincou o ator.

Com Pearch, antigo produtor da Working Title e protegido de David Heyman (Harry Potter), Dickinson já soma mais de 20 projetos em desenvolvimento na Devisio Pictures. Ambos acreditam que o futuro do cinema independente vai passar por produções de médio orçamento. “Os financiadores até preferem arriscar em filmes de 7 ou 8 milhões com grandes nomes do que em projetos de 3 milhões sem garantias”, explicou Pearch.

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E quanto a géneros? O terror, pelo menos para já, não está no radar. “Não somos grandes fãs de horror. Claro que se fosse algo extraordinário, pensaríamos nisso, mas não é o que procuramos”, disse Dickinson, antes de sorrir e admitir que abriria exceção se Guillermo del Toro batesse à porta.

Christopher Nolan Assume Presidência do Sindicato dos Realizadores de Hollywood

O lendário realizador de OppenheimerChristopher Nolan, foi eleito presidente do Directors Guild of America (DGA), sindicato que representa mais de 19.500 realizadores. A eleição aconteceu no fim de semana, durante a convenção nacional bienal do organismo, e marca uma nova fase para a associação que tem enfrentado profundas transformações no panorama audiovisual.

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Nolan sucede a Lesli Linka Glatter, que esteve quatro anos no cargo, e não escondeu o peso do momento: considerou esta eleição “uma das maiores honras” da sua carreira. Agradeceu a confiança dos membros do sindicato e reforçou a importância de “assegurar proteções criativas e económicas” numa indústria que atravessa mudanças radicais, desde as dinâmicas do streaming ao impacto da inteligência artificial.

Não é de agora que o realizador britânico participa ativamente no sindicato. Membro desde 2001, Nolan já tinha assento no National Board e no Western Directors Council desde 2015, além de liderar o Theatrical Creative Rights Committee. Mais recentemente, assumiu também a presidência do comité dedicado à Inteligência Artificial, reflexo da preocupação crescente sobre como estas ferramentas vão moldar o futuro do cinema.

Ao lado de Nolan, a nova direção da DGA reúne nomes de enorme peso em Hollywood, entre eles Ron Howard, eleito segundo vice-presidente, e Gina Prince-Bythewood, agora terceira vice-presidente. A equipa reflete um equilíbrio entre veteranos consagrados e vozes mais recentes, sinal de que o sindicato quer olhar tanto para a tradição como para a renovação.

A eleição foi recebida com expectativa também fora do sindicato. A AMPTP, associação que representa os estúdios e plataformas de streaming, felicitou Nolan, expressando vontade de colaborar na procura de equilíbrio entre os interesses dos criadores e a competitividade das empresas num mercado cada vez mais volátil.

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Com uma carreira que oscila entre blockbusters colossais como The Dark Knight e obras mais pessoais como Dunkirk ou Oppenheimer, Nolan não é apenas um dos realizadores mais respeitados da sua geração: é também um defensor ferrenho da experiência cinematográfica nas salas e dos direitos criativos dos autores. Agora, terá de levar esse compromisso para a frente de batalha sindical, num momento em que Hollywood ainda lida com as consequências das greves de 2023 e com os desafios trazidos pela revolução digital.

Mark Ruffalo Ataca Disney Após Suspensão de Jimmy Kimmel Live!

 O Incrível Hulk Contra a Casa do Rato

Mark Ruffalo, o eterno Hulk do MCU desde The Avengers (2012), entrou em campo para criticar duramente a decisão da Disney/ABC de suspender o programa Jimmy Kimmel Live! após pressão da FCC e de grupos conservadores.

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Numa publicação feita no Threads, o ator alertou para as consequências económicas:

“As ações da Disney já caíram, e vão cair ainda mais se cancelarem o programa. A Disney não quer ficar conhecida como a empresa que destruiu a América.”

De facto, os relatórios financeiros confirmam uma descida do valor das ações, que chegaram a desvalorizar 3,5%, antes de voltarem a recuperar ligeiramente.

Uma Decisão com Repercussões Políticas

A suspensão aconteceu depois de Kimmel ter feito uma piada sobre Donald Trump e a morte do comentador de extrema-direita Charlie Kirk. O presidente da FCC, Brendan Carr, ameaçou investigar o canal, insinuando que a ABC teria de “agir sobre Kimmel” ou enfrentar mais problemas regulatórios.

A pressão não veio apenas do governo: conglomerados de media como a Nexstar e a Sinclair Broadcast Group — dois gigantes proprietários de várias estações afiliadas da ABC — também exigiram a retirada do programa. A Sinclair, por exemplo, condicionou o regresso de Kimmel a um pedido de desculpas público e a uma doação para a organização conservadora Turning Point USA.

Hollywood Une-se em Defesa de Kimmel

Ruffalo não está sozinho. Tatiana Maslany, sua colega de MCU (She-Hulk), pediu ao público para cancelar subscrições de Hulu e Disney+ em protesto. Pedro Pascal (The Last of UsThe Mandalorian) também se manifestou em defesa de Kimmel, sublinhando a importância da democracia e da liberdade de expressão.

Nos bastidores, Dan Gilroy, argumentista de Andor e vencedor de um Emmy, escreveu um artigo condenando o que classificou como um “cerco governamental ao entretenimento”. Até Michael Eisner, antigo CEO da Disney, criticou a atual liderança da empresa, considerando-a “fraca e reativa”.

Guildas de atores e argumentistas já começaram protestos no estúdio da Disney em Burbank, numa demonstração de apoio a Kimmel e de contestação às pressões políticas que pairam sobre os media norte-americanos.

Trump Celebra, Hollywood Reage

Enquanto isso, Donald Trump não perdeu tempo em celebrar a suspensão do apresentador, insinuando que outros nomes da noite, como Seth Meyers e Jimmy Fallon, poderão ser os próximos alvos.

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O caso elevou Jimmy Kimmel Live! de um programa de entretenimento a símbolo de uma batalha maior: a tensão entre liberdade artística, pressões políticas e interesses corporativos.

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Del Toro e Hogan Trazem a Sua Visão Sombria para o Ecrã

A Netflix prepara-se para adaptar The Boy in the Iron Box, série de novelas curtas de Guillermo del Toro e Chuck Hogan, agora transformada em longa-metragem. O projeto contará com a dupla como produtores, prometendo manter a sua assinatura de horror fantástico, grotesco e profundamente atmosférico.

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A realização fica a cargo de David Prior, o cineasta por trás do enigmático The Empty Man (2020), enquanto o argumento é também da sua autoria.

O Enredo: Neve, Mercenários e Segredos Antigos

A história, publicada no ano passado pela Amazon Original Stories, acompanha um grupo de mercenários que se vê obrigado a aterrar de emergência numa remota montanha coberta de neve. Para se protegerem de lobos selvagens, encontram refúgio numa fortaleza abandonada há muito tempo.

Mas o verdadeiro terror surge quando descobrem um fosso oculto, dentro do qual se encontra uma caixa presa com correntes. Ao abri-la, desencadeiam horrores que nunca deveriam ter sido libertados.

Elenco Confirmado

O filme já conta com um trio de protagonistas:

  • Rupert Friend (Jurassic World Rebirth) como Liev, o líder do grupo de mercenários.
  • Kevin Durand (Abigail) como um dos soldados perdidos na missão.
  • Jaeden Martell (ItKnives Out) no papel central do misterioso rapaz aprisionado na caixa de ferro.

O Que Esperar?

Com del Toro e Hogan envolvidos, pode-se antecipar uma mistura de terror visceral e fantasia sombria, elementos que o realizador mexicano domina como poucos (O Labirinto do FaunoA Forma da Água). A presença de David Prior promete ainda uma abordagem atmosférica e inquietante, tal como demonstrado em The Empty Man, um filme que se tornou objeto de culto.

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The Boy in the Iron Box insere-se assim numa linhagem de narrativas góticas onde ruínas esquecidas, rituais e segredos enterrados funcionam como palco para explorar monstros — reais ou metafóricos.

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Scorsese Regressa com “What Happens at Night”

Martin Scorsese prepara-se para voltar à realização com “What Happens at Night”, um thriller psicológico adaptado do romance homónimo de Peter Cameron (2020). O filme, que começará a ser rodado em janeiro, junta duas das maiores estrelas de Hollywood: Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence.

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A história acompanha um casal americano que viaja até uma pequena cidade europeia coberta de neve para adotar uma criança. Mas o que deveria ser uma jornada de esperança transforma-se num pesadelo: ao instalarem-se num hotel quase deserto, são confrontados com figuras misteriosas, incluindo uma cantora extravagante, um empresário corrupto e um curandeiro carismático.

A Dupla de Luxo: DiCaprio e Lawrence

Para DiCaprio, esta será a sétima colaboração com Scorsese, numa relação criativa que já deu origem a títulos marcantes como Gangs de Nova Iorque (2002), O Aviador (2004), The Departed – Entre Inimigos (2006), Shutter Island (2010), O Lobo de Wall Street (2013) e Assassinos da Lua das Flores (2023). Cada um destes filmes consolidou não só o prestígio de ambos, mas também a reputação de DiCaprio como um dos intérpretes favoritos de Scorsese.

Para Jennifer Lawrence, será a primeira vez sob a direção do cineasta, embora já exista uma ligação: Scorsese é produtor de Die, My Love, o novo filme de Lynne Ramsay com Lawrence, previsto para novembro. O encontro entre realizador e atriz é, por isso, um momento aguardado tanto pela crítica como pelo público.

Entre Apple e Studiocanal

O projeto conta com financiamento da Apple e da francesa Studiocanal, tendo sido esta última a adquirir os direitos do romance original. Inicialmente, Scorsese estava apenas previsto como produtor, enquanto procurava um novo desafio para voltar a filmar com DiCaprio. No entanto, o argumento assinado por Patrick Marber (Perto Demais) convenceu-o a assumir também a realização.

Reencontro de Estrelas

Curiosamente, DiCaprio e Lawrence já partilharam o grande ecrã em Não Olhem Para Cima (2021), de Adam McKay. Agora, sob a batuta de Scorsese, a química entre ambos ganha uma nova dimensão, inserida num ambiente de suspense e mistério que promete marcar o próximo grande capítulo do cinema do realizador.

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O Que Esperar?

Com um cenário gélido, personagens enigmáticas e um enredo que mistura adoção, segredos sombrios e atmosferas opressivas, What Happens at Night poderá tornar-se numa das obras mais intensas da fase final da carreira de Scorsese. Para os fãs, o simples regresso do cineasta à realização já seria motivo de celebração. Com DiCaprio e Lawrence como protagonistas, o entusiasmo é agora inevitavelmente maior.